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CAIXA 2014

CAIXA 2010

Técnico Bancário - TI

Questão 1

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI

» Esta questão foi anulada pela banca.
1
Especialistas concordam que é papel do
 
ensino fundamental e médio — e não apenas da
 
universidade — cooperar de alguma forma com o processo de
 
formação dos futuros profissionais. Isso não implica ensinar
5
jovens estudantes a mexer com planilhas de cálculos ou a
 
empreender um novo negócio. Requer, sim, dar-lhes recursos
 
para lidar com a realidade e, por exemplo, com a competição
 
que um dia virá. Então, a dúvida que permanece é: nossas
 
escolas de fato cumprem essa tarefa?
10
Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de
 
Economia da Universidade de Brasília, aponta falhas nessa
 
missão. Ele identifica um abismo na transição entre o sistema
 
escolar e o mercado de trabalho. “Nosso modelo educacional
 
é muito segmentado, e os conhecimentos de línguas e
15
matemática, por exemplo, são muito diferentes dos valores
 
compreendidos durante a vida profissional”, defende.
 
O despreparo dos jovens, portanto, é patente. “Desde
 
cedo, é preciso ensinar as crianças a pensar e a se adequar a
 
novas realidades”, diz Ramos. “Elas contam, inclusive, com
20
uma vantagem para isso: são mais flexíveis a mudanças e estão
 
sempre abertas a novas tecnologias”. Infelizmente, conclui o
 
especialista, não é isso o que acontece nas escolas.
 
O mais curioso é que, a despeito de qualquer
 
discussão sobre o dever das escolas, ajudar no
25
desenvolvimento do aluno com vistas à sua colocação no
 
mercado de trabalho é um fundamento no país, estabelecido
 
pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conjunto
 
de normas que dá o norte ao sistema educacional brasileiro.
 
Portanto, tal tarefa cabe a todos os níveis do ensino básico, dos
30
cinco aos 17 anos.
 
Para Claudio de Moura Castro, especialista em
 
educação, as escolas de ensino infantil e fundamental oferecem
 
aos estudantes, geralmente, a proposta correta para a
 
capacitação para a vida profissional. Isso significa: ensinar a
35
ler, escrever e falar adequadamente já durante a alfabetização
 
infantil. O problema, segundo o especialista, aparece no ensino
 
médio. “Nesse nível, as escolas são desmotivadoras,
 
oferecendo conteúdos específicos para que os alunos estejam
 
preparados para o vestibular”, afirma. “Mas, na verdade, não
40
preparam o estudante para nada”.
 
Moura Castro aponta três habilidades fundamentais
 
aos profissionais de hoje e do futuro. Elas são decorrentes da
 
boa leitura, da boa escrita e da capacidade de comunicar-se
 
bem. “Todos os profissionais precisam saber resolver
45
problemas, falar em público e trabalhar em equipe”, sentencia.
 
“É nesse momento de aprendizado que se dissolve a fronteira
 
entre o que é acadêmico — ensinado na escola — e o que é
 
profissional e prático para o mercado de trabalho.”
Marina Dias. Bom profissional se faz na escola, 4/9/2009. Internet: veja.abril.com.br (com adaptações).
Seriam mantidos o sentido original do texto e sua correção gramatical caso fosse

Questão 2

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
1
Especialistas concordam que é papel do
 
ensino fundamental e médio — e não apenas da
 
universidade — cooperar de alguma forma com o processo de
 
formação dos futuros profissionais. Isso não implica ensinar
5
jovens estudantes a mexer com planilhas de cálculos ou a
 
empreender um novo negócio. Requer, sim, dar-lhes recursos
 
para lidar com a realidade e, por exemplo, com a competição
 
que um dia virá. Então, a dúvida que permanece é: nossas
 
escolas de fato cumprem essa tarefa?
10
Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de
 
Economia da Universidade de Brasília, aponta falhas nessa
 
missão. Ele identifica um abismo na transição entre o sistema
 
escolar e o mercado de trabalho. “Nosso modelo educacional
 
é muito segmentado, e os conhecimentos de línguas e
15
matemática, por exemplo, são muito diferentes dos valores
 
compreendidos durante a vida profissional”, defende.
 
O despreparo dos jovens, portanto, é patente. “Desde
 
cedo, é preciso ensinar as crianças a pensar e a se adequar a
 
novas realidades”, diz Ramos. “Elas contam, inclusive, com
20
uma vantagem para isso: são mais flexíveis a mudanças e estão
 
sempre abertas a novas tecnologias”. Infelizmente, conclui o
 
especialista, não é isso o que acontece nas escolas.
 
