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Analista de Finanças e Controle - Econômico-Financeira
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STN 2008

STN 2012

Analista de Finanças e Controle - Contábil

* As numerações que você vê abaixo não correspondem à numeração original da prova. Alguns ajustes foram necessário para colocar estas questões no sistema
Questão 1

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Um país distante está enfrentando uma epidemia bastante grave que precisa de um lote de comprimidos EPIDEM, de modo a minimizar os efeitos devastadores da doença. Contudo, a produção do EPIDEM é feita sob encomenda por apenas dois laboratórios: LAB1 e o LAB2.
As autoridades públicas, preocupadas com a grande demanda por esse medicamento, precisam saber em quanto tempo receberão o determinado lote, uma vez que foram informadas que, para a fabricação de um lote de EPIDEM, o LAB1 precisa de 4 dias e o LAB2 precisa de 6 dias para a fabricação do mesmo lote de EPIDEM. Para o rápido atendimento da demanda, as autoridades públicas solicitaram aos dois laboratórios para trabalharem em conjunto. Desse modo, o número de dias ─ considerandose até duas casas decimais ─ necessários para que os 2 laboratórios, trabalhando em conjunto, produzam o lote de EPIDEM é, em valor aproximado, igual a:

Questão 2

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
A negação da proposição “se Curitiba é a capital do Brasil, então Santos é a capital do Paraná” é logicamente equivalente à proposição:

Questão 3

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil

» Esta questão foi anulada pela banca.
As variáveis X, Y, Z, P e Q podem assumir os valores x1, y2, z3, p4, q5. Sabe-se que X = x1 ou Y = y2. Se Z = z3, então P = p4. Se P ≠ p4, então Y ≠ y2. X ≠ x1 e Q ≠ q5.

A partir disso, e sabendo que todas as afirmações são verdadeiras, pode-se, com certeza, concluir que:

Questão 4

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
P não é número, ou R é variável. B é parâmetro ou R não é variável. R não é variável ou B não é parâmetro. Se B não é parâmetro, então P é número. Considerando que todas as afirmações são verdadeiras, conclui-se que:

Questão 5

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Dado o sistema de equações lineares

é correto afirmar que:

Questão 6

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Em um triângulo retângulo, a hipotenusa é igual a 20 metros e o cateto adjacente ao ângulo agudo α é igual x metros. Sabendo-se que o seno de α é igual a 0,8, então o perímetro deste triângulo, em metros, é igual a:

Questão 7

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De um grupo com 5 homens e 4 mulheres, deseja-se formar uma comissão com exatamente 3 pessoas. A exigência é que nessa comissão precisa ter pelo menos 2 mulheres. Então, o número de possibilidades de formar essa comissão é igual a

Questão 8

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Se um arco mede α graus, a expressão geral dos arcos côngruos a ele é dada por α + k 3600, onde k é um número inteiro. Por outro lado, se um arco mede α radianos, a expressão geral dos arcos côngruos a ele é dada por α + 2 k π, onde k é um número inteiro. Um móvel A, partindo do ponto de origem dos arcos de uma circunferência trigonométrica, percorreu um arco de 1690 graus. O móvel B, partindo deste mesmo ponto de origem, percorreu um arco de radianos. Desse modo, pode-se afirmar que o móvel:

Questão 9

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Para que a reta de equação 2x - y + 2 = 0 seja perpendicular à reta de equação kx + 2y + 4 = 0, o valor da constante k deve ser igual a:

Questão 10

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Os elementos de uma matriz X são representados, genericamente, por xij ─ onde i representa a linha e j representa a coluna às quais o elemento xij pertence.

Os valores assumidos pelos elementos da matriz A são: a11 = 1; a12 = x; a13 = -3; a21 = 2; a22 = 1; a23 = x; a31 = a; a32 = 0 e a33 = 1. De modo análogo, os elementos assumidos pela matriz B são: b11 = 2; b12 = 1; b13 = x; b21 = 1; b22 = x; b23 = -3; b31 = a; b32 = 0 e b33 = 1.

Sabendo-se que o determinante da matriz inversa de A é igual a 1/7, então a soma entre os determinantes da matriz transposta de A e da matriz B é igual a:

Questão 11

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Com relação aos números índices, pode-se corretamente afirmar que:

Questão 12

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Com relação à teoria da Probabilidade, pode-se afirmar que:

Questão 13

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Suponha que X seja uma variável aleatória com valor esperado 10 e variância 25. Para que a variável Y dada por Y = p – q x, com p e q positivos, tenha valor esperado 0 e variância 625, é necessário que p + q seja igual a:

Questão 14

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Seja X uma variável aleatória contínua com função densidade

Desse modo, a probabilidade de x estar no intervalo (0 < x < 1) é igual a:

Questão 15

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» Esta questão foi anulada pela banca.
Para um trabalho de avaliação de políticas econômicas, foram coletados dados de algumas empresas industriais.

A seguir, a tabela de contingência apresenta os dados coletados na amostra e classificados segundo o grupo industrial ─ Ga, Gb, Gc e Gd ─, e segundo a posição dos respectivos retornos sobre o capital próprio (RCP) ─ se maior ou menor do que o retorno médio de capital próprio obtido na amostra.


Com base nestas informações, e selecionando-se, ao acaso, uma empresa, então:

Questão 16

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Uma população X é constituída de 10 diferentes valores x1, x2, x3, x4, x5, x6, x7, x8, x9 e x10 , na qual E[X] = μ, e σ2 [X] = σ2. Desta população foram retiradas, com reposição, todas as possíveis amostras de tamanho 3, onde a1, a2 e a3 representam, respectivamente, o primeiro, o segundo e o terceiro elemento de cada uma das amostras. Desse modo, pode-se afirmar que:

Questão 17

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Para estimar a proporção π de fumantes de uma Universidade, foi retirada uma amostra aleatória de 1600 universitários. Na amostra foi constatado que 20% dos universitários são fumantes. Sabe-se que, para construir um intervalo de aproximadamente 95% de confiança para a proporção, no caso de fumantes, o valor tabelado é aproximadamente igual a 2 desvios-padrão. Com essas informações, e considerando o mesmo nível de confiança, o intervalo de confiança para a proporção de fumantes e o tamanho da amostra necessário para que o erro de estimação seja, no máximo, igual a 0,01 são, respectivamente, iguais a:

Questão 18

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Em um teste de hipóteses, onde Ho é a hipótese nula e Ha é a hipótese alternativa, pode-se afirmar que:

Questão 19

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Com relação ao papel do Estado e as Finanças Públicas, identifique a única opção incorreta.

Questão 20

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil

» Esta questão foi anulada pela banca.
Com base na Teoria das Finanças Públicas, assinale a única opção incorreta.

Questão 21

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
A receita pública derivada ou de economia pública é caracterizada pelo constrangimento legal para sua arrecadação. Sob esta classificação, identifique a única opção correta.

Questão 22

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Um dos princípios básicos da teoria da tributação é o da equidade. De acordo com o princípio da equidade, identifique a única opção correta.

Questão 23

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Necessidade de Financiamento do Setor Público (NFSP) representa a necessidade do governo em financiar-se.

Assim, no que diz respeito à NFSP e ao déficit público, não se pode afirmar que:

Questão 24

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Entre as opções abaixo, indique a despesa que não corresponde à classificação das Despesas Correntes, segundo a classificação orçamentária brasileira.

Questão 25

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Identifique o conceito de receita pública que não é pertinente à sua definição.

Questão 26

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), indique a opção que não é pertinente.

Questão 27

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A Lei de Responsabilidade Fiscal procurou aperfeiçoar a sistemática traçada pela Constituição de 1988 atribuindo novas e importantes funções à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Indique a única opção que não corresponde às novas atribuições da LDO.

Questão 28

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Na crise financeira mundial iniciada em 2008, os reflexos mais perceptíveis no Brasil foram relacionados à incerteza em relação ao cenário global, à piora nas condições de financiamento das empresas e à aversão ao risco por parte dos investidores. Nesse cenário fez-se necessária a ação de uma política fiscal anticíclica, no sentido de atenuar os efeitos da crise. Indique a opção incorreta com relação à crise.

Questão 29

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Pode-se afirmar que foram aspectos negativos da reforma administrativa da década de trinta, exceto:

Questão 30

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
A respeito do processo evolutivo da Administração Pública brasileira, incluindo as reformas administrativas, seus princípios, objetivos e resultados, analise as assertivas a seguir, classificando-as em verdadeiras (V) ou falsas(F).

Ao final, assinale a opção que contenha a sequência correta.

( ) No plano organizacional das estruturas internas às suas unidades administrativas e de produção, a burocracia brasileira foi sempre centralista e uniformizadora, desde a sua configuração moderna estabelecida no final dos anos trinta.

( ) A fragmentação da Administração Pública brasileira foi reflexo do poder local exercido outrora por representantes da economia agrária.

( ) O DASP foi criado na década de trinta com diversas funções à exceção da colaboração e controle do orçamento.

( ) O estilo da reforma administrativa da década de trinta foi, ao mesmo tempo, prescritivo e coercitivo.

Questão 31

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
A respeito da chamada administração pública gerencial, analise as assertivas abaixo, classificando-as como verdadeiras(V) ou falsas(F). Ao final, assinale a opção que contenha a sequência correta.

( ) A administração gerencial era considerada, quando da sua implementação, uma forma de trazer as mais recentes conquistas da administração de empresas para a administração pública.

( ) O paradigma gerencial contemporâneo, que se dizia fundamentado nos princípios da confiança e da descentralização da decisão, exigia formas flexíveis de gestão, conforme se depreende do Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado.

( ) A administração gerencial visava transferir atividades de setor de serviços competitivos ou não exclusivos mediante o processo de publicização, ou seja, adoção pela sociedade, de formas de produção não lucrativas de bens e serviços públicos.

( ) As agências executivas também surgem como uma proposta inovadora da reforma administrativa gerencial no setor de atividades não exclusivas do Estado.

Questão 32

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
A respeito das características da administração burocrática e da administração gerencial, atribua B à assertiva que descreva aspectos da administração burocrática e G à assertiva que descreva aspectos da administração gerencial. Ao final, assinale a opção que contenha a sequência correta.

