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LIQUIGÁS 2012

Assistente Administrativo

Questão 1

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
1
O inevitável aconteceu: perdi meu celular. Esta-
 
va no bolso da calça. Voltei do Rio de Janeiro, peguei
 
um táxi no aeroporto. Deve ter caído no banco e não
 
percebi. Tentei ligar para o meu próprio número. Deu
5
caixa postal. Provavelmente eu o desliguei no em-
 
barque e esqueci de ativá-lo novamente. Meu quarto
 
parece uma trincheira de guerra de tanto procurá-lo.
 
Agora me rendo: sou um homem sem celular.
 
O primeiro sentimento é de pânico. Como vou
10
falar com meus amigos? Como vão me encontrar?
 
Estou desconectado do mundo. Nunca botei minha
 
agenda em um programa de computador, para sim-
 
plesmente recarregá-la em um novo aparelho. Será
 
árduo garimpar os números da família, amigos, con-
15
tatos profissionais. E se alguém me ligar com um as-
 
sunto importante? A insegurança é total.
 
Reflito. Podem me achar pelo telefone fixo. Meus
 
amigos me encontrarão, pois são meus amigos. Eu
 
os buscarei, é óbvio. Então por que tanto terror?
20
Há alguns anos - nem tantos assim - ninguém
 
tinha celular. A implantação demorou por aqui, em re-
 
lação a outros países. E a vida seguia. Se alguém
 
precisasse falar comigo, deixava recado. Depois eu
 
chamava de volta. Se estivesse aguardando um tra-
25
balho, por exemplo, eu ficava esperto. Ligava pergun-
 
tando se havia novidades. Muitas coisas demoravam
 
para acontecer. Mas as pessoas contavam com essa
 
demora. Não era realmente ruim.
 
Saía tranquilo, sem o risco de que me encontras-
30
sem a qualquer momento, por qualquer bobagem.
 
A maior parte das pessoas vê urgência onde abso-
 
lutamente não há. Ligam afobadas para fazer uma
 
pergunta qualquer. Se não chamo de volta, até se
 
ofendem.
35
— Eu estava no cinema, depois fui jantar, bater
 
papo.
 
— É... Mas podia ter ligado!
 
Como dizer que podia, mas não queria?
 
Vejo motoristas de táxi tentando se desvencilhar
40
de um telefonema.
 
— Agora não posso falar, estou dirigindo.
 
— Só mais uma coisinha...
 
Fico apavorado no banco enquanto ele faz cur-
 
vas e curvas, uma única mão no volante. Muita gente
45
não consegue desligar mesmo quando se explica ser
 
impossível falar. Dá um nervoso!
 
A maioria dos chefes sente-se no direito de li-
 
gar para o subordinado a qualquer hora. Noites, fins
 
de semana, tudo submergiu numa contínua ativida-
50
de profissional. No relacionamento pessoal ocorre o
 
mesmo.
 
— Onde você está? Estou ouvindo uma farra aí
 
atrás.
 
— Vendo televisão! É um comercial de cerveja!
55
Um amigo se recusa a ter celular.
 
— Fico mais livre.
 
Às vezes um colega de trabalho reclama:
 
— Precisava falar com você, mas não te achei.
 
— Não era para achar mesmo.
60
Há quem desfrute o melhor. Conheço uma repre-
 
sentante de vendas que trabalha na praia durante o
 
verão. Enquanto torra ao sol, compra, vende, nego-
 
cia. Mas, às vezes, quando está para fechar o negó-
 
cio mais importante do mês, o aparelho fica fora de
65
área. Ela quase enlouquece!
 
Pois é. O celular costuma ficar fora de área nos
 
momentos mais terríveis. Parece de propósito! Como
 
em um recente acidente automobilístico que me
 
aconteceu. Eu estava bem, mas precisava falar com
70
a seguradora. O carro em uma rua movimentada. E o
 
celular mudo! Quase pirei! E quando descarrega no
 
melhor de um papo, ou, pior, no meio da briga, dando
 
a impressão de que desliguei na cara?
 
Na minha infância, não tinha nem telefone em
75
casa. Agora não suporto a ideia de passar um dia
 
desconectado. É incrível como o mundo moderno cria
 
necessidades. Viver conectado virou vício. Talvez o
 
dia a dia fosse mais calmo sem celular. Mas vou cor-
 
rendo comprar um novo!
CARRASCO, Walcyr. A vida sem celular. Veja São Paulo, São Paulo, n.2107, 08 abr. 2009. Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/revista/ edicao-2107/a- vida-sem-celular Acesso: 26 dez. 2011. Adaptado.
O texto apresenta vários aspectos negativos em relação ao uso do celular.
O fragmento que exemplifica um desses aspectos é:

Questão 2

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
1
O inevitável aconteceu: perdi meu celular. Esta-
 
va no bolso da calça. Voltei do Rio de Janeiro, peguei
 
um táxi no aeroporto. Deve ter caído no banco e não
 
percebi. Tentei ligar para o meu próprio número. Deu
5
caixa postal. Provavelmente eu o desliguei no em-
 
barque e esqueci de ativá-lo novamente. Meu quarto
 
parece uma trincheira de guerra de tanto procurá-lo.
 
Agora me rendo: sou um homem sem celular.
 
O primeiro sentimento é de pânico. Como vou
10
falar com meus amigos? Como vão me encontrar?
 
Estou desconectado do mundo. Nunca botei minha
 
agenda em um programa de computador, para sim-
 
plesmente recarregá-la em um novo aparelho. Será
 
árduo garimpar os números da família, amigos, con-
15
tatos profissionais. E se alguém me ligar com um as-
 
sunto importante? A insegurança é total.
 
Reflito. Podem me achar pelo telefone fixo. Meus
 
amigos me encontrarão, pois são meus amigos. Eu
 
os buscarei, é óbvio. Então por que tanto terror?
20
Há alguns anos - nem tantos assim - ninguém
 
tinha celular. A implantação demorou por aqui, em re-
 
lação a outros países. E a vida seguia. Se alguém
 
precisasse falar comigo, deixava recado. Depois eu
 
chamava de volta. Se estivesse aguardando um tra-
25
balho, por exemplo, eu ficava esperto. Ligava pergun-
 
tando se havia novidades. Muitas coisas demoravam
 
para acontecer. Mas as pessoas contavam com essa
 
demora. Não era realmente ruim.
 
Saía tranquilo, sem o risco de que me encontras-
30
sem a qualquer momento, por qualquer bobagem.
 
A maior parte das pessoas vê urgência onde abso-
 
lutamente não há. Ligam afobadas para fazer uma
 
pergunta qualquer. Se não chamo de volta, até se
 
ofendem.
35
— Eu estava no cinema, depois fui jantar, bater
 
papo.
 
— É... Mas podia ter ligado!
 
Como dizer que podia, mas não queria?
 
Vejo motoristas de táxi tentando se desvencilhar
40
de um telefonema.
 
