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UNESP - Campus de Bauru - FE 2013

Analista de Informática II

Questão 1

UNESP - Campus de Bauru - FE 2013 - VUNESP - Analista de Informática II
1
Aparentemente, o título deste artigo não faria nenhum sen-
 
tido, considerando a época em que vivemos, na qual a pesquisa
 
científica goza de uma ampla liberdade, garantida por universi-
 
dades e institutos de pesquisa. Vai longe o tempo em que Gior-
5
dano Bruno e Galileu foram condenados à morte.
 
No entanto, a liberdade de que goza a pesquisa científica
 
vem tendo um contraponto na utilização pelo Estado dos produ-
 
tos dessa mesma pesquisa. Isso é especialmente visível no uso da
 
ciência por políticas públicas de saúde. Resultados de pesquisas,
10
ou mesmo hipóteses não verificadas, são utilizados como ins-
 
trumentos de ações governamentais, como se assim estivessem
 
justificados.
 
Tais ações públicas estão particularmente presentes nas po-
 
líticas conduzidas contra alimentos gordurosos e bebidas açuca-
15
radas. Governos arrogam-se direitos de intervenção na vida dos
 
cidadãos, supostamente amparados no conhecimento científico.
 
É próprio do progresso científico que seus resultados sejam
 
tornados públicos, vindo a balizar a vida das pessoas se elas op-
 
tarem por seguir esse conhecimento adquirido. Mas uma coisa é
20
as pessoas, de posse de certos conhecimentos, optarem por não
 
consumir determinado produto por considerá-lo prejudicial à sua
 
saúde. Nesse sentido, seria função do Estado informar os cida-
 
dãos sobre os malefícios reais ou prováveis do consumo de tais
 
produtos. Outra, muito diferente, é o Estado impor determinadas
25
condutas restritivas da liberdade de escolha, em nome de um co-
 
nhecimento científico apropriado pelo governo com vista a seus
 
fins específicos.
 
Consequentemente, estaríamos diante de algo extremamente
 
perigoso, a saber, a administração “científica” da vida. Cidadãos
30
administrados são cidadãos tutelados, incapazes de discernir por
 
si mesmos o que é “bom” para eles.
 
A pior administração é a que se diz “verdadeira”, “científi-
 
ca”, como se coubesse ao Estado optar no lugar dos cidadãos. Ci-
 
dadãos administrados cientificamente tendem a se tornar servos
35
do Estado. A eles é reservado um lugar específico, o de serem
 
destituídos do conhecimento “verdadeiro”, esse que lhes é im-
 
posto à sua revelia.
 
A comunidade científica, à medida que avança no terreno do
 
político, começa a abandonar o seu terreno próprio, vindo a se
40
tornar uma parte do problema, em vez de poder ser um elemen-
 
to de sua solução. Melhor fariam os cientistas em avançar em
 
suas pesquisas, mostrando, por exemplo, os elementos e produ-
 
tos eventualmente prejudiciais à saúde dos indivíduos. Não lhes
 
compete uma conduta de “cruzados” pelo controle “científico”
45
dos cidadãos.
 
Cidadãos devem ser informados, não tutelados. A sua liber-
 
dade de escolha deve ser, antes de tudo, preservada, tratando-se
 
de um direito fundamental do ser humano.
(Denis Lerrer Rosenfield, www.estadao.com.br, 25.03.2013. Adaptado)
De acordo com o autor,

Questão 2

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1
Aparentemente, o título deste artigo não faria nenhum sen-
 
tido, considerando a época em que vivemos, na qual a pesquisa
 
científica goza de uma ampla liberdade, garantida por universi-
 
dades e institutos de pesquisa. Vai longe o tempo em que Gior-
5
dano Bruno e Galileu foram condenados à morte.
 
No entanto, a liberdade de que goza a pesquisa científica
 
vem tendo um contraponto na utilização pelo Estado dos produ-
 
tos dessa mesma pesquisa. Isso é especialmente visível no uso da
 
ciência por políticas públicas de saúde. Resultados de pesquisas,
10
ou mesmo hipóteses não verificadas, são utilizados como ins-
 
trumentos de ações governamentais, como se assim estivessem
 
justificados.
 
Tais ações públicas estão particularmente presentes nas po-
 
líticas conduzidas contra alimentos gordurosos e bebidas açuca-
15
radas. Governos arrogam-se direitos de intervenção na vida dos
 
cidadãos, supostamente amparados no conhecimento científico.
 
É próprio do progresso científico que seus resultados sejam
 
tornados públicos, vindo a balizar a vida das pessoas se elas op-
 
tarem por seguir esse conhecimento adquirido. Mas uma coisa é
20
as pessoas, de posse de certos conhecimentos, optarem por não
 
consumir determinado produto por considerá-lo prejudicial à sua
 
saúde. Nesse sentido, seria função do Estado informar os cida-
 
dãos sobre os malefícios reais ou prováveis do consumo de tais
 
produtos. Outra, muito diferente, é o Estado impor determinadas
25
condutas restritivas da liberdade de escolha, em nome de um co-
 
nhecimento científico apropriado pelo governo com vista a seus
 
fins específicos.
 
Consequentemente, estaríamos diante de algo extremamente
 
perigoso, a saber, a administração “científica” da vida. Cidadãos
30
administrados são cidadãos tutelados, incapazes de discernir por
 
si mesmos o que é “bom” para eles.
 
