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Assembleia Legislativa/PB 2013

Analista Legislativo

Questão 1

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
1
Já estamos habituados ao romance anual de José Lins
 
do Rego; uma escapada ao Nordeste em sua companhia faz par-
 
te do nosso ritmo de vida. Durante cinco anos, em livros ora mais
 
plenamente realizados, como Menino de engenho e Banguê,
5
ora mais fracos, como Doidinho, mas sempre vivos e verda-
 
deiros, o romancista nos trazia mais um caso da família de José
 
Paulino, mais uma vicissitude do Santa Rosa, mais um aspecto
 
da existência nas lavouras de cana do Nordeste, e da indústria do
 
açúcar. Com Usina esgotou o assunto. Sem se repetir, não po-
10
deria continuar a estudar o mesmo tema.
 
Que daria José Lins do Rego sem o açúcar, sem as re-
 
cordações de infância? Essa pergunta era formulada por todos
 
quantos admiramos o seu talento e seguimos com interesse a
 
expansão da sua força criadora. Pureza foi a resposta do ro-
15
mancista e a pedra de toque nos permitiu aquilatar com segu-
 
rança da sua capacidade de criar livremente, sem o ponto de
 
partida das evocações de gente e coisas familiares.
 
José Lins do Rego mostrou [...] poder prescindir da ter-
 
ra para formar o ambiente, dos canaviais que assobiam ao
20
vento, das pastagens sonoras de mugidos, dos rios de cheias
 
aterradoras, das matas floridas, de tudo aquilo que constitui, so-
 
bretudo em Menino de engenho, um fundo de beleza e poesia.
 
E sobretudo provou que, embora as raízes de sua vocação de
 
romancista se alimentem do seu provincianismo, não está es-
25
cravizado à literatura regionalista, não é apenas o cronista do
 
Nordeste.
 
(Trecho da nota de Lúcia Miguel Pereira ao romance Pureza, de José Lins do Rego. 5 ed. Rio de Janeiro. José Olympio, 1956, com atualização ortográfica em respeito ao Acordo vigente)
É correto afirmar, considerando-se o teor do texto, que a autora

Questão 2

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1
Já estamos habituados ao romance anual de José Lins
 
do Rego; uma escapada ao Nordeste em sua companhia faz par-
 
te do nosso ritmo de vida. Durante cinco anos, em livros ora mais
 
plenamente realizados, como Menino de engenho e Banguê,
5
ora mais fracos, como Doidinho, mas sempre vivos e verda-
 
deiros, o romancista nos trazia mais um caso da família de José
 
Paulino, mais uma vicissitude do Santa Rosa, mais um aspecto
 
da existência nas lavouras de cana do Nordeste, e da indústria do
 
açúcar. Com Usina esgotou o assunto. Sem se repetir, não po-
10
deria continuar a estudar o mesmo tema.
 
Que daria José Lins do Rego sem o açúcar, sem as re-
 
cordações de infância? Essa pergunta era formulada por todos
 
quantos admiramos o seu talento e seguimos com interesse a
 
expansão da sua força criadora. Pureza foi a resposta do ro-
15
mancista e a pedra de toque nos permitiu aquilatar com segu-
 
rança da sua capacidade de criar livremente, sem o ponto de
 
partida das evocações de gente e coisas familiares.
 
José Lins do Rego mostrou [...] poder prescindir da ter-
 
ra para formar o ambiente, dos canaviais que assobiam ao
20
vento, das pastagens sonoras de mugidos, dos rios de cheias
 
aterradoras, das matas floridas, de tudo aquilo que constitui, so-
 
bretudo em Menino de engenho, um fundo de beleza e poesia.
 
E sobretudo provou que, embora as raízes de sua vocação de
 
romancista se alimentem do seu provincianismo, não está es-
25
cravizado à literatura regionalista, não é apenas o cronista do
 
Nordeste.
 
(Trecho da nota de Lúcia Miguel Pereira ao romance Pureza, de José Lins do Rego. 5 ed. Rio de Janeiro. José Olympio, 1956, com atualização ortográfica em respeito ao Acordo vigente)
E sobretudo provou que, embora as raízes de sua vocação de romancista se alimentem do seu provincianismo ...

Depreende-se do emprego da expressão grifada que seu correto entendimento está em:

Questão 3

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
1
Já estamos habituados ao romance anual de José Lins
 
do Rego; uma escapada ao Nordeste em sua companhia faz par-
 
te do nosso ritmo de vida. Durante cinco anos, em livros ora mais
 
plenamente realizados, como Menino de engenho e Banguê,
5
ora mais fracos, como Doidinho, mas sempre vivos e verda-
 
deiros, o romancista nos trazia mais um caso da família de José
 
Paulino, mais uma vicissitude do Santa Rosa, mais um aspecto
 
da existência nas lavouras de cana do Nordeste, e da indústria do
 
açúcar. Com Usina esgotou o assunto. Sem se repetir, não po-
10
deria continuar a estudar o mesmo tema.
 
