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Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental
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MPOG 2009

Analista de Planejamento e Orçamento

Questão 1

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Um viajante, a caminho de determinada cidade, deparou-se com uma bifurcação onde estão três meninos e não sabe que caminho tomar. Admita que estes três meninos, ao se lhes perguntar algo, um responde sempre falando a verdade, um sempre mente e o outro mente em 50% das vezes e consequentemente fala a verdade nas outras 50% das vezes. O viajante perguntou a um dos três meninos escolhido ao acaso qual era o caminho para a cidade e ele respondeu que era o da direita. Se ele fizer a mesma pergunta a um outro menino escolhido ao acaso entre os dois restantes, qual a probabilidade de ele também responder que é o caminho da direita?

Questão 2

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Há três suspeitos para um crime e pelo menos um deles é culpado. Se o primeiro é culpado, então o segundo é inocente. Se o terceiro é inocente, então o segundo é culpado. Se o terceiro é inocente, então ele não é o único a sê-lo. Se o segundo é culpado, então ele não é o único a sê-lo. Assim, uma situação possível é:

Questão 3

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Ana é nutricionista e está determinando o peso médio – em quilos (kg) – de todos seus 50 clientes. Enquanto Ana está somando os pesos de seus clientes, para calcular a média aritmética entre eles, sem perceber, ela troca os dígitos de um dos pesos; ou seja, o peso XY kg foi trocado por YX kg. Essa troca involuntária de dígitos alterou a verdadeira média dos pesos dos 50 clientes; a média aritmética ficou acrescida de 0,9 kg. Sabendo-se que os pesos dos 50 clientes de Ana estão entre 28 e 48 kg, então o número que teve os dígitos trocados é, em quilos, igual a:

Questão 4

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Sejam F e G duas proposições e ~F e ~G suas respectivas negações. Marque a opção que equivale logicamente à proposição composta: F se e somente G.

Questão 5

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Considere os símbolos e seus significados: ~ negação, - conjunção, " - disjunção, - contradição e - tautologia. Sendo F e G proposições, marque a expressão correta.

Questão 6

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Beatriz é fisioterapeuta e iniciou em sua clínica um programa de reabilitação para 10 pacientes. Para obter melhores resultados neste programa, Beatriz precisa distribuir esses 10 pacientes em três salas diferentes, de modo que na sala 1 fiquem 4 pacientes, na sala 2 fiquem 3 pacientes e na sala 3 fiquem, também, 3 pacientes. Assim, o número de diferentes maneiras que Beatriz pode distribuir seus pacientes, nas três diferentes salas, é igual a:

Questão 7

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Em uma pequena localidade, os amigos Arnor, Bruce, Carlão, Denílson e Eleonora são moradores de um bairro muito antigo que está comemorando 100 anos de existência. Dona Matilde, uma antiga moradora, ficou encarregada de formar uma comissão que será a responsável pela decoração da festa. Para tanto, Dona Matilde selecionou, ao acaso, três pessoas entre os amigos Arnor, Bruce, Carlão, Denílson e Eleonora. Sabendo-se que Denílson não pertence à comissão formada, então a probabilidade de Carlão pertencer à comissão é, em termos percentuais, igual a:

Questão 8

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Se f(x) = x, então g(x) = x. Se f(x) ≠ x, então ou g(x) = x, ou h(x) = x, ou ambas as funções, g(x) e h(x) são iguais a x, ou seja, g(x) = x e h(x) = x. Se h(x) ≠ x, então g(x) ≠ x. Se h(x) = x, então f(x) = x. Logo,

Questão 9

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Em uma urna existem 200 bolas misturadas, diferindo apenas na cor e na numeração. As bolas azuis estão numeradas de 1 a 50, as bolas amarelas estão numeradas de 51 a 150 e as bolas vermelhas estão numeradas de 151 a 200. Ao se retirar da urna três bolas escolhidas ao acaso, com reposição, qual a probabilidade de as três bolas serem da mesma cor e com os respectivos números pares?

Questão 10

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
As apostas na Mega-Sena consistem na escolha de 6 a 15 números distintos, de 1 a 60, marcados em volante próprio. No caso da escolha de 6 números tem-se a aposta mínima e no caso da escolha de 15 números tem-se a aposta máxima. Como ganha na Mega-sena quem acerta todos os seis números sorteados, o valor mais próximo da probabilidade de um apostador ganhar na Mega-sena ao fazer a aposta máxima é o inverso de:

Questão 11

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Em relação aos direitos e garantias individuais e coletivos, assinale a opção correta.

Questão 12

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Em relação à Administração Pública disciplinada na Constituição Federal, assinale a opção correta.

Questão 13

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Julgue os itens abaixo sobre as Comissões Parlamentares de Inquérito e assinale a opção correta.

Questão 14

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Em relação ao processo legislativo, assinale a opção correta.

Questão 15

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Em relação ao Sistema Tributário e Finanças Públicas estabelecidos na Constituição Federal, assinale a opção correta.

Questão 16

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A observância da adequação e da exigibilidade, por parte do agente público, constitui fundamento do seguinte princípio da Administração Pública:

Questão 17

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Relativamente à necessidade de estabilização das relações jurídicas entre os cidadãos e o Estado, há dois princípios que visam garanti-la. Assinale a resposta que contenha a correlação correta, levando em consideração os aspectos objetivos e subjetivos presentes para a estabilização mencionada.

