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PETROBRAS 2012

Advogado Júnior

Questão 1

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos
 
do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma
 
missão, designada por seu professor de Português:
 
saber se eu considerava o estudo da Gramática indis-
5
pensável para aprender e usar a nossa ou qualquer
 
outra língua. Suspeitei de saída que o tal professor
 
lia esta coluna, se descabelava diariamente com
 
suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aque-
 
la oportunidade para me desmascarar. Já estava até
10
preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da re-
 
visão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram
 
o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos
 
tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
 
Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo er-
15
rado? Não. Então vamos em frente.
 
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem,
 
é um meio de comunicação e que deve ser julgada
 
exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras
 
básicas da Gramática, para evitar os vexames mais
20
gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma
 
questão de uso, não de princípios. Escrever bem é es-
 
crever claro, não necessariamente certo. Por exemplo:
 
dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo?
 
O importante é comunicar. (E quando possível surpre-
25
ender, iluminar, divertir, mover… Mas aí entramos na
 
área do talento, que também não tem nada a ver com
 
Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. [...]
 
É o esqueleto que nos traz de pé, mas ele não informa
 
nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas
30
sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias con-
 
versam entre si em Gramática pura.
 
Claro que eu não disse isso tudo para meus en-
 
trevistadores. E adverti que minha implicância com
 
a Gramática na certa se devia à minha pouca inti-
35
midade com ela. Sempre fui péssimo em Português.
 
Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com
 
a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida
 
escrevendo, apesar da minha total inocência na ma-
 
téria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas cus-
40
tas. E tenho com elas exemplar conduta de um cáften
 
profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço,
 
as desconhecidas são perigosas e potencialmente
 
traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas
 
flexões inomináveis para satisfazer um gosto pas-
45
sageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo
 
dominar por elas. [...]
 
Um escritor que passasse a respeitar a intimida-
 
de gramatical das suas palavras seria tão ineficiente
 
quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel.
VERISSIMO, Luis Fernando. O gigolô das palavras. In: LUFT, Cel- so Pedro. Língua e liberdade: por uma nova concepção de língua materna e seu ensino. Porto Alegre: L&PM, 1985. p. 36. Adaptado.
1
A linguagem
 
na ponta da língua,
 
tão fácil de falar
 
e de entender.
5
A linguagem
 
na superfície estrelada de letras,
 
sabe lá o que ela quer dizer?
 
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
 
e vai desmatando
10
o amazonas de minha ignorância.
 
Figuras de gramática, equipáticas,
 
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
 
Já esqueci a língua em que comia,
 
em que pedia para ir lá fora,
15
em que levava e dava pontapé,
 
a língua, breve língua entrecortada
 
do namoro com a prima.
 
O português são dois; o outro, mistério.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Aula de português. In: Reunião: 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1974. p. 81.
Segundo os Textos I e II, a linguagem é

Questão 2

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos
 
do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma
 
missão, designada por seu professor de Português:
 
saber se eu considerava o estudo da Gramática indis-
5
pensável para aprender e usar a nossa ou qualquer
 
outra língua. Suspeitei de saída que o tal professor
 
lia esta coluna, se descabelava diariamente com
 
suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aque-
 
la oportunidade para me desmascarar. Já estava até
10
preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da re-
 
visão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram
 
o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos
 
tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
 
Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo er-
15
rado? Não. Então vamos em frente.
 
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem,
 
é um meio de comunicação e que deve ser julgada
 
exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras
 
básicas da Gramática, para evitar os vexames mais
20
gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma
 
questão de uso, não de princípios. Escrever bem é es-
 
crever claro, não necessariamente certo. Por exemplo:
 
dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo?
 
O importante é comunicar. (E quando possível surpre-
25
ender, iluminar, divertir, mover… Mas aí entramos na
 
área do talento, que também não tem nada a ver com
 
Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. [...]
 
É o esqueleto que nos traz de pé, mas ele não informa
 
nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas
30
sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias con-
 
versam entre si em Gramática pura.
 
Claro que eu não disse isso tudo para meus en-
 
trevistadores. E adverti que minha implicância com
 
a Gramática na certa se devia à minha pouca inti-
35
midade com ela. Sempre fui péssimo em Português.
 
Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com
 
a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida
 
escrevendo, apesar da minha total inocência na ma-
 
téria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas cus-
40
tas. E tenho com elas exemplar conduta de um cáften
 
profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço,
 
as desconhecidas são perigosas e potencialmente
 
traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas
 
flexões inomináveis para satisfazer um gosto pas-
45
sageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo
 
dominar por elas. [...]
 
Um escritor que passasse a respeitar a intimida-
 
de gramatical das suas palavras seria tão ineficiente
 
quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel.
VERISSIMO, Luis Fernando. O gigolô das palavras. In: LUFT, Cel- so Pedro. Língua e liberdade: por uma nova concepção de língua materna e seu ensino. Porto Alegre: L&PM, 1985. p. 36. Adaptado.
1
A linguagem
 
na ponta da língua,
 
tão fácil de falar
 
e de entender.
5
A linguagem
 
na superfície estrelada de letras,
 
sabe lá o que ela quer dizer?
 
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
 
e vai desmatando
10
o amazonas de minha ignorância.
 
Figuras de gramática, equipáticas,
 
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
 
Já esqueci a língua em que comia,
 
em que pedia para ir lá fora,
15
em que levava e dava pontapé,
 
a língua, breve língua entrecortada
 
do namoro com a prima.
 
O português são dois; o outro, mistério.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Aula de português. In: Reunião: 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1974. p. 81.
O cronista do Texto I e o poeta do Texto II constroem opiniões convergentes a respeito da figura do professor de Português.
De acordo com esse ponto de vista, o professor, em relação ao saber gramatical dos outros, mostra-se

Questão 3

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos
 
do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma
 
missão, designada por seu professor de Português:
 
saber se eu considerava o estudo da Gramática indis-
5
pensável para aprender e usar a nossa ou qualquer
 
outra língua. Suspeitei de saída que o tal professor
 
lia esta coluna, se descabelava diariamente com
 
suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aque-
 
la oportunidade para me desmascarar. Já estava até
10
preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da re-
 
visão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram
 
o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos
 
tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
 
Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo er-
15
rado? Não. Então vamos em frente.
 
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem,
 
é um meio de comunicação e que deve ser julgada
 
exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras
 
básicas da Gramática, para evitar os vexames mais
20
gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma
 
questão de uso, não de princípios. Escrever bem é es-
 
crever claro, não necessariamente certo. Por exemplo:
 
dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo?
 
O importante é comunicar. (E quando possível surpre-
25
ender, iluminar, divertir, mover… Mas aí entramos na
 
área do talento, que também não tem nada a ver com
 
Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. [...]
 
É o esqueleto que nos traz de pé, mas ele não informa
 
nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas
30
sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias con-
 
versam entre si em Gramática pura.
 
Claro que eu não disse isso tudo para meus en-
 
trevistadores. E adverti que minha implicância com
 
a Gramática na certa se devia à minha pouca inti-
35
midade com ela. Sempre fui péssimo em Português.
 
Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com
 
a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida
 
escrevendo, apesar da minha total inocência na ma-
 
téria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas cus-
40
tas. E tenho com elas exemplar conduta de um cáften
 
profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço,
 
as desconhecidas são perigosas e potencialmente
 
traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas
 
flexões inomináveis para satisfazer um gosto pas-
45
sageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo
 
dominar por elas. [...]
 
Um escritor que passasse a respeitar a intimida-
 
de gramatical das suas palavras seria tão ineficiente
 
quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel.
VERISSIMO, Luis Fernando. O gigolô das palavras. In: LUFT, Cel- so Pedro. Língua e liberdade: por uma nova concepção de língua materna e seu ensino. Porto Alegre: L&PM, 1985. p. 36. Adaptado.
1
A linguagem
 
na ponta da língua,
 
tão fácil de falar
 
e de entender.
5
A linguagem
 
na superfície estrelada de letras,
 
sabe lá o que ela quer dizer?
 
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
 
e vai desmatando
10
o amazonas de minha ignorância.
 
Figuras de gramática, equipáticas,
 
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
 
Já esqueci a língua em que comia,
 
em que pedia para ir lá fora,
15
em que levava e dava pontapé,
 
a língua, breve língua entrecortada
 
do namoro com a prima.
 
O português são dois; o outro, mistério.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Aula de português. In: Reunião: 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1974. p. 81.
O “gigolô das palavras”, como o cronista se caracteriza no Texto I, entende sua escrita como

Questão 4

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1
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos
 
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missão, designada por seu professor de Português:
 
saber se eu considerava o estudo da Gramática indis-
5
pensável para aprender e usar a nossa ou qualquer
 
outra língua. Suspeitei de saída que o tal professor
 
lia esta coluna, se descabelava diariamente com
 
suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aque-
 
la oportunidade para me desmascarar. Já estava até
10
preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da re-
 
visão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram
 
o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos
 
tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
 
Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo er-
15
rado? Não. Então vamos em frente.
 
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem,
 
é um meio de comunicação e que deve ser julgada
 
exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras
 
básicas da Gramática, para evitar os vexames mais
20
gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma
 
questão de uso, não de princípios. Escrever bem é es-
 
crever claro, não necessariamente certo. Por exemplo:
 
dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo?
 
O importante é comunicar. (E quando possível surpre-
25
ender, iluminar, divertir, mover… Mas aí entramos na
 
área do talento, que também não tem nada a ver com
 
Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. [...]
 
