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Casa da Moeda 2009

Casa da Moeda 2012

Analista da CMB - Análise de Negócios

Questão 1

Casa da Moeda 2012 - CESGRANRIO - Analista da CMB - Análise de Negócios
1
Você já escreveu ou falou alguma coisa que foi
 
considerada incoerente por outra pessoa? Não? En-
 
tão, vamos reformular a pergunta: você já escreveu
 
ou falou alguma coisa que foi entendida de maneira
5
diferente da que você gostaria que entendessem?
 
E aí? Mudou de opinião?
 
Pois é, que atire o primeiro dicionário quem nun-
 
ca foi interpretado de maneira diferente daquilo que
 
quis veicular. Seja por causa da falta de informação
10
ou do seu excesso; seja pelo fato de a mensagem
 
não possuir elementos contextualizadores suficien-
 
tes, como título, autoria, assinatura (no caso do escri-
 
to) ou gestos, olhares, entoação (no caso do falado);
 
ou, ainda, seja porque o conhecimento do conteúdo
15
veiculado não era partilhado suficientemente com o
 
interlocutor (leitor ou ouvinte). Todas essas razões
 
nos fazem pensar que, quando chamamos um tex-
 
to de incoerente, estamos nos referindo à não ativa-
 
ção de elementos necessários para que tanto o fa-
20
lante/escritor como o ouvinte/leitor atribuam sentido.
 
A escola nos ajudou a pensar assim?
 
Vários pedagogos e estudiosos da educação
 
têm relatado que o ensino de Língua portuguesa,
 
por muito tempo, se posicionou sobre o assunto de
25
modo bastante negligente, não abordando os motivos
 
empíricos que fazem com que os textos possam ser
 
considerados incoerentes. Quem não se recorda de
 
algum professor que tenha devolvido ao aluno seu
 
texto escrito com uma cruz enorme em vermelho
30
acompanhada da frase “Seu texto está incoerente”?
 
Muitas vezes, nessas situações, o aluno recebe a
 
correção, mas não chegam a ele as orientações para
 
entender o que pode melhorar no texto e o que faz
 
dele incoerente. [...]
35
A coerência de um texto depende majoritaria-
 
mente da troca de informações entre os interlocu-
 
tores, muito mais do que a construção sintática que
 
possui, assim como a atribuição de coerência está
 
ligada diretamente aos nossos conhecimentos sobre
40
o assunto. No entanto, o puro conhecimento socio-
 
cognitivo não é suficiente se não apreendemos os
 
aspectos estritamente linguísticos. Caso o leitor não
 
compreenda o código ali colocado, a coerência não
 
se constituirá. Isso pode ocorrer quando há alguma
45
expressão no texto de uma língua diferente daque-
 
la usada pelo leitor, como o latim (ad hoc ), o fran-
 
cês (déjà vu ), ou o inglês ( mainstream ). Ou, ainda,
 
quando o registro é extremamente específico de uma
 
área, como os famosos jargões técnicos: vocabulá-
50
rios jurídico, médico etc.
 
Além do conhecimento das palavras, a re-
 
lação sintática também é de suma importância.
 
O estabelecimento da mútua compreensão sobre a
 
sintaxe entre os interlocutores é chamado de coesão
55
textual. Ela não só está comprometida com a estru-
 
tura do texto, isto é, a ligação entre os termos e as
 
frases, como também com a semântica, ou seja, o
 
sentido que advém dessa estrutura e que é atribuído
 
pelos interlocutores.
MELO, Iran Ferreira de. Incoerente, eu? Uma reflexão sobre coerência e coesão textuais. Revista Conhecimento Prático: Língua portuguesa. São Paulo: Escala, n. 16, jan. 2009. p. 8-11. Adaptado.
De acordo com o texto, para que a coerência textual se estabeleça, é necessário, sobretudo, o[a]

Questão 2

Casa da Moeda 2012 - CESGRANRIO - Analista da CMB - Análise de Negócios
1
Você já escreveu ou falou alguma coisa que foi
 
considerada incoerente por outra pessoa? Não? En-
 
tão, vamos reformular a pergunta: você já escreveu
 
ou falou alguma coisa que foi entendida de maneira
5
diferente da que você gostaria que entendessem?
 
E aí? Mudou de opinião?
 