O mais curioso é que, a despeito de qualquer
 
discussão sobre o dever das escolas, ajudar no
25
desenvolvimento do aluno com vistas à sua colocação no
 
mercado de trabalho é um fundamento no país, estabelecido
 
pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conjunto
 
de normas que dá o norte ao sistema educacional brasileiro.
 
Portanto, tal tarefa cabe a todos os níveis do ensino básico, dos
30
cinco aos 17 anos.
 
Para Claudio de Moura Castro, especialista em
 
educação, as escolas de ensino infantil e fundamental oferecem
 
aos estudantes, geralmente, a proposta correta para a
 
capacitação para a vida profissional. Isso significa: ensinar a
35
ler, escrever e falar adequadamente já durante a alfabetização
 
infantil. O problema, segundo o especialista, aparece no ensino
 
médio. “Nesse nível, as escolas são desmotivadoras,
 
oferecendo conteúdos específicos para que os alunos estejam
 
preparados para o vestibular”, afirma. “Mas, na verdade, não
40
preparam o estudante para nada”.
 
Moura Castro aponta três habilidades fundamentais
 
aos profissionais de hoje e do futuro. Elas são decorrentes da
 
boa leitura, da boa escrita e da capacidade de comunicar-se
 
bem. “Todos os profissionais precisam saber resolver
45
problemas, falar em público e trabalhar em equipe”, sentencia.
 
“É nesse momento de aprendizado que se dissolve a fronteira
 
entre o que é acadêmico — ensinado na escola — e o que é
 
profissional e prático para o mercado de trabalho.”
Marina Dias. Bom profissional se faz na escola, 4/9/2009. Internet: veja.abril.com.br (com adaptações).
No que se refere a aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta.

Questão 3

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1
Especialistas concordam que é papel do
 
ensino fundamental e médio — e não apenas da
 
universidade — cooperar de alguma forma com o processo de
 
formação dos futuros profissionais. Isso não implica ensinar
5
jovens estudantes a mexer com planilhas de cálculos ou a
 
empreender um novo negócio. Requer, sim, dar-lhes recursos
 
para lidar com a realidade e, por exemplo, com a competição
 
que um dia virá. Então, a dúvida que permanece é: nossas
 
escolas de fato cumprem essa tarefa?
10
Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de
 
Economia da Universidade de Brasília, aponta falhas nessa
 
missão. Ele identifica um abismo na transição entre o sistema
 
escolar e o mercado de trabalho. “Nosso modelo educacional
 
é muito segmentado, e os conhecimentos de línguas e
15
matemática, por exemplo, são muito diferentes dos valores
 
compreendidos durante a vida profissional”, defende.
 
O despreparo dos jovens, portanto, é patente. “Desde
 
cedo, é preciso ensinar as crianças a pensar e a se adequar a
 
novas realidades”, diz Ramos. “Elas contam, inclusive, com
20
uma vantagem para isso: são mais flexíveis a mudanças e estão
 
sempre abertas a novas tecnologias”. Infelizmente, conclui o
 
especialista, não é isso o que acontece nas escolas.
 
O mais curioso é que, a despeito de qualquer
 
discussão sobre o dever das escolas, ajudar no
25
desenvolvimento do aluno com vistas à sua colocação no
 
mercado de trabalho é um fundamento no país, estabelecido
 
pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conjunto
 
de normas que dá o norte ao sistema educacional brasileiro.
 
Portanto, tal tarefa cabe a todos os níveis do ensino básico, dos
30
cinco aos 17 anos.
 
Para Claudio de Moura Castro, especialista em
 
educação, as escolas de ensino infantil e fundamental oferecem
 
aos estudantes, geralmente, a proposta correta para a
 
capacitação para a vida profissional. Isso significa: ensinar a
35
ler, escrever e falar adequadamente já durante a alfabetização
 
infantil. O problema, segundo o especialista, aparece no ensino
 
médio. “Nesse nível, as escolas são desmotivadoras,
 
oferecendo conteúdos específicos para que os alunos estejam
 
preparados para o vestibular”, afirma. “Mas, na verdade, não
40
preparam o estudante para nada”.
 
Moura Castro aponta três habilidades fundamentais
 
aos profissionais de hoje e do futuro. Elas são decorrentes da
 
boa leitura, da boa escrita e da capacidade de comunicar-se
 
bem. “Todos os profissionais precisam saber resolver
45
problemas, falar em público e trabalhar em equipe”, sentencia.
 
