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Técnico de Nível Médio - Técnico Informática
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HOB 2015

Agente de Administração

Questão 1

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
1
Sempre me impressiona o impulso geral de igualar a todos: ser diferente, sobretudo ser original, é defeito. Parece 
 
perigoso. E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda. Alguém é mais triste? Remédio nele. 
 
Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde). Mais 
 
gordinho? Dieta nele. Mais alto? Remédio na adolescência para parar de crescer. Mais relaxado na escola? Esse é normal. 
5
Mais estudioso, estudioso demais? A gente se preocupa, vai virar nerd (se for menina, vai demorar a conseguir marido). 
 
Não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo: meninas usam o mesmo cabelo, a mesma roupa, os 
 
mesmos trejeitos; meninos, aquele boné virado. Igualdade antes de tudo, quando a graça, o poder, a força estão na 
 
diversidade. Narizes iguais, bocas iguais, sobrancelhas iguais, posturas iguais. Não se pode mais reprovar crianças e 
 
jovens na escola, pois são todos iguais. Serão? É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais 
10
sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor. 
 
Vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado 
 
com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos – deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser 
 
realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade –, mas uma parcela crescente da 
 
população é habitualmente medicada. Remédios para pressão alta, para dormir, para acordar, para equilibrar as emoções, 
15
para emagrecer, para ter músculos, para ter um desempenho sexual fantástico, para ter a ilusão de estar com 30 anos 
 
quando se tem 70. Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de 
 
crianças. Não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou 
 
distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito. Fala‐se não sei em que lugar deste mundo louco, 
 
em botar Ritalina na merenda das escolas públicas. Tal fúria de igualitarismo esconde uma ideologia tola e falsa. 
20
Se déssemos a 100 pessoas a mesma quantidade de dinheiro e as mesmas oportunidades, em dois anos todas 
 
teriam destino diferente: algumas multiplicariam o dinheiro; outras o esbanjariam; outras o guardariam; outras ainda o 
 
dedicariam ao bem (ou ao mal) alheio. 
 
Então, quem sabe, querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os 
 
professores já desesperados por falta de estímulo e condições, ou para permitir aos pais se preocuparem menos, ou 
25
ajudar as babás enquanto os pais trabalham ou fazem academia ou simplesmente viajam, nem valerá a pena. Teremos 
 
mais crianças e jovens aturdidos, crianças e jovens mais violentos e inquietos quando a medicação for suspensa. 
 
Bastam, para desatenção, agitação e tantas dificuldades relacionadas, as circunstâncias da vida atual. [...] 
 
Mudar de vida é difícil. Em lugar de correr mais, parar para pensar, roubar alguns minutos para olhar, contemplar, 
 
meditar, também é difícil, pois é fugir do padrão. Então seguimos em frente, nervosos com nossos filhos mais nervosos. 
30
Haja psicólogo, psiquiatra e medicamento para sermos todos uns repolhos iguais.
(LUFT, Lya. Revista Veja – 07 de maio de 2014.)
Observe: trejeito – estorvar – aturdido.  A sequência que substitui as palavras sem perda semântica é

Questão 2

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
1
Sempre me impressiona o impulso geral de igualar a todos: ser diferente, sobretudo ser original, é defeito. Parece 
 
perigoso. E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda. Alguém é mais triste? Remédio nele. 
 
Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde). Mais 
 
gordinho? Dieta nele. Mais alto? Remédio na adolescência para parar de crescer. Mais relaxado na escola? Esse é normal. 
5
Mais estudioso, estudioso demais? A gente se preocupa, vai virar nerd (se for menina, vai demorar a conseguir marido). 
 
Não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo: meninas usam o mesmo cabelo, a mesma roupa, os 
 
mesmos trejeitos; meninos, aquele boné virado. Igualdade antes de tudo, quando a graça, o poder, a força estão na 
 
diversidade. Narizes iguais, bocas iguais, sobrancelhas iguais, posturas iguais. Não se pode mais reprovar crianças e 
 
jovens na escola, pois são todos iguais. Serão? É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais 
10
sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor. 
 
Vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado 
 
com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos – deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser 
 
realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade –, mas uma parcela crescente da 
 
população é habitualmente medicada. Remédios para pressão alta, para dormir, para acordar, para equilibrar as emoções, 
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para emagrecer, para ter músculos, para ter um desempenho sexual fantástico, para ter a ilusão de estar com 30 anos 
 
quando se tem 70. Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de 
 
crianças. Não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou 
 
distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito. Fala‐se não sei em que lugar deste mundo louco, 
 
em botar Ritalina na merenda das escolas públicas. Tal fúria de igualitarismo esconde uma ideologia tola e falsa. 
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Se déssemos a 100 pessoas a mesma quantidade de dinheiro e as mesmas oportunidades, em dois anos todas 
 
teriam destino diferente: algumas multiplicariam o dinheiro; outras o esbanjariam; outras o guardariam; outras ainda o 
 
dedicariam ao bem (ou ao mal) alheio. 
 
Então, quem sabe, querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os 
 
professores já desesperados por falta de estímulo e condições, ou para permitir aos pais se preocuparem menos, ou 
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ajudar as babás enquanto os pais trabalham ou fazem academia ou simplesmente viajam, nem valerá a pena. Teremos 
 
mais crianças e jovens aturdidos, crianças e jovens mais violentos e inquietos quando a medicação for suspensa. 
 
Bastam, para desatenção, agitação e tantas dificuldades relacionadas, as circunstâncias da vida atual. [...] 
 
Mudar de vida é difícil. Em lugar de correr mais, parar para pensar, roubar alguns minutos para olhar, contemplar, 
 
meditar, também é difícil, pois é fugir do padrão. Então seguimos em frente, nervosos com nossos filhos mais nervosos. 
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Haja psicólogo, psiquiatra e medicamento para sermos todos uns repolhos iguais.
(LUFT, Lya. Revista Veja – 07 de maio de 2014.)
Assinale a alternativa que remete a um conceito implícito na sociedade patriarcal.

Questão 3

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1
Sempre me impressiona o impulso geral de igualar a todos: ser diferente, sobretudo ser original, é defeito. Parece 
 
perigoso. E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda. Alguém é mais triste? Remédio nele. 
 
Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde). Mais 
 
gordinho? Dieta nele. Mais alto? Remédio na adolescência para parar de crescer. Mais relaxado na escola? Esse é normal. 
5
Mais estudioso, estudioso demais? A gente se preocupa, vai virar nerd (se for menina, vai demorar a conseguir marido). 
 
Não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo: meninas usam o mesmo cabelo, a mesma roupa, os 
 
mesmos trejeitos; meninos, aquele boné virado. Igualdade antes de tudo, quando a graça, o poder, a força estão na 
 
diversidade. Narizes iguais, bocas iguais, sobrancelhas iguais, posturas iguais. Não se pode mais reprovar crianças e 
 
jovens na escola, pois são todos iguais. Serão? É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais 
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sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor. 
 
Vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado 
 
com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos – deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser 
 
realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade –, mas uma parcela crescente da 
 
população é habitualmente medicada. Remédios para pressão alta, para dormir, para acordar, para equilibrar as emoções, 
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para emagrecer, para ter músculos, para ter um desempenho sexual fantástico, para ter a ilusão de estar com 30 anos 
 
quando se tem 70. Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de 
 
crianças. Não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou 
 
distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito. Fala‐se não sei em que lugar deste mundo louco, 
 
em botar Ritalina na merenda das escolas públicas. Tal fúria de igualitarismo esconde uma ideologia tola e falsa. 
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Se déssemos a 100 pessoas a mesma quantidade de dinheiro e as mesmas oportunidades, em dois anos todas 
 
teriam destino diferente: algumas multiplicariam o dinheiro; outras o esbanjariam; outras o guardariam; outras ainda o 
 
dedicariam ao bem (ou ao mal) alheio. 
 
Então, quem sabe, querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os 
 
professores já desesperados por falta de estímulo e condições, ou para permitir aos pais se preocuparem menos, ou 
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ajudar as babás enquanto os pais trabalham ou fazem academia ou simplesmente viajam, nem valerá a pena. Teremos 
 
mais crianças e jovens aturdidos, crianças e jovens mais violentos e inquietos quando a medicação for suspensa. 
 
Bastam, para desatenção, agitação e tantas dificuldades relacionadas, as circunstâncias da vida atual. [...] 
 
Mudar de vida é difícil. Em lugar de correr mais, parar para pensar, roubar alguns minutos para olhar, contemplar, 
 
meditar, também é difícil, pois é fugir do padrão. Então seguimos em frente, nervosos com nossos filhos mais nervosos. 
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Haja psicólogo, psiquiatra e medicamento para sermos todos uns repolhos iguais.
(LUFT, Lya. Revista Veja – 07 de maio de 2014.)
“Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de crianças.” (3º§) 
Nessa frase, as palavras sublinhadas apresentam, respectivamente,

Questão 4

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1
Sempre me impressiona o impulso geral de igualar a todos: ser diferente, sobretudo ser original, é defeito. Parece 
 
perigoso. E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda. Alguém é mais triste? Remédio nele. 
 
Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde). Mais 
 
gordinho? Dieta nele. Mais alto? Remédio na adolescência para parar de crescer. Mais relaxado na escola? Esse é normal. 
5
Mais estudioso, estudioso demais? A gente se preocupa, vai virar nerd (se for menina, vai demorar a conseguir marido). 
 
Não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo: meninas usam o mesmo cabelo, a mesma roupa, os 
 
mesmos trejeitos; meninos, aquele boné virado. Igualdade antes de tudo, quando a graça, o poder, a força estão na 
 
diversidade. Narizes iguais, bocas iguais, sobrancelhas iguais, posturas iguais. Não se pode mais reprovar crianças e 
 
jovens na escola, pois são todos iguais. Serão? É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais 
10
sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor. 
 
Vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado 
 
com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos – deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser 
 
realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade –, mas uma parcela crescente da 
 
população é habitualmente medicada. Remédios para pressão alta, para dormir, para acordar, para equilibrar as emoções, 
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para emagrecer, para ter músculos, para ter um desempenho sexual fantástico, para ter a ilusão de estar com 30 anos 
 
quando se tem 70. Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de 
 
crianças. Não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou 
 
distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito. Fala‐se não sei em que lugar deste mundo louco, 
 
em botar Ritalina na merenda das escolas públicas. Tal fúria de igualitarismo esconde uma ideologia tola e falsa. 
20
Se déssemos a 100 pessoas a mesma quantidade de dinheiro e as mesmas oportunidades, em dois anos todas 
 
teriam destino diferente: algumas multiplicariam o dinheiro; outras o esbanjariam; outras o guardariam; outras ainda o 
 
dedicariam ao bem (ou ao mal) alheio. 
 
Então, quem sabe, querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os 
 
professores já desesperados por falta de estímulo e condições, ou para permitir aos pais se preocuparem menos, ou 
25
ajudar as babás enquanto os pais trabalham ou fazem academia ou simplesmente viajam, nem valerá a pena. Teremos 
 
mais crianças e jovens aturdidos, crianças e jovens mais violentos e inquietos quando a medicação for suspensa. 
 
Bastam, para desatenção, agitação e tantas dificuldades relacionadas, as circunstâncias da vida atual. [...] 
 
Mudar de vida é difícil. Em lugar de correr mais, parar para pensar, roubar alguns minutos para olhar, contemplar, 
 
meditar, também é difícil, pois é fugir do padrão. Então seguimos em frente, nervosos com nossos filhos mais nervosos. 
30
Haja psicólogo, psiquiatra e medicamento para sermos todos uns repolhos iguais.
(LUFT, Lya. Revista Veja – 07 de maio de 2014.)
Assinale a alternativa em que todas as palavras foram acentuadas pelo mesmo motivo.

Questão 5

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
1
Sempre me impressiona o impulso geral de igualar a todos: ser diferente, sobretudo ser original, é defeito. Parece 
 
perigoso. E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda. Alguém é mais triste? Remédio nele. 
 
Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde). Mais 
 
gordinho? Dieta nele. Mais alto? Remédio na adolescência para parar de crescer. Mais relaxado na escola? Esse é normal. 
5
Mais estudioso, estudioso demais? A gente se preocupa, vai virar nerd (se for menina, vai demorar a conseguir marido). 
 
Não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo: meninas usam o mesmo cabelo, a mesma roupa, os 
 
mesmos trejeitos; meninos, aquele boné virado. Igualdade antes de tudo, quando a graça, o poder, a força estão na 
 
diversidade. Narizes iguais, bocas iguais, sobrancelhas iguais, posturas iguais. Não se pode mais reprovar crianças e 
 
jovens na escola, pois são todos iguais. Serão? É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais 
10
sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor. 
 
Vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado 
 
com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos – deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser 
 
realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade –, mas uma parcela crescente da 
 
população é habitualmente medicada. Remédios para pressão alta, para dormir, para acordar, para equilibrar as emoções, 
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para emagrecer, para ter músculos, para ter um desempenho sexual fantástico, para ter a ilusão de estar com 30 anos 
 
quando se tem 70. Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de 
 
crianças. Não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou 
 
distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito. Fala‐se não sei em que lugar deste mundo louco, 
 
em botar Ritalina na merenda das escolas públicas. Tal fúria de igualitarismo esconde uma ideologia tola e falsa. 
20
Se déssemos a 100 pessoas a mesma quantidade de dinheiro e as mesmas oportunidades, em dois anos todas 
 
teriam destino diferente: algumas multiplicariam o dinheiro; outras o esbanjariam; outras o guardariam; outras ainda o 
 
dedicariam ao bem (ou ao mal) alheio. 
 
Então, quem sabe, querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os 
 
professores já desesperados por falta de estímulo e condições, ou para permitir aos pais se preocuparem menos, ou 
25
ajudar as babás enquanto os pais trabalham ou fazem academia ou simplesmente viajam, nem valerá a pena. Teremos 
 
mais crianças e jovens aturdidos, crianças e jovens mais violentos e inquietos quando a medicação for suspensa. 
 
Bastam, para desatenção, agitação e tantas dificuldades relacionadas, as circunstâncias da vida atual. [...] 
 
Mudar de vida é difícil. Em lugar de correr mais, parar para pensar, roubar alguns minutos para olhar, contemplar, 
 
meditar, também é difícil, pois é fugir do padrão. Então seguimos em frente, nervosos com nossos filhos mais nervosos. 
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Haja psicólogo, psiquiatra e medicamento para sermos todos uns repolhos iguais.
(LUFT, Lya. Revista Veja – 07 de maio de 2014.)
Em todas as frases a seguir, transcritas do texto, as formas verbais estão flexionadas no mesmo tempo, EXCETO:

Questão 6

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1
Sempre me impressiona o impulso geral de igualar a todos: ser diferente, sobretudo ser original, é defeito. Parece 
 
perigoso. E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda. Alguém é mais triste? Remédio nele. 
 
Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde). Mais 
 
gordinho? Dieta nele. Mais alto? Remédio na adolescência para parar de crescer. Mais relaxado na escola? Esse é normal. 
5
Mais estudioso, estudioso demais? A gente se preocupa, vai virar nerd (se for menina, vai demorar a conseguir marido). 
 
Não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo: meninas usam o mesmo cabelo, a mesma roupa, os 
 
mesmos trejeitos; meninos, aquele boné virado. Igualdade antes de tudo, quando a graça, o poder, a força estão na 
 
diversidade. Narizes iguais, bocas iguais, sobrancelhas iguais, posturas iguais. Não se pode mais reprovar crianças e 
 
jovens na escola, pois são todos iguais. Serão? É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais 
10
sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor. 
 
Vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado 
 
com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos – deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser 
 
realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade –, mas uma parcela crescente da 
 
população é habitualmente medicada. Remédios para pressão alta, para dormir, para acordar, para equilibrar as emoções, 
15
para emagrecer, para ter músculos, para ter um desempenho sexual fantástico, para ter a ilusão de estar com 30 anos 
 
quando se tem 70. Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de 
 
crianças. Não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou 
 
distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito. Fala‐se não sei em que lugar deste mundo louco, 
 
em botar Ritalina na merenda das escolas públicas. Tal fúria de igualitarismo esconde uma ideologia tola e falsa. 
20
Se déssemos a 100 pessoas a mesma quantidade de dinheiro e as mesmas oportunidades, em dois anos todas 
 
teriam destino diferente: algumas multiplicariam o dinheiro; outras o esbanjariam; outras o guardariam; outras ainda o 
 
dedicariam ao bem (ou ao mal) alheio. 
 
Então, quem sabe, querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os 
 
professores já desesperados por falta de estímulo e condições, ou para permitir aos pais se preocuparem menos, ou 
25
ajudar as babás enquanto os pais trabalham ou fazem academia ou simplesmente viajam, nem valerá a pena. Teremos 
 
mais crianças e jovens aturdidos, crianças e jovens mais violentos e inquietos quando a medicação for suspensa. 
 
Bastam, para desatenção, agitação e tantas dificuldades relacionadas, as circunstâncias da vida atual. [...] 
 
Mudar de vida é difícil. Em lugar de correr mais, parar para pensar, roubar alguns minutos para olhar, contemplar, 
 
meditar, também é difícil, pois é fugir do padrão. Então seguimos em frente, nervosos com nossos filhos mais nervosos. 
30
Haja psicólogo, psiquiatra e medicamento para sermos todos uns repolhos iguais.
(LUFT, Lya. Revista Veja – 07 de maio de 2014.)
“Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde).” (1º§) No  excerto, a ressalva entre parênteses mostra que

Questão 7

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 8

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
1
Sempre me impressiona o impulso geral de igualar a todos: ser diferente, sobretudo ser original, é defeito. Parece 
 
perigoso. E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda. Alguém é mais triste? Remédio nele. 
 
Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde). Mais 
 
gordinho? Dieta nele. Mais alto? Remédio na adolescência para parar de crescer. Mais relaxado na escola? Esse é normal. 
5
Mais estudioso, estudioso demais? A gente se preocupa, vai virar nerd (se for menina, vai demorar a conseguir marido). 
 
Não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo: meninas usam o mesmo cabelo, a mesma roupa, os 
 
mesmos trejeitos; meninos, aquele boné virado. Igualdade antes de tudo, quando a graça, o poder, a força estão na 
 
diversidade. Narizes iguais, bocas iguais, sobrancelhas iguais, posturas iguais. Não se pode mais reprovar crianças e 
 
jovens na escola, pois são todos iguais. Serão? É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais 
10
sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor. 
 
Vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado 
 
com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos – deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser 
 
realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade –, mas uma parcela crescente da 
 
população é habitualmente medicada. Remédios para pressão alta, para dormir, para acordar, para equilibrar as emoções, 
15
para emagrecer, para ter músculos, para ter um desempenho sexual fantástico, para ter a ilusão de estar com 30 anos 
 
quando se tem 70. Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de 
 
crianças. Não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou 
 
distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito. Fala‐se não sei em que lugar deste mundo louco, 
 
em botar Ritalina na merenda das escolas públicas. Tal fúria de igualitarismo esconde uma ideologia tola e falsa. 
20
Se déssemos a 100 pessoas a mesma quantidade de dinheiro e as mesmas oportunidades, em dois anos todas 
 
teriam destino diferente: algumas multiplicariam o dinheiro; outras o esbanjariam; outras o guardariam; outras ainda o 
 
dedicariam ao bem (ou ao mal) alheio. 
 
Então, quem sabe, querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os 
 
professores já desesperados por falta de estímulo e condições, ou para permitir aos pais se preocuparem menos, ou 
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ajudar as babás enquanto os pais trabalham ou fazem academia ou simplesmente viajam, nem valerá a pena. Teremos 
 
mais crianças e jovens aturdidos, crianças e jovens mais violentos e inquietos quando a medicação for suspensa. 
 
Bastam, para desatenção, agitação e tantas dificuldades relacionadas, as circunstâncias da vida atual. [...] 
 
Mudar de vida é difícil. Em lugar de correr mais, parar para pensar, roubar alguns minutos para olhar, contemplar, 
 
meditar, também é difícil, pois é fugir do padrão. Então seguimos em frente, nervosos com nossos filhos mais nervosos. 
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Haja psicólogo, psiquiatra e medicamento para sermos todos uns repolhos iguais.
(LUFT, Lya. Revista Veja – 07 de maio de 2014.)
“E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda.” (1º§) O vocábulo sublinhado tem como  processo de formação de palavras denominado

Questão 9

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
1
Sempre me impressiona o impulso geral de igualar a todos: ser diferente, sobretudo ser original, é defeito. Parece 
 
perigoso. E, se formos diferentes, quem sabe aqui e ali uma medicaçãozinha ajuda. Alguém é mais triste? Remédio nele. 
 
Deprimido? Remédio nele (ainda que tenha acabado de perder uma pessoa amada, um emprego, a saúde). Mais 
 
gordinho? Dieta nele. Mais alto? Remédio na adolescência para parar de crescer. Mais relaxado na escola? Esse é normal. 
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Mais estudioso, estudioso demais? A gente se preocupa, vai virar nerd (se for menina, vai demorar a conseguir marido). 
 
Não podemos, mas queremos tornar tudo homogêneo: meninas usam o mesmo cabelo, a mesma roupa, os 
 
mesmos trejeitos; meninos, aquele boné virado. Igualdade antes de tudo, quando a graça, o poder, a força estão na 
 
diversidade. Narizes iguais, bocas iguais, sobrancelhas iguais, posturas iguais. Não se pode mais reprovar crianças e 
 
jovens na escola, pois são todos iguais. Serão? É feio, ou vergonhoso, ter mais talento, ser mais sonhador, ter mais 
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sorte, sucesso, trabalhar mais e melhor. 
 