( ) O modo mais seguro de evitar o nepotismo e a corrupção é pelo controle rígido dos processos, com o controle dos procedimentos.

( ) Pensa na sociedade como campo de conflito, cooperação e incerteza no qual os cidadãos defendem seus interesses e afirmam suas posições ideológicas.

( ) Preocupa-se em oferecer serviços e não em gerir programas, visa atender aos cidadãos.

( ) É autorreferente e se concentra no processo, em suas próprias necessidades e perspectivas.

Questão 33

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Considerando que o termo governança em sentido amplo pode ser definido como um processo complexo de tomada de decisão que antecipa e ultrapassa o governo, os aspectos comumente relacionados a este termo são os seguintes, exceto:

Questão 34

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» Esta questão foi anulada pela banca.
Ao levar em conta o processo decisório, sabemos que todo gestor pode incorrer em determinadas armadilhas ocultas na tomada de decisão.
A Coluna I descreve algumas dessas armadilhas, enquanto a Coluna II traz algumas situações concretas envolvendo tais armadilhas.
Correlacione as Colunas I e II e assinale a opção que expresse a sequência correta para a Coluna II.

Questão 35

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
A respeito dos sistemas de informação no governo, analise as assertivas abaixo e classifi que-as em verdadeiras(V) ou falsas(F). Ao fi nal, assinale a opção que contenha a sequência correta.

( ) A automação de processos para a prestação de serviços on line ao cidadão deve ocorrer independentemente do nível tecnológico da organização e do processo de maturidade dos sistemas corporativos.

( ) Na era do conhecimento e da informação, a sociedade e as organizações precisam se ajustar às rápidas mudanças tecnológicas e compartilhar o conhecimento por meio da tecnologia.

( ) O processo de dimensionamento dos sistemas de informação deve procurar desprender-se das características sociais e culturais das organizações a que irão servir.

( ) As organizações públicas precisam projetar sistemas que possam prover serviços à sociedade e no ambiente interno proporcionar aos gestores públicos informações necessárias para a gestão dos processos e tomada de decisão baseadas em análises e fatos.

Questão 36

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
A seguir encontra-se descrito um conjunto de práticas para construir a capacidade de aprendizagem nas organizações.

A aprendizagem organizacional é feita a partir das cinco disciplinas capazes de fazer com que pessoas e grupos possam conduzir as organizações para a mudança e a renovação contínuas.

As disciplinas para a organização de aprendizagem são as seguintes, exceto:

Questão 37

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
A Coluna I traz a nomenclatura das diversas formas de analisar o retorno financeiro dos projetos. A Coluna II traz o conceito de cada uma dessas formas. Correlacione as Colunas I e II e, ao final, selecione a opção que expressa a sequência correta para a Coluna II.

Questão 38

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
A respeito do papel das instituições de controle externo da Administração Pública, assinale 1 para as funções exercidas isoladamente pelo Congresso Nacional, 2 para as funções exercidas isoladamente pelo TCU e 3 para as funções exercidas em conjunto pelo Congresso Nacional e pelo TCU e marque a opção correta.

( ) Julgamento anual das contas prestadas pelo Presidente da República.

( ) Sustação de despesas não autorizadas.

( ) Apreciação, mediante parecer prévio, das contas do Presidente da República.

Questão 39

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Assinale a opção que, ao completar a lacuna no fragmento abaixo, respeita as regras de concordância do padrão de prestígio da língua portuguesa.

Somos muito individualistas. Os grandes problemas do Brasil são coletivos e ____[A]____ ação de toda a sociedade. Assim _____[B]_____ as conquistas da democracia, da estabilização econômica e da maior formalidade no trabalho da década passada. Ainda ____[C]____ questões graves, como iniquidades na educação e no meio ambiente. O saneamento, por exemplo, ____[D]____a chamada agenda ambiental verde e marrom, menos charmosa que a “agenda verde pura”. Entretanto, vejo positivamente as chances de o Brasil ____[E]____ por meio de um ciclo virtuoso de conquistas já obtidas e pela ampliação da nossa plataforma de políticas públicas.
(Adaptado da entrevista de Marcelo Neri. PLANETA, agosto de 2012.)

Questão 40

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Assinale a opção em que, ao menos, um dos dois termos não completa correta e coerentemente o texto abaixo.

A memória do setor público no Brasil não pode _____[A]_____ registros tópicos, _____[B]_____ sucessão de elementos, atos e instrumentos de política com influência _____[C]_____ sobre o curso da história econômica do país. As últimas décadas, embora não _____[D]_____ avaliações inteiramente favoráveis do ponto de vista dos resultados finais do processo de acumulação de riquezas, ou de sua distribuição socialmente mais justa, exibem intensa atividade institucional, como _____[E]_____ considerável esforço de transformação da gestão pública.
(http://www.bcb.gov.br/htms/infecon/fi npub/manualfinpublp.pdf)

Questão 41

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Nos últimos dez anos, o Brasil passou por
 
grandes transformações e crescimento econômico
 
contínuo que o induziu a figurar entre os países
 
em desenvolvimento acelerado. Com a expansão
5
formou-se uma nova classe média, composta por
 
trabalhadores vindos das classes D e E. Atualmente
 
o país possui 105 milhões de pessoas com renda
 
mensal entre R$ 1.700 e R$ 7.400 e a tendência é
 
que esses números cresçam nos próximos anos. Em
10
uma entrevista à revista PLANETA, o economista
 
Marcelo Neri analisa o impacto da nova classe
 
média no consumo, no ambiente e na sociedade e
 
mostra os desafios à frente dos brasileiros.
 
[...]
15
PLANETA – O fenômeno é passageiro?
 
NERI – Não, a nova classe média veio para ficar.
 
O crescimento é contínuo, apesar das crises
 
financeiras. Planos assistenciais e o aumento do
 
crédito ao consumidor contribuíram. Mas o principal
20
é que o número de trabalhadores que saíram da
 
informalidade e passaram a ter carteira assinada
 
dobrou desde 2004.
(Adaptado de Milton Correia Júnior, Cigarras e formigas. PLANETA, agosto de 2012.)
Desrespeitam-se as regras de pontuação do padrão de prestígio da língua portuguesa ao inserir uma vírgula

Questão 42

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Nos últimos dez anos, o Brasil passou por
 
grandes transformações e crescimento econômico
 
contínuo que o induziu a figurar entre os países
 
em desenvolvimento acelerado. Com a expansão
5
formou-se uma nova classe média, composta por
 
trabalhadores vindos das classes D e E. Atualmente
 
o país possui 105 milhões de pessoas com renda
 
mensal entre R$ 1.700 e R$ 7.400 e a tendência é
 
que esses números cresçam nos próximos anos. Em
10
uma entrevista à revista PLANETA, o economista
 
Marcelo Neri analisa o impacto da nova classe
 
média no consumo, no ambiente e na sociedade e
 
mostra os desafios à frente dos brasileiros.
 
[...]
15
PLANETA – O fenômeno é passageiro?
 
NERI – Não, a nova classe média veio para ficar.
 
O crescimento é contínuo, apesar das crises
 
financeiras. Planos assistenciais e o aumento do
 
crédito ao consumidor contribuíram. Mas o principal
20
é que o número de trabalhadores que saíram da
 
informalidade e passaram a ter carteira assinada
 
dobrou desde 2004.
(Adaptado de Milton Correia Júnior, Cigarras e formigas. PLANETA, agosto de 2012.)
Assinale a reescrita proposta para trechos do texto que preserva a correção gramatical e a coerência entre as ideias.

Questão 43

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Após um ano de grandes desafios na economia e,
 
em consequência, também para os investidores,
 
as avaliações para 2013 indicam um pouco mais
 
de otimismo. Mas, diante de tantas modalidades e
5
opções de investimentos disponíveis no mercado
 
financeiro, a escolha será definida em parte pelo
 
grau de endividamento, o objetivo a ser atingido com
 
o planejamento financeiro e o foco na possibilidade
 
de obter a melhor rentabilidade para o montante
10
aplicado.
 
No mercado de ações, que sofreu com os altos
 
e baixos dos movimentos econômicos tanto no
 
Brasil como no exterior, a aposta dos especialistas
 
permanece nos papéis de empresas com atuação
15
voltada ao consumo interno, que são, em tese,
 
menos suscetíveis às turbulências internacionais.
 
Outra opção que vem ganhando terreno no
 
mercado financeiro, os títulos do Tesouro Direto
 
seguem sendo apontados como uma boa opção,
20
principalmente os títulos que são indexados à
 
inflação. Os especialistas ainda apontam outras
 
alternativas mais interessantes, como debêntures
 
sem imposto de renda, Fundos de Investimento
 
em Direitos Creditórios com incentivos tributários,
25
fundos de investimento imobiliários e Certificados
 
de Recebíveis Imobiliários.
(Adaptado de Onde você investirá suas economias em 2013? http:// economia.ig.com.br/mercados/2013-01-07/onde-voce-investira-suas- economias-em-2013.html,acesso em 26/1/2013)
Da relação entre as ideias do texto, infere-se o termo

Questão 44

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Após um ano de grandes desafios na economia e,
 
em consequência, também para os investidores,
 
as avaliações para 2013 indicam um pouco mais
 
de otimismo. Mas, diante de tantas modalidades e
5
opções de investimentos disponíveis no mercado
 
financeiro, a escolha será definida em parte pelo
 
grau de endividamento, o objetivo a ser atingido com
 
o planejamento financeiro e o foco na possibilidade
 
de obter a melhor rentabilidade para o montante
10
aplicado.
 
No mercado de ações, que sofreu com os altos
 
e baixos dos movimentos econômicos tanto no
 
Brasil como no exterior, a aposta dos especialistas
 
permanece nos papéis de empresas com atuação
15
voltada ao consumo interno, que são, em tese,
 
menos suscetíveis às turbulências internacionais.
 
