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Assistente Técnico Administrativo
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MPE/BA 2017

Analista Técnico - Tecnologia

Questão 1

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e
 
devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito
 
crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu
 
colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou
5
recentemente por aqui.
 
Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E
 
mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo.
 
Trata-se de uma civilização milenar, com mentalidade
 
correspondente. Os temas são sempre tratados com uma noção
10
de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que,
 
como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem.
 
Nada de curto praxismo, do imediatismo típico do Ocidente, que
 
têm sido tão destrutivos e desagregadores.
 
Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo.
15
Há uma famosa observação do primeiro-ministro Chou En-Lai,
 
muito citada, que traduz essa noção singular do tempo. Em certa
 
ocasião, no início dos anos 1970, um jornalista estrangeiro lançou
 
a pergunta: “Qual é afinal, primeiro-ministro, a sua avaliação da
 
Revolução Francesa?” Chou En-Lai respondeu: “É cedo para
20
dizer”.
 
Recentemente, li aqui na China que essa célebre resposta foi um
 
simples mal-entendido. Com os percalços da interpretação, Chou
 
En-Lai entendeu, na verdade, que a pergunta se referia à revolta
 
estudantil francesa de 1968! Pronto. Criou-se a lenda.
25
Pena que tenha sido um mal-entendido. Seja como for, é
 
indubitável que para os chineses o tempo tem outra dimensão.
 
Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem
 
sabor de 15 minutos.
(O Globo, 15/9/2017)
O texto 1 pode ser incluído no gênero textual do depoimento pessoal; tomando por base o primeiro parágrafo desse texto, NÃO se inclui entre suas características:

Questão 2

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 3

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 4

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 5

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e
 
devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito
 
crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu
 
colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou
5
recentemente por aqui.
 
Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E
 
mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo.
 
Trata-se de uma civilização milenar, com mentalidade
 
correspondente. Os temas são sempre tratados com uma noção
10
de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que,
 
como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem.
 
Nada de curto praxismo, do imediatismo típico do Ocidente, que
 
têm sido tão destrutivos e desagregadores.
 
Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo.
15
Há uma famosa observação do primeiro-ministro Chou En-Lai,
 
muito citada, que traduz essa noção singular do tempo. Em certa
 
ocasião, no início dos anos 1970, um jornalista estrangeiro lançou
 
a pergunta: “Qual é afinal, primeiro-ministro, a sua avaliação da
 
Revolução Francesa?” Chou En-Lai respondeu: “É cedo para
20
dizer”.
 
Recentemente, li aqui na China que essa célebre resposta foi um
 
simples mal-entendido. Com os percalços da interpretação, Chou
 
En-Lai entendeu, na verdade, que a pergunta se referia à revolta
 
estudantil francesa de 1968! Pronto. Criou-se a lenda.
25
Pena que tenha sido um mal-entendido. Seja como for, é
 
indubitável que para os chineses o tempo tem outra dimensão.
 
Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem
 
sabor de 15 minutos.
(O Globo, 15/9/2017)
“Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou recentemente por aqui”.
Nesse primeiro parágrafo do texto 1 há termos cujo significado é esclarecido pelo contexto anterior; o termo que é esclarecido pela situação e NÃO pelo contexto é:

Questão 6

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e
 
devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito
 
crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu
 
colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou
5
recentemente por aqui.
 
Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E
 
mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo.
 
Trata-se de uma civilização milenar, com mentalidade
 
correspondente. Os temas são sempre tratados com uma noção
10
de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que,
 
como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem.
 
Nada de curto praxismo, do imediatismo típico do Ocidente, que
 
têm sido tão destrutivos e desagregadores.
 
Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo.
15
Há uma famosa observação do primeiro-ministro Chou En-Lai,
 
muito citada, que traduz essa noção singular do tempo. Em certa
 
ocasião, no início dos anos 1970, um jornalista estrangeiro lançou
 
a pergunta: “Qual é afinal, primeiro-ministro, a sua avaliação da
 
Revolução Francesa?” Chou En-Lai respondeu: “É cedo para
20
dizer”.
 