Pois é, que atire o primeiro dicionário quem nun-
 
ca foi interpretado de maneira diferente daquilo que
 
quis veicular. Seja por causa da falta de informação
10
ou do seu excesso; seja pelo fato de a mensagem
 
não possuir elementos contextualizadores suficien-
 
tes, como título, autoria, assinatura (no caso do escri-
 
to) ou gestos, olhares, entoação (no caso do falado);
 
ou, ainda, seja porque o conhecimento do conteúdo
15
veiculado não era partilhado suficientemente com o
 
interlocutor (leitor ou ouvinte). Todas essas razões
 
nos fazem pensar que, quando chamamos um tex-
 
to de incoerente, estamos nos referindo à não ativa-
 
ção de elementos necessários para que tanto o fa-
20
lante/escritor como o ouvinte/leitor atribuam sentido.
 
A escola nos ajudou a pensar assim?
 
Vários pedagogos e estudiosos da educação
 
têm relatado que o ensino de Língua portuguesa,
 
por muito tempo, se posicionou sobre o assunto de
25
modo bastante negligente, não abordando os motivos
 
empíricos que fazem com que os textos possam ser
 
considerados incoerentes. Quem não se recorda de
 
algum professor que tenha devolvido ao aluno seu
 
texto escrito com uma cruz enorme em vermelho
30
acompanhada da frase “Seu texto está incoerente”?
 
Muitas vezes, nessas situações, o aluno recebe a
 
correção, mas não chegam a ele as orientações para
 
entender o que pode melhorar no texto e o que faz
 
dele incoerente. [...]
35
A coerência de um texto depende majoritaria-
 
mente da troca de informações entre os interlocu-
 
tores, muito mais do que a construção sintática que
 
possui, assim como a atribuição de coerência está
 
ligada diretamente aos nossos conhecimentos sobre
40
o assunto. No entanto, o puro conhecimento socio-
 
cognitivo não é suficiente se não apreendemos os
 
aspectos estritamente linguísticos. Caso o leitor não
 
compreenda o código ali colocado, a coerência não
 
se constituirá. Isso pode ocorrer quando há alguma
45
expressão no texto de uma língua diferente daque-
 
la usada pelo leitor, como o latim (ad hoc ), o fran-
 
cês (déjà vu ), ou o inglês ( mainstream ). Ou, ainda,
 
quando o registro é extremamente específico de uma
 
área, como os famosos jargões técnicos: vocabulá-
50
rios jurídico, médico etc.
 
Além do conhecimento das palavras, a re-
 
lação sintática também é de suma importância.
 
O estabelecimento da mútua compreensão sobre a
 
sintaxe entre os interlocutores é chamado de coesão
55
textual. Ela não só está comprometida com a estru-
 
tura do texto, isto é, a ligação entre os termos e as
 
frases, como também com a semântica, ou seja, o
 
sentido que advém dessa estrutura e que é atribuído
 
pelos interlocutores.
MELO, Iran Ferreira de. Incoerente, eu? Uma reflexão sobre coerência e coesão textuais. Revista Conhecimento Prático: Língua portuguesa. São Paulo: Escala, n. 16, jan. 2009. p. 8-11. Adaptado.
No terceiro parágrafo do texto, por meio da metáfora “que atire o primeiro dicionário quem nunca foi interpretado de maneira diferente daquilo que quis veicular” (L . 7-9), o autor mostra que problemas relativos à coerência são comuns nas atividades comunicativas.
Para fundamentar sua tese, ele apresenta três razões, que são, respectivamente,

Questão 3

Casa da Moeda 2012 - CESGRANRIO - Analista da CMB - Análise de Negócios
1
Você já escreveu ou falou alguma coisa que foi
 
considerada incoerente por outra pessoa? Não? En-
 
tão, vamos reformular a pergunta: você já escreveu
 
ou falou alguma coisa que foi entendida de maneira
5
diferente da que você gostaria que entendessem?
 
E aí? Mudou de opinião?
 
Pois é, que atire o primeiro dicionário quem nun-
 
ca foi interpretado de maneira diferente daquilo que
 
quis veicular. Seja por causa da falta de informação
10
ou do seu excesso; seja pelo fato de a mensagem
 
não possuir elementos contextualizadores suficien-
 
tes, como título, autoria, assinatura (no caso do escri-
 
to) ou gestos, olhares, entoação (no caso do falado);
 
ou, ainda, seja porque o conhecimento do conteúdo
15
veiculado não era partilhado suficientemente com o
 
interlocutor (leitor ou ouvinte). Todas essas razões
 
nos fazem pensar que, quando chamamos um tex-
 
to de incoerente, estamos nos referindo à não ativa-
 
ção de elementos necessários para que tanto o fa-
20
lante/escritor como o ouvinte/leitor atribuam sentido.
 