Vamos igualar tudo, como lavouras de repolhos, se possível… iguais. E assim, com tudo o que pode ser controlado 
 
com remédios, nos tornamos uma geração medicada. Não todos – deixo sempre aberto o espaço da exceção para ser 
 
realista, e respeitando o fato de que para muitos os remédios são uma necessidade –, mas uma parcela crescente da 
 
população é habitualmente medicada. Remédios para pressão alta, para dormir, para acordar, para equilibrar as emoções, 
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para emagrecer, para ter músculos, para ter um desempenho sexual fantástico, para ter a ilusão de estar com 30 anos 
 
quando se tem 70. Faz alguns anos reina entre nós o diagnóstico de déficit de atenção para um número assustador de 
 
crianças. Não sou psiquiatra, mas a esta altura de minha vida criei e acompanhei e vi muitas crianças mais agitadas, ou 
 
distraídas, mas nem por isso precisadas de medicação a torto e a direito. Fala‐se não sei em que lugar deste mundo louco, 
 
em botar Ritalina na merenda das escolas públicas. Tal fúria de igualitarismo esconde uma ideologia tola e falsa. 
20
Se déssemos a 100 pessoas a mesma quantidade de dinheiro e as mesmas oportunidades, em dois anos todas 
 
teriam destino diferente: algumas multiplicariam o dinheiro; outras o esbanjariam; outras o guardariam; outras ainda o 
 
dedicariam ao bem (ou ao mal) alheio. 
 
Então, quem sabe, querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os 
 
professores já desesperados por falta de estímulo e condições, ou para permitir aos pais se preocuparem menos, ou 
25
ajudar as babás enquanto os pais trabalham ou fazem academia ou simplesmente viajam, nem valerá a pena. Teremos 
 
mais crianças e jovens aturdidos, crianças e jovens mais violentos e inquietos quando a medicação for suspensa. 
 
Bastam, para desatenção, agitação e tantas dificuldades relacionadas, as circunstâncias da vida atual. [...] 
 
Mudar de vida é difícil. Em lugar de correr mais, parar para pensar, roubar alguns minutos para olhar, contemplar, 
 
meditar, também é difícil, pois é fugir do padrão. Então seguimos em frente, nervosos com nossos filhos mais nervosos. 
30
Haja psicólogo, psiquiatra e medicamento para sermos todos uns repolhos iguais.
(LUFT, Lya. Revista Veja – 07 de maio de 2014.)
“... querer apaziguar todas as crianças e jovens com medicamentos para que não estorvem os professores já  desesperados...” (5º§) As palavras sublinhadas na frase anterior estabelece entre as orações uma relação de

Questão 10

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
O treinamento de um corredor é composto por 4 etapas. Em geral, cada uma dessas 4 etapas é de 1.000 m. No entanto, para aprimorar sua forma física, em determinado dia o treinamento foi alterado de modo que a partir da 2ª etapa o corredor percorreu 10% a mais do que havia percorrido na etapa anterior. Desta maneira, em relação aos treinamentos usuais, o total da distância percorrida neste dia de treinamento, também realizado em 4 etapas, corresponde a um acréscimo de, aproximadamente,

Questão 11

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
“É um dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), descrito na Constituição, o qual aborda a saúde como um  direito de todos e um dever do Estado.” Trata‐se do princípio da

Questão 12

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
O princípio do SUS, baseado na isonomia e na premissa de que todos são iguais perante a lei, é o da

Questão 13

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
1
“Em uma cidade, os serviços de atenção à saúde estão tentando baixar os índices de mortalidade infantil e de mortalidade 
 
materna. Ambos os indicadores são de extrema relevância para a manutenção da qualidade de vida em geral.”
Em relação ao coeficiente de mortalidade infantil, pode‐se afirmar que ele verifica: 

I. Óbitos de menores de um ano. 
II. Óbitos de menores de cinco anos. 
III. Óbitos de menores de 18 anos. 

Está(ão) correta(s) a(s) alternativas(s)

Questão 14

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
1
“Em uma cidade, os serviços de atenção à saúde estão tentando baixar os índices de mortalidade infantil e de mortalidade 
 
materna. Ambos os indicadores são de extrema relevância para a manutenção da qualidade de vida em geral.”
Afirma‐se que a mortalidade materna refere‐se ao número de óbitos de mulheres: 

I. Associado a problemas de gravidez. 
II. Associado a problemas referentes ao parto. 
III. Associado a óbitos por violência doméstica. 