Recentemente, li aqui na China que essa célebre resposta foi um
 
simples mal-entendido. Com os percalços da interpretação, Chou
 
En-Lai entendeu, na verdade, que a pergunta se referia à revolta
 
estudantil francesa de 1968! Pronto. Criou-se a lenda.
25
Pena que tenha sido um mal-entendido. Seja como for, é
 
indubitável que para os chineses o tempo tem outra dimensão.
 
Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem
 
sabor de 15 minutos.
(O Globo, 15/9/2017)
O segundo parágrafo do texto 1 começa por “Coesão e rumo”, seguido de ponto. Tal pontuação tem como função:

Questão 7

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e
 
devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito
 
crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu
 
colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou
5
recentemente por aqui.
 
Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E
 
mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo.
 
Trata-se de uma civilização milenar, com mentalidade
 
correspondente. Os temas são sempre tratados com uma noção
10
de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que,
 
como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem.
 
Nada de curto praxismo, do imediatismo típico do Ocidente, que
 
têm sido tão destrutivos e desagregadores.
 
Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo.
15
Há uma famosa observação do primeiro-ministro Chou En-Lai,
 
muito citada, que traduz essa noção singular do tempo. Em certa
 
ocasião, no início dos anos 1970, um jornalista estrangeiro lançou
 
a pergunta: “Qual é afinal, primeiro-ministro, a sua avaliação da
 
Revolução Francesa?” Chou En-Lai respondeu: “É cedo para
20
dizer”.
 
Recentemente, li aqui na China que essa célebre resposta foi um
 
simples mal-entendido. Com os percalços da interpretação, Chou
 
En-Lai entendeu, na verdade, que a pergunta se referia à revolta
 
estudantil francesa de 1968! Pronto. Criou-se a lenda.
25
Pena que tenha sido um mal-entendido. Seja como for, é
 
indubitável que para os chineses o tempo tem outra dimensão.
 
Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem
 
sabor de 15 minutos.
(O Globo, 15/9/2017)
Na primeira linha do texto 1, o termo “leitor” aparece entre vírgulas pela mesma razão que elas são empregadas em:

Questão 8

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e
 
devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito
 
crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu
 
colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou
5
recentemente por aqui.
 
Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E
 
mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo.
 
Trata-se de uma civilização milenar, com mentalidade
 
correspondente. Os temas são sempre tratados com uma noção
10
de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que,
 
como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem.
 
Nada de curto praxismo, do imediatismo típico do Ocidente, que
 
têm sido tão destrutivos e desagregadores.
 
Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo.
15
Há uma famosa observação do primeiro-ministro Chou En-Lai,
 
muito citada, que traduz essa noção singular do tempo. Em certa
 
ocasião, no início dos anos 1970, um jornalista estrangeiro lançou
 
a pergunta: “Qual é afinal, primeiro-ministro, a sua avaliação da
 
Revolução Francesa?” Chou En-Lai respondeu: “É cedo para
20
dizer”.
 
Recentemente, li aqui na China que essa célebre resposta foi um
 
simples mal-entendido. Com os percalços da interpretação, Chou
 
En-Lai entendeu, na verdade, que a pergunta se referia à revolta
 
estudantil francesa de 1968! Pronto. Criou-se a lenda.
25
Pena que tenha sido um mal-entendido. Seja como for, é
 
indubitável que para os chineses o tempo tem outra dimensão.
 
Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem
 
sabor de 15 minutos.
(O Globo, 15/9/2017)
“Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país”. Sobre esse segmento do texto 1, é correto afirmar que:

Questão 9

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e
 
devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito
 
crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu
 
colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou
5
recentemente por aqui.
 
Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E
 
mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo.
 
Trata-se de uma civilização milenar, com mentalidade
 
correspondente. Os temas são sempre tratados com uma noção
10
de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que,
 
como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem.
 
Nada de curto praxismo, do imediatismo típico do Ocidente, que
 
têm sido tão destrutivos e desagregadores.
 
Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo.
15
Há uma famosa observação do primeiro-ministro Chou En-Lai,
 
muito citada, que traduz essa noção singular do tempo. Em certa
 
ocasião, no início dos anos 1970, um jornalista estrangeiro lançou
 
a pergunta: “Qual é afinal, primeiro-ministro, a sua avaliação da
 
Revolução Francesa?” Chou En-Lai respondeu: “É cedo para
20
dizer”.
 
