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DPE/SP 2013

Agente de Defensoria Pública - Administrador de Banco de Dados

Questão 1

DPE/SP 2013 - FCC - Agente de Defensoria Pública - Administrador de Banco de Dados
1
Alguns mapas e textos do século XVII apresentam-nos a vila de São Paulo como centro de amplo sistema de estradas
 
expandindo-se rumo ao sertão e à costa. Os toscos desenhos e os nomes estropiados desorientam, não raro, quem pretenda
 
servir-se desses documentos para a elucidação de algum ponto obscuro de nossa geografia histórica. Recordam-nos, entretanto, a
 
singular importância dessas estradas para a região de Piratininga, cujos destinos aparecem assim representados em um panorama
5
simbólico.
 
Neste caso, como em quase tudo, os adventícios deveram habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos
 
primitivos moradores da terra. Às estreitas veredas e atalhos que estes tinham aberto para uso próprio, nada acrescentariam aqueles
 
de considerável, ao menos durante os primeiros tempos. Para o sertanista branco ou mamaluco, o incipiente sistema de viação que
 
aqui encontrou foi um auxiliar tão prestimoso e necessário quanto o fora para o indígena. Donos de uma capacidade de orientação
10
nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas,
 
sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como
 
escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos.
 
Eram de vária espécie esses tênues e rudimentares caminhos de índios. Quando em terreno fragoso e bem vestido, dis-
 
tinguiam-se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço. Uma sequência de tais galhos, em qualquer floresta, podia
15
significar uma pista. Nas expedições breves serviam de balizas ou mostradores para a volta. Era o processo chamado ibapaá,
 
segundo Montoya, caapeno, segundo o padre João Daniel, cuapaba, segundo Martius, ou ainda caapepena, segundo Stradelli: talvez
 
o mais generalizado, não só no Brasil como em quase todo o continente americano. Onde houvesse arvoredo grosso, os caminhos
 
eram comumente assinalados a golpes de machado nos troncos mais robustos. Em campos extensos, chegavam em alguns casos a
 
extremos de sutileza. Koch-Grünberg viu uma dessas marcas de caminho na serra de Tunuí: constava simplesmente de uma vareta
20
quebrada em partes desiguais, a maior metida na terra, e a outra, em ângulo reto com a primeira, mostrando o rio. Só a um olhar
 
muito exercitado seria perceptível o sinal.
(Sérgio Buarque de Holanda. Caminhos e fronteiras. 3.ed. S. Paulo: Cia. das Letras, 1994. p.19-20)
Segundo o autor,

Questão 2

DPE/SP 2013 - FCC - Agente de Defensoria Pública - Administrador de Banco de Dados
1
Alguns mapas e textos do século XVII apresentam-nos a vila de São Paulo como centro de amplo sistema de estradas
 
expandindo-se rumo ao sertão e à costa. Os toscos desenhos e os nomes estropiados desorientam, não raro, quem pretenda
 
servir-se desses documentos para a elucidação de algum ponto obscuro de nossa geografia histórica. Recordam-nos, entretanto, a
 
singular importância dessas estradas para a região de Piratininga, cujos destinos aparecem assim representados em um panorama
5
simbólico.
 
Neste caso, como em quase tudo, os adventícios deveram habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos
 
primitivos moradores da terra. Às estreitas veredas e atalhos que estes tinham aberto para uso próprio, nada acrescentariam aqueles
 
de considerável, ao menos durante os primeiros tempos. Para o sertanista branco ou mamaluco, o incipiente sistema de viação que
 
aqui encontrou foi um auxiliar tão prestimoso e necessário quanto o fora para o indígena. Donos de uma capacidade de orientação
10
nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas,
 
sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como
 
escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos.
 
Eram de vária espécie esses tênues e rudimentares caminhos de índios. Quando em terreno fragoso e bem vestido, dis-
 
tinguiam-se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço. Uma sequência de tais galhos, em qualquer floresta, podia
15
significar uma pista. Nas expedições breves serviam de balizas ou mostradores para a volta. Era o processo chamado ibapaá,
 
segundo Montoya, caapeno, segundo o padre João Daniel, cuapaba, segundo Martius, ou ainda caapepena, segundo Stradelli: talvez
 
o mais generalizado, não só no Brasil como em quase todo o continente americano. Onde houvesse arvoredo grosso, os caminhos
 
eram comumente assinalados a golpes de machado nos troncos mais robustos. Em campos extensos, chegavam em alguns casos a
 
extremos de sutileza. Koch-Grünberg viu uma dessas marcas de caminho na serra de Tunuí: constava simplesmente de uma vareta
20
quebrada em partes desiguais, a maior metida na terra, e a outra, em ângulo reto com a primeira, mostrando o rio. Só a um olhar
 
muito exercitado seria perceptível o sinal.
(Sérgio Buarque de Holanda. Caminhos e fronteiras. 3.ed. S. Paulo: Cia. das Letras, 1994. p.19-20)
Há no texto a sugestão de que

Questão 3

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1
Alguns mapas e textos do século XVII apresentam-nos a vila de São Paulo como centro de amplo sistema de estradas
 
expandindo-se rumo ao sertão e à costa. Os toscos desenhos e os nomes estropiados desorientam, não raro, quem pretenda
 
servir-se desses documentos para a elucidação de algum ponto obscuro de nossa geografia histórica. Recordam-nos, entretanto, a
 
singular importância dessas estradas para a região de Piratininga, cujos destinos aparecem assim representados em um panorama
5
simbólico.
 
Neste caso, como em quase tudo, os adventícios deveram habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos
 
primitivos moradores da terra. Às estreitas veredas e atalhos que estes tinham aberto para uso próprio, nada acrescentariam aqueles
 
de considerável, ao menos durante os primeiros tempos. Para o sertanista branco ou mamaluco, o incipiente sistema de viação que
 
aqui encontrou foi um auxiliar tão prestimoso e necessário quanto o fora para o indígena. Donos de uma capacidade de orientação
10
nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas,
 
sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como
 
escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos.
 