Que daria José Lins do Rego sem o açúcar, sem as re-
 
cordações de infância? Essa pergunta era formulada por todos
 
quantos admiramos o seu talento e seguimos com interesse a
 
expansão da sua força criadora. Pureza foi a resposta do ro-
15
mancista e a pedra de toque nos permitiu aquilatar com segu-
 
rança da sua capacidade de criar livremente, sem o ponto de
 
partida das evocações de gente e coisas familiares.
 
José Lins do Rego mostrou [...] poder prescindir da ter-
 
ra para formar o ambiente, dos canaviais que assobiam ao
20
vento, das pastagens sonoras de mugidos, dos rios de cheias
 
aterradoras, das matas floridas, de tudo aquilo que constitui, so-
 
bretudo em Menino de engenho, um fundo de beleza e poesia.
 
E sobretudo provou que, embora as raízes de sua vocação de
 
romancista se alimentem do seu provincianismo, não está es-
25
cravizado à literatura regionalista, não é apenas o cronista do
 
Nordeste.
 
(Trecho da nota de Lúcia Miguel Pereira ao romance Pureza, de José Lins do Rego. 5 ed. Rio de Janeiro. José Olympio, 1956, com atualização ortográfica em respeito ao Acordo vigente)
Com Usina esgotou o assunto. Sem se repetir, não poderia continuar a estudar o mesmo tema.

As afirmativas acima conduzem à correta interpretação de que, segundo a autora, José Lins do Rego

Questão 4

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1
Já estamos habituados ao romance anual de José Lins
 
do Rego; uma escapada ao Nordeste em sua companhia faz par-
 
te do nosso ritmo de vida. Durante cinco anos, em livros ora mais
 
plenamente realizados, como Menino de engenho e Banguê,
5
ora mais fracos, como Doidinho, mas sempre vivos e verda-
 
deiros, o romancista nos trazia mais um caso da família de José
 
Paulino, mais uma vicissitude do Santa Rosa, mais um aspecto
 
da existência nas lavouras de cana do Nordeste, e da indústria do
 
açúcar. Com Usina esgotou o assunto. Sem se repetir, não po-
10
deria continuar a estudar o mesmo tema.
 
Que daria José Lins do Rego sem o açúcar, sem as re-
 
cordações de infância? Essa pergunta era formulada por todos
 
quantos admiramos o seu talento e seguimos com interesse a
 
expansão da sua força criadora. Pureza foi a resposta do ro-
15
mancista e a pedra de toque nos permitiu aquilatar com segu-
 
rança da sua capacidade de criar livremente, sem o ponto de
 
partida das evocações de gente e coisas familiares.
 
José Lins do Rego mostrou [...] poder prescindir da ter-
 
ra para formar o ambiente, dos canaviais que assobiam ao
20
vento, das pastagens sonoras de mugidos, dos rios de cheias
 
aterradoras, das matas floridas, de tudo aquilo que constitui, so-
 
bretudo em Menino de engenho, um fundo de beleza e poesia.
 
E sobretudo provou que, embora as raízes de sua vocação de
 
romancista se alimentem do seu provincianismo, não está es-
25
cravizado à literatura regionalista, não é apenas o cronista do
 
Nordeste.
 
(Trecho da nota de Lúcia Miguel Pereira ao romance Pureza, de José Lins do Rego. 5 ed. Rio de Janeiro. José Olympio, 1956, com atualização ortográfica em respeito ao Acordo vigente)
José Lins do Rego mostrou [...] poder prescindir da terra para formar o ambiente ...

O verbo grifado pode ser corretamente substituído, sem alteração de sentido e da estrutura da frase, por

Questão 5

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
1
Já estamos habituados ao romance anual de José Lins
 
do Rego; uma escapada ao Nordeste em sua companhia faz par-
 
te do nosso ritmo de vida. Durante cinco anos, em livros ora mais
 
plenamente realizados, como Menino de engenho e Banguê,
5
ora mais fracos, como Doidinho, mas sempre vivos e verda-
 
deiros, o romancista nos trazia mais um caso da família de José
 
Paulino, mais uma vicissitude do Santa Rosa, mais um aspecto
 
da existência nas lavouras de cana do Nordeste, e da indústria do
 
açúcar. Com Usina esgotou o assunto. Sem se repetir, não po-
10
deria continuar a estudar o mesmo tema.
 
Que daria José Lins do Rego sem o açúcar, sem as re-
 
cordações de infância? Essa pergunta era formulada por todos
 
quantos admiramos o seu talento e seguimos com interesse a
 
expansão da sua força criadora. Pureza foi a resposta do ro-
15
mancista e a pedra de toque nos permitiu aquilatar com segu-
 
rança da sua capacidade de criar livremente, sem o ponto de
 
partida das evocações de gente e coisas familiares.
 
