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SeMAE 2020

Engenharia Civil

Questão 1

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
1
Uma das mais fabulosas tecnologias humanas é a escri-
 
ta. Ela nos permitiu ampliar a memória para horizontes inima-
 
gináveis. Não fosse por ela, jamais teríamos atingido os ní-
 
veis de acúmulo, transmissão e integração de conhecimento
5
que logramos obter e, provavelmente, não diferiríamos muito
 
de nossos ancestrais do Neolítico.
 
Uma tecnologia tão poderosa não poderia passar sem
 
deixar marcas. De início, poucos dominavam as letras, de
 
modo que saber ler e escrever se tornou uma distinção de
10
classe social. À medida que surgiram tecnologias mais efi-
 
cientes de reprodução (prensa) e o ensino público se popula-
 
rizou, o alfabetismo se tornou quase universal.
 
No nível comportamental, havia uma divisão bastante
 
clara entre a comunicação formal, calculada, destinada a du-
15
rar (escrita), e aquela mais íntima, vaga (oral), que, justamen-
 
te por não deixar traços, podia operar como uma sonda da
 
sociabilidade, testando relacionamentos, fofocando, às vezes
 
até zombando e insultando. O ex-presidente Temer apropria-
 
damente matou a charada ao proclamar: “verba volant, scrip-
20
ta manent” (as palavras faladas voam, as palavras escritas
 
permanecem).
 
O problema é que as tecnologias não pararam de evoluir,
 
dando lugar a computadores, celulares, aplicativos de men-
 
sagem, redes sociais etc. As pessoas vêm cada vez mais
25
usando a escrita para comunicar-se no registro informal, que
 
contava com o caráter efêmero da fala. Pior, a reprodutibili-
 
dade e transmissão de diálogos privados se tornaram poten-
 
cialmente infinitas, sem falar do hackeamento.
 
O resultado é uma explosão de curtos-circuitos sociais,
30
nos quais mensagens concebidas para circular entre poucos
 
ganham ampla difusão. Às vezes a divulgação é de interesse
 
público, mas, em outros casos, ela só azeda amizades, com-
 
promete namoros ou intoxica o ambiente de trabalho. Vejo
 
com certa preocupação a redução dos espaços de experi-
35
mentação social, onde é lícito falar bobagem.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2019/11/quando-o-efemero-dura.shtml Adaptado.)
O título do texto evidencia uma das preocupações do autor:

Questão 2

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
1
Uma das mais fabulosas tecnologias humanas é a escri-
 
ta. Ela nos permitiu ampliar a memória para horizontes inima-
 
gináveis. Não fosse por ela, jamais teríamos atingido os ní-
 
veis de acúmulo, transmissão e integração de conhecimento
5
que logramos obter e, provavelmente, não diferiríamos muito
 
de nossos ancestrais do Neolítico.
 
Uma tecnologia tão poderosa não poderia passar sem
 
deixar marcas. De início, poucos dominavam as letras, de
 
modo que saber ler e escrever se tornou uma distinção de
10
classe social. À medida que surgiram tecnologias mais efi-
 
cientes de reprodução (prensa) e o ensino público se popula-
 
rizou, o alfabetismo se tornou quase universal.
 
No nível comportamental, havia uma divisão bastante
 
clara entre a comunicação formal, calculada, destinada a du-
15
rar (escrita), e aquela mais íntima, vaga (oral), que, justamen-
 
te por não deixar traços, podia operar como uma sonda da
 
sociabilidade, testando relacionamentos, fofocando, às vezes
 
até zombando e insultando. O ex-presidente Temer apropria-
 
damente matou a charada ao proclamar: “verba volant, scrip-
20
ta manent” (as palavras faladas voam, as palavras escritas
 
permanecem).
 
O problema é que as tecnologias não pararam de evoluir,
 
dando lugar a computadores, celulares, aplicativos de men-
 
sagem, redes sociais etc. As pessoas vêm cada vez mais
25
usando a escrita para comunicar-se no registro informal, que
 
contava com o caráter efêmero da fala. Pior, a reprodutibili-
 
dade e transmissão de diálogos privados se tornaram poten-
 
cialmente infinitas, sem falar do hackeamento.
 
O resultado é uma explosão de curtos-circuitos sociais,
30
nos quais mensagens concebidas para circular entre poucos
 
ganham ampla difusão. Às vezes a divulgação é de interesse
 
público, mas, em outros casos, ela só azeda amizades, com-
 
promete namoros ou intoxica o ambiente de trabalho. Vejo
 
com certa preocupação a redução dos espaços de experi-
35
mentação social, onde é lícito falar bobagem.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2019/11/quando-o-efemero-dura.shtml Adaptado.)
Na última frase do texto, o autor ________ a respeito da situação retratada e emprega a expressão “espaços de experimentação social” referindo-se a espaços em que _______ .

Para que haja coerência com as ideias do texto, as lacunas dessa frase devem ser preenchidas, respectivamente, por

Questão 3

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
1
Uma das mais fabulosas tecnologias humanas é a escri-
 
ta. Ela nos permitiu ampliar a memória para horizontes inima-
 
gináveis. Não fosse por ela, jamais teríamos atingido os ní-
 
veis de acúmulo, transmissão e integração de conhecimento
5
que logramos obter e, provavelmente, não diferiríamos muito
 
de nossos ancestrais do Neolítico.
 
Uma tecnologia tão poderosa não poderia passar sem
 
deixar marcas. De início, poucos dominavam as letras, de
 
modo que saber ler e escrever se tornou uma distinção de
10
classe social. À medida que surgiram tecnologias mais efi-
 
cientes de reprodução (prensa) e o ensino público se popula-
 
rizou, o alfabetismo se tornou quase universal.
 
No nível comportamental, havia uma divisão bastante
 
clara entre a comunicação formal, calculada, destinada a du-
15
rar (escrita), e aquela mais íntima, vaga (oral), que, justamen-
 
te por não deixar traços, podia operar como uma sonda da
 
sociabilidade, testando relacionamentos, fofocando, às vezes
 
até zombando e insultando. O ex-presidente Temer apropria-
 
damente matou a charada ao proclamar: “verba volant, scrip-
20
ta manent” (as palavras faladas voam, as palavras escritas
 
permanecem).
 