Outra opção que vem ganhando terreno no
 
mercado financeiro, os títulos do Tesouro Direto
 
seguem sendo apontados como uma boa opção,
20
principalmente os títulos que são indexados à
 
inflação. Os especialistas ainda apontam outras
 
alternativas mais interessantes, como debêntures
 
sem imposto de renda, Fundos de Investimento
 
em Direitos Creditórios com incentivos tributários,
25
fundos de investimento imobiliários e Certificados
 
de Recebíveis Imobiliários.
(Adaptado de Onde você investirá suas economias em 2013? http:// economia.ig.com.br/mercados/2013-01-07/onde-voce-investira-suas- economias-em-2013.html,acesso em 26/1/2013)
Avalie as propostas de reelaboração do seguinte trecho do texto. “Outra opção que vem ganhando terreno no mercado financeiro, os títulos do Tesouro Direto seguem sendo apontados como uma boa opção, principalmente os títulos que são indexados à inflação.” (l.17 a 21)

I. Outra opção que vem ganhando terreno no mercado financeiro, os títulos do Tesouro Direto, segue sendo apontada como uma boa opção, principalmente os títulos indexados à inflação.

II. Outras opções que vem ganhando terreno no mercado financeiro, são os títulos do Tesouro Direto, que seguem sendo apontados como uma boa opção, principalmente os títulos que indexados à inflação.

III. Outra opção ganhando terreno no mercado financeiro, é dos títulos do Tesouro Direto, que, como uma boa opção, são principalmente apontados os títulos indexados à inflação.

A relação entre as ideias e a correção gramatical é respeitada apenas

Questão 45

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Após um ano de grandes desafios na economia e,
 
em consequência, também para os investidores,
 
as avaliações para 2013 indicam um pouco mais
 
de otimismo. Mas, diante de tantas modalidades e
5
opções de investimentos disponíveis no mercado
 
financeiro, a escolha será definida em parte pelo
 
grau de endividamento, o objetivo a ser atingido com
 
o planejamento financeiro e o foco na possibilidade
 
de obter a melhor rentabilidade para o montante
10
aplicado.
 
No mercado de ações, que sofreu com os altos
 
e baixos dos movimentos econômicos tanto no
 
Brasil como no exterior, a aposta dos especialistas
 
permanece nos papéis de empresas com atuação
15
voltada ao consumo interno, que são, em tese,
 
menos suscetíveis às turbulências internacionais.
 
Outra opção que vem ganhando terreno no
 
mercado financeiro, os títulos do Tesouro Direto
 
seguem sendo apontados como uma boa opção,
20
principalmente os títulos que são indexados à
 
inflação. Os especialistas ainda apontam outras
 
alternativas mais interessantes, como debêntures
 
sem imposto de renda, Fundos de Investimento
 
em Direitos Creditórios com incentivos tributários,
25
fundos de investimento imobiliários e Certificados
 
de Recebíveis Imobiliários.
(Adaptado de Onde você investirá suas economias em 2013? http:// economia.ig.com.br/mercados/2013-01-07/onde-voce-investira-suas- economias-em-2013.html,acesso em 26/1/2013)
Assinale a opção em que a proposta de substituição da preposição altera as relações semânticas entre os termos da oração, mas preserva a correção e a coerência do texto.

Questão 46

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Em dezembro de 2012, o governo federal lançou
 
mais uma rodada de medidas para acelerar a
 
economia. A ideia é trazer de volta investimentos,
 
que andaram desaparecidos nos últimos meses
5
e que são vitais para o crescimento. O objetivo é
 
pressionar os investidores para uma alta de 8% no
 
ano de 2013 e, assim, sustentar a perspectiva de
 
que o produto interno bruto avance 4% a partir de 2013. Há cinco trimestres consecutivos, a taxa que
 
mede o investimento em capital produtivo só cai,
10
de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia
 
e Estatística. Para M. R., professor de economia,
 
o diagnóstico do governo é correto, mas o remédio
 
é fraco. “A redução da taxa de juros sozinha não
 
pode ser entendida como fator decisivo para o
15
investimento”, diz ele. “Essa decisão tem mais a ver
 
com as expectativas do setor privado em relação
 
à demanda”. Em outras palavras, os empresários
 
não se sentem confi antes no retorno que terão num
 
horizonte de crise econômica prolongada, apesar
20
do acesso facilitado ao crédito.
(Adaptado de IstoÉ, 12/12/2012)
Subentende-se das ideias expressas no texto que

Questão 47

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil

» Esta questão foi anulada pela banca.
1
Em dezembro de 2012, o governo federal lançou
 
mais uma rodada de medidas para acelerar a
 
economia. A ideia é trazer de volta investimentos,
 
que andaram desaparecidos nos últimos meses
5
e que são vitais para o crescimento. O objetivo é
 
pressionar os investidores para uma alta de 8% no
 
ano de 2013 e, assim, sustentar a perspectiva de
 
que o produto interno bruto avance 4% a partir de 2013. Há cinco trimestres consecutivos, a taxa que
 
mede o investimento em capital produtivo só cai,
10
de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia
 
e Estatística. Para M. R., professor de economia,
 
o diagnóstico do governo é correto, mas o remédio
 
é fraco. “A redução da taxa de juros sozinha não
 
pode ser entendida como fator decisivo para o
15
investimento”, diz ele. “Essa decisão tem mais a ver
 
com as expectativas do setor privado em relação
 
à demanda”. Em outras palavras, os empresários
 
não se sentem confi antes no retorno que terão num
 
horizonte de crise econômica prolongada, apesar
20
do acesso facilitado ao crédito.
(Adaptado de IstoÉ, 12/12/2012)
Assinale a opção incorreta a respeito da relação estabelecida pelo termo “que” no desenvolvimento do texto.

Questão 48

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
A entidade estatal, para atender às suas finalidades,
 
necessita de dinheiro. O ingresso deste nos cofres
 
públicos caracteriza o que se denomina de entrada,
 
contudo esta não corresponde obrigatoriamente à
5
receita pública.
 
De fato, algumas entradas provisórias devem
 
ser, oportunamente, devolvidas, a exemplo das
 
cauções, das fianças, dos depósitos recolhidos
 
ao Tesouro etc. Já a receita pública é a entrada
10
que, integrando-se no patrimônio público sem
 
quaisquer reservas, condições ou correspondência
 
no passivo, vem acrescer o seu vulto, como
 
elemento novo e positivo. A entrada, destarte, é o
 
gênero de que a receita pública é uma espécie. As
15
receitas originárias resultam da atuação do Estado
 
na exploração de atividade econômica, como uma
 
empresa privada na busca do lucro. Embora o
 
exercício de tal atividade ocorra sob o regime de
 
direito privado, não há um total afastamento das
20
normas de direito público. Na verdade, as empresas
 
estatais não podem deixar de observar, no que a
 
elas se aplicar, os princípios gerais da atividade
 
econômica que estão dispostos no Capítulo I do
 
Título VII da Constituição Federal.
(Adaptado de Lucas Clemente de Brito Pereira http://jus.com.br/revista/texto/10256/nocoes-gerais-acerca-das-fi nancas- publicas, acesso em 25/01/2013)
Assinale a opção correta a respeito do uso das estruturas linguísticas no texto.

Questão 49

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
A entidade estatal, para atender às suas finalidades,
 
necessita de dinheiro. O ingresso deste nos cofres
 
públicos caracteriza o que se denomina de entrada,
 
contudo esta não corresponde obrigatoriamente à
5
receita pública.
 
De fato, algumas entradas provisórias devem
 
ser, oportunamente, devolvidas, a exemplo das
 
cauções, das fianças, dos depósitos recolhidos
 
ao Tesouro etc. Já a receita pública é a entrada
10
que, integrando-se no patrimônio público sem
 
quaisquer reservas, condições ou correspondência
 
no passivo, vem acrescer o seu vulto, como
 
elemento novo e positivo. A entrada, destarte, é o
 
gênero de que a receita pública é uma espécie. As
15
receitas originárias resultam da atuação do Estado
 
na exploração de atividade econômica, como uma
 
empresa privada na busca do lucro. Embora o
 
exercício de tal atividade ocorra sob o regime de
 
direito privado, não há um total afastamento das
20
normas de direito público. Na verdade, as empresas
 
estatais não podem deixar de observar, no que a
 
elas se aplicar, os princípios gerais da atividade
 
econômica que estão dispostos no Capítulo I do
 
Título VII da Constituição Federal.
(Adaptado de Lucas Clemente de Brito Pereira http://jus.com.br/revista/texto/10256/nocoes-gerais-acerca-das-fi nancas- publicas, acesso em 25/01/2013)
Nas relações de coesão do texto, assinale a opção que não estabelece a correta referência para o pronome destacado na expressão.

Questão 50

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Luiz Emygdio Franco da Rosa Júnior traz-nos cinco
 
fases por que as receitas públicas passaram em
 
sua evolução histórica. No mundo antigo, houve
 
o estágio parasitário, em que a obtenção de tais
5
receitas ocorria através de extorsão, pilhagem,
 
saque e exploração do povo vencido. Na Idade
 
Medieval, predominou a fase dominial, segundo
 
a qual a receita pública advinha da exploração,
 
pelo Estado, de bens de seu patrimônio, tendo o
10
imposto um caráter excepcional. A fase regaliana
 
caracteriza-se pela cobrança de determinadas
 
contribuições (regalias) de terceiros, para que estes
 
explorem determinados serviços, como o pedágio
 
cobrado pela passagem em pontes ou estradas
15
reais. No estágio denominado tributário, o Estado
 
passou a obter seus recursos mediante a coação
 
dos indivíduos ao pagamento de tributos de que se
 
tornaram a principal fonte de receita. A última fase
 
é a social, em que a entidade estatal usa o tributo
20
também com uma finalidade extrafi scal.
(Adaptado de Lucas Clemente de Brito Pereira. http://jus.com.br/revista/ texto/10256/nocoes-gerais-acerca-das-fi nancas-publicas, acesso em 26/1/2013)
Nas relações sintático-semânticas entre as estruturas linguísticas do texto foi inserida uma preposição que não permite retomar a função do termo referido e, por isso, provoca erro gramatical e incoerência textual. Assinale-a.