A escola nos ajudou a pensar assim?
 
Vários pedagogos e estudiosos da educação
 
têm relatado que o ensino de Língua portuguesa,
 
por muito tempo, se posicionou sobre o assunto de
25
modo bastante negligente, não abordando os motivos
 
empíricos que fazem com que os textos possam ser
 
considerados incoerentes. Quem não se recorda de
 
algum professor que tenha devolvido ao aluno seu
 
texto escrito com uma cruz enorme em vermelho
30
acompanhada da frase “Seu texto está incoerente”?
 
Muitas vezes, nessas situações, o aluno recebe a
 
correção, mas não chegam a ele as orientações para
 
entender o que pode melhorar no texto e o que faz
 
dele incoerente. [...]
35
A coerência de um texto depende majoritaria-
 
mente da troca de informações entre os interlocu-
 
tores, muito mais do que a construção sintática que
 
possui, assim como a atribuição de coerência está
 
ligada diretamente aos nossos conhecimentos sobre
40
o assunto. No entanto, o puro conhecimento socio-
 
cognitivo não é suficiente se não apreendemos os
 
aspectos estritamente linguísticos. Caso o leitor não
 
compreenda o código ali colocado, a coerência não
 
se constituirá. Isso pode ocorrer quando há alguma
45
expressão no texto de uma língua diferente daque-
 
la usada pelo leitor, como o latim (ad hoc ), o fran-
 
cês (déjà vu ), ou o inglês ( mainstream ). Ou, ainda,
 
quando o registro é extremamente específico de uma
 
área, como os famosos jargões técnicos: vocabulá-
50
rios jurídico, médico etc.
 
Além do conhecimento das palavras, a re-
 
lação sintática também é de suma importância.
 
O estabelecimento da mútua compreensão sobre a
 
sintaxe entre os interlocutores é chamado de coesão
55
textual. Ela não só está comprometida com a estru-
 
tura do texto, isto é, a ligação entre os termos e as
 
frases, como também com a semântica, ou seja, o
 
sentido que advém dessa estrutura e que é atribuído
 
pelos interlocutores.
MELO, Iran Ferreira de. Incoerente, eu? Uma reflexão sobre coerência e coesão textuais. Revista Conhecimento Prático: Língua portuguesa. São Paulo: Escala, n. 16, jan. 2009. p. 8-11. Adaptado.
Observa-se o uso adequado do acento grave no trecho “estamos nos referindo à não ativação de elementos” (L. 18-19).
Verifica-se um DESRESPEITO à norma-padrão quanto ao emprego desse acento em:

Questão 4

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1
Você já escreveu ou falou alguma coisa que foi
 
considerada incoerente por outra pessoa? Não? En-
 
tão, vamos reformular a pergunta: você já escreveu
 
ou falou alguma coisa que foi entendida de maneira
5
diferente da que você gostaria que entendessem?
 
E aí? Mudou de opinião?
 
Pois é, que atire o primeiro dicionário quem nun-
 
ca foi interpretado de maneira diferente daquilo que
 
quis veicular. Seja por causa da falta de informação
10
ou do seu excesso; seja pelo fato de a mensagem
 
não possuir elementos contextualizadores suficien-
 
tes, como título, autoria, assinatura (no caso do escri-
 
to) ou gestos, olhares, entoação (no caso do falado);
 
ou, ainda, seja porque o conhecimento do conteúdo
15
veiculado não era partilhado suficientemente com o
 
interlocutor (leitor ou ouvinte). Todas essas razões
 
nos fazem pensar que, quando chamamos um tex-
 
to de incoerente, estamos nos referindo à não ativa-
 
ção de elementos necessários para que tanto o fa-
20
lante/escritor como o ouvinte/leitor atribuam sentido.
 
A escola nos ajudou a pensar assim?
 
Vários pedagogos e estudiosos da educação
 
têm relatado que o ensino de Língua portuguesa,
 
por muito tempo, se posicionou sobre o assunto de
25
modo bastante negligente, não abordando os motivos
 
empíricos que fazem com que os textos possam ser
 
considerados incoerentes. Quem não se recorda de
 
algum professor que tenha devolvido ao aluno seu
 
texto escrito com uma cruz enorme em vermelho
30
acompanhada da frase “Seu texto está incoerente”?
 