Recentemente, li aqui na China que essa célebre resposta foi um
 
simples mal-entendido. Com os percalços da interpretação, Chou
 
En-Lai entendeu, na verdade, que a pergunta se referia à revolta
 
estudantil francesa de 1968! Pronto. Criou-se a lenda.
25
Pena que tenha sido um mal-entendido. Seja como for, é
 
indubitável que para os chineses o tempo tem outra dimensão.
 
Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem
 
sabor de 15 minutos.
(O Globo, 15/9/2017)
“Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo”.
O autor do texto 1 separou a “noção diferente do tempo” em relação aos termos anteriores “coesão e rumo” porque:

Questão 10

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1
Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e
 
devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito
 
crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu
 
colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou
5
recentemente por aqui.
 
Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E
 
mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo.
 
Trata-se de uma civilização milenar, com mentalidade
 
correspondente. Os temas são sempre tratados com uma noção
10
de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que,
 
como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem.
 
Nada de curto praxismo, do imediatismo típico do Ocidente, que
 
têm sido tão destrutivos e desagregadores.
 
Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo.
15
Há uma famosa observação do primeiro-ministro Chou En-Lai,
 
muito citada, que traduz essa noção singular do tempo. Em certa
 
ocasião, no início dos anos 1970, um jornalista estrangeiro lançou
 
a pergunta: “Qual é afinal, primeiro-ministro, a sua avaliação da
 
Revolução Francesa?” Chou En-Lai respondeu: “É cedo para
20
dizer”.
 
Recentemente, li aqui na China que essa célebre resposta foi um
 
simples mal-entendido. Com os percalços da interpretação, Chou
 
En-Lai entendeu, na verdade, que a pergunta se referia à revolta
 
estudantil francesa de 1968! Pronto. Criou-se a lenda.
25
Pena que tenha sido um mal-entendido. Seja como for, é
 
indubitável que para os chineses o tempo tem outra dimensão.
 
Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem
 
sabor de 15 minutos.
(O Globo, 15/9/2017)
“Os temas são sempre tratados com uma noção de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que, como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem”.
A inserção da citação de Kafka no texto 1 funciona como elemento:

Questão 11

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e
 
devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito
 
crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu
 
colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou
5
recentemente por aqui.
 
Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E
 
mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo.
 
Trata-se de uma civilização milenar, com mentalidade
 
correspondente. Os temas são sempre tratados com uma noção
10
de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que,
 
como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem.
 
Nada de curto praxismo, do imediatismo típico do Ocidente, que
 
têm sido tão destrutivos e desagregadores.
 
Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo.
15
Há uma famosa observação do primeiro-ministro Chou En-Lai,
 
muito citada, que traduz essa noção singular do tempo. Em certa
 
ocasião, no início dos anos 1970, um jornalista estrangeiro lançou
 
a pergunta: “Qual é afinal, primeiro-ministro, a sua avaliação da
 
Revolução Francesa?” Chou En-Lai respondeu: “É cedo para
20
dizer”.
 
Recentemente, li aqui na China que essa célebre resposta foi um
 
simples mal-entendido. Com os percalços da interpretação, Chou
 
En-Lai entendeu, na verdade, que a pergunta se referia à revolta
 
estudantil francesa de 1968! Pronto. Criou-se a lenda.
25
Pena que tenha sido um mal-entendido. Seja como for, é
 
indubitável que para os chineses o tempo tem outra dimensão.
 
Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem
 
sabor de 15 minutos.
(O Globo, 15/9/2017)
A palavra abaixo, retirada do texto 1, que apresenta um processo de formação distinto dos demais é:

Questão 12

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 13

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e
 
devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito
 
crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu
 
colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou
5
recentemente por aqui.
 
Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E
 
mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo.
 
Trata-se de uma civilização milenar, com mentalidade
 
correspondente. Os temas são sempre tratados com uma noção
10
de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que,
 
como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem.
 
Nada de curto praxismo, do imediatismo típico do Ocidente, que
 
têm sido tão destrutivos e desagregadores.
 
Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo.
15
Há uma famosa observação do primeiro-ministro Chou En-Lai,
 
muito citada, que traduz essa noção singular do tempo. Em certa
 
ocasião, no início dos anos 1970, um jornalista estrangeiro lançou
 
a pergunta: “Qual é afinal, primeiro-ministro, a sua avaliação da
 
Revolução Francesa?” Chou En-Lai respondeu: “É cedo para
20
dizer”.
 