— Agora não posso falar, estou dirigindo.
 
— Só mais uma coisinha...
 
Fico apavorado no banco enquanto ele faz cur-
 
vas e curvas, uma única mão no volante. Muita gente
45
não consegue desligar mesmo quando se explica ser
 
impossível falar. Dá um nervoso!
 
A maioria dos chefes sente-se no direito de li-
 
gar para o subordinado a qualquer hora. Noites, fins
 
de semana, tudo submergiu numa contínua ativida-
50
de profissional. No relacionamento pessoal ocorre o
 
mesmo.
 
— Onde você está? Estou ouvindo uma farra aí
 
atrás.
 
— Vendo televisão! É um comercial de cerveja!
55
Um amigo se recusa a ter celular.
 
— Fico mais livre.
 
Às vezes um colega de trabalho reclama:
 
— Precisava falar com você, mas não te achei.
 
— Não era para achar mesmo.
60
Há quem desfrute o melhor. Conheço uma repre-
 
sentante de vendas que trabalha na praia durante o
 
verão. Enquanto torra ao sol, compra, vende, nego-
 
cia. Mas, às vezes, quando está para fechar o negó-
 
cio mais importante do mês, o aparelho fica fora de
65
área. Ela quase enlouquece!
 
Pois é. O celular costuma ficar fora de área nos
 
momentos mais terríveis. Parece de propósito! Como
 
em um recente acidente automobilístico que me
 
aconteceu. Eu estava bem, mas precisava falar com
70
a seguradora. O carro em uma rua movimentada. E o
 
celular mudo! Quase pirei! E quando descarrega no
 
melhor de um papo, ou, pior, no meio da briga, dando
 
a impressão de que desliguei na cara?
 
Na minha infância, não tinha nem telefone em
75
casa. Agora não suporto a ideia de passar um dia
 
desconectado. É incrível como o mundo moderno cria
 
necessidades. Viver conectado virou vício. Talvez o
 
dia a dia fosse mais calmo sem celular. Mas vou cor-
 
rendo comprar um novo!
CARRASCO, Walcyr. A vida sem celular. Veja São Paulo, São Paulo, n.2107, 08 abr. 2009. Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/revista/ edicao-2107/a- vida-sem-celular Acesso: 26 dez. 2011. Adaptado.
Os exemplos de uso dos celulares, tanto pelos chefes quanto no relacionamento pessoal (L. 47-54), indicam que, para o autor, tais aparelhos favorecem relações de

Questão 3

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
1
O inevitável aconteceu: perdi meu celular. Esta-
 
va no bolso da calça. Voltei do Rio de Janeiro, peguei
 
um táxi no aeroporto. Deve ter caído no banco e não
 
percebi. Tentei ligar para o meu próprio número. Deu
5
caixa postal. Provavelmente eu o desliguei no em-
 
barque e esqueci de ativá-lo novamente. Meu quarto
 
parece uma trincheira de guerra de tanto procurá-lo.
 
Agora me rendo: sou um homem sem celular.
 
O primeiro sentimento é de pânico. Como vou
10
falar com meus amigos? Como vão me encontrar?
 
Estou desconectado do mundo. Nunca botei minha
 
agenda em um programa de computador, para sim-
 
plesmente recarregá-la em um novo aparelho. Será
 
árduo garimpar os números da família, amigos, con-
15
tatos profissionais. E se alguém me ligar com um as-
 
sunto importante? A insegurança é total.
 
Reflito. Podem me achar pelo telefone fixo. Meus
 
amigos me encontrarão, pois são meus amigos. Eu
 
os buscarei, é óbvio. Então por que tanto terror?
20
Há alguns anos - nem tantos assim - ninguém
 
tinha celular. A implantação demorou por aqui, em re-
 
lação a outros países. E a vida seguia. Se alguém
 
precisasse falar comigo, deixava recado. Depois eu
 
chamava de volta. Se estivesse aguardando um tra-
25
balho, por exemplo, eu ficava esperto. Ligava pergun-
 
tando se havia novidades. Muitas coisas demoravam
 
para acontecer. Mas as pessoas contavam com essa
 
demora. Não era realmente ruim.
 
Saía tranquilo, sem o risco de que me encontras-
30
sem a qualquer momento, por qualquer bobagem.
 
A maior parte das pessoas vê urgência onde abso-
 
lutamente não há. Ligam afobadas para fazer uma
 
pergunta qualquer. Se não chamo de volta, até se
 
ofendem.
35
— Eu estava no cinema, depois fui jantar, bater
 
papo.
 
— É... Mas podia ter ligado!
 
Como dizer que podia, mas não queria?
 
Vejo motoristas de táxi tentando se desvencilhar
40
de um telefonema.
 
— Agora não posso falar, estou dirigindo.
 
— Só mais uma coisinha...
 
Fico apavorado no banco enquanto ele faz cur-
 
vas e curvas, uma única mão no volante. Muita gente
45
não consegue desligar mesmo quando se explica ser
 
impossível falar. Dá um nervoso!
 
A maioria dos chefes sente-se no direito de li-
 
gar para o subordinado a qualquer hora. Noites, fins
 
de semana, tudo submergiu numa contínua ativida-
50
de profissional. No relacionamento pessoal ocorre o
 
mesmo.
 
— Onde você está? Estou ouvindo uma farra aí
 
atrás.
 
— Vendo televisão! É um comercial de cerveja!
55
Um amigo se recusa a ter celular.
 
— Fico mais livre.
 
Às vezes um colega de trabalho reclama:
 
— Precisava falar com você, mas não te achei.
 
— Não era para achar mesmo.
60
Há quem desfrute o melhor. Conheço uma repre-
 
sentante de vendas que trabalha na praia durante o
 
verão. Enquanto torra ao sol, compra, vende, nego-
 
cia. Mas, às vezes, quando está para fechar o negó-
 
cio mais importante do mês, o aparelho fica fora de
65
área. Ela quase enlouquece!
 
Pois é. O celular costuma ficar fora de área nos
 
momentos mais terríveis. Parece de propósito! Como
 
em um recente acidente automobilístico que me
 
aconteceu. Eu estava bem, mas precisava falar com
70
a seguradora. O carro em uma rua movimentada. E o
 
celular mudo! Quase pirei! E quando descarrega no
 
melhor de um papo, ou, pior, no meio da briga, dando
 
a impressão de que desliguei na cara?
 
Na minha infância, não tinha nem telefone em
75
casa. Agora não suporto a ideia de passar um dia
 
desconectado. É incrível como o mundo moderno cria
 
necessidades. Viver conectado virou vício. Talvez o
 
dia a dia fosse mais calmo sem celular. Mas vou cor-
 
rendo comprar um novo!
CARRASCO, Walcyr. A vida sem celular. Veja São Paulo, São Paulo, n.2107, 08 abr. 2009. Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/revista/ edicao-2107/a- vida-sem-celular Acesso: 26 dez. 2011. Adaptado.
De acordo com o texto, um exemplo de pessoa/setor da sociedade que consegue claramente tirar proveito do celular é o

Questão 4

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
1
O inevitável aconteceu: perdi meu celular. Esta-
 
va no bolso da calça. Voltei do Rio de Janeiro, peguei
 
um táxi no aeroporto. Deve ter caído no banco e não
 
percebi. Tentei ligar para o meu próprio número. Deu
5
caixa postal. Provavelmente eu o desliguei no em-
 
barque e esqueci de ativá-lo novamente. Meu quarto
 
parece uma trincheira de guerra de tanto procurá-lo.
 