É o esqueleto que nos traz de pé, mas ele não informa
 
nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas
30
sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias con-
 
versam entre si em Gramática pura.
 
Claro que eu não disse isso tudo para meus en-
 
trevistadores. E adverti que minha implicância com
 
a Gramática na certa se devia à minha pouca inti-
35
midade com ela. Sempre fui péssimo em Português.
 
Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com
 
a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida
 
escrevendo, apesar da minha total inocência na ma-
 
téria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas cus-
40
tas. E tenho com elas exemplar conduta de um cáften
 
profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço,
 
as desconhecidas são perigosas e potencialmente
 
traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas
 
flexões inomináveis para satisfazer um gosto pas-
45
sageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo
 
dominar por elas. [...]
 
Um escritor que passasse a respeitar a intimida-
 
de gramatical das suas palavras seria tão ineficiente
 
quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel.
VERISSIMO, Luis Fernando. O gigolô das palavras. In: LUFT, Cel- so Pedro. Língua e liberdade: por uma nova concepção de língua materna e seu ensino. Porto Alegre: L&PM, 1985. p. 36. Adaptado.
1
A linguagem
 
na ponta da língua,
 
tão fácil de falar
 
e de entender.
5
A linguagem
 
na superfície estrelada de letras,
 
sabe lá o que ela quer dizer?
 
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
 
e vai desmatando
10
o amazonas de minha ignorância.
 
Figuras de gramática, equipáticas,
 
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
 
Já esqueci a língua em que comia,
 
em que pedia para ir lá fora,
15
em que levava e dava pontapé,
 
a língua, breve língua entrecortada
 
do namoro com a prima.
 
O português são dois; o outro, mistério.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Aula de português. In: Reunião: 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1974. p. 81.
De acordo com a ortografia da língua portuguesa, sabida e ensinada pelo professor do Texto II, a seguinte frase respeita “a linguagem / na superfície estrelada de letras” (L. 5-6):

Questão 5

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos
 
do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma
 
missão, designada por seu professor de Português:
 
saber se eu considerava o estudo da Gramática indis-
5
pensável para aprender e usar a nossa ou qualquer
 
outra língua. Suspeitei de saída que o tal professor
 
lia esta coluna, se descabelava diariamente com
 
suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aque-
 
la oportunidade para me desmascarar. Já estava até
10
preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da re-
 
visão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram
 
o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos
 
tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
 
Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo er-
15
rado? Não. Então vamos em frente.
 
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem,
 
é um meio de comunicação e que deve ser julgada
 
exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras
 
básicas da Gramática, para evitar os vexames mais
20
gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma
 
questão de uso, não de princípios. Escrever bem é es-
 
crever claro, não necessariamente certo. Por exemplo:
 
dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo?
 
O importante é comunicar. (E quando possível surpre-
25
ender, iluminar, divertir, mover… Mas aí entramos na
 
área do talento, que também não tem nada a ver com
 
Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. [...]
 
É o esqueleto que nos traz de pé, mas ele não informa
 
nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas
30
sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias con-
 
versam entre si em Gramática pura.
 
Claro que eu não disse isso tudo para meus en-
 
trevistadores. E adverti que minha implicância com
 
a Gramática na certa se devia à minha pouca inti-
35
midade com ela. Sempre fui péssimo em Português.
 
Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com
 
a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida
 
escrevendo, apesar da minha total inocência na ma-
 
téria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas cus-
40
tas. E tenho com elas exemplar conduta de um cáften
 
profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço,
 
as desconhecidas são perigosas e potencialmente
 
traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas
 
flexões inomináveis para satisfazer um gosto pas-
45
sageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo
 
dominar por elas. [...]
 
Um escritor que passasse a respeitar a intimida-
 
de gramatical das suas palavras seria tão ineficiente
 
quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel.
VERISSIMO, Luis Fernando. O gigolô das palavras. In: LUFT, Cel- so Pedro. Língua e liberdade: por uma nova concepção de língua materna e seu ensino. Porto Alegre: L&PM, 1985. p. 36. Adaptado.
1
A linguagem
 
na ponta da língua,
 
tão fácil de falar
 
e de entender.
5
A linguagem
 
na superfície estrelada de letras,
 
sabe lá o que ela quer dizer?
 
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
 
e vai desmatando
10
o amazonas de minha ignorância.
 
Figuras de gramática, equipáticas,
 
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
 
Já esqueci a língua em que comia,
 
em que pedia para ir lá fora,
15
em que levava e dava pontapé,
 
a língua, breve língua entrecortada
 
do namoro com a prima.
 
O português são dois; o outro, mistério.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Aula de português. In: Reunião: 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1974. p. 81.
Segundo diria o Professor Carlos Góis, mencionado no Texto II, a frase cuja regência do verbo respeita a norma-padrão é:

Questão 6

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Pode-se inferir, com base numa afirmação do texto, que

Questão 7

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Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos
 
do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma
 
missão, designada por seu professor de Português:
 
saber se eu considerava o estudo da Gramática indis-
5
pensável para aprender e usar a nossa ou qualquer
 
outra língua. Suspeitei de saída que o tal professor
 
lia esta coluna, se descabelava diariamente com
 
suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aque-
 
la oportunidade para me desmascarar. Já estava até
10
preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da re-
 
visão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram
 
o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos
 
tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
 
Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo er-
15
rado? Não. Então vamos em frente.
 
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem,
 
é um meio de comunicação e que deve ser julgada
 
exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras
 
básicas da Gramática, para evitar os vexames mais
20
gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma
 
questão de uso, não de princípios. Escrever bem é es-
 
crever claro, não necessariamente certo. Por exemplo:
 
dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo?
 
O importante é comunicar. (E quando possível surpre-
25
ender, iluminar, divertir, mover… Mas aí entramos na
 
área do talento, que também não tem nada a ver com
 
Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. [...]
 
É o esqueleto que nos traz de pé, mas ele não informa
 
nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas
30
sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias con-
 
versam entre si em Gramática pura.
 
Claro que eu não disse isso tudo para meus en-
 
trevistadores. E adverti que minha implicância com
 
a Gramática na certa se devia à minha pouca inti-
35
midade com ela. Sempre fui péssimo em Português.
 
Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com
 
a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida
 
escrevendo, apesar da minha total inocência na ma-
 
téria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas cus-
40
tas. E tenho com elas exemplar conduta de um cáften
 
profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço,
 
as desconhecidas são perigosas e potencialmente
 
traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas
 
flexões inomináveis para satisfazer um gosto pas-
45
sageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo
 
dominar por elas. [...]
 
Um escritor que passasse a respeitar a intimida-
 
de gramatical das suas palavras seria tão ineficiente
 
quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel.
VERISSIMO, Luis Fernando. O gigolô das palavras. In: LUFT, Cel- so Pedro. Língua e liberdade: por uma nova concepção de língua materna e seu ensino. Porto Alegre: L&PM, 1985. p. 36. Adaptado.
1
A linguagem
 
na ponta da língua,
 
tão fácil de falar
 
e de entender.
5
A linguagem
 
na superfície estrelada de letras,
 
sabe lá o que ela quer dizer?
 
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
 
e vai desmatando
10
o amazonas de minha ignorância.
 
Figuras de gramática, equipáticas,
 
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
 
Já esqueci a língua em que comia,
 
em que pedia para ir lá fora,
15
em que levava e dava pontapé,
 
a língua, breve língua entrecortada
 
do namoro com a prima.
 
O português são dois; o outro, mistério.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Aula de português. In: Reunião: 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1974. p. 81.
De acordo com a norma-padrão, a frase que não precisa ser corrigida pelo Professor Carlos Góis, mencionado pelo Texto II, é:

Questão 8

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos
 
do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma
 
missão, designada por seu professor de Português:
 
saber se eu considerava o estudo da Gramática indis-
5
pensável para aprender e usar a nossa ou qualquer
 
outra língua. Suspeitei de saída que o tal professor
 
lia esta coluna, se descabelava diariamente com
 
suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aque-
 
la oportunidade para me desmascarar. Já estava até
10
preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da re-
 
visão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram
 
o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos
 
tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
 
Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo er-
15
rado? Não. Então vamos em frente.
 
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem,
 
é um meio de comunicação e que deve ser julgada
 
exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras
 
básicas da Gramática, para evitar os vexames mais
20
gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma
 
questão de uso, não de princípios. Escrever bem é es-
 
crever claro, não necessariamente certo. Por exemplo:
 
dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo?
 
O importante é comunicar. (E quando possível surpre-
25
ender, iluminar, divertir, mover… Mas aí entramos na
 
área do talento, que também não tem nada a ver com
 
Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. [...]
 
É o esqueleto que nos traz de pé, mas ele não informa
 
nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas
30
sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias con-
 
versam entre si em Gramática pura.
 
Claro que eu não disse isso tudo para meus en-
 
trevistadores. E adverti que minha implicância com
 
a Gramática na certa se devia à minha pouca inti-
35
midade com ela. Sempre fui péssimo em Português.
 
Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com
 
a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida
 
escrevendo, apesar da minha total inocência na ma-
 
téria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas cus-
40
tas. E tenho com elas exemplar conduta de um cáften
 
profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço,
 
as desconhecidas são perigosas e potencialmente
 
traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas
 
flexões inomináveis para satisfazer um gosto pas-
45
sageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo
 
dominar por elas. [...]
 