Questão 51

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil

» Esta questão foi anulada pela banca.
1
Luiz Emygdio Franco da Rosa Júnior traz-nos cinco
 
fases por que as receitas públicas passaram em
 
sua evolução histórica. No mundo antigo, houve
 
o estágio parasitário, em que a obtenção de tais
5
receitas ocorria através de extorsão, pilhagem,
 
saque e exploração do povo vencido. Na Idade
 
Medieval, predominou a fase dominial, segundo
 
a qual a receita pública advinha da exploração,
 
pelo Estado, de bens de seu patrimônio, tendo o
10
imposto um caráter excepcional. A fase regaliana
 
caracteriza-se pela cobrança de determinadas
 
contribuições (regalias) de terceiros, para que estes
 
explorem determinados serviços, como o pedágio
 
cobrado pela passagem em pontes ou estradas
15
reais. No estágio denominado tributário, o Estado
 
passou a obter seus recursos mediante a coação
 
dos indivíduos ao pagamento de tributos de que se
 
tornaram a principal fonte de receita. A última fase
 
é a social, em que a entidade estatal usa o tributo
20
também com uma finalidade extrafi scal.
(Adaptado de Lucas Clemente de Brito Pereira. http://jus.com.br/revista/ texto/10256/nocoes-gerais-acerca-das-fi nancas-publicas, acesso em 26/1/2013)
Assinale a opção que, ao completar a ideia expressa a seguir, não corresponde a um esquema da relação entre as informações apresentadas no texto.

São fases das receitas públicas, em sua evolução histórica:

Questão 52

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Este é o momento do Brasil em muitas áreas e
 
pode vir a ser também na filantropia. O Brasil
 
experimenta um crescimento robusto e sustentável
 
e, apesar dos obstáculos, muitos brasileiros dos
5
ramos de comunicação, educação e finanças estão
 
cada vez mais comprometidos com as mudanças
 
para melhorar o país. São pessoas conscientes
 
de que os benefícios de uma economia mais
 
dinâmica precisam ser mais bem distribuídos, pois
10
sabem que todos se beneficiam de uma sociedade
 
com menores graus de desigualdade. [...] Uma
 
tendência que cresce muito nos Estados Unidos e
 
no Brasil é a dos chamados negócios sociais. Essa
 
expressão define a venda, por uma empresa, de um
15
produto ou serviço que melhora a qualidade de vida
 
das comunidades carentes e, ao mesmo tempo,
 
dá lucro. Logo, é possível ganhar dinheiro fazendo
 
filantropia. Os empresários que entram nesses
 
ramos estão dispostos a ter um lucro menor, desde
20
que a empresa contribua para uma melhora social.
(Adaptado da entrevista de Jane Wales, Ser potência é também doar mais. Veja, 19 de dezembro de 2012.)
Assinale a opção em que a sugestão de inserir o conectivo no início do período mantém o texto coerente e gramaticalmente correto.

Questão 53

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Este é o momento do Brasil em muitas áreas e
 
pode vir a ser também na filantropia. O Brasil
 
experimenta um crescimento robusto e sustentável
 
e, apesar dos obstáculos, muitos brasileiros dos
5
ramos de comunicação, educação e finanças estão
 
cada vez mais comprometidos com as mudanças
 
para melhorar o país. São pessoas conscientes
 
de que os benefícios de uma economia mais
 
dinâmica precisam ser mais bem distribuídos, pois
10
sabem que todos se beneficiam de uma sociedade
 
com menores graus de desigualdade. [...] Uma
 
tendência que cresce muito nos Estados Unidos e
 
no Brasil é a dos chamados negócios sociais. Essa
 
expressão define a venda, por uma empresa, de um
15
produto ou serviço que melhora a qualidade de vida
 
das comunidades carentes e, ao mesmo tempo,
 
dá lucro. Logo, é possível ganhar dinheiro fazendo
 
filantropia. Os empresários que entram nesses
 
ramos estão dispostos a ter um lucro menor, desde
20
que a empresa contribua para uma melhora social.
(Adaptado da entrevista de Jane Wales, Ser potência é também doar mais. Veja, 19 de dezembro de 2012.)
A partir da organização das ideias no texto, subentende-se que

Questão 54

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Pode-se inferir, com base numa afirmação do texto, que

Questão 55

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Assinale a opção que, na sequência, preenche corretamente as lacunas do texto, de modo a manter a coesão e a coerência entre as ideias.

Questionada se o Brasil deveria ou tem condições de atender ___(1)___ pedido de ajuda ___(2)___ emergentes ensaiado pela União Europeia para ampliar seu fundo de estabilidade financeira, a economista A. M. disse que o País deve priorizar ___(3)___ próprio equilíbrio fiscal para enfrentar o cenário internacional adverso e remover os obstáculos que limitam o crescimento potencial da economia. "Não recomendaríamos ____(4)____ Brasil gastar muito dinheiro agora, mas acho que isso (a ajuda financeira à Europa) é mais uma questão política do que econômica."
No relatório, a OCDE recomenda ___(5)___ adoção, ____(6)____ médio prazo, de uma meta plurianual para o orçamento global e de um teto para o crescimento das despesas até mesmo como forma de preservar os investimentos sociais e em infraestrutura.
(Adaptado de Para OCDE, país deve sanear finanças públicas. In: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,para-ocde-pais-devesanear-financas-publicas, acesso em 26/1/2013)

Questão 56

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
As contas pagas pelos brasileiros ficarão, a partir
 
do próximo ano, mais justas. Isso não quer dizer
 
que as pessoas pagarão por produtos e serviços o
 
antigo “preço justo”, um dos conceitos básicos do
5
sistema econômico que precedeu o capitalismo, o
 
mercantilismo, em que o monarca, desconsiderando
 
a lei da oferta e da procura, arbitrava um preço fixo
 
ao pão, à cerveja e à carne. As contas ficarão mais
 
justas porque elas vão conter o valor dos impostos
10
pagos pelos consumidores, que, por enquanto,
 
é embutido no preço final das mercadorias e
 
serviços. O efeito esperado da nova lei é dar um
 
choque cultural no consumidor brasileiro. Ao
 
saber o que está pagando de impostos em um
15
cafezinho, no aluguel ou na mensalidade escolar,
 
o consumidor tende a ficar mais exigente, cobrando
 
mais a qualidade dos produtos e serviços e, em
 
última análise, pressionando pela diminuição da
 
carga tributária. O imposto é invisível, mas não é
20
leve. Muitas pessoas, por ser isentas do imposto
 
de renda, pensam que não pagam tributos e,
 
acreditando que os serviços são gratuitos, não
 
cobram a melhoria deles.
(Adaptado de Acabou o imposto invisível. Veja, 19 de dezembro, 2012.)
Nas relações de coesão textual,

Questão 57

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
As contas pagas pelos brasileiros ficarão, a partir
 
do próximo ano, mais justas. Isso não quer dizer
 
que as pessoas pagarão por produtos e serviços o
 
antigo “preço justo”, um dos conceitos básicos do
5
sistema econômico que precedeu o capitalismo, o
 
mercantilismo, em que o monarca, desconsiderando
 
a lei da oferta e da procura, arbitrava um preço fixo
 
ao pão, à cerveja e à carne. As contas ficarão mais
 
justas porque elas vão conter o valor dos impostos
10
pagos pelos consumidores, que, por enquanto,
 
é embutido no preço final das mercadorias e
 
serviços. O efeito esperado da nova lei é dar um
 
choque cultural no consumidor brasileiro. Ao
 
saber o que está pagando de impostos em um
15
cafezinho, no aluguel ou na mensalidade escolar,
 
o consumidor tende a ficar mais exigente, cobrando
 
mais a qualidade dos produtos e serviços e, em
 
última análise, pressionando pela diminuição da
 
carga tributária. O imposto é invisível, mas não é
20
leve. Muitas pessoas, por ser isentas do imposto
 
de renda, pensam que não pagam tributos e,
 
acreditando que os serviços são gratuitos, não
 
cobram a melhoria deles.
(Adaptado de Acabou o imposto invisível. Veja, 19 de dezembro, 2012.)
Provoca-se incorreção gramatical ao fazer a seguinte alteração no texto.

Questão 58

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
No que diz respeito ao uso dos sinais de pontuação no texto abaixo, assinale a opção correta.

Na Ata do Copom divulgada em janeiro, o Banco
Central passou o recado de que o problema da
economia brasileira não é falta de consumo; é
falta de oferta, que não se resolve com mais
afrouxamento monetário (política de juros). Antes
de verificar quais políticas podem ser acionadas
pelo governo para garantir um PIB mais alentado
em 2013 e 2014, é preciso sublinhar que o Banco
Central se recusa a desempenhar dupla função: a
de combater a inflação e, ao mesmo tempo, a de
garantir o aumento do emprego e da produção. E
isso contraria o que têm pedido setores importantes
do governo federal.
(Adaptado de Celso Ming. Estadão, 26 de janeiro de 2013 http://blogs. estadao.com.br/celso-ming, acesso em 26/1/2013)

Questão 59

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
El sector exterior se ha convertido en uno de los escasos
 
motores de empuje con los que puede contar la economía
 
española en esta crisis. La demanda interna se encuentra
 
bajo mínimos -como consecuencia de la funesta conjunción
5
del paro, la rebaja de los salarios, la inestabilidad laboral
 
y la contracción del crédito-, de ahí que los mercados
 
internacionales aparezcan como una gran oportunidad
 
para aquellas empresas capaces de vender sus productos
 
fuera de nuestras fronteras. Los últimos datos sobre
10
exportaciones, correspondientes al mes de noviembre,
 
revelan una leve caída -un 0,6%- por primera vez desde
 
el pasado mes de abril. Sin embargo, el déficit comercial
 
español disminuyó algo más del 47% respecto a noviembre
 
de 2011 y alcanzó su nivel más bajo desde 1997. Una
15
aparente contradicción, dado que ese descenso lo explica
 
el desplome de las compras, no la mejora de las ventas,
 
que están sufriendo los efectos coyunturales de una zona
 
euro en pleno enfriamiento. Las cifras concuerdan con los
 
datos generales de nuestra balanza, que indican que en
20
los 11 primeros meses de 2012 el saldo comercial negativo
 
de España volvió a reducirse un 29,5%.
 