Agora me rendo: sou um homem sem celular.
 
O primeiro sentimento é de pânico. Como vou
10
falar com meus amigos? Como vão me encontrar?
 
Estou desconectado do mundo. Nunca botei minha
 
agenda em um programa de computador, para sim-
 
plesmente recarregá-la em um novo aparelho. Será
 
árduo garimpar os números da família, amigos, con-
15
tatos profissionais. E se alguém me ligar com um as-
 
sunto importante? A insegurança é total.
 
Reflito. Podem me achar pelo telefone fixo. Meus
 
amigos me encontrarão, pois são meus amigos. Eu
 
os buscarei, é óbvio. Então por que tanto terror?
20
Há alguns anos - nem tantos assim - ninguém
 
tinha celular. A implantação demorou por aqui, em re-
 
lação a outros países. E a vida seguia. Se alguém
 
precisasse falar comigo, deixava recado. Depois eu
 
chamava de volta. Se estivesse aguardando um tra-
25
balho, por exemplo, eu ficava esperto. Ligava pergun-
 
tando se havia novidades. Muitas coisas demoravam
 
para acontecer. Mas as pessoas contavam com essa
 
demora. Não era realmente ruim.
 
Saía tranquilo, sem o risco de que me encontras-
30
sem a qualquer momento, por qualquer bobagem.
 
A maior parte das pessoas vê urgência onde abso-
 
lutamente não há. Ligam afobadas para fazer uma
 
pergunta qualquer. Se não chamo de volta, até se
 
ofendem.
35
— Eu estava no cinema, depois fui jantar, bater
 
papo.
 
— É... Mas podia ter ligado!
 
Como dizer que podia, mas não queria?
 
Vejo motoristas de táxi tentando se desvencilhar
40
de um telefonema.
 
— Agora não posso falar, estou dirigindo.
 
— Só mais uma coisinha...
 
Fico apavorado no banco enquanto ele faz cur-
 
vas e curvas, uma única mão no volante. Muita gente
45
não consegue desligar mesmo quando se explica ser
 
impossível falar. Dá um nervoso!
 
A maioria dos chefes sente-se no direito de li-
 
gar para o subordinado a qualquer hora. Noites, fins
 
de semana, tudo submergiu numa contínua ativida-
50
de profissional. No relacionamento pessoal ocorre o
 
mesmo.
 
— Onde você está? Estou ouvindo uma farra aí
 
atrás.
 
— Vendo televisão! É um comercial de cerveja!
55
Um amigo se recusa a ter celular.
 
— Fico mais livre.
 
Às vezes um colega de trabalho reclama:
 
— Precisava falar com você, mas não te achei.
 
— Não era para achar mesmo.
60
Há quem desfrute o melhor. Conheço uma repre-
 
sentante de vendas que trabalha na praia durante o
 
verão. Enquanto torra ao sol, compra, vende, nego-
 
cia. Mas, às vezes, quando está para fechar o negó-
 
cio mais importante do mês, o aparelho fica fora de
65
área. Ela quase enlouquece!
 
Pois é. O celular costuma ficar fora de área nos
 
momentos mais terríveis. Parece de propósito! Como
 
em um recente acidente automobilístico que me
 
aconteceu. Eu estava bem, mas precisava falar com
70
a seguradora. O carro em uma rua movimentada. E o
 
celular mudo! Quase pirei! E quando descarrega no
 
melhor de um papo, ou, pior, no meio da briga, dando
 
a impressão de que desliguei na cara?
 
Na minha infância, não tinha nem telefone em
75
casa. Agora não suporto a ideia de passar um dia
 
desconectado. É incrível como o mundo moderno cria
 
necessidades. Viver conectado virou vício. Talvez o
 
dia a dia fosse mais calmo sem celular. Mas vou cor-
 
rendo comprar um novo!
CARRASCO, Walcyr. A vida sem celular. Veja São Paulo, São Paulo, n.2107, 08 abr. 2009. Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/revista/ edicao-2107/a- vida-sem-celular Acesso: 26 dez. 2011. Adaptado.
Ao longo do texto, o cronista reflete sobre aspectos diversos relativos à inserção do celular no cotidiano.
Pela leitura global do texto, sintetiza-se o conjunto da reflexão do cronista da seguinte maneira:

Questão 5

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
1
O inevitável aconteceu: perdi meu celular. Esta-
 
va no bolso da calça. Voltei do Rio de Janeiro, peguei
 
um táxi no aeroporto. Deve ter caído no banco e não
 
percebi. Tentei ligar para o meu próprio número. Deu
5
caixa postal. Provavelmente eu o desliguei no em-
 
barque e esqueci de ativá-lo novamente. Meu quarto
 
parece uma trincheira de guerra de tanto procurá-lo.
 
Agora me rendo: sou um homem sem celular.
 
O primeiro sentimento é de pânico. Como vou
10
falar com meus amigos? Como vão me encontrar?
 
Estou desconectado do mundo. Nunca botei minha
 
agenda em um programa de computador, para sim-
 
plesmente recarregá-la em um novo aparelho. Será
 
árduo garimpar os números da família, amigos, con-
15
tatos profissionais. E se alguém me ligar com um as-
 
sunto importante? A insegurança é total.
 
Reflito. Podem me achar pelo telefone fixo. Meus
 
amigos me encontrarão, pois são meus amigos. Eu
 
os buscarei, é óbvio. Então por que tanto terror?
20
Há alguns anos - nem tantos assim - ninguém
 
tinha celular. A implantação demorou por aqui, em re-
 
lação a outros países. E a vida seguia. Se alguém
 
precisasse falar comigo, deixava recado. Depois eu
 
chamava de volta. Se estivesse aguardando um tra-
25
balho, por exemplo, eu ficava esperto. Ligava pergun-
 
tando se havia novidades. Muitas coisas demoravam
 
para acontecer. Mas as pessoas contavam com essa
 
demora. Não era realmente ruim.
 
Saía tranquilo, sem o risco de que me encontras-
30
sem a qualquer momento, por qualquer bobagem.
 
A maior parte das pessoas vê urgência onde abso-
 
lutamente não há. Ligam afobadas para fazer uma
 
pergunta qualquer. Se não chamo de volta, até se
 
ofendem.
35
— Eu estava no cinema, depois fui jantar, bater
 
papo.
 
— É... Mas podia ter ligado!
 
Como dizer que podia, mas não queria?
 