O problema é que as tecnologias não pararam de evoluir,
 
dando lugar a computadores, celulares, aplicativos de men-
 
sagem, redes sociais etc. As pessoas vêm cada vez mais
25
usando a escrita para comunicar-se no registro informal, que
 
contava com o caráter efêmero da fala. Pior, a reprodutibili-
 
dade e transmissão de diálogos privados se tornaram poten-
 
cialmente infinitas, sem falar do hackeamento.
 
O resultado é uma explosão de curtos-circuitos sociais,
30
nos quais mensagens concebidas para circular entre poucos
 
ganham ampla difusão. Às vezes a divulgação é de interesse
 
público, mas, em outros casos, ela só azeda amizades, com-
 
promete namoros ou intoxica o ambiente de trabalho. Vejo
 
com certa preocupação a redução dos espaços de experi-
35
mentação social, onde é lícito falar bobagem.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2019/11/quando-o-efemero-dura.shtml Adaptado.)
Assinale a alternativa correta a respeito do termo destacado no trecho do texto.

Questão 4

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1
Uma das mais fabulosas tecnologias humanas é a escri-
 
ta. Ela nos permitiu ampliar a memória para horizontes inima-
 
gináveis. Não fosse por ela, jamais teríamos atingido os ní-
 
veis de acúmulo, transmissão e integração de conhecimento
5
que logramos obter e, provavelmente, não diferiríamos muito
 
de nossos ancestrais do Neolítico.
 
Uma tecnologia tão poderosa não poderia passar sem
 
deixar marcas. De início, poucos dominavam as letras, de
 
modo que saber ler e escrever se tornou uma distinção de
10
classe social. À medida que surgiram tecnologias mais efi-
 
cientes de reprodução (prensa) e o ensino público se popula-
 
rizou, o alfabetismo se tornou quase universal.
 
No nível comportamental, havia uma divisão bastante
 
clara entre a comunicação formal, calculada, destinada a du-
15
rar (escrita), e aquela mais íntima, vaga (oral), que, justamen-
 
te por não deixar traços, podia operar como uma sonda da
 
sociabilidade, testando relacionamentos, fofocando, às vezes
 
até zombando e insultando. O ex-presidente Temer apropria-
 
damente matou a charada ao proclamar: “verba volant, scrip-
20
ta manent” (as palavras faladas voam, as palavras escritas
 
permanecem).
 
O problema é que as tecnologias não pararam de evoluir,
 
dando lugar a computadores, celulares, aplicativos de men-
 
sagem, redes sociais etc. As pessoas vêm cada vez mais
25
usando a escrita para comunicar-se no registro informal, que
 
contava com o caráter efêmero da fala. Pior, a reprodutibili-
 
dade e transmissão de diálogos privados se tornaram poten-
 
cialmente infinitas, sem falar do hackeamento.
 
O resultado é uma explosão de curtos-circuitos sociais,
30
nos quais mensagens concebidas para circular entre poucos
 
ganham ampla difusão. Às vezes a divulgação é de interesse
 
público, mas, em outros casos, ela só azeda amizades, com-
 
promete namoros ou intoxica o ambiente de trabalho. Vejo
 
com certa preocupação a redução dos espaços de experi-
35
mentação social, onde é lícito falar bobagem.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2019/11/quando-o-efemero-dura.shtml Adaptado.)
De acordo com a norma-padrão de emprego dos pronomes, a substituição da expressão destacada na frase pela expressão entre parênteses está correta em:

Questão 5

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
1
Uma das mais fabulosas tecnologias humanas é a escri-
 
ta. Ela nos permitiu ampliar a memória para horizontes inima-
 
gináveis. Não fosse por ela, jamais teríamos atingido os ní-
 
veis de acúmulo, transmissão e integração de conhecimento
5
que logramos obter e, provavelmente, não diferiríamos muito
 
de nossos ancestrais do Neolítico.
 
Uma tecnologia tão poderosa não poderia passar sem
 
deixar marcas. De início, poucos dominavam as letras, de
 
modo que saber ler e escrever se tornou uma distinção de
10
classe social. À medida que surgiram tecnologias mais efi-
 
cientes de reprodução (prensa) e o ensino público se popula-
 
rizou, o alfabetismo se tornou quase universal.
 
No nível comportamental, havia uma divisão bastante
 
clara entre a comunicação formal, calculada, destinada a du-
15
rar (escrita), e aquela mais íntima, vaga (oral), que, justamen-
 
te por não deixar traços, podia operar como uma sonda da
 
sociabilidade, testando relacionamentos, fofocando, às vezes
 
até zombando e insultando. O ex-presidente Temer apropria-
 
damente matou a charada ao proclamar: “verba volant, scrip-
20
ta manent” (as palavras faladas voam, as palavras escritas
 
permanecem).
 
O problema é que as tecnologias não pararam de evoluir,
 
dando lugar a computadores, celulares, aplicativos de men-
 
sagem, redes sociais etc. As pessoas vêm cada vez mais
25
usando a escrita para comunicar-se no registro informal, que
 
contava com o caráter efêmero da fala. Pior, a reprodutibili-
 
dade e transmissão de diálogos privados se tornaram poten-
 
cialmente infinitas, sem falar do hackeamento.
 
O resultado é uma explosão de curtos-circuitos sociais,
30
nos quais mensagens concebidas para circular entre poucos
 
ganham ampla difusão. Às vezes a divulgação é de interesse
 
público, mas, em outros casos, ela só azeda amizades, com-
 
promete namoros ou intoxica o ambiente de trabalho. Vejo
 
com certa preocupação a redução dos espaços de experi-
35
mentação social, onde é lícito falar bobagem.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2019/11/quando-o-efemero-dura.shtml Adaptado.)
Considere os trechos do texto.