A pior administração é a que se diz “verdadeira”, “científi-
 
ca”, como se coubesse ao Estado optar no lugar dos cidadãos. Ci-
 
dadãos administrados cientificamente tendem a se tornar servos
35
do Estado. A eles é reservado um lugar específico, o de serem
 
destituídos do conhecimento “verdadeiro”, esse que lhes é im-
 
posto à sua revelia.
 
A comunidade científica, à medida que avança no terreno do
 
político, começa a abandonar o seu terreno próprio, vindo a se
40
tornar uma parte do problema, em vez de poder ser um elemen-
 
to de sua solução. Melhor fariam os cientistas em avançar em
 
suas pesquisas, mostrando, por exemplo, os elementos e produ-
 
tos eventualmente prejudiciais à saúde dos indivíduos. Não lhes
 
compete uma conduta de “cruzados” pelo controle “científico”
45
dos cidadãos.
 
Cidadãos devem ser informados, não tutelados. A sua liber-
 
dade de escolha deve ser, antes de tudo, preservada, tratando-se
 
de um direito fundamental do ser humano.
(Denis Lerrer Rosenfield, www.estadao.com.br, 25.03.2013. Adaptado)
Na opinião do autor, a comunidade científica deve

Questão 3

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1
Aparentemente, o título deste artigo não faria nenhum sen-
 
tido, considerando a época em que vivemos, na qual a pesquisa
 
científica goza de uma ampla liberdade, garantida por universi-
 
dades e institutos de pesquisa. Vai longe o tempo em que Gior-
5
dano Bruno e Galileu foram condenados à morte.
 
No entanto, a liberdade de que goza a pesquisa científica
 
vem tendo um contraponto na utilização pelo Estado dos produ-
 
tos dessa mesma pesquisa. Isso é especialmente visível no uso da
 
ciência por políticas públicas de saúde. Resultados de pesquisas,
10
ou mesmo hipóteses não verificadas, são utilizados como ins-
 
trumentos de ações governamentais, como se assim estivessem
 
justificados.
 
Tais ações públicas estão particularmente presentes nas po-
 
líticas conduzidas contra alimentos gordurosos e bebidas açuca-
15
radas. Governos arrogam-se direitos de intervenção na vida dos
 
cidadãos, supostamente amparados no conhecimento científico.
 
É próprio do progresso científico que seus resultados sejam
 
tornados públicos, vindo a balizar a vida das pessoas se elas op-
 
tarem por seguir esse conhecimento adquirido. Mas uma coisa é
20
as pessoas, de posse de certos conhecimentos, optarem por não
 
consumir determinado produto por considerá-lo prejudicial à sua
 
saúde. Nesse sentido, seria função do Estado informar os cida-
 
dãos sobre os malefícios reais ou prováveis do consumo de tais
 
produtos. Outra, muito diferente, é o Estado impor determinadas
25
condutas restritivas da liberdade de escolha, em nome de um co-
 
nhecimento científico apropriado pelo governo com vista a seus
 
fins específicos.
 
Consequentemente, estaríamos diante de algo extremamente
 
perigoso, a saber, a administração “científica” da vida. Cidadãos
30
administrados são cidadãos tutelados, incapazes de discernir por
 
si mesmos o que é “bom” para eles.
 
A pior administração é a que se diz “verdadeira”, “científi-
 
ca”, como se coubesse ao Estado optar no lugar dos cidadãos. Ci-
 
dadãos administrados cientificamente tendem a se tornar servos
35
do Estado. A eles é reservado um lugar específico, o de serem
 
destituídos do conhecimento “verdadeiro”, esse que lhes é im-
 
posto à sua revelia.
 
A comunidade científica, à medida que avança no terreno do
 
político, começa a abandonar o seu terreno próprio, vindo a se
40
tornar uma parte do problema, em vez de poder ser um elemen-
 
to de sua solução. Melhor fariam os cientistas em avançar em
 
suas pesquisas, mostrando, por exemplo, os elementos e produ-
 
tos eventualmente prejudiciais à saúde dos indivíduos. Não lhes
 
compete uma conduta de “cruzados” pelo controle “científico”
45
dos cidadãos.
 
Cidadãos devem ser informados, não tutelados. A sua liber-
 
dade de escolha deve ser, antes de tudo, preservada, tratando-se
 
de um direito fundamental do ser humano.
(Denis Lerrer Rosenfield, www.estadao.com.br, 25.03.2013. Adaptado)
Na frase do quinto parágrafo – Cidadãos administrados são cidadãos tutelados, incapazes de discernir por si mesmos o que é “bom” para eles. – o termo em negrito tem sentido equivalente a

Questão 4

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Aparentemente, o título deste artigo não faria nenhum sen-
 
tido, considerando a época em que vivemos, na qual a pesquisa
 
científica goza de uma ampla liberdade, garantida por universi-
 
dades e institutos de pesquisa. Vai longe o tempo em que Gior-
5
dano Bruno e Galileu foram condenados à morte.
 
No entanto, a liberdade de que goza a pesquisa científica
 
vem tendo um contraponto na utilização pelo Estado dos produ-
 
tos dessa mesma pesquisa. Isso é especialmente visível no uso da
 
ciência por políticas públicas de saúde. Resultados de pesquisas,
10
ou mesmo hipóteses não verificadas, são utilizados como ins-
 
trumentos de ações governamentais, como se assim estivessem
 
justificados.
 