José Lins do Rego mostrou [...] poder prescindir da ter-
 
ra para formar o ambiente, dos canaviais que assobiam ao
20
vento, das pastagens sonoras de mugidos, dos rios de cheias
 
aterradoras, das matas floridas, de tudo aquilo que constitui, so-
 
bretudo em Menino de engenho, um fundo de beleza e poesia.
 
E sobretudo provou que, embora as raízes de sua vocação de
 
romancista se alimentem do seu provincianismo, não está es-
25
cravizado à literatura regionalista, não é apenas o cronista do
 
Nordeste.
 
(Trecho da nota de Lúcia Miguel Pereira ao romance Pureza, de José Lins do Rego. 5 ed. Rio de Janeiro. José Olympio, 1956, com atualização ortográfica em respeito ao Acordo vigente)
Essa pergunta era formulada por todos ...

O verbo que admite transposição para a voz passiva, como no exemplo acima, está empregado na frase:

Questão 6

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
1
Na história da moderna literatura brasileira, a obra de
 
José Lins do Rego representa uma época, uma corrente de
 
pensamento dentro da atividade criadora na ficção. Confluíram
 
em seus livros caminhos de diversas origens, raízes aflorantes
5
no solo e outras de mais longa viagem subterrânea, as primei-
 
ras de contemporâneos em tentativas recentes e as segundas
 
de nomes mais antigos na história do romance brasileiro.
 
Mas o menino José − José Lins do Rego Cavalcanti −,
 
nascido aos 3 de junho de 1901, no engenho Corredor, muni-
10
cípio de Pilar, Estado da Paraíba, já trazia consigo outras raízes
 
que iria acrescentar a essas heranças. Raízes do sangue e da
 
terra, que vinham de João do Rego Cavalcanti e Amélia do
 
Rego Cavalcanti, seus pais, passando de geração em geração
 
por outros homens e mulheres sempre ligados ao mundo rural
15
do Nordeste açucareiro.
 
Seu primeiro livro − Menino de engenho − é chave de
 
uma obra que se revelou de importância fundamental na história
 
do moderno romance brasileiro. O escritor mesmo, certa vez,
 
em artigo de jornal, contou alguma coisa a respeito do livro de
20
estreia: “O livro foi oferecido a todos os editores nacionais, de
 
todos recebeu um não seco, quando não me deram o calado
 
como resposta. Só mais tarde uma editora desconhecida, com
 
dinheiro do meu bolso, publicaria a novela. Havia por esse tem-
 
po a revolução de São Paulo e, apesar da convulsão, esgotou-
25
se em três meses. Uma edição de 2000 exemplares foi quase
 
toda vendida no Rio”.
 
Além das opiniões elogiosas da crítica, o livro mereceu
 
também o prêmio de romance da Fundação Graça Aranha, o
 
que consolidou sem dúvida a posição do estreante, que então
30
se lança ao trabalho com maior entusiasmo e ímpeto criador,
 
para oferecer no ano seguinte − 1933 − o segundo livro do “Ci-
 
clo da Cana-de-Açúcar” − Doidinho. Daí por diante sua obra
 
não conheceu interrupções maiores. A partir de Banguê, em
 
1934, seus livros trazem então uma nova e definitiva chancela
35
editorial − Livraria José Olympio Editora. No ano seguinte, 1935,
 
José Lins publicaria Moleque Ricardo, penúltima parte do ciclo,
 
que ficará definitivamente encerrado com o aparecimento de
 
Usina, em 1936.
(Adaptado de Wilson Lousada. Breve notícia-vida de José Lins do Rego. Usina. 7. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973. p. XI-XVI)
O livro foi oferecido a todos os editores nacionais, de todos recebeu um não seco ...

O segmento em destaque na frase acima exerce a mesma função sintática que o elemento grifado em:

Questão 7

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
1
Na história da moderna literatura brasileira, a obra de
 
José Lins do Rego representa uma época, uma corrente de
 
pensamento dentro da atividade criadora na ficção. Confluíram
 
em seus livros caminhos de diversas origens, raízes aflorantes
5
no solo e outras de mais longa viagem subterrânea, as primei-
 
ras de contemporâneos em tentativas recentes e as segundas
 
de nomes mais antigos na história do romance brasileiro.
 
Mas o menino José − José Lins do Rego Cavalcanti −,
 
nascido aos 3 de junho de 1901, no engenho Corredor, muni-
10
cípio de Pilar, Estado da Paraíba, já trazia consigo outras raízes
 
que iria acrescentar a essas heranças. Raízes do sangue e da
 
terra, que vinham de João do Rego Cavalcanti e Amélia do
 
Rego Cavalcanti, seus pais, passando de geração em geração
 
por outros homens e mulheres sempre ligados ao mundo rural
15
do Nordeste açucareiro.
 