“É nesse momento de aprendizado que se dissolve a fronteira
 
entre o que é acadêmico — ensinado na escola — e o que é
 
profissional e prático para o mercado de trabalho.”
Marina Dias. Bom profissional se faz na escola, 4/9/2009. Internet: veja.abril.com.br (com adaptações).
No que concerne à pontuação empregada no texto, assinale a opção correta.

Questão 4

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Especialistas concordam que é papel do
 
ensino fundamental e médio — e não apenas da
 
universidade — cooperar de alguma forma com o processo de
 
formação dos futuros profissionais. Isso não implica ensinar
5
jovens estudantes a mexer com planilhas de cálculos ou a
 
empreender um novo negócio. Requer, sim, dar-lhes recursos
 
para lidar com a realidade e, por exemplo, com a competição
 
que um dia virá. Então, a dúvida que permanece é: nossas
 
escolas de fato cumprem essa tarefa?
10
Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de
 
Economia da Universidade de Brasília, aponta falhas nessa
 
missão. Ele identifica um abismo na transição entre o sistema
 
escolar e o mercado de trabalho. “Nosso modelo educacional
 
é muito segmentado, e os conhecimentos de línguas e
15
matemática, por exemplo, são muito diferentes dos valores
 
compreendidos durante a vida profissional”, defende.
 
O despreparo dos jovens, portanto, é patente. “Desde
 
cedo, é preciso ensinar as crianças a pensar e a se adequar a
 
novas realidades”, diz Ramos. “Elas contam, inclusive, com
20
uma vantagem para isso: são mais flexíveis a mudanças e estão
 
sempre abertas a novas tecnologias”. Infelizmente, conclui o
 
especialista, não é isso o que acontece nas escolas.
 
O mais curioso é que, a despeito de qualquer
 
discussão sobre o dever das escolas, ajudar no
25
desenvolvimento do aluno com vistas à sua colocação no
 
mercado de trabalho é um fundamento no país, estabelecido
 
pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conjunto
 
de normas que dá o norte ao sistema educacional brasileiro.
 
Portanto, tal tarefa cabe a todos os níveis do ensino básico, dos
30
cinco aos 17 anos.
 
Para Claudio de Moura Castro, especialista em
 
educação, as escolas de ensino infantil e fundamental oferecem
 
aos estudantes, geralmente, a proposta correta para a
 
capacitação para a vida profissional. Isso significa: ensinar a
35
ler, escrever e falar adequadamente já durante a alfabetização
 
infantil. O problema, segundo o especialista, aparece no ensino
 
médio. “Nesse nível, as escolas são desmotivadoras,
 
oferecendo conteúdos específicos para que os alunos estejam
 
preparados para o vestibular”, afirma. “Mas, na verdade, não
40
preparam o estudante para nada”.
 
Moura Castro aponta três habilidades fundamentais
 
aos profissionais de hoje e do futuro. Elas são decorrentes da
 
boa leitura, da boa escrita e da capacidade de comunicar-se
 
bem. “Todos os profissionais precisam saber resolver
45
problemas, falar em público e trabalhar em equipe”, sentencia.
 
“É nesse momento de aprendizado que se dissolve a fronteira
 
entre o que é acadêmico — ensinado na escola — e o que é
 
profissional e prático para o mercado de trabalho.”
Marina Dias. Bom profissional se faz na escola, 4/9/2009. Internet: veja.abril.com.br (com adaptações).
Em relação ao sentido do texto e aos seus aspectos linguísticos, assinale a opção correta.

Questão 5

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
1
Especialistas concordam que é papel do
 
ensino fundamental e médio — e não apenas da
 
universidade — cooperar de alguma forma com o processo de
 
formação dos futuros profissionais. Isso não implica ensinar
5
jovens estudantes a mexer com planilhas de cálculos ou a
 
empreender um novo negócio. Requer, sim, dar-lhes recursos
 
para lidar com a realidade e, por exemplo, com a competição
 
que um dia virá. Então, a dúvida que permanece é: nossas
 
escolas de fato cumprem essa tarefa?
10
Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de
 
Economia da Universidade de Brasília, aponta falhas nessa
 
missão. Ele identifica um abismo na transição entre o sistema
 
escolar e o mercado de trabalho. “Nosso modelo educacional
 
é muito segmentado, e os conhecimentos de línguas e
15
matemática, por exemplo, são muito diferentes dos valores
 
compreendidos durante a vida profissional”, defende.
 
