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Pref. Patos de Minas/MG 2015

Agente de Administração

Questão 1

Pref. Patos de Minas/MG 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
1
Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na  travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um 
 
número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a 
 
tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os 
 
brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará 
5
muito  sangue.” Diante da  atual  crise  de migrantes  e  refugiados pela qual passa o  continente, que  recebeu  350 mil 
 
estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos 
 
de diversos países  receberam os  refugiados  com mensagens de boas  vindas,  alimentos  e  roupas,  as  autoridades da 
 
União Europeia  se  curvaram à gravidade da  situação, e decidiram abrir as  fronteiras para acolher 160 mil pessoas e 
 
dividi‐las  entre  os  22  países  do  bloco.  A  maioria  vai  para  Alemanha,  França  e  Espanha.  O  processo  continua       
10
sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas  já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova 
 
Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida. 
 
Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, 
 
reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber 
 
os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O 
15
mesmo  relatório  concluiu  que,  nos  próximos  anos,  a  “população  europeia  se  tornará  cada  vez  mais  grisalha”.  Na 
 
Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é 
 
justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes. 
 
A  recente  onda  de  solidariedade  começou  em  Berlim,  que  suspendeu  a  Convenção  de  Dublin  e  permitiu  que 
 
refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. 
20
Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel 
 
prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. 
 
Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 
 
bilhões de euros nessa crise. 
 
Enquanto  a  Europa  desperta  para  a  nova  realidade,  em  que  a  miscigenação  ganha  importância,  a  religião 
25
permanece  como um dos principais entraves para a  integração. Ainda que não existam dados  consolidados  sobre o 
 
tema, as nações que mais exportam migrantes,  Síria e Afeganistão,  são de maioria muçulmana e  representantes de 
 
países  como Hungria,  Bulgária  e  Chipre  já  disseram  preferir  os  cristãos  aos muçulmanos  com  o  argumento  de  que 
 
aqueles se adaptariam melhor aos costumes  locais.  Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria  foi além. Em 
 
fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula 
30
a prática do  islamismo no país. Os muçulmanos de  lá  tiveram  seus  feriados  religiosos  reconhecidos, mas  só podem 
 
realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não 
 
serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os 
 
contrários à  lei, o  resultado é  justamente o oposto. “Por que um muçulmano  se  torna  fundamentalista na França?”, 
 
pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?” 
(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_REFUGIADOS+ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)


De acordo com o texto, qual o interesse da Europa em abrigar os migrantes que atra-vessam o mar Mediterrâneo?

Questão 2

Pref. Patos de Minas/MG 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
1
Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na  travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um 
 
número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a 
 
tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os 
 
brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará 
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muito  sangue.” Diante da  atual  crise  de migrantes  e  refugiados pela qual passa o  continente, que  recebeu  350 mil 
 
estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos 
 
de diversos países  receberam os  refugiados  com mensagens de boas  vindas,  alimentos  e  roupas,  as  autoridades da 
 
União Europeia  se  curvaram à gravidade da  situação, e decidiram abrir as  fronteiras para acolher 160 mil pessoas e 
 
dividi‐las  entre  os  22  países  do  bloco.  A  maioria  vai  para  Alemanha,  França  e  Espanha.  O  processo  continua       
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sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas  já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova 
 
Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida. 
 
Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, 
 
reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber 
 
os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O 
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mesmo  relatório  concluiu  que,  nos  próximos  anos,  a  “população  europeia  se  tornará  cada  vez  mais  grisalha”.  Na 
 
Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é 
 
justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes. 
 
A  recente  onda  de  solidariedade  começou  em  Berlim,  que  suspendeu  a  Convenção  de  Dublin  e  permitiu  que 
 
refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. 
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Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel 
 
prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. 
 
Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 
 
bilhões de euros nessa crise. 
 