Um escritor que passasse a respeitar a intimida-
 
de gramatical das suas palavras seria tão ineficiente
 
quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel.
VERISSIMO, Luis Fernando. O gigolô das palavras. In: LUFT, Cel- so Pedro. Língua e liberdade: por uma nova concepção de língua materna e seu ensino. Porto Alegre: L&PM, 1985. p. 36. Adaptado.
1
A linguagem
 
na ponta da língua,
 
tão fácil de falar
 
e de entender.
5
A linguagem
 
na superfície estrelada de letras,
 
sabe lá o que ela quer dizer?
 
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
 
e vai desmatando
10
o amazonas de minha ignorância.
 
Figuras de gramática, equipáticas,
 
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
 
Já esqueci a língua em que comia,
 
em que pedia para ir lá fora,
15
em que levava e dava pontapé,
 
a língua, breve língua entrecortada
 
do namoro com a prima.
 
O português são dois; o outro, mistério.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Aula de português. In: Reunião: 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1974. p. 81.
O seguinte verbo em destaque NÃO está conjugado de acordo com a norma-padrão:

Questão 9

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos
 
do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma
 
missão, designada por seu professor de Português:
 
saber se eu considerava o estudo da Gramática indis-
5
pensável para aprender e usar a nossa ou qualquer
 
outra língua. Suspeitei de saída que o tal professor
 
lia esta coluna, se descabelava diariamente com
 
suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aque-
 
la oportunidade para me desmascarar. Já estava até
10
preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da re-
 
visão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram
 
o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos
 
tinham escolhido os nomes a serem entrevistados.
 
Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo er-
15
rado? Não. Então vamos em frente.
 
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem,
 
é um meio de comunicação e que deve ser julgada
 
exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras
 
básicas da Gramática, para evitar os vexames mais
20
gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma
 
questão de uso, não de princípios. Escrever bem é es-
 
crever claro, não necessariamente certo. Por exemplo:
 
dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo?
 
O importante é comunicar. (E quando possível surpre-
25
ender, iluminar, divertir, mover… Mas aí entramos na
 
área do talento, que também não tem nada a ver com
 
Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. [...]
 
É o esqueleto que nos traz de pé, mas ele não informa
 
nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas
30
sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias con-
 
versam entre si em Gramática pura.
 
Claro que eu não disse isso tudo para meus en-
 
trevistadores. E adverti que minha implicância com
 
a Gramática na certa se devia à minha pouca inti-
35
midade com ela. Sempre fui péssimo em Português.
 
Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com
 
a Gramática é tão dispensável que eu ganho a vida
 
escrevendo, apesar da minha total inocência na ma-
 
téria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas cus-
40
tas. E tenho com elas exemplar conduta de um cáften
 
profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço,
 
as desconhecidas são perigosas e potencialmente
 
traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas
 
flexões inomináveis para satisfazer um gosto pas-
45
sageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo
 
dominar por elas. [...]
 
Um escritor que passasse a respeitar a intimida-
 
de gramatical das suas palavras seria tão ineficiente
 
quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel.
VERISSIMO, Luis Fernando. O gigolô das palavras. In: LUFT, Cel- so Pedro. Língua e liberdade: por uma nova concepção de língua materna e seu ensino. Porto Alegre: L&PM, 1985. p. 36. Adaptado.
1
A linguagem
 
na ponta da língua,
 
tão fácil de falar
 
e de entender.
5
A linguagem
 
na superfície estrelada de letras,
 
sabe lá o que ela quer dizer?
 
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
 
e vai desmatando
10
o amazonas de minha ignorância.
 
Figuras de gramática, equipáticas,
 
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
 
Já esqueci a língua em que comia,
 
em que pedia para ir lá fora,
15
em que levava e dava pontapé,
 
a língua, breve língua entrecortada
 
do namoro com a prima.
 
O português são dois; o outro, mistério.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Aula de português. In: Reunião: 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1974. p. 81.
Um professor de gramática tradicional, ao corrigir uma redação, leu o trecho a seguir e percebeu algumas inadequações gramaticais em sua estrutura.


Os grevistas sabiam o porque da greve, mas não entendiam porque havia tanta repressão.


O professor corrigirá essas inadequações, produzindo o seguinte texto:

Questão 10

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Pode-se inferir, com base numa afirmação do texto, que

Questão 11

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
by Jaime Kammerzell
 
From Rigzone Contributor. Tuesday, February 14,
 
Although far fewer women work in the oil and gas
 
(O&G) industry compared to men, many women find
5
rewarding careers in the industry. Five women were
 
asked the same questions regarding their career
 
choices in the oil and gas industry.
 
Question 1: Why did you choose the oil and gas
 
industry?
10
Woman 1: Cool technology, applying science and
 
money.
 
Woman 2: It seemed interesting and the pay was
 
good.
 
Woman 3: They offered me a job! I couldn’t turn down
15
the great starting salary and a chance to live in New
 
Orleans.
 
Woman 4: I did not really choose the oil and gas
 
industry as much as it chose me.
 
Woman 5: I chose the oil and gas industry because of
20
the challenging projects, and I want to be part of our
 
country’s energy solution.
 
Question 2: How did you get your start in the oil
 
and gas industry?
 
Woman 1: I went to a university that all major oil
25
companies recruit. I received a summer internship with
 
Texaco before my last year of my Master’s degree.
 
Woman 2: I was recruited at a Texas Tech Engineering
 
Job Fair.
 
Woman 3: At the time, campus recruiters came
30
to the geosciences department of my university
 
annually and they sponsored scholarships for
 
graduate students to help complete their research.
 
Even though my Master’s thesis was more geared
 
toward environmental studies, as a recipient of one
35
of these scholarships, my graduate advisor strongly
 
encouraged me to participate when the time came for
 
O&G Industry interviews.
 
Woman 4: I was working for a company in another
 
state where oil and gas was not its primary business.
40
When the company sold its division in the state
 
where I was working, they offered me a position at
 
the company’s headquarters in Houston managing
 
the aftermarket sales for the company’s largest
 
region. Aftermarket sales supported the on-highway,
45
construction, industrial, agricultural and the oil and
 
gas markets. After one year, the company asked me
 
to take the position of managing their marine and
 
offshore power products division. I held that position
 
for three years. I left that company to join a new startup
50
company where I hold the position of president.
 
Woman 5: My first job in the oil and gas industry was
 
an internship with Mobil Oil Corp., in New Orleans.
 
I worked with a lot of smart, focused and talented
 
geoscientists and engineers.
55
Question 3: Describe your typical day.
 
Woman 1: Tough one to describe a typical day. I
 
generally read email, go to a couple of meetings and
 
work with the field’s earth model or look at seismic.
 
Woman 2: I talk with clients, help prepare bids and
60
work on getting projects out the door. My days are
 
never the same, which is what I love about the job I
 
have.
 
Woman 3: I usually work from 7:30 a.m. – 6:30 p.m.
 
(although the official day is shorter). We call the field
65
every morning for an update on operations, security,
 
construction, facilities and production engineering
 
activities. I work with my team leads on short-term
 
and long-term projects to enhance production (a lot of
 
emails and Powerpoint). I usually have 2-3 meetings
70
per day to discuss/prioritize/review ongoing or
 
upcoming work (production optimization, simulation
 
modeling, drilling plans, geologic interpretation,
 
workovers, etc.). Beyond our team, I also participate
 
in a number of broader business initiatives and
75
leadership teams.
 
Woman 4: A typical day is a hectic day for me. My
 
day usually starts well before 8 a.m. with phone
 
calls and emails with our facility in Norway, as well
 
as other business relationships abroad. At the office,
80
I am involved in the daily business operations and
 
also stay closely involved in the projects and the
 
sales efforts. On any given day I am working on
 
budgets and finance, attending project meetings,
 
attending engineering meetings, reviewing drawings
85
and technical specifications, meeting with clients
 
and prospective clients, reviewing sales proposals,
 
evaluating new business opportunities and making a
 
lot of decisions.
 
Woman 5: On most days I work on my computer
90
to complete my projects. I interpret logs, create
 
maps, research local and regional geology or write
 
documents. I go to project meetings almost every day.
 
I typically work only during business hours, but there
 
are times when I get calls at night or on weekends
95
from a rig or other geologists for assistance with a
 
technical problem.
Adapted from URL: http://www.rigzone.com/news/article .asp?a_id=11508. Retrieved on February 14, 2012.
According to Text I, when asked about their choice of the oil and gas industry,

Questão 12

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
by Jaime Kammerzell
 
From Rigzone Contributor. Tuesday, February 14,
 
Although far fewer women work in the oil and gas
 
(O&G) industry compared to men, many women find
5
rewarding careers in the industry. Five women were
 
asked the same questions regarding their career
 
choices in the oil and gas industry.
 
Question 1: Why did you choose the oil and gas
 
industry?
10
Woman 1: Cool technology, applying science and
 
money.
 
Woman 2: It seemed interesting and the pay was
 
good.
 
Woman 3: They offered me a job! I couldn’t turn down
15
the great starting salary and a chance to live in New
 
Orleans.
 
Woman 4: I did not really choose the oil and gas
 
industry as much as it chose me.
 
Woman 5: I chose the oil and gas industry because of
20
the challenging projects, and I want to be part of our
 
country’s energy solution.
 
Question 2: How did you get your start in the oil
 
and gas industry?
 
Woman 1: I went to a university that all major oil
25
companies recruit. I received a summer internship with
 
Texaco before my last year of my Master’s degree.
 
Woman 2: I was recruited at a Texas Tech Engineering
 
Job Fair.
 
Woman 3: At the time, campus recruiters came
30
to the geosciences department of my university
 
annually and they sponsored scholarships for
 
graduate students to help complete their research.
 