Muitas vezes, nessas situações, o aluno recebe a
 
correção, mas não chegam a ele as orientações para
 
entender o que pode melhorar no texto e o que faz
 
dele incoerente. [...]
35
A coerência de um texto depende majoritaria-
 
mente da troca de informações entre os interlocu-
 
tores, muito mais do que a construção sintática que
 
possui, assim como a atribuição de coerência está
 
ligada diretamente aos nossos conhecimentos sobre
40
o assunto. No entanto, o puro conhecimento socio-
 
cognitivo não é suficiente se não apreendemos os
 
aspectos estritamente linguísticos. Caso o leitor não
 
compreenda o código ali colocado, a coerência não
 
se constituirá. Isso pode ocorrer quando há alguma
45
expressão no texto de uma língua diferente daque-
 
la usada pelo leitor, como o latim (ad hoc ), o fran-
 
cês (déjà vu ), ou o inglês ( mainstream ). Ou, ainda,
 
quando o registro é extremamente específico de uma
 
área, como os famosos jargões técnicos: vocabulá-
50
rios jurídico, médico etc.
 
Além do conhecimento das palavras, a re-
 
lação sintática também é de suma importância.
 
O estabelecimento da mútua compreensão sobre a
 
sintaxe entre os interlocutores é chamado de coesão
55
textual. Ela não só está comprometida com a estru-
 
tura do texto, isto é, a ligação entre os termos e as
 
frases, como também com a semântica, ou seja, o
 
sentido que advém dessa estrutura e que é atribuído
 
pelos interlocutores.
MELO, Iran Ferreira de. Incoerente, eu? Uma reflexão sobre coerência e coesão textuais. Revista Conhecimento Prático: Língua portuguesa. São Paulo: Escala, n. 16, jan. 2009. p. 8-11. Adaptado.
O elemento coesivo Isso (L. 44) tem como referente a ideia de que

Questão 5

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1
Você já escreveu ou falou alguma coisa que foi
 
considerada incoerente por outra pessoa? Não? En-
 
tão, vamos reformular a pergunta: você já escreveu
 
ou falou alguma coisa que foi entendida de maneira
5
diferente da que você gostaria que entendessem?
 
E aí? Mudou de opinião?
 
Pois é, que atire o primeiro dicionário quem nun-
 
ca foi interpretado de maneira diferente daquilo que
 
quis veicular. Seja por causa da falta de informação
10
ou do seu excesso; seja pelo fato de a mensagem
 
não possuir elementos contextualizadores suficien-
 
tes, como título, autoria, assinatura (no caso do escri-
 
to) ou gestos, olhares, entoação (no caso do falado);
 
ou, ainda, seja porque o conhecimento do conteúdo
15
veiculado não era partilhado suficientemente com o
 
interlocutor (leitor ou ouvinte). Todas essas razões
 
nos fazem pensar que, quando chamamos um tex-
 
to de incoerente, estamos nos referindo à não ativa-
 
ção de elementos necessários para que tanto o fa-
20
lante/escritor como o ouvinte/leitor atribuam sentido.
 
A escola nos ajudou a pensar assim?
 
Vários pedagogos e estudiosos da educação
 
têm relatado que o ensino de Língua portuguesa,
 
por muito tempo, se posicionou sobre o assunto de
25
modo bastante negligente, não abordando os motivos
 
empíricos que fazem com que os textos possam ser
 
considerados incoerentes. Quem não se recorda de
 
algum professor que tenha devolvido ao aluno seu
 
texto escrito com uma cruz enorme em vermelho
30
acompanhada da frase “Seu texto está incoerente”?
 
Muitas vezes, nessas situações, o aluno recebe a
 
correção, mas não chegam a ele as orientações para
 
entender o que pode melhorar no texto e o que faz
 
dele incoerente. [...]
35
A coerência de um texto depende majoritaria-
 
mente da troca de informações entre os interlocu-
 
tores, muito mais do que a construção sintática que
 
possui, assim como a atribuição de coerência está
 
ligada diretamente aos nossos conhecimentos sobre
40
o assunto. No entanto, o puro conhecimento socio-
 
cognitivo não é suficiente se não apreendemos os
 
aspectos estritamente linguísticos. Caso o leitor não
 
compreenda o código ali colocado, a coerência não
 
se constituirá. Isso pode ocorrer quando há alguma
45
expressão no texto de uma língua diferente daque-
 
la usada pelo leitor, como o latim (ad hoc ), o fran-
 
cês (déjà vu ), ou o inglês ( mainstream ). Ou, ainda,
 
quando o registro é extremamente específico de uma
 
área, como os famosos jargões técnicos: vocabulá-
50
rios jurídico, médico etc.
 