Enquanto  a  Europa  desperta  para  a  nova  realidade,  em  que  a  miscigenação  ganha  importância,  a  religião 
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permanece  como um dos principais entraves para a  integração. Ainda que não existam dados  consolidados  sobre o 
 
tema, as nações que mais exportam migrantes,  Síria e Afeganistão,  são de maioria muçulmana e  representantes de 
 
países  como Hungria,  Bulgária  e  Chipre  já  disseram  preferir  os  cristãos  aos muçulmanos  com  o  argumento  de  que 
 
aqueles se adaptariam melhor aos costumes  locais.  Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria  foi além. Em 
 
fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula 
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a prática do  islamismo no país. Os muçulmanos de  lá  tiveram  seus  feriados  religiosos  reconhecidos, mas  só podem 
 
realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não 
 
serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os 
 
contrários à  lei, o  resultado é  justamente o oposto. “Por que um muçulmano  se  torna  fundamentalista na França?”, 
 
pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?” 
(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_REFUGIADOS+ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)


O objetivo do texto é

Questão 3

Pref. Patos de Minas/MG 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
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Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na  travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um 
 
número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a 
 
tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os 
 
brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará 
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muito  sangue.” Diante da  atual  crise  de migrantes  e  refugiados pela qual passa o  continente, que  recebeu  350 mil 
 
estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos 
 
de diversos países  receberam os  refugiados  com mensagens de boas  vindas,  alimentos  e  roupas,  as  autoridades da 
 
União Europeia  se  curvaram à gravidade da  situação, e decidiram abrir as  fronteiras para acolher 160 mil pessoas e 
 
dividi‐las  entre  os  22  países  do  bloco.  A  maioria  vai  para  Alemanha,  França  e  Espanha.  O  processo  continua       
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sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas  já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova 
 
Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida. 
 
Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, 
 
reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber 
 
os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O 
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mesmo  relatório  concluiu  que,  nos  próximos  anos,  a  “população  europeia  se  tornará  cada  vez  mais  grisalha”.  Na 
 
Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é 
 
justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes. 
 
A  recente  onda  de  solidariedade  começou  em  Berlim,  que  suspendeu  a  Convenção  de  Dublin  e  permitiu  que 
 
refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. 
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Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel 
 
prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. 
 
Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 
 
bilhões de euros nessa crise. 
 
Enquanto  a  Europa  desperta  para  a  nova  realidade,  em  que  a  miscigenação  ganha  importância,  a  religião 
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permanece  como um dos principais entraves para a  integração. Ainda que não existam dados  consolidados  sobre o 
 
tema, as nações que mais exportam migrantes,  Síria e Afeganistão,  são de maioria muçulmana e  representantes de 
 
países  como Hungria,  Bulgária  e  Chipre  já  disseram  preferir  os  cristãos  aos muçulmanos  com  o  argumento  de  que 
 
aqueles se adaptariam melhor aos costumes  locais.  Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria  foi além. Em 
 
fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula 
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a prática do  islamismo no país. Os muçulmanos de  lá  tiveram  seus  feriados  religiosos  reconhecidos, mas  só podem 
 
realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não 
 
serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os 
 
contrários à  lei, o  resultado é  justamente o oposto. “Por que um muçulmano  se  torna  fundamentalista na França?”, 
 
pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?” 
(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_REFUGIADOS+ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)


De acordo com as informações trazidas no texto, marque V para as afirmativas verda-deiras e F para as falsas.

(     ) Os mulçumanos sofrem preconceito religioso por alguns países europeus.

(     ) O primeiro país que os estrangeiros chegaram foi na Alemanha.

(     ) O abrigo aos estrangeiros pode trazer uma mistura de raças para a Europa.

(     ) O auxílio aos estrangeiros não se justifica apenas em ações humanitárias por parte das  autoridades europeias.

A sequência está correta em

Questão 4

Pref. Patos de Minas/MG 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
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Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na  travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um 
 
número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a 
 
tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os 
 
brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará 
5
muito  sangue.” Diante da  atual  crise  de migrantes  e  refugiados pela qual passa o  continente, que  recebeu  350 mil 
 
estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos 
 
de diversos países  receberam os  refugiados  com mensagens de boas  vindas,  alimentos  e  roupas,  as  autoridades da 
 
União Europeia  se  curvaram à gravidade da  situação, e decidiram abrir as  fronteiras para acolher 160 mil pessoas e 
 
dividi‐las  entre  os  22  países  do  bloco.  A  maioria  vai  para  Alemanha,  França  e  Espanha.  O  processo  continua       
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sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas  já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova 
 
Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida. 
 
Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, 
 
reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber 
 
os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O 
15
mesmo  relatório  concluiu  que,  nos  próximos  anos,  a  “população  europeia  se  tornará  cada  vez  mais  grisalha”.  Na 
 
Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é 
 
justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes. 
 
A  recente  onda  de  solidariedade  começou  em  Berlim,  que  suspendeu  a  Convenção  de  Dublin  e  permitiu  que 
 
refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. 
20
Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel 
 
prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. 
 
Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 
 
bilhões de euros nessa crise. 
 
Enquanto  a  Europa  desperta  para  a  nova  realidade,  em  que  a  miscigenação  ganha  importância,  a  religião 
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permanece  como um dos principais entraves para a  integração. Ainda que não existam dados  consolidados  sobre o 
 
tema, as nações que mais exportam migrantes,  Síria e Afeganistão,  são de maioria muçulmana e  representantes de 
 
países  como Hungria,  Bulgária  e  Chipre  já  disseram  preferir  os  cristãos  aos muçulmanos  com  o  argumento  de  que 
 
aqueles se adaptariam melhor aos costumes  locais.  Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria  foi além. Em 
 
fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula 
30
a prática do  islamismo no país. Os muçulmanos de  lá  tiveram  seus  feriados  religiosos  reconhecidos, mas  só podem 
 
realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não 
 
serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os 
 
contrários à  lei, o  resultado é  justamente o oposto. “Por que um muçulmano  se  torna  fundamentalista na França?”, 
 
pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?” 
(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_REFUGIADOS+ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)
“No auge da crise migratória, o continente aceita receber mais estrangeiros. O desafio agora é como  integrá‐los à sociedade”. De acordo com o exposto, é correto afirmar que o referido  desafio justifica‐se em:

Questão 5

Pref. Patos de Minas/MG 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
1
Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na  travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um 
 
número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a 
 
tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os 
 
brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará 
5
muito  sangue.” Diante da  atual  crise  de migrantes  e  refugiados pela qual passa o  continente, que  recebeu  350 mil 
 
estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos 
 
de diversos países  receberam os  refugiados  com mensagens de boas  vindas,  alimentos  e  roupas,  as  autoridades da 
 
União Europeia  se  curvaram à gravidade da  situação, e decidiram abrir as  fronteiras para acolher 160 mil pessoas e 
 
dividi‐las  entre  os  22  países  do  bloco.  A  maioria  vai  para  Alemanha,  França  e  Espanha.  O  processo  continua       
10
sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas  já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova 
 
Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida. 
 
Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, 
 
reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber 
 
os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O 
15
mesmo  relatório  concluiu  que,  nos  próximos  anos,  a  “população  europeia  se  tornará  cada  vez  mais  grisalha”.  Na 
 
Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é 
 
justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes. 
 
A  recente  onda  de  solidariedade  começou  em  Berlim,  que  suspendeu  a  Convenção  de  Dublin  e  permitiu  que 
 
refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. 
20
Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel 
 
prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. 
 
Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 
 
bilhões de euros nessa crise. 
 
Enquanto  a  Europa  desperta  para  a  nova  realidade,  em  que  a  miscigenação  ganha  importância,  a  religião 
25
permanece  como um dos principais entraves para a  integração. Ainda que não existam dados  consolidados  sobre o 
 
tema, as nações que mais exportam migrantes,  Síria e Afeganistão,  são de maioria muçulmana e  representantes de 
 
países  como Hungria,  Bulgária  e  Chipre  já  disseram  preferir  os  cristãos  aos muçulmanos  com  o  argumento  de  que 
 
aqueles se adaptariam melhor aos costumes  locais.  Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria  foi além. Em 
 
fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula 
30
a prática do  islamismo no país. Os muçulmanos de  lá  tiveram  seus  feriados  religiosos  reconhecidos, mas  só podem 
 
realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não 
 
serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os 
 
contrários à  lei, o  resultado é  justamente o oposto. “Por que um muçulmano  se  torna  fundamentalista na França?”, 
 
pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?” 
(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_REFUGIADOS+ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)


Em “‘A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos’, disse.” (1º §), o uso de  aspas justifica‐se por:

Questão 6

Pref. Patos de Minas/MG 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
1
Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na  travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um 
 
número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a 
 
tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os 
 
brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará 
5
muito  sangue.” Diante da  atual  crise  de migrantes  e  refugiados pela qual passa o  continente, que  recebeu  350 mil 
 
estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos 
 
de diversos países  receberam os  refugiados  com mensagens de boas  vindas,  alimentos  e  roupas,  as  autoridades da 
 
União Europeia  se  curvaram à gravidade da  situação, e decidiram abrir as  fronteiras para acolher 160 mil pessoas e 
 
dividi‐las  entre  os  22  países  do  bloco.  A  maioria  vai  para  Alemanha,  França  e  Espanha.  O  processo  continua       
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sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas  já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova 
 
Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida. 
 
Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, 
 
reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber 
 
os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O 
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mesmo  relatório  concluiu  que,  nos  próximos  anos,  a  “população  europeia  se  tornará  cada  vez  mais  grisalha”.  Na 
 
Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é 
 
justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes. 
 
A  recente  onda  de  solidariedade  começou  em  Berlim,  que  suspendeu  a  Convenção  de  Dublin  e  permitiu  que 
 
refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. 
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Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel 
 
prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. 
 
Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 
 
bilhões de euros nessa crise. 
 
Enquanto  a  Europa  desperta  para  a  nova  realidade,  em  que  a  miscigenação  ganha  importância,  a  religião 
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permanece  como um dos principais entraves para a  integração. Ainda que não existam dados  consolidados  sobre o 
 
tema, as nações que mais exportam migrantes,  Síria e Afeganistão,  são de maioria muçulmana e  representantes de 
 
países  como Hungria,  Bulgária  e  Chipre  já  disseram  preferir  os  cristãos  aos muçulmanos  com  o  argumento  de  que 
 
aqueles se adaptariam melhor aos costumes  locais.  Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria  foi além. Em 
 
fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula 
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a prática do  islamismo no país. Os muçulmanos de  lá  tiveram  seus  feriados  religiosos  reconhecidos, mas  só podem 
 
realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não 
 
serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os 
 
contrários à  lei, o  resultado é  justamente o oposto. “Por que um muçulmano  se  torna  fundamentalista na França?”, 
 
pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?” 
(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_REFUGIADOS+ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)
“... o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso.” (1º§) O termo sublinhado  será substituído sem alteração  de sentido por:

Questão 7

Pref. Patos de Minas/MG 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
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Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na  travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um 
 
número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a 
 
tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os 
 
brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará 
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muito  sangue.” Diante da  atual  crise  de migrantes  e  refugiados pela qual passa o  continente, que  recebeu  350 mil 
 
estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos 
 
de diversos países  receberam os  refugiados  com mensagens de boas  vindas,  alimentos  e  roupas,  as  autoridades da 
 
União Europeia  se  curvaram à gravidade da  situação, e decidiram abrir as  fronteiras para acolher 160 mil pessoas e 
 
dividi‐las  entre  os  22  países  do  bloco.  A  maioria  vai  para  Alemanha,  França  e  Espanha.  O  processo  continua       
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sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas  já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova 
 
Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida. 
 
Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, 
 
reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber 
 
os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O 
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mesmo  relatório  concluiu  que,  nos  próximos  anos,  a  “população  europeia  se  tornará  cada  vez  mais  grisalha”.  Na 
 
Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é 
 
justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes. 
 
A  recente  onda  de  solidariedade  começou  em  Berlim,  que  suspendeu  a  Convenção  de  Dublin  e  permitiu  que 
 
refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. 
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Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel 
 
prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. 
 
Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 
 
bilhões de euros nessa crise. 
 
Enquanto  a  Europa  desperta  para  a  nova  realidade,  em  que  a  miscigenação  ganha  importância,  a  religião 
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permanece  como um dos principais entraves para a  integração. Ainda que não existam dados  consolidados  sobre o 
 
tema, as nações que mais exportam migrantes,  Síria e Afeganistão,  são de maioria muçulmana e  representantes de 
 
países  como Hungria,  Bulgária  e  Chipre  já  disseram  preferir  os  cristãos  aos muçulmanos  com  o  argumento  de  que 
 
aqueles se adaptariam melhor aos costumes  locais.  Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria  foi além. Em 
 
fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula 
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a prática do  islamismo no país. Os muçulmanos de  lá  tiveram  seus  feriados  religiosos  reconhecidos, mas  só podem 
 
realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não 
 
serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os 
 
contrários à  lei, o  resultado é  justamente o oposto. “Por que um muçulmano  se  torna  fundamentalista na França?”, 
 
pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?” 
(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_REFUGIADOS+ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)
Eco se referia à previsão de que, até 2050, os brancos deixarão de ser a maio-ria da população americana.”  (1º§)

Neste  trecho,  o  acento  grave  indicador  de  crase  está  empregado  cor-retamente. Assinale  a  alternativa  em  que  o  emprego da crase está INCORRETO.