Está(ão) correta(s) a(s) alternativas(s)

Questão 15

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
Entre as situações relacionadas NÃO há a necessidade de notificação junto aos serviços de vigilância epidemiológica:

Questão 16

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
São controlados pelos serviços de vigilância sanitária, como medidas de garantia de saúde da população: 

I. Alimentos. 
II. Medicamentos. 
III. Saneantes. 

Está(ão) correta(s) a(s) alternativas(s)

Questão 17

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1
“Algumas doenças que ocorrem simultaneamente em vários continentes adquirem uma denominação do ponto de vista 
 
epidemiológico, geralmente necessitando de ações de intervenções dos sistemas de saúde e de medidas de vigilâncias.”
A denominação para essas situações, cujas doenças se expandem por vários continentes, é

Questão 18

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
1
“Algumas doenças que ocorrem simultaneamente em vários continentes adquirem uma denominação do ponto de vista 
 
epidemiológico, geralmente necessitando de ações de intervenções dos sistemas de saúde e de medidas de vigilâncias.”
Podem ser enquadradas no trecho anterior a(s) seguinte(s) doença(s): 

I. Dengue e HIV. 
II. HIV e infecções por influenzae. 
III. Ebola e toxoplasmose. 

Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)

Questão 19

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
Entre as doenças elencadas, a que se trata de notificação compulsória, mas NÃO se caracteriza como uma zoonose é

Questão 20

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
Segundo a Lei nº 8080/1990, são objetivos do Sistema Único de Saúde (SUS): 

I. A identificação e a divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde. 

II. A formulação de política de saúde destinada a promover, nos campos econômico e social, a observância do disposto  no §1º do art. 2º desta lei. 

III. A assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde. 

Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)

Questão 21

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
Na planilha do Microsoft Excel 2010, o intervalo representado pelo endereço A1:A6 significa:

Questão 22

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
Em relação aos termos comuns utilizados no Microsoft Excel 2010, relacione adequadamente as colunas a seguir.

1.Conjunto de células, organizadas em linhas e colunas
2. Cada um dos “quadrinhos” que formam uma planilha. São formados pelo encontro de uma linha e uma coluna
3. Sequência vertical de células identificada por uma letra, que fica no topo da planilha
4. Sequência horizontal de células, identificada por um número que fica do lado esquerdo da planilha
5.Sequência de texto e símbolos usados para realizar qualquer cálculo no Excel. Deve começar com o sinal de igual
6. Fórmula pré‐montada, pronta para o preenchimento de valores
( ) Célula
( ) Função. 
( ) Planilha. 
( ) Fórmula. 
( ) Coluna. 
( ) Linha. 

A sequência está correta em

Questão 23

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
Na planilha do Microsoft Excel 2010, é correto afirmar que o botão pincel

Questão 24

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
No Microsoft Excel 2010, a equação: “duas vezes seis, mais três elevado a dois” é expressa através da fórmula:

Questão 25

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
Em uma planilha do Microsoft Excel 2010 para efetuar uma impressão (botão imprimir) alterando a margem, tamanho  do papel, ou alguma outra configuração de página, deve‐se utilizar o seguinte comando:

Questão 26

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
“Ao efetuar a digitação em uma planilha do Microsoft Excel 2010 foi detectado um erro. Para editar a célula e efetuar  a correção será necessário clicar ___________ vez(es) sobre a célula com o dado que está escrito errado.” Assinale a  alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

Questão 27

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
No Microsoft Excel 2010, o ícone é utilizado para ativar a classificação dos dados selecionados de uma planilha

Questão 28

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
No Microsoft Excel 2010, um gráfico de colunas é gerado a partir da seleção de linhas e colunas seguido das ações:

Questão 29

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
Em uma planilha do Microsoft Excel 2010, o resultado da soma de uma determinada coluna resultou em 1.678,6923563.  Para uma melhor visualização, esse resultado deverá ser apresentado com apenas duas casas decimais. O botão de  comando que fará essa ação é

Questão 30

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
Para imprimir uma planilha do Microsoft Excel 2010 utiliza‐se o botão de ação

Questão 31

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O Microsoft Word 2010 permite a impressão com intervalos personalizados. Neste caso, se desejar imprimir as páginas 2 e 4 e de 7 a 11 em uma mesma ação, a sintaxe a ser utilizada é

Questão 32

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
Os livros e revistas hifenizam o texto para proporcionar um espaçamento mais uniforme entre as palavras. O Microsoft  Word 2010 permite quebrar linhas utilizando a hifenização entre as sílabas das palavras através do comando:

Questão 33

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No Microsoft Word 2010, a representação de dez elevado ao quadrado se faz com as seguintes ações: digitar o número 10, a seguir digitar o número 2, selecionar o número 2 e clicar no ícone