Além do conhecimento das palavras, a re-
 
lação sintática também é de suma importância.
 
O estabelecimento da mútua compreensão sobre a
 
sintaxe entre os interlocutores é chamado de coesão
55
textual. Ela não só está comprometida com a estru-
 
tura do texto, isto é, a ligação entre os termos e as
 
frases, como também com a semântica, ou seja, o
 
sentido que advém dessa estrutura e que é atribuído
 
pelos interlocutores.
MELO, Iran Ferreira de. Incoerente, eu? Uma reflexão sobre coerência e coesão textuais. Revista Conhecimento Prático: Língua portuguesa. São Paulo: Escala, n. 16, jan. 2009. p. 8-11. Adaptado.
No que se refere ao fenômeno da concordância nominal, no subtítulo do texto, o termo textuais também admite a forma singular.
O período em que, conforme a norma-padrão, o termo destacado pode assumir tanto a forma singular quanto a plural é:

Questão 6

Casa da Moeda 2012 - CESGRANRIO - Analista da CMB - Análise de Negócios
1
$1 Coin Designs
 
 
WASHINGTON, January 5, 2012
 
(Press Release by the US Mint)
5
 
The United States Mint, created by Congress in
 
1792, is the Nation’s unique manufacturer of dollars
 
(bills and coins), so that the country can conduct its
 
trade and commerce. In addition to producing currency,
10
the United States Mint also produces uncirculated and
 
commemorative coins; Congressional Gold Medals;
 
and silver, gold and platinum coins.
 
Today the United States Mint announced the new
 
designs that will appear on the Presidential $1 Coins
15
in 2012. Each coin has two sides: the heads and the
 
tails. The obverse (heads sides) of the coins will bear
 
portraits of former Presidents Chester Arthur, Grover
 
Cleveland (first term), Benjamin Harrison and Grover
 
Cleveland (second term).
20
Inscriptions on the obverse of each coin include
 
the President’s name, the years of his term in office,
 
a number indicating the order in which he served, and
 
the inscription IN GOD WE TRUST . The portraits of
 
Chester Arthur and Grover Cleveland were designed
25
and sculpted by United States Mint Sculptor-Engraver
 
Don Everhart. The portrait of Benjamin Harrison was
 
designed and sculpted by United States Mint Sculptor-
 
Engraver Phebe Hemphill.
 
All coins in the Presidential $1 Coin Program
30
bear a common reverse (tails side) featuring the
 
iconic Statue of Liberty, designed and sculpted by
 
Everhart. Inscriptions on the reverse are $1 and
 
UNITED STATES OF AMERICA . The year of minting,
 
or issuance, E PLURIBUS UNUM and the mint mark
35
are incused on the edge of the coins.
 
The Presidential $1 Coin Program is authorized
 
by Public Law 109-145. Although production
 
of circulating Presidential $1 Coins will soon be
 
suspended, collectible versions of the coin will
40
continue to be available in select United States Mint
 
offerings. For information on the availability and
 
pricing of products featuring Presidential $1 Coins,
 
visit http://www.usmint.gov/catalog or call 1-800-USA-
 
MINT (872-6468).
Available at :<http://www.usmint.gov/pressroom/?action=press release&id=1319>. Retrieved on: Jan. 10, 2012. Adapted.
According to the text, the United States Mint is

Questão 7

Casa da Moeda 2012 - CESGRANRIO - Analista da CMB - Análise de Negócios
1
$1 Coin Designs
 
 
WASHINGTON, January 5, 2012
 
(Press Release by the US Mint)
5
 
The United States Mint, created by Congress in
 
1792, is the Nation’s unique manufacturer of dollars
 
(bills and coins), so that the country can conduct its
 
trade and commerce. In addition to producing currency,
10
the United States Mint also produces uncirculated and
 
commemorative coins; Congressional Gold Medals;
 
and silver, gold and platinum coins.
 