Questão 8

Pref. Patos de Minas/MG 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
1
Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na  travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um 
 
número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a 
 
tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os 
 
brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará 
5
muito  sangue.” Diante da  atual  crise  de migrantes  e  refugiados pela qual passa o  continente, que  recebeu  350 mil 
 
estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos 
 
de diversos países  receberam os  refugiados  com mensagens de boas  vindas,  alimentos  e  roupas,  as  autoridades da 
 
União Europeia  se  curvaram à gravidade da  situação, e decidiram abrir as  fronteiras para acolher 160 mil pessoas e 
 
dividi‐las  entre  os  22  países  do  bloco.  A  maioria  vai  para  Alemanha,  França  e  Espanha.  O  processo  continua       
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sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas  já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova 
 
Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida. 
 
Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, 
 
reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber 
 
os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O 
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mesmo  relatório  concluiu  que,  nos  próximos  anos,  a  “população  europeia  se  tornará  cada  vez  mais  grisalha”.  Na 
 
Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é 
 
justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes. 
 
A  recente  onda  de  solidariedade  começou  em  Berlim,  que  suspendeu  a  Convenção  de  Dublin  e  permitiu  que 
 
refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. 
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Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel 
 
prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. 
 
Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 
 
bilhões de euros nessa crise. 
 
Enquanto  a  Europa  desperta  para  a  nova  realidade,  em  que  a  miscigenação  ganha  importância,  a  religião 
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permanece  como um dos principais entraves para a  integração. Ainda que não existam dados  consolidados  sobre o 
 
tema, as nações que mais exportam migrantes,  Síria e Afeganistão,  são de maioria muçulmana e  representantes de 
 
países  como Hungria,  Bulgária  e  Chipre  já  disseram  preferir  os  cristãos  aos muçulmanos  com  o  argumento  de  que 
 
aqueles se adaptariam melhor aos costumes  locais.  Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria  foi além. Em 
 
fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula 
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a prática do  islamismo no país. Os muçulmanos de  lá  tiveram  seus  feriados  religiosos  reconhecidos, mas  só podem 
 
realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não 
 
serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os 
 
contrários à  lei, o  resultado é  justamente o oposto. “Por que um muçulmano  se  torna  fundamentalista na França?”, 
 
pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?” 
(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_REFUGIADOS+ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)
“Na Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce,...” (2º§). “Onde” es-tá empregado corretamente no trecho anterior. Assinale a alternativa INCORRETA quan-to ao seu emprego.

Questão 9

Pref. Patos de Minas/MG 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
1
Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na  travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um 
 
número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a 
 
tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os 
 
brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará 
5
muito  sangue.” Diante da  atual  crise  de migrantes  e  refugiados pela qual passa o  continente, que  recebeu  350 mil 
 
estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos 
 
de diversos países  receberam os  refugiados  com mensagens de boas  vindas,  alimentos  e  roupas,  as  autoridades da 
 
União Europeia  se  curvaram à gravidade da  situação, e decidiram abrir as  fronteiras para acolher 160 mil pessoas e 
 
dividi‐las  entre  os  22  países  do  bloco.  A  maioria  vai  para  Alemanha,  França  e  Espanha.  O  processo  continua       
10
sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas  já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova 
 
Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida. 
 
Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, 
 
reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber 
 
os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O 
15
mesmo  relatório  concluiu  que,  nos  próximos  anos,  a  “população  europeia  se  tornará  cada  vez  mais  grisalha”.  Na 
 
Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é 
 
justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes. 
 
A  recente  onda  de  solidariedade  começou  em  Berlim,  que  suspendeu  a  Convenção  de  Dublin  e  permitiu  que 
 
refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. 
20
Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel 
 
prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. 
 
Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 
 
bilhões de euros nessa crise. 
 