Recentemente, li aqui na China que essa célebre resposta foi um
 
simples mal-entendido. Com os percalços da interpretação, Chou
 
En-Lai entendeu, na verdade, que a pergunta se referia à revolta
 
estudantil francesa de 1968! Pronto. Criou-se a lenda.
25
Pena que tenha sido um mal-entendido. Seja como for, é
 
indubitável que para os chineses o tempo tem outra dimensão.
 
Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem
 
sabor de 15 minutos.
(O Globo, 15/9/2017)
“Nada do curto praxismo, do imediatismo...”; o termo “curto praxismo” (texto 1), é exemplo de:

Questão 14

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e
 
devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito
 
crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu
 
colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou
5
recentemente por aqui.
 
Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E
 
mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo.
 
Trata-se de uma civilização milenar, com mentalidade
 
correspondente. Os temas são sempre tratados com uma noção
10
de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que,
 
como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem.
 
Nada de curto praxismo, do imediatismo típico do Ocidente, que
 
têm sido tão destrutivos e desagregadores.
 
Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo.
15
Há uma famosa observação do primeiro-ministro Chou En-Lai,
 
muito citada, que traduz essa noção singular do tempo. Em certa
 
ocasião, no início dos anos 1970, um jornalista estrangeiro lançou
 
a pergunta: “Qual é afinal, primeiro-ministro, a sua avaliação da
 
Revolução Francesa?” Chou En-Lai respondeu: “É cedo para
20
dizer”.
 
Recentemente, li aqui na China que essa célebre resposta foi um
 
simples mal-entendido. Com os percalços da interpretação, Chou
 
En-Lai entendeu, na verdade, que a pergunta se referia à revolta
 
estudantil francesa de 1968! Pronto. Criou-se a lenda.
25
Pena que tenha sido um mal-entendido. Seja como for, é
 
indubitável que para os chineses o tempo tem outra dimensão.
 
Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem
 
sabor de 15 minutos.
(O Globo, 15/9/2017)
“Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo”.
O mesmo valor semântico do termo “até” se encontra na seguinte frase:

Questão 15

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e
 
devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito
 
crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu
 
colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou
5
recentemente por aqui.
 
Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E
 
mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo.
 
Trata-se de uma civilização milenar, com mentalidade
 
correspondente. Os temas são sempre tratados com uma noção
10
de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que,
 
como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem.
 
Nada de curto praxismo, do imediatismo típico do Ocidente, que
 
têm sido tão destrutivos e desagregadores.
 
Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo.
15
Há uma famosa observação do primeiro-ministro Chou En-Lai,
 
muito citada, que traduz essa noção singular do tempo. Em certa
 
ocasião, no início dos anos 1970, um jornalista estrangeiro lançou
 
a pergunta: “Qual é afinal, primeiro-ministro, a sua avaliação da
 
Revolução Francesa?” Chou En-Lai respondeu: “É cedo para
20
dizer”.
 
Recentemente, li aqui na China que essa célebre resposta foi um
 
simples mal-entendido. Com os percalços da interpretação, Chou
 
En-Lai entendeu, na verdade, que a pergunta se referia à revolta
 
estudantil francesa de 1968! Pronto. Criou-se a lenda.
25
Pena que tenha sido um mal-entendido. Seja como for, é
 
indubitável que para os chineses o tempo tem outra dimensão.
 
Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem
 
sabor de 15 minutos.
(O Globo, 15/9/2017)
Há vários momentos do texto 1 em que se juntam termos de valor substantivo e valor adjetivo; o par abaixo em que NÃO ocorre mudança de significado em caso de troca de posição é:

Questão 16

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e
 
devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito
 
crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu
 
colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou
5
recentemente por aqui.
 
Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E
 
mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo.
 
Trata-se de uma civilização milenar, com mentalidade
 
correspondente. Os temas são sempre tratados com uma noção
10
de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que,
 
como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem.
 
Nada de curto praxismo, do imediatismo típico do Ocidente, que
 
têm sido tão destrutivos e desagregadores.
 
Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo.
15
Há uma famosa observação do primeiro-ministro Chou En-Lai,
 
muito citada, que traduz essa noção singular do tempo. Em certa
 
ocasião, no início dos anos 1970, um jornalista estrangeiro lançou
 
a pergunta: “Qual é afinal, primeiro-ministro, a sua avaliação da
 
Revolução Francesa?” Chou En-Lai respondeu: “É cedo para
20
dizer”.
 
Recentemente, li aqui na China que essa célebre resposta foi um
 
simples mal-entendido. Com os percalços da interpretação, Chou
 
En-Lai entendeu, na verdade, que a pergunta se referia à revolta
 
estudantil francesa de 1968! Pronto. Criou-se a lenda.
25
Pena que tenha sido um mal-entendido. Seja como for, é
 
indubitável que para os chineses o tempo tem outra dimensão.
 
Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem
 
sabor de 15 minutos.
(O Globo, 15/9/2017)
“Pena que tenha sido um mal-entendido”; a observação do cronista no texto 1 se justifica porque:

Questão 17

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e
 
devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito
 
crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu
 
colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou
5
recentemente por aqui.
 
Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E
 
mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo.
 
Trata-se de uma civilização milenar, com mentalidade
 
correspondente. Os temas são sempre tratados com uma noção
10
de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que,
 
como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem.
 
Nada de curto praxismo, do imediatismo típico do Ocidente, que
 
têm sido tão destrutivos e desagregadores.
 
Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo.
15
Há uma famosa observação do primeiro-ministro Chou En-Lai,
 
muito citada, que traduz essa noção singular do tempo. Em certa
 
ocasião, no início dos anos 1970, um jornalista estrangeiro lançou
 
a pergunta: “Qual é afinal, primeiro-ministro, a sua avaliação da
 
Revolução Francesa?” Chou En-Lai respondeu: “É cedo para
20
dizer”.
 
Recentemente, li aqui na China que essa célebre resposta foi um
 
simples mal-entendido. Com os percalços da interpretação, Chou
 
En-Lai entendeu, na verdade, que a pergunta se referia à revolta
 
estudantil francesa de 1968! Pronto. Criou-se a lenda.
25
Pena que tenha sido um mal-entendido. Seja como for, é
 
indubitável que para os chineses o tempo tem outra dimensão.
 
Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem
 
sabor de 15 minutos.
(O Globo, 15/9/2017)
“Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem sabor de 15 minutos”. Em busca de expressividade, o autor do texto 1 apela, neste caso, para um(a):

Questão 18

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e
 
devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito
 
crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu
 
colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou
5
recentemente por aqui.
 
Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E
 
mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo.
 
Trata-se de uma civilização milenar, com mentalidade
 
correspondente. Os temas são sempre tratados com uma noção
10
de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que,
 
como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem.
 
Nada de curto praxismo, do imediatismo típico do Ocidente, que
 
têm sido tão destrutivos e desagregadores.
 
Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo.
15
Há uma famosa observação do primeiro-ministro Chou En-Lai,
 
muito citada, que traduz essa noção singular do tempo. Em certa
 
ocasião, no início dos anos 1970, um jornalista estrangeiro lançou
 
a pergunta: “Qual é afinal, primeiro-ministro, a sua avaliação da
 
Revolução Francesa?” Chou En-Lai respondeu: “É cedo para
20
dizer”.
 
Recentemente, li aqui na China que essa célebre resposta foi um
 
simples mal-entendido. Com os percalços da interpretação, Chou
 
En-Lai entendeu, na verdade, que a pergunta se referia à revolta
 
estudantil francesa de 1968! Pronto. Criou-se a lenda.
25
Pena que tenha sido um mal-entendido. Seja como for, é
 
indubitável que para os chineses o tempo tem outra dimensão.
 
Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem
 
sabor de 15 minutos.
(O Globo, 15/9/2017)
O substantivo “mal-entendido” forma o plural da mesma forma que:

Questão 19

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Observe a charge a seguir.

Nessa charge a resposta da menina:

Questão 20

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 21

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
A Constituição da República de 1988 é um marco na democracia do Brasil e na história do Ministério Público, que ganhou autonomia para trabalhar, independência financeira e institucional, além de abertura do campo de atuação.