Vejo motoristas de táxi tentando se desvencilhar
40
de um telefonema.
 
— Agora não posso falar, estou dirigindo.
 
— Só mais uma coisinha...
 
Fico apavorado no banco enquanto ele faz cur-
 
vas e curvas, uma única mão no volante. Muita gente
45
não consegue desligar mesmo quando se explica ser
 
impossível falar. Dá um nervoso!
 
A maioria dos chefes sente-se no direito de li-
 
gar para o subordinado a qualquer hora. Noites, fins
 
de semana, tudo submergiu numa contínua ativida-
50
de profissional. No relacionamento pessoal ocorre o
 
mesmo.
 
— Onde você está? Estou ouvindo uma farra aí
 
atrás.
 
— Vendo televisão! É um comercial de cerveja!
55
Um amigo se recusa a ter celular.
 
— Fico mais livre.
 
Às vezes um colega de trabalho reclama:
 
— Precisava falar com você, mas não te achei.
 
— Não era para achar mesmo.
60
Há quem desfrute o melhor. Conheço uma repre-
 
sentante de vendas que trabalha na praia durante o
 
verão. Enquanto torra ao sol, compra, vende, nego-
 
cia. Mas, às vezes, quando está para fechar o negó-
 
cio mais importante do mês, o aparelho fica fora de
65
área. Ela quase enlouquece!
 
Pois é. O celular costuma ficar fora de área nos
 
momentos mais terríveis. Parece de propósito! Como
 
em um recente acidente automobilístico que me
 
aconteceu. Eu estava bem, mas precisava falar com
70
a seguradora. O carro em uma rua movimentada. E o
 
celular mudo! Quase pirei! E quando descarrega no
 
melhor de um papo, ou, pior, no meio da briga, dando
 
a impressão de que desliguei na cara?
 
Na minha infância, não tinha nem telefone em
75
casa. Agora não suporto a ideia de passar um dia
 
desconectado. É incrível como o mundo moderno cria
 
necessidades. Viver conectado virou vício. Talvez o
 
dia a dia fosse mais calmo sem celular. Mas vou cor-
 
rendo comprar um novo!
CARRASCO, Walcyr. A vida sem celular. Veja São Paulo, São Paulo, n.2107, 08 abr. 2009. Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/revista/ edicao-2107/a- vida-sem-celular Acesso: 26 dez. 2011. Adaptado.
De acordo com a norma-padrão, o exemplo do texto em que a substituição do termo destacado por um pronome pessoal resultaria em um caso de próclise obrigatória é:

Questão 6

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
1
O inevitável aconteceu: perdi meu celular. Esta-
 
va no bolso da calça. Voltei do Rio de Janeiro, peguei
 
um táxi no aeroporto. Deve ter caído no banco e não
 
percebi. Tentei ligar para o meu próprio número. Deu
5
caixa postal. Provavelmente eu o desliguei no em-
 
barque e esqueci de ativá-lo novamente. Meu quarto
 
parece uma trincheira de guerra de tanto procurá-lo.
 
Agora me rendo: sou um homem sem celular.
 
O primeiro sentimento é de pânico. Como vou
10
falar com meus amigos? Como vão me encontrar?
 
Estou desconectado do mundo. Nunca botei minha
 
agenda em um programa de computador, para sim-
 
plesmente recarregá-la em um novo aparelho. Será
 
árduo garimpar os números da família, amigos, con-
15
tatos profissionais. E se alguém me ligar com um as-
 
sunto importante? A insegurança é total.
 
Reflito. Podem me achar pelo telefone fixo. Meus
 
amigos me encontrarão, pois são meus amigos. Eu
 
os buscarei, é óbvio. Então por que tanto terror?
20
Há alguns anos - nem tantos assim - ninguém
 
tinha celular. A implantação demorou por aqui, em re-
 
lação a outros países. E a vida seguia. Se alguém
 
precisasse falar comigo, deixava recado. Depois eu
 
chamava de volta. Se estivesse aguardando um tra-
25
balho, por exemplo, eu ficava esperto. Ligava pergun-
 
tando se havia novidades. Muitas coisas demoravam
 
para acontecer. Mas as pessoas contavam com essa
 
demora. Não era realmente ruim.
 
Saía tranquilo, sem o risco de que me encontras-
30
sem a qualquer momento, por qualquer bobagem.
 
A maior parte das pessoas vê urgência onde abso-
 
lutamente não há. Ligam afobadas para fazer uma
 
pergunta qualquer. Se não chamo de volta, até se
 
ofendem.
35
— Eu estava no cinema, depois fui jantar, bater
 
papo.
 
— É... Mas podia ter ligado!
 
Como dizer que podia, mas não queria?
 
Vejo motoristas de táxi tentando se desvencilhar
40
de um telefonema.
 
— Agora não posso falar, estou dirigindo.
 
— Só mais uma coisinha...
 
Fico apavorado no banco enquanto ele faz cur-
 
vas e curvas, uma única mão no volante. Muita gente
45
não consegue desligar mesmo quando se explica ser
 
impossível falar. Dá um nervoso!
 
A maioria dos chefes sente-se no direito de li-
 
gar para o subordinado a qualquer hora. Noites, fins
 
de semana, tudo submergiu numa contínua ativida-
50
de profissional. No relacionamento pessoal ocorre o
 
mesmo.
 
— Onde você está? Estou ouvindo uma farra aí
 
atrás.
 
— Vendo televisão! É um comercial de cerveja!
55
Um amigo se recusa a ter celular.
 
— Fico mais livre.
 
Às vezes um colega de trabalho reclama:
 
— Precisava falar com você, mas não te achei.
 
— Não era para achar mesmo.
60
Há quem desfrute o melhor. Conheço uma repre-
 
sentante de vendas que trabalha na praia durante o
 
verão. Enquanto torra ao sol, compra, vende, nego-
 
cia. Mas, às vezes, quando está para fechar o negó-
 
cio mais importante do mês, o aparelho fica fora de
65
área. Ela quase enlouquece!
 
Pois é. O celular costuma ficar fora de área nos
 
momentos mais terríveis. Parece de propósito! Como
 
em um recente acidente automobilístico que me
 
aconteceu. Eu estava bem, mas precisava falar com
70
a seguradora. O carro em uma rua movimentada. E o
 
celular mudo! Quase pirei! E quando descarrega no
 
melhor de um papo, ou, pior, no meio da briga, dando
 
a impressão de que desliguei na cara?
 