Tais ações públicas estão particularmente presentes nas po-
 
líticas conduzidas contra alimentos gordurosos e bebidas açuca-
15
radas. Governos arrogam-se direitos de intervenção na vida dos
 
cidadãos, supostamente amparados no conhecimento científico.
 
É próprio do progresso científico que seus resultados sejam
 
tornados públicos, vindo a balizar a vida das pessoas se elas op-
 
tarem por seguir esse conhecimento adquirido. Mas uma coisa é
20
as pessoas, de posse de certos conhecimentos, optarem por não
 
consumir determinado produto por considerá-lo prejudicial à sua
 
saúde. Nesse sentido, seria função do Estado informar os cida-
 
dãos sobre os malefícios reais ou prováveis do consumo de tais
 
produtos. Outra, muito diferente, é o Estado impor determinadas
25
condutas restritivas da liberdade de escolha, em nome de um co-
 
nhecimento científico apropriado pelo governo com vista a seus
 
fins específicos.
 
Consequentemente, estaríamos diante de algo extremamente
 
perigoso, a saber, a administração “científica” da vida. Cidadãos
30
administrados são cidadãos tutelados, incapazes de discernir por
 
si mesmos o que é “bom” para eles.
 
A pior administração é a que se diz “verdadeira”, “científi-
 
ca”, como se coubesse ao Estado optar no lugar dos cidadãos. Ci-
 
dadãos administrados cientificamente tendem a se tornar servos
35
do Estado. A eles é reservado um lugar específico, o de serem
 
destituídos do conhecimento “verdadeiro”, esse que lhes é im-
 
posto à sua revelia.
 
A comunidade científica, à medida que avança no terreno do
 
político, começa a abandonar o seu terreno próprio, vindo a se
40
tornar uma parte do problema, em vez de poder ser um elemen-
 
to de sua solução. Melhor fariam os cientistas em avançar em
 
suas pesquisas, mostrando, por exemplo, os elementos e produ-
 
tos eventualmente prejudiciais à saúde dos indivíduos. Não lhes
 
compete uma conduta de “cruzados” pelo controle “científico”
45
dos cidadãos.
 
Cidadãos devem ser informados, não tutelados. A sua liber-
 
dade de escolha deve ser, antes de tudo, preservada, tratando-se
 
de um direito fundamental do ser humano.
(Denis Lerrer Rosenfield, www.estadao.com.br, 25.03.2013. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo em negrito é empregado, no texto, com sentido metafórico.

Questão 5

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Aparentemente, o título deste artigo não faria nenhum sen-
 
tido, considerando a época em que vivemos, na qual a pesquisa
 
científica goza de uma ampla liberdade, garantida por universi-
 
dades e institutos de pesquisa. Vai longe o tempo em que Gior-
5
dano Bruno e Galileu foram condenados à morte.
 
No entanto, a liberdade de que goza a pesquisa científica
 
vem tendo um contraponto na utilização pelo Estado dos produ-
 
tos dessa mesma pesquisa. Isso é especialmente visível no uso da
 
ciência por políticas públicas de saúde. Resultados de pesquisas,
10
ou mesmo hipóteses não verificadas, são utilizados como ins-
 
trumentos de ações governamentais, como se assim estivessem
 
justificados.
 
Tais ações públicas estão particularmente presentes nas po-
 
líticas conduzidas contra alimentos gordurosos e bebidas açuca-
15
radas. Governos arrogam-se direitos de intervenção na vida dos
 
cidadãos, supostamente amparados no conhecimento científico.
 
É próprio do progresso científico que seus resultados sejam
 
tornados públicos, vindo a balizar a vida das pessoas se elas op-
 
tarem por seguir esse conhecimento adquirido. Mas uma coisa é
20
as pessoas, de posse de certos conhecimentos, optarem por não
 
consumir determinado produto por considerá-lo prejudicial à sua
 
saúde. Nesse sentido, seria função do Estado informar os cida-
 
dãos sobre os malefícios reais ou prováveis do consumo de tais
 
produtos. Outra, muito diferente, é o Estado impor determinadas
25
condutas restritivas da liberdade de escolha, em nome de um co-
 
nhecimento científico apropriado pelo governo com vista a seus
 
fins específicos.
 
Consequentemente, estaríamos diante de algo extremamente
 
perigoso, a saber, a administração “científica” da vida. Cidadãos
30
administrados são cidadãos tutelados, incapazes de discernir por
 
si mesmos o que é “bom” para eles.
 
A pior administração é a que se diz “verdadeira”, “científi-
 
ca”, como se coubesse ao Estado optar no lugar dos cidadãos. Ci-
 
dadãos administrados cientificamente tendem a se tornar servos
35
do Estado. A eles é reservado um lugar específico, o de serem
 
destituídos do conhecimento “verdadeiro”, esse que lhes é im-
 
posto à sua revelia.
 
A comunidade científica, à medida que avança no terreno do
 
político, começa a abandonar o seu terreno próprio, vindo a se
40
tornar uma parte do problema, em vez de poder ser um elemen-
 
to de sua solução. Melhor fariam os cientistas em avançar em
 
suas pesquisas, mostrando, por exemplo, os elementos e produ-
 
tos eventualmente prejudiciais à saúde dos indivíduos. Não lhes
 
compete uma conduta de “cruzados” pelo controle “científico”
45
dos cidadãos.
 