Seu primeiro livro − Menino de engenho − é chave de
 
uma obra que se revelou de importância fundamental na história
 
do moderno romance brasileiro. O escritor mesmo, certa vez,
 
em artigo de jornal, contou alguma coisa a respeito do livro de
20
estreia: “O livro foi oferecido a todos os editores nacionais, de
 
todos recebeu um não seco, quando não me deram o calado
 
como resposta. Só mais tarde uma editora desconhecida, com
 
dinheiro do meu bolso, publicaria a novela. Havia por esse tem-
 
po a revolução de São Paulo e, apesar da convulsão, esgotou-
25
se em três meses. Uma edição de 2000 exemplares foi quase
 
toda vendida no Rio”.
 
Além das opiniões elogiosas da crítica, o livro mereceu
 
também o prêmio de romance da Fundação Graça Aranha, o
 
que consolidou sem dúvida a posição do estreante, que então
30
se lança ao trabalho com maior entusiasmo e ímpeto criador,
 
para oferecer no ano seguinte − 1933 − o segundo livro do “Ci-
 
clo da Cana-de-Açúcar” − Doidinho. Daí por diante sua obra
 
não conheceu interrupções maiores. A partir de Banguê, em
 
1934, seus livros trazem então uma nova e definitiva chancela
35
editorial − Livraria José Olympio Editora. No ano seguinte, 1935,
 
José Lins publicaria Moleque Ricardo, penúltima parte do ciclo,
 
que ficará definitivamente encerrado com o aparecimento de
 
Usina, em 1936.
(Adaptado de Wilson Lousada. Breve notícia-vida de José Lins do Rego. Usina. 7. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973. p. XI-XVI)
O texto mostra que

Questão 8

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1
Na história da moderna literatura brasileira, a obra de
 
José Lins do Rego representa uma época, uma corrente de
 
pensamento dentro da atividade criadora na ficção. Confluíram
 
em seus livros caminhos de diversas origens, raízes aflorantes
5
no solo e outras de mais longa viagem subterrânea, as primei-
 
ras de contemporâneos em tentativas recentes e as segundas
 
de nomes mais antigos na história do romance brasileiro.
 
Mas o menino José − José Lins do Rego Cavalcanti −,
 
nascido aos 3 de junho de 1901, no engenho Corredor, muni-
10
cípio de Pilar, Estado da Paraíba, já trazia consigo outras raízes
 
que iria acrescentar a essas heranças. Raízes do sangue e da
 
terra, que vinham de João do Rego Cavalcanti e Amélia do
 
Rego Cavalcanti, seus pais, passando de geração em geração
 
por outros homens e mulheres sempre ligados ao mundo rural
15
do Nordeste açucareiro.
 
Seu primeiro livro − Menino de engenho − é chave de
 
uma obra que se revelou de importância fundamental na história
 
do moderno romance brasileiro. O escritor mesmo, certa vez,
 
em artigo de jornal, contou alguma coisa a respeito do livro de
20
estreia: “O livro foi oferecido a todos os editores nacionais, de
 
todos recebeu um não seco, quando não me deram o calado
 
como resposta. Só mais tarde uma editora desconhecida, com
 
dinheiro do meu bolso, publicaria a novela. Havia por esse tem-
 
po a revolução de São Paulo e, apesar da convulsão, esgotou-
25
se em três meses. Uma edição de 2000 exemplares foi quase
 
toda vendida no Rio”.
 
Além das opiniões elogiosas da crítica, o livro mereceu
 
também o prêmio de romance da Fundação Graça Aranha, o
 
que consolidou sem dúvida a posição do estreante, que então
30
se lança ao trabalho com maior entusiasmo e ímpeto criador,
 
para oferecer no ano seguinte − 1933 − o segundo livro do “Ci-
 
clo da Cana-de-Açúcar” − Doidinho. Daí por diante sua obra
 
não conheceu interrupções maiores. A partir de Banguê, em
 
1934, seus livros trazem então uma nova e definitiva chancela
35
editorial − Livraria José Olympio Editora. No ano seguinte, 1935,
 
José Lins publicaria Moleque Ricardo, penúltima parte do ciclo,
 
que ficará definitivamente encerrado com o aparecimento de
 
Usina, em 1936.
(Adaptado de Wilson Lousada. Breve notícia-vida de José Lins do Rego. Usina. 7. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973. p. XI-XVI)
Considerado o contexto, o segmento adequadamente expresso em outras palavras está em:

Questão 9

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1
Na história da moderna literatura brasileira, a obra de
 
José Lins do Rego representa uma época, uma corrente de
 
pensamento dentro da atividade criadora na ficção. Confluíram
 
em seus livros caminhos de diversas origens, raízes aflorantes
5
no solo e outras de mais longa viagem subterrânea, as primei-
 
ras de contemporâneos em tentativas recentes e as segundas
 
de nomes mais antigos na história do romance brasileiro.
 