•   Uma tecnologia tão poderosa não poderia passar sem deixar marcas. (2º parágrafo)
•   Vejo com certa preocupação a redução dos espaços de experimentação social... (último parágrafo)

As expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, circunstância adverbial de

Questão 6

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
1
Uma das mais fabulosas tecnologias humanas é a escri-
 
ta. Ela nos permitiu ampliar a memória para horizontes inima-
 
gináveis. Não fosse por ela, jamais teríamos atingido os ní-
 
veis de acúmulo, transmissão e integração de conhecimento
5
que logramos obter e, provavelmente, não diferiríamos muito
 
de nossos ancestrais do Neolítico.
 
Uma tecnologia tão poderosa não poderia passar sem
 
deixar marcas. De início, poucos dominavam as letras, de
 
modo que saber ler e escrever se tornou uma distinção de
10
classe social. À medida que surgiram tecnologias mais efi-
 
cientes de reprodução (prensa) e o ensino público se popula-
 
rizou, o alfabetismo se tornou quase universal.
 
No nível comportamental, havia uma divisão bastante
 
clara entre a comunicação formal, calculada, destinada a du-
15
rar (escrita), e aquela mais íntima, vaga (oral), que, justamen-
 
te por não deixar traços, podia operar como uma sonda da
 
sociabilidade, testando relacionamentos, fofocando, às vezes
 
até zombando e insultando. O ex-presidente Temer apropria-
 
damente matou a charada ao proclamar: “verba volant, scrip-
20
ta manent” (as palavras faladas voam, as palavras escritas
 
permanecem).
 
O problema é que as tecnologias não pararam de evoluir,
 
dando lugar a computadores, celulares, aplicativos de men-
 
sagem, redes sociais etc. As pessoas vêm cada vez mais
25
usando a escrita para comunicar-se no registro informal, que
 
contava com o caráter efêmero da fala. Pior, a reprodutibili-
 
dade e transmissão de diálogos privados se tornaram poten-
 
cialmente infinitas, sem falar do hackeamento.
 
O resultado é uma explosão de curtos-circuitos sociais,
30
nos quais mensagens concebidas para circular entre poucos
 
ganham ampla difusão. Às vezes a divulgação é de interesse
 
público, mas, em outros casos, ela só azeda amizades, com-
 
promete namoros ou intoxica o ambiente de trabalho. Vejo
 
com certa preocupação a redução dos espaços de experi-
35
mentação social, onde é lícito falar bobagem.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2019/11/quando-o-efemero-dura.shtml Adaptado.)
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão.

Questão 7

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
1
No primeiro dia no Rio de Janeiro, Delfino Montiel quase
 
se afogou. Ele tinha aprendido a nadar menino ainda no rio
 
das Velhas, na fazenda de seu tio Dilermando. Mas a cor-
 
rente dos rios é honesta e determinada, vai reta e sempre se
5
disciplina pelas margens. O mar... Ora, quem vai entender
 
o mar? Delfino largou-se para o mar no mesmo dia em que
 
chegara ao Rio. Atravessou a areia e foi entrando no mar
 
numa espécie de exaltação. Queria chorar com aquela fres-
 
cura de água azul, queria abraçar e beijar o mar. A primeira
10
onda que lhe veio ao encontro, Delfino a recebeu de braços
 
abertos. Ela o derrubou numa cascata de areia e espuma. Ele
 
bebeu água, muita, mas estava embriagado de mar.
 
Só quando já se achava sentado na areia, arquejante,
 
entre uma súcia de curiosos, é que Delfino compreendeu que
15
quase tinha morrido afogado. Um dos que o havia salvo era
 
um rapagão simpático que lhe perguntou:
 
– Você donde é que veio, patrício, de Cabrobó¹ ou Caixa
 
Prego²?
 
– De Congonhas do Campo, respondeu Delfino ingenu-
20
amente.
 
Muita gente riu em torno dele.
 
– Pois, se você ainda quer rever Congonhas, trate o mar
 
com mais desconfiança.
 
Enquanto o rapaz se afastava, Delfino notou principal-
25
mente o riso de uma menina de cabelos cor de mel. Ele a
 
notou porque a menina não queria exatamente rir, com pena
 
dele que estava, mas sua companheira ria tão à vontade que
 
ela não podia deixar de acompanhá-la.
 
Com os olhos fitos nela, Delfino a foi acompanhando com
30
a vista enquanto a menina entrava no mar. Viu logo que era
 
uma amiga íntima do mar. Viu-a furar uma primeira onda, li-
 
geira e exata como uma agulha mergulhando na dobra azul
 
de um pano. Quando ela se levantou do mergulho, o cabelo
 
cor de mel estava preto e grudado ao pescoço, preto-esver-
35
deado, como se ela tivesse voltado mais marinha do fundo
 
do mar.
 
 
¹ Cabrobó é uma cidade pernambucana no sertão do São Francisco.
 
² Caixa Prego significa lugar muito distante, longínquo.
(Record/Altaya. Adaptado)
Com base nas informações do texto, é correto afirmar que Delfino Montiel

Questão 8

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
1
No primeiro dia no Rio de Janeiro, Delfino Montiel quase
 
se afogou. Ele tinha aprendido a nadar menino ainda no rio
 
das Velhas, na fazenda de seu tio Dilermando. Mas a cor-
 
rente dos rios é honesta e determinada, vai reta e sempre se
5
disciplina pelas margens. O mar... Ora, quem vai entender
 
o mar? Delfino largou-se para o mar no mesmo dia em que
 
chegara ao Rio. Atravessou a areia e foi entrando no mar
 
numa espécie de exaltação. Queria chorar com aquela fres-
 
cura de água azul, queria abraçar e beijar o mar. A primeira
10
onda que lhe veio ao encontro, Delfino a recebeu de braços
 
abertos. Ela o derrubou numa cascata de areia e espuma. Ele
 
bebeu água, muita, mas estava embriagado de mar.
 
Só quando já se achava sentado na areia, arquejante,
 
entre uma súcia de curiosos, é que Delfino compreendeu que
15
quase tinha morrido afogado. Um dos que o havia salvo era
 
um rapagão simpático que lhe perguntou:
 
– Você donde é que veio, patrício, de Cabrobó¹ ou Caixa
 
Prego²?
 