( ) Boa-fé;

( ) Presunção de legitimidade e legalidade dos atos da Administração;

( ) Prescrição;

( ) Decadência.

(1) Segurança Jurídica – aspecto objetivo.

(2) Proteção à confiança – aspecto subjetivo.

Questão 18

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
A respeito do gênero agentes públicos, pode-se encontrar pelo menos duas espécies, quais sejam: aqueles que ocupam cargo público e aqueles que detêm emprego público.

Assinale (1) para as características abaixo presentes nas duas espécies de agentes públicos.

Assinale (2) para as características abaixo presentes apenas no regime que rege os ocupantes de cargo público.

Assinale (3) para as características abaixo encontradas na disciplina jurídica dos detentores de emprego público.

Estabelecida a correlação, assinale a opção que contenha a resposta correta.

( ) Carteira de Trabalho e Previdência Social;

( ) Estágio Probatório;

( ) Acesso Mediante Concurso Público;

( ) FGTS;

( ) Estabilidade.

Questão 19

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
O “acordo firmado entre a Administração Pública e pessoa do setor privado com o objetivo de implantação ou gestão de serviços públicos, com eventual execução de obras ou fornecimento de bens, mediante financiamento do contratado, contraprestação pecuniária do Poder Público e compartilhamento dos riscos e dos ganhos entre os pactuantes” constitui conceito para o seguinte instituto do direito administrativo:

Questão 20

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
No tocante ao princípio da publicidade no âmbito das licitações regidas pela Lei n. 8.666/93, assinale a modalidade de licitação em que tal princípio é garantido sem, todavia, haver publicação do instrumento convocatório no Diário Oficial da União.

Questão 21

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
1
The Ascent of Money
 
Synopsis
 
Bread, cash, dosh, dough, loot: Call it what you like, it
 
matters. To Christians, love of it is the root of all evil. To
5
generals, it’s the sinews of war. To revolutionaries, it’s
 
the chains of labour. But in The Ascent of Money, Niall
 
Ferguson shows that finance is in fact the foundation of
 
human progress. What’s more, he reveals financial history
 
as the essential back-story behind all history. The evolution
10
of credit and debt was as important as any technological
 
innovation in the rise of civilization, from ancient Babylon
 
to the silver mines of Bolivia. Banks provided the material
 
basis for the splendours of the Italian Renaissance, while
 
the bond market was the decisive factor in conflicts from
15
the Seven Years’ War to the American Civil War.
 
With the clarity and verve for which he is famed, Niall
 
Ferguson explains why the origins of the French Revolution
 
lie in a stock market bubble caused by a convicted Scots
 
murderer. He shows how financial failure turned Argentina
20
from the world’s sixth richest country into an inflation-ridden
 
basket case – and how a financial revolution is propelling
 
the world’s most populous country from poverty to power in
 
a single generation.
 
Yet the most important lesson of the world’s financial history
25
is that sooner or later every bubble bursts – sooner or later
 
the bearish sellers outnumber the bullish buyers – sooner
 
or later greed flips into fear. And that’s why, whether you’re
 
scraping by or rolling in it, there’s never been a better time
 
to understand the ascent of money.
Source:http://www.niallferguson.com/site/FERG/Templates/General. aspx?pageid=194
This text could best be characterized as

Questão 22

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
1
The Ascent of Money
 
Synopsis
 
Bread, cash, dosh, dough, loot: Call it what you like, it
 
matters. To Christians, love of it is the root of all evil. To
5
generals, it’s the sinews of war. To revolutionaries, it’s
 
the chains of labour. But in The Ascent of Money, Niall
 
Ferguson shows that finance is in fact the foundation of
 
human progress. What’s more, he reveals financial history
 
as the essential back-story behind all history. The evolution
10
of credit and debt was as important as any technological
 
innovation in the rise of civilization, from ancient Babylon
 
to the silver mines of Bolivia. Banks provided the material
 
basis for the splendours of the Italian Renaissance, while
 
the bond market was the decisive factor in conflicts from
15
the Seven Years’ War to the American Civil War.
 
With the clarity and verve for which he is famed, Niall
 
Ferguson explains why the origins of the French Revolution
 
lie in a stock market bubble caused by a convicted Scots
 
murderer. He shows how financial failure turned Argentina
20
from the world’s sixth richest country into an inflation-ridden
 
basket case – and how a financial revolution is propelling
 
the world’s most populous country from poverty to power in
 
a single generation.
 
Yet the most important lesson of the world’s financial history
25
is that sooner or later every bubble bursts – sooner or later
 
the bearish sellers outnumber the bullish buyers – sooner
 
or later greed flips into fear. And that’s why, whether you’re
 
scraping by or rolling in it, there’s never been a better time
 
to understand the ascent of money.
Source:http://www.niallferguson.com/site/FERG/Templates/General. aspx?pageid=194
The five words that open the text [Bread, cash, dosh, dough, loot] in paragraph 1 line 1 are

Questão 23

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
1
The Ascent of Money
 
Synopsis
 
Bread, cash, dosh, dough, loot: Call it what you like, it
 
matters. To Christians, love of it is the root of all evil. To
5
generals, it’s the sinews of war. To revolutionaries, it’s
 
the chains of labour. But in The Ascent of Money, Niall
 
Ferguson shows that finance is in fact the foundation of
 
human progress. What’s more, he reveals financial history
 
as the essential back-story behind all history. The evolution
10
of credit and debt was as important as any technological
 
innovation in the rise of civilization, from ancient Babylon
 
to the silver mines of Bolivia. Banks provided the material
 
basis for the splendours of the Italian Renaissance, while
 
the bond market was the decisive factor in conflicts from
15
the Seven Years’ War to the American Civil War.
 