Mas o menino José − José Lins do Rego Cavalcanti −,
 
nascido aos 3 de junho de 1901, no engenho Corredor, muni-
10
cípio de Pilar, Estado da Paraíba, já trazia consigo outras raízes
 
que iria acrescentar a essas heranças. Raízes do sangue e da
 
terra, que vinham de João do Rego Cavalcanti e Amélia do
 
Rego Cavalcanti, seus pais, passando de geração em geração
 
por outros homens e mulheres sempre ligados ao mundo rural
15
do Nordeste açucareiro.
 
Seu primeiro livro − Menino de engenho − é chave de
 
uma obra que se revelou de importância fundamental na história
 
do moderno romance brasileiro. O escritor mesmo, certa vez,
 
em artigo de jornal, contou alguma coisa a respeito do livro de
20
estreia: “O livro foi oferecido a todos os editores nacionais, de
 
todos recebeu um não seco, quando não me deram o calado
 
como resposta. Só mais tarde uma editora desconhecida, com
 
dinheiro do meu bolso, publicaria a novela. Havia por esse tem-
 
po a revolução de São Paulo e, apesar da convulsão, esgotou-
25
se em três meses. Uma edição de 2000 exemplares foi quase
 
toda vendida no Rio”.
 
Além das opiniões elogiosas da crítica, o livro mereceu
 
também o prêmio de romance da Fundação Graça Aranha, o
 
que consolidou sem dúvida a posição do estreante, que então
30
se lança ao trabalho com maior entusiasmo e ímpeto criador,
 
para oferecer no ano seguinte − 1933 − o segundo livro do “Ci-
 
clo da Cana-de-Açúcar” − Doidinho. Daí por diante sua obra
 
não conheceu interrupções maiores. A partir de Banguê, em
 
1934, seus livros trazem então uma nova e definitiva chancela
35
editorial − Livraria José Olympio Editora. No ano seguinte, 1935,
 
José Lins publicaria Moleque Ricardo, penúltima parte do ciclo,
 
que ficará definitivamente encerrado com o aparecimento de
 
Usina, em 1936.
(Adaptado de Wilson Lousada. Breve notícia-vida de José Lins do Rego. Usina. 7. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973. p. XI-XVI)
A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes, foi realizada corretamente em:

Questão 10

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1
Na história da moderna literatura brasileira, a obra de
 
José Lins do Rego representa uma época, uma corrente de
 
pensamento dentro da atividade criadora na ficção. Confluíram
 
em seus livros caminhos de diversas origens, raízes aflorantes
5
no solo e outras de mais longa viagem subterrânea, as primei-
 
ras de contemporâneos em tentativas recentes e as segundas
 
de nomes mais antigos na história do romance brasileiro.
 
Mas o menino José − José Lins do Rego Cavalcanti −,
 
nascido aos 3 de junho de 1901, no engenho Corredor, muni-
10
cípio de Pilar, Estado da Paraíba, já trazia consigo outras raízes
 
que iria acrescentar a essas heranças. Raízes do sangue e da
 
terra, que vinham de João do Rego Cavalcanti e Amélia do
 
Rego Cavalcanti, seus pais, passando de geração em geração
 
por outros homens e mulheres sempre ligados ao mundo rural
15
do Nordeste açucareiro.
 
Seu primeiro livro − Menino de engenho − é chave de
 
uma obra que se revelou de importância fundamental na história
 
do moderno romance brasileiro. O escritor mesmo, certa vez,
 
em artigo de jornal, contou alguma coisa a respeito do livro de
20
estreia: “O livro foi oferecido a todos os editores nacionais, de
 
todos recebeu um não seco, quando não me deram o calado
 
como resposta. Só mais tarde uma editora desconhecida, com
 
dinheiro do meu bolso, publicaria a novela. Havia por esse tem-
 
po a revolução de São Paulo e, apesar da convulsão, esgotou-
25
se em três meses. Uma edição de 2000 exemplares foi quase
 
toda vendida no Rio”.
 
Além das opiniões elogiosas da crítica, o livro mereceu
 
também o prêmio de romance da Fundação Graça Aranha, o
 
que consolidou sem dúvida a posição do estreante, que então
30
se lança ao trabalho com maior entusiasmo e ímpeto criador,
 
para oferecer no ano seguinte − 1933 − o segundo livro do “Ci-
 
clo da Cana-de-Açúcar” − Doidinho. Daí por diante sua obra
 
não conheceu interrupções maiores. A partir de Banguê, em
 
1934, seus livros trazem então uma nova e definitiva chancela
35
editorial − Livraria José Olympio Editora. No ano seguinte, 1935,
 
José Lins publicaria Moleque Ricardo, penúltima parte do ciclo,
 
que ficará definitivamente encerrado com o aparecimento de
 
Usina, em 1936.
(Adaptado de Wilson Lousada. Breve notícia-vida de José Lins do Rego. Usina. 7. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973. p. XI-XVI)
Havia por esse tempo a revolução de São Paulo ...

