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CRP/MG 2019

Psicologo Fiscal

Questão 1

CRP/MG 2019 - FUMARC - Psicologo Fiscal
1
Lya Luft
 
 
Em todas as épocas houve quem desse esta exclamação: que tempos!
 
“A gente não entende mais nada” é outra. Mas as pessoas sempre querem
5
saber tudo, entender tudo, com preguiça de usar a sua própria maravilhosa imaginação. Corremos com o tempo, ou contra ele, para outra vida, para novos horizontes, em círculo nos lugares e pessoas que amamos, finalmente para o nada ou
 
para “um lugar melhor”, como se diz.
 
Não dá pra ver só o vazio no copo, na vida, no país, no horizonte. O jeito
 
é multiplicar o brilho dos afetos, o calor dos abraços.
 
“De repente, eu tenho oitenta anos”, comentou com ar de surpresa minha
10
mãe, antes que a enfermidade lhe roubasse a consciência de si e de nós. De repente, quem sabe, então, vão-se resolver nossas aflições civis de hoje, e as econômicas, e o sentimento de desamparo e confusão. E voltaremos a ser um país
 
simpático, um pouco malandro, quem sabe, mas não criminoso, não corrupto, não
 
destruidor do cotidiano digno ou possível de seus filhos.
 
“Vivemos tempos estranhos” é frase repetida em todos os níveis. Tempos
 
confusos, surpreendentes, cada dia uma chateação maior, uma confusão mais
15
elaborada, uma perplexidade mais pungente. (Ainda bem que nos salvamos com
 
novidades boas: os bebês que nascem, as crianças que começam a trotar naquele
 
encantador jeito só delas, os amigos que recuperam a saúde, a família que se
 
encontra, os amados distantes que se comunicam mais, o flamboyant delirando
 
em vermelhos surreais na rua.)
20
Nós, os incautos pagadores de contas, contadores de trocados e trocado-
 
res de emprego (ou simplesmente sem ele), não sabemos bem o que fazer. “Tá
 
tudo muito esquisito”, comentamos uns com os outros, alguns querendo ir embora,
 
outros querendo aguentar até que tudo melhore, porque é a terra da gente, e mui-
 
tos são, como esta que escreve, reis em sua zona de conforto.
25
Todos imaginamos, procuramos, uma solução, que parece impossível ou
 
distante.
 
Mas que está ruim está, todas as providências hoje nos deixam duvidosos,
 
e as festas andam sem o brilho de outros tempos, essa é a verdade. Onde estão
 
as ruas iluminadas numa competição de beleza em tantos bairros da cidade no
30
Natal, por exemplo? A gente pegava o carro para ver, de noite, toda aquela cintilação.
 
Hoje mal saímos de casa na noite escura.
 
Mas não dá pra ver só o vazio no copo, na vida, no país, no horizonte. O
 
jeito é multiplicar outro brilho, nos tempos tormentosos: o brilho dos afetos, o calor
 
dos abraços, a sinceridade na tolerância e o respeito pelas manias, esquisitices,
35
aflições alheias – porque é tempo de aflições. Dá algum trabalho manter a ciranda
 
emocional lubrificada e funcionando com certa mansidão, mas também traz um
 
enorme conforto, apesar da unhada eventual da mágoa, da saudade ou da preocupação – que, diga-se de passagem, é a inefugível marca das mães.
 
Complicado: se de um lado corre, de outro lado o rio parece se arrastar.
 
Depende do ângulo pelo qual olhamos, do quanto sobra no bolso antes do fim do
40
mês, depende do emprego seguro, da capacidade de alegria, depende de pessoas
 
decentes, depende de recursos, para que a grande engrenagem enferrujada volte
 
a funcionar, e o tempo seja de mais alegria e mais aconchego de uns com os
 
outros.
Sobre a constituição do texto, pode-se afirmar:

Questão 2

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1
Lya Luft
 
 
Em todas as épocas houve quem desse esta exclamação: que tempos!
 