Enquanto  a  Europa  desperta  para  a  nova  realidade,  em  que  a  miscigenação  ganha  importância,  a  religião 
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permanece  como um dos principais entraves para a  integração. Ainda que não existam dados  consolidados  sobre o 
 
tema, as nações que mais exportam migrantes,  Síria e Afeganistão,  são de maioria muçulmana e  representantes de 
 
países  como Hungria,  Bulgária  e  Chipre  já  disseram  preferir  os  cristãos  aos muçulmanos  com  o  argumento  de  que 
 
aqueles se adaptariam melhor aos costumes  locais.  Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria  foi além. Em 
 
fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula 
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a prática do  islamismo no país. Os muçulmanos de  lá  tiveram  seus  feriados  religiosos  reconhecidos, mas  só podem 
 
realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não 
 
serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os 
 
contrários à  lei, o  resultado é  justamente o oposto. “Por que um muçulmano  se  torna  fundamentalista na França?”, 
 
pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?” 
(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_REFUGIADOS+ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)
A  recente  onda  de  solidariedade  começou  em  Berlim,  que  suspendeu  a  Convenção  de  Dublin  e  permitiu  que  refugiados  sírios  pedissem  asilo  diretamente  à  Alemanha,  mesmo  que  esse  não  fosse  o  primeiro  país  aonde  chegaram.”  (3º§)  Os  termos  sublinhados,  de  acordo  com  a  classe  gramatical  de  palavras,  são  classificados,  respectivamente, como

Questão 10

Pref. Patos de Minas/MG 2015 - CONSULPLAN - Agente de Administração
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Era abril quando mais de 1.3 mil pessoas haviam morrido na  travessia do Mar Mediterrâneo para a Europa, um 
 
número recorde, e o filósofo e escritor italiano Umberto Eco foi questionado pelo jornal português Expresso como via a 
 
tragédia. “A Europa irá mudar de cor, tal como os Estados Unidos”, disse. Eco se referia à previsão de que, até 2050, os 
 
brancos deixarão de ser a maioria da população americana. “Esse é um processo que demorará muito tempo e custará 
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muito  sangue.” Diante da  atual  crise  de migrantes  e  refugiados pela qual passa o  continente, que  recebeu  350 mil 
 
estrangeiros até agosto, o diagnóstico de Eco não poderia ter sido mais preciso. Na semana passada, enquanto cidadãos 
 
de diversos países  receberam os  refugiados  com mensagens de boas  vindas,  alimentos  e  roupas,  as  autoridades da 
 
União Europeia  se  curvaram à gravidade da  situação, e decidiram abrir as  fronteiras para acolher 160 mil pessoas e 
 
dividi‐las  entre  os  22  países  do  bloco.  A  maioria  vai  para  Alemanha,  França  e  Espanha.  O  processo  continua       
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sangrento – ao menos 2,5 mil pessoas  já desapareceram no Mediterrâneo –, mas pode ser o propulsor de uma nova 
 
Europa, talvez mais solidária e certamente mais colorida. 
 
Cada vez mais, a economia do continente precisa de mão‐de‐obra jovem para continuar avançando e, sobretudo, 
 
reduzir a pressão sobre o sistema de aposentadorias e pensões. Por isso, além das óbvias razões humanitárias, receber 
 
os refugiados é uma questão prática. Nos cálculos da Comissão Europeia, cada mulher tem, em média, 1,5 filho hoje. O 
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mesmo  relatório  concluiu  que,  nos  próximos  anos,  a  “população  europeia  se  tornará  cada  vez  mais  grisalha”.  Na 
 
Alemanha, onde, desde 1972, morre mais gente do que nasce, o fator de equilíbrio que tem feito a população crescer é 
 
justamente o saldo positivo da chegada de imigrantes. 
 
A  recente  onda  de  solidariedade  começou  em  Berlim,  que  suspendeu  a  Convenção  de  Dublin  e  permitiu  que 
 
refugiados sírios pedissem asilo diretamente à Alemanha, mesmo que esse não fosse o primeiro país aonde chegaram. 
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Mais do que isso, num esforço para ajudá‐los a conseguir emprego e torná‐los produtivos, o governo de Angela Merkel 
 
prometeu aumentar a oferta de cursos intensivos de alemão e programas de treinamento a pessoas em busca de asilo. 
 
Com capacidade para receber meio milhão de refugiados por ano (em 2015, já foram 450 mil), o país deve empregar 6 
 
bilhões de euros nessa crise. 
 