With the clarity and verve for which he is famed, Niall
 
Ferguson explains why the origins of the French Revolution
 
lie in a stock market bubble caused by a convicted Scots
 
murderer. He shows how financial failure turned Argentina
20
from the world’s sixth richest country into an inflation-ridden
 
basket case – and how a financial revolution is propelling
 
the world’s most populous country from poverty to power in
 
a single generation.
 
Yet the most important lesson of the world’s financial history
25
is that sooner or later every bubble bursts – sooner or later
 
the bearish sellers outnumber the bullish buyers – sooner
 
or later greed flips into fear. And that’s why, whether you’re
 
scraping by or rolling in it, there’s never been a better time
 
to understand the ascent of money.
Source:http://www.niallferguson.com/site/FERG/Templates/General. aspx?pageid=194
The pronoun ‘it’ in paragraph 3 line 5 refers to

Questão 24

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento

» Esta questão foi anulada pela banca.
1
The Ascent of Money
 
Synopsis
 
Bread, cash, dosh, dough, loot: Call it what you like, it
 
matters. To Christians, love of it is the root of all evil. To
5
generals, it’s the sinews of war. To revolutionaries, it’s
 
the chains of labour. But in The Ascent of Money, Niall
 
Ferguson shows that finance is in fact the foundation of
 
human progress. What’s more, he reveals financial history
 
as the essential back-story behind all history. The evolution
10
of credit and debt was as important as any technological
 
innovation in the rise of civilization, from ancient Babylon
 
to the silver mines of Bolivia. Banks provided the material
 
basis for the splendours of the Italian Renaissance, while
 
the bond market was the decisive factor in conflicts from
15
the Seven Years’ War to the American Civil War.
 
With the clarity and verve for which he is famed, Niall
 
Ferguson explains why the origins of the French Revolution
 
lie in a stock market bubble caused by a convicted Scots
 
murderer. He shows how financial failure turned Argentina
20
from the world’s sixth richest country into an inflation-ridden
 
basket case – and how a financial revolution is propelling
 
the world’s most populous country from poverty to power in
 
a single generation.
 
Yet the most important lesson of the world’s financial history
25
is that sooner or later every bubble bursts – sooner or later
 
the bearish sellers outnumber the bullish buyers – sooner
 
or later greed flips into fear. And that’s why, whether you’re
 
scraping by or rolling in it, there’s never been a better time
 
to understand the ascent of money.
Source:http://www.niallferguson.com/site/FERG/Templates/General. aspx?pageid=194
The writer of the book attempts to prove that money is

Questão 25

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
1
Trucks, Trains and Trees
 
By THOMAS L. FRIEDMAN
 
No matter how many times you hear them, there are some
 
statistics that just bowl you over. The one that always stuns
5
me is this: Imagine if you took all the cars, trucks, planes,
 
trains and ships in the world and added up their exhaust
 
every year. The amount of carbon dioxide, or CO2, all those
 
cars, trucks, planes, trains and ships collectively emit into
 
the atmosphere is actually less than the carbon emissions
10
every year that result from the chopping down and clearing
 
of tropical forests in places like Brazil, Indonesia and the
 
Congo. We are now losing a tropical forest the size of New
 
York State every year, and the carbon that releases into
 
the atmosphere now accounts for roughly 17 percent of all
15
global emissions contributing to climate change. […]
 
“You need a new model of economic development — one
 
that is based on raising people’s standards of living by
 
maintaining their natural capital, not just by converting that
 
natural capital to ranching or industrial farming or logging,”
20
said José María Silva, a conservation expert. Right now
 
people protecting the rainforest are paid a pittance —
 
compared with those who strip it — even though we now
 
know that the rainforest provides everything from keeping
 
CO2 out of the atmosphere to maintaining the fl ow of
25
freshwater into rivers.
 
The good news is that Brazil has put in place all the
 
elements of a system to compensate its forest-dwellers
 
for maintaining the forests. Brazil has already set aside 43
 
percent of the Amazon rainforest for conservation and for
30
indigenous peoples. Another 19 percent of the Amazon,
 
though, has already been deforested by farmers and
 
ranchers.
Source: The New York Times November 11, 2009 [slightly adapted]
The main message of the first paragraph is that

Questão 26

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
1
Trucks, Trains and Trees
 
By THOMAS L. FRIEDMAN
 
No matter how many times you hear them, there are some
 
statistics that just bowl you over. The one that always stuns
5
me is this: Imagine if you took all the cars, trucks, planes,
 
trains and ships in the world and added up their exhaust
 
every year. The amount of carbon dioxide, or CO2, all those
 
cars, trucks, planes, trains and ships collectively emit into
 
the atmosphere is actually less than the carbon emissions
10
every year that result from the chopping down and clearing
 
of tropical forests in places like Brazil, Indonesia and the
 
Congo. We are now losing a tropical forest the size of New
 
York State every year, and the carbon that releases into
 
the atmosphere now accounts for roughly 17 percent of all
15
global emissions contributing to climate change. […]
 
“You need a new model of economic development — one
 
that is based on raising people’s standards of living by
 
maintaining their natural capital, not just by converting that
 
natural capital to ranching or industrial farming or logging,”
20
said José María Silva, a conservation expert. Right now
 
people protecting the rainforest are paid a pittance —
 
compared with those who strip it — even though we now
 
know that the rainforest provides everything from keeping
 
CO2 out of the atmosphere to maintaining the fl ow of
25
freshwater into rivers.
 