Eram de vária espécie esses tênues e rudimentares caminhos de índios. Quando em terreno fragoso e bem vestido, dis-
 
tinguiam-se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço. Uma sequência de tais galhos, em qualquer floresta, podia
15
significar uma pista. Nas expedições breves serviam de balizas ou mostradores para a volta. Era o processo chamado ibapaá,
 
segundo Montoya, caapeno, segundo o padre João Daniel, cuapaba, segundo Martius, ou ainda caapepena, segundo Stradelli: talvez
 
o mais generalizado, não só no Brasil como em quase todo o continente americano. Onde houvesse arvoredo grosso, os caminhos
 
eram comumente assinalados a golpes de machado nos troncos mais robustos. Em campos extensos, chegavam em alguns casos a
 
extremos de sutileza. Koch-Grünberg viu uma dessas marcas de caminho na serra de Tunuí: constava simplesmente de uma vareta
20
quebrada em partes desiguais, a maior metida na terra, e a outra, em ângulo reto com a primeira, mostrando o rio. Só a um olhar
 
muito exercitado seria perceptível o sinal.
(Sérgio Buarque de Holanda. Caminhos e fronteiras. 3.ed. S. Paulo: Cia. das Letras, 1994. p.19-20)
O segmento do texto cujo sentido está corretamente expresso em outras palavras é:

Questão 4

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1
Alguns mapas e textos do século XVII apresentam-nos a vila de São Paulo como centro de amplo sistema de estradas
 
expandindo-se rumo ao sertão e à costa. Os toscos desenhos e os nomes estropiados desorientam, não raro, quem pretenda
 
servir-se desses documentos para a elucidação de algum ponto obscuro de nossa geografia histórica. Recordam-nos, entretanto, a
 
singular importância dessas estradas para a região de Piratininga, cujos destinos aparecem assim representados em um panorama
5
simbólico.
 
Neste caso, como em quase tudo, os adventícios deveram habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos
 
primitivos moradores da terra. Às estreitas veredas e atalhos que estes tinham aberto para uso próprio, nada acrescentariam aqueles
 
de considerável, ao menos durante os primeiros tempos. Para o sertanista branco ou mamaluco, o incipiente sistema de viação que
 
aqui encontrou foi um auxiliar tão prestimoso e necessário quanto o fora para o indígena. Donos de uma capacidade de orientação
10
nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas,
 
sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como
 
escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos.
 
Eram de vária espécie esses tênues e rudimentares caminhos de índios. Quando em terreno fragoso e bem vestido, dis-
 
tinguiam-se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço. Uma sequência de tais galhos, em qualquer floresta, podia
15
significar uma pista. Nas expedições breves serviam de balizas ou mostradores para a volta. Era o processo chamado ibapaá,
 
segundo Montoya, caapeno, segundo o padre João Daniel, cuapaba, segundo Martius, ou ainda caapepena, segundo Stradelli: talvez
 
o mais generalizado, não só no Brasil como em quase todo o continente americano. Onde houvesse arvoredo grosso, os caminhos
 
eram comumente assinalados a golpes de machado nos troncos mais robustos. Em campos extensos, chegavam em alguns casos a
 
extremos de sutileza. Koch-Grünberg viu uma dessas marcas de caminho na serra de Tunuí: constava simplesmente de uma vareta
20
quebrada em partes desiguais, a maior metida na terra, e a outra, em ângulo reto com a primeira, mostrando o rio. Só a um olhar
 
muito exercitado seria perceptível o sinal.
(Sérgio Buarque de Holanda. Caminhos e fronteiras. 3.ed. S. Paulo: Cia. das Letras, 1994. p.19-20)
Donos de uma capacidade de orientação nas brenhas selvagens [...], sabiam os paulistas como...

O segmento em destaque na frase acima exerce a mesma função sintática que o elemento grifado em:

Questão 5

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1
Alguns mapas e textos do século XVII apresentam-nos a vila de São Paulo como centro de amplo sistema de estradas
 
expandindo-se rumo ao sertão e à costa. Os toscos desenhos e os nomes estropiados desorientam, não raro, quem pretenda
 
servir-se desses documentos para a elucidação de algum ponto obscuro de nossa geografia histórica. Recordam-nos, entretanto, a
 
singular importância dessas estradas para a região de Piratininga, cujos destinos aparecem assim representados em um panorama
5
simbólico.
 
Neste caso, como em quase tudo, os adventícios deveram habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos
 
primitivos moradores da terra. Às estreitas veredas e atalhos que estes tinham aberto para uso próprio, nada acrescentariam aqueles
 
de considerável, ao menos durante os primeiros tempos. Para o sertanista branco ou mamaluco, o incipiente sistema de viação que
 
aqui encontrou foi um auxiliar tão prestimoso e necessário quanto o fora para o indígena. Donos de uma capacidade de orientação
10
nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas,
 
sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como
 
escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos.
 
Eram de vária espécie esses tênues e rudimentares caminhos de índios. Quando em terreno fragoso e bem vestido, dis-
 
tinguiam-se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço. Uma sequência de tais galhos, em qualquer floresta, podia
15
significar uma pista. Nas expedições breves serviam de balizas ou mostradores para a volta. Era o processo chamado ibapaá,
 
segundo Montoya, caapeno, segundo o padre João Daniel, cuapaba, segundo Martius, ou ainda caapepena, segundo Stradelli: talvez
 
o mais generalizado, não só no Brasil como em quase todo o continente americano. Onde houvesse arvoredo grosso, os caminhos
 
eram comumente assinalados a golpes de machado nos troncos mais robustos. Em campos extensos, chegavam em alguns casos a
 
extremos de sutileza. Koch-Grünberg viu uma dessas marcas de caminho na serra de Tunuí: constava simplesmente de uma vareta
20
quebrada em partes desiguais, a maior metida na terra, e a outra, em ângulo reto com a primeira, mostrando o rio. Só a um olhar
 
muito exercitado seria perceptível o sinal.
(Sérgio Buarque de Holanda. Caminhos e fronteiras. 3.ed. S. Paulo: Cia. das Letras, 1994. p.19-20)
Koch-Grünberg viu uma dessas marcas de caminho na serra de Tunuí...

Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:

Questão 6

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1
Alguns mapas e textos do século XVII apresentam-nos a vila de São Paulo como centro de amplo sistema de estradas
 
expandindo-se rumo ao sertão e à costa. Os toscos desenhos e os nomes estropiados desorientam, não raro, quem pretenda
 
servir-se desses documentos para a elucidação de algum ponto obscuro de nossa geografia histórica. Recordam-nos, entretanto, a
 
singular importância dessas estradas para a região de Piratininga, cujos destinos aparecem assim representados em um panorama
5
simbólico.
 