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o verbo grifado acima está empregado em:

Questão 11

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1
Uma empresa numerou os 365 dias do ano 2013 confor-
 
me indica a tabela 1. Na tabela 2 estão indicados os totais de
 
dias de cada mês de 2013. A tabela 3 indica a numeração dos
 
únicos dias de folga de três funcionários dessa empresa em
5
2013, sendo que o padrão das sequências numéricas dessa
 
tabela se mantém até o último dia de 2013.
 
 
Dos três funcionários citados na tabela 3, no último dia de 2013

Questão 12

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
1
Uma empresa numerou os 365 dias do ano 2013 confor-
 
me indica a tabela 1. Na tabela 2 estão indicados os totais de
 
dias de cada mês de 2013. A tabela 3 indica a numeração dos
 
únicos dias de folga de três funcionários dessa empresa em
5
2013, sendo que o padrão das sequências numéricas dessa
 
tabela se mantém até o último dia de 2013.
 
 
O dia 8 de janeiro foi o primeiro dia de 2013 em que Alberto, Bernadete e Carlos folgaram, todos juntos. O segundo dia do ano em que isso ocorrerá será em

Questão 13

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Ernesto comprou uma calculadora que está com problemas na realização de adições de números naturais. Algumas adições são feitas corretamente, e outras de forma incorreta, mas seguindo sempre uma mesma lógica. Veja a seguir oito exemplos de adições com os respectivos resultados indicados nessa calculadora:


Ernesto fez nessa calculadora a conta 339+872 e, em seguida, pegou o resultado fornecido por ela e somou, na calculadora, com um número natural que indicaremos por x.
O resultado final indicado na calculadora foi 1230. Nas condições descritas, todos os possíveis valores de x vão de

Questão 14

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Maria fará um empréstimo de R$ 10.000,00 para pagar depois de dois meses. As opções possíveis de empréstimo são:

Opção A: juros simples de 5% ao mês.

Opção B: juros compostos de 4% ao mês, capitalizados mensalmente.

A melhor opção para Maria, e o quanto ela gastará a menos que na outra opção são, respectivamente,

Questão 15

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
A figura indica três das seis faces de um dado não convencional. Esse dado não é convencional porque em suas seis faces aparecem apenas marcações com os números 3, 5 e 6.


Em um lançamento ao acaso, a probabilidade de sair o número 6 nesse dado é 1/3, e a de sair o número 3 é 1/2.

Nas condições descritas, a soma dos números indicados nas seis faces desse dado é igual a

Questão 16

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Considere a afirmação a seguir:

Em meados de 1929, após várias conversações, as oposições lançaram as candidaturas de Getúlio Vargas à presidência e de João Pessoa à vice-presidência.
(Boris Fausto. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2002. p. 319)

As candidaturas mencionadas

Questão 17

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Após invadirem o nordeste brasileiro, os holandeses conquistaram o apoio de alguns importantes senhores de engenho e proprietários de terras. Esse apoio foi obtido com a ajuda de várias medidas empregadas pelo governo de Maurício de Nassau, dentre as quais podemos destacar

Questão 18

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Em meados dos anos 1950, diversas Ligas Camponesas emergiram na região da Zona da Mata, com atuação destacada em Pernambuco e na Paraíba. Tais Ligas

Questão 19

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Após a expulsão dos holandeses, a administração portuguesa incentivou o povoamento do oeste da Paraíba. As práticas adotadas para concretizar essa ocupação foram

Questão 20

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
A Tragédia de Tracunhaém é a denominação do episódio histórico

Questão 21

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
A respeito dos direitos da personalidade, é INCORRETO afirmar que

Questão 22

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
De acordo com a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, é INCORRETO afirmar que a lei do país em que for domiciliada a pessoa determina as regras sobre

Questão 23

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Pedro reside com a esposa e um filho em João Pessoa.