Today the United States Mint announced the new
 
designs that will appear on the Presidential $1 Coins
15
in 2012. Each coin has two sides: the heads and the
 
tails. The obverse (heads sides) of the coins will bear
 
portraits of former Presidents Chester Arthur, Grover
 
Cleveland (first term), Benjamin Harrison and Grover
 
Cleveland (second term).
20
Inscriptions on the obverse of each coin include
 
the President’s name, the years of his term in office,
 
a number indicating the order in which he served, and
 
the inscription IN GOD WE TRUST . The portraits of
 
Chester Arthur and Grover Cleveland were designed
25
and sculpted by United States Mint Sculptor-Engraver
 
Don Everhart. The portrait of Benjamin Harrison was
 
designed and sculpted by United States Mint Sculptor-
 
Engraver Phebe Hemphill.
 
All coins in the Presidential $1 Coin Program
30
bear a common reverse (tails side) featuring the
 
iconic Statue of Liberty, designed and sculpted by
 
Everhart. Inscriptions on the reverse are $1 and
 
UNITED STATES OF AMERICA . The year of minting,
 
or issuance, E PLURIBUS UNUM and the mint mark
35
are incused on the edge of the coins.
 
The Presidential $1 Coin Program is authorized
 
by Public Law 109-145. Although production
 
of circulating Presidential $1 Coins will soon be
 
suspended, collectible versions of the coin will
40
continue to be available in select United States Mint
 
offerings. For information on the availability and
 
pricing of products featuring Presidential $1 Coins,
 
visit http://www.usmint.gov/catalog or call 1-800-USA-
 
MINT (872-6468).
Available at :<http://www.usmint.gov/pressroom/?action=press release&id=1319>. Retrieved on: Jan. 10, 2012. Adapted.
In the text, the word in parentheses that describes the idea expressed by the words in bold-face type is in:

Questão 8

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1
$1 Coin Designs
 
 
WASHINGTON, January 5, 2012
 
(Press Release by the US Mint)
5
 
The United States Mint, created by Congress in
 
1792, is the Nation’s unique manufacturer of dollars
 
(bills and coins), so that the country can conduct its
 
trade and commerce. In addition to producing currency,
10
the United States Mint also produces uncirculated and
 
commemorative coins; Congressional Gold Medals;
 
and silver, gold and platinum coins.
 
Today the United States Mint announced the new
 
designs that will appear on the Presidential $1 Coins
15
in 2012. Each coin has two sides: the heads and the
 
tails. The obverse (heads sides) of the coins will bear
 
portraits of former Presidents Chester Arthur, Grover
 
Cleveland (first term), Benjamin Harrison and Grover
 
Cleveland (second term).
20
Inscriptions on the obverse of each coin include
 
the President’s name, the years of his term in office,
 
a number indicating the order in which he served, and
 
the inscription IN GOD WE TRUST . The portraits of
 
Chester Arthur and Grover Cleveland were designed
25
and sculpted by United States Mint Sculptor-Engraver
 
Don Everhart. The portrait of Benjamin Harrison was
 
designed and sculpted by United States Mint Sculptor-
 
Engraver Phebe Hemphill.
 
All coins in the Presidential $1 Coin Program
30
bear a common reverse (tails side) featuring the
 
iconic Statue of Liberty, designed and sculpted by
 
Everhart. Inscriptions on the reverse are $1 and
 
UNITED STATES OF AMERICA . The year of minting,
 
or issuance, E PLURIBUS UNUM and the mint mark
35
are incused on the edge of the coins.
 
The Presidential $1 Coin Program is authorized
 
by Public Law 109-145. Although production
 
of circulating Presidential $1 Coins will soon be
 
suspended, collectible versions of the coin will
40
continue to be available in select United States Mint
 
offerings. For information on the availability and
 
pricing of products featuring Presidential $1 Coins,
 
visit http://www.usmint.gov/catalog or call 1-800-USA-
 
MINT (872-6468).
Available at :<http://www.usmint.gov/pressroom/?action=press release&id=1319>. Retrieved on: Jan. 10, 2012. Adapted.
In 2012, the heads of the $1 coins will carry illustrations of

Questão 9

Casa da Moeda 2012 - CESGRANRIO - Analista da CMB - Análise de Negócios
1
$1 Coin Designs
 
 
WASHINGTON, January 5, 2012
 
(Press Release by the US Mint)
5
 
The United States Mint, created by Congress in
 
1792, is the Nation’s unique manufacturer of dollars
 
(bills and coins), so that the country can conduct its
 
trade and commerce. In addition to producing currency,
10
the United States Mint also produces uncirculated and
 
commemorative coins; Congressional Gold Medals;
 
and silver, gold and platinum coins.
 