– De Congonhas do Campo, respondeu Delfino ingenu-
20
amente.
 
Muita gente riu em torno dele.
 
– Pois, se você ainda quer rever Congonhas, trate o mar
 
com mais desconfiança.
 
Enquanto o rapaz se afastava, Delfino notou principal-
25
mente o riso de uma menina de cabelos cor de mel. Ele a
 
notou porque a menina não queria exatamente rir, com pena
 
dele que estava, mas sua companheira ria tão à vontade que
 
ela não podia deixar de acompanhá-la.
 
Com os olhos fitos nela, Delfino a foi acompanhando com
30
a vista enquanto a menina entrava no mar. Viu logo que era
 
uma amiga íntima do mar. Viu-a furar uma primeira onda, li-
 
geira e exata como uma agulha mergulhando na dobra azul
 
de um pano. Quando ela se levantou do mergulho, o cabelo
 
cor de mel estava preto e grudado ao pescoço, preto-esver-
35
deado, como se ela tivesse voltado mais marinha do fundo
 
do mar.
 
 
¹ Cabrobó é uma cidade pernambucana no sertão do São Francisco.
 
² Caixa Prego significa lugar muito distante, longínquo.
(Record/Altaya. Adaptado)
A pergunta que o rapaz fez a Delfino evidencia que o primeiro era

Questão 9

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1
No primeiro dia no Rio de Janeiro, Delfino Montiel quase
 
se afogou. Ele tinha aprendido a nadar menino ainda no rio
 
das Velhas, na fazenda de seu tio Dilermando. Mas a cor-
 
rente dos rios é honesta e determinada, vai reta e sempre se
5
disciplina pelas margens. O mar... Ora, quem vai entender
 
o mar? Delfino largou-se para o mar no mesmo dia em que
 
chegara ao Rio. Atravessou a areia e foi entrando no mar
 
numa espécie de exaltação. Queria chorar com aquela fres-
 
cura de água azul, queria abraçar e beijar o mar. A primeira
10
onda que lhe veio ao encontro, Delfino a recebeu de braços
 
abertos. Ela o derrubou numa cascata de areia e espuma. Ele
 
bebeu água, muita, mas estava embriagado de mar.
 
Só quando já se achava sentado na areia, arquejante,
 
entre uma súcia de curiosos, é que Delfino compreendeu que
15
quase tinha morrido afogado. Um dos que o havia salvo era
 
um rapagão simpático que lhe perguntou:
 
– Você donde é que veio, patrício, de Cabrobó¹ ou Caixa
 
Prego²?
 
– De Congonhas do Campo, respondeu Delfino ingenu-
20
amente.
 
Muita gente riu em torno dele.
 
– Pois, se você ainda quer rever Congonhas, trate o mar
 
com mais desconfiança.
 
Enquanto o rapaz se afastava, Delfino notou principal-
25
mente o riso de uma menina de cabelos cor de mel. Ele a
 
notou porque a menina não queria exatamente rir, com pena
 
dele que estava, mas sua companheira ria tão à vontade que
 
ela não podia deixar de acompanhá-la.
 
Com os olhos fitos nela, Delfino a foi acompanhando com
30
a vista enquanto a menina entrava no mar. Viu logo que era
 
uma amiga íntima do mar. Viu-a furar uma primeira onda, li-
 
geira e exata como uma agulha mergulhando na dobra azul
 
de um pano. Quando ela se levantou do mergulho, o cabelo
 
cor de mel estava preto e grudado ao pescoço, preto-esver-
35
deado, como se ela tivesse voltado mais marinha do fundo
 
do mar.
 
 
¹ Cabrobó é uma cidade pernambucana no sertão do São Francisco.
 
² Caixa Prego significa lugar muito distante, longínquo.
(Record/Altaya. Adaptado)
Considere os trechos do texto.

•   Atravessou a areia e foi entrando no mar numa espécie  de exaltação. (1º parágrafo)
•   Um dos que o havia salvo era um rapagão simpático que lhe perguntou... (2º parágrafo)

Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, termos de sentido oposto aos termos destacados nos trechos do texto.

Questão 10

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
1
No primeiro dia no Rio de Janeiro, Delfino Montiel quase
 
se afogou. Ele tinha aprendido a nadar menino ainda no rio
 
das Velhas, na fazenda de seu tio Dilermando. Mas a cor-
 
rente dos rios é honesta e determinada, vai reta e sempre se
5
disciplina pelas margens. O mar... Ora, quem vai entender
 
o mar? Delfino largou-se para o mar no mesmo dia em que
 
chegara ao Rio. Atravessou a areia e foi entrando no mar
 
numa espécie de exaltação. Queria chorar com aquela fres-
 
cura de água azul, queria abraçar e beijar o mar. A primeira
10
onda que lhe veio ao encontro, Delfino a recebeu de braços
 
abertos. Ela o derrubou numa cascata de areia e espuma. Ele
 
bebeu água, muita, mas estava embriagado de mar.
 
Só quando já se achava sentado na areia, arquejante,
 
entre uma súcia de curiosos, é que Delfino compreendeu que
15
quase tinha morrido afogado. Um dos que o havia salvo era
 
um rapagão simpático que lhe perguntou:
 
– Você donde é que veio, patrício, de Cabrobó¹ ou Caixa
 
Prego²?
 
– De Congonhas do Campo, respondeu Delfino ingenu-
20
amente.
 
Muita gente riu em torno dele.
 
– Pois, se você ainda quer rever Congonhas, trate o mar
 
com mais desconfiança.
 
Enquanto o rapaz se afastava, Delfino notou principal-
25
mente o riso de uma menina de cabelos cor de mel. Ele a
 
notou porque a menina não queria exatamente rir, com pena
 
dele que estava, mas sua companheira ria tão à vontade que
 
ela não podia deixar de acompanhá-la.
 
Com os olhos fitos nela, Delfino a foi acompanhando com
30
a vista enquanto a menina entrava no mar. Viu logo que era
 
uma amiga íntima do mar. Viu-a furar uma primeira onda, li-
 
geira e exata como uma agulha mergulhando na dobra azul
 
de um pano. Quando ela se levantou do mergulho, o cabelo
 
cor de mel estava preto e grudado ao pescoço, preto-esver-
35
deado, como se ela tivesse voltado mais marinha do fundo
 
do mar.
 