Even though my Master’s thesis was more geared
 
toward environmental studies, as a recipient of one
35
of these scholarships, my graduate advisor strongly
 
encouraged me to participate when the time came for
 
O&G Industry interviews.
 
Woman 4: I was working for a company in another
 
state where oil and gas was not its primary business.
40
When the company sold its division in the state
 
where I was working, they offered me a position at
 
the company’s headquarters in Houston managing
 
the aftermarket sales for the company’s largest
 
region. Aftermarket sales supported the on-highway,
45
construction, industrial, agricultural and the oil and
 
gas markets. After one year, the company asked me
 
to take the position of managing their marine and
 
offshore power products division. I held that position
 
for three years. I left that company to join a new startup
50
company where I hold the position of president.
 
Woman 5: My first job in the oil and gas industry was
 
an internship with Mobil Oil Corp., in New Orleans.
 
I worked with a lot of smart, focused and talented
 
geoscientists and engineers.
55
Question 3: Describe your typical day.
 
Woman 1: Tough one to describe a typical day. I
 
generally read email, go to a couple of meetings and
 
work with the field’s earth model or look at seismic.
 
Woman 2: I talk with clients, help prepare bids and
60
work on getting projects out the door. My days are
 
never the same, which is what I love about the job I
 
have.
 
Woman 3: I usually work from 7:30 a.m. – 6:30 p.m.
 
(although the official day is shorter). We call the field
65
every morning for an update on operations, security,
 
construction, facilities and production engineering
 
activities. I work with my team leads on short-term
 
and long-term projects to enhance production (a lot of
 
emails and Powerpoint). I usually have 2-3 meetings
70
per day to discuss/prioritize/review ongoing or
 
upcoming work (production optimization, simulation
 
modeling, drilling plans, geologic interpretation,
 
workovers, etc.). Beyond our team, I also participate
 
in a number of broader business initiatives and
75
leadership teams.
 
Woman 4: A typical day is a hectic day for me. My
 
day usually starts well before 8 a.m. with phone
 
calls and emails with our facility in Norway, as well
 
as other business relationships abroad. At the office,
80
I am involved in the daily business operations and
 
also stay closely involved in the projects and the
 
sales efforts. On any given day I am working on
 
budgets and finance, attending project meetings,
 
attending engineering meetings, reviewing drawings
85
and technical specifications, meeting with clients
 
and prospective clients, reviewing sales proposals,
 
evaluating new business opportunities and making a
 
lot of decisions.
 
Woman 5: On most days I work on my computer
90
to complete my projects. I interpret logs, create
 
maps, research local and regional geology or write
 
documents. I go to project meetings almost every day.
 
I typically work only during business hours, but there
 
are times when I get calls at night or on weekends
95
from a rig or other geologists for assistance with a
 
technical problem.
Adapted from URL: http://www.rigzone.com/news/article .asp?a_id=11508. Retrieved on February 14, 2012.
In Text I, using the interviewees’ experience, it can be said that getting a job in the O&G industry can result from all the following situations, EXCEPT

Questão 13

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
by Jaime Kammerzell
 
From Rigzone Contributor. Tuesday, February 14,
 
Although far fewer women work in the oil and gas
 
(O&G) industry compared to men, many women find
5
rewarding careers in the industry. Five women were
 
asked the same questions regarding their career
 
choices in the oil and gas industry.
 
Question 1: Why did you choose the oil and gas
 
industry?
10
Woman 1: Cool technology, applying science and
 
money.
 
Woman 2: It seemed interesting and the pay was
 
good.
 
Woman 3: They offered me a job! I couldn’t turn down
15
the great starting salary and a chance to live in New
 
Orleans.
 
Woman 4: I did not really choose the oil and gas
 
industry as much as it chose me.
 
Woman 5: I chose the oil and gas industry because of
20
the challenging projects, and I want to be part of our
 
country’s energy solution.
 
Question 2: How did you get your start in the oil
 
and gas industry?
 
Woman 1: I went to a university that all major oil
25
companies recruit. I received a summer internship with
 
Texaco before my last year of my Master’s degree.
 
Woman 2: I was recruited at a Texas Tech Engineering
 
Job Fair.
 
Woman 3: At the time, campus recruiters came
30
to the geosciences department of my university
 
annually and they sponsored scholarships for
 
graduate students to help complete their research.
 
Even though my Master’s thesis was more geared
 
toward environmental studies, as a recipient of one
35
of these scholarships, my graduate advisor strongly
 
encouraged me to participate when the time came for
 
O&G Industry interviews.
 
Woman 4: I was working for a company in another
 
state where oil and gas was not its primary business.
40
When the company sold its division in the state
 
where I was working, they offered me a position at
 
the company’s headquarters in Houston managing
 
the aftermarket sales for the company’s largest
 
region. Aftermarket sales supported the on-highway,
45
construction, industrial, agricultural and the oil and
 
gas markets. After one year, the company asked me
 
to take the position of managing their marine and
 
offshore power products division. I held that position
 
for three years. I left that company to join a new startup
50
company where I hold the position of president.
 
Woman 5: My first job in the oil and gas industry was
 
an internship with Mobil Oil Corp., in New Orleans.
 
I worked with a lot of smart, focused and talented
 
geoscientists and engineers.
55
Question 3: Describe your typical day.
 
Woman 1: Tough one to describe a typical day. I
 
generally read email, go to a couple of meetings and
 
work with the field’s earth model or look at seismic.
 
Woman 2: I talk with clients, help prepare bids and
60
work on getting projects out the door. My days are
 
never the same, which is what I love about the job I
 
have.
 
Woman 3: I usually work from 7:30 a.m. – 6:30 p.m.
 
(although the official day is shorter). We call the field
65
every morning for an update on operations, security,
 
construction, facilities and production engineering
 
activities. I work with my team leads on short-term
 
and long-term projects to enhance production (a lot of
 
emails and Powerpoint). I usually have 2-3 meetings
70
per day to discuss/prioritize/review ongoing or
 
upcoming work (production optimization, simulation
 
modeling, drilling plans, geologic interpretation,
 
workovers, etc.). Beyond our team, I also participate
 
in a number of broader business initiatives and
75
leadership teams.
 
Woman 4: A typical day is a hectic day for me. My
 
day usually starts well before 8 a.m. with phone
 
calls and emails with our facility in Norway, as well
 
as other business relationships abroad. At the office,
80
I am involved in the daily business operations and
 
also stay closely involved in the projects and the
 
sales efforts. On any given day I am working on
 
budgets and finance, attending project meetings,
 
attending engineering meetings, reviewing drawings
85
and technical specifications, meeting with clients
 
and prospective clients, reviewing sales proposals,
 
evaluating new business opportunities and making a
 
lot of decisions.
 
Woman 5: On most days I work on my computer
90
to complete my projects. I interpret logs, create
 
maps, research local and regional geology or write
 
documents. I go to project meetings almost every day.
 
I typically work only during business hours, but there
 
are times when I get calls at night or on weekends
95
from a rig or other geologists for assistance with a
 
technical problem.
Adapted from URL: http://www.rigzone.com/news/article .asp?a_id=11508. Retrieved on February 14, 2012.
In Text I, according to the answers to the third question in the interview,

Questão 14

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
by Jaime Kammerzell
 
From Rigzone Contributor. Tuesday, February 14,
 
Although far fewer women work in the oil and gas
 
(O&G) industry compared to men, many women find
5
rewarding careers in the industry. Five women were
 
asked the same questions regarding their career
 
choices in the oil and gas industry.
 
Question 1: Why did you choose the oil and gas
 
industry?
10
Woman 1: Cool technology, applying science and
 
money.
 
Woman 2: It seemed interesting and the pay was
 
good.
 
Woman 3: They offered me a job! I couldn’t turn down
15
the great starting salary and a chance to live in New
 
Orleans.
 
Woman 4: I did not really choose the oil and gas
 
industry as much as it chose me.
 
Woman 5: I chose the oil and gas industry because of
20
the challenging projects, and I want to be part of our
 
country’s energy solution.
 
Question 2: How did you get your start in the oil
 
and gas industry?
 
Woman 1: I went to a university that all major oil
25
companies recruit. I received a summer internship with
 
Texaco before my last year of my Master’s degree.
 
Woman 2: I was recruited at a Texas Tech Engineering
 
Job Fair.
 
Woman 3: At the time, campus recruiters came
30
to the geosciences department of my university
 
annually and they sponsored scholarships for
 
graduate students to help complete their research.
 
Even though my Master’s thesis was more geared
 
toward environmental studies, as a recipient of one
35
of these scholarships, my graduate advisor strongly
 
encouraged me to participate when the time came for
 
O&G Industry interviews.
 
Woman 4: I was working for a company in another
 
state where oil and gas was not its primary business.
40
When the company sold its division in the state
 
where I was working, they offered me a position at
 
the company’s headquarters in Houston managing
 
the aftermarket sales for the company’s largest
 
region. Aftermarket sales supported the on-highway,
45
construction, industrial, agricultural and the oil and
 
gas markets. After one year, the company asked me
 
to take the position of managing their marine and
 
offshore power products division. I held that position
 
for three years. I left that company to join a new startup
50
company where I hold the position of president.
 
Woman 5: My first job in the oil and gas industry was
 
an internship with Mobil Oil Corp., in New Orleans.
 
I worked with a lot of smart, focused and talented
 
geoscientists and engineers.
55
Question 3: Describe your typical day.
 
Woman 1: Tough one to describe a typical day. I
 
generally read email, go to a couple of meetings and
 
work with the field’s earth model or look at seismic.
 
Woman 2: I talk with clients, help prepare bids and
60
work on getting projects out the door. My days are
 
never the same, which is what I love about the job I
 
have.
 