O despreparo dos jovens, portanto, é patente. “Desde
 
cedo, é preciso ensinar as crianças a pensar e a se adequar a
 
novas realidades”, diz Ramos. “Elas contam, inclusive, com
20
uma vantagem para isso: são mais flexíveis a mudanças e estão
 
sempre abertas a novas tecnologias”. Infelizmente, conclui o
 
especialista, não é isso o que acontece nas escolas.
 
O mais curioso é que, a despeito de qualquer
 
discussão sobre o dever das escolas, ajudar no
25
desenvolvimento do aluno com vistas à sua colocação no
 
mercado de trabalho é um fundamento no país, estabelecido
 
pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conjunto
 
de normas que dá o norte ao sistema educacional brasileiro.
 
Portanto, tal tarefa cabe a todos os níveis do ensino básico, dos
30
cinco aos 17 anos.
 
Para Claudio de Moura Castro, especialista em
 
educação, as escolas de ensino infantil e fundamental oferecem
 
aos estudantes, geralmente, a proposta correta para a
 
capacitação para a vida profissional. Isso significa: ensinar a
35
ler, escrever e falar adequadamente já durante a alfabetização
 
infantil. O problema, segundo o especialista, aparece no ensino
 
médio. “Nesse nível, as escolas são desmotivadoras,
 
oferecendo conteúdos específicos para que os alunos estejam
 
preparados para o vestibular”, afirma. “Mas, na verdade, não
40
preparam o estudante para nada”.
 
Moura Castro aponta três habilidades fundamentais
 
aos profissionais de hoje e do futuro. Elas são decorrentes da
 
boa leitura, da boa escrita e da capacidade de comunicar-se
 
bem. “Todos os profissionais precisam saber resolver
45
problemas, falar em público e trabalhar em equipe”, sentencia.
 
“É nesse momento de aprendizado que se dissolve a fronteira
 
entre o que é acadêmico — ensinado na escola — e o que é
 
profissional e prático para o mercado de trabalho.”
Marina Dias. Bom profissional se faz na escola, 4/9/2009. Internet: veja.abril.com.br (com adaptações).
Com relação ao vocabulário empregado no texto e à grafia de palavras desse texto, assinale a opção correta.

Questão 6

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1
Especialistas concordam que é papel do
 
ensino fundamental e médio — e não apenas da
 
universidade — cooperar de alguma forma com o processo de
 
formação dos futuros profissionais. Isso não implica ensinar
5
jovens estudantes a mexer com planilhas de cálculos ou a
 
empreender um novo negócio. Requer, sim, dar-lhes recursos
 
para lidar com a realidade e, por exemplo, com a competição
 
que um dia virá. Então, a dúvida que permanece é: nossas
 
escolas de fato cumprem essa tarefa?
10
Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de
 
Economia da Universidade de Brasília, aponta falhas nessa
 
missão. Ele identifica um abismo na transição entre o sistema
 
escolar e o mercado de trabalho. “Nosso modelo educacional
 
é muito segmentado, e os conhecimentos de línguas e
15
matemática, por exemplo, são muito diferentes dos valores
 
compreendidos durante a vida profissional”, defende.
 
O despreparo dos jovens, portanto, é patente. “Desde
 
cedo, é preciso ensinar as crianças a pensar e a se adequar a
 
novas realidades”, diz Ramos. “Elas contam, inclusive, com
20
uma vantagem para isso: são mais flexíveis a mudanças e estão
 
sempre abertas a novas tecnologias”. Infelizmente, conclui o
 
especialista, não é isso o que acontece nas escolas.
 
O mais curioso é que, a despeito de qualquer
 
discussão sobre o dever das escolas, ajudar no
25
desenvolvimento do aluno com vistas à sua colocação no
 
mercado de trabalho é um fundamento no país, estabelecido
 
pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conjunto
 
de normas que dá o norte ao sistema educacional brasileiro.
 
Portanto, tal tarefa cabe a todos os níveis do ensino básico, dos
30
cinco aos 17 anos.
 
Para Claudio de Moura Castro, especialista em
 
educação, as escolas de ensino infantil e fundamental oferecem
 
aos estudantes, geralmente, a proposta correta para a
 
capacitação para a vida profissional. Isso significa: ensinar a
35
ler, escrever e falar adequadamente já durante a alfabetização
 
infantil. O problema, segundo o especialista, aparece no ensino
 
médio. “Nesse nível, as escolas são desmotivadoras,
 
oferecendo conteúdos específicos para que os alunos estejam
 
preparados para o vestibular”, afirma. “Mas, na verdade, não
40
preparam o estudante para nada”.
 