Na minha infância, não tinha nem telefone em
75
casa. Agora não suporto a ideia de passar um dia
 
desconectado. É incrível como o mundo moderno cria
 
necessidades. Viver conectado virou vício. Talvez o
 
dia a dia fosse mais calmo sem celular. Mas vou cor-
 
rendo comprar um novo!
CARRASCO, Walcyr. A vida sem celular. Veja São Paulo, São Paulo, n.2107, 08 abr. 2009. Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/revista/ edicao-2107/a- vida-sem-celular Acesso: 26 dez. 2011. Adaptado.
E quando descarrega no melhor de um papo, ou, pior, no meio da briga, dando a impressão de que desliguei na cara?” (L. 71-73)

O vocábulo que poderia substituir o termo destacado e expressar o mesmo sentido básico é

Questão 7

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
1
O inevitável aconteceu: perdi meu celular. Esta-
 
va no bolso da calça. Voltei do Rio de Janeiro, peguei
 
um táxi no aeroporto. Deve ter caído no banco e não
 
percebi. Tentei ligar para o meu próprio número. Deu
5
caixa postal. Provavelmente eu o desliguei no em-
 
barque e esqueci de ativá-lo novamente. Meu quarto
 
parece uma trincheira de guerra de tanto procurá-lo.
 
Agora me rendo: sou um homem sem celular.
 
O primeiro sentimento é de pânico. Como vou
10
falar com meus amigos? Como vão me encontrar?
 
Estou desconectado do mundo. Nunca botei minha
 
agenda em um programa de computador, para sim-
 
plesmente recarregá-la em um novo aparelho. Será
 
árduo garimpar os números da família, amigos, con-
15
tatos profissionais. E se alguém me ligar com um as-
 
sunto importante? A insegurança é total.
 
Reflito. Podem me achar pelo telefone fixo. Meus
 
amigos me encontrarão, pois são meus amigos. Eu
 
os buscarei, é óbvio. Então por que tanto terror?
20
Há alguns anos - nem tantos assim - ninguém
 
tinha celular. A implantação demorou por aqui, em re-
 
lação a outros países. E a vida seguia. Se alguém
 
precisasse falar comigo, deixava recado. Depois eu
 
chamava de volta. Se estivesse aguardando um tra-
25
balho, por exemplo, eu ficava esperto. Ligava pergun-
 
tando se havia novidades. Muitas coisas demoravam
 
para acontecer. Mas as pessoas contavam com essa
 
demora. Não era realmente ruim.
 
Saía tranquilo, sem o risco de que me encontras-
30
sem a qualquer momento, por qualquer bobagem.
 
A maior parte das pessoas vê urgência onde abso-
 
lutamente não há. Ligam afobadas para fazer uma
 
pergunta qualquer. Se não chamo de volta, até se
 
ofendem.
35
— Eu estava no cinema, depois fui jantar, bater
 
papo.
 
— É... Mas podia ter ligado!
 
Como dizer que podia, mas não queria?
 
Vejo motoristas de táxi tentando se desvencilhar
40
de um telefonema.
 
— Agora não posso falar, estou dirigindo.
 
— Só mais uma coisinha...
 
Fico apavorado no banco enquanto ele faz cur-
 
vas e curvas, uma única mão no volante. Muita gente
45
não consegue desligar mesmo quando se explica ser
 
impossível falar. Dá um nervoso!
 
A maioria dos chefes sente-se no direito de li-
 
gar para o subordinado a qualquer hora. Noites, fins
 
de semana, tudo submergiu numa contínua ativida-
50
de profissional. No relacionamento pessoal ocorre o
 
mesmo.
 
— Onde você está? Estou ouvindo uma farra aí
 
atrás.
 
— Vendo televisão! É um comercial de cerveja!
55
Um amigo se recusa a ter celular.
 
— Fico mais livre.
 
Às vezes um colega de trabalho reclama:
 
— Precisava falar com você, mas não te achei.
 
— Não era para achar mesmo.
60
Há quem desfrute o melhor. Conheço uma repre-
 
sentante de vendas que trabalha na praia durante o
 
verão. Enquanto torra ao sol, compra, vende, nego-
 
cia. Mas, às vezes, quando está para fechar o negó-
 
cio mais importante do mês, o aparelho fica fora de
65
área. Ela quase enlouquece!
 
Pois é. O celular costuma ficar fora de área nos
 
momentos mais terríveis. Parece de propósito! Como
 
em um recente acidente automobilístico que me
 
aconteceu. Eu estava bem, mas precisava falar com
70
a seguradora. O carro em uma rua movimentada. E o
 
celular mudo! Quase pirei! E quando descarrega no
 
melhor de um papo, ou, pior, no meio da briga, dando
 
a impressão de que desliguei na cara?
 
Na minha infância, não tinha nem telefone em
75
casa. Agora não suporto a ideia de passar um dia
 
desconectado. É incrível como o mundo moderno cria
 
necessidades. Viver conectado virou vício. Talvez o
 
dia a dia fosse mais calmo sem celular. Mas vou cor-
 
rendo comprar um novo!
CARRASCO, Walcyr. A vida sem celular. Veja São Paulo, São Paulo, n.2107, 08 abr. 2009. Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/revista/ edicao-2107/a- vida-sem-celular Acesso: 26 dez. 2011. Adaptado.
Em “Meu quarto parece uma trincheira de guerra de tanto procurá-lo” (L. 6-7), a palavra destacada foi usada fora de seu significado original.

O mesmo acontece com o seguinte vocábulo empregado no texto:

Questão 8

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
1
O inevitável aconteceu: perdi meu celular. Esta-
 
va no bolso da calça. Voltei do Rio de Janeiro, peguei
 
um táxi no aeroporto. Deve ter caído no banco e não
 
percebi. Tentei ligar para o meu próprio número. Deu
5
caixa postal. Provavelmente eu o desliguei no em-
 
barque e esqueci de ativá-lo novamente. Meu quarto
 
parece uma trincheira de guerra de tanto procurá-lo.
 
Agora me rendo: sou um homem sem celular.
 
O primeiro sentimento é de pânico. Como vou
10
falar com meus amigos? Como vão me encontrar?
 
Estou desconectado do mundo. Nunca botei minha
 
agenda em um programa de computador, para sim-
 
plesmente recarregá-la em um novo aparelho. Será
 
árduo garimpar os números da família, amigos, con-
15
tatos profissionais. E se alguém me ligar com um as-
 
sunto importante? A insegurança é total.
 
Reflito. Podem me achar pelo telefone fixo. Meus
 
amigos me encontrarão, pois são meus amigos. Eu
 
os buscarei, é óbvio. Então por que tanto terror?
20
Há alguns anos - nem tantos assim - ninguém
 
tinha celular. A implantação demorou por aqui, em re-
 
lação a outros países. E a vida seguia. Se alguém
 
precisasse falar comigo, deixava recado. Depois eu
 
chamava de volta. Se estivesse aguardando um tra-
25
balho, por exemplo, eu ficava esperto. Ligava pergun-
 
tando se havia novidades. Muitas coisas demoravam
 
para acontecer. Mas as pessoas contavam com essa
 
demora. Não era realmente ruim.
 
Saía tranquilo, sem o risco de que me encontras-
30
sem a qualquer momento, por qualquer bobagem.
 
A maior parte das pessoas vê urgência onde abso-
 
lutamente não há. Ligam afobadas para fazer uma
 
pergunta qualquer. Se não chamo de volta, até se
 
ofendem.
35
— Eu estava no cinema, depois fui jantar, bater
 
papo.
 