Woman 3: I usually work from 7:30 a.m. – 6:30 p.m.
 
(although the official day is shorter). We call the field
65
every morning for an update on operations, security,
 
construction, facilities and production engineering
 
activities. I work with my team leads on short-term
 
and long-term projects to enhance production (a lot of
 
emails and Powerpoint). I usually have 2-3 meetings
70
per day to discuss/prioritize/review ongoing or
 
upcoming work (production optimization, simulation
 
modeling, drilling plans, geologic interpretation,
 
workovers, etc.). Beyond our team, I also participate
 
in a number of broader business initiatives and
75
leadership teams.
 
Woman 4: A typical day is a hectic day for me. My
 
day usually starts well before 8 a.m. with phone
 
calls and emails with our facility in Norway, as well
 
as other business relationships abroad. At the office,
80
I am involved in the daily business operations and
 
also stay closely involved in the projects and the
 
sales efforts. On any given day I am working on
 
budgets and finance, attending project meetings,
 
attending engineering meetings, reviewing drawings
85
and technical specifications, meeting with clients
 
and prospective clients, reviewing sales proposals,
 
evaluating new business opportunities and making a
 
lot of decisions.
 
Woman 5: On most days I work on my computer
90
to complete my projects. I interpret logs, create
 
maps, research local and regional geology or write
 
documents. I go to project meetings almost every day.
 
I typically work only during business hours, but there
 
are times when I get calls at night or on weekends
95
from a rig or other geologists for assistance with a
 
technical problem.
Adapted from URL: http://www.rigzone.com/news/article .asp?a_id=11508. Retrieved on February 14, 2012.
Based on the meanings of the words in Text I,

Questão 15

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
by Jaime Kammerzell
 
From Rigzone Contributor. Tuesday, February 14,
 
Although far fewer women work in the oil and gas
 
(O&G) industry compared to men, many women find
5
rewarding careers in the industry. Five women were
 
asked the same questions regarding their career
 
choices in the oil and gas industry.
 
Question 1: Why did you choose the oil and gas
 
industry?
10
Woman 1: Cool technology, applying science and
 
money.
 
Woman 2: It seemed interesting and the pay was
 
good.
 
Woman 3: They offered me a job! I couldn’t turn down
15
the great starting salary and a chance to live in New
 
Orleans.
 
Woman 4: I did not really choose the oil and gas
 
industry as much as it chose me.
 
Woman 5: I chose the oil and gas industry because of
20
the challenging projects, and I want to be part of our
 
country’s energy solution.
 
Question 2: How did you get your start in the oil
 
and gas industry?
 
Woman 1: I went to a university that all major oil
25
companies recruit. I received a summer internship with
 
Texaco before my last year of my Master’s degree.
 
Woman 2: I was recruited at a Texas Tech Engineering
 
Job Fair.
 
Woman 3: At the time, campus recruiters came
30
to the geosciences department of my university
 
annually and they sponsored scholarships for
 
graduate students to help complete their research.
 
Even though my Master’s thesis was more geared
 
toward environmental studies, as a recipient of one
35
of these scholarships, my graduate advisor strongly
 
encouraged me to participate when the time came for
 
O&G Industry interviews.
 
Woman 4: I was working for a company in another
 
state where oil and gas was not its primary business.
40
When the company sold its division in the state
 
where I was working, they offered me a position at
 
the company’s headquarters in Houston managing
 
the aftermarket sales for the company’s largest
 
region. Aftermarket sales supported the on-highway,
45
construction, industrial, agricultural and the oil and
 
gas markets. After one year, the company asked me
 
to take the position of managing their marine and
 
offshore power products division. I held that position
 
for three years. I left that company to join a new startup
50
company where I hold the position of president.
 
Woman 5: My first job in the oil and gas industry was
 
an internship with Mobil Oil Corp., in New Orleans.
 
I worked with a lot of smart, focused and talented
 
geoscientists and engineers.
55
Question 3: Describe your typical day.
 
Woman 1: Tough one to describe a typical day. I
 
generally read email, go to a couple of meetings and
 
work with the field’s earth model or look at seismic.
 
Woman 2: I talk with clients, help prepare bids and
60
work on getting projects out the door. My days are
 
never the same, which is what I love about the job I
 
have.
 
Woman 3: I usually work from 7:30 a.m. – 6:30 p.m.
 
(although the official day is shorter). We call the field
65
every morning for an update on operations, security,
 
construction, facilities and production engineering
 
activities. I work with my team leads on short-term
 
and long-term projects to enhance production (a lot of
 
emails and Powerpoint). I usually have 2-3 meetings
70
per day to discuss/prioritize/review ongoing or
 
upcoming work (production optimization, simulation
 
modeling, drilling plans, geologic interpretation,
 
workovers, etc.). Beyond our team, I also participate
 
in a number of broader business initiatives and
75
leadership teams.
 
Woman 4: A typical day is a hectic day for me. My
 
day usually starts well before 8 a.m. with phone
 
calls and emails with our facility in Norway, as well
 
as other business relationships abroad. At the office,
80
I am involved in the daily business operations and
 
also stay closely involved in the projects and the
 
sales efforts. On any given day I am working on
 
budgets and finance, attending project meetings,
 
attending engineering meetings, reviewing drawings
85
and technical specifications, meeting with clients
 
and prospective clients, reviewing sales proposals,
 
evaluating new business opportunities and making a
 
lot of decisions.
 
Woman 5: On most days I work on my computer
90
to complete my projects. I interpret logs, create
 
maps, research local and regional geology or write
 
documents. I go to project meetings almost every day.
 
I typically work only during business hours, but there
 
are times when I get calls at night or on weekends
95
from a rig or other geologists for assistance with a
 
technical problem.
Adapted from URL: http://www.rigzone.com/news/article .asp?a_id=11508. Retrieved on February 14, 2012.
The sentence, in Text I, in which the boldfaced expression introduces an idea of addition is

Questão 16

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
by Jaime Kammerzell
 
From Rigzone Contributor. Tuesday, February 14,
 
Although far fewer women work in the oil and gas
 
(O&G) industry compared to men, many women find
5
rewarding careers in the industry. Five women were
 
asked the same questions regarding their career
 
choices in the oil and gas industry.
 
Question 1: Why did you choose the oil and gas
 
industry?
10
Woman 1: Cool technology, applying science and
 
money.
 
Woman 2: It seemed interesting and the pay was
 
good.
 
Woman 3: They offered me a job! I couldn’t turn down
15
the great starting salary and a chance to live in New
 
Orleans.
 
Woman 4: I did not really choose the oil and gas
 
industry as much as it chose me.
 
Woman 5: I chose the oil and gas industry because of
20
the challenging projects, and I want to be part of our
 
country’s energy solution.
 
Question 2: How did you get your start in the oil
 
and gas industry?
 
Woman 1: I went to a university that all major oil
25
companies recruit. I received a summer internship with
 
Texaco before my last year of my Master’s degree.
 
Woman 2: I was recruited at a Texas Tech Engineering
 
Job Fair.
 
Woman 3: At the time, campus recruiters came
30
to the geosciences department of my university
 
annually and they sponsored scholarships for
 
graduate students to help complete their research.
 
Even though my Master’s thesis was more geared
 
toward environmental studies, as a recipient of one
35
of these scholarships, my graduate advisor strongly
 
encouraged me to participate when the time came for
 
O&G Industry interviews.
 
Woman 4: I was working for a company in another
 
state where oil and gas was not its primary business.
40
When the company sold its division in the state
 
where I was working, they offered me a position at
 
the company’s headquarters in Houston managing
 
the aftermarket sales for the company’s largest
 
region. Aftermarket sales supported the on-highway,
45
construction, industrial, agricultural and the oil and
 
gas markets. After one year, the company asked me
 
to take the position of managing their marine and
 
offshore power products division. I held that position
 
for three years. I left that company to join a new startup
50
company where I hold the position of president.
 
Woman 5: My first job in the oil and gas industry was
 
an internship with Mobil Oil Corp., in New Orleans.
 
I worked with a lot of smart, focused and talented
 
geoscientists and engineers.
55
Question 3: Describe your typical day.
 
Woman 1: Tough one to describe a typical day. I
 
generally read email, go to a couple of meetings and
 
work with the field’s earth model or look at seismic.
 
Woman 2: I talk with clients, help prepare bids and
60
work on getting projects out the door. My days are
 
never the same, which is what I love about the job I
 
have.
 
Woman 3: I usually work from 7:30 a.m. – 6:30 p.m.
 
(although the official day is shorter). We call the field
65
every morning for an update on operations, security,
 
construction, facilities and production engineering
 
activities. I work with my team leads on short-term
 
and long-term projects to enhance production (a lot of
 
emails and Powerpoint). I usually have 2-3 meetings
70
per day to discuss/prioritize/review ongoing or
 
upcoming work (production optimization, simulation
 
modeling, drilling plans, geologic interpretation,
 
workovers, etc.). Beyond our team, I also participate
 
in a number of broader business initiatives and
75
leadership teams.
 
Woman 4: A typical day is a hectic day for me. My
 
day usually starts well before 8 a.m. with phone
 
calls and emails with our facility in Norway, as well
 
as other business relationships abroad. At the office,
80
I am involved in the daily business operations and
 
also stay closely involved in the projects and the
 
sales efforts. On any given day I am working on
 
budgets and finance, attending project meetings,
 
attending engineering meetings, reviewing drawings
85
and technical specifications, meeting with clients
 
and prospective clients, reviewing sales proposals,
 
evaluating new business opportunities and making a
 
lot of decisions.
 