Ni este ni otros indicadores pueden calificarse todavía de
 
brotes verdes -término acuñado por la exministra Elena
 
Salgado que el Gobierno no quiere utilizar- ni deben dar
25
lugar a triunfalismos excesivos. Pese a ello, datos como
 
el de la caída del déficit exterior constituyen señales
 
que apuntan -o anticipan- esa incipiente y esperada
 
recuperación. El desempeño actual del comercio exterior
 
español se asienta principalmente en cinco sectores
30
-bienes de equipo, alimentos, productos químicos, autos
 
y semimanufacturas-, así como en el esfuerzo de unas
 
empresas españolas que apuestan por mantener e incluso
 
incrementar sus relaciones y su presencia en el exterior.
 
Se trata de un esfuerzo que el Gobierno debe respaldar
35
con firmeza, sin tratar de ocupar un papel que corresponde
 
al sector privado, pero poniendo todos los medios a su
 
alcance para allanar un camino que resulta vital para la
 
recuperación de nuestra economía.
Adaptado de Cinco días, 22/01/13. Disponible en: http://www.cincodias.com/ articulo/opinion/motor-exterior-debe-respaldar/20130121cdscdsopi_10/
1
Brazil’s dream of shedding its middle-income status is over,
 
some Bric observers have said. But to UK recruitment
 
agencies, the South American powerhouse still offers
 
something that is much harder to fi nd close to home – huge
5
growth potential. Although Brazil’s gross domestic product
 
is estimated to have notched up less than 1 per cent growth
 
in 2012, UK recruitment groups are still opening offi ces
 
there and expanding deeper into the region.
 
“You will get these hiccups along the way,” says Steve
10
Ingham, chief executive of recruitment agency PageGroup
 
(formerly Michael Page International). “The economy won’t
 
always be as strong, but we will continue to invest through
 
the cycle such that our endgame is to have a lot more
 
offi ces and a lot more people in [Latin America].”
15
His company was one of the fi rst big UK recruiters to
 
enter the region, about 13 years ago. There are now
 
more than a dozen offi ces and about 600 staff in Latin
 
America operating under PageGroup. Almost 10 per cent
 
of PageGroup’s business is generated in the region but
20
Mr Ingham “easily imagines” that rising to a fi fth in the
 
near future. “Our expectations are enormous,” he says,
 
highlighting the potential beyond Brazil, in countries such
 
as Mexico and Chile. “We’re not just depending on Brazil
 
[to generate fees] any more.”
25
Other recruiters have followed suit, as part of their
 
expansion away from the saturated UK market to faster-
 
growing economies in Asia and beyond. Hays recently
 
opened offices in Colombia and Chile, and Brazil is already
 
the sixth-largest country in the group, based on net fees.
Source: Vanessa Kortekaas, Financial Times, February 4, 2013
En el texto se dice que, en la presente crisis española, el sector exterior:

Questão 60

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
El sector exterior se ha convertido en uno de los escasos
 
motores de empuje con los que puede contar la economía
 
española en esta crisis. La demanda interna se encuentra
 
bajo mínimos -como consecuencia de la funesta conjunción
5
del paro, la rebaja de los salarios, la inestabilidad laboral
 
y la contracción del crédito-, de ahí que los mercados
 
internacionales aparezcan como una gran oportunidad
 
para aquellas empresas capaces de vender sus productos
 
fuera de nuestras fronteras. Los últimos datos sobre
10
exportaciones, correspondientes al mes de noviembre,
 
revelan una leve caída -un 0,6%- por primera vez desde
 
el pasado mes de abril. Sin embargo, el déficit comercial
 
español disminuyó algo más del 47% respecto a noviembre
 
de 2011 y alcanzó su nivel más bajo desde 1997. Una
15
aparente contradicción, dado que ese descenso lo explica
 
el desplome de las compras, no la mejora de las ventas,
 
que están sufriendo los efectos coyunturales de una zona
 
euro en pleno enfriamiento. Las cifras concuerdan con los
 
datos generales de nuestra balanza, que indican que en
20
los 11 primeros meses de 2012 el saldo comercial negativo
 
de España volvió a reducirse un 29,5%.
 
Ni este ni otros indicadores pueden calificarse todavía de
 
brotes verdes -término acuñado por la exministra Elena
 
Salgado que el Gobierno no quiere utilizar- ni deben dar
25
lugar a triunfalismos excesivos. Pese a ello, datos como
 
el de la caída del déficit exterior constituyen señales
 
que apuntan -o anticipan- esa incipiente y esperada
 
recuperación. El desempeño actual del comercio exterior
 
español se asienta principalmente en cinco sectores
30
-bienes de equipo, alimentos, productos químicos, autos
 
y semimanufacturas-, así como en el esfuerzo de unas
 
empresas españolas que apuestan por mantener e incluso
 
incrementar sus relaciones y su presencia en el exterior.
 
Se trata de un esfuerzo que el Gobierno debe respaldar
35
con firmeza, sin tratar de ocupar un papel que corresponde
 
al sector privado, pero poniendo todos los medios a su
 
alcance para allanar un camino que resulta vital para la
 
recuperación de nuestra economía.
Adaptado de Cinco días, 22/01/13. Disponible en: http://www.cincodias.com/ articulo/opinion/motor-exterior-debe-respaldar/20130121cdscdsopi_10/
1
Brazil’s dream of shedding its middle-income status is over,
 
some Bric observers have said. But to UK recruitment
 
agencies, the South American powerhouse still offers
 
something that is much harder to fi nd close to home – huge
5
growth potential. Although Brazil’s gross domestic product
 
is estimated to have notched up less than 1 per cent growth
 
in 2012, UK recruitment groups are still opening offi ces
 
there and expanding deeper into the region.
 
“You will get these hiccups along the way,” says Steve
10
Ingham, chief executive of recruitment agency PageGroup
 
(formerly Michael Page International). “The economy won’t
 
always be as strong, but we will continue to invest through
 
the cycle such that our endgame is to have a lot more
 
offi ces and a lot more people in [Latin America].”
15
His company was one of the fi rst big UK recruiters to
 
enter the region, about 13 years ago. There are now
 
more than a dozen offi ces and about 600 staff in Latin
 
America operating under PageGroup. Almost 10 per cent
 
of PageGroup’s business is generated in the region but
20
Mr Ingham “easily imagines” that rising to a fi fth in the
 
near future. “Our expectations are enormous,” he says,
 
highlighting the potential beyond Brazil, in countries such
 
as Mexico and Chile. “We’re not just depending on Brazil
 
[to generate fees] any more.”
25
Other recruiters have followed suit, as part of their
 
expansion away from the saturated UK market to faster-
 
growing economies in Asia and beyond. Hays recently
 
opened offices in Colombia and Chile, and Brazil is already
 
the sixth-largest country in the group, based on net fees.
Source: Vanessa Kortekaas, Financial Times, February 4, 2013
The overall purpose of the text is to show that the UK recruitment industry

Questão 61

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
El sector exterior se ha convertido en uno de los escasos
 
motores de empuje con los que puede contar la economía
 
española en esta crisis. La demanda interna se encuentra
 
bajo mínimos -como consecuencia de la funesta conjunción
5
del paro, la rebaja de los salarios, la inestabilidad laboral
 
y la contracción del crédito-, de ahí que los mercados
 
internacionales aparezcan como una gran oportunidad
 
para aquellas empresas capaces de vender sus productos
 
fuera de nuestras fronteras. Los últimos datos sobre
10
exportaciones, correspondientes al mes de noviembre,
 
revelan una leve caída -un 0,6%- por primera vez desde
 
el pasado mes de abril. Sin embargo, el déficit comercial
 
español disminuyó algo más del 47% respecto a noviembre
 
de 2011 y alcanzó su nivel más bajo desde 1997. Una
15
aparente contradicción, dado que ese descenso lo explica
 
el desplome de las compras, no la mejora de las ventas,
 
que están sufriendo los efectos coyunturales de una zona
 
euro en pleno enfriamiento. Las cifras concuerdan con los
 
datos generales de nuestra balanza, que indican que en
20
los 11 primeros meses de 2012 el saldo comercial negativo
 
de España volvió a reducirse un 29,5%.
 
Ni este ni otros indicadores pueden calificarse todavía de
 
brotes verdes -término acuñado por la exministra Elena
 
Salgado que el Gobierno no quiere utilizar- ni deben dar
25
lugar a triunfalismos excesivos. Pese a ello, datos como
 
el de la caída del déficit exterior constituyen señales
 
que apuntan -o anticipan- esa incipiente y esperada
 
recuperación. El desempeño actual del comercio exterior
 
español se asienta principalmente en cinco sectores
30
-bienes de equipo, alimentos, productos químicos, autos
 
y semimanufacturas-, así como en el esfuerzo de unas
 
empresas españolas que apuestan por mantener e incluso
 
incrementar sus relaciones y su presencia en el exterior.
 
Se trata de un esfuerzo que el Gobierno debe respaldar
35
con firmeza, sin tratar de ocupar un papel que corresponde
 
al sector privado, pero poniendo todos los medios a su
 
alcance para allanar un camino que resulta vital para la
 
recuperación de nuestra economía.
Adaptado de Cinco días, 22/01/13. Disponible en: http://www.cincodias.com/ articulo/opinion/motor-exterior-debe-respaldar/20130121cdscdsopi_10/
1
Brazil’s dream of shedding its middle-income status is over,
 
some Bric observers have said. But to UK recruitment
 
agencies, the South American powerhouse still offers
 
something that is much harder to fi nd close to home – huge
5
growth potential. Although Brazil’s gross domestic product
 
is estimated to have notched up less than 1 per cent growth
 
in 2012, UK recruitment groups are still opening offi ces
 
there and expanding deeper into the region.
 
