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A seguir as 15 questões de concursos mais novas em nossa base sobre este tópico

Pref. Ribeirão Preto/SP 2013 - VUNESP - Professor III - História

1
Na emigração do Reino para o Brasil, há que distinguir duas fases. A primeira se estende até a segunda metade do séc. XVII, mais precisamente até a Restauração e o fim das guerras holandesas. Essa fase é de imigração escassa; a colônia exercia poucos atrativos, e as atenções da metrópole estavam mais voltadas para as possessões do Oriente. Contribuem em boa proporção para as correntes povoadoras que neste período preliminar entraram no Brasil, como é sabido, os degredados. (...)
(...) na segunda fase do povoamento, posterior às guerras holandesas, (...) o afluxo imigratório de Portugal aumenta consideravelmente.
(Caio Prado Junior. Formação do Brasil contemporâneo, p. 83)

Esse aumento considerável do fluxo emigratório, de Portugal para o Brasil, foi uma das decorrências

Pref. Ribeirão Preto/SP 2013 - VUNESP - Professor III - História

2
Ao fazer o inventário de Brás Esteves Leme, publicado pelo Arquivo do Estado de São Paulo, o juiz de órfãos precisou dar juramento a Álvaro Neto, prático na língua da terra, a fim de poder compreender as declarações de Luiza Esteves, filha do defunto.
Cabe esclarecer que o juiz de órfãos era, neste caso, d. Francisco Rendon de Quebedo, morador novo em São Paulo, pois aqui chegou depois de 1630 e o inventário data de 36. Isso explica como, embora residente na capitania, tivesse necessidade de intérprete para uma língua usual entre a população.
(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil, p. 125-6. Adaptado)

O episódio pode ser explicado

Pref. Ribeirão Preto/SP 2013 - VUNESP - Professor III - História

3
De 1880 até 1910, uma nova fase se descortinou, marcada por duas características básicas. A primeira referia-se à questão colonial, tendo se formado pelo nacionalismo antibritânico, como consequência do isolamento português na Conferência de Bruxelas mas, sobretudo, pelo ultimatum inglês de 1890, impedindo a realização do projeto do “mapa cor de rosa”.
(Leila Leite Hernandez. A África na sala de aula, p. 509. Adaptado)

No contexto da presença colonial portuguesa na África, no século XIX, o “mapa cor de rosa” refere-se à

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Pref. São Paulo/SP 2012 - FCC - Professor de Ensino Fundamental II e Médio - História

4
A historiadora Maria Helena Machado, em seu texto Sendo Cativo nas ruas: a escravidão urbana na cidade de São Paulo (In Paula Porta), afirma que a presença de escravos negros em São Paulo

Pref. São Paulo/SP 2012 - FCC - Professor de Ensino Fundamental II e Médio - História

5
O surgimento da Vila de São Paulo de Piratininga, origem de cidade de São Paulo, tem relação com

SEE/SP 2012 - VUNESP - Professor II - História

6
Ocorria na Inglaterra uma revolução silenciosa, sem data precisa, que ficou conhecida como Revolução Industrial. Em suas relações com a América espanhola e portuguesa, abrem-se brechas cada vez maiores no sistema colonial.
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)

Sobre o processo histórico a que se refere o texto e suas implicações, leia as afirmativas.

I. Buscando a ampliação de mercados, a Inglaterra impôs ao mundo o livre comércio e o abandono dos princípios mercantilistas, ao mesmo tempo, esforçou-se em manter tarifas protecionistas em seu mercado interno e no de suas colônias.

II. No plano internacional, o reconhecimento da Independência do Brasil (1822) não foi imediato. Embora formalmente aceita pelos Estados Unidos em 1824, a resistência política da Inglaterra impedia sua consolidação. Os ingleses, temendo perder os privilégios que haviam obtido sob o governo de Dom João VI, apoiaram as lutas portuguesas pela restauração da monarquia.

III. Durante o período pombalino (1750-1777), a metrópole portuguesa procurou manter políticas mercantilistas no Brasil, porém, seu atraso na produção agrícola e manufatureira, o declínio da produção mineradora brasileira e a crescente dependência da Inglaterra iniciaram a desagregação do sistema colonial.

IV. Em 1808, quando Dom João decretou a abertura dos portos brasileiros às nações amigas, a Inglaterra foi a principal beneficiada. Grande diversidade e quantidade de manufaturas inglesas passaram a chegar pelo porto do Rio de Janeiro.