Enquanto  a  Europa  desperta  para  a  nova  realidade,  em  que  a  miscigenação  ganha  importância,  a  religião 
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permanece  como um dos principais entraves para a  integração. Ainda que não existam dados  consolidados  sobre o 
 
tema, as nações que mais exportam migrantes,  Síria e Afeganistão,  são de maioria muçulmana e  representantes de 
 
países  como Hungria,  Bulgária  e  Chipre  já  disseram  preferir  os  cristãos  aos muçulmanos  com  o  argumento  de  que 
 
aqueles se adaptariam melhor aos costumes  locais.  Indiferente às críticas sobre discriminação, a Áustria  foi além. Em 
 
fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos migrantes, aprovou uma lei que regula 
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a prática do  islamismo no país. Os muçulmanos de  lá  tiveram  seus  feriados  religiosos  reconhecidos, mas  só podem 
 
realizar suas atividades de culto em alemão e as mesquitas não podem receber financiamento estrangeiro. A regra não 
 
serve para outras religiões. Para os austríacos, ela ajuda na integração dos estrangeiros e evita a radicalização. Para os 
 
contrários à  lei, o  resultado é  justamente o oposto. “Por que um muçulmano  se  torna  fundamentalista na França?”, 
 
pergunta Umberto Eco. “Acha que isso aconteceria se vivesse num apartamento perto de Notre Dame?” 
(Disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/436154_REFUGIADOS+ENFIM+A+EUROPA+SE+CURVA. Acesso em: 14/09/2015.)
“Em fevereiro, o governo austríaco, que tem sido dos mais refratários em relação aos  migrantes, aprovou uma lei que regula a prática do islamismo no país.” (4º§) O trecho  sublinhado exprime a ideia de:

Questão 11

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João desenhou uma figura de 18 lados, que considerando a ordem crescente do tamanho dos lados, cada um era 5 mm  maior  que  o  anterior.  Sabendo que  essa  figura  tem  98,1  cm de perímetro,  então  o  tamanho do menor  lado,  em  centímetros, é:

Questão 12

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» Esta questão foi anulada pela banca.


Considere a sequência a seguir: 

x , x + 3 , 2x + 6, 2x + 9  . ..

Sabendo que o valor do  sétimo termo é igual a  74 , então o valor de x é:

Questão 13

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Em uma fábrica de pijamas um trabalhador trabalhando oito horas por dia consegue tecer 90 pijamas em seis dias. O  número de dias necessários para esse trabalhador tecer 150 peças trabalhando quatro horas por dia é:

Questão 14

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Analise as expressões a seguir: 


x + x + x + y + y + z + z = 37
  x + y + y + y + z = 21  


A alternativa que apresenta a expressão que tem o resultado igual a 32 é:

Questão 15

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João participou de uma corrida em um circuito circular de 4π m, porém só conseguiu  correr parte dele. Se correu 3,2 π m do percurso, então o ângulo central do arco forma-do pelo trajeto percorrido por João é igual a:

Questão 16

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As  organizações  estão  em  todos  os  lugares.  A  sociedade  moderna  jamais  teria  alcançado  o  nível  atual  de  estruturação,  sem  a  contribuição  da  ciência  da  administração  no  desenvolvimento  das  empresas,  seja  nas  áreas  industrial,  comercial,  educacional  ou  agrícola.  De  fato,  a  vida  das  pessoas  depende  direta  ou  indiretamente  das  organizações,  desde  o  dia  em  que  nascem  até  o  dia  em  que  morrem.  Sobre  o  conceito  mais  amplo  de  “administração”, assinale a alternativa correta.

Questão 17

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A direção é conhecida como a terceira função administrativa, sendo considerada por muitos a mais importante. Isto  acontece, porque é esta a etapa responsável por fazer com que as funções administrativas anteriores – planejamento  e organização – de  fato aconteçam. Assinale a  seguir a alternativa que apresenta de  forma  correta o  conjunto de  ações que compõe o processo administrativo “direção”.

Questão 18

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Para que as organizações tenham condições de alcançar os seus objetivos, seja na pro-dução de bens ou de serviços, é  necessário  que  elas  tenham  internamente  uma  estrutura  capaz  de  sustentar  o  funcionamento  eficiente  de  seus  diversos pro-cessos departamentais. Nesta estrutura devem estar inseridas desde questões rela-cionadas à divisão de tarefas e processos até a divisão da empresa em níveis adminis-trativos, que  serão os  responsáveis pela direção e  execução das tarefas e opera-ções. Com relação aos níveis administrativos e seus componentes, assinale a afirma-tiva INCORRETA.

Questão 19

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Tendo em vista que é humanamente  impossível que uma pessoa execute sozinha vá-rias rotinas administrativas ao mesmo tempo, ou ainda, que seja responsável por uma  quantidade de tarefas além da sua capacidade produtiva, a  delegação  de  autoridade  e  de  responsabilidade  constitui‐se  como  um  processo  fundamental  para  o  correto  funcionamento  das  organizações.  Sobre  as  principais  técnicas  de  delegação  de  autoridade,  assinale  a  afirmativa INCORRETA.