The good news is that Brazil has put in place all the
 
elements of a system to compensate its forest-dwellers
 
for maintaining the forests. Brazil has already set aside 43
 
percent of the Amazon rainforest for conservation and for
30
indigenous peoples. Another 19 percent of the Amazon,
 
though, has already been deforested by farmers and
 
ranchers.
Source: The New York Times November 11, 2009 [slightly adapted]
The new model of economic development advocated in the text involves

Questão 27

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
1
Trucks, Trains and Trees
 
By THOMAS L. FRIEDMAN
 
No matter how many times you hear them, there are some
 
statistics that just bowl you over. The one that always stuns
5
me is this: Imagine if you took all the cars, trucks, planes,
 
trains and ships in the world and added up their exhaust
 
every year. The amount of carbon dioxide, or CO2, all those
 
cars, trucks, planes, trains and ships collectively emit into
 
the atmosphere is actually less than the carbon emissions
10
every year that result from the chopping down and clearing
 
of tropical forests in places like Brazil, Indonesia and the
 
Congo. We are now losing a tropical forest the size of New
 
York State every year, and the carbon that releases into
 
the atmosphere now accounts for roughly 17 percent of all
15
global emissions contributing to climate change. […]
 
“You need a new model of economic development — one
 
that is based on raising people’s standards of living by
 
maintaining their natural capital, not just by converting that
 
natural capital to ranching or industrial farming or logging,”
20
said José María Silva, a conservation expert. Right now
 
people protecting the rainforest are paid a pittance —
 
compared with those who strip it — even though we now
 
know that the rainforest provides everything from keeping
 
CO2 out of the atmosphere to maintaining the fl ow of
25
freshwater into rivers.
 
The good news is that Brazil has put in place all the
 
elements of a system to compensate its forest-dwellers
 
for maintaining the forests. Brazil has already set aside 43
 
percent of the Amazon rainforest for conservation and for
30
indigenous peoples. Another 19 percent of the Amazon,
 
though, has already been deforested by farmers and
 
ranchers.
Source: The New York Times November 11, 2009 [slightly adapted]
The writer ‘s view of Brazilian action shows

Questão 28

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
1
Buy Into Brazil
 
David Serchuk [For bes Magazine]
 
There’s a lot to like about South America’s biggest
 
economy. Hosting the Olympics and World Cup doesn’t
5
hurt either.
 
Suddenly everyone is talking about Brazil. This makes sense
 
considering that the colossus of South America out-hustled
 
President Obama and his hometown of Chicago to land the
 
2016 Olympics. It has also benefited by being the “B” part of
10
the BRIC group of emerging nations, in addition to Russia,
 
India and China. It’s an emerging power that some investors
 
have just learned about, though the pros have been hip to it
 
for some time.
 
From 2003 through 2007, Brazil ran record trade surpluses,
15
and its gross domestic product, at $1.99 trillion, is the
 
10th largest in the world. It has large and well-developed
 
agricultural, mining, manufacturing and service sectors, and
 
its economy is bigger than all other nations in South America
 
combined. Brazil is expanding its presence in world markets
20
and, as we have seen, the world’s playing fields.
 
There are also some significant drawbacks to Brazil.
 
Despite its potent GDP, rampant income inequality means
 
that its per capita wealth is 102nd in the world, slightly
 
behind the global average and noted powerhouse Serbia.
25
Brazil’s richest 10% reaps 43% of its wealth; in the U.S.
 
that number is 30%. Brazil’s bottom 10% earns a minuscule
 
1.1%. Still, there is a lot to like here, and our industry
 
observers are ready to buy.
Source: http://www.forbes.com/2009/10/12/brazil-etf-emerging-intelligent- investing-markets.html
The writer’s attitude to investment in Brazil is

Questão 29

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
1
Buy Into Brazil
 
David Serchuk [For bes Magazine]
 
There’s a lot to like about South America’s biggest
 
economy. Hosting the Olympics and World Cup doesn’t
5
hurt either.
 
Suddenly everyone is talking about Brazil. This makes sense
 
considering that the colossus of South America out-hustled
 
President Obama and his hometown of Chicago to land the
 
2016 Olympics. It has also benefited by being the “B” part of
10
the BRIC group of emerging nations, in addition to Russia,
 
India and China. It’s an emerging power that some investors
 
have just learned about, though the pros have been hip to it
 
for some time.
 
From 2003 through 2007, Brazil ran record trade surpluses,
15
and its gross domestic product, at $1.99 trillion, is the
 
10th largest in the world. It has large and well-developed
 
agricultural, mining, manufacturing and service sectors, and
 
its economy is bigger than all other nations in South America
 
combined. Brazil is expanding its presence in world markets
20
and, as we have seen, the world’s playing fields.
 
There are also some significant drawbacks to Brazil.
 