São corretas as afirmações contidas apenas em

SEE/SP 2012 - VUNESP - Professor II - História

7
Nos Estados Unidos, história e mito nasceram juntos. Esse começo traz em germe os traços que constituem a herança mais compartilhada pela nação americana. Certamente mais do que em qualquer outro lugar, tal herança mudaria de natureza ao menos duas vezes: bem no fim do século XIX e nos anos 70 do século XX. Mas já se notam os primeiros traços da história que estava por ser feita. Ela é polêmica e já considera o espanhol e Igreja Católica como a dupla de incapazes que provocaram o fracasso da América do Sul.
(Marc Ferro, A manipulação da História no ensino e nos meios de comunicação)

Um dos aspectos da colonização dos Estados Unidos que contradiz “a herança mais compartilhada pela nação americana” e aproxima a história dos EUA à dos países da América do Sul é

SEE/SP 2012 - VUNESP - Professor II - História

8
Como definir as relações entre Estado e sociedade? Comecemos identificando duas interpretações radicalmente opostas. A primeira, que tem em Raimundo Faoro um de seus representantes mais significativos, localiza no Estado o polo dominador; a origem da dominação estaria na formação do Estado português que, desde o século XIV, caracterizava-se pela centralização precoce e pela vigência de um corpo de leis.
(Boris Fausto, História do Brasil)

A interpretação descrita acima resulta em uma importante caracterização geral do Estado brasileiro. Para muitos historiadores e intérpretes do Brasil, trata-se de um Estado

Pref. Sertãozinho/SP 2012 - VUNESP - Professor de Educação Básica - História

9
Leia o texto.

(...) a única saída para se tirar a Europa Ocidental da crise seria expandir novamente a base geográfica e de população a ser explorada. Mas isso não quer dizer que fatalmente em meio à crise, um pequeno país do sudoeste da Europa deveria lançar-se no que viria a ser uma grande aventura marítima.
Por que Portugal iniciou pioneiramente a expansão, no começo do século XV, quase cem anos antes que Colombo (...)?
(Boris Fausto, História do Brasil, p. 21)

Para Boris Fausto, o pioneirismo português esteve relacionado com

Pref. Sorocaba/SP 2012 - VUNESP - Professor II - história

10
Discute-se muito sobre o momento em que grupos da sociedade colonial nascidos na Colônia, e mesmo alguns portugueses nela residentes, começaram a pensar o Brasil como uma unidade diversa de Portugal. Por outras palavras, em que momento teria surgido a consciência de ser brasileiro?
(Boris Fausto, História do Brasil)

Assinale a alternativa que responde corretamente a indagação.

Pref. Sorocaba/SP 2012 - VUNESP - Professor II - história

11
O sentido da colonização, até a descoberta dos metais preciosos, foi dado pela grande propriedade, onde se cultivava predominantemente um gênero destinado à exportação, com base no trabalho escravo – a plantation. A afirmativa de que a plantation foi a forma básica da colonização portuguesa no Brasil se tornou clássica a partir dos trabalhos de Caio Prado Júnior. Ela vem sendo criticada, há alguns anos, por alguns historiadores.
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)

A crítica à ideia da plantation como “forma básica da colonização portuguesa no Brasil”

Pref. Sorocaba/SP 2012 - VUNESP - Professor II - história

12
Uma pergunta que sempre surge quando se estuda a presença holandesa no Brasil é a seguinte: o destino do país seria diferente se tivesse ficado nas mãos da Holanda e não de Portugal? Não há uma resposta segura para essa questão, pois ela envolve uma conjectura, uma possibilidade que não se tornou real.
(Boris Fausto, História do Brasil)

Apesar de não haver “resposta segura para a questão”, faz parte do ofício do historiador investigar possibilidades. Para ajudar na resposta dessa questão, seria preciso

SEPLAG - Polícia Militar/MG 2012 - FCC - Professor - História

13
Analise os itens abaixo:

I. Expressivo aumento da população, não apenas com a expansão do tráfico negreiro, mas também com a vinda de grande número de portugueses.

II. Expansão do trabalho livre e do mercado interno, até então limitado.

III. Surgimento de uma camada intermediária de trabalhadores livres e até pequenos proprietários ou comerciantes, estimulando uma certa mobilidade social.

IV. Acirramento das tensões entre metrópole e colônia, com estímulo a movimentos nativistas e emancipacionistas.

Considerando o processo histórico brasileiro, os itens podem ser associados

SEPLAG - Polícia Militar/MG 2012 - FCC - Professor - História

14
A colonização do Brasil tomou o aspecto de uma vasta empresa comercial, destinada a explorar os recursos naturais de um território virgem em proveito do comércio europeu.
(Caio Prado Júnior. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1979. p. 31)

Uma parte da renda real gerada pela produção da colônia era transferida pelo sistema de colonização para a metrópole e apropriada pela burguesia mercantil.
(Fernando A. Novaes. Portugal e Brasil na crise do antigo Sistema Colonial (1777-1808). São Paulo: HUCITEC, 2009. p. 68)

Um dos mais importantes mecanismos que possibilitava a exploração e a apropriação a que os textos fazem referência era o

SEPLAG - Polícia Militar/MG 2012 - FCC - Professor - História

15
Leia o texto abaixo.

O nobre metal (...) provocou um afluxo formidável de gente, não só da metrópole como das capitanias vizinhas. (...) Em 1709, era 30 mil o número das pessoas ocupadas em atividades mineradoras, agrícolas e comerciais, sem falar nos escravos vindos da África e das zonas açucareiras em retração.
Com os olhos voltados para o ouro, (...) pode-se imaginar a fome que assolou essa população.
(Laura de Mello e Souza. Desclassificados do ouro: a pobreza mineira no século XVIII. Rio de Janeiro: Graal, 2004. p. 41-42)

Segundo o texto, está correto afirmar que a sociedade mineradora
 
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