“You will get these hiccups along the way,” says Steve
10
Ingham, chief executive of recruitment agency PageGroup
 
(formerly Michael Page International). “The economy won’t
 
always be as strong, but we will continue to invest through
 
the cycle such that our endgame is to have a lot more
 
offi ces and a lot more people in [Latin America].”
15
His company was one of the fi rst big UK recruiters to
 
enter the region, about 13 years ago. There are now
 
more than a dozen offi ces and about 600 staff in Latin
 
America operating under PageGroup. Almost 10 per cent
 
of PageGroup’s business is generated in the region but
20
Mr Ingham “easily imagines” that rising to a fi fth in the
 
near future. “Our expectations are enormous,” he says,
 
highlighting the potential beyond Brazil, in countries such
 
as Mexico and Chile. “We’re not just depending on Brazil
 
[to generate fees] any more.”
25
Other recruiters have followed suit, as part of their
 
expansion away from the saturated UK market to faster-
 
growing economies in Asia and beyond. Hays recently
 
opened offices in Colombia and Chile, and Brazil is already
 
the sixth-largest country in the group, based on net fees.
Source: Vanessa Kortekaas, Financial Times, February 4, 2013
De acuerdo con el texto, el défi cit de la balanza comercial española se redujo:

Questão 62

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
El sector exterior se ha convertido en uno de los escasos
 
motores de empuje con los que puede contar la economía
 
española en esta crisis. La demanda interna se encuentra
 
bajo mínimos -como consecuencia de la funesta conjunción
5
del paro, la rebaja de los salarios, la inestabilidad laboral
 
y la contracción del crédito-, de ahí que los mercados
 
internacionales aparezcan como una gran oportunidad
 
para aquellas empresas capaces de vender sus productos
 
fuera de nuestras fronteras. Los últimos datos sobre
10
exportaciones, correspondientes al mes de noviembre,
 
revelan una leve caída -un 0,6%- por primera vez desde
 
el pasado mes de abril. Sin embargo, el déficit comercial
 
español disminuyó algo más del 47% respecto a noviembre
 
de 2011 y alcanzó su nivel más bajo desde 1997. Una
15
aparente contradicción, dado que ese descenso lo explica
 
el desplome de las compras, no la mejora de las ventas,
 
que están sufriendo los efectos coyunturales de una zona
 
euro en pleno enfriamiento. Las cifras concuerdan con los
 
datos generales de nuestra balanza, que indican que en
20
los 11 primeros meses de 2012 el saldo comercial negativo
 
de España volvió a reducirse un 29,5%.
 
Ni este ni otros indicadores pueden calificarse todavía de
 
brotes verdes -término acuñado por la exministra Elena
 
Salgado que el Gobierno no quiere utilizar- ni deben dar
25
lugar a triunfalismos excesivos. Pese a ello, datos como
 
el de la caída del déficit exterior constituyen señales
 
que apuntan -o anticipan- esa incipiente y esperada
 
recuperación. El desempeño actual del comercio exterior
 
español se asienta principalmente en cinco sectores
30
-bienes de equipo, alimentos, productos químicos, autos
 
y semimanufacturas-, así como en el esfuerzo de unas
 
empresas españolas que apuestan por mantener e incluso
 
incrementar sus relaciones y su presencia en el exterior.
 
Se trata de un esfuerzo que el Gobierno debe respaldar
35
con firmeza, sin tratar de ocupar un papel que corresponde
 
al sector privado, pero poniendo todos los medios a su
 
alcance para allanar un camino que resulta vital para la
 
recuperación de nuestra economía.
Adaptado de Cinco días, 22/01/13. Disponible en: http://www.cincodias.com/ articulo/opinion/motor-exterior-debe-respaldar/20130121cdscdsopi_10/
1
Brazil’s dream of shedding its middle-income status is over,
 
some Bric observers have said. But to UK recruitment
 
agencies, the South American powerhouse still offers
 
something that is much harder to fi nd close to home – huge
5
growth potential. Although Brazil’s gross domestic product
 
is estimated to have notched up less than 1 per cent growth
 
in 2012, UK recruitment groups are still opening offi ces
 
there and expanding deeper into the region.
 
“You will get these hiccups along the way,” says Steve
10
Ingham, chief executive of recruitment agency PageGroup
 
(formerly Michael Page International). “The economy won’t
 
always be as strong, but we will continue to invest through
 
the cycle such that our endgame is to have a lot more
 
offi ces and a lot more people in [Latin America].”
15
His company was one of the fi rst big UK recruiters to
 
enter the region, about 13 years ago. There are now
 
more than a dozen offi ces and about 600 staff in Latin
 
America operating under PageGroup. Almost 10 per cent
 
of PageGroup’s business is generated in the region but
20
Mr Ingham “easily imagines” that rising to a fi fth in the
 
near future. “Our expectations are enormous,” he says,
 
highlighting the potential beyond Brazil, in countries such
 
as Mexico and Chile. “We’re not just depending on Brazil
 
[to generate fees] any more.”
25
Other recruiters have followed suit, as part of their
 
expansion away from the saturated UK market to faster-
 
growing economies in Asia and beyond. Hays recently
 
opened offices in Colombia and Chile, and Brazil is already
 
the sixth-largest country in the group, based on net fees.
Source: Vanessa Kortekaas, Financial Times, February 4, 2013
In the view of the PageGroup’s CEO, economic slowdowns in Latin America

Questão 63

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
El sector exterior se ha convertido en uno de los escasos
 
motores de empuje con los que puede contar la economía
 
española en esta crisis. La demanda interna se encuentra
 
bajo mínimos -como consecuencia de la funesta conjunción
5
del paro, la rebaja de los salarios, la inestabilidad laboral
 
y la contracción del crédito-, de ahí que los mercados
 
internacionales aparezcan como una gran oportunidad
 
para aquellas empresas capaces de vender sus productos
 
fuera de nuestras fronteras. Los últimos datos sobre
10
exportaciones, correspondientes al mes de noviembre,
 
revelan una leve caída -un 0,6%- por primera vez desde
 
el pasado mes de abril. Sin embargo, el déficit comercial
 
español disminuyó algo más del 47% respecto a noviembre
 
de 2011 y alcanzó su nivel más bajo desde 1997. Una
15
aparente contradicción, dado que ese descenso lo explica
 
el desplome de las compras, no la mejora de las ventas,
 
que están sufriendo los efectos coyunturales de una zona
 
euro en pleno enfriamiento. Las cifras concuerdan con los
 
datos generales de nuestra balanza, que indican que en
20
los 11 primeros meses de 2012 el saldo comercial negativo
 
de España volvió a reducirse un 29,5%.
 
Ni este ni otros indicadores pueden calificarse todavía de
 
brotes verdes -término acuñado por la exministra Elena
 
Salgado que el Gobierno no quiere utilizar- ni deben dar
25
lugar a triunfalismos excesivos. Pese a ello, datos como
 
el de la caída del déficit exterior constituyen señales
 
que apuntan -o anticipan- esa incipiente y esperada
 
recuperación. El desempeño actual del comercio exterior
 
español se asienta principalmente en cinco sectores
30
-bienes de equipo, alimentos, productos químicos, autos
 
y semimanufacturas-, así como en el esfuerzo de unas
 
empresas españolas que apuestan por mantener e incluso
 
incrementar sus relaciones y su presencia en el exterior.
 
Se trata de un esfuerzo que el Gobierno debe respaldar
35
con firmeza, sin tratar de ocupar un papel que corresponde
 
al sector privado, pero poniendo todos los medios a su
 
alcance para allanar un camino que resulta vital para la
 
recuperación de nuestra economía.
Adaptado de Cinco días, 22/01/13. Disponible en: http://www.cincodias.com/ articulo/opinion/motor-exterior-debe-respaldar/20130121cdscdsopi_10/
1
Brazil’s dream of shedding its middle-income status is over,
 
some Bric observers have said. But to UK recruitment
 
agencies, the South American powerhouse still offers
 
something that is much harder to fi nd close to home – huge
5
growth potential. Although Brazil’s gross domestic product
 
is estimated to have notched up less than 1 per cent growth
 
in 2012, UK recruitment groups are still opening offi ces
 
there and expanding deeper into the region.
 
“You will get these hiccups along the way,” says Steve
10
Ingham, chief executive of recruitment agency PageGroup
 
(formerly Michael Page International). “The economy won’t
 
always be as strong, but we will continue to invest through
 
the cycle such that our endgame is to have a lot more
 
offi ces and a lot more people in [Latin America].”
15
His company was one of the fi rst big UK recruiters to
 
enter the region, about 13 years ago. There are now
 
more than a dozen offi ces and about 600 staff in Latin
 
America operating under PageGroup. Almost 10 per cent
 
of PageGroup’s business is generated in the region but
20
Mr Ingham “easily imagines” that rising to a fi fth in the
 
near future. “Our expectations are enormous,” he says,
 
highlighting the potential beyond Brazil, in countries such
 
as Mexico and Chile. “We’re not just depending on Brazil
 
[to generate fees] any more.”
25
Other recruiters have followed suit, as part of their
 
expansion away from the saturated UK market to faster-
 
growing economies in Asia and beyond. Hays recently
 
opened offices in Colombia and Chile, and Brazil is already
 
the sixth-largest country in the group, based on net fees.
Source: Vanessa Kortekaas, Financial Times, February 4, 2013
En la línea 6 del texto, la locución conjuntiva “de ahí que” expresa un sentido de:

Questão 64

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
El sector exterior se ha convertido en uno de los escasos
 
motores de empuje con los que puede contar la economía
 
española en esta crisis. La demanda interna se encuentra
 
bajo mínimos -como consecuencia de la funesta conjunción
5
del paro, la rebaja de los salarios, la inestabilidad laboral
 
y la contracción del crédito-, de ahí que los mercados
 
internacionales aparezcan como una gran oportunidad
 
para aquellas empresas capaces de vender sus productos
 
fuera de nuestras fronteras. Los últimos datos sobre
10
exportaciones, correspondientes al mes de noviembre,
 
revelan una leve caída -un 0,6%- por primera vez desde
 
el pasado mes de abril. Sin embargo, el déficit comercial
 
español disminuyó algo más del 47% respecto a noviembre
 
de 2011 y alcanzó su nivel más bajo desde 1997. Una
15
aparente contradicción, dado que ese descenso lo explica
 
el desplome de las compras, no la mejora de las ventas,
 
que están sufriendo los efectos coyunturales de una zona
 
euro en pleno enfriamiento. Las cifras concuerdan con los
 
datos generales de nuestra balanza, que indican que en
20
los 11 primeros meses de 2012 el saldo comercial negativo
 
de España volvió a reducirse un 29,5%.
 