Despite its potent GDP, rampant income inequality means
 
that its per capita wealth is 102nd in the world, slightly
 
behind the global average and noted powerhouse Serbia.
25
Brazil’s richest 10% reaps 43% of its wealth; in the U.S.
 
that number is 30%. Brazil’s bottom 10% earns a minuscule
 
1.1%. Still, there is a lot to like here, and our industry
 
observers are ready to buy.
Source: http://www.forbes.com/2009/10/12/brazil-etf-emerging-intelligent- investing-markets.html
Paragraph 1 of the text refers to Brazil’s hosting of the 2016 Olympic Games as

Questão 30

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
1
Buy Into Brazil
 
David Serchuk [For bes Magazine]
 
There’s a lot to like about South America’s biggest
 
economy. Hosting the Olympics and World Cup doesn’t
5
hurt either.
 
Suddenly everyone is talking about Brazil. This makes sense
 
considering that the colossus of South America out-hustled
 
President Obama and his hometown of Chicago to land the
 
2016 Olympics. It has also benefited by being the “B” part of
10
the BRIC group of emerging nations, in addition to Russia,
 
India and China. It’s an emerging power that some investors
 
have just learned about, though the pros have been hip to it
 
for some time.
 
From 2003 through 2007, Brazil ran record trade surpluses,
15
and its gross domestic product, at $1.99 trillion, is the
 
10th largest in the world. It has large and well-developed
 
agricultural, mining, manufacturing and service sectors, and
 
its economy is bigger than all other nations in South America
 
combined. Brazil is expanding its presence in world markets
20
and, as we have seen, the world’s playing fields.
 
There are also some significant drawbacks to Brazil.
 
Despite its potent GDP, rampant income inequality means
 
that its per capita wealth is 102nd in the world, slightly
 
behind the global average and noted powerhouse Serbia.
25
Brazil’s richest 10% reaps 43% of its wealth; in the U.S.
 
that number is 30%. Brazil’s bottom 10% earns a minuscule
 
1.1%. Still, there is a lot to like here, and our industry
 
observers are ready to buy.
Source: http://www.forbes.com/2009/10/12/brazil-etf-emerging-intelligent- investing-markets.html
Calling Brazil “the “B” part of the BRIC group of emerging nations” [paragraph 1 line 4], indicates that

Questão 31

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
O estudo da evolução do pensamento administrativo permite concluir, acertadamente, que:

Questão 32

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Sobre o tema ‘planejamento estratégico’, é correto afirmar:

Questão 33

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Sabendo que poucas causas levam à maioria dos problemas, bem como que a identificação da causa básica de um problema deve ser feita de acordo com uma sequência de procedimentos lógicos, baseada em fatos e dados, o recurso gráfico utilizado para estabelecer uma ordenação nas causas de perdas que devem ser saneadas denomina-se:

Questão 34

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Assinale a opção incorreta.

Questão 35

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Sobre o tema ‘departamentalização e divisão do trabalho’, é correto afirmar:

Questão 36

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
No dia-a-dia organizacional, as relações humanas trazem vários desafios. Estar pronto para lidar com eles implica saber que:

Questão 37

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
Sobre a incorporação de novas tecnologias e seus impactos na administração organizacional, é incorreto afirmar que:

Questão 38

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A análise da evolução da administração pública brasileira, a partir dos anos 1930, permite concluir acertadamente que:

Questão 39

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Acerca dos modelos de gestão patrimonialista, burocrática e gerencial, no contexto brasileiro, é correto afirmar:

Questão 40

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Com a Emenda Constitucional n. 19/1998, o tema ‘desempenho institucional’, no âmbito da administração pública federal direta e indireta, passou a contar com a possibilidade de incorporação das seguintes inovações, exceto:

Questão 41

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Assinale a opção correta.

Questão 42

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Acerca da contratualização de resultados, pela administração pública, é correto afirmar:

Questão 43

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Os sistemas de controle interno e de controle externo da administração pública federal se caracterizam por:

Questão 44

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Em decorrência do que dispõe o Decreto n. 1.171/94 (Código de Ética), aos servidores públicos civis do Poder Executivo Federal, é vedado:

Questão 45

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Sobre a forma de prestação de serviços públicos, é correto afirmar:

Questão 46

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1
A experiência da modernidade é algo que só pode ser
 
pensado a partir de alguns conceitos fundamentais.
 
Um deles é o conceito de civilização. Tal conceito, a
 
exemplo dos que constituem a base da estrutura da
5
experiência ocidental, é algo tornado possível apenas
 
por meio de seu contraponto, qual seja, o conceito de
 
barbárie.
 
Assim como a ideia de civilização implica a ideia de
 
barbárie, a experiência da modernidade (que não deve
10
ser pensada como algo que já aconteceu, mas como
 
algo que deve estar sempre acontecendo, um porvir)
 
implica a experiência da violência que a tornou possível
 
– a violência fundadora da modernidade. O processo
 
civilizatório se constitui a partir da conquista de territórios
15
e posições ocupados pela barbárie. Tal processo se dá
 
de forma contínua, num movimento insistente que está
 
sendo sempre recomeçado. Pensando em termos de
 
experiência moderna, todas as grandes conquistas ou
 
invasões das terras alheias tiveram como justificativa a
20
ocupação dos espaços da barbárie.
(Adaptado de Ruberval Ferreira, Guerra na língua: mídia, poder e terrorismo. 2007, p. 79-80)
Assinale a opção incorreta a respeito do uso das estruturas linguísticas no texto.