Neste caso, como em quase tudo, os adventícios deveram habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos
 
primitivos moradores da terra. Às estreitas veredas e atalhos que estes tinham aberto para uso próprio, nada acrescentariam aqueles
 
de considerável, ao menos durante os primeiros tempos. Para o sertanista branco ou mamaluco, o incipiente sistema de viação que
 
aqui encontrou foi um auxiliar tão prestimoso e necessário quanto o fora para o indígena. Donos de uma capacidade de orientação
10
nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas,
 
sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como
 
escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos.
 
Eram de vária espécie esses tênues e rudimentares caminhos de índios. Quando em terreno fragoso e bem vestido, dis-
 
tinguiam-se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço. Uma sequência de tais galhos, em qualquer floresta, podia
15
significar uma pista. Nas expedições breves serviam de balizas ou mostradores para a volta. Era o processo chamado ibapaá,
 
segundo Montoya, caapeno, segundo o padre João Daniel, cuapaba, segundo Martius, ou ainda caapepena, segundo Stradelli: talvez
 
o mais generalizado, não só no Brasil como em quase todo o continente americano. Onde houvesse arvoredo grosso, os caminhos
 
eram comumente assinalados a golpes de machado nos troncos mais robustos. Em campos extensos, chegavam em alguns casos a
 
extremos de sutileza. Koch-Grünberg viu uma dessas marcas de caminho na serra de Tunuí: constava simplesmente de uma vareta
20
quebrada em partes desiguais, a maior metida na terra, e a outra, em ângulo reto com a primeira, mostrando o rio. Só a um olhar
 
muito exercitado seria perceptível o sinal.
(Sérgio Buarque de Holanda. Caminhos e fronteiras. 3.ed. S. Paulo: Cia. das Letras, 1994. p.19-20)
A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes, foi realizada de modo INCORRETO em:

Questão 7

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1
Alguns mapas e textos do século XVII apresentam-nos a vila de São Paulo como centro de amplo sistema de estradas
 
expandindo-se rumo ao sertão e à costa. Os toscos desenhos e os nomes estropiados desorientam, não raro, quem pretenda
 
servir-se desses documentos para a elucidação de algum ponto obscuro de nossa geografia histórica. Recordam-nos, entretanto, a
 
singular importância dessas estradas para a região de Piratininga, cujos destinos aparecem assim representados em um panorama
5
simbólico.
 
Neste caso, como em quase tudo, os adventícios deveram habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos
 
primitivos moradores da terra. Às estreitas veredas e atalhos que estes tinham aberto para uso próprio, nada acrescentariam aqueles
 
de considerável, ao menos durante os primeiros tempos. Para o sertanista branco ou mamaluco, o incipiente sistema de viação que
 
aqui encontrou foi um auxiliar tão prestimoso e necessário quanto o fora para o indígena. Donos de uma capacidade de orientação
10
nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas,
 
sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como
 
escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos.
 
Eram de vária espécie esses tênues e rudimentares caminhos de índios. Quando em terreno fragoso e bem vestido, dis-
 
tinguiam-se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço. Uma sequência de tais galhos, em qualquer floresta, podia
15
significar uma pista. Nas expedições breves serviam de balizas ou mostradores para a volta. Era o processo chamado ibapaá,
 
segundo Montoya, caapeno, segundo o padre João Daniel, cuapaba, segundo Martius, ou ainda caapepena, segundo Stradelli: talvez
 
o mais generalizado, não só no Brasil como em quase todo o continente americano. Onde houvesse arvoredo grosso, os caminhos
 
eram comumente assinalados a golpes de machado nos troncos mais robustos. Em campos extensos, chegavam em alguns casos a
 
extremos de sutileza. Koch-Grünberg viu uma dessas marcas de caminho na serra de Tunuí: constava simplesmente de uma vareta
20
quebrada em partes desiguais, a maior metida na terra, e a outra, em ângulo reto com a primeira, mostrando o rio. Só a um olhar
 
muito exercitado seria perceptível o sinal.
(Sérgio Buarque de Holanda. Caminhos e fronteiras. 3.ed. S. Paulo: Cia. das Letras, 1994. p.19-20)
Quando em terreno fragoso e bem vestido, distinguiam-se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço.

O verbo empregado nos mesmos tempo e modo que o grifado acima está em:

Questão 8

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Alguns mapas e textos do século XVII apresentam-nos a vila de São Paulo como centro de amplo sistema de estradas
 
expandindo-se rumo ao sertão e à costa. Os toscos desenhos e os nomes estropiados desorientam, não raro, quem pretenda
 
servir-se desses documentos para a elucidação de algum ponto obscuro de nossa geografia histórica. Recordam-nos, entretanto, a
 
singular importância dessas estradas para a região de Piratininga, cujos destinos aparecem assim representados em um panorama
5
simbólico.
 
Neste caso, como em quase tudo, os adventícios deveram habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos
 
primitivos moradores da terra. Às estreitas veredas e atalhos que estes tinham aberto para uso próprio, nada acrescentariam aqueles
 
de considerável, ao menos durante os primeiros tempos. Para o sertanista branco ou mamaluco, o incipiente sistema de viação que
 
aqui encontrou foi um auxiliar tão prestimoso e necessário quanto o fora para o indígena. Donos de uma capacidade de orientação
10
nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas,
 
sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como
 
escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos.
 
Eram de vária espécie esses tênues e rudimentares caminhos de índios. Quando em terreno fragoso e bem vestido, dis-
 
tinguiam-se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço. Uma sequência de tais galhos, em qualquer floresta, podia
15
significar uma pista. Nas expedições breves serviam de balizas ou mostradores para a volta. Era o processo chamado ibapaá,
 
segundo Montoya, caapeno, segundo o padre João Daniel, cuapaba, segundo Martius, ou ainda caapepena, segundo Stradelli: talvez
 
o mais generalizado, não só no Brasil como em quase todo o continente americano. Onde houvesse arvoredo grosso, os caminhos
 
eram comumente assinalados a golpes de machado nos troncos mais robustos. Em campos extensos, chegavam em alguns casos a
 
extremos de sutileza. Koch-Grünberg viu uma dessas marcas de caminho na serra de Tunuí: constava simplesmente de uma vareta
20
quebrada em partes desiguais, a maior metida na terra, e a outra, em ângulo reto com a primeira, mostrando o rio. Só a um olhar
 
muito exercitado seria perceptível o sinal.
(Sérgio Buarque de Holanda. Caminhos e fronteiras. 3.ed. S. Paulo: Cia. das Letras, 1994. p.19-20)
Atente para as afirmações abaixo sobre a pontuação empregada em segmentos do texto.