Moura Castro aponta três habilidades fundamentais
 
aos profissionais de hoje e do futuro. Elas são decorrentes da
 
boa leitura, da boa escrita e da capacidade de comunicar-se
 
bem. “Todos os profissionais precisam saber resolver
45
problemas, falar em público e trabalhar em equipe”, sentencia.
 
“É nesse momento de aprendizado que se dissolve a fronteira
 
entre o que é acadêmico — ensinado na escola — e o que é
 
profissional e prático para o mercado de trabalho.”
Marina Dias. Bom profissional se faz na escola, 4/9/2009. Internet: veja.abril.com.br (com adaptações).
No que tange à concordância e ao emprego do sinal indicativo de crase no texto, assinale a opção correta.

Questão 7

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
1
Especialistas concordam que é papel do
 
ensino fundamental e médio — e não apenas da
 
universidade — cooperar de alguma forma com o processo de
 
formação dos futuros profissionais. Isso não implica ensinar
5
jovens estudantes a mexer com planilhas de cálculos ou a
 
empreender um novo negócio. Requer, sim, dar-lhes recursos
 
para lidar com a realidade e, por exemplo, com a competição
 
que um dia virá. Então, a dúvida que permanece é: nossas
 
escolas de fato cumprem essa tarefa?
10
Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de
 
Economia da Universidade de Brasília, aponta falhas nessa
 
missão. Ele identifica um abismo na transição entre o sistema
 
escolar e o mercado de trabalho. “Nosso modelo educacional
 
é muito segmentado, e os conhecimentos de línguas e
15
matemática, por exemplo, são muito diferentes dos valores
 
compreendidos durante a vida profissional”, defende.
 
O despreparo dos jovens, portanto, é patente. “Desde
 
cedo, é preciso ensinar as crianças a pensar e a se adequar a
 
novas realidades”, diz Ramos. “Elas contam, inclusive, com
20
uma vantagem para isso: são mais flexíveis a mudanças e estão
 
sempre abertas a novas tecnologias”. Infelizmente, conclui o
 
especialista, não é isso o que acontece nas escolas.
 
O mais curioso é que, a despeito de qualquer
 
discussão sobre o dever das escolas, ajudar no
25
desenvolvimento do aluno com vistas à sua colocação no
 
mercado de trabalho é um fundamento no país, estabelecido
 
pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conjunto
 
de normas que dá o norte ao sistema educacional brasileiro.
 
Portanto, tal tarefa cabe a todos os níveis do ensino básico, dos
30
cinco aos 17 anos.
 
Para Claudio de Moura Castro, especialista em
 
educação, as escolas de ensino infantil e fundamental oferecem
 
aos estudantes, geralmente, a proposta correta para a
 
capacitação para a vida profissional. Isso significa: ensinar a
35
ler, escrever e falar adequadamente já durante a alfabetização
 
infantil. O problema, segundo o especialista, aparece no ensino
 
médio. “Nesse nível, as escolas são desmotivadoras,
 
oferecendo conteúdos específicos para que os alunos estejam
 
preparados para o vestibular”, afirma. “Mas, na verdade, não
40
preparam o estudante para nada”.
 
Moura Castro aponta três habilidades fundamentais
 
aos profissionais de hoje e do futuro. Elas são decorrentes da
 
boa leitura, da boa escrita e da capacidade de comunicar-se
 
bem. “Todos os profissionais precisam saber resolver
45
problemas, falar em público e trabalhar em equipe”, sentencia.
 
“É nesse momento de aprendizado que se dissolve a fronteira
 
entre o que é acadêmico — ensinado na escola — e o que é
 
profissional e prático para o mercado de trabalho.”
Marina Dias. Bom profissional se faz na escola, 4/9/2009. Internet: veja.abril.com.br (com adaptações).
Considerando que as opções abaixo apresentam propostas de reescrita de trechos do texto indicados entre aspas, assinale a opção que, além de estar gramaticalmente correta, mantém o sentido original do texto.