Questão 47

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1
A experiência da modernidade é algo que só pode ser
 
pensado a partir de alguns conceitos fundamentais.
 
Um deles é o conceito de civilização. Tal conceito, a
 
exemplo dos que constituem a base da estrutura da
5
experiência ocidental, é algo tornado possível apenas
 
por meio de seu contraponto, qual seja, o conceito de
 
barbárie.
 
Assim como a ideia de civilização implica a ideia de
 
barbárie, a experiência da modernidade (que não deve
10
ser pensada como algo que já aconteceu, mas como
 
algo que deve estar sempre acontecendo, um porvir)
 
implica a experiência da violência que a tornou possível
 
– a violência fundadora da modernidade. O processo
 
civilizatório se constitui a partir da conquista de territórios
15
e posições ocupados pela barbárie. Tal processo se dá
 
de forma contínua, num movimento insistente que está
 
sendo sempre recomeçado. Pensando em termos de
 
experiência moderna, todas as grandes conquistas ou
 
invasões das terras alheias tiveram como justificativa a
20
ocupação dos espaços da barbárie.
(Adaptado de Ruberval Ferreira, Guerra na língua: mídia, poder e terrorismo. 2007, p. 79-80)
A partir das ideias do texto, julgue como verdadeiras (V) ou falsas (F) as inferências abaixo, em seguida, assinale a opção correta.

( ) A conquista dos espaços ocupados pela barbárie constitui uma das manifestações da violência que está na origem da modernidade.

( ) A experiência ocidental estrutura-se por meio de conceitos em contraponto, ilustrados no contraponto entre civilização e barbárie.

( ) O processo civilizatório constitui um movimento de constante recomeço porque espaços de violência devem ser ocupados.

( ) A ausência da oposição no conceito de modernidade tornaria injustificável a ocupação de espaços de violência pelo processo civilizatório.

A sequência correta é

Questão 48

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1
O desenvolvimento é um processo complexo, que deriva
 
de uma gama de fatores – entre os quais se realça a
 
educação – e precisa de tempo para enraizar-se. É
 
obra construída pela contribuição sistemática de vários
5
governos. Depende da produtividade, que se nutre
 
da ciência, das inovações e, assim, dos avanços da
 
tecnologia. Na verdade, a humanidade somente começou
 
seu desenvolvimento depois da Revolução Industrial,
 
iniciada no século XVIII, na Inglaterra. A estagnação da
10
renda per capita havia sido a característica da história.
 
A Revolução desarmou a Armadilha Malthusiana e
 
deu início à Grande Divergência. A Armadilha deve
 
seu nome ao demógrafo Thomas Malthus, para quem
 
o potencial de crescimento era limitado pela oferta de
15
alimentos. A evolução da renda per capita dependia das
 
taxas de natalidade e mortalidade. A renda per capita da
 
Inglaterra começou a crescer descolada da demografia,
 
graças ao aumento da produtividade na agricultura e da
 
exploração do potencial agrícola da América.
(Adaptado de Maílson da Nóbrega, Lula e o mistério do desenvolvimento. VEJA, 26 de agosto, 2009, p.74)
A partir da argumentação do texto, infere-se que

Questão 49

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1
O desenvolvimento é um processo complexo, que deriva
 
de uma gama de fatores – entre os quais se realça a
 
educação – e precisa de tempo para enraizar-se. É
 
obra construída pela contribuição sistemática de vários
5
governos. Depende da produtividade, que se nutre
 
da ciência, das inovações e, assim, dos avanços da
 
tecnologia. Na verdade, a humanidade somente começou
 
seu desenvolvimento depois da Revolução Industrial,
 
iniciada no século XVIII, na Inglaterra. A estagnação da
10
renda per capita havia sido a característica da história.
 
A Revolução desarmou a Armadilha Malthusiana e
 
deu início à Grande Divergência. A Armadilha deve
 
seu nome ao demógrafo Thomas Malthus, para quem
 
o potencial de crescimento era limitado pela oferta de
15
alimentos. A evolução da renda per capita dependia das
 
taxas de natalidade e mortalidade. A renda per capita da
 
Inglaterra começou a crescer descolada da demografia,
 
graças ao aumento da produtividade na agricultura e da
 
exploração do potencial agrícola da América.
(Adaptado de Maílson da Nóbrega, Lula e o mistério do desenvolvimento. VEJA, 26 de agosto, 2009, p.74)
Provoca-se erro gramatical ou incoerência na argumentação do texto ao

Questão 50

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1
Durante muito tempo, fazer ciência significou
 
poder quantificar os dados da realidade, garantir
 
a generalidade e a objetividade do conhecimento.
 
No afã da universalidade do saber científico, do
5
cognoscível como representação do real, excluía-se
 
o sujeito do conhecimento, sua subjetividade, seus
 
condicionamentos histórico-sociais. Na base desta
 
perspectiva está a crença de que o mundo está aí, pronto
 
para ser apreendido por uma consciência cognoscente.
10
O cientificismo não leva em conta que tanto o processo
 
de percepção como o do pensamento têm seus
 
próprios mecanismos de produção. Hoje, ignorá-los
 
significa negar conquistas relevantes da psicologia
 
contemporânea. Os objetos da percepção e os objetos
15
do pensamento não nos são dados da mesma maneira,
 
nem tampouco se pode pensar na correspondência
 
entre a realidade e sua representação, mesmo porque
 
nem tudo que existe é representável.
(Adaptado de Nilda Teves, Imaginário social, identidade e memória. In: Lúcia Ferreira & Evelyn Orrico (org.), Linguagem, identidade e memória social, 2002, p. 53-54)
Assinale a opção correta a respeito das estruturas linguísticas do texto.