— É... Mas podia ter ligado!
 
Como dizer que podia, mas não queria?
 
Vejo motoristas de táxi tentando se desvencilhar
40
de um telefonema.
 
— Agora não posso falar, estou dirigindo.
 
— Só mais uma coisinha...
 
Fico apavorado no banco enquanto ele faz cur-
 
vas e curvas, uma única mão no volante. Muita gente
45
não consegue desligar mesmo quando se explica ser
 
impossível falar. Dá um nervoso!
 
A maioria dos chefes sente-se no direito de li-
 
gar para o subordinado a qualquer hora. Noites, fins
 
de semana, tudo submergiu numa contínua ativida-
50
de profissional. No relacionamento pessoal ocorre o
 
mesmo.
 
— Onde você está? Estou ouvindo uma farra aí
 
atrás.
 
— Vendo televisão! É um comercial de cerveja!
55
Um amigo se recusa a ter celular.
 
— Fico mais livre.
 
Às vezes um colega de trabalho reclama:
 
— Precisava falar com você, mas não te achei.
 
— Não era para achar mesmo.
60
Há quem desfrute o melhor. Conheço uma repre-
 
sentante de vendas que trabalha na praia durante o
 
verão. Enquanto torra ao sol, compra, vende, nego-
 
cia. Mas, às vezes, quando está para fechar o negó-
 
cio mais importante do mês, o aparelho fica fora de
65
área. Ela quase enlouquece!
 
Pois é. O celular costuma ficar fora de área nos
 
momentos mais terríveis. Parece de propósito! Como
 
em um recente acidente automobilístico que me
 
aconteceu. Eu estava bem, mas precisava falar com
70
a seguradora. O carro em uma rua movimentada. E o
 
celular mudo! Quase pirei! E quando descarrega no
 
melhor de um papo, ou, pior, no meio da briga, dando
 
a impressão de que desliguei na cara?
 
Na minha infância, não tinha nem telefone em
75
casa. Agora não suporto a ideia de passar um dia
 
desconectado. É incrível como o mundo moderno cria
 
necessidades. Viver conectado virou vício. Talvez o
 
dia a dia fosse mais calmo sem celular. Mas vou cor-
 
rendo comprar um novo!
CARRASCO, Walcyr. A vida sem celular. Veja São Paulo, São Paulo, n.2107, 08 abr. 2009. Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/revista/ edicao-2107/a- vida-sem-celular Acesso: 26 dez. 2011. Adaptado.
Em “Será árduo garimpar os números da família, amigos, contatos profissionais.” (L. 13-15), as vírgulas são utilizadas para

Questão 9

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
1
O inevitável aconteceu: perdi meu celular. Esta-
 
va no bolso da calça. Voltei do Rio de Janeiro, peguei
 
um táxi no aeroporto. Deve ter caído no banco e não
 
percebi. Tentei ligar para o meu próprio número. Deu
5
caixa postal. Provavelmente eu o desliguei no em-
 
barque e esqueci de ativá-lo novamente. Meu quarto
 
parece uma trincheira de guerra de tanto procurá-lo.
 
Agora me rendo: sou um homem sem celular.
 
O primeiro sentimento é de pânico. Como vou
10
falar com meus amigos? Como vão me encontrar?
 
Estou desconectado do mundo. Nunca botei minha
 
agenda em um programa de computador, para sim-
 
plesmente recarregá-la em um novo aparelho. Será
 
árduo garimpar os números da família, amigos, con-
15
tatos profissionais. E se alguém me ligar com um as-
 
sunto importante? A insegurança é total.
 
Reflito. Podem me achar pelo telefone fixo. Meus
 
amigos me encontrarão, pois são meus amigos. Eu
 
os buscarei, é óbvio. Então por que tanto terror?
20
Há alguns anos - nem tantos assim - ninguém
 
tinha celular. A implantação demorou por aqui, em re-
 
lação a outros países. E a vida seguia. Se alguém
 
precisasse falar comigo, deixava recado. Depois eu
 
chamava de volta. Se estivesse aguardando um tra-
25
balho, por exemplo, eu ficava esperto. Ligava pergun-
 
tando se havia novidades. Muitas coisas demoravam
 
para acontecer. Mas as pessoas contavam com essa
 
demora. Não era realmente ruim.
 
Saía tranquilo, sem o risco de que me encontras-
30
sem a qualquer momento, por qualquer bobagem.
 
A maior parte das pessoas vê urgência onde abso-
 
lutamente não há. Ligam afobadas para fazer uma
 
pergunta qualquer. Se não chamo de volta, até se
 
ofendem.
35
— Eu estava no cinema, depois fui jantar, bater
 
papo.
 
— É... Mas podia ter ligado!
 
Como dizer que podia, mas não queria?
 
Vejo motoristas de táxi tentando se desvencilhar
40
de um telefonema.
 
— Agora não posso falar, estou dirigindo.
 
— Só mais uma coisinha...
 
Fico apavorado no banco enquanto ele faz cur-
 
vas e curvas, uma única mão no volante. Muita gente
45
não consegue desligar mesmo quando se explica ser
 
impossível falar. Dá um nervoso!
 
A maioria dos chefes sente-se no direito de li-
 
gar para o subordinado a qualquer hora. Noites, fins
 
de semana, tudo submergiu numa contínua ativida-
50
de profissional. No relacionamento pessoal ocorre o
 
mesmo.
 
— Onde você está? Estou ouvindo uma farra aí
 
atrás.
 
— Vendo televisão! É um comercial de cerveja!
55
Um amigo se recusa a ter celular.
 
— Fico mais livre.
 
Às vezes um colega de trabalho reclama:
 
— Precisava falar com você, mas não te achei.
 
— Não era para achar mesmo.
60
Há quem desfrute o melhor. Conheço uma repre-
 
sentante de vendas que trabalha na praia durante o
 
verão. Enquanto torra ao sol, compra, vende, nego-
 
cia. Mas, às vezes, quando está para fechar o negó-
 
cio mais importante do mês, o aparelho fica fora de
65
área. Ela quase enlouquece!
 
Pois é. O celular costuma ficar fora de área nos
 
momentos mais terríveis. Parece de propósito! Como
 
em um recente acidente automobilístico que me
 
aconteceu. Eu estava bem, mas precisava falar com
70
a seguradora. O carro em uma rua movimentada. E o
 
celular mudo! Quase pirei! E quando descarrega no
 
melhor de um papo, ou, pior, no meio da briga, dando
 
a impressão de que desliguei na cara?
 
Na minha infância, não tinha nem telefone em
75
casa. Agora não suporto a ideia de passar um dia
 
desconectado. É incrível como o mundo moderno cria
 
necessidades. Viver conectado virou vício. Talvez o
 
dia a dia fosse mais calmo sem celular. Mas vou cor-
 
rendo comprar um novo!
CARRASCO, Walcyr. A vida sem celular. Veja São Paulo, São Paulo, n.2107, 08 abr. 2009. Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/revista/ edicao-2107/a- vida-sem-celular Acesso: 26 dez. 2011. Adaptado.
Na abordagem da concordância verbal, as gramáticas apresentam casos em que o verbo fica invariável, por ser considerado “impessoal”.