“A gente não entende mais nada” é outra. Mas as pessoas sempre querem
5
saber tudo, entender tudo, com preguiça de usar a sua própria maravilhosa imaginação. Corremos com o tempo, ou contra ele, para outra vida, para novos horizontes, em círculo nos lugares e pessoas que amamos, finalmente para o nada ou
 
para “um lugar melhor”, como se diz.
 
Não dá pra ver só o vazio no copo, na vida, no país, no horizonte. O jeito
 
é multiplicar o brilho dos afetos, o calor dos abraços.
 
“De repente, eu tenho oitenta anos”, comentou com ar de surpresa minha
10
mãe, antes que a enfermidade lhe roubasse a consciência de si e de nós. De repente, quem sabe, então, vão-se resolver nossas aflições civis de hoje, e as econômicas, e o sentimento de desamparo e confusão. E voltaremos a ser um país
 
simpático, um pouco malandro, quem sabe, mas não criminoso, não corrupto, não
 
destruidor do cotidiano digno ou possível de seus filhos.
 
“Vivemos tempos estranhos” é frase repetida em todos os níveis. Tempos
 
confusos, surpreendentes, cada dia uma chateação maior, uma confusão mais
15
elaborada, uma perplexidade mais pungente. (Ainda bem que nos salvamos com
 
novidades boas: os bebês que nascem, as crianças que começam a trotar naquele
 
encantador jeito só delas, os amigos que recuperam a saúde, a família que se
 
encontra, os amados distantes que se comunicam mais, o flamboyant delirando
 
em vermelhos surreais na rua.)
20
Nós, os incautos pagadores de contas, contadores de trocados e trocado-
 
res de emprego (ou simplesmente sem ele), não sabemos bem o que fazer. “Tá
 
tudo muito esquisito”, comentamos uns com os outros, alguns querendo ir embora,
 
outros querendo aguentar até que tudo melhore, porque é a terra da gente, e mui-
 
tos são, como esta que escreve, reis em sua zona de conforto.
25
Todos imaginamos, procuramos, uma solução, que parece impossível ou
 
distante.
 
Mas que está ruim está, todas as providências hoje nos deixam duvidosos,
 
e as festas andam sem o brilho de outros tempos, essa é a verdade. Onde estão
 
as ruas iluminadas numa competição de beleza em tantos bairros da cidade no
30
Natal, por exemplo? A gente pegava o carro para ver, de noite, toda aquela cintilação.
 
Hoje mal saímos de casa na noite escura.
 
Mas não dá pra ver só o vazio no copo, na vida, no país, no horizonte. O
 
jeito é multiplicar outro brilho, nos tempos tormentosos: o brilho dos afetos, o calor
 
dos abraços, a sinceridade na tolerância e o respeito pelas manias, esquisitices,
35
aflições alheias – porque é tempo de aflições. Dá algum trabalho manter a ciranda
 
emocional lubrificada e funcionando com certa mansidão, mas também traz um
 
enorme conforto, apesar da unhada eventual da mágoa, da saudade ou da preocupação – que, diga-se de passagem, é a inefugível marca das mães.
 
Complicado: se de um lado corre, de outro lado o rio parece se arrastar.
 
Depende do ângulo pelo qual olhamos, do quanto sobra no bolso antes do fim do
40
mês, depende do emprego seguro, da capacidade de alegria, depende de pessoas
 
decentes, depende de recursos, para que a grande engrenagem enferrujada volte
 
a funcionar, e o tempo seja de mais alegria e mais aconchego de uns com os
 
outros.
As seguintes técnicas, com as finalidades indicadas, são usadas pelo autor na estruturação de seu texto, EXCETO:

Questão 3

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1
Lya Luft
 
 
Em todas as épocas houve quem desse esta exclamação: que tempos!
 
“A gente não entende mais nada” é outra. Mas as pessoas sempre querem
5
saber tudo, entender tudo, com preguiça de usar a sua própria maravilhosa imaginação. Corremos com o tempo, ou contra ele, para outra vida, para novos horizontes, em círculo nos lugares e pessoas que amamos, finalmente para o nada ou
 
para “um lugar melhor”, como se diz.
 