Questão 51

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1
Durante muito tempo, fazer ciência significou
 
poder quantificar os dados da realidade, garantir
 
a generalidade e a objetividade do conhecimento.
 
No afã da universalidade do saber científico, do
5
cognoscível como representação do real, excluía-se
 
o sujeito do conhecimento, sua subjetividade, seus
 
condicionamentos histórico-sociais. Na base desta
 
perspectiva está a crença de que o mundo está aí, pronto
 
para ser apreendido por uma consciência cognoscente.
10
O cientificismo não leva em conta que tanto o processo
 
de percepção como o do pensamento têm seus
 
próprios mecanismos de produção. Hoje, ignorá-los
 
significa negar conquistas relevantes da psicologia
 
contemporânea. Os objetos da percepção e os objetos
15
do pensamento não nos são dados da mesma maneira,
 
nem tampouco se pode pensar na correspondência
 
entre a realidade e sua representação, mesmo porque
 
nem tudo que existe é representável.
(Adaptado de Nilda Teves, Imaginário social, identidade e memória. In: Lúcia Ferreira & Evelyn Orrico (org.), Linguagem, identidade e memória social, 2002, p. 53-54)
Assinale que alteração proposta para estruturas sintáticas do texto preserva sua correção gramatical e coerência argumentativa.

Questão 52

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A partir do artigo “Olhando o futuro”, de José Márcio Camargo, publicado em IstoÉ 2077, de 2/9/2009 foram construídos pares de fragmentos que compõem as opções abaixo. Assinale a opção em que a transformação dos períodos sintáticos em apenas um período, no segundo termo de cada par, resulta em incoerência ou erro gramatical.

Questão 53

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Assinale a opção correta a respeito do uso das estruturas linguísticas no texto.

Os economistas brasileiros se concentram, no exame das causas da crise, na proposta de meios e modos de contorná-la. Com isso, não levam em conta dois pontos.
O primeiro é que as medidas contra a crise, que vêm sendo adotadas tanto em países subdesenvolvidos como desenvolvidos, são fundamentalmente corretas.
O segundo ponto é que a crise atual, como todas as anteriores, acabará, mais cedo ou mais tarde, por ser corrigida. E, quando isso ocorrer, se voltará às fórmulas neoliberais apenas com regulamentação mais estrita da atividade bancária.
(Adaptado de João Paulo Magalhães, O que fazer depois da crise. Correio Braziliense, 12 de setembro, 2009)

Questão 54

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» Esta questão foi anulada pela banca.
1
O efeito da supervalorização cambial sobre a indústria
 
atinge muito mais fortemente os níveis da produção
 
e do emprego que os demais setores. Essa é uma
 
situação que precisa ser repensada. É claro que não
5
se trata de um problema simples, que se resolva com
 
providências rápidas, pois exige medidas que às vezes
 
podem ser classificadas como heterodoxas. Mas tem de
 
ser enfrentado com coragem e inteligência. Não pode
 
ser deixado ao sabor dos ventos, pois os custos virão
10
no seu devido tempo, como nossa trajetória econômica
 
bem mostra. Também não podemos deixar nos envolver
 
por uma falácia que diz que qualquer desvalorização
 
resulta em diminuição do bem-estar da sociedade
 
brasileira. É verdade que, quando a taxa de câmbio
15
desvaloriza, há uma redução do salário real. É preciso
 
acrescentar, no entanto, que se reduz o salário real e se
 
aumenta o nível geral do desemprego.
(Adaptado de Antonio Delfim Neto, Fábrica de desemprego. CartaCapital, 16 de setembro de 2009)
Avalie os seguintes itens para um período sintático que dê continuidade coerente e gramaticalmente correta ao texto.

I. Desse modo, o bem-estar da sociedade brasileira está a merce dos ventos que conduzirão à essas providências rápidas.

II. Assim, tratam-se de aspectos multifacetados, com influências recíprocas em nível de exigirem enfrentamento complexo e inteligente.

III. O resultado final desse enfrentamento, portanto, é provavelmente positivo para a sociedade e, mais particularmente, para o setor de trabalho.

Questão 55

MPOG 2009 - ESAF - Analista de Planejamento e Orçamento
1
O efeito da supervalorização cambial sobre a indústria
 
atinge muito mais fortemente os níveis da produção
 
e do emprego que os demais setores. Essa é uma
 
situação que precisa ser repensada. É claro que não
5
se trata de um problema simples, que se resolva com
 
providências rápidas, pois exige medidas que às vezes
 
podem ser classificadas como heterodoxas. Mas tem de
 
ser enfrentado com coragem e inteligência. Não pode
 
ser deixado ao sabor dos ventos, pois os custos virão
10
no seu devido tempo, como nossa trajetória econômica
 
bem mostra. Também não podemos deixar nos envolver
 
por uma falácia que diz que qualquer desvalorização
 
resulta em diminuição do bem-estar da sociedade
 
brasileira. É verdade que, quando a taxa de câmbio
15
desvaloriza, há uma redução do salário real. É preciso
 
acrescentar, no entanto, que se reduz o salário real e se
 
aumenta o nível geral do desemprego.
(Adaptado de Antonio Delfim Neto, Fábrica de desemprego. CartaCapital, 16 de setembro de 2009)
Assinale a opção incorreta a respeito do uso das estruturas linguísticas no texto.