Questão 8

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
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Especialistas concordam que é papel do
 
ensino fundamental e médio — e não apenas da
 
universidade — cooperar de alguma forma com o processo de
 
formação dos futuros profissionais. Isso não implica ensinar
5
jovens estudantes a mexer com planilhas de cálculos ou a
 
empreender um novo negócio. Requer, sim, dar-lhes recursos
 
para lidar com a realidade e, por exemplo, com a competição
 
que um dia virá. Então, a dúvida que permanece é: nossas
 
escolas de fato cumprem essa tarefa?
10
Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de
 
Economia da Universidade de Brasília, aponta falhas nessa
 
missão. Ele identifica um abismo na transição entre o sistema
 
escolar e o mercado de trabalho. “Nosso modelo educacional
 
é muito segmentado, e os conhecimentos de línguas e
15
matemática, por exemplo, são muito diferentes dos valores
 
compreendidos durante a vida profissional”, defende.
 
O despreparo dos jovens, portanto, é patente. “Desde
 
cedo, é preciso ensinar as crianças a pensar e a se adequar a
 
novas realidades”, diz Ramos. “Elas contam, inclusive, com
20
uma vantagem para isso: são mais flexíveis a mudanças e estão
 
sempre abertas a novas tecnologias”. Infelizmente, conclui o
 
especialista, não é isso o que acontece nas escolas.
 
O mais curioso é que, a despeito de qualquer
 
discussão sobre o dever das escolas, ajudar no
25
desenvolvimento do aluno com vistas à sua colocação no
 
mercado de trabalho é um fundamento no país, estabelecido
 
pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conjunto
 
de normas que dá o norte ao sistema educacional brasileiro.
 
Portanto, tal tarefa cabe a todos os níveis do ensino básico, dos
30
cinco aos 17 anos.
 
Para Claudio de Moura Castro, especialista em
 
educação, as escolas de ensino infantil e fundamental oferecem
 
aos estudantes, geralmente, a proposta correta para a
 
capacitação para a vida profissional. Isso significa: ensinar a
35
ler, escrever e falar adequadamente já durante a alfabetização
 
infantil. O problema, segundo o especialista, aparece no ensino
 
médio. “Nesse nível, as escolas são desmotivadoras,
 
oferecendo conteúdos específicos para que os alunos estejam
 
preparados para o vestibular”, afirma. “Mas, na verdade, não
40
preparam o estudante para nada”.
 
Moura Castro aponta três habilidades fundamentais
 
aos profissionais de hoje e do futuro. Elas são decorrentes da
 
boa leitura, da boa escrita e da capacidade de comunicar-se
 
bem. “Todos os profissionais precisam saber resolver
45
problemas, falar em público e trabalhar em equipe”, sentencia.
 
“É nesse momento de aprendizado que se dissolve a fronteira
 
entre o que é acadêmico — ensinado na escola — e o que é
 
profissional e prático para o mercado de trabalho.”
Marina Dias. Bom profissional se faz na escola, 4/9/2009. Internet: veja.abril.com.br (com adaptações).
Assinale a opção correta no que se refere a aspectos gramaticais e à tipologia do texto.

Questão 9

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
Se, ao descontar uma promissória com valor de face de R$ 5.000,00, seu detentor receber o valor de R$ 4.200,00, e se o prazo dessa operação for de 2 meses, então a taxa mensal de desconto simples por fora será igual a

Questão 10

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
Uma dívida no valor de R$ 10.000,00, contraída pelo sistema francês de amortização (tabela Price), com juros de 1,29% ao mês, será paga em 4 prestações mensais. Nesse caso, considerando-se 0,95 como valor aproximado de 1,0129-4 , cada prestação será igual a

Questão 11

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
Em uma pesquisa de opinião, foram entrevistados 2.400 eleitores de determinado estado da Federação, acerca dos candidatos A, ao Senado Federal, e B, à Câmara dos Deputados, nas próximas eleições. Das pessoas entrevistadas, 800 votariam no candidato A e não votariam em B, 600 votariam em B e não votariam em A e 600 não votariam em nenhum desses dois candidatos.

Com base nessa pesquisa, a probabilidade de um eleitor desse estado, escolhido ao acaso,

Questão 12

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
Se a quantia de R$ 5.000,00, investida pelo período de 6 meses, produzir o montante de R$ 5.382,00, sem se descontar a inflação verificada no período, e se a taxa de inflação no período for de 3,5%, então a taxa real de juros desse investimento no período será de

Questão 13

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
Um computador é vendido em 8 prestações mensais, consecutivas e iguais a R$ 350,00. Os juros cobrados no financiamento desse computador correspondem a juros compostos mensais de 7% sobre o preço à vista. Nesse caso, considerando-se 0,582 como valor aproximado para 1,07-8 , se a primeira prestação for paga um mês após a compra, o preço à vista do computador será igual a

Questão 14

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
Na negociação de uma dívida no valor de R$ 10.000,00, o credor ofereceu as seguintes opções para o devedor.