Cidadãos devem ser informados, não tutelados. A sua liber-
 
dade de escolha deve ser, antes de tudo, preservada, tratando-se
 
de um direito fundamental do ser humano.
(Denis Lerrer Rosenfield, www.estadao.com.br, 25.03.2013. Adaptado)
A frase retirada do texto que se mantém correta após o acréscimo das vírgulas é:

Questão 6

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Aparentemente, o título deste artigo não faria nenhum sen-
 
tido, considerando a época em que vivemos, na qual a pesquisa
 
científica goza de uma ampla liberdade, garantida por universi-
 
dades e institutos de pesquisa. Vai longe o tempo em que Gior-
5
dano Bruno e Galileu foram condenados à morte.
 
No entanto, a liberdade de que goza a pesquisa científica
 
vem tendo um contraponto na utilização pelo Estado dos produ-
 
tos dessa mesma pesquisa. Isso é especialmente visível no uso da
 
ciência por políticas públicas de saúde. Resultados de pesquisas,
10
ou mesmo hipóteses não verificadas, são utilizados como ins-
 
trumentos de ações governamentais, como se assim estivessem
 
justificados.
 
Tais ações públicas estão particularmente presentes nas po-
 
líticas conduzidas contra alimentos gordurosos e bebidas açuca-
15
radas. Governos arrogam-se direitos de intervenção na vida dos
 
cidadãos, supostamente amparados no conhecimento científico.
 
É próprio do progresso científico que seus resultados sejam
 
tornados públicos, vindo a balizar a vida das pessoas se elas op-
 
tarem por seguir esse conhecimento adquirido. Mas uma coisa é
20
as pessoas, de posse de certos conhecimentos, optarem por não
 
consumir determinado produto por considerá-lo prejudicial à sua
 
saúde. Nesse sentido, seria função do Estado informar os cida-
 
dãos sobre os malefícios reais ou prováveis do consumo de tais
 
produtos. Outra, muito diferente, é o Estado impor determinadas
25
condutas restritivas da liberdade de escolha, em nome de um co-
 
nhecimento científico apropriado pelo governo com vista a seus
 
fins específicos.
 
Consequentemente, estaríamos diante de algo extremamente
 
perigoso, a saber, a administração “científica” da vida. Cidadãos
30
administrados são cidadãos tutelados, incapazes de discernir por
 
si mesmos o que é “bom” para eles.
 
A pior administração é a que se diz “verdadeira”, “científi-
 
ca”, como se coubesse ao Estado optar no lugar dos cidadãos. Ci-
 
dadãos administrados cientificamente tendem a se tornar servos
35
do Estado. A eles é reservado um lugar específico, o de serem
 
destituídos do conhecimento “verdadeiro”, esse que lhes é im-
 
posto à sua revelia.
 
A comunidade científica, à medida que avança no terreno do
 
político, começa a abandonar o seu terreno próprio, vindo a se
40
tornar uma parte do problema, em vez de poder ser um elemen-
 
to de sua solução. Melhor fariam os cientistas em avançar em
 
suas pesquisas, mostrando, por exemplo, os elementos e produ-
 
tos eventualmente prejudiciais à saúde dos indivíduos. Não lhes
 
compete uma conduta de “cruzados” pelo controle “científico”
45
dos cidadãos.
 
Cidadãos devem ser informados, não tutelados. A sua liber-
 
dade de escolha deve ser, antes de tudo, preservada, tratando-se
 
de um direito fundamental do ser humano.
(Denis Lerrer Rosenfield, www.estadao.com.br, 25.03.2013. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase que conclui o texto – A sua liberdade de escolha deve ser, antes de tudo, preservada, tratando-se de um direito fundamental do ser humano. – está reescrita sem alteração de sentido.

A sua liberdade de escolha deve ser, antes de tudo, preservada,...

Questão 7

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1
Aparentemente, o título deste artigo não faria nenhum sen-
 
tido, considerando a época em que vivemos, na qual a pesquisa
 
científica goza de uma ampla liberdade, garantida por universi-
 
dades e institutos de pesquisa. Vai longe o tempo em que Gior-
5
dano Bruno e Galileu foram condenados à morte.
 
No entanto, a liberdade de que goza a pesquisa científica
 
vem tendo um contraponto na utilização pelo Estado dos produ-
 
tos dessa mesma pesquisa. Isso é especialmente visível no uso da
 
ciência por políticas públicas de saúde. Resultados de pesquisas,
10
ou mesmo hipóteses não verificadas, são utilizados como ins-
 
trumentos de ações governamentais, como se assim estivessem
 
justificados.
 
Tais ações públicas estão particularmente presentes nas po-
 
líticas conduzidas contra alimentos gordurosos e bebidas açuca-
15
radas. Governos arrogam-se direitos de intervenção na vida dos
 
cidadãos, supostamente amparados no conhecimento científico.
 
É próprio do progresso científico que seus resultados sejam
 
tornados públicos, vindo a balizar a vida das pessoas se elas op-
 
tarem por seguir esse conhecimento adquirido. Mas uma coisa é
20
as pessoas, de posse de certos conhecimentos, optarem por não
 
consumir determinado produto por considerá-lo prejudicial à sua
 
saúde. Nesse sentido, seria função do Estado informar os cida-
 
dãos sobre os malefícios reais ou prováveis do consumo de tais
 
produtos. Outra, muito diferente, é o Estado impor determinadas
25
condutas restritivas da liberdade de escolha, em nome de um co-
 
nhecimento científico apropriado pelo governo com vista a seus
 
fins específicos.
 