Today the United States Mint announced the new
 
designs that will appear on the Presidential $1 Coins
15
in 2012. Each coin has two sides: the heads and the
 
tails. The obverse (heads sides) of the coins will bear
 
portraits of former Presidents Chester Arthur, Grover
 
Cleveland (first term), Benjamin Harrison and Grover
 
Cleveland (second term).
20
Inscriptions on the obverse of each coin include
 
the President’s name, the years of his term in office,
 
a number indicating the order in which he served, and
 
the inscription IN GOD WE TRUST . The portraits of
 
Chester Arthur and Grover Cleveland were designed
25
and sculpted by United States Mint Sculptor-Engraver
 
Don Everhart. The portrait of Benjamin Harrison was
 
designed and sculpted by United States Mint Sculptor-
 
Engraver Phebe Hemphill.
 
All coins in the Presidential $1 Coin Program
30
bear a common reverse (tails side) featuring the
 
iconic Statue of Liberty, designed and sculpted by
 
Everhart. Inscriptions on the reverse are $1 and
 
UNITED STATES OF AMERICA . The year of minting,
 
or issuance, E PLURIBUS UNUM and the mint mark
35
are incused on the edge of the coins.
 
The Presidential $1 Coin Program is authorized
 
by Public Law 109-145. Although production
 
of circulating Presidential $1 Coins will soon be
 
suspended, collectible versions of the coin will
40
continue to be available in select United States Mint
 
offerings. For information on the availability and
 
pricing of products featuring Presidential $1 Coins,
 
visit http://www.usmint.gov/catalog or call 1-800-USA-
 
MINT (872-6468).
Available at :<http://www.usmint.gov/pressroom/?action=press release&id=1319>. Retrieved on: Jan. 10, 2012. Adapted.
According to the text, the obverse of each coin includes all the following pieces of information, EXCEPT

Questão 10

Casa da Moeda 2012 - CESGRANRIO - Analista da CMB - Análise de Negócios
1
$1 Coin Designs
 
 
WASHINGTON, January 5, 2012
 
(Press Release by the US Mint)
5
 
The United States Mint, created by Congress in
 
1792, is the Nation’s unique manufacturer of dollars
 
(bills and coins), so that the country can conduct its
 
trade and commerce. In addition to producing currency,
10
the United States Mint also produces uncirculated and
 
commemorative coins; Congressional Gold Medals;
 
and silver, gold and platinum coins.
 
Today the United States Mint announced the new
 
designs that will appear on the Presidential $1 Coins
15
in 2012. Each coin has two sides: the heads and the
 
tails. The obverse (heads sides) of the coins will bear
 
portraits of former Presidents Chester Arthur, Grover
 
Cleveland (first term), Benjamin Harrison and Grover
 
Cleveland (second term).
20
Inscriptions on the obverse of each coin include
 
the President’s name, the years of his term in office,
 
a number indicating the order in which he served, and
 
the inscription IN GOD WE TRUST . The portraits of
 
Chester Arthur and Grover Cleveland were designed
25
and sculpted by United States Mint Sculptor-Engraver
 
Don Everhart. The portrait of Benjamin Harrison was
 
designed and sculpted by United States Mint Sculptor-
 
Engraver Phebe Hemphill.
 
All coins in the Presidential $1 Coin Program
30
bear a common reverse (tails side) featuring the
 
iconic Statue of Liberty, designed and sculpted by
 
Everhart. Inscriptions on the reverse are $1 and
 
UNITED STATES OF AMERICA . The year of minting,
 
or issuance, E PLURIBUS UNUM and the mint mark
35
are incused on the edge of the coins.
 