O exemplo do texto em que o verbo grifado encontra-se no singular por ser impessoal é:

Questão 10

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
1
O inevitável aconteceu: perdi meu celular. Esta-
 
va no bolso da calça. Voltei do Rio de Janeiro, peguei
 
um táxi no aeroporto. Deve ter caído no banco e não
 
percebi. Tentei ligar para o meu próprio número. Deu
5
caixa postal. Provavelmente eu o desliguei no em-
 
barque e esqueci de ativá-lo novamente. Meu quarto
 
parece uma trincheira de guerra de tanto procurá-lo.
 
Agora me rendo: sou um homem sem celular.
 
O primeiro sentimento é de pânico. Como vou
10
falar com meus amigos? Como vão me encontrar?
 
Estou desconectado do mundo. Nunca botei minha
 
agenda em um programa de computador, para sim-
 
plesmente recarregá-la em um novo aparelho. Será
 
árduo garimpar os números da família, amigos, con-
15
tatos profissionais. E se alguém me ligar com um as-
 
sunto importante? A insegurança é total.
 
Reflito. Podem me achar pelo telefone fixo. Meus
 
amigos me encontrarão, pois são meus amigos. Eu
 
os buscarei, é óbvio. Então por que tanto terror?
20
Há alguns anos - nem tantos assim - ninguém
 
tinha celular. A implantação demorou por aqui, em re-
 
lação a outros países. E a vida seguia. Se alguém
 
precisasse falar comigo, deixava recado. Depois eu
 
chamava de volta. Se estivesse aguardando um tra-
25
balho, por exemplo, eu ficava esperto. Ligava pergun-
 
tando se havia novidades. Muitas coisas demoravam
 
para acontecer. Mas as pessoas contavam com essa
 
demora. Não era realmente ruim.
 
Saía tranquilo, sem o risco de que me encontras-
30
sem a qualquer momento, por qualquer bobagem.
 
A maior parte das pessoas vê urgência onde abso-
 
lutamente não há. Ligam afobadas para fazer uma
 
pergunta qualquer. Se não chamo de volta, até se
 
ofendem.
35
— Eu estava no cinema, depois fui jantar, bater
 
papo.
 
— É... Mas podia ter ligado!
 
Como dizer que podia, mas não queria?
 
Vejo motoristas de táxi tentando se desvencilhar
40
de um telefonema.
 
— Agora não posso falar, estou dirigindo.
 
— Só mais uma coisinha...
 
Fico apavorado no banco enquanto ele faz cur-
 
vas e curvas, uma única mão no volante. Muita gente
45
não consegue desligar mesmo quando se explica ser
 
impossível falar. Dá um nervoso!
 
A maioria dos chefes sente-se no direito de li-
 
gar para o subordinado a qualquer hora. Noites, fins
 
de semana, tudo submergiu numa contínua ativida-
50
de profissional. No relacionamento pessoal ocorre o
 
mesmo.
 
— Onde você está? Estou ouvindo uma farra aí
 
atrás.
 
— Vendo televisão! É um comercial de cerveja!
55
Um amigo se recusa a ter celular.
 
— Fico mais livre.
 
Às vezes um colega de trabalho reclama:
 
— Precisava falar com você, mas não te achei.
 
— Não era para achar mesmo.
60
Há quem desfrute o melhor. Conheço uma repre-
 
sentante de vendas que trabalha na praia durante o
 
verão. Enquanto torra ao sol, compra, vende, nego-
 
cia. Mas, às vezes, quando está para fechar o negó-
 
cio mais importante do mês, o aparelho fica fora de
65
área. Ela quase enlouquece!
 
Pois é. O celular costuma ficar fora de área nos
 
momentos mais terríveis. Parece de propósito! Como
 
em um recente acidente automobilístico que me
 
aconteceu. Eu estava bem, mas precisava falar com
70
a seguradora. O carro em uma rua movimentada. E o
 
celular mudo! Quase pirei! E quando descarrega no
 
melhor de um papo, ou, pior, no meio da briga, dando
 
a impressão de que desliguei na cara?
 
Na minha infância, não tinha nem telefone em
75
casa. Agora não suporto a ideia de passar um dia
 
desconectado. É incrível como o mundo moderno cria
 
necessidades. Viver conectado virou vício. Talvez o
 
dia a dia fosse mais calmo sem celular. Mas vou cor-
 
rendo comprar um novo!
CARRASCO, Walcyr. A vida sem celular. Veja São Paulo, São Paulo, n.2107, 08 abr. 2009. Disponível em: http://vejasp.abril.com.br/revista/ edicao-2107/a- vida-sem-celular Acesso: 26 dez. 2011. Adaptado.
Considere a regência de desliguei no fragmento abaixo.
“Provavelmente eu o desliguei.” (L. 5)

O verbo que apresenta a mesma regência está empregado em:

Questão 11

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
Qual é o produto das raízes da equação [log(x)]² - log(x²) - 3 = 0 ?

Questão 12

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
Um cilindro circular reto possui altura igual ao raio de sua base. Se a razão entre o volume do cilindro, dado em metros cúbicos, e a sua área total, dada em metros quadrados, é igual a 2 metros, então a área lateral do cilindro, em m², é igual a

Questão 13

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
Pedro possui três parentes, João, José e Maria, cujas idades formam uma progressão geométrica. João é o mais novo, e Maria é a mais velha.
Se o produto das idades dos três parentes de Pedro é 1.728, qual é a idade de José?

Questão 14

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
Considere uma função f: IR→IR, definida por f(x) = 2x + 5.
Se cn, n IN* indica o termo geral de uma progressão aritmética decrescente, então a sequência de números reais dn, definida por dn = f(cn), n IN*, é uma progressão

Questão 15

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo



Em uma pequena sala de projeção, há cinco cadeiras dispostas em linha, lado a lado, e numeradas de 1 a 5.
Quatro pessoas vão ocupar quatro dessas cadeiras.
As possíveis ocupações das cadeiras distinguem-se não só pela cadeira vazia, mas, também, pela disposição das pessoas nas cadeiras ocupadas.
De quantos modos as cadeiras podem ser ocupadas pelas quatro pessoas?

Questão 16

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
Na internet, o tráfego lógico das informações entre as máquinas clientes (usuários) e os backbones (servidores) é feito por meio da(o)

Questão 17

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
Um computador é um equipamento capaz de processar com rapidez e segurança grande quantidade de informações.