Questão 20

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As organizações podem se diferenciar uma das outras tendo em vista o nível hierárqui-co em que as decisões  são  tomadas. Nesse  sentido, estas organizações podem  ser consideradas como centralizadas ou descentralizadas. Com relação às van-tagens ou desvantagens de uma organização descentralizada, assinale a alternativa correta.

Questão 21

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Entre os diversos dispositivos elencados na Constituição Federal de 1988, os direitos e  garantias fundamentais estão  entre  os mais  importantes.  São  direitos  que  visam,  em  um  primeiro momento,  proteger  os  interesses  coletivos, individuais, sociais,  entre outros, frente ao poder estatal. Entre os direitos sociais, em conformidade com  o Art. 6º da Constituição Federal de 1988 estão, EXCETO:

Questão 22

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Para que as organizações tenham condições de realizar os seus processos de forma eficiente, é necessário que haja  uma comunicação eficiente entre os diversos setores e níveis que compõem o ambiente  interno da empresa, bem  como  os  componentes  do  ambiente  organizacional  externo,  como  fornecedores,  clientes,  parceiros  etc.  Sobre  a atividade administra-tiva de comunicação nas empresas, é correto afirmar que

Questão 23

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Nos últimos anos, as organizações têm se preocupado cada vez mais com o bem‐estar geral e a saúde do trabalhador  no desempenho de suas tarefas. Atual-mente, o conceito de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) envolve tanto os  aspectos físicos e ambientais, quanto os aspectos psicológicos do local de trabalho.

Com relação a alguns dos fatores que são considerados componentes de QVT,  assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 24

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A maior parte da vida do trabalhador se passa dentro do ambiente organizacional, desta forma, é necessário que as  empresas  aprimorem,  continuamente,  os  componentes  físicos,  psicológicos  e  sociais  que  afetam  diretamente  as  condições de trabalho das pessoas. As pes-soas precisam se sentir seguras, protegidas, motivadas e satisfeitas para  que possam trabalhar com qualidade, ajudando, assim, as organizações a atingirem os  seus objetivos. Com relação aos fatores que afetam o ambiente físico do trabalho, as-sinale a alternativa INCORRETA.

Questão 25

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De  acordo  com  o  Art.  1º  da  Constituição  Federal  de  1988,  são  fundamentos  da  República  Federativa  do  Brasil, EXCETO:

Questão 26

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“Antes de mais nada, é importante esclarecer que não existe uma solução puramente econômica para se sair da atual  crise.  Essa  é uma  visão  tecnocrática  e  economicista. Qualquer  alternativa,  seja  ela de  conteúdo de  esquerda ou de  direita, necessariamente tem que se via-bilizar politicamente.”
(Disponível em: redesustentabilidade.org.br.) 

Coerente com a afirmativa anterior, para o País sair da crise atual, o governo deve

Questão 27

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“A aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) trouxe importantes ins-trumentos para que municípios de  todo o Brasil iniciassem o enfrentamento aos prin-cipais problemas ambientais,  sociais e econômicos decorrentes do  manejo inadequado dos resíduos sólidos.”               (Disponível em: www.mma.gov.br.)

O manejo adequado dos resíduos sólidos, consequentemente,

Questão 28

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Analise as manchetes e a imagem a seguir. 

Mais de 100 mil imigrantes chegaram à europa pelo mediterrâneo em 2015 
(Disponível em: g1.globo.com.) 

Chegada de imigrantes ilegais à europa triplica em 2015 
(Disponível em: brasil.elpais.com.) 

  (Grupo de imigrantes em Lampedusa. – Disponível em: brasil.elpais.com.)

Na conjuntura mundial atual, as manchetes jornalísticas e a imagem retratam

Questão 29

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Renan Calheiros
Presidente do Congresso Nacional
 


Dilma Rousseff 
Presidente da República


 
Ricardo Lewandowski 
Presidente do Supremo Tribunal Federal 
 



As autoridades brasileiras retratadas são, respectivamente, chefes dos poderes:

Questão 30

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Analise atentamente a dinâmica da estrutura etária da população brasileira nos gráficos. 



Sobre a evolução prevista pelo IBGE, nos gráficos anteriores, é correto afirmar que



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