De acordo com o texto constitucional, é função institucional do Ministério Público:

Questão 22

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Com o escopo de preservar a necessária independência funcional e destemor na sua atuação profissional, os membros do Ministério Público gozam de garantias constitucionais, como a:

Questão 23

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
O Conselho Nacional do Ministério Público foi criado em 30 de dezembro de 2004, pela Emenda Constitucional nº 45, e tem como objetivo imprimir uma visão nacional ao MP, orientando e fiscalizando todos os ramos do MP brasileiro.
De acordo com a Constituição da República de 1988, o CNMP:

Questão 24

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
O inquérito civil tem por objeto apurar fato que possa autorizar a tutela dos interesses ou direitos a cargo do Ministério Público. Esgotadas todas as possibilidades de diligências, o membro do Ministério Público, caso se convença da inexistência de fundamento para a propositura de ação civil pública, promoverá, fundamentadamente, o arquivamento do inquérito civil.

Nesse contexto, de acordo com a Resolução nº 23/2007 do CNMP:

Questão 25

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
O Conselho Superior do Ministério Público é órgão da administração superior do Ministério Público, incumbindo-lhe velar pela observância de seus princípios institucionais. Assim, de acordo com a Lei Orgânica do Ministério Público da Bahia (Lei Complementar Estadual nº 11/96), compete ao Conselho Superior do Ministério Público:

Questão 26

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Promotoria de Justiça do interior do Estado com atribuição para investigação penal promoveu o arquivamento de um inquérito policial.
Caso não concorde com o entendimento ministerial, o Juízo Criminal competente deixará de homologar o arquivamento e, de acordo com a Lei Orgânica do Ministério Público da Bahia, deverá remeter os autos ao:

Questão 27

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
A Lei Orgânica Nacional do Ministério Público (Lei nº 8.625/93) dispõe sobre normas gerais para a organização do Ministério Público dos Estados.
De acordo com o citado diploma normativo, os Centros de Apoio Operacional são órgãos:

Questão 28

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
A Lei Estadual nº 12.209/2011, que dispõe sobre o processo administrativo, no âmbito da Administração direta e das entidades da Administração indireta, regidas pelo regime de direito público, do Estado da Bahia, estabelece que os atos de comunicação podem ser da espécie intimação ou notificação.

Tal lei disciplina que esses atos de comunicação são realizados por edital em algumas hipóteses, como quando:

Questão 29

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Maria, servidora pública civil do Estado da Bahia, no mês passado, permaneceu trabalhando na repartição pública na qual está lotada, pelo período de duas horas a mais por dia, após seu horário regular de expediente (das 18 às 20h), desempenhando tarefas para atender a situação excepcional e temporária, em razão de correição da Corregedoria realizada no início do mês em curso.


No caso em tela, de acordo com a Lei Estadual nº 6.677/1994, Maria:

Questão 30

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Joana, ocupante estável do cargo efetivo de Analista Técnico do Ministério Público da Bahia, acaba de adotar um bebê de cinco meses de idade.

De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado da Bahia, Joana tem direito à licença:

Questão 31

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Analise as afirmativas a seguir sobre Governança de TI.

I. A governança deve ser aplicada somente a ativos tangíveis da organização porque ativos intangíveis não são mensuráveis.
II. A informação não deve ser gerenciada como um recurso, justamente porque ela permeia qualquer organização.
III. A cultura, a ética e o comportamento das pessoas são muitas vezes subestimados como um fator de sucesso nas atividades de governança.

Está correto o que se afirma em:

Questão 32

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
O COBIT 5 fornece um modelo abrangente que auxilia as organizações a atingirem seus objetivos de governança e gestão de TI.

Um dos princípios básicos do COBIT 5 é:

Questão 33

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
A cascata de objetivos da organização, segundo o COBIT 5, tem como principal função:

Questão 34

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 35

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Em relação ao ITIL V3, analise as afirmativas a seguir.

I. A melhoria contínua de serviço faz uso do ciclo PDCA para aperfeiçoar continuamente a qualidade dos serviços.
II. Matriz RACI é uma ferramenta que facilita a identificação dos responsáveis por cada tarefa dentro de cada processo do ITIL.
III. O processo de melhoria de serviço preocupa-se em definir o que se pode medir e não o que deve ser medido.

Está correto o que se afirma em:

Questão 36

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
A técnica de estimativa de custos ou duração de um projeto em que é aplicada uma média ponderada das estimativas otimista, pessimista e mais provável é denominada:

Questão 37

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Em relação aos ciclos de vida de projetos, analise as afirmativas a seguir.