Não dá pra ver só o vazio no copo, na vida, no país, no horizonte. O jeito
 
é multiplicar o brilho dos afetos, o calor dos abraços.
 
“De repente, eu tenho oitenta anos”, comentou com ar de surpresa minha
10
mãe, antes que a enfermidade lhe roubasse a consciência de si e de nós. De repente, quem sabe, então, vão-se resolver nossas aflições civis de hoje, e as econômicas, e o sentimento de desamparo e confusão. E voltaremos a ser um país
 
simpático, um pouco malandro, quem sabe, mas não criminoso, não corrupto, não
 
destruidor do cotidiano digno ou possível de seus filhos.
 
“Vivemos tempos estranhos” é frase repetida em todos os níveis. Tempos
 
confusos, surpreendentes, cada dia uma chateação maior, uma confusão mais
15
elaborada, uma perplexidade mais pungente. (Ainda bem que nos salvamos com
 
novidades boas: os bebês que nascem, as crianças que começam a trotar naquele
 
encantador jeito só delas, os amigos que recuperam a saúde, a família que se
 
encontra, os amados distantes que se comunicam mais, o flamboyant delirando
 
em vermelhos surreais na rua.)
20
Nós, os incautos pagadores de contas, contadores de trocados e trocado-
 
res de emprego (ou simplesmente sem ele), não sabemos bem o que fazer. “Tá
 
tudo muito esquisito”, comentamos uns com os outros, alguns querendo ir embora,
 
outros querendo aguentar até que tudo melhore, porque é a terra da gente, e mui-
 
tos são, como esta que escreve, reis em sua zona de conforto.
25
Todos imaginamos, procuramos, uma solução, que parece impossível ou
 
distante.
 
Mas que está ruim está, todas as providências hoje nos deixam duvidosos,
 
e as festas andam sem o brilho de outros tempos, essa é a verdade. Onde estão
 
as ruas iluminadas numa competição de beleza em tantos bairros da cidade no
30
Natal, por exemplo? A gente pegava o carro para ver, de noite, toda aquela cintilação.
 
Hoje mal saímos de casa na noite escura.
 
Mas não dá pra ver só o vazio no copo, na vida, no país, no horizonte. O
 
jeito é multiplicar outro brilho, nos tempos tormentosos: o brilho dos afetos, o calor
 
dos abraços, a sinceridade na tolerância e o respeito pelas manias, esquisitices,
35
aflições alheias – porque é tempo de aflições. Dá algum trabalho manter a ciranda
 
emocional lubrificada e funcionando com certa mansidão, mas também traz um
 
enorme conforto, apesar da unhada eventual da mágoa, da saudade ou da preocupação – que, diga-se de passagem, é a inefugível marca das mães.
 
Complicado: se de um lado corre, de outro lado o rio parece se arrastar.
 
Depende do ângulo pelo qual olhamos, do quanto sobra no bolso antes do fim do
40
mês, depende do emprego seguro, da capacidade de alegria, depende de pessoas
 
decentes, depende de recursos, para que a grande engrenagem enferrujada volte
 
a funcionar, e o tempo seja de mais alegria e mais aconchego de uns com os
 
outros.
Há interlocução entre locutor e locutário, EXCETO em

Questão 4

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Em: “[...]depende de recursos, para que a grande engrenagem enferrujada volte a funcionar, e o tempo seja de mais alegria e mais aconchego de uns com os outros.”, o verbo destacado está flexionado no

Questão 5

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O articulador sintático pode ser substituído ADEQUADAMENTE pela palavra ou expressão indicada entre parênteses em:

Questão 6

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Em: “Nós, os incautos pagadores de contas, contadores de trocados e trocadores de emprego (ou simplesmente sem ele), não sabemos bem o que fazer.” O termo destacado é

Questão 7

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Na frase: “Corremos com o tempo, ou contra ele, para outra vida, para novos horizontes, em círculo nos lugares e pessoas que amamos, finalmente para o nada ou para “um lugar melhor”, como se diz,”. nada é

Questão 8

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Tendo como referência a Resolução CFP nº 09/2018, de 25 de abril de 2018, NÃO é correto afirmar:

Questão 9

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Considerando a Resolução do CFP nº 11, de 11 de maio de 2018, que regulamenta a prestação de serviços psicológicos realizados por meios de tecnologias da informação e da comunicação, NÃO está correto o que indica a alternativa:

Questão 10

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A psicóloga Maria foi convidada para ser perita de um caso de impedimento de um jovem de 27 anos de idade por transtorno mental. No andamento do processo, ficou sabendo que um primo do paciente, diretamente envolvido no caso, foi seu colega de infância, porém, nos dias atuais, eles não tinham uma convivência diária. Considerando o caso descrito, é CORRETO afirmar:

Questão 11

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São princípios norteadores das práticas do psicólogo no Centro de Referência de Assistência Social-CRAS, EXCETO:

Questão 12

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Com relação às diretrizes básicas para a realização de avaliação psicológica no exercício profissional do psicólogo e de acordo com a Resolução nº 9 de 25/04/2018, NÃO está correto o que se afirma em:

Questão 13

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A psicóloga Ana recebeu para atendimento um homem de 45 anos que foi interditado desde os 30 anos de idade. Após alguns atendimentos, Ana procurou o responsável legal para obter autorização para a continuidade dos atendimentos. Como o responsável não a procurou, ela deu prosseguimento ao tratamento. Conforme o Código de Ética do Psicólogo, é CORRETO afirmar:

Questão 14

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O Conselho Federal de Psicologia, através de Resolução 001/99, estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da Orientação Sexual. Conforme essa Resolução, o psicólogo, quando demandado por um paciente homossexual, deverá

Questão 15

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De acordo com a Resolução do CFP sobre normas de atuação do psicólogo em relação ao preconceito e à discriminação racial, NÃO é correto afirmar que o psicólogo

Questão 16

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» Esta questão foi anulada pela banca.
Segundo a Resolução nº 06/2019 do Conselho Federal de Psicologia, o psicólogo, no exercício profissional, é responsável pela elaboração de documentos. Sobre essa atividade, analise as afirmativas a seguir.

I. Os documentos psicológicos escritos resultantes da prestação de serviços psicológicos devem considerar a natureza dinâmica, definitiva e cristalizada do fenômeno psicológico.
II. Os documentos psicológicos não devem apresentar descrições literais dos atendimentos realizados, salvo quando tais descrições se justifiquem tecnicamente.
III. Os documentos psicológicos devem ser escritos de forma impessoal, na terceira pessoa, com coerência que expresse a ordenação de ideias e a interdependência dos diferentes itens da estrutura do documento.

Está CORRETO apenas o que se afirma em:

Questão 17

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Conforme Resolução nº 06/2019 do Conselho Federal de Psicologia, constituem modalidades de documentos psicológicos, EXCETO:

Questão 18

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Pedro é psicólogo no Centro de Saúde e foi solicitado pelo pai de uma paciente antiga, que entrasse em contato com ela, menor de idade. O pai solicitou que Pedro, como psicólogo, atendesse sua filha, na medida em que ela estava em sofrimento psíquico, em decorrência de uma doença crônica, que a deixou hospitalizada. Por estar em litígio com a mãe da menor, o pai estava impedido de acompanhar a filha nos procedimentos médicos de internação e tratamento. Pedro atendeu a paciente e redigiu um documento que será anexado ao processo dos pais. Conforme a Resolução 06/2019 do Conselho Federal de Psicologia, Pedro deverá redigir

Questão 19

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De acordo com o Código de Ética Profissional do Psicólogo, é procedimento INCORRETO:

Questão 20

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» Esta questão foi anulada pela banca.
O ato de dirigir é complexo, envolve diversas competências, habilidades e atitudes, e requer do motorista um bom nível de maturidade emocional e capacidade intelectual, que lhe permitem interpretar estímulos e reagir estrategicamente no trânsito. Assim, a avaliação psicológica tem por finalidade contribuir para promover a segurança dos motoristas, já que o psicólogo é um dos responsáveis pela liberação do candidato para a direção de veículos automotores.