Woman 5: On most days I work on my computer
90
to complete my projects. I interpret logs, create
 
maps, research local and regional geology or write
 
documents. I go to project meetings almost every day.
 
I typically work only during business hours, but there
 
are times when I get calls at night or on weekends
95
from a rig or other geologists for assistance with a
 
technical problem.
Adapted from URL: http://www.rigzone.com/news/article .asp?a_id=11508. Retrieved on February 14, 2012.
In Text I, the expression “turn down” in “I couldn’t turn down the great starting salary and a chance to live in New Orleans” (lines 12-14) could be replaced, without change in meaning, by

Questão 17

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
by Jaime Kammerzell
 
From Rigzone Contributor. Tuesday, February 14,
 
Although far fewer women work in the oil and gas
 
(O&G) industry compared to men, many women find
5
rewarding careers in the industry. Five women were
 
asked the same questions regarding their career
 
choices in the oil and gas industry.
 
Question 1: Why did you choose the oil and gas
 
industry?
10
Woman 1: Cool technology, applying science and
 
money.
 
Woman 2: It seemed interesting and the pay was
 
good.
 
Woman 3: They offered me a job! I couldn’t turn down
15
the great starting salary and a chance to live in New
 
Orleans.
 
Woman 4: I did not really choose the oil and gas
 
industry as much as it chose me.
 
Woman 5: I chose the oil and gas industry because of
20
the challenging projects, and I want to be part of our
 
country’s energy solution.
 
Question 2: How did you get your start in the oil
 
and gas industry?
 
Woman 1: I went to a university that all major oil
25
companies recruit. I received a summer internship with
 
Texaco before my last year of my Master’s degree.
 
Woman 2: I was recruited at a Texas Tech Engineering
 
Job Fair.
 
Woman 3: At the time, campus recruiters came
30
to the geosciences department of my university
 
annually and they sponsored scholarships for
 
graduate students to help complete their research.
 
Even though my Master’s thesis was more geared
 
toward environmental studies, as a recipient of one
35
of these scholarships, my graduate advisor strongly
 
encouraged me to participate when the time came for
 
O&G Industry interviews.
 
Woman 4: I was working for a company in another
 
state where oil and gas was not its primary business.
40
When the company sold its division in the state
 
where I was working, they offered me a position at
 
the company’s headquarters in Houston managing
 
the aftermarket sales for the company’s largest
 
region. Aftermarket sales supported the on-highway,
45
construction, industrial, agricultural and the oil and
 
gas markets. After one year, the company asked me
 
to take the position of managing their marine and
 
offshore power products division. I held that position
 
for three years. I left that company to join a new startup
50
company where I hold the position of president.
 
Woman 5: My first job in the oil and gas industry was
 
an internship with Mobil Oil Corp., in New Orleans.
 
I worked with a lot of smart, focused and talented
 
geoscientists and engineers.
55
Question 3: Describe your typical day.
 
Woman 1: Tough one to describe a typical day. I
 
generally read email, go to a couple of meetings and
 
work with the field’s earth model or look at seismic.
 
Woman 2: I talk with clients, help prepare bids and
60
work on getting projects out the door. My days are
 
never the same, which is what I love about the job I
 
have.
 
Woman 3: I usually work from 7:30 a.m. – 6:30 p.m.
 
(although the official day is shorter). We call the field
65
every morning for an update on operations, security,
 
construction, facilities and production engineering
 
activities. I work with my team leads on short-term
 
and long-term projects to enhance production (a lot of
 
emails and Powerpoint). I usually have 2-3 meetings
70
per day to discuss/prioritize/review ongoing or
 
upcoming work (production optimization, simulation
 
modeling, drilling plans, geologic interpretation,
 
workovers, etc.). Beyond our team, I also participate
 
in a number of broader business initiatives and
75
leadership teams.
 
Woman 4: A typical day is a hectic day for me. My
 
day usually starts well before 8 a.m. with phone
 
calls and emails with our facility in Norway, as well
 
as other business relationships abroad. At the office,
80
I am involved in the daily business operations and
 
also stay closely involved in the projects and the
 
sales efforts. On any given day I am working on
 
budgets and finance, attending project meetings,
 
attending engineering meetings, reviewing drawings
85
and technical specifications, meeting with clients
 
and prospective clients, reviewing sales proposals,
 
evaluating new business opportunities and making a
 
lot of decisions.
 
Woman 5: On most days I work on my computer
90
to complete my projects. I interpret logs, create
 
maps, research local and regional geology or write
 
documents. I go to project meetings almost every day.
 
I typically work only during business hours, but there
 
are times when I get calls at night or on weekends
95
from a rig or other geologists for assistance with a
 
technical problem.
Adapted from URL: http://www.rigzone.com/news/article .asp?a_id=11508. Retrieved on February 14, 2012.
The only fragment from Text I that presents a series of actions exclusively performed in the past is

Questão 18

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
By Katie Weir
 
From Talent Acquisition Specialist, Campus
 
Talisman Energy
 
How to start your career, step by step
5
 
Fix up your resumé – take it to your career
 
centre at your university and they’ll help you.
 
Write a compelling cover letter that speaks to
 
your best qualities – save the pretentious language
10
for your English papers.
 
Join a professional association and attend
 
their events – if you feel uncomfortable attending
 
alone, try volunteering at them. By having a job to do,
 
it gives you an excuse to interact with the attendees,
15
and an easy way to start up a conversation the next
 
time you see them.
 
Do your research – I can’t stress this enough. I
 
want students to apply to Talisman, not because we
 
have open jobs, but because they actually have an
20
interest in what we’re doing, and want to be a part of it.
 
Be confident, but stay humble – it’s important
 
to communicate your abilities effectively, but it’s also
 
important to be conscious of the phrase: “sense of
 
entitlement.” This generation entering the workforce
25
has already been branded with the word “entitlement,”
 
so students will need to fight against this bias from the
 
very beginning of any relationship with people in the
 
industry – be aware that you will need to roll up your
 
sleeves and work hard for the first couple years, and
30
you will be rewarded in the end.
 
Retrieved and adapted from URL: http://talentegg.ca/incubator/ 2010/11/29/how-to-start-a-career-in-the-oil-and-gas-industry -what-employers-say/. Acess on: February 14, 2012.
The main purpose of Text II is to

Questão 19

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
By Katie Weir
 
From Talent Acquisition Specialist, Campus
 
Talisman Energy
 
How to start your career, step by step
5
 
Fix up your resumé – take it to your career
 
centre at your university and they’ll help you.
 
Write a compelling cover letter that speaks to
 
your best qualities – save the pretentious language
10
for your English papers.
 
Join a professional association and attend
 
their events – if you feel uncomfortable attending
 
alone, try volunteering at them. By having a job to do,
 
it gives you an excuse to interact with the attendees,
15
and an easy way to start up a conversation the next
 
time you see them.
 
Do your research – I can’t stress this enough. I
 
want students to apply to Talisman, not because we
 
have open jobs, but because they actually have an
20
interest in what we’re doing, and want to be a part of it.
 
Be confident, but stay humble – it’s important
 
to communicate your abilities effectively, but it’s also
 
important to be conscious of the phrase: “sense of
 
entitlement.” This generation entering the workforce
25
has already been branded with the word “entitlement,”
 
so students will need to fight against this bias from the
 
very beginning of any relationship with people in the
 
industry – be aware that you will need to roll up your
 
sleeves and work hard for the first couple years, and
30
you will be rewarded in the end.
 
Retrieved and adapted from URL: http://talentegg.ca/incubator/ 2010/11/29/how-to-start-a-career-in-the-oil-and-gas-industry -what-employers-say/. Acess on: February 14, 2012.
The fragment that closes Text II, “be aware that you will need to roll up your sleeves and work hard for the first couple years, and you will be rewarded in the end.” (lines 23-25), implies that one must

Questão 20

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
1
By Katie Weir
 
From Talent Acquisition Specialist, Campus
 
Talisman Energy
 
How to start your career, step by step
5
 
Fix up your resumé – take it to your career
 
centre at your university and they’ll help you.
 
Write a compelling cover letter that speaks to
 
your best qualities – save the pretentious language
10
for your English papers.
 
Join a professional association and attend
 
their events – if you feel uncomfortable attending
 
alone, try volunteering at them. By having a job to do,
 
it gives you an excuse to interact with the attendees,
15
and an easy way to start up a conversation the next
 
time you see them.
 
Do your research – I can’t stress this enough. I
 
want students to apply to Talisman, not because we
 
have open jobs, but because they actually have an
20
interest in what we’re doing, and want to be a part of it.
 
Be confident, but stay humble – it’s important
 
to communicate your abilities effectively, but it’s also
 
important to be conscious of the phrase: “sense of
 
entitlement.” This generation entering the workforce
25
has already been branded with the word “entitlement,”
 
so students will need to fight against this bias from the
 
very beginning of any relationship with people in the
 
industry – be aware that you will need to roll up your
 
sleeves and work hard for the first couple years, and
30
you will be rewarded in the end.
 
Retrieved and adapted from URL: http://talentegg.ca/incubator/ 2010/11/29/how-to-start-a-career-in-the-oil-and-gas-industry -what-employers-say/. Acess on: February 14, 2012.
Concerning Texts I and II, it is possible to affirm that

Questão 21

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
A empresa Y Ltda. é beneficiária e portadora legítima de uma nota promissória emitida no dia 29/01/2012 pela Empresa Z Ltda., com vencimento à vista no valor de R$ 100.000,00, nela constando o aval da Empresa B Ltda. no montante de R$ 50.000,00. À vista disso, a Empresa Y Ltda. pretende endossar o referido título de crédito à Empresa J Ltda. no montante equivalente a R$ 50.000,00.