I. Antecipar a criação da estrutura analítica do projeto (EAP) elimina a influência da organização na maneira pela qual o projeto será executado.
II. A identificação das partes interessadas é um processo contínuo em todo o ciclo de vida do projeto.
III. Um projeto com ciclo de vida adaptativo requer a redução gradual do envolvimento das partes interessadas ao longo do ciclo de vida do projeto.

Está correto o que se afirma em:

Questão 38

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
De acordo com o Guia PMBOK – 5ª Edição, a área de conhecimento que inclui os processos exigidos para identificar todas as pessoas, grupos ou organizações que podem impactar ou serem impactados pelo projeto é o Gerenciamento:

Questão 39

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Uma instituição deseja fazer a interligação direta de dois prédios distantes 10 km entre si, através de uma tecnologia de comunicação sem fio.

Uma escolha adequada para essa finalidade seria o uso de:

Questão 40

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 41

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Dois roteadores são ligados entre si por uma conexão Gigabit, e configurados para tratar até 1500 VLANs diferentes ligadas em suas demais portas.

Em relação a essa situação, é correto afirmar que:

Questão 42

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 43

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Uma instituição adquiriu 200 computadores para serem instalados em sua rede interna.

Para eliminar o trabalho manual de associação de endereços IP para os novos equipamentos, pode ser usado o protocolo:

Questão 44

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Em relação ao protocolo de roteamento RIP, analise as afirmativas a seguir.

I. Não possui a capacidade de determinar vários caminhos simultâneos para o destino.
II. É um protocolo de vetor de caminho, indicado para o roteamento de sistemas autônomos.
III. Utiliza uma métrica para escolher a melhor rota, baseada na distância e velocidade dos canais de comunicação.

Está correto somente o que se afirma em:

Questão 45

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Um servidor SMTP foi adequadamente configurado para atender o correio eletrônico de uma instituição. No entanto, mensagens destinadas para os usuários do correio não estavam chegando nas respectivas caixas postais.

Uma possibilidade de explicação para as mensagens não chegarem seria:

Questão 46

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Em relação ao protocolo IEEE 802.1p, analise as afirmativas a seguir.

I. Assim como no 802.1q, o 802.1p utiliza rótulos no frame Ethernet.
II. Existem oito níveis de prioridade de pacotes de acordo com a especificação 802.1p.
III. A prioridade do datagrama definida no 802.1p fica armazenada no campo TOS do cabeçalho IP.

Está correto somente o que se afirma em:

Questão 47

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Roteadores normalmente podem informar às estações origem a existência de melhores caminhos para suas mensagens TCP/IP, de modo a permitir que as estações atualizem suas tabelas internas de roteamento para que as próximas mensagens utilizem o novo caminho.
Essa notificação é implementada por meio de:

Questão 48

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Um cibercriminoso envia para sua vítima um e-mail falso, em que se passa por uma instituição conhecida, informando que seu cadastro está irregular e que, para regularizá-lo, é necessário clicar no link presente no corpo do e-mail.
Esse tipo de falsificação de uma comunicação por e-mail é uma técnica conhecida como:

Questão 49

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 50

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Em relação à assinatura e à certificação digital, analise as afirmativas a seguir.

I. A assinatura digital não garante o sigilo das informações.
II. O certificado digital permite a identificação segura e inequívoca do autor de uma mensagem ou transação feita em meios eletrônicos.
III. A assinatura digital assegura a integridade da mensagem, ou seja, sempre que houver qualquer alteração, o destinatário terá como percebê-la.

Está correto o que se afirma em:

Questão 51

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Pode ser utilizado no sistema operacional Linux para listar o conteúdo do diretório corrente, de modo que seja possível conferir o tamanho e a data de criação de cada arquivo ou pasta, inclusive dos arquivos ocultos, o seguinte comando:

Questão 52

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
O sistema operacional Linux oferece várias ferramentas de linha de comando úteis para o dia a dia do administrador de sistemas. A ferramenta mais adequada para fazer o rastreamento das portas que estão abertas no sistema operacional é:

Questão 53

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
O hypervisor tipo I, ou nativo, executa diretamente sobre o hardware de uma máquina real e as máquinas virtuais operam sobre ele. São exemplos de hypervisor nativo:

Questão 54

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Uma organização precisa lançar rapidamente sua própria aplicação, que será desenvolvida em uma linguagem de programação de domínio público.
Para isso considera adotar um ambiente baseado na nuvem no qual seja possível desenvolver, testar, executar e gerenciar a aplicação, porém, delegando ao fornecedor da plataforma a responsabilidade de cuidar de toda a configuração necessária para o uso, como instalação de servidor de aplicação, sistema operacional, certificados, firewalls, e de atualizar e manter a infraestrutura.