I. Recordam-nos, entretanto, a singular importância dessas estradas para a região de Piratininga, cujos destinos aparecem assim representados em um panorama simbólico. (1º parágrafo)

A vírgula colocada imediatamente depois de Piratininga poderia ser retirada sem alteração de sentido.

II. Eram de vária espécie esses tênues e rudimentares caminhos de índios. (3º parágrafo)

A inversão da ordem direta na construção da frase acima justificaria a colocação de uma vírgula imediatamente depois de espécie, sem prejuízo para a correção.

III. Era o processo chamado ibapaá, segundo Montoya, caapeno, segundo o padre João Daniel, cuapaba, segundo Martius, ou ainda caapepena, segundo Stradelli: talvez o mais generalizado, não só no Brasil como em quase todo o continente americano. (3º parágrafo)

Os dois-pontos poderiam ser substituídos por um travessão, sem prejuízo para a correção e a clareza.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 9

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Alguns mapas e textos do século XVII apresentam-nos a vila de São Paulo como centro de amplo sistema de estradas
 
expandindo-se rumo ao sertão e à costa. Os toscos desenhos e os nomes estropiados desorientam, não raro, quem pretenda
 
servir-se desses documentos para a elucidação de algum ponto obscuro de nossa geografia histórica. Recordam-nos, entretanto, a
 
singular importância dessas estradas para a região de Piratininga, cujos destinos aparecem assim representados em um panorama
5
simbólico.
 
Neste caso, como em quase tudo, os adventícios deveram habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos
 
primitivos moradores da terra. Às estreitas veredas e atalhos que estes tinham aberto para uso próprio, nada acrescentariam aqueles
 
de considerável, ao menos durante os primeiros tempos. Para o sertanista branco ou mamaluco, o incipiente sistema de viação que
 
aqui encontrou foi um auxiliar tão prestimoso e necessário quanto o fora para o indígena. Donos de uma capacidade de orientação
10
nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas,
 
sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como
 
escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos.
 
Eram de vária espécie esses tênues e rudimentares caminhos de índios. Quando em terreno fragoso e bem vestido, dis-
 
tinguiam-se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço. Uma sequência de tais galhos, em qualquer floresta, podia
15
significar uma pista. Nas expedições breves serviam de balizas ou mostradores para a volta. Era o processo chamado ibapaá,
 
segundo Montoya, caapeno, segundo o padre João Daniel, cuapaba, segundo Martius, ou ainda caapepena, segundo Stradelli: talvez
 
o mais generalizado, não só no Brasil como em quase todo o continente americano. Onde houvesse arvoredo grosso, os caminhos
 
eram comumente assinalados a golpes de machado nos troncos mais robustos. Em campos extensos, chegavam em alguns casos a
 
extremos de sutileza. Koch-Grünberg viu uma dessas marcas de caminho na serra de Tunuí: constava simplesmente de uma vareta
20
quebrada em partes desiguais, a maior metida na terra, e a outra, em ângulo reto com a primeira, mostrando o rio. Só a um olhar
 
muito exercitado seria perceptível o sinal.
(Sérgio Buarque de Holanda. Caminhos e fronteiras. 3.ed. S. Paulo: Cia. das Letras, 1994. p.19-20)
... constava simplesmente de uma vareta quebrada em partes desiguais...

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está empregado em:

Questão 10

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Alguns mapas e textos do século XVII apresentam-nos a vila de São Paulo como centro de amplo sistema de estradas
 
expandindo-se rumo ao sertão e à costa. Os toscos desenhos e os nomes estropiados desorientam, não raro, quem pretenda
 
servir-se desses documentos para a elucidação de algum ponto obscuro de nossa geografia histórica. Recordam-nos, entretanto, a
 
singular importância dessas estradas para a região de Piratininga, cujos destinos aparecem assim representados em um panorama
5
simbólico.
 
Neste caso, como em quase tudo, os adventícios deveram habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos
 
primitivos moradores da terra. Às estreitas veredas e atalhos que estes tinham aberto para uso próprio, nada acrescentariam aqueles
 
de considerável, ao menos durante os primeiros tempos. Para o sertanista branco ou mamaluco, o incipiente sistema de viação que
 
aqui encontrou foi um auxiliar tão prestimoso e necessário quanto o fora para o indígena. Donos de uma capacidade de orientação
10
nas brenhas selvagens, em que tão bem se revelam suas afinidades com o gentio, mestre e colaborador inigualável nas entradas,
 
sabiam os paulistas como transpor pelas passagens mais convenientes as matas espessas ou as montanhas aprumadas, e como
 
escolher sítio para fazer pouso e plantar mantimentos.
 
Eram de vária espécie esses tênues e rudimentares caminhos de índios. Quando em terreno fragoso e bem vestido, dis-
 
tinguiam-se graças aos galhos cortados a mão de espaço a espaço. Uma sequência de tais galhos, em qualquer floresta, podia
15
significar uma pista. Nas expedições breves serviam de balizas ou mostradores para a volta. Era o processo chamado ibapaá,
 
segundo Montoya, caapeno, segundo o padre João Daniel, cuapaba, segundo Martius, ou ainda caapepena, segundo Stradelli: talvez
 
o mais generalizado, não só no Brasil como em quase todo o continente americano. Onde houvesse arvoredo grosso, os caminhos
 
eram comumente assinalados a golpes de machado nos troncos mais robustos. Em campos extensos, chegavam em alguns casos a
 
extremos de sutileza. Koch-Grünberg viu uma dessas marcas de caminho na serra de Tunuí: constava simplesmente de uma vareta
20
quebrada em partes desiguais, a maior metida na terra, e a outra, em ângulo reto com a primeira, mostrando o rio. Só a um olhar
 
muito exercitado seria perceptível o sinal.
(Sérgio Buarque de Holanda. Caminhos e fronteiras. 3.ed. S. Paulo: Cia. das Letras, 1994. p.19-20)
A frase redigida com clareza e a correção é:

Questão 11

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A figura abaixo possui 12 círculos dispostos em quatro filas de quatro círculos.