Nesse caso, de acordo com as normas previstas na legislação cambiária em vigor, aplicáveis à nota promissória, o[a]

Questão 22

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
O contrato pelo qual uma das partes se obriga a obter pedidos de compra e venda de mercadorias fabricadas ou comercializadas por outra parte, sem que haja vínculo empregatício entre as partes envolvidas, denomina-se

Questão 23

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
À luz da Lei nº 6404/1976 e alterações, o acionista controlador responde pelos danos causados por atos praticados com abuso de poder EXCETO na hipótese de

Questão 24

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
A respeito de falência, qual das normas jurídicas abaixo observa a Lei nº 11.101/2005?

Questão 25

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
Com relação às sociedades limitadas, analise as afirmações a seguir.

I – A responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas, mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social.

II – A administração da sociedade limitada poderá ser feita por administrador não sócio, desde que haja permissão no contrato social da sociedade.

III – Os sócios, para a constituição da sociedade, devem contribuir para a formação do capital social com dinheiro ou qualquer espécie de bens suscetíveis de avaliação pecuniária.

É correto o que se afirma em

Questão 26

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
O dever de informação, na fase pré-contratual da venda de um produto, EXCLUI o dever de

Questão 27

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
A empresa Beta Ltda. firmou, em 2002, confissão de dívida com o Banco Meta S/A. Seu sócio gestor igualmente subscritou a confissão, como devedor solidário. A dívida originou-se de empréstimos para capital de giro da empresa. Entretanto, vencida a dívida e não paga, o Banco Meta S/A ingressou com execução. Em sede de embargos, os executados pretendem discutir o valor dos juros mensais de 1,95% e a multa pela inadimplência de 10%.
A partir da análise desse caso, verifica-se que

Questão 28

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
A respeito de estipulação em favor de terceiro, considere as afirmativas abaixo.

I - Na estipulação em favor de terceiro, este, sendo determinado ou não, é afetado pelas disposições contratuais, mesmo sem delas participar.

II - Os direitos e deveres consignados em contrato, em qualquer caso, somente afetam os próprios contraentes que, livremente, o pactuaram.

III - O princípio da relatividade dos efeitos do contrato é regra de caráter absoluto, uma vez que protege a segurança jurídica de terceiros.

IV - Na doação a menor, mesmo sem o consentimento de seu representante legal, a regra da relatividade dos efeitos do contrato é excepcionada.

V - O contrato de seguro com cláusula de cobertura de “danos a terceiros” só admite a discussão dessa cobertura entre seguradora e segurado.

São corretas APENAS as afirmativas

Questão 29

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
Uma empresa de consultoria ingressa com ação de cobrança, referindo que adquiriu da Concessionária Carro Zero Ltda. um veículo para transporte dos clientes, que, além da garantia de fábrica, tinha também uma “supergarantia Carro Zero”, conforme documento que lhe foi entregue no ato da compra, assinado, carimbado e datado pela vendedora. Nesse documento, consta, na cláusula 4a, referência de que a supergarantia seria concedida e entregue a clientes especiais, até que o veículo atingisse os 100.000 km, desde que fizesse a manutenção indicada pela fábrica em seu estabelecimento e, na cláusula 7ª, havia de registro de que a supergarantia seria uma oferta aos clientes preferenciais, pessoas físicas. A empresa de consultoria fez as manutenções de seu veículo na Concessionária Carro Zero Ltda., conforme carimbos apostos em seu manual. Ocorre que, quando o veículo estava com 40.000 km rodados, fora da garantia de fábrica, a correia dentada se partiu, e a empresa de consultoria acionou a supergarantia, ocasião em que lhe foi negada a proteção, por ser pessoa jurídica. A empresa de consultoria está cobrando o valor do conserto em dobro.
Analisando-se esse caso, constata-se que a(o)

Questão 30

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
O justo preço é elemento subjetivo que afasta a incidência da teoria da lesão.

PORQUE

A teoria da lesão visa a proteger a equidade contratual.

Analisando-se as afirmações acima conclui-se que

Questão 31

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
De acordo com a norma do artigo 175 da Constituição da República, incumbe ao poder público, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, sempre através de licitação, a prestação de serviços públicos.
A esse respeito, qual a natureza jurídica da permissão de serviço público?

Questão 32

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
A Lei nº 8.112, de 11/12/1990, dedica um capítulo ao regime de responsabilidade dos servidores públicos federais sujeitos à sua disciplina e estabelece, dentre outras penalidades disciplinares, a suspensão, que não poderá exceder

Questão 33

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
Conforme conhecimento convencional, a competência é um dos elementos dos atos administrativos.
De acordo com a legislação pertinente, competência

Questão 34

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
A Lei nº 8.630, de 25/02/1993, dispõe sobre o regime jurídico da exploração dos portos organizados e das instalações portuárias.
A respeito do marco legal instituído pela mencionada lei, considere as assertivas a seguir.

I – Cabe aos Estados explorar, diretamente ou mediante concessão ou permissão, o porto organizado.

II – A concessão do porto organizado será sempre precedida de licitação realizada de acordo com a lei que regulamenta o regime de concessão e permissão de serviços públicos.

III – A exploração da instalação portuária admite as modalidades de uso público ou de uso privativo.

É correto APENAS o que se afirma em

Questão 35

PETROBRAS 2012 - CESGRANRIO - Advogado Júnior
Contra o ato da administração pública que contrariar enunciado de súmula vinculante, o uso da reclamação somente será admitido após o esgotamento das vias administrativas.

PORQUE

O princípio da jurisdição una ou inafastabilidade do controle jurisdicional não tem aplicação nas causas que envolvem a Administração Pública.

Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que

Questão 36

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De acordo com a Lei nº 8.666, de 21/06/1993, qual a modalidade licitatória a ser observada nas concessões de direito real de uso?

Questão 37

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A alienação de bens imóveis pertencentes a empresas públicas e sociedades de economia mista federais depende da observância dos seguintes requisitos, EXCETO

Questão 38

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Nos termos do Decreto nº 2.745, de 24/08/1998, que aprova o Regulamento do Procedimento Licitatório Simplificado da Petrobras, a contratação integrada é

Questão 39

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O Regulamento do Procedimento Licitatório Simplificado da Petrobras, aprovado pelo Decreto nº 2.745, de 24/08/1998, estabelece, a respeito do julgamento das licitações, que

Questão 40

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A empresa X & YZ participou de procedimento licitatório instaurado pela Petrobras e regido pelo Decreto nº 2.745, de 24/08/1998. Foi inabilitada em sessão pública ocorrida em 12 de janeiro de 2012 (quinta-feira), oportunidade em que teve ciência da inabilitação.

Qual o termo final do prazo para interposição do Recurso Hierárquico contra a decisão de inabilitação?

Questão 41

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A empresa WW & W Ltda. é surpreendida por notificação do Ministério Público informando a instauração de procedimento prévio a inquérito civil para apurar eventuais infrações a leis ambientais. Como a empresa não havia cometido qualquer infração, o seu assessor jurídico sugeriu que a mesma se mantivesse silente. Após dois anos de trâmite, o referido procedimento veio a ser arquivado. Posteriormente, atendendo à representação popular, o Ministério Público inclui a empresa WW & W Ltda. em ação civil pública para composição de danos ambientais, que fora objeto do procedimento arquivado, sendo a mesma citada.
Nesse caso, a Lei de Ação Civil Pública permite a(o)

Questão 42

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O Sr. X propõe ação, com pedido condenatório no pagamento da quantia de R$ 100.000,00, em face do Sr. Y, tendo o processo fluído normalmente com a regular citação do réu. Apesar disso, o Sr. Y não apresentou a devida contestação. Após dois meses da ausência de defesa, o autor requereu a ampliação do pedido para incluir a condenação em danos morais decorrentes do não pagamento da dívida pelo réu.
Nesse caso, diante das normas processuais,

Questão 43

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» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
A empresa XY & Y Ltda. propõe ação através do procedimento ordinário objetivando o cumprimento de obrigação de fazer consistente na construção de edificação avaliada em R$ 300.000,00. Apresenta pedido cumulativo de indenização por danos morais no valor fixo de R$ 150.000,00.
O réu, regularmente citado, apresenta contestação e, no seu bojo, elabora um item impugnando o valor dado à causa pelo autor, que fora de R$ 10.000,00.

Questão 44

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O Sr. X propôs execução de sentença cível em face do Sr. Y, que apresentou defesa aduzindo a impossibilidade de realizar-se o ato diante da necessidade imperiosa de liquidação prévia de sentença, visto que parte seria líquida e outra ilíquida.
Analisando-se esse caso à luz de regras processuais, conclui-se que a

Questão 45

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Sobre as normas de proteção ao meio ambiente em vigor, considere as afirmativas abaixo.

I - A desapropriação de imóvel rural que não esteja utilizando adequadamente os recursos naturais disponíveis deverá ser feita mediante prévia e justa indenização em dinheiro.

II - Os princípios da precaução e da prevenção objetivam evitar a ocorrência ou ameaça de danos ao meio ambiente.

III - O direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado é considerado como um direito fundamental de terceira geração.

É correto o que se afirma em

Questão 46

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Sobre licenciamento e avaliação de impactos ambientais, considere as afirmativas abaixo.

I - A apresentação, no licenciamento ambiental, de laudo parcialmente falso, inclusive por omissão, é tipificada como crime pela Lei Federal nº 9.605/1998.

II - A competência para o licenciamento ambiental pode ser da União, do Estado ou do Município.