The Presidential $1 Coin Program is authorized
 
by Public Law 109-145. Although production
 
of circulating Presidential $1 Coins will soon be
 
suspended, collectible versions of the coin will
40
continue to be available in select United States Mint
 
offerings. For information on the availability and
 
pricing of products featuring Presidential $1 Coins,
 
visit http://www.usmint.gov/catalog or call 1-800-USA-
 
MINT (872-6468).
Available at :<http://www.usmint.gov/pressroom/?action=press release&id=1319>. Retrieved on: Jan. 10, 2012. Adapted.
An equivalent way of saying “The portrait of Benjamin Harrison was designed and sculpted by United States Mint Sculptor-Engraver Phebe Hemphill.” (lines 21-23) is in:

Questão 11

Casa da Moeda 2012 - CESGRANRIO - Analista da CMB - Análise de Negócios
São técnicas de teste de software classificadas como Teste Caixa-Branca, EXCETO o teste de

Questão 12

Casa da Moeda 2012 - CESGRANRIO - Analista da CMB - Análise de Negócios
Como é chamada a técnica usada em linguagens de programação como Java, para ligar um trecho de código que contém uma chamada de um método não estático ao código do método em questão?

Questão 13

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Qual opção está em DESACORDO com os princípios que norteiam os métodos ágeis de desenvolvimento de software?

Questão 14

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Alguns desenvolvedores, ignorando princípios básicos de orientação a objetos, criam soluções arquiteturais que simulam o estilo puramente procedural. Tais soluções utilizam uns poucos objetos contendo a maioria dos algoritmos usados pela aplicação. Estes, por sua vez, são orbitados por inúmeros outros objetos, que se comportam como provedores de dados para os primeiros.

Sobre a solução descrita, conclui-se que

Questão 15

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Seja o diagrama de casos de uso que captura alguns dos requisitos funcionais de um sistema de vendas de uma cadeia de lojas de vestuário a seguir.

Segundo esse diagrama, conclui-se que

Questão 16

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Qual ferramenta NÃO é adequada à descrição dos requisitos de um sistema de informação?

Questão 17

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Uma importante ferramenta utilizada na área de Mineração de Dados é o algoritmo Árvore de Padrão-Frequente.
Em relação aos métodos tradicionais de Mineração de Dados, esse algoritmo é utilizado para a extração de

Questão 18

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A tabela a seguir foi criada com o objetivo de aplicar a métrica de Pontos de Função para estimar o tamanho de um sistema que será construído.

Supondo que o Fator de Ajuste de Valor (VAF) seja 1.11, qual será o número de pontos de função do sistema em questão, caso seja utilizado o procedimento de cálculo descrito na versão 4.1.1 do Manual de Prática de Contagem do Grupo Internacional de Usuários de Pontos de Função (IFPUG)?

Questão 19

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No tocante à administração pública, é INCORRETO afirmar que a descentralização administrativa ocorre quando o Estado

Questão 20

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De acordo com a Lei de Licitações nº 8.666/1993, em qual situação a inexigibilidade de licitação pode ser aplicada?

Questão 21

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O diagrama E-R a seguir contém as entidades e algumas das regras de negócio referentes a financiamentos concedidos por um banco comercial.

Analisando-se esse diagrama, conclui-se que

Questão 22

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Análise de Relacionamento-Navegação é uma técnica sistemática para a determinação da estrutura de relacionamentos de uma aplicação para a Web. Ela não utiliza nenhuma linguagem de modelagem específica, ficando a cargo dos desenvolvedores a escolha das ferramentas que julguem adequadas para representar os modelos que serão construídos.
Em qual dos passos propostos nessa metodologia, devem-se elaborar diagramas de estados com o objetivo de compreender adequadamente as características de uma aplicação para a Web?

Questão 23

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No contexto dos processos de negócios,

Questão 24

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Em relação ao gerenciamento adequado do orçamento do Estado ou de outra pessoa de direito público, a sequência adequada dos estágios da despesa é

Questão 25

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De acordo com a Lei de Licitações nº 8.666/1993, qual é o número mínimo de interessados que precisam ser convidados para participar de uma licitação na modalidade Convite?

Questão 26

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Com relação aos princípios básicos da gestão pública, o Princípio da Eficiência está

Questão 27

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Quais os processos que pertencem ao grupo de processos de planejamento do PMBOK 4 a edição?

Questão 28

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Segundo o PMBOK 4 a edição, a estrutura genérica do ciclo de vida de projetos, os níveis de custo e de pessoal são

Questão 29

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A Constituição de 1988 introduziu o que se pode chamar de um processo integrado de alocação de recursos, compreendendo as atividades de planejamento e orçamento, mediante a definição de três instrumentos de iniciativa do poder executivo.

Dois desses instrumentos são:

Questão 30

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De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, o PPA deve estabelecer, de forma regionalizada, a(s)



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