Questão 56

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A preocupação com a herança que deixaremos as (1) gerações futuras está cada vez mais em voga. Ao longo da nossa história, crescemos em número e modifi camos quase todo o planeta. Graças aos avanços científicos, tomamos consciência de que nossa sobrevivência na Terra está fortemente ligada a(2) sobrevivência das outras espécies e que nossos atos, relacionados a(3) alterações no planeta, podem colocar em risco nossa própria sobrevivência. Contudo, aliado ao desenvolvimento científico, temos o crescimento econômico que nem sempre esteve preocupado com questões ambientais. O que se almeja é o desenvolvimento sustentável, que é aquele viável economicamente, justo socialmente e correto ambientalmente, levando em consideração não só as(4) nossas necessidades atuais, mas também as(5) das gerações futuras, tanto nas comunidades em que vivemos quanto no planeta como um todo.
(Adaptado de A. P. FOLTZ, A Crise Ambiental e o Desenvolvimento Sustentável: o crescimento econômico e o meio ambiente. Disponível em http://www.iuspedia.com.br.22 jan. 2008)
Para que o texto acima respeite as regras gramaticais do padrão culto da Língua Portuguesa, é obrigatória a inserção do sinal indicativo de crase em

Questão 57

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Assinale a opção que completa corretamente a sequência de lacunas no texto abaixo.

Se hoje ___(1)___é mais fácil, pelo menos para boa parte da humanidade, livrar-nos da fome e dos leões, se nos é mais fácil debelarmos boa parte das doenças que ____(2)___ a humanidade no decorrer da história, a contrapartida parece ser que não ___(3)___ fugir do desemprego, e, quando sim, não do trabalho desvairado, do temor da absolescência, do esgotamento nervoso, do estresse, da depressão. Cabe perguntar: é a tecnologia a responsável ___(4)___ mudança de nossa visão de mundo, ou é a nossa visão de mundo que conduz ___(5)__ mudanças tecnológicas? A pergunta é oportuna porque nos leva a questionar se não temos o poder de mudar o rumo de nossas vidas, de modificar nossa própria visão de mundo, e ___ (6)___ modificar o próprio mundo.
(Filosofia,ciência&vida, ano III, n. 27, p. 32, com adaptações)

Questão 58

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Assinale a opção em que as duas possibilidades propostas para o preenchimento das lacunas do texto resultam em um texto coerente e gramaticalmente correto.

O desempenho econômico de uma nação não está necessariamente atrelado a seu desenvolvimento sustentável. Um país pode crescer vertiginosamente, ___[a]___ performance econômica invejável, porém ___[b]___custas da degradação de seu patrimônio. Por isso, especialistas discutem uma nova maneira de se calcular o PIB, ___[c]___em conta os índices de sustentatibilidade e a preservação dos recursos naturais.
A ideia, totalmente inovadora, vai ao encontro ____[d]___ algumas necessidades básicas a serem cumpridas para viabilizar o crescimento sustentável, principalmente nos países em desenvolvimento. Apesar ___[e]___crise financeira que assombra as economias mundiais, os emergentes passam por um momento de crescimento, e investimentos em infra-estrutura básica tornam-se primordiais para assegurar a sustentatibilidade.
(Adaptado de João Geraldo Ferreira, Crescimento acelerado, garantia do desenvolvimento sustentável? Correio Braziliense, 7 de setembro de 2009)

Questão 59

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Numere em que ordem os trechos abaixo, adaptados do ensaio Lula e o mistério do desenvolvimento, de Maílson da Nóbrega (publicado em VEJA, de 26 de agosto, 2009), dão continuidade à oração inicial, numerada como (1), de modo a formar um parágrafo coeso e coerente.

(1) Mudanças culturais estão na origem do sucesso dos atuais países ricos.

( ) De fato, as lutas mortais dos gladiadores, entre si e com as feras, divertiam os romanos; execuções públicas eram populares na Inglaterra até o século XVIII.

( ) Por isso, a alfabetização disseminada e habilidades aritméticas, antes irrelevantes, adquiriram importância para a Revolução Industrial.

( ) Esses instintos foram substituídos por hábitos fundamentais para o desenvolvimento: trabalho, racionalidade e valorização da educação.

( ) Elas os fizeram abandonar instintos primitivos de violência, impaciência e preguiça.

( ) Como consequência dessas mudanças, a classe média cresceu; valores como poupança, negociação e disposição para o trabalho se firmaram nas sociedades bem-sucedidas.

A sequência obtida é

Questão 60

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Os fragmentos abaixo constituem sequencialmente um texto e foram adaptados de Afonso C. M. dos Santos, Linguagem, memória e história: o enunciado nacional (publicado em: Ferreira, L. & Orrico, E., Linguagem, identidade e memória social, p. 2-25). Assinale a opção que apresenta o trecho transcrito com erros gramaticais.



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