 
¹ Cabrobó é uma cidade pernambucana no sertão do São Francisco.
 
² Caixa Prego significa lugar muito distante, longínquo.
(Record/Altaya. Adaptado)
Na frase do primeiro parágrafo – Delfino largou-se para o mar no mesmo dia em que chegara ao Rio. –, as formas verbais destacadas, na sequência em que estão empregadas na frase, sinalizam

Questão 11

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
1
No primeiro dia no Rio de Janeiro, Delfino Montiel quase
 
se afogou. Ele tinha aprendido a nadar menino ainda no rio
 
das Velhas, na fazenda de seu tio Dilermando. Mas a cor-
 
rente dos rios é honesta e determinada, vai reta e sempre se
5
disciplina pelas margens. O mar... Ora, quem vai entender
 
o mar? Delfino largou-se para o mar no mesmo dia em que
 
chegara ao Rio. Atravessou a areia e foi entrando no mar
 
numa espécie de exaltação. Queria chorar com aquela fres-
 
cura de água azul, queria abraçar e beijar o mar. A primeira
10
onda que lhe veio ao encontro, Delfino a recebeu de braços
 
abertos. Ela o derrubou numa cascata de areia e espuma. Ele
 
bebeu água, muita, mas estava embriagado de mar.
 
Só quando já se achava sentado na areia, arquejante,
 
entre uma súcia de curiosos, é que Delfino compreendeu que
15
quase tinha morrido afogado. Um dos que o havia salvo era
 
um rapagão simpático que lhe perguntou:
 
– Você donde é que veio, patrício, de Cabrobó¹ ou Caixa
 
Prego²?
 
– De Congonhas do Campo, respondeu Delfino ingenu-
20
amente.
 
Muita gente riu em torno dele.
 
– Pois, se você ainda quer rever Congonhas, trate o mar
 
com mais desconfiança.
 
Enquanto o rapaz se afastava, Delfino notou principal-
25
mente o riso de uma menina de cabelos cor de mel. Ele a
 
notou porque a menina não queria exatamente rir, com pena
 
dele que estava, mas sua companheira ria tão à vontade que
 
ela não podia deixar de acompanhá-la.
 
Com os olhos fitos nela, Delfino a foi acompanhando com
30
a vista enquanto a menina entrava no mar. Viu logo que era
 
uma amiga íntima do mar. Viu-a furar uma primeira onda, li-
 
geira e exata como uma agulha mergulhando na dobra azul
 
de um pano. Quando ela se levantou do mergulho, o cabelo
 
cor de mel estava preto e grudado ao pescoço, preto-esver-
35
deado, como se ela tivesse voltado mais marinha do fundo
 
do mar.
 
 
¹ Cabrobó é uma cidade pernambucana no sertão do São Francisco.
 
² Caixa Prego significa lugar muito distante, longínquo.
(Record/Altaya. Adaptado)
Considere a frase do sexto parágrafo.

Ele a notou porque a menina não queria exatamente rir, com pena dele que estava, mas sua companheira ria tão à vontade que ela não podia deixar de acompanhá-la.

Os termos destacados apresentam, correta e respectivamente:

Questão 12

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
1
No primeiro dia no Rio de Janeiro, Delfino Montiel quase
 
se afogou. Ele tinha aprendido a nadar menino ainda no rio
 
das Velhas, na fazenda de seu tio Dilermando. Mas a cor-
 
rente dos rios é honesta e determinada, vai reta e sempre se
5
disciplina pelas margens. O mar... Ora, quem vai entender
 
o mar? Delfino largou-se para o mar no mesmo dia em que
 
chegara ao Rio. Atravessou a areia e foi entrando no mar
 
numa espécie de exaltação. Queria chorar com aquela fres-
 
cura de água azul, queria abraçar e beijar o mar. A primeira
10
onda que lhe veio ao encontro, Delfino a recebeu de braços
 
abertos. Ela o derrubou numa cascata de areia e espuma. Ele
 
bebeu água, muita, mas estava embriagado de mar.
 
Só quando já se achava sentado na areia, arquejante,
 
entre uma súcia de curiosos, é que Delfino compreendeu que
15
quase tinha morrido afogado. Um dos que o havia salvo era
 
um rapagão simpático que lhe perguntou:
 
– Você donde é que veio, patrício, de Cabrobó¹ ou Caixa
 
Prego²?
 
– De Congonhas do Campo, respondeu Delfino ingenu-
20
amente.
 
Muita gente riu em torno dele.
 
– Pois, se você ainda quer rever Congonhas, trate o mar
 
com mais desconfiança.
 
Enquanto o rapaz se afastava, Delfino notou principal-
25
mente o riso de uma menina de cabelos cor de mel. Ele a
 
notou porque a menina não queria exatamente rir, com pena
 
dele que estava, mas sua companheira ria tão à vontade que
 
ela não podia deixar de acompanhá-la.
 
Com os olhos fitos nela, Delfino a foi acompanhando com
30
a vista enquanto a menina entrava no mar. Viu logo que era
 
uma amiga íntima do mar. Viu-a furar uma primeira onda, li-
 
geira e exata como uma agulha mergulhando na dobra azul
 
de um pano. Quando ela se levantou do mergulho, o cabelo
 
cor de mel estava preto e grudado ao pescoço, preto-esver-
35
deado, como se ela tivesse voltado mais marinha do fundo
 
do mar.
 
 
¹ Cabrobó é uma cidade pernambucana no sertão do São Francisco.
 
² Caixa Prego significa lugar muito distante, longínquo.
(Record/Altaya. Adaptado)
Leia o trecho reescrito do texto, observando que a pontuação foi alterada e as frases foram numeradas.

1. Um dos rapazes que, o havia salvo, era um rapagão simpático que lhe perguntou:
2. Você donde é que veio, patrício, de Cabrobó ou Caixa Prego.
3. De Congonhas do Campo respondeu: Delfino ingenuamente.
4. Muita gente riu em (torno) dele.
5. Pois, se você ainda quer rever Congonhas, trate o mar com mais desconfiança!