De acordo com Resolução CFP n° 01/2019, que dispõe acerca do trabalho do psicólogo na avaliação psicológica de candidatos à Carteira Nacional de Habilitação e Condutores de veículos automotores, análise as afirmativas a seguir.

I. Na perícia psicológica realizada no contexto do trânsito, a entrevista tem caráter individual e opcional.
II. O psicólogo deverá obter informações a respeito do histórico dos candidatos com relação a acidentes de trânsito e opiniões sobre cidadania e mobilidade humana e urbana.
III. O psicólogo deverá solicitar indicação e aprovação do CFP dos testes psicológicos que serão utilizados na Perícia Psicológica.
IV. Antes da aplicação dos testes psicológicos, deve ser estabelecido o rapport, como parte integrante da I perícia psicológica.
V. Em casos de pessoas com deficiência, a perícia psicológica deve ser realizada considerando os aspectos de funcionalidade dos candidatos.

Está CORRETO apenas o que se afirma em:

Questão 21

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São atribuições dos Psicólogos Agentes de Orientação e Fiscalização, representantes legais do CRP e porta-vozes da política de atuação da entidade, EXCETO:

Questão 22

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Em uma situação de trabalho com grupos de jovens na comunidade, um dos jovens abordou o psicólogo Mauro, e pediu para falar com ele reservadamente. Na conversa, contou que vendia drogas para sustento próprio e de seus pais. Disse também que, mesmo não continuando com essa prática, alguns membros do grupo tinham conhecimento do fato e pediam para que ele fornecesse drogas para eles. Sem saber o que fazer, o jovem pede sigilo ao psicólogo e solicita que não conte a situação para ninguém do grupo.

Diante dessa situação e tendo como referência o Código de Ética do Psicólogo, é CORRETO afirmar que o psicólogo

Questão 23

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A entrevista inicial é uma técnica utilizada para a preparação do psicodiagnóstico, caracterizada pela realização de uma entrevista semidirigida. No que concerne à entrevista inicial, é CORRETO afirmar:

Questão 24

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O novo paradigma de saúde nos leva a pensar em saúde considerando aspectos mais abrangentes da vida das pessoas, ou seja, como as pessoas se relacionam com o mundo, construindo e transformando as suas realidades, e os mecanismos psíquicos que encontram para se construírem, se transformarem e viverem melhor. Com relação à atuação do psicólogo na Atenção Básica à Saúde, NÃO é correto afirmar:

Questão 25

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A criminalidade entre adolescentes é uma temática atual e relevante a ponto de ter sido incluída na agenda nacional de prioridades de pesquisa em saúde (BRASIL, 2005). O assunto da violência juvenil ganha contornos de gravidade, em diferentes estudos de diversas áreas como Direito, Psicologia, Educação dentre outras. A Justiça Restaurativa tem sido uma prática utilizada para enfrentar dificuldades encontradas no sistema Socioeducativo.

A Justiça Restaurativa é caracterizada, especialmente, por

Questão 26

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Com relação à Psicologia Social, NÃO é correto afirmar:

Questão 27

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A psicóloga Joana foi convocada para trabalhar em uma situação emergencial, quando da queda da barragem em Minas Gerais, em que se configurava um acidente. Com relação a essa situação, analise as afirmativas a seguir:

I. Joana atrelou sua presença ao pagamento de horas-extras.
II. Joana se apresentou no local solicitado, atendendo a demanda.
III. Joana condicionou sua participação ao recebimento de alguma vantagem, como abono de férias ou contagem de dias para o banco de horas.

Está CORRETO apenas o que se afirma em:

Questão 28

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Com relação à psicologia da saúde, seus fundamentos e práticas, é CORRETO afirmar:

Questão 29

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Desde 2001, o Ministério da Saúde propõe como uma de suas políticas prioritárias para o campo da saúde mental a sua inserção na atenção básica. Com relação a este tema, é CORRETO afirmar:

Questão 30

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A Psicologia alcança, com as políticas públicas, não apenas o atendimento ao cidadão, como também passa a contribuir para a formulação e implementação das políticas. NÃO está correto o que se afirma em:



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