Ni este ni otros indicadores pueden calificarse todavía de
 
brotes verdes -término acuñado por la exministra Elena
 
Salgado que el Gobierno no quiere utilizar- ni deben dar
25
lugar a triunfalismos excesivos. Pese a ello, datos como
 
el de la caída del déficit exterior constituyen señales
 
que apuntan -o anticipan- esa incipiente y esperada
 
recuperación. El desempeño actual del comercio exterior
 
español se asienta principalmente en cinco sectores
30
-bienes de equipo, alimentos, productos químicos, autos
 
y semimanufacturas-, así como en el esfuerzo de unas
 
empresas españolas que apuestan por mantener e incluso
 
incrementar sus relaciones y su presencia en el exterior.
 
Se trata de un esfuerzo que el Gobierno debe respaldar
35
con firmeza, sin tratar de ocupar un papel que corresponde
 
al sector privado, pero poniendo todos los medios a su
 
alcance para allanar un camino que resulta vital para la
 
recuperación de nuestra economía.
Adaptado de Cinco días, 22/01/13. Disponible en: http://www.cincodias.com/ articulo/opinion/motor-exterior-debe-respaldar/20130121cdscdsopi_10/
1
Brazil’s dream of shedding its middle-income status is over,
 
some Bric observers have said. But to UK recruitment
 
agencies, the South American powerhouse still offers
 
something that is much harder to fi nd close to home – huge
5
growth potential. Although Brazil’s gross domestic product
 
is estimated to have notched up less than 1 per cent growth
 
in 2012, UK recruitment groups are still opening offi ces
 
there and expanding deeper into the region.
 
“You will get these hiccups along the way,” says Steve
10
Ingham, chief executive of recruitment agency PageGroup
 
(formerly Michael Page International). “The economy won’t
 
always be as strong, but we will continue to invest through
 
the cycle such that our endgame is to have a lot more
 
offi ces and a lot more people in [Latin America].”
15
His company was one of the fi rst big UK recruiters to
 
enter the region, about 13 years ago. There are now
 
more than a dozen offi ces and about 600 staff in Latin
 
America operating under PageGroup. Almost 10 per cent
 
of PageGroup’s business is generated in the region but
20
Mr Ingham “easily imagines” that rising to a fi fth in the
 
near future. “Our expectations are enormous,” he says,
 
highlighting the potential beyond Brazil, in countries such
 
as Mexico and Chile. “We’re not just depending on Brazil
 
[to generate fees] any more.”
25
Other recruiters have followed suit, as part of their
 
expansion away from the saturated UK market to faster-
 
growing economies in Asia and beyond. Hays recently
 
opened offices in Colombia and Chile, and Brazil is already
 
the sixth-largest country in the group, based on net fees.
Source: Vanessa Kortekaas, Financial Times, February 4, 2013
In the past 13 years, the recruitment agency’s business strategy has been

Questão 65

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Once países de la UE autorizan impuesto en transacciones
 
Un grupo de 11 países de la Unión Europea (UE) dieron
 
luz verde para trabajar en la introducción de un impuesto
 
a las transacciones financieras, pese a la oposición de
5
algunas naciones que afirman que la medida puede tener
 
un impacto en las inversiones en Europa. La votación
 
que realizaron los ministros de Finanzas de la UE en
 
Bruselas dio como resultado que Alemania, Francia, Italia,
 
España, Austria, Portugal, Bélgica, Eslovaquia y Eslovenia
10
obtuvieran la autorización para trabajar su propio tributo a
 
las operaciones financieras. Alemania y Francia decidieron
 
impulsar la iniciativa junto a un grupo pequeño de países,
 
después de sus fallidos intentos por aprobar primero el
 
impuesto en toda la UE y luego en los estados miembros
15
de la zona euro. Un funcionario que estuvo durante la
 
votación dijo que los ministros que se abstuvieron de votar
 
fueron los representantes de Gran Bretaña, Luxemburgo,
 
República Checa y Malta.
 
El gravamen nació de la cabeza del economista
20
estadounidense James Tobin hace 40 años y es una muestra
 
del control que quieren implementar los gobiernos a los
 
bancos, que son señalados como los principales culpables
 
de causar la recesión financiera en el viejo continente. Está
 
diseñado para ayudar a pagar por el rescate de los bancos
25
de Europa, y desalentar las transacciones arriesgadas.
 
Se aplicaría a cualquiera que compre o venda acciones
 
o bonos, o haga inversiones en los mercados de estos
 
11 países que pretenden utilizar productos financieros
 
complejos llamados derivados. Luego de la decisión,
30
la Comisión Europea impulsará una nueva propuesta
 
sobre el impuesto, que de ser aprobada por los estados
 
involucrados, permitiría que el arancel fuera introducido
 
en los próximos meses. Con la implementación de este
 
nuevo gravamen, algunos expertos han comentado que la
35
recaudación podría llegar a un máximo de 35,000 millones
 
de euros anuales, pero los críticos de éste afirman que no
 
puede operar adecuadamente al menos que sea aplicado
 
en todo el mundo o en toda Europa.
Adaptado de El economista.mx, 22/01/13. Disponible en: http:// eleconomista.com.mx/economia-global/2013/0 1/22/alemania-francia- detallan-planes-profunda-union-monetaria
1
Brazil’s dream of shedding its middle-income status is over,
 
some Bric observers have said. But to UK recruitment
 
agencies, the South American powerhouse still offers
 
something that is much harder to fi nd close to home – huge
5
growth potential. Although Brazil’s gross domestic product
 
is estimated to have notched up less than 1 per cent growth
 
in 2012, UK recruitment groups are still opening offi ces
 
there and expanding deeper into the region.
 
“You will get these hiccups along the way,” says Steve
10
Ingham, chief executive of recruitment agency PageGroup
 
(formerly Michael Page International). “The economy won’t
 
always be as strong, but we will continue to invest through
 
the cycle such that our endgame is to have a lot more
 
offi ces and a lot more people in [Latin America].”
15
His company was one of the fi rst big UK recruiters to
 
enter the region, about 13 years ago. There are now
 
more than a dozen offi ces and about 600 staff in Latin
 
America operating under PageGroup. Almost 10 per cent
 
of PageGroup’s business is generated in the region but
20
Mr Ingham “easily imagines” that rising to a fi fth in the
 
near future. “Our expectations are enormous,” he says,
 
highlighting the potential beyond Brazil, in countries such
 
as Mexico and Chile. “We’re not just depending on Brazil
 
[to generate fees] any more.”
25
Other recruiters have followed suit, as part of their
 
expansion away from the saturated UK market to faster-
 
growing economies in Asia and beyond. Hays recently
 
opened offices in Colombia and Chile, and Brazil is already
 
the sixth-largest country in the group, based on net fees.
Source: Vanessa Kortekaas, Financial Times, February 4, 2013
En el texto se dice que el impuesto a las transacciones financieras:

Questão 66

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Once países de la UE autorizan impuesto en transacciones
 
Un grupo de 11 países de la Unión Europea (UE) dieron
 
luz verde para trabajar en la introducción de un impuesto
 
a las transacciones financieras, pese a la oposición de
5
algunas naciones que afirman que la medida puede tener
 
un impacto en las inversiones en Europa. La votación
 
que realizaron los ministros de Finanzas de la UE en
 
Bruselas dio como resultado que Alemania, Francia, Italia,
 
España, Austria, Portugal, Bélgica, Eslovaquia y Eslovenia
10
obtuvieran la autorización para trabajar su propio tributo a
 
las operaciones financieras. Alemania y Francia decidieron
 
impulsar la iniciativa junto a un grupo pequeño de países,
 
después de sus fallidos intentos por aprobar primero el
 
impuesto en toda la UE y luego en los estados miembros
15
de la zona euro. Un funcionario que estuvo durante la
 
votación dijo que los ministros que se abstuvieron de votar
 
fueron los representantes de Gran Bretaña, Luxemburgo,
 
República Checa y Malta.
 
El gravamen nació de la cabeza del economista
20
estadounidense James Tobin hace 40 años y es una muestra
 
del control que quieren implementar los gobiernos a los
 
bancos, que son señalados como los principales culpables
 
de causar la recesión financiera en el viejo continente. Está
 
diseñado para ayudar a pagar por el rescate de los bancos
25
de Europa, y desalentar las transacciones arriesgadas.
 
Se aplicaría a cualquiera que compre o venda acciones
 
o bonos, o haga inversiones en los mercados de estos
 
11 países que pretenden utilizar productos financieros
 
complejos llamados derivados. Luego de la decisión,
30
la Comisión Europea impulsará una nueva propuesta
 
sobre el impuesto, que de ser aprobada por los estados
 
involucrados, permitiría que el arancel fuera introducido
 
en los próximos meses. Con la implementación de este
 
nuevo gravamen, algunos expertos han comentado que la
35
recaudación podría llegar a un máximo de 35,000 millones
 
de euros anuales, pero los críticos de éste afirman que no
 
puede operar adecuadamente al menos que sea aplicado
 
en todo el mundo o en toda Europa.
Adaptado de El economista.mx, 22/01/13. Disponible en: http:// eleconomista.com.mx/economia-global/2013/0 1/22/alemania-francia- detallan-planes-profunda-union-monetaria
1
Brazil’s dream of shedding its middle-income status is over,
 
some Bric observers have said. But to UK recruitment
 
agencies, the South American powerhouse still offers
 
something that is much harder to fi nd close to home – huge
5
growth potential. Although Brazil’s gross domestic product
 
is estimated to have notched up less than 1 per cent growth
 
in 2012, UK recruitment groups are still opening offi ces
 
there and expanding deeper into the region.
 