Assim, além dos componentes de hardware, os computadores necessitam de um conjunto de softwares denominado

Questão 18

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo

» Esta questão foi anulada pela banca.
1
Considere a suíte Microsoft Office 2007 para responder às questões a seguir.
Incluído na Faixa de Opções da guia Início, no aplicativo PowerPoint, o comando Formatar Pincel é usado para

Questão 19

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo

» Esta questão foi anulada pela banca.
1
Considere a suíte Microsoft Office 2007 para responder às questões a seguir.
Considere o seguinte texto digitado no aplicativo Word:

Word é um editor de textos. Excel processa planilhas. PowerPoint trabalha com slides.

Selecionando-se esse texto e aplicando-lhe apenas uma vez o comando Marcadores, o resultado obtido será

Questão 20

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo

» Esta questão foi anulada pela banca.
1
Considere a suíte Microsoft Office 2007 para responder às questões a seguir.
Considere a figura de uma planilha do Microsoft Excel.


De acordo com essa figura, o gráfico inserido para os dados da planilha foi do tipo

Questão 21

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
Um documento deverá ser arquivado após ter sido classificado e tramitado. O exame do documento exige que se verifique se ele deve realmente ser arquivado, se possui anexo(s) e se a classificação a ele atribuída será mantida ou alterada.
Esses procedimentos fazem parte da operação de

Questão 22

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
Desconsiderando exceções, quando da despedida sem justa causa, o empregado faz jus ao pagamento de aviso prévio, 13o salário, férias vencidas acrescidas de 1/3, férias proporcionais acrescidas de 1/3 e saldo de salário.
Além desses direitos, o empregado também receberá o valor da multa sobre os depósitos do FGTS.
Essa multa é de

Questão 23

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
O contrato de experiência é uma modalidade do contrato por prazo determinado. Sua finalidade é verificar se o empregado tem aptidão para exercer a função para a qual foi contratado.
Esse tipo de contrato deverá ser de

Questão 24

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
O pagamento de pessoal é regulamentado pela CLT e por outros acordos.
Em relação ao prazo do pagamento, excetuando-se outro prazo mais favorável, negociado em acordo, convenção ou dissídio coletivo, a lei determina que o salário deverá estar à disposição do trabalhador até o

Questão 25

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
Na perspectiva da empresa, a movimentação de pessoal está ligada a decisões, tais como planejamento e atração de pessoas, socialização e aclimatação dos funcionários a seu ambiente de trabalho, bem como à sua alocação ou realocação.
Em caso de movimentações que resultem em transferência de empregado para localidade diferente daquela para a qual foi contratado, enquanto durar essa situação, a empresa fica obrigada a um pagamento suplementar nunca inferior ao que o empregado recebia na localidade de origem.
Em função da movimentação, deverá haver um pagamento suplementar com um acréscimo mínimo de

Questão 26

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
Almoxarifado é o local, coberto ou não, destinado à guarda e à conservação de materiais. Ele deve se adequar às especificidades demandadas, contendo espaços onde permanecerão os itens a serem usados. Sua localização, disposição interna e seus equipamentos devem estar condicionados à política geral de estoques da empresa.
Além dessas funções, o almoxarifado é também um setor destinado a

Questão 27

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
A eficiência de um moderno sistema de compras depende da relação entre fornecedores e compradores, o que garante o fornecimento de bens e serviços dentro das especificações desejadas.
Essa relação deverá resultar na implantação de um processo de

Questão 28

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
O uso de ferramentas computacionais para a veiculação de documentos, através de meios digitais, tem características muito importantes, sendo uma delas a possibilidade da condensação de um conteúdo maior de informação em muito menos espaço.
Tal característica se refere à

Questão 29

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
A nota fiscal eletrônica faz parte do novo modelo nacional de circulação de documento fiscal, em substituição à sistemática atual de emissão fiscal em papel. Com validade jurídica, devido à assinatura digital do remetente, esse novo modelo simplifica as obrigações acessórias dos contribuintes, permitindo, ao mesmo tempo, o acompanhamento, em tempo real, das operações comerciais pelo Fisco.
A alteração da sistemática atual para a da nota eletrônica resultará, também, em benefício ecológico representado pela redução de

Questão 30

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
ICMS é a sigla que identifica o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação.
O ICMS incide apenas sobre operações

Questão 31

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
Para efetivar as metas desenvolvidas no período de 2011-2015, uma empresa de gás investirá 715 milhões de reais. Desse total, 336 milhões de reais serão direcionados à área comercial para aquisição de novos botijões, já prevendo o aumento das vendas e o incremento no market-share.
Os gastos inseridos no plano estratégico estão relacionados ao sistema

Questão 32

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
Além de controlar e planejar as partes financeira e operacional e de melhorar o rendimento dos lucros da empresa, o orçamento também tem valor fundamental nas tomadas de decisões. Dividido em ramificações distintas, está diretamente ligado aos objetivos em longo prazo e às metas em curto prazo que as organizações pretendem atingir.
Com o objetivo de definir as quantidades a serem fabricadas para atender às necessidades de vendas e à política de estoques de produtos acabados, deve-se adotar o orçamento de

Questão 33

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
Em uma operação empresarial, o desequilíbrio entre a taxa de fornecimento e a de demanda pode ser evitado se existirem estoques de produtos.
Uma operação de varejo que mantiver níveis de estoque suficientes para evitar faltas de produtos diante da variabilidade da demanda e da incerteza do ressuprimento estará adotando o estoque de

Questão 34

LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo
Imposto é uma quantia paga ao Estado brasileiro e aos Estados e Municípios por pessoas físicas e jurídicas.
Dentre os impostos listados a seguir, os que se limitam APENAS à esfera estadual são:

Questão 35

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Quando um trabalhador é contratado, seu registro será obrigatoriamente feito pelo empregador.
Para esse registro, segundo a CLT, podem ser adotados livros, fichas ou cadastro no sistema eletrônico, conforme

Questão 36

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Há um prazo para o empregador anotar a data da admissão, a remuneração e as condições especiais do registro - se elas existirem - na CTPS do empregado, a contar da data de sua admissão.
Esse prazo é de

Questão 37

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A matemática financeira utilliza conceitos matemáticos, aplicados à análise de dados financeiros em geral. Ela trata do valor do dinheiro no tempo (juros e inflação), sendo aplicada, por exemplo, a empréstimos e a investimentos.
Um trabalhador resolveu aplicar uma parte do 13º salário. Se ao final de um período, considerando uma taxa de 10% a.p., ele resgatar R$ 1.100,00, o principal terá sido equivalente, em reais, à quantia de

Questão 38

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Quando os problemas tratados pela matemática financeira consideram o regime de juros compostos, a fórmula usada para calcular o valor futuro é

Questão 39

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Duas taxas são equivalentes quando, aplicadas a um mesmo capital, durante o mesmo período de tempo, produzem o mesmo rendimento.
A transformação de uma taxa anual (txa) em sua taxa equivalente semestral (txs) é possível através da operação:

Questão 40

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A tabela a seguir mostra as aplicações de capital, em reais, de um pequeno investidor.


Os juros auferidos do capital aplicado serão, em reais, de



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