Tem escritório e apartamento em Recife, onde também reside e comparece em dias alternados. Nas férias e feriados prolongados, aluga uma casa em Natal e ali permanece com a família. De acordo com o Código Civil brasileiro, considera-se domicílio de Pedro

Questão 24

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
É de quatro anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação de negócio jurídico, contado, no caso de

Questão 25

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A interrupção da prescrição

Questão 26

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Paulo reside em Natal e tem um terreno na praia de Boa Viagem, em Recife. Certo dia, descobriu que Pedro, residente em João Pessoa, tinha invadido seu terreno em Recife e nele construiu um barracão. A ação de reintegração de posse contra Pedro

Questão 27

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
No que concerne à intervenção de terceiros, é INCORRETO afirmar que

Questão 28

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
No recurso de apelação, é INCORRETO afirmar que

Questão 29

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
José propôs ação ordinária contra João, cobrando a quantia de R$ 6.000,00 que lhe havia sido emprestada e que não foi paga no prazo combinado. João foi pessoalmente citado e não apresentou contestação, nem constituiu procurador nos autos, tendo sido decretada a sua revelia.
José, em face da revelia, alterou o pedido inicial para cobrar outra dívida de R$ 10.000,00, alegando que também não foi honrada pelo réu no prazo convencionado. Nesse caso,

Questão 30

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Paulo, na condição de réu, admitiu em juízo, por erro essencial, a verdade de um fato contrário ao seu interesse e favorável ao adversário. A sentença, fundamentada apenas na confissão, transitou em julgado. Após o trânsito em julgado, Paulo veio a falecer. Nesse caso, a confissão

Questão 31

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Nos termos da Lei nº 8.112/90, o servidor que opera direta e permanentemente com Raios X ou substâncias radioativas gozará 20 (vinte) dias consecutivos de férias, por

Questão 32

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» Esta questão foi anulada pela banca.
Sociedade de economia mista controlada pelo Estado, prestadora de serviço público de transporte ferroviário de passageiros, pretende adquirir uma grande quantidade de trens, para modernização de duas de suas linhas. Objetivando a aquisição pelo menor preço, para assegurar ampla competitividade, optou por instaurar o procedimento licitatório na modalidade concorrência internacional. Contudo, considerando notícias de aquisições de empresas internacionais realizadas em outros Estados que se revelaram problemáticas em face do descumprimento de prazos de entrega e dificuldade de assistência técnica, pretende adotar as cautelas permitidas pela legislação que rege licitações e contratos administrativos para evitar a ocorrência de incidentes dessa natureza. Nesse sentido, de acordo com os princípios previstos na Lei nº 8.666/93, a sociedade de economia mista poderá

Questão 33

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Sobre o tema da convalidação do ato administrativo, é INCORRETO afirmar:

Questão 34

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Segundo a Lei nº 9.784/99, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, a aplicação retroativa de nova interpretação e a cobrança de despesas processuais são, respectivamente,

Questão 35

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Os órgãos públicos, quanto à posição estatal, classificamse em independentes, autônomos, superiores e subalternos. Desta feita, as Secretarias de Estado e as Casas Legislativas são classificadas, respectivamente, em órgãos públicos:

Questão 36

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Considere:

I. partidos políticos

II. direito eleitoral

III. direito penal

IV. nacionalidade

Segundo a Constituição Federal brasileira, é vedada a edição de medidas provisórias sobre as matérias indicadas em

Questão 37

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Considere a seguinte situação hipotética: O projeto de lei "A" é de iniciativa do Presidente da República. O projeto de lei "B" é de iniciativa do Supremo Tribunal Federal. O projeto de lei "C" é de iniciativa do Superior Tribunal de Justiça e o projeto de lei "D" é de iniciativa do Tribunal Superior Eleitoral. De acordo com a Constituição Federal brasileira, terão início na Câmara dos Deputados a discussão e votação dos projetos

Questão 38

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Considere a seguinte situação hipotética: Carla é Desembargadora do Tribunal de Justiça da Paraíba e Marco é Juiz federal. De acordo com a Constituição Federal brasileira,

Questão 39

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Considere a seguinte situação hipotética: Márcia é Governadora do Estado da Paraíba e Diana é Prefeita da cidade de Teixeira. Ambas pretendem concorrer ao cargo de Presidente da República. Neste caso,

Questão 40

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Considere as seguintes assertivas a respeito das Competências da União, dos Estados e Municípios:

I. A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados.

II. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre orçamento.

III. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento alimentar.

IV. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre direito eleitoral.

Segundo a Constituição Federal brasileira é correto o que consta APENAS em

Questão 41

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Considere as seguintes assertivas:

I. As sessões legislativas ordinárias vão de 01 de fevereiro a 20 de junho e de 05 de julho a 20 de dezembro.

II. A primeira e a terceira sessões legislativas ordinárias de cada legislatura não serão precedidas de sessões preparatórias.

III. Quando convocada extraordinariamente, a Assembleia Legislativa somente deliberará sobre a matéria objeto da convocação, sendo possível o pagamento de parcela indenizatória.

IV. A sessão legislativa ordinária não será interrompida em 20 de junho enquanto não for aprovada a lei de diretrizes orçamentárias.

Conforme preceitua o Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, está correto o que consta APENAS em

Questão 42

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Segundo o Regimento Interno da Assembleia Legislativa da Paraíba, os Deputados são agrupados por representações partidárias ou de blocos parlamentares, cabendolhes escolher o Líder, quando a representação for igual ou superior a um doze avos da composição da Assembleia.