Consequentemente, estaríamos diante de algo extremamente
 
perigoso, a saber, a administração “científica” da vida. Cidadãos
30
administrados são cidadãos tutelados, incapazes de discernir por
 
si mesmos o que é “bom” para eles.
 
A pior administração é a que se diz “verdadeira”, “científi-
 
ca”, como se coubesse ao Estado optar no lugar dos cidadãos. Ci-
 
dadãos administrados cientificamente tendem a se tornar servos
35
do Estado. A eles é reservado um lugar específico, o de serem
 
destituídos do conhecimento “verdadeiro”, esse que lhes é im-
 
posto à sua revelia.
 
A comunidade científica, à medida que avança no terreno do
 
político, começa a abandonar o seu terreno próprio, vindo a se
40
tornar uma parte do problema, em vez de poder ser um elemen-
 
to de sua solução. Melhor fariam os cientistas em avançar em
 
suas pesquisas, mostrando, por exemplo, os elementos e produ-
 
tos eventualmente prejudiciais à saúde dos indivíduos. Não lhes
 
compete uma conduta de “cruzados” pelo controle “científico”
45
dos cidadãos.
 
Cidadãos devem ser informados, não tutelados. A sua liber-
 
dade de escolha deve ser, antes de tudo, preservada, tratando-se
 
de um direito fundamental do ser humano.
(Denis Lerrer Rosenfield, www.estadao.com.br, 25.03.2013. Adaptado)
Observe as passagens do quarto parágrafo.
•   [...] se elas optarem por seguir esse conhecimento adquirido.
•   Mas uma coisa é as pessoas [...] optarem por não consumir determinado produto...
•   Nesse sentido, seria função do Estado  informar os cidadãos sobre os malefícios reais ou prováveis do consumo de tais produtos.

Considerando a regência padrão dos verbos seguir, consumir e informar e o sentido com que são empregados nas passagens do texto, assinale a alternativa em que as expressões em negrito estão, correta e respectivamente, substituídas por pronomes.

Questão 8

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Aparentemente, o título deste artigo não faria nenhum sen-
 
tido, considerando a época em que vivemos, na qual a pesquisa
 
científica goza de uma ampla liberdade, garantida por universi-
 
dades e institutos de pesquisa. Vai longe o tempo em que Gior-
5
dano Bruno e Galileu foram condenados à morte.
 
No entanto, a liberdade de que goza a pesquisa científica
 
vem tendo um contraponto na utilização pelo Estado dos produ-
 
tos dessa mesma pesquisa. Isso é especialmente visível no uso da
 
ciência por políticas públicas de saúde. Resultados de pesquisas,
10
ou mesmo hipóteses não verificadas, são utilizados como ins-
 
trumentos de ações governamentais, como se assim estivessem
 
justificados.
 
Tais ações públicas estão particularmente presentes nas po-
 
líticas conduzidas contra alimentos gordurosos e bebidas açuca-
15
radas. Governos arrogam-se direitos de intervenção na vida dos
 
cidadãos, supostamente amparados no conhecimento científico.
 
É próprio do progresso científico que seus resultados sejam
 
tornados públicos, vindo a balizar a vida das pessoas se elas op-
 
tarem por seguir esse conhecimento adquirido. Mas uma coisa é
20
as pessoas, de posse de certos conhecimentos, optarem por não
 
consumir determinado produto por considerá-lo prejudicial à sua
 
saúde. Nesse sentido, seria função do Estado informar os cida-
 
dãos sobre os malefícios reais ou prováveis do consumo de tais
 
produtos. Outra, muito diferente, é o Estado impor determinadas
25
condutas restritivas da liberdade de escolha, em nome de um co-
 
nhecimento científico apropriado pelo governo com vista a seus
 
fins específicos.
 
Consequentemente, estaríamos diante de algo extremamente
 
perigoso, a saber, a administração “científica” da vida. Cidadãos
30
administrados são cidadãos tutelados, incapazes de discernir por
 
si mesmos o que é “bom” para eles.
 
A pior administração é a que se diz “verdadeira”, “científi-
 
ca”, como se coubesse ao Estado optar no lugar dos cidadãos. Ci-
 
dadãos administrados cientificamente tendem a se tornar servos
35
do Estado. A eles é reservado um lugar específico, o de serem
 
destituídos do conhecimento “verdadeiro”, esse que lhes é im-
 
posto à sua revelia.
 
A comunidade científica, à medida que avança no terreno do
 
político, começa a abandonar o seu terreno próprio, vindo a se
40
tornar uma parte do problema, em vez de poder ser um elemen-
 
to de sua solução. Melhor fariam os cientistas em avançar em
 
suas pesquisas, mostrando, por exemplo, os elementos e produ-
 
tos eventualmente prejudiciais à saúde dos indivíduos. Não lhes
 
compete uma conduta de “cruzados” pelo controle “científico”
45
dos cidadãos.
 
Cidadãos devem ser informados, não tutelados. A sua liber-
 
dade de escolha deve ser, antes de tudo, preservada, tratando-se
 
de um direito fundamental do ser humano.
(Denis Lerrer Rosenfield, www.estadao.com.br, 25.03.2013. Adaptado)
Observe a seguinte passagem do quarto parágrafo.