I Pagar toda a dívida, no ato da negociação, com desconto de1,8% sobre o valor da dívida.

II Pagar em 2 prestações mensais, iguais e consecutivas, sem desconto, com a primeira prestação vencendo depois de 2 meses da negociação.

III Pagar em 3 prestações mensais, iguais e consecutivas, sem desconto, com a primeira prestação vencendo um mês após a negociação.

IV Pagar em 4 prestações mensais, iguais e consecutivas, sem desconto, com a primeira prestação vencendo no ato da negociação.

Considerando 0,99, 0,98 e 0,97 como valores aproximados para 1,01-1, 1,01-2 e 1,01-3 , respectivamente, e supondo que o devedor poderá aplicar, no ato da negociação e a juros compostos de 1% ao mês, quantias necessárias ao pagamento da dívida, assinale a opção correta.

Questão 15

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
Acerca da relação entre ética e moral, assinale a opção correta.

Questão 16

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
Na atualidade, não basta a uma empresa ser economicamente forte.
A sociedade exige novos valores. A existência de códigos formais de ética empresarial e profissional, se estes forem bem implantados e divulgados, revela-se essencial ao estabelecimento de condutas expectáveis, mitigadoras da ocorrência de fraudes de diversas naturezas. A respeito da ética empresarial e profissional, assinale a opção correta.

Questão 17

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
Assinale a opção correta a respeito das normas de conduta ética que pautam as atividades exercidas pelos empregados e dirigentes da CAIXA.

Questão 18

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
Segundo Kotler,

Questão 19

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
O marketing de relacionamento

Questão 20

CAIXA 2010 - CESPE - Técnico Bancário - TI
O anúncio de um banco veiculado na televisão, pago, inovador e específico, por si só caracteriza exemplo de

Questão 21

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No processo de telemarketing, visando superar objeções, o operador deverá

Questão 22

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De acordo com Kotler, constitui exemplo da etapa de venda denominada pré-abordagem a

Questão 23

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A CAIXA é conhecida por ter desempenhado, desde a sua fundação, papel decisivo como agente de políticas públicas e por ser parceira do Estado brasileiro na execução de políticas sociais.

A respeito das ações da CAIXA ao longo de sua história, assinale a opção correta.

Questão 24

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O estatuto de uma empresa dispõe sobre a maneira como ela se prepara para enfrentar os seus desafios. A respeito da organização da CAIXA, como disposto em seu estatuto, assinale a opção correta.

Questão 25

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Após 148 anos, a CAIXA consolidou-se como um banco de grande porte, sólido e moderno. CAIXA é sinônimo de responsabilidade social e pretende ser referência mundial, rentável, eficiente, ágil e com permanente capacidade de renovação.
Internet: www.caixa.gov.br (com adaptações).

Visando ao alcance da pretensão aludida no texto acima, os objetivos estabelecidos no estatuto da CAIXA incluem

Questão 26

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Acerca do Programa Desemprego e Abono Salarial, assinale a opção correta.

Questão 27

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A respeito da guia de recolhimento do fundo de garantia por tempo de serviço e informações à previdência social (GFIP), assinale a opção correta.

Questão 28

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Com relação à movimentação da conta do FGTS, assinale a opção correta.

Questão 29

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Acerca do cartão do cidadão, assinale a opção correta.

Questão 30

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Acerca das obrigações do empregador no que se refere ao FGTS, assinale a opção correta.

Questão 31

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Em relação a abertura, manutenção, movimentação e encerramento de contas de depósitos, tarifas de serviços e cheque, assinale a opção correta.

Questão 32

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Em relação ao cheque cruzado, julgue os itens seguintes.

I O emitente ou o portador pode cruzar o cheque por meio da aposição de dois traços paralelos no anverso do título.

II O cruzamento é geral se, entre os dois traços, não houver nenhuma indicação ou se existir apenas a indicação “banco”, ou outra equivalente.

III O cruzamento é especial se, entre os dois traços, existir a indicação do nome do banco.

IV O cheque com cruzamento geral pode ser pago em espécie, no caixa.