Os círculos devem ser preenchidos com números naturais de 1 a 12, sem repetição, e de forma que a soma dos números em cada uma das quatro filas seja sempre 22. Atendendo à essas condições, a soma dos números colocados nos círculos indicados por x, y, z e w será

Questão 12

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O total de frações entre 3/7 e 9/19 com numerador par e denominador 133 é igual a

Questão 13

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Um comerciante comprou uma mercadoria por R$ 350,00. Para estabelecer o preço de venda desse produto em sua loja, o comerciante decidiu que o valor deveria ser suficiente para dar 30% de desconto sobre o preço de venda e ainda assim garantir lucro de 20% sobre o preço de compra. Nessas condições, o preço que o comerciante deve vender essa mercadoria é igual a

Questão 14

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Uma bolsa contém apenas 5 bolas brancas e 7 bolas pretas. Sorteando ao acaso uma bola dessa bolsa, a probabilidade de que ela seja preta é

Questão 15

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Carlos e Alberto disputam um jogo, um contra o outro, sendo que a cada jogada o dinheiro que um perde é equivalente ao que o outro ganha. De início, Carlos tem o dobro do dinheiro de Alberto para apostar. Depois de algumas partidas, Carlos perdeu R$ 400,00 e, nessa nova situação, Alberto passou a ter o dobro do dinheiro de Carlos. No início desse jogo, Carlos e Alberto tinham, juntos, para apostar um total de

Questão 16

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Um jogo entre duas pessoas consiste em que cada um dos participantes risque palitos desenhados em uma folha de papel. Cada jogador, em sua jogada, tem que riscar pelo menos um palito, e pode riscar até cinco palitos. O jogador que riscar o último palito perde o jogo. Alguns exemplos do jogo: se o jogo começar com dois palitos a serem riscados e o 1º jogador riscar um palito, o 2º jogador risca o último palito e perde. O jogo pode começar com três palitos. Se, nesse caso, o 1º jogador risca dois palitos na sua jogada, e o 2º jogador risca o último palito e perde, ou se o 1º jogador risca apenas um palito, o 2º jogador risca um palito e deixa o último palito para o 1º jogador riscar e perder. Se o jogo iniciar com oito palitos, e para não dar qualquer chance de vitória ao 2º jogador, o número de palitos que o 1º jogador deverá riscar é

Questão 17

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Sobre uma circunferência desenhada no chão foram colocadas três placas. Uma com a letra A, outra com a B e outra com a C. As placas foram colocadas em posições equidistantes e ordenadas alfabeticamente no sentido horário. Também em posições equidistantes, ordenadas em ordem crescente e no sentido horário foram colocadas sobre a circunferência as placas com os números 1, outra com o número 2 e outra com o número 3, sendo que a placa com o número 1 foi colocada entre as placas A e B. Seis novas placas: D, E, F, G, H, I, foram colocadas sobre a circunferência com os mesmos condicionantes que as placas A, B e C. A placa D foi colocada entre as placas A e a placa 1, a placa E foi colocada entre as placas 1 e B e assim por diante. Doze novas placas: 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, foram colocadas sobre a circunferência com os mesmos condicionantes que as placas 1, 2 e 3. A placa 4 foi colocada entre as placas A e D, a placa 5 foi colocada entre a placa D e 1 e assim por diante. Ao final foram retiradas todas as placas cujos números são múltiplos de 3. Dessa maneira os pares de placas com letras que NÃO possuem placas com números entre elas na circunferência são:

Questão 18

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Considere um sistema de referência com apenas duas posições que serão chamadas de vertical (V) e horizontal (H). Imagine um trem de brinquedo composto por apenas quatro vagões. Esses vagões estão ordenados e ocupam apenas as posições V e H. Uma primeira informação sobre as posições dos vagões mostra o primeiro vagão na posição V, o segundo na posição H, o terceiro na posição V e o quarto na posição V, formando a sequência: V, H, V, V para os vagões. Serão fornecidas outras cinco novas informações sobre as posições dos vagões em forma de sequência das letras V e H.

2ª informação: V, V, H, V;
3ª informação: H, V, V, H;
4ª informação: V, H, V, V;
5ª informação: V, V, H, V;
6ª informação: H, V, V, H;

Supondo que as informações sobre as posições continuem seguindo o mesmo padrão, a sequência que identifica a 10ª informação é

Questão 19

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A sequência chamada a partir de agora de DS (dobro da soma) é: 1; 1; 4; 10; 28; 76; ... . Os dois primeiros termos da sequência DS são o número 1 e os termos seguintes são criados com a regra: dobro da soma dos dois termos imediatamente anteriores. Assim, o terceiro termo é 4 pois 4 é o dobro da soma entre 1 e 1. O quarto termo é 10 porque 10 é o dobro da soma entre 4 e 1. E a sequência segue dessa maneira ilimitadamente. Sabendo que o 8º termo de DS é 568 e o 10º termo de DS é 4240, o 9º termo dessa sequência é

Questão 20

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Uma pilha com 14 cartas tem em cada uma delas um número natural impresso em uma de suas faces e que vão do 1 ao 14. O número está voltado para cima e as cartas estão dispostas em ordem decrescente. A carta com o número 14 está em cima da pilha, visível, embaixo dela está a carta 13, assim por diante até chegar a carta 1, a que está embaixo de todas. Sua interferência na pilha de cartas é que você passa as duas cartas que estão em cima da pilha para baixo da pilha, uma de cada vez e exclui da pilha a carta seguinte. Repete esse procedimento de passar duas cartas para baixo da pilha, uma de cada vez, e excluir da pilha a carta seguinte até excluir a carta com o número 14. Após a exclusão da carta com o número 14, o número de cartas que ainda estão na pilha é

Questão 21

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A Constituição do Estado de São Paulo poderá, dentre outras hipóteses, ser emendada mediante proposta

Questão 22

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Considere a seguinte situação hipotética: Margarido é Governador do Estado de São Paulo e Astrogildo é o Vice-Governador. Na última sexta-feira, em um trágico acidente automobilístico Margarido e Astrogildo faleceram, ocorrendo a vacância de ambos os cargos. Neste caso, de acordo com a Constituição do Estado de São Paulo, serão sucessivamente chamados ao exercício da Governança o Presidente

Questão 23

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De acordo com a Lei Complementar Federal nº 80/94, com as modificações da Lei Complementar nº 132/09, no tocante às Defensorias Públicas dos Estados é certo que:

Questão 24

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De acordo com a Lei Complementar Federal nº 80/94, com as modificações da Lei Complementar nº 132/09, à CorregedoriaGeral da Defensoria Pública do Estado compete

Questão 25

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Bruno é titular do cargo de Agente da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, exercendo a função de gerente. Neste caso, de acordo com a Lei Complementar Estadual nº 1.050/08,

Questão 26

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Nos termos da Lei Complementar Estadual nº 988/06, as decisões da Defensoria Pública do Estado, fundadas em sua autonomia funcional e administrativa e obedecidas as formalidades legais,

Questão 27

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No que concerne à Comissão Técnica da Defensoria Pública, cujas atribuições estão enunciadas no Ato Normativo da Defensoria Pública-Geral do Estado nº 23 de 06 de outubro de 2009, é INCORRETO afirmar:

Questão 28

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Nos termos do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo (Lei Estadual nº 10.261/68), especificamente no que concerne à licença-prêmio, é correto afirmar:

Questão 29

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Nos termos da Deliberação do Conselho Superior da Defensoria Pública nº 111/09, que Institui o Regimento Interno dos Servidores Públicos da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, o não comparecimento sem justificativa do servidor ao serviço por mais de 30 (trinta) dias acarretará a aplicação da sanção de

Questão 30

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Considere os seguintes itens:

I. Trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República.
II. Trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal.
III. Vinte e um anos para Senador.
IV. Dezoito anos para Vereador.

Nos termos da Constituição Federal, é condição de elegibilidade, dentre outras, a idade mínima corretamente descrita APENAS em

Questão 31

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O comércio entre os dois países caiu de US$ 39,6 bilhões em 2011 para US$ 34,4 bilhões no ano passado. Para o economista Matías Carugati “o menor crescimento do país significa consequências negativas para a economia brasileira."
O economista disse que as barreiras comerciais aplicadas pelo governo do terceiro maior sócio comercial do Brasil afetaram "mais o Brasil do que outros países" e contribuíram para reduzir as exportações brasileiras para o mercado vizinho.
(http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-01-04/desaceleracao-reduz-exportacoes-brasileiras-em-20. Adaptado. Acesso em 07 jan 2013)

O texto destaca o país parceiro comercial:

Questão 32

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Nas últimas décadas, a estabilidade econômica fez com que o Brasil fosse um dos países que mais subissem no ranking das maiores economias mundiais. Em meio à crise que atingiu as nações europeias, o país ultrapassou a Itália e se tornou a sétima maior economia em 2010. No final do ano passado [2011], superou o Reino Unido e assumiu a 6ª posição do ranking, liderado por Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França.
(http://educacao.uol.com.br/disciplinas/atualidades/economia-em-marcha-lenta-brasil-perde-posto-de-sexta-economia-mundial.htm)

No ano de 2012, o Brasil perdeu a 6º posição, entre outros fatores, devido

Questão 33

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Diariamente, os meios de comunicação nos informam sobre assaltos, assassinatos e chacinas nas cidades brasileiras. Estes fatos que, antes eram encontrados apenas nas grandes cidades, hoje ocorrem também nas pequenas e médias cidades. Sobre a violência urbana no Brasil são feitas as seguintes afirmações:

I. A partir da década de 2000, a falta de planejamento urbano e o tráfico de drogas fizeram eclodir “guerras” nas periferias das cidades aumentando a violência.
II. A redução dos índices de pobreza e a estabilidade econômica do país não foram acompanhadas da queda nos índices de criminalidade.
III. Na última década, os setores policiais que atuam nas áreas urbanas aumentaram. Apesar disso, as estatísticas mostram que houve crescimento nos índices de violência.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 34

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Em 2012, as publicações dedicadas às ciências deram como a descoberta científica mais significativa dos últimos tempos

Questão 35

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O Brasil vive hoje uma revolução econômica e ao mesmo tempo uma revolução demográfica, que não é muito comentada. Da econômica todos falam, bem ou mal: se crescemos menos de 1% de um trimestre a outro, o tema vira manchete na imprensa.
[...].
Na revolução demográfica há sinais tão importantes quanto na outra.
(Adaptado: Carta Capital, 26/12/2012. Ano XVIII. n. 729. p.23)

Um dos fatos importantes que fazem parte da revolução demográfica mencionada no texto é

Questão 36

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A Rio+20 prometia surtir tanto efeito quanto a ECO 92. Mas a rodada de negociações acabou em um documento que, de tão vago, chegou a ser criticado pelo secretário-geral da ONU. Como de costume, alguns países não ajudaram – pelo contrário, trataram o evento com descrédito.
(Isto é. 26/12/2012. Ano 36. n. 2250. p. 118)

O texto se refere, principalmente,

Questão 37

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A política externa desenvolvida pelo Itamaraty durante o ano de 2012 pode ser considerada discreta, mas atuante. Entre os fatos mais expressivos das relações internacionais brasileiras pode-se destacar

Questão 38

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De tempos em tempos, as expressões utilizadas pelos economistas se renovam e ganham novas palavras. Atualmente, o termo que domina o noticiário econômico é o "tsunami monetário", expressão criada pela presidente Dilma Rousseff.
(http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+brasil,entenda-a-expressao-tsunami-monetario,104906,0.htm)

A expressão foi criada para

Questão 39

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A crise da dívida na zona do euro está longe de acabar, embora medidas pensadas para tratar as causas do problema estejam começando a surtir efeito, afirmou a chanceler alemã, Angela Merkel, durante seu discurso de Ano Novo.
Merkel pediu para que os alemães sejam mais pacientes, embora a crise já se arraste por três anos. Ela ligou a prosperidade da Alemanha à da União Europeia.
(http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/12/31/crise-da-zona-do-euro-esta-longe-de-acabar-diz-chanceler-alema.jhtm)

Sobre a crise da zona do euro é correto afirmar que, entre outros fatores, está relacionada

Questão 40

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O surgimento e a expansão do Mercosul estão relacionados ao contexto da globalização. Na atualidade, este bloco econômico tem sido destacado na imprensa por um conjunto de fatos políticos de grande relevância. Sobre o Mercosul são feitas as seguintes afirmações:

I. Após o impeachment que destituiu o presidente paraguaio, os demais membros do Mercosul suspenderam a participação do Paraguai nas reuniões do bloco.
II. A integração da Venezuela ao bloco permanece suspensa devido à oposição do Uruguai e às restrições políticas da Argentina.
III. A Bolívia foi recentemente convidada a integrar o bloco como membro pleno e para isso deverá promover acertos em sua economia.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 41

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A lógica binária, um dos fundamentos da ciência computacional, se baseia em operações efetuadas entre os valores lógicos 0 (zero) e 1 (um). Em uma operação de disjunção binária exclusiva (XOR), entre os números 7 e 9, ambos na base decimal, o número resultante será

Questão 42

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A soma do número em hexadecimal 7DD, adicionado do valor 10010110 na base 2, subtraído do valor 13 na base decimal, irá resultar no número

Questão 43

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A árvore binária de busca, formada pela sequência dos números 100, 80, 25, 72, 23, 42 e 5, terá como nós folha os números e , e como pai do nó 72, o número . As lacunas I, II e III são preenchidas correta e, respectivamente, por:

Questão 44

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Na teoria dos grafos, dois nós ligados por um arco são chamados de nós

Questão 45

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Em uma , para cada novo elemento inserido na estrutura, alocamos um espaço de memória para armazená-lo. Desta forma, o espaço total de memória gasto pela estrutura é proporcional ao número de elementos nela armazenados. No entanto, não podemos garantir que os elementos armazenados na lista ocuparão um espaço de contíguo, portanto, não temos acesso direto aos elementos da lista. Para que seja possível percorrer todos os elementos da , devemos explicitamente guardar o encadeamento dos elementos, o que é feito armazenando-se, junto com a informação de cada elemento, um para o próximo elemento da
As lacunas de I a V, são preenchidas, corretas e respectivamente, por:

Questão 46

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Um sistema de arquivos, ou filesystem, é o método ou modo utilizado para o armazenamento das informações nos discos. Existem vários modelos de sistemas de arquivos, porém é INCORRETO dizer que dentre estes modelos esteja o

Questão 47

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Considere as seguintes afirmativas sobre métodos de acesso em sistemas de arquivos:

I. No acesso direto, a gravação de novos registros só é possível no final do arquivo.
II. No método sequencial não existe restrição à ordem em que os registros são lidos ou gravados, sendo sempre necessário especificar o número do registro.
III. No método aleatório, quando a aplicação deseja acessar um registro, deverá ser especificada uma chave através da qual o sistema pesquisará, na área de índice, o ponteiro correspondente e a partir disso, acessando diretamente o arquivo.

Está correto o que consta em

Questão 48

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O Windows Server 2003 fornece serviços e tecnologias de clustering integrados para oferecer os melhores níveis de serviço e disponibilidade. A família do Windows Server 2003 fornece dois tipos de serviços de clustering: Serviço de Cluster e

Questão 49

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O Windows Server 2008 R2 Enterprise fornece alta disponibilidade para aplicativos essenciais para os negócios, como bancos de dados, sistemas de mensagens, serviços de arquivos e impressão, por meio de recursos como cluster de failover e a opção de instalação Server Core. Sobre o Server Core é correto dizer que

Questão 50

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O ...... é o recurso de virtualização baseado em hipervisor fornecido como função do Windows Server 2008 R2. Ele contém tudo o que é necessário para suportar a virtualização de máquinas. Fornece maior flexibilidade devido aos recursos dinâmicos, confiáveis e escalonáveis de plataforma combinados com um único conjunto de ferramentas integradas de gerenciamento para recursos físicos e virtuais, permitindo, assim, a criação de um datacenter ágil e dinâmico e a obtenção de progressos por meio de sistemas dinâmicos de autogerenciamento.

A lacuna se refere ao recurso

Questão 51

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O comando de shell script grep é utilizado para a procura de padrões de texto em arquivos. Por padrão, a procura diferencia letras maiúsculas e minúsculas. Para efetuar uma pesquisa, sem levar em consideração este fator, basta executar o comando com a opção

Questão 52

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Durante a análise de logs de arquivos, principalmente de logs de arquivos ainda em execução, uma ferramenta de shell script é bastante útil. Essa ferramenta é capaz de ler e imprimir parte do final do arquivo sendo analisado, efetuando a impressão de novas informações que são adicionadas dinamicamente ao arquivo, sem a necessidade de executar novamente o comando para a leitura do final do arquivo. A ferramenta em questão é chamada

Questão 53

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O comando de shell script touch,

Questão 54

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O comando de shell script utilizado para reportar a quantidade de espaço livre em cada partição do disco é chamado

Questão 55

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Analise os seguintes comandos de definição e manipulação de dados SQL:
 
CREATE TABLE Livro (ID INTEGER, NOME VARCHAR(20), AUTOR VARCHAR(30)); 
INSERT INTO Livro VALUES(1, “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, “Machado de Assis”); 
INSERT INTO Livro VALUES(1, “Quincas Borba”, NULL); 
UPDATE Livro SET AUTOR = “Machado de Assis” WHERE ID = 1; 
 
Após a execução destes comandos,

Questão 56

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A cláusula LEFT JOIN em SQL retorna todas as

Questão 57

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São CONSTRAINTS SQL, EXCETO

Questão 58

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1
CREATE TABLE times (id INTEGER, nome VARCHAR(20),cidade VARCHAR(20));
 
CREATE TABLE jogos (local VARCHAR(20), data VARCHAR(8), time1 INTEGER, time2 INTEGER, placar1 INTEGER, placar2 INTEGER);
 
INSERT INTO times VALUES(1, "santos fc", "santos");
 
INSERT INTO times VALUES(2, "palmeiras", "sao paulo");
5
INSERT INTO times VALUES(3, "guarani", "campinas");
 
INSERT INTO jogos VALUES("campinas", "20100504", 3, 1, 0, 2);
 
INSERT INTO jogos VALUES("santos", "20101220", 1, 2, 1, 1);
 
INSERT INTO jogos VALUES("campinas", "20110210",3,2,0,0);
Analise a impressão do resultado de uma query SQL efetuada após a execução dos comandos descritos (note que no exemplo as colunas estão separadas pelo símbolo | barra vertical).
 
campinas | guarani | 0 | 2 | santos fc 
santos | santos fc | 1 | 1 | palmeiras 
campinas | guarani | 0 | 0 | palmeiras 
A query SQL capaz de produzir este resultado é

Questão 59

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1
CREATE TABLE times (id INTEGER, nome VARCHAR(20),cidade VARCHAR(20));
 