Outra, muito diferente, é o Estado impor determinadas condutas restritivas da liberdade de escolha...

Atendendo às regras referentes ao uso do acento indicativo de crase, o verbo impor pode ser completado por:

Questão 9

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Assinale a alternativa em que a concordância está em conformidade com a norma-padrão da língua.

Questão 10

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A frase em que o pronome se está posicionado corretamente, conforme a norma-padrão, é:

Questão 11

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Sobre o salário bruto de André incidem apenas descontos refe rentes aos impostos. No mês de março, André foi promovido com aumento de 15% sobre seu salário bruto. Na mesma ocasião, os impostos sobre seu salário aumentaram em 5%.
Antes do aumento, descontavam-se R$ 280,00 de impostos do salário de André. Se o salário líquido de André depois do aumento passou a ser de R$ 856,00, seu salário bruto antes do aumento era de

Questão 12

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Sendo x e y números naturais que verificam a equação , então x + y é igual a

Questão 13

UNESP - Campus de Bauru - FE 2013 - VUNESP - Analista de Informática II
De acordo com especificações normalmente usadas na construção dos degraus de uma escada, o dobro da distância vertical (v), em centímetros, acrescido da distância horizontal (h), em centímetros, tem de ser igual a 62, 63 ou 64 centímetros.


Chamamos de inclinação de uma escada, a razão entre v e h, nessa ordem, dada em porcentagem. Para que uma escada com inclinação de 12% siga as normas estabelecidas para v e h, o menor valor possível de h, em centímetros, é igual a

Questão 14

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Considere que a massa de 1 litro de etanol é de 800 gramas, e que a massa de 1 litro de água é de 1 quilograma. Se 80% da massa de uma mistura de 2 kg é de etanol, e 20% é de água, então o volume dessa mistura, em litro(s), equivale a

Questão 15

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João tirou nota 6 na primeira prova de matemática, que valia 8 pontos. Na segunda prova, que valia 12 pontos, João tirou nota proporcionalmente equivalente a que havia tirado na primeira prova. A média aritmética simples das notas de João nas duas provas de matemática foi

Questão 16

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A figura indicada é composta por triângulos. Sabe-se ainda que o perímetro do triângulo ABC é 27 km.


Cinco pessoas partiram de lugares diferentes com destino final em C, sempre andando pelo menor caminho, ligando dois lugares consecutivos. A tabela indica esses caminhos.


Das cinco pessoas, aquela que percorreu o menor caminho total foi

Questão 17

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Daqui a três anos o produto da idade de Alessandra pela idade do seu irmão caçula Paulo será 189. Hoje, Alessandra tem o triplo da idade de Paulo. Chamando de x a idade de hoje de Paulo, uma equação do 2.° grau em que uma das raízes é a idade atual de Paulo será

Questão 18

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Uma camada de tinta tem 0,4 milímetro de espessura. Para pintar externamente um cubo com uma camada (demão) de tinta foram necessários 2,4 litros de tinta. Nessas condições, o volume do cubo sem a camada de tinta, em metro cúbico, é igual a

Questão 19

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Em uma festa, 64% das pessoas presentes eram homens. Em certo momento, saíram da festa apenas alguns homens, de modo que a proporção entre homens e mulheres presentes ficou igual a 50%. Do total de homens presentes inicialmente na festa, aqueles que saíram correspondem a

Questão 20

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Completando corretamente os 15 algarismos marcados com asterisco na conta armada de multiplicação que está indicada a seguir, é correto dizer que a soma desses 15 algarismos é igual a

Questão 21

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Sobre os direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição Federal, assinale a alternativa correta.

Questão 22

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Manter programas de educação infantil e de ensino fundamental compete

Questão 23

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Conforme disposto na Constituição Federal, as universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao seguinte princípio:

Questão 24

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Mariana é Assistente de Suporte Acadêmico no campus da Unesp de Bauru, e cometeu uma indisciplina punível com repreensão. É competente para lhe aplicar a pena disciplinar o

Questão 25

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Conforme estabelece o Regimento Geral da Unesp, assinale a alternativa correta.

Questão 26

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Considere verdadeiras as seguintes afirmações:

I. Se Carlos é Analista de Informática, então ele tem ensino superior completo.

II. Se João foi um bom estudante, então ele é um bom profissional.

III. Carlos é Analista de Informática ou João foi um bom estudante.

Conclui-se corretamente, dessas afirmações, que

Questão 27

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Se durmo, então não trabalho.

Uma negação lógica correta para a afirmação acima é

Questão 28

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Observe a sequência numérica: 5, 10, 9, 13, 12, 15, 14, 16, 15, ...

Se mantida a lógica de formação dessa sequência, o próximo elemento que deverá figurar nela é

Questão 29

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Realizada uma pesquisa com 60 profissionais de um departamento para identificar qual língua eles falavam, além do Português, chegou-se ao seguinte resultado: 40 profissionais falavam apenas Francês e Inglês; 45 falavam o Inglês; 10 falavam apenas o Francês; 5 profissionais falavam apenas o Espanhol; não havia quem falasse apenas Inglês e Espanhol.

Se todos os profissionais participantes da pesquisa falavam pelo menos uma dessas três línguas e não falavam outras, além do Português, então é correto afirmar que

Questão 30

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Observe a afirmação:

Os Analistas de Informática trabalham corretamente e 3 + 2 = 5.