A frase que contém a alteração da pontuação em conformidade com a norma-padrão, sem comprometer o sentido do texto, é a de número

Questão 13

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1
No primeiro dia no Rio de Janeiro, Delfino Montiel quase
 
se afogou. Ele tinha aprendido a nadar menino ainda no rio
 
das Velhas, na fazenda de seu tio Dilermando. Mas a cor-
 
rente dos rios é honesta e determinada, vai reta e sempre se
5
disciplina pelas margens. O mar... Ora, quem vai entender
 
o mar? Delfino largou-se para o mar no mesmo dia em que
 
chegara ao Rio. Atravessou a areia e foi entrando no mar
 
numa espécie de exaltação. Queria chorar com aquela fres-
 
cura de água azul, queria abraçar e beijar o mar. A primeira
10
onda que lhe veio ao encontro, Delfino a recebeu de braços
 
abertos. Ela o derrubou numa cascata de areia e espuma. Ele
 
bebeu água, muita, mas estava embriagado de mar.
 
Só quando já se achava sentado na areia, arquejante,
 
entre uma súcia de curiosos, é que Delfino compreendeu que
15
quase tinha morrido afogado. Um dos que o havia salvo era
 
um rapagão simpático que lhe perguntou:
 
– Você donde é que veio, patrício, de Cabrobó¹ ou Caixa
 
Prego²?
 
– De Congonhas do Campo, respondeu Delfino ingenu-
20
amente.
 
Muita gente riu em torno dele.
 
– Pois, se você ainda quer rever Congonhas, trate o mar
 
com mais desconfiança.
 
Enquanto o rapaz se afastava, Delfino notou principal-
25
mente o riso de uma menina de cabelos cor de mel. Ele a
 
notou porque a menina não queria exatamente rir, com pena
 
dele que estava, mas sua companheira ria tão à vontade que
 
ela não podia deixar de acompanhá-la.
 
Com os olhos fitos nela, Delfino a foi acompanhando com
30
a vista enquanto a menina entrava no mar. Viu logo que era
 
uma amiga íntima do mar. Viu-a furar uma primeira onda, li-
 
geira e exata como uma agulha mergulhando na dobra azul
 
de um pano. Quando ela se levantou do mergulho, o cabelo
 
cor de mel estava preto e grudado ao pescoço, preto-esver-
35
deado, como se ela tivesse voltado mais marinha do fundo
 
do mar.
 
 
¹ Cabrobó é uma cidade pernambucana no sertão do São Francisco.
 
² Caixa Prego significa lugar muito distante, longínquo.
(Record/Altaya. Adaptado)
A concordância verbal e nominal atende à norma-padrão da língua portuguesa na alternativa:

Questão 14

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1
No primeiro dia no Rio de Janeiro, Delfino Montiel quase
 
se afogou. Ele tinha aprendido a nadar menino ainda no rio
 
das Velhas, na fazenda de seu tio Dilermando. Mas a cor-
 
rente dos rios é honesta e determinada, vai reta e sempre se
5
disciplina pelas margens. O mar... Ora, quem vai entender
 
o mar? Delfino largou-se para o mar no mesmo dia em que
 
chegara ao Rio. Atravessou a areia e foi entrando no mar
 
numa espécie de exaltação. Queria chorar com aquela fres-
 
cura de água azul, queria abraçar e beijar o mar. A primeira
10
onda que lhe veio ao encontro, Delfino a recebeu de braços
 
abertos. Ela o derrubou numa cascata de areia e espuma. Ele
 
bebeu água, muita, mas estava embriagado de mar.
 
Só quando já se achava sentado na areia, arquejante,
 
entre uma súcia de curiosos, é que Delfino compreendeu que
15
quase tinha morrido afogado. Um dos que o havia salvo era
 
um rapagão simpático que lhe perguntou:
 
– Você donde é que veio, patrício, de Cabrobó¹ ou Caixa
 
Prego²?
 
– De Congonhas do Campo, respondeu Delfino ingenu-
20
amente.
 
Muita gente riu em torno dele.
 
– Pois, se você ainda quer rever Congonhas, trate o mar
 
com mais desconfiança.
 
Enquanto o rapaz se afastava, Delfino notou principal-
25
mente o riso de uma menina de cabelos cor de mel. Ele a
 
notou porque a menina não queria exatamente rir, com pena
 
dele que estava, mas sua companheira ria tão à vontade que
 
ela não podia deixar de acompanhá-la.
 
Com os olhos fitos nela, Delfino a foi acompanhando com
30
a vista enquanto a menina entrava no mar. Viu logo que era
 
uma amiga íntima do mar. Viu-a furar uma primeira onda, li-
 
geira e exata como uma agulha mergulhando na dobra azul
 
de um pano. Quando ela se levantou do mergulho, o cabelo
 
cor de mel estava preto e grudado ao pescoço, preto-esver-
35
deado, como se ela tivesse voltado mais marinha do fundo
 
do mar.
 
 
¹ Cabrobó é uma cidade pernambucana no sertão do São Francisco.
 
² Caixa Prego significa lugar muito distante, longínquo.
(Record/Altaya. Adaptado)
A colocação do pronome no trecho original do texto pode ser alterada, seguindo a norma-padrão, como indicado na alternativa:

Questão 15

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Considere a tira e o texto para responder à questão.



Em meio _____ cerimônia, os noivos passaram _____ negociar a divisão de bens, o que transformou o evento religioso em evento forense, causando surpresa _____ ___ pessoas presentes, entre elas, os amigos Frank e Ernest.