O Líder, dentre outras, tem a prerrogativa de encaminhar a votação de qualquer proposição sujeita à deliberação do Plenário, para orientar sua bancada, por tempo não superior a

Questão 43

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Nos termos do Regimento Interno da Assembleia Legislativa da Paraíba, especificamente no que concerne às Comissões Permanentes, está correto o que se afirma em:

Questão 44

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
De acordo com o Regimento Interno da Assembleia Legislativa da Paraíba, a Comissão Parlamentar de Inquérito concluirá seus trabalhos no prazo máximo de

Questão 45

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De acordo com o Regimento Interno da Assembleia Legislativa da Paraíba, especificamente no que concerne ao requerimento de urgência urgentíssima, está correto o que se afirma em:

Questão 46

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Nos termos do Regimento Interno da Assembleia Legislativa da Paraíba, as emendas terão preferência na seguinte ordem:

Questão 47

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Conforme preceitua o Regimento Interno da Assembleia Legislativa da Paraíba, especificamente em relação aos destaques, será obedecida a seguinte norma, dentre outras:

Questão 48

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Conforme preceitua o Regimento Interno da Assembleia Legislativa da Paraíba, não admite adiamento de discussão a proposição em regime de urgência, salvo se requerido por um

Questão 49

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João, Deputado Estadual da Paraíba, necessita de licença para tratamento de saúde. Referida licença, conforme preceitua o Regimento Interno da Assembleia Legislativa da Paraíba,

Questão 50

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Nos termos do Regimento Interno da Assembleia Legislativa da Paraíba, a declaração de renúncia do Deputado ao mandato

Questão 51

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Segundo a Constituição do Estado da Paraíba, o Poder Legislativo do Estado da Paraíba é exercido pela Assembleia Legislativa,

Questão 52

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Considere as seguintes assertivas a respeito dos deputados estaduais:

I. A incorporação às Forças Armadas de Deputados, embora militares e ainda que em tempo de guerra, dependerá de prévia licença da Assembleia Legislativa.

II. Em regra, as imunidades de Deputados Estaduais não subsistirão durante o estado de sítio, independendo de votação dos membros da casa legislativa, em razão da situação extrema e excepcional.

III. Os Deputados Estaduais não poderão, desde a expedição do diploma, ser diretor de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público.

IV. Perderá, em regra, o mandato o Deputado Estadual que deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça parte das sessões ordinárias da Casa.

De acordo com a Constituição do Estado da Paraíba está correto o que consta APENAS em

Questão 53

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Considere a seguinte situação hipotética: Vinícius, Carlos, Ronaldo e Joaquim são Deputados Estaduais. Vinícius foi investido no cargo de Secretário de Estado; Carlos foi investido no cargo de Secretário de Prefeitura com população de, aproximadamente, trezentos mil habitantes; Ronaldo foi investido no cargo de Secretário de Prefeitura com população de, aproximadamente, quinhentos mil habitantes e Joaquim foi investido no cargo de Ministro da Saúde. Nestes casos, de acordo com a Constituição do Estado da Paraíba, NÃO perderão o mandato de Deputado:

Questão 54

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
De acordo com a Constituição do Estado da Paraíba, a Assembleia Legislativa

Questão 55

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
De acordo com a Constituição do Estado da Paraíba, NÃO será objeto de delegação a matéria

Questão 56

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
De acordo com a Constituição do Estado da Paraíba, o Governador do Estado ficará suspenso de suas funções, quando acusado de cometer infrações penais comuns,

Questão 57

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
O Chefe do Poder Executivo, dentre as suas atribuições previstas na Constituição do Estado da Paraíba, NÃO poderá delegar por Decreto Governamental, aos Secretários de Estado e ao Procurador-Geral do Estado, a atribuição de

Questão 58

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
Com relação à educação, de acordo com a Constituição do Estado da Paraíba, o Estado e os Municípios aplicarão

Questão 59

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
De acordo com a Constituição do Estado da Paraíba, com relação à Administração Pública, considere:

I. Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável, será ele reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, se estável, reconduzido ao cargo de origem, sem direito a indenização, aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço.

II. Nos cargos organizados em carreira, as promoções serão feitas por merecimento e antiguidade, alternadamente.

III. É vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver compatibilidade de horários, dentre outros, a de dois cargos de professor ou de um cargo de professor com outro, técnico ou científico.

IV. Os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário publicarão trimestralmente os valores do subsídio e da remuneração dos cargos e empregos públicos.

Está correto o que consta APENAS em

Questão 60

Assembleia Legislativa/PB 2013 - FCC - Analista Legislativo
NÃO Integra o Sistema Organizacional da Segurança e da Defesa Social,



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