III - O Estudo Prévio de Impacto Ambiental concretiza o princípio da precaução, embora não tenha previsão na Constituição Federal de 1988.

Está correto o que se afirma em

Questão 47

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Sobre responsabilidade por danos ambientais e meios judiciais de proteção ambiental, sabe-se que a

Questão 48

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A Constituição Federal determina, como um dos deveres do Poder Público, a definição de espaços territoriais e dos seus componentes a serem especialmente protegidos.

A esse respeito, analise as afirmações abaixo.

I - O parecer emitido pelo Conselho Consultivo de um parque, nacional, estadual ou municipal, não pode substituir a consulta pública exigida na lei.

II - As florestas consideradas de preservação permanente podem ser suprimidas nos excepcionais casos previstos na legislação.

III - A desafetação ou redução dos limites de uma reserva ecológica somente pode ser feita mediante lei específi ca. É correto o que se afirma em

Questão 49

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De acordo com o sistema tributário nacional, a imposição e a cobrança do tributo, ressalvadas as hipóteses previstas no ordenamento jurídico tributário, observam o princípio da anterioridade tributária porque o[a]

Questão 50

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No que se refere à extinção do crédito tributário, é INCORRETO afirmar:

Questão 51

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A Fazenda Nacional propôs execução fiscal em janeiro de 2012, em face do Sr. X, por dívida do IRPF do ano-base 1999, no valor de R$ 1.000.000,00, cujo crédito fora inscrito na dívida ativa em dezembro de 2004. À vista disso, em fevereiro de 2012, o Sr. X foi surpreendido pelo mandado de citação para que, no prazo de 5 dias, efetue, na forma prevista na Lei de Execução Fiscal, o pagamento da referida dívida ou garanta a execução.Sabe-se que, em março de 2001, o contribuinte fora devidamente notificado pela Secretaria da Receita Federal para pagamento ou oferecimento de defesa quanto ao aludido crédito tributário, e, apesar de ter optado pelo oferecimento de defesa e recurso administrativo, em tempo hábil, houve, em outubro de 2004, o trânsito em julgado administrativo com decisão final irreformável no sentido de manter o auto de infração e, consequentemente, manter a cobrança do aludido crédito tributário.

Nesse caso, com base nos argumentos jurídicos e econômicos pertinentes à situação posta em debate, a defesa mais apropriada aos interesses do executado em face da execução proposta consiste em

Questão 52

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O orçamento da União é aprovado por

Questão 53

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O mandado de segurança coletivo NÃO pode ser impetrado por

Questão 54

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A Súmula Vinculante no 21, editada pelo STF, dispõe que É inconstitucional a exigência de depósito ou arrolamento prévios de dinheiro ou bens para admissibilidade de recurso administrativo.
Se fosse aprovada uma lei ordinária pelo Congresso Nacional, contrariando o disposto na referida súmula, seria cabível ajuizar a seguinte ação junto ao STF:

Questão 55

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Embora o Estado deva respeitar o princípio da isonomia, a partir dos princípios que regem a ordem econômica constitucional, ele pode praticar alguns atos discriminatórios EXCETO:

Questão 56

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Empresa brasileira está negociando com uma empresa estrangeira um contrato de compra de subprodutos de petróleo. A vendedora do produto insiste em incluir uma cláusula prevendo que o contrato será regido pelas leis uruguaias.
Se o contrato vier a ser assinado no Brasil, essa cláusula seria válida?

Questão 57

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Ao pedir uma proposta para importação de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o fornecedor indica o preço do produto em dólares norte-americanos, FOB no porto de embarque a ser indicado pela compradora.

Em uma compra e venda FOB, segundo os Incoterms, o[a]

Questão 58

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Empresas brasileiras firmam contratos de fornecimento de gás natural, proveniente da Bolívia. Tais contratos estabelecem um determinado valor pelo metro cúbico fornecido e os parâmetros para reajuste de preço. Em um determinado momento, as empresas brasileiras foram notificadas oficialmente de que os valores devidos pelo gás natural sofreriam uma majoração acima dos limites previstos no contrato.

As empresas que não concordassem com o novo valor a pagar poderiam solucionar a disputa por arbitragem junto ao Tribunal Permanente de Revisão do Mercosul?

Questão 59

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A cláusula arbitral de um contrato de fornecimento de óleo cru estabelece que todas as controvérsias entre as partes serão resolvidas por arbitragem, segundo as regras da Câmara de Comércio Internacional (CCI). Na negociação, a fornecedora, empresa norueguesa, concordou que a sede da arbitragem fosse o Brasil, muito embora o idioma escolhido fosse o inglês. Como contrapartida, incluiu, entre as controvérsias a serem decididas por arbitragem, a determinação da responsabilidade por danos ambientais resultantes do manuseio e da descarga no terminal.

Na eventualidade de um acidente ambiental, o Tribunal Arbitral a ser constituído no Brasil

Questão 60

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Uma empresa brasileira acaba de ser condenada a pagar uma indenização a outra empresa brasileira, em razão de um laudo arbitral proferido no exterior. A arbitragem foi realizada segundo as regras da Câmara de Comércio Internacional (CCI), em um país signatário da Convenção de Nova York.
Esse laudo arbitral

Questão 61

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» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
A jurisdição brasileira sobre águas se estende às águas interiores e marítimas. Foi detectado um lançamento de óleo a mais de duzentas milhas da costa brasileira, numa área do sudeste do Brasil, onde a plataforma continental se prolonga.

O Brasil tem jurisdição para impor sanções aos responsáveis por esse incidente?

Questão 62

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Uma colisão em um porto nacional, decorrente de imperícia por parte de um navio de bandeira brasileira, resultou no derramamento de óleo nas águas de um porto em território brasileiro.

Nesse caso, para determinar a responsabilidade pela poluição causada,

Questão 63

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Os proprietários de um terminal de uso privativo obtiveram autorização do Ministério dos Transportes para exploração do terminal na modalidade mista.

Nessa modalidade de exploração, os proprietários podem usar o terminal

Questão 64

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Um navio da frota própria da empresa sofreu uma avaria, e, para suprir as necessidades operacionais durante o período de reparos, será necessário afretar uma embarcação similar pelo período de dois anos. A melhor proposta veio de um armador da Libéria, com quem a empresa negociou diretamente a seguinte condição: receber o navio sem tripulantes, pois irá aproveitar a tripulação e o comandante do navio avariado para operar a embarcação afretada.

Essa condição é típica de um contrato de afretamento

Questão 65

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Para a concessão de um empréstimo a uma empresa brasileira, o BNDES exige as seguintes garantias: hipoteca de dois navios e penhor de equipamentos desses mesmos navios. As embarcações estão sendo utilizadas em navegação de cabotagem, sendo uma de bandeira brasileira e a outra de bandeira estrangeira.

Nesse caso, é o Tribunal Marítimo que tem competência para o registro

Questão 66

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Recentemente, os chamados movimentos paredistas voltaram a chamar atenção nos meios de comunicação nacionais.

Analise as afirmações abaixo, sobre o direito de greve.

I – Durante o período de greve, os contratos de trabalho permanecem suspensos, isto é, seus efeitos ficam paralisados.

II – A Constituição de 1988 não contemplou o direito de greve para os servidores militares, aos quais não estendeu sequer o direito de sindicalização.

III – Os servidores civis foram contemplados pela Carta de 1988 com o direito de greve e o de livre associação sindical.

Está correto o que se afirma em

Questão 67

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Marília foi contratada por uma empresa, em 26/01/2004, para o cargo de secretária, e foi dispensa em 17/11/2011, quando o seu salário era de R$ 2.000,00. Em 15/12/2011, Marília ajuizou Reclamação Trabalhista em face da sua antiga empregadora com um único pedido: equiparação salarial. Como fundamento, a autora afirmou que sempre desempenhou as mesmas atividades de Sabrina, que tinha o cargo de assessora e recebia à época o salário de R$ 3.500,00. Durante a instrução processual, restou provado apenas que Marília exercia as atribuições do cargo de assessora. A empresa não possui quadro de carreira homologado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Tendo em vista os dados acima e que Sabrina foi admitida pela empresa em 10/04/1997, mas se tornou assessora apenas em 30/09/2005, a Reclamação Trabalhista de Marília terá que ser julgada

Questão 68

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Um trabalhador, residente do município X, foi admitido por um supermercado no município Y, para trabalhar como caixa, na filial localizada no município Z. Dois anos depois, foi dispensado sem justa causa, contudo, não recebeu a multa de 40% sobre os depósitos do FGTS e, por essa razão, pretende ajuizar uma Reclamação Trabalhista.

Considerando que todos os municípios mencionados têm as suas respectivas Varas do Trabalho e que estão dentro da região de um mesmo TRT, a ação deverá ser ajuizada no

Questão 69

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João foi contratado pela empresa A, empresa de trabalho temporário, para trabalhar como auxiliar de cozinha na empresa B, uma fábrica de chocolates, nos moldes da Lei nº 6.019/1974, em virtude do aumento das atividades por causa da Páscoa. João iniciou suas atividades na empresa B em 21/03/2011 e trabalhou ininterruptamente, nas mesmas condições, até 05/10/2011, quando a empresa B dispensou os seus serviços. João não recebeu qualquer pagamento relacionado à extinção do contrato de trabalho.

Considerando as questões acima apresentadas, em eventual Reclamação Trabalhista decorrente da falta de pagamento das verbas rescisórias, quem deve ser responsabilizada pelas verbas devidas a João e por quê?

Questão 70

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Com base nos dispositivos da CLT que tratam da duração do trabalho e no entendimento consolidado do TST sobre o tema, verifica-se que o[a]



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