CREATE TABLE jogos (local VARCHAR(20), data VARCHAR(8), time1 INTEGER, time2 INTEGER, placar1 INTEGER, placar2 INTEGER);
 
INSERT INTO times VALUES(1, "santos fc", "santos");
 
INSERT INTO times VALUES(2, "palmeiras", "sao paulo");
5
INSERT INTO times VALUES(3, "guarani", "campinas");
 
INSERT INTO jogos VALUES("campinas", "20100504", 3, 1, 0, 2);
 
INSERT INTO jogos VALUES("santos", "20101220", 1, 2, 1, 1);
 
INSERT INTO jogos VALUES("campinas", "20110210",3,2,0,0);
Para a impressão do seguinte resultado:
 
Vitória Time 2 
Empate 
Empate 
 
a query que poderá ser utilizada é

Questão 60

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O gerenciamento de configuração é um componente fundamental nas operações de TI diárias de toda empresa. O Oracle Configuration Management Pack é a peça central da capacidade do Oracle Enterprise Manager de gerenciar configurações e automatizar os processos de TI. Um componente chave desta solução reduz o custo e atenua o risco, detectando, validando e reportando, de forma automática, alterações autorizadas e não autorizadas. Este componente é o

Questão 61

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No MS-SQL Server 2008, a replicação instantânea normalmente é usada em cenários de servidor para servidor que requerem alta taxa de transferência, incluindo: melhora da escalabilidade e disponibilidade; armazenamento de dados data warehouse e relatórios; integração de dados de vários sites; integração de dados heterogêneos e descarregamento de

Questão 62

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No MS-SQL Server 2008, o Mecanismo de Banco de Dados usa as páginas IAM para localizar as extensões alocadas à unidade de alocação. Para cada extensão, o Mecanismo de Banco de Dados pesquisa as páginas para verificar se há uma página que possa ser usada.

A lacuna I é, corretamente preenchida por:

Questão 63

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Considere as afirmativas sobre a arquitetura do MS-SQL Server 2008.

I. A unidade fundamental de armazenamento de dados no SQL Server é o cluster.
II. No SQL Server, o tamanho de página é 8 KB. Isso significa que os bancos de dados SQL Server têm 128 páginas por megabyte.
III. As linhas de dados são colocadas em série na página, iniciando imediatamente após o cabeçalho.

Está correto o que consta em

Questão 64

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Um recurso presente no MS-SQL Server 2008 modela as entidades relacionadas ao SQL Server de uma organização em uma exibição unificada. O Gerenciador do Utilitário e os pontos de vista deste recurso no SQL Server Management Studio fornecem aos administradores uma exibição holística da integridade dos recursos do SQL Server por meio de uma instância do SQL Server que funciona como um UCP (ponto de controle do utilitário). As entidades que podem ser exibidas no SQL Server UCP incluem:

− Instâncias do SQL Server.
− Aplicativos da camada de dados.
− Arquivos de banco de dados.
− Volumes de armazenamento.

Este recurso do SQL Server é chamado de

Questão 65

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Espaciais são dados que identificam formas e locais geográficos. Entre eles podem estar pontos de referência, estradas e até mesmo o local de uma empresa. O MS-SQL Server 2008 fornece dois tipos de dados para trabalhar com este recurso:

Questão 66

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Um novo tipo de dado introduzido no MS-SQL SERVER 2008 possibilita o controle de fusos horários e deve ser preenchido com um dos padrões estabelecidos pela ISO 8601. Este novo campo é o

Questão 67

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O MS-SQL Server 2008 fornece o Rastreamento do SQL e notificações de eventos para monitorar os eventos que ocorrem no Mecanismo de Banco de Dados. Registrando os eventos especificados, o Rastreamento do SQL ajuda a solucionar problemas de desempenho, auditar a atividade de banco de dados, coletar dados de amostra em um ambiente de teste, depurar instruções Transact-SQL e procedimentos armazenados e reunir dados para ferramentas de análise de desempenho. O Rastreamento do SQL pode ser acessado por

I. SQL Server Profiler.
II. uma interface gráfica do usuário.
III. procedimentos armazenados Transact-SQL do sistema inseridos na linha de comando.

São meios corretos para acessar o Rastreamento do SQL o que consta em

Questão 68

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Independentemente da estratégia de particionamento de índice escolhida, um índice é acoplado ou não com a estratégia subjacente de particionamento da tabela subjacente. A estratégia apropriada de particionamento de índice é escolhida com base nos requisitos da empresa, adequando o particionamento para suportar qualquer tipo de aplicativo. O Oracle Database 11 g diferencia entre três tipos de índices particionados: locais, particionados globais e

Questão 69

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Considere:

I. O módulo de nuvem do Oracle Secure Backup é implementado por meio da interface SBT do Oracle Recovery Manager (RMAN). A interface SBT permite que bibliotecas de backup externas sejam perfeitamente integradas com este recurso. Consequentemente, os administradores do banco de dados podem continuar a usar suas ferramentas de backup existentes para realizar backups em nuvem.
II. O Oracle Secure Backup aproveita a capacidade do RMAN para criptografar backups e garantir a segurança dos dados. A segurança e a privacidade dos dados são especialmente importantes em ambientes compartilhados, acessíveis publicamente, como a nuvem de armazenamento.
III. A integração com o mecanismo do banco de dados Oracle permite que o Oracle Secure Backup identifique e ignore o espaço não utilizado (blocos) no banco de dados. Os usuários também se beneficiam dos recursos sofisticados de compressão do RMAN. No momento de transmissão de backups em redes mais lentas, como a Internet pública, qualquer redução no tamanho do backup é percebida diretamente como um aumento no desempenho do backup.

Está correto o que consta em

Questão 70

DPE/SP 2013 - FCC - Agente de Defensoria Pública - Administrador de Banco de Dados
O Oracle Advanced Security ......, é uma solução de criptografia avançada no setor. Essa tecnologia usa algoritmos de criptografia padrão no setor e um gerenciamento de chaves integrado para fornecer uma criptografia transparente de dados de aplicativos confidenciais. Essa tecnologia criptografa os dados automaticamente antes deles serem gravados em disco e decodifica os dados antes deles serem retornados ao aplicativo. O processo de criptografia e decodificação é completamente transparente a aplicativos e usuários.

A lacuna deve ser preenchida corretamente com



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