Questão 34

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
No Microsoft Word 2010, para selecionar todo o texto ao mesmo tempo utiliza‐se o comando

Questão 35

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
O processador de texto Microsoft Word 2010 permite, simultaneamente, o alinhamento dos parágrafos à direita e à  esquerda através do comando:

Questão 36

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
“Um determinado funcionário, ao elaborar um texto no Microsoft Word 2010, esqueceu de salvá‐lo. Acidentalmente,  dá o comando para fechar o Word. Diante dessa situação, é correto afirmar que seu texto

Questão 37

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
Sobre os conceitos de segurança do trabalho, analise. 

I. Acidente é todo aquele que se verifica pelo exercício do trabalho, provocando direta ou indiretamente lesão  corporal, perturbação funcional, ou doença que determine a morte, a perda total ou parcial, permanente ou  temporária da capacidade para o trabalho. 

II. O acidente de trabalho é reflexo somente da relação do colaborador com os colegas de trabalho.

III. Acidente típico é aquele que ocorre durante a execução do trabalho. 

IV. Acidente de trajeto é aquele que ocorre durante o percurso entre a residência e o trabalho, ou vice‐versa. 

V. Doença ocupacional é aquela produzida ou desencadeada em virtude do exercício do trabalho específico à determi‐ nada atividade. 

Estão corretas apenas as afirmativas

Questão 38

HOB 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
“Uma indústria apresenta, em seu ambiente de trabalho, situações como o empilhamento incorreto de matéria‐prima  e obstrução das passagens para a circulação dos funcionários.” Essas irregularidades técnicas são identificadas como

Questão 39

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“Um certo empregado realizou a manutenção em uma máquina de corte em movimento, mesmo sabendo que corria  risco da ocorrência de acidente. Como reflexo dessa atitude teve amputado seu dedo indicador.” É correto afirmar  que esse acidente é classificado como

Questão 40

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“Em cumprimento à legislação brasileira, a empresa define um grupo de funcionários contemplando indicações para  representá‐la e membros eleitos pelos trabalhadores, que representarão os empregados, tendo por finalidade a  prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível, permanentemente, o  trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.”
Esse grupo de funcionários denomina‐se:

Questão 41

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“Equipamentos destinados à proteção contra elementos que venham a prejudicar o trabalhador na região facial e olhos  dos riscos como impactos de partículas volantes, luminosidade intensa, radiação ultravioleta, radiação infravermelha e  riscos de origem térmica.” Trata‐se de

Questão 42

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Para que um gerente de vendas solicite ao gerente do almoxarifado cinco cartuchos de tinta coloridos, deverá utilizar  a correspondência

Questão 43

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Para que o órgão responsável pela gestão administrativa transmita instruções sobre novos procedimentos para as  movimentações de pessoal (carreira) a todos os órgãos da mesma instituição, deverá utilizar a correspondência

Questão 44

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“O representante de uma certa associação de bairro enviou uma correspondência ao prefeito da cidade, solicitando a  instalação de um Distrito Policial no bairro, bem como a presença ostensiva de policiamento, tendo em vista o elevado  índice de assaltos, agressões e até mortes.” Essa comunicação é realizada através de um documento denominado

Questão 45

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Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 46

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Considerando o procedimento ético nas relações com clientes devem estar presentes os seguintes objetivos, EXCETO:

Questão 47

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“Um caminhão com produtos de elevado valor e perecíveis chega à recepção de carga de um importante cliente do  ramo de varejo. O recebedor atrasa consideravelmente o recebimento da carga. Para agilizar o processo, sugere que o  motorista ofereça uma amostra grátis. A carga foi contada e avaliada no embarque, qualquer alteração seria de  responsabilidade desse motorista.” Dentro desse contexto, é correto afirmar que o motorista deverá

Questão 48

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São consideradas vantagens do trabalho em equipe, EXCETO:

Questão 49

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Rumores e fofocas são elementos bastante comuns nas organizações. Em épocas de crise, então, essas práticas tornam‐se  ainda mais utilizadas pelos apreensivos funcionários. Em decorrência desse clima de angústia, os rumores são criados e se  espalham a uma velocidade impressionante. Para reduzir as consequências negativas dos rumores, as empresas devem  adotar os seguintes procedimentos, EXCETO:

Questão 50

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Para exercer bem sua responsabilidade, um profissional contemporâneo deverá apresentar as seguintes características,  EXCETO:



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