V O cheque com cruzamento especial só pode ser pago pelo sacado ao banco indicado, ou, se este for o sacado, a cliente seu, mediante crédito em conta. Pode, entretanto, o banco designado incumbir outro da cobrança.

Estão certos apenas os itens

Questão 33

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Examinar e extrair cópias de registros contábeis, livros ou documentos, inclusive programas eletrônicos e arquivos magnéticos, ópticos ou de qualquer outra natureza, bem como papéis de trabalho de auditores independentes dos fundos e sociedades de investimento, carteiras e depósitos de valores mobiliários, consultores e analistas de valores mobiliários, companhias abertas e demais emissoras de valores mobiliários, pessoas naturais e jurídicas que integram o sistema de distribuição de valores mobiliários são funções

Questão 34

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Em relação ao sistema de pagamentos brasileiro, assinale a opção correta.

Questão 35

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As atividades de competência privativa do BACEN incluem

I efetuar, como instrumento de política monetária, operações de compra e venda de títulos públicos federais.

II coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamentária, fiscal e da dívida pública, interna e externa.

III exercer a fiscalização das instituições financeiras e aplicar as penalidades previstas.

IV executar os serviços do meio circulante.

V receber os recolhimentos compulsórios dos bancos comerciais e os depósitos voluntários das instituições financeiras que operam no país.

Estão certos apenas os itens

Questão 36

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Em relação ao SFN, que é composto por instituições financeiras com características e finalidades diversas, assinale a opção correta.

Questão 37

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Segundo a Lei n.º 7.357/1985, em relação à emissão existem requisitos imprescindíveis à validade do cheque. Em contraposição, existe requisito que, mesmo ausente, não invalida o título. Esse requisito é

Questão 38

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Para a abertura de conta de depósitos, é obrigatória a completa identificação do depositante. As informações que devem constar na ficha-proposta para a abertura da conta incluem

I qualificação do depositante.

II endereços residencial e comercial completos.

III data da abertura da conta e respectivo número.

IV taxa de juros de remuneração da conta de depósito.

V assinatura do depositante.

Estão certos apenas os itens

Questão 39

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As pessoas jurídicas públicas ou privadas que tenham como atividade principal ou acessória a coleta, intermediação ou aplicação de recursos financeiros próprios ou de terceiros, em moeda nacional ou estrangeira, e a custódia de valor de propriedade de terceiros são consideradas

Questão 40

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A respeito de pessoa física, capacidade e incapacidade civil, julgue os itens seguintes.

I Toda pessoa é capaz de direitos e deveres na ordem civil.

II A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro.

III São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos de idade; os ébrios habituais, os viciados em tóxicos e os que, por deficiência mental, tenham o discernimento reduzido; os excepcionais, sem desenvolvimento mental completo; e os pródigos.

IV São incapazes relativamente a certos atos ou à maneira de exercê-los os menores de dezesseis anos de idade; os que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário discernimento para a prática desses atos; e os que, mesmo por causa transitória, não puderem exprimir sua vontade.

V A menoridade cessa aos dezoito anos de idade, completos, quando a pessoa fica habilitada à prática de todos os atos da vida civil.

Estão certos apenas os itens

Questão 41

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Computação pode ser definida como a atividade de uso e melhoria da tecnologia de computadores, seu hardware e software. A esse respeito, assinale a opção correta.

Questão 42

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Considere o dispositivo computacional com a seguinte especificação: Intel BX80613i7980X Core i7 980X Extreme Edition Processor, 3.33 GHz, LGA 1366, 6.4 GT/s QPI, 12 MB L3 cache, six core, hyperthreading, gulftown, w/ Fan. Esse dispositivo

Questão 43

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Assinale a opção que apresenta operação numérica correta.

Questão 44

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Considerando a figura acima, que ilustra um esquema conceitual de um sistema operacional, com relacionamentos entre seus elementos típicos, assinale a opção correta.

Questão 45

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A figura acima ilustra aplicativos comuns às plataformas Windows e(ou) Unix. Acerca das características das aplicações apresentadas, assinale a opção correta.

Questão 46

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» Esta questão foi anulada pela banca.



A figura acima ilustra exemplo de utilização da ferramenta CASE denominada Visual Paradigm, na qual se destacam áreas nomeadas de
A até E. Considerando que todos os códigos apresentados na figura estejam corretos e sejam compiláveis, assinale a opção correta.

Questão 47

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Considerando que o código Java apresentado acima esteja sintática e semanticamente correto, sendo plenamente executável em um ambiente adequadamente configurado, assinale a opção correta.