Para que o texto esteja de acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, por

Questão 16

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Um alfaiate produz certa peça de roupa em 4 dias e seu aprendiz produz uma peça igual em 6 dias. O alfaiate e seu aprendiz podem trabalhar em uma mesma peça ao mesmo tempo, e, para produzir 30 dessas peças, os dois precisam trabalhar por

Questão 17

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Uma empresa tem 162 funcionários no período matutino,180 no período vespertino e 252, no período noturno, de maneira que cada funcionário só trabalha em um único período. Um treino de segurança será realizado no auditório dessa empresa, que tem capacidade máxima para 80 funcionários, e, por isso, os funcionários serão divididos no menor número de grupos possível, de modo que todos os grupos tenham o mesmo número de participantes e cada grupo com funcionários de um mesmo período. Cada treino será dado para o maior número de grupos possível, respeitando a capacidade do auditório, logo em cada treino o número máximo de grupos participantes será

Questão 18

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Um condomínio é formado por 2 blocos. O consumo de água do bloco A, em janeiro, foi igual a 82% do consumo de água do bloco B. Em fevereiro, o bloco A aumentou seu consumo de água em 3 200 litros, e o bloco B diminuiu o consumo em 6 340 litros, de maneira que o consumo de água em cada bloco foi igual. Em fevereiro, o consumo de água em cada bloco, em litros, foi igual a

Questão 19

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Em uma empresa, para cada 5 estagiários, existem 18 funcionários. Essa empresa pretende promover 48 de seus estagiários para trabalhar no quadro normal de funcionários e contratar mais 5 novos estagiários, de maneira que passe a ter 3 estagiários para cada 16 funcionários. Após essas mudanças, a soma do número de funcionários e estagiários nessa empresa será igual a

Questão 20

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Para produzir 600 bicicletas, em 28 dias, são necessários 8 operários trabalhando 8 horas por dia. Se cada operário trabalhar 7 horas por dia nas mesmas condições, o n úmero de operários de igual rendimento necessários para produzir 4 500 bicicletas em 30 dias será

Questão 21

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Renata fez a limpeza dos livros da biblioteca da escola. No primeiro dia, ela limpou 3/8 dos livros, no segundo dia, limpou 260 livros e, no terceiro dia, limpou os livros restantes, que correspondiam a 5/12 do total de livros.

O número total de livros dessa biblioteca é

Questão 22

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Um jogo de footdoubleball alternativo é jogado com 2 bolas ao mesmo tempo, uma grande e uma pequena. Cada gol feito com a bola grande vale 5 pontos, e cada gol feito com a bola pequena vale 2 pontos. Nesse jogo, um time marcou 28 gols, num total de 92 pontos, e o o utro time marcou 40 gols. Se os dois times fizeram um mesmo número de gols com a bola grande, o total de pontos feitos pelo time que marcou mais pontos foi

Questão 23

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
A média das notas de uma prova feita por 20 alunos foi 6,8. A última questão dessa prova foi corretamente resolvida por um pequeno número de alunos e não foi resolvida pelos demais alunos. O professor decidiu aumentar em 1 ponto a nota das provas dos alunos que erraram a última questão e aumentar em 0,5 ponto a nota das provas dos alunos que acertaram a última questão, e, ao fazer isso, a nova média das notas dessa prova passou a ser 7,7. O número de alunos que acertou a última questão foi

Questão 24

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
O perímetro do polígono ABCDEFGH é igual a 26 cm, e os lados BC e FG desse polígono são congruentes, conforme mostra a figura.



A área, em cm², do polígono ABCDEFGH é

Questão 25

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
A maior aresta de uma caixa na forma de um paralelepípedo reto-retângulo é 8 cm maior que a menor aresta dessa caixa, de modo que a área de uma face que contenha essas duas arestas é 84 cm². Se a face de maior área dessa caixa é 168 cm², o volume da caixa, em cm³, é

Questão 26

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Nos termos do Código Penal, é correto afirmar que a conduta de “exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida”, tipifica o seguinte crime:

Questão 27

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Nos termos da Constituição Federal, é correto afirmar que

Questão 28

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
A Prefeitura do Município “X” irá realizar uma contratação de serviço de engenharia de valor estimado de R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais). Nos termos da Lei nº 8.666/93 e do Decreto Federal nº 9.412/18, é correto afirmar que deverá ser utilizada a seguinte modalidade de licitação:

Questão 29

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
No que concerne à apresentação da declaração de bens e valores que compõem o patrimônio privado do agente público, é correto afirmar que, nos termos da Lei Federal nº 8.429/92, a referida declaração

Questão 30

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Assinale a alternativa correta e nos termos da Lei Federal nº 11.445/07 (Diretrizes Nacionais para o Saneamento Básico).

Questão 31

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Nos sistemas de aproveitamento de água da chuva de coberturas para fins não potáveis, devem ser realizadas inspeção e manutenção periódicas de todos os componentes do sistema. As frequências de inspeção dos dispositivos de descarte de detritos, das calhas, das bombas e dos reservatórios são, correta e respectivamente,

Questão 32

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
A figura representa uma ligação metálica de duas chapas de 20 mm de espessura por 140 mm de largura, com talas de mesma seção transversal e por 8 parafusos de 2,0 mm de diâmetro.



Considere que o furo padrão deve ter folga de 1,5 mm e que o corte por punção danifica parte do material da chapa, exigindo um acréscimo no diâmetro do furo de 2,0 mm. Nesse caso, a área líquida da seção furada para o cálculo da tensão será:

Questão 33

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
No que se refere ao aço, material que é utilizado em estruturas metálicas, ductilidade é a

Questão 34

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Um pilar de madeira com comprimento de 2,0 m está submetido apenas à compressão simples. Para que seja dispensada a consideração de eventuais efeitos de flexão, o raio de giração mínimo de sua seção transversal a ser adotado é

Questão 35

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
O dimensionamento no estado-limite último da seção transversal de uma viga de concreto armado, caracterizado pelo domínio 3, corresponde à

Questão 36

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
No dimensionamento de vigas convencionais de concreto armado no estado-limite último, para as combinações normais das ações e executadas em condições desfavoráveis de adensamento manual do concreto, com fck igual a 30,8 MPa e verificado em data igual ou superior aos 28 dias, a distribuição de tensões no concreto se faz de acordo com o diagrama parábola-retângulo, com tensão de pico de cálculo do concreto igual a

Questão 37

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
A treliça da figura está submetida a três cargas concentradas.