Nesse contexto, o ambiente de computação em nuvem mais adequado é:

Questão 55

MPE/BA 2017 - FGV - Analista Técnico - Tecnologia
Em relação aos servidores de aplicação Java EE, analise as afirmativas a seguir.

I. Glassfish e Geronimo são servidores de aplicação open source.
II. O container web fornece toda a infraestrutura necessária para rodar os componentes JSP, JSF e Servlets.
III. JBoss é inadequado para aplicações distribuídas porque não implementa um container EJB.

Está correto o que se afirma em:

Questão 56

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1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 57

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1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 58

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O servidor web Apache é utilizado por diversas organizações em todo o mundo.
Em relação ao servidor HTTP Apache versão 2.4, o comando que pode ser utilizado para verificar se o arquivo de configuração principal httpd.conf NÃO contém erro de sintaxe de configuração é:

Questão 59

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1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 60

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A gestão da continuidade de negócios, segundo a norma ABNT NBR 15999, é um processo da organização que estabelece uma estrutura estratégica e operacional adequada para:

Questão 61

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Considere a dependência funcional
A -> B
para os atributos A e B de uma tabela T, de um banco de dados relacional, normalizada até a FN Boyce-Codd.

Sobre uma determinada instância I de T, é correto concluir que:

Questão 62

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Analise o diagrama a seguir.

Num banco de dados corretamente derivado desse diagrama, é correto afirmar que:

Questão 63

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Considere um banco de dados no qual tenham sido criadas e instanciadas duas tabelas, como mostrado a seguir.
 
create table T2(b1 int primary key, b2 int) 
create table T1(a1 int, a2 int,  
             constraint FK1 foreign key (a1)  
             references T2(b1)) 
 
insert into T2 values (1, 1) 
insert into T2 values (2, 1) 
insert into T1 values (1,2) 
insert into T1 values (2,2) 
 
O comando de inserção que provoca erro quando executado nesse banco de dados é:

Questão 64

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1
Considerando as tabelas R e S apresentadas anteriormente, o comando SQL
 
     select count(*) 
  from R, (select * from S where d=2) s 
 
resulta no número:

Questão 65

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1
Considerando as tabelas R e S apresentadas anteriormente, o resultado

seria obtido pela execução do comando SQL:

Questão 66

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1
Considere as tabelas R e S apresentadas anteriormente e o comando SQL a seguir.
 
     update R set a = NULL 
  where b >= (select max(d) from S) 
 
Após execução desse comando, os valores na coluna a da tabela 
R seriam, de cima para baixo:
    

Questão 67

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1
Considerando as tabelas R e S apresentadas anteriormente, o comando SQL

select a FROM R UNION ALL select d FROM S

produz um resultado que contém, além dos títulos:

Questão 68

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Comandos de manipulação de dados localizados no interior de triggers no SQL Server podem fazer uso de duas tabelas especiais denominadas inserted e deleted.

Considere as seguintes afirmativas sobre essas tabelas.
I. A tabela inserted contém cópias dos registros sendo inseridos (operação insert) na tabela objeto do trigger.
II. A tabela inserted contém cópias dos registros sendo alterados (operação update) na tabela objeto do trigger.
III. A tabela deleted contém cópias dos registros sendo alterados (operação update) na tabela objeto do trigger.
IV. A tabela deleted contém cópias dos registros sendo removidos (operação delete) na tabela objeto do trigger.

O número de alternativas corretas é:

Questão 69

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No MySQL 6, o valor do atributo engine que pode ser usado para a criação de tabelas Transaction-safe é:

Questão 70

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Considere a opção auto_increment, usada no MySQL quando da especificação de colunas de tabelas relacionais. No MS SQL Server, efeito semelhante pode ser obtido por meio da cláusula:



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