Sabendo-se que 3 + 2 = 5 é uma proposição verdadeira, uma afirmação equivalente à afirmação apresentada está contida na alternativa:

Questão 31

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No sistema operacional Linux, os comandos sudo e su são necessários para realizar a configuração e o gerenciamento do sistema operacional. Com relação a esses comandos, pode-se dizer que o

Questão 32

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Para criar um novo usuário no sistema operacional Linux, pode-se utilizar o comando adduser com algumas opções.

Dentre as possíveis opções, a que permite especificar a data na qual a senha da conta do usuário é desabilitada é:

Questão 33

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No sistema operacional Linux, a configuração de quotas de espaços em disco para os usuários é realizada no arquivo:

Questão 34

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No sistema operacional Linux, o comando dmesg pode ser utilizado para

Questão 35

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No sistema operacional Linux, o parâmetro –h do comando ls tem a função de:

Questão 36

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No sistema operacional Linux, o comando history é um comando embutido no terminal bash que exibe o histórico de comandos inseridos no terminal. Para limpar o histórico, deve-se utilizar o comando:

Questão 37

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Considere a linha de comando a seguir no sistema operacional Linux: cat *.sh | grep awk || echo OK

Ao ser executada em um terminal bash, a mensagem “OK” foi exibida. Isso significa que:

Questão 38

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Considere o seguinte Shell Script:
rm *
touch arq1
ln arq1 arq2
echo arq2 >> arq2
echo arq1 > arq1
ln –s arq2 arq3
rm arq2
echo arq3 >> arq3
cat *

Ao ser executado em um terminal bash, será exibida a mensagem:

Questão 39

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No agente de transporte de e-mail Postfix, o parâmetro que deve ser ajustado para definir a lista de clientes SMTP remotos confiáveis é

Questão 40

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O sistema gerenciador de bancos de dados PostgreSQL, versão 9.1, permite a inserção de comentários em seus c omandos. Assinale a alternativa que contém o formato de um comentário válido.

Questão 41

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Considere o seguinte comando do sistema gerenciador de bancos de dados PostgreSQL, versão 9.1:

SELECT reverse (‘teste’)

O resultado da execução desse comando é:

Questão 42

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A forma geral do comando do sistema gerenciador de bancos de dados PostgreSQL, versão 9.1, para criar um índice do tipo gin, é:

Questão 43

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Um usuário do sistema gerenciador de bancos de dados MySQL, versão 5.6, deseja criar um atributo cujo valor sem sinal tem seus limites entre 0 e 255. O tipo de atributo descrito é:

Questão 44

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No sistema gerenciador de bancos de dados MySQL, versão 5.6, há uma sequência de caracteres que é utilizada, por exemplo, em um comando SELECT, que faz com que a resposta continue na próxima linha. A sequência descrita é

Questão 45

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Considere a seguinte configuração de compartilhamento no servidor Samba:

                 [meusdocumentos] 
path = /home/mario/doc
available = yes
browseable = no
writeable = no
public = no


Sobre esse compartilhamento, é possível afirmar que

Questão 46

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No sistema operacional Linux, para realizar uma conexão de shell seguro (SSH) ao servidor mensageiro na porta 56 para o usuário joao, deve-se utilizar o comando:

Questão 47

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Na estrutura de rede de computadores que compreende o uso do Firewall, o local no qual são instalados os servidores que permitem acessos externos é denominado

Questão 48

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Um dos esquemas de criptografia utilizado amplamente na s egurança da informação é o DES e suas variantes. O esquema de chaves utilizado no DES é denominado de Chave

Questão 49

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No contexto da segurança da informação, a função Hashing tem como objetivo identificar a violação da integridade de um arquivo por meio

Questão 50

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No conjunto de protocolos TCP/IP, o protocolo de transporte de dados sem a garantia de entrega, utilizado geralmente para a transferência de vídeo e áudio pela internet, é o

Questão 51

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Considere o IP real: 133.200.162.1 utilizado em um computador pertencente a uma rede local de computadores (LAN) conectado à internet. Com relação à mensagem gerada pelo computador com esse IP, pode-se dizer que

Questão 52

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Existem diversos tipos de protocolos de roteamento utilizados para fins específicos. Um dos protocolos de roteamento utilizados para a comunicação entre roteadores pertencentes a sistemas autônomos, ou seja, roteadores com gateways diferentes, é o

Questão 53

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No processo de roteamento, o algoritmo utilizado no RIP para definir a rota de uma mensagem considera

Questão 54

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Considere a sequência de comandos a seguir aplicados na interface da linha de comando de um roteador com sistema Cisco IOS:

Router#configure terminal
Router(config)#interface fastEthernet 0/0
Router(config-if)#ip address 192.168.56.1 255.255.255.0
Router(config-if)#no shutdown

Na sequência apresentada, o comando “no shutdown” tem a função de

Questão 55

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No sistema Cisco IOS, o comando utilizado para entrar no modo de execução privilegiado é o

Questão 56

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1
A network device that forwards packets from one network to
 
another. Based on the destination network address in the incoming
 
packet and an internal routing table, the router determines which
 
port (line) to send the packet out (ports typically connect to
5
Ethernet cables). Routers require packets to be formatted in
 
a routable protocol, and the global standard routable protocol
 
today is TCP/IP, or simply “IP.”
 