A força axial de compressão na barra AB é

Questão 38

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
No projeto de estruturas de madeira para o dimensionamento de vigas, o valor básico do coeficiente de ponderação para o estado limite-último, decorrentes de tensões de cisalhamento paralelas às fibras é

Questão 39

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
No projeto de fundações com blocos rígidos de concreto armado sobre estacas, deve-se considerar o efeito da flexão em duas direções, com as forças de tração concentradas nas linhas sobre as estacas em faixas de largura igual ao diâmetro da estaca multiplicado por

Questão 40

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
No dimensionamento de uma fundação superficial, solicitada por carregamento excêntrico de solicitações características, em relação à área total da fundação, a área comprimida deve ser de, no mínimo,

Questão 41

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Quando, no projeto de fundações para pequenas construções, for especificada broca perfurada com trado manual preenchida com concreto, o seu comprimento mínimo e sua carga máxima deverão ser, correta e respectivamente,

Questão 42

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
O ponto de entrada de água do reservatório inferior de um edifício encontra-se a 3,0 m abaixo da tubulação da rede pública, e o comprimento da tubulação entre a rede pública e o reservatório inferior, incluído todos os comprimentos equivalentes das singularidades, é de 20 m. Se a pressão no ponto de tomada d’água da rede pública é 12,4 mca, e a perda de carga unitária é 0,08 m/m, a pressão disponível na entrada do reservatório inferior é

Questão 43

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
A vazão do sistema de recalque de um edifício é 2,0 litros de água por segundo. Se o consumo diário de água é 21,6 m³, o tempo necessário de funcionamento do sistema de recalque para suprir o consumo diário é

Questão 44

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Na operação de estações de tratamento de esgoto sanitário, a relação entre a massa de sólidos em suspensão no afluente, introduzida em uma unidade de tratamento, e a área sobre a qual é aplicada, por unidade de tempo, é denominada taxa de

Questão 45

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Em um projeto de prevenção de combate a incêndio, nos locais indicados com risco baixo de classe A, a distância máxima a ser percorrida pelo operador do ponto de fixação de um extintor, com capacidade extintora mínima 2-A, a qualquer ponto da área por ele protegida, é de

Questão 46

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Considere o local de instalação de um aparelho de gás para uso residencial.



A abertura superior permanente acima do piso acabado deve ser localizada a uma altura mínima de

Questão 47

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Em um edifício de múltiplos pavimentos, com altura total de 36 m, construído com estrutura de elementos pré-moldados de concreto, considerando as combinações frequentes das ações, o deslocamento horizontal global máximo da estrutura dos elementos pré-moldados, sem encunhamento de outros elementos, é de

Questão 48

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Após os serviços de escavação, abertura de vala e assentamento de tubos pré-fabricados de concreto nas obras de drenagem de águas pluviais, é necessário proceder ao reaterro da vala com material solto de boa qualidade, em camadas com espessura máxima de

Questão 49

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
No projeto e execução de valas localizadas no leito carroçável das ruas, a distância mínima entre as tubulações de água e de esgoto deve ser de X m, e a tubulação de água deve ficar, no mínimo, Y m acima da tubulação de esgoto. Os valores de X e Y são, correta e respectivamente,

Questão 50

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Considere a cobertura da figura para o projeto das instalações de drenagem de águas pluviais.



Se o índice pluviométrico na região onde for construída a residência é de 150 mm/h, a vazão de projeto para o dimensionamento das calhas é de

Questão 51

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Para o controle tecnológico da execução de 2 000 m³ de aterro de um mesmo material, em uma obra de construção industrial, devem ser realizados ensaios de compactação. O número mínimo de ensaios é

Questão 52

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Muitos levantamentos cadastrais de imóveis rurais e urbanos georreferenciados utilizam o sistema de projeção cartográfica UTM, que divide a Terra em X fusos, que se estendem por Y graus de longitude cada. Os valores de X e Y são, correta e respectivamente,

Questão 53

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
No projeto das instalações elétricas de uma residência, um dos circuitos foi dimensionado para alimentar as cargas mínimas de iluminação de uma sala de estar retangular, 10 m por 6 m, e de uma copa retangular, 5 m por 3 m, com tensão de 110 V. A corrente do circuito é

Questão 54

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Considere o esquema de aterramento utilizado nas instalações elétricas prediais, no qual as funções de neutro e de proteção são combinadas em um único condutor, na totalidade do esquema da figura.



Esse esquema de aterramento da figura utilizado é denominado esquema

Questão 55

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Para fazer o orçamento de concreto dosado e lançado com fyk igual a 30 MPa, um engenheiro utilizou a composição de custos unitários a seguir.



Considerando os percentuais de 125% de encargos sociais sobre a mão de obra, o custo do metro cúbico do concreto dosado e lançado é

Questão 56

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Ao analisar o orçamento da construção de uma edificação, um engenheiro observou que seriam necessários R$ 375.000,00 de custos diretos. Se o preço de venda desta edificação for R$ 480.000,00, o BDI aplicado será:

Questão 57

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
A reforma de uma residência foi planejada conforme o cronograma PERT-CPM da figura, no qual as atividades são representadas por letras, seguidas de seu tempo de execução em dias.



O tempo, em dias, previsto para a conclusão da reforma é

Questão 58

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Para garantir a segurança nas obras de construção civil, as escadas provisórias de uso coletivo devem ser dimensionadas em função do fluxo de trabalhadores, respeitando-se a largura mínima de X m, devendo ter, pelo menos a cada Y m de altura, um patamar intermediário. Os valores de X e Y são, correta e respectivamente,

Questão 59

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
Na gestão do sistema de manutenção de edificações, a manutenção preventiva é caracterizada por

Questão 60

SeMAE 2020 - VUNESP - Engenharia Civil
A figura que representa uma viga de concreto armado com 4 m de comprimento e seção retangular 0,20 m por 0,50 m foi armada com aço CA50.



Se as massas das barras de diâmetros 6,3 mm, 10 mm e 12,5 mm são, respectivamente, 0,25 kg/m, 0,40 kg/m e 0,95 kg/m, então, o consumo de aço para a montagem dessa viga é aproximadamente,



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