In the home or small office, a wireless router is commonly
 
used to direct traffic to and from the Internet. It combines a
10
router, network switch and Wi-Fi in one box (see wireless
 
router). However, in a big company, routers are also used to
 
separate local networks (LANs) into subnetworks (subnets) to
 
balance traffic within workgroups and to filter traffic for security
 
purposes and policy management. Large-scale enterprise routers
15
take traffic load, congestion, line costs and other factors into
 
consideration to determine which port to forward to.
(Extraído de: PC Magazine Encyclopedia, http://www.pcmag.com/ encyclopedia_term/0,2542,t%3Drouter&i%3D50637,00.asp)
De acordo com o texto,

Questão 57

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1
A network device that forwards packets from one network to
 
another. Based on the destination network address in the incoming
 
packet and an internal routing table, the router determines which
 
port (line) to send the packet out (ports typically connect to
5
Ethernet cables). Routers require packets to be formatted in
 
a routable protocol, and the global standard routable protocol
 
today is TCP/IP, or simply “IP.”
 
In the home or small office, a wireless router is commonly
 
used to direct traffic to and from the Internet. It combines a
10
router, network switch and Wi-Fi in one box (see wireless
 
router). However, in a big company, routers are also used to
 
separate local networks (LANs) into subnetworks (subnets) to
 
balance traffic within workgroups and to filter traffic for security
 
purposes and policy management. Large-scale enterprise routers
15
take traffic load, congestion, line costs and other factors into
 
consideration to determine which port to forward to.
(Extraído de: PC Magazine Encyclopedia, http://www.pcmag.com/ encyclopedia_term/0,2542,t%3Drouter&i%3D50637,00.asp)
According to the text, in the home or small office,

Questão 58

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1
A network device that forwards packets from one network to
 
another. Based on the destination network address in the incoming
 
packet and an internal routing table, the router determines which
 
port (line) to send the packet out (ports typically connect to
5
Ethernet cables). Routers require packets to be formatted in
 
a routable protocol, and the global standard routable protocol
 
today is TCP/IP, or simply “IP.”
 
In the home or small office, a wireless router is commonly
 
used to direct traffic to and from the Internet. It combines a
10
router, network switch and Wi-Fi in one box (see wireless
 
router). However, in a big company, routers are also used to
 
separate local networks (LANs) into subnetworks (subnets) to
 
balance traffic within workgroups and to filter traffic for security
 
purposes and policy management. Large-scale enterprise routers
15
take traffic load, congestion, line costs and other factors into
 
consideration to determine which port to forward to.
(Extraído de: PC Magazine Encyclopedia, http://www.pcmag.com/ encyclopedia_term/0,2542,t%3Drouter&i%3D50637,00.asp)
No contexto do texto, é correto traduzir os termos grifados policy e forward to por, respectivamente:

Questão 59

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1
The idea behind a RAID is to install a box full of disks
 
next to the computer, typically a large server, replace the disk
 
controller card with a RAID controller, copy the data over to
 
the RAID, and then continue normal operation. In other words,
5
a RAID should look like a SLED to the operating system but
 
have better performance and better reliability. Since SCSI disks
 
have good performance, low price, and the ability to have up to
 
7 drives on a single controller (15 for wide SCSI), it is natural
 
that most RAIDs consist of a RAID SCSI controller plus a box of
10
SCSI disks that appear to the operating system as a single large
 
disk. In this way, no software changes are required to use the
 
RAID, a big selling point for many system administrators.
 
In addition to appearing like a single disk to the software,
 
all RAIDs have the property that the data are distributed over
15
the drives, to allow parallel operation. Several different schemes
 
for doing this were defined by Patterson et al., and they are now
 
known as RAID level 0 through RAID level 5. In addition, there
 
are a few other minor levels that we will not discuss. The term
 
“level” is something of a misnomer since there is no hierarch
20
involved; there are simply six different organizations possible.
(Structured Computer Organization, Andrew S. Tanenbaum, 5th Edition)
De acordo com o texto, do ponto de vista do sistema operacional, o RAID, composto por um controlador e um conjunto de discos, aparenta ser um

Questão 60

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1
The idea behind a RAID is to install a box full of disks
 
next to the computer, typically a large server, replace the disk
 
controller card with a RAID controller, copy the data over to
 
the RAID, and then continue normal operation. In other words,
5
a RAID should look like a SLED to the operating system but
 
have better performance and better reliability. Since SCSI disks
 
have good performance, low price, and the ability to have up to
 
7 drives on a single controller (15 for wide SCSI), it is natural
 
that most RAIDs consist of a RAID SCSI controller plus a box of
10
SCSI disks that appear to the operating system as a single large
 
disk. In this way, no software changes are required to use the
 
RAID, a big selling point for many system administrators.
 
In addition to appearing like a single disk to the software,
 
all RAIDs have the property that the data are distributed over
15
the drives, to allow parallel operation. Several different schemes
 
for doing this were defined by Patterson et al., and they are now
 
known as RAID level 0 through RAID level 5. In addition, there
 
are a few other minor levels that we will not discuss. The term
 
“level” is something of a misnomer since there is no hierarch
20
involved; there are simply six different organizations possible.
(Structured Computer Organization, Andrew S. Tanenbaum, 5th Edition)
Com base no texto, todo RAID apresenta a propriedade de os dados serem



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