“You will get these hiccups along the way,” says Steve
10
Ingham, chief executive of recruitment agency PageGroup
 
(formerly Michael Page International). “The economy won’t
 
always be as strong, but we will continue to invest through
 
the cycle such that our endgame is to have a lot more
 
offi ces and a lot more people in [Latin America].”
15
His company was one of the fi rst big UK recruiters to
 
enter the region, about 13 years ago. There are now
 
more than a dozen offi ces and about 600 staff in Latin
 
America operating under PageGroup. Almost 10 per cent
 
of PageGroup’s business is generated in the region but
20
Mr Ingham “easily imagines” that rising to a fi fth in the
 
near future. “Our expectations are enormous,” he says,
 
highlighting the potential beyond Brazil, in countries such
 
as Mexico and Chile. “We’re not just depending on Brazil
 
[to generate fees] any more.”
25
Other recruiters have followed suit, as part of their
 
expansion away from the saturated UK market to faster-
 
growing economies in Asia and beyond. Hays recently
 
opened offices in Colombia and Chile, and Brazil is already
 
the sixth-largest country in the group, based on net fees.
Source: Vanessa Kortekaas, Financial Times, February 4, 2013
It can be concluded from the passage that as far as Latin America is concerned,

Questão 67

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Once países de la UE autorizan impuesto en transacciones
 
Un grupo de 11 países de la Unión Europea (UE) dieron
 
luz verde para trabajar en la introducción de un impuesto
 
a las transacciones financieras, pese a la oposición de
5
algunas naciones que afirman que la medida puede tener
 
un impacto en las inversiones en Europa. La votación
 
que realizaron los ministros de Finanzas de la UE en
 
Bruselas dio como resultado que Alemania, Francia, Italia,
 
España, Austria, Portugal, Bélgica, Eslovaquia y Eslovenia
10
obtuvieran la autorización para trabajar su propio tributo a
 
las operaciones financieras. Alemania y Francia decidieron
 
impulsar la iniciativa junto a un grupo pequeño de países,
 
después de sus fallidos intentos por aprobar primero el
 
impuesto en toda la UE y luego en los estados miembros
15
de la zona euro. Un funcionario que estuvo durante la
 
votación dijo que los ministros que se abstuvieron de votar
 
fueron los representantes de Gran Bretaña, Luxemburgo,
 
República Checa y Malta.
 
El gravamen nació de la cabeza del economista
20
estadounidense James Tobin hace 40 años y es una muestra
 
del control que quieren implementar los gobiernos a los
 
bancos, que son señalados como los principales culpables
 
de causar la recesión financiera en el viejo continente. Está
 
diseñado para ayudar a pagar por el rescate de los bancos
25
de Europa, y desalentar las transacciones arriesgadas.
 
Se aplicaría a cualquiera que compre o venda acciones
 
o bonos, o haga inversiones en los mercados de estos
 
11 países que pretenden utilizar productos financieros
 
complejos llamados derivados. Luego de la decisión,
30
la Comisión Europea impulsará una nueva propuesta
 
sobre el impuesto, que de ser aprobada por los estados
 
involucrados, permitiría que el arancel fuera introducido
 
en los próximos meses. Con la implementación de este
 
nuevo gravamen, algunos expertos han comentado que la
35
recaudación podría llegar a un máximo de 35,000 millones
 
de euros anuales, pero los críticos de éste afirman que no
 
puede operar adecuadamente al menos que sea aplicado
 
en todo el mundo o en toda Europa.
Adaptado de El economista.mx, 22/01/13. Disponible en: http:// eleconomista.com.mx/economia-global/2013/0 1/22/alemania-francia- detallan-planes-profunda-union-monetaria
1
Warren Buffett, probably the world’s most successful
 
investor, has said that anything good that happened to him
 
could be traced back to the fact that he was born in the
 
right country, the United States, at the right time (1930).
5
A quarter of a century ago, when The World in 1988 light-
 
heartedly ranked 50 countries according to where would
 
be the best place to be born in 1988, America indeed came
 
top. But which country will be the best for a baby born in
 
2013?
10
To answer this, the Economist Intelligence Unit (EIU), a
 
sister company of The Economist, has this time turned
 
deadly serious. It earnestly attempts to measure which
 
country will provide the best opportunities for a healthy,
 
safe and prosperous life in the years ahead. Its quality-
15
of-life index links the results of subjective life-satisfaction
 
surveys—how happy people say they are—to objective
 
determinants of the quality of life across countries. Being
 
rich helps more than anything else, but it is not all that
 
counts; things like crime, trust in public institutions and the
20
health of family life matter too. In all, the index takes 11
 
statistically signifi cant indicators into account.
 
What does all this, and likely developments in the years
 
to come, mean for where a baby might be luckiest to be
 
born in 2013? After crunching its numbers, the EIU has
25
Switzerland comfortably in the top spot, with Australia
 
second. Small economies dominate the top ten. Half of
 
these are European, but only one, the Netherlands, is from
 
the euro zone. The Nordic countries shine, whereas the
 
crisis-ridden south of Europe (Greece, Portugal and Spain)
30
lags behind despite the advantage of a favourable climate.
 
The largest European economies (Germany, France and
 
Britain) do not do particularly well.
 
America, where babies will inherit the large debts of the
 
boomer generation, languishes back in 16th place. Despite
35
their economic dynamism, none of the BRIC countries
 
(Brazil, Russia, India and China) scores impressively.
 
Among the 80 countries covered, Nigeria comes last: it is
 
the worst place for a baby to enter the world in 2013.
Source: The Economist print edition (adapted), Nov 21, 2012.
De acuerdo con el texto, la iniciativa alemana y francesa junto a un reducido grupo de países;

Questão 68

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil

» Esta questão foi anulada pela banca.
1
Once países de la UE autorizan impuesto en transacciones
 
Un grupo de 11 países de la Unión Europea (UE) dieron
 
luz verde para trabajar en la introducción de un impuesto
 
a las transacciones financieras, pese a la oposición de
5
algunas naciones que afirman que la medida puede tener
 
un impacto en las inversiones en Europa. La votación
 
que realizaron los ministros de Finanzas de la UE en
 
Bruselas dio como resultado que Alemania, Francia, Italia,
 
España, Austria, Portugal, Bélgica, Eslovaquia y Eslovenia
10
obtuvieran la autorización para trabajar su propio tributo a
 
las operaciones financieras. Alemania y Francia decidieron
 
impulsar la iniciativa junto a un grupo pequeño de países,
 
después de sus fallidos intentos por aprobar primero el
 
impuesto en toda la UE y luego en los estados miembros
15
de la zona euro. Un funcionario que estuvo durante la
 
votación dijo que los ministros que se abstuvieron de votar
 
fueron los representantes de Gran Bretaña, Luxemburgo,
 
República Checa y Malta.
 
El gravamen nació de la cabeza del economista
20
estadounidense James Tobin hace 40 años y es una muestra
 
del control que quieren implementar los gobiernos a los
 
bancos, que son señalados como los principales culpables
 
de causar la recesión financiera en el viejo continente. Está
 
diseñado para ayudar a pagar por el rescate de los bancos
25
de Europa, y desalentar las transacciones arriesgadas.
 
Se aplicaría a cualquiera que compre o venda acciones
 
o bonos, o haga inversiones en los mercados de estos
 
11 países que pretenden utilizar productos financieros
 
complejos llamados derivados. Luego de la decisión,
30
la Comisión Europea impulsará una nueva propuesta
 
sobre el impuesto, que de ser aprobada por los estados
 
involucrados, permitiría que el arancel fuera introducido
 
en los próximos meses. Con la implementación de este
 
nuevo gravamen, algunos expertos han comentado que la
35
recaudación podría llegar a un máximo de 35,000 millones
 
de euros anuales, pero los críticos de éste afirman que no
 
puede operar adecuadamente al menos que sea aplicado
 
en todo el mundo o en toda Europa.
Adaptado de El economista.mx, 22/01/13. Disponible en: http:// eleconomista.com.mx/economia-global/2013/0 1/22/alemania-francia- detallan-planes-profunda-union-monetaria
1
Warren Buffett, probably the world’s most successful
 
investor, has said that anything good that happened to him
 
could be traced back to the fact that he was born in the
 
right country, the United States, at the right time (1930).
5
A quarter of a century ago, when The World in 1988 light-
 
heartedly ranked 50 countries according to where would
 
be the best place to be born in 1988, America indeed came
 
top. But which country will be the best for a baby born in
 
2013?
10
To answer this, the Economist Intelligence Unit (EIU), a
 
sister company of The Economist, has this time turned
 
deadly serious. It earnestly attempts to measure which
 
country will provide the best opportunities for a healthy,
 
safe and prosperous life in the years ahead. Its quality-
15
of-life index links the results of subjective life-satisfaction
 
surveys—how happy people say they are—to objective
 
determinants of the quality of life across countries. Being
 
rich helps more than anything else, but it is not all that
 
counts; things like crime, trust in public institutions and the
20
health of family life matter too. In all, the index takes 11
 
statistically signifi cant indicators into account.
 
What does all this, and likely developments in the years
 
to come, mean for where a baby might be luckiest to be
 
born in 2013? After crunching its numbers, the EIU has
25
Switzerland comfortably in the top spot, with Australia
 
second. Small economies dominate the top ten. Half of
 
these are European, but only one, the Netherlands, is from
 
the euro zone. The Nordic countries shine, whereas the
 
crisis-ridden south of Europe (Greece, Portugal and Spain)
30
lags behind despite the advantage of a favourable climate.
 
The largest European economies (Germany, France and
 
Britain) do not do particularly well.
 
America, where babies will inherit the large debts of the
 
boomer generation, languishes back in 16th place. Despite
35
their economic dynamism, none of the BRIC countries
 
(Brazil, Russia, India and China) scores impressively.
 
Among the 80 countries covered, Nigeria comes last: it is
 
the worst place for a baby to enter the world in 2013.
Source: The Economist print edition (adapted), Nov 21, 2012.
The text sets out to describe how a quality-of-life index

Questão 69

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Once países de la UE autorizan impuesto en transacciones
 
Un grupo de 11 países de la Unión Europea (UE) dieron
 
luz verde para trabajar en la introducción de un impuesto
 
a las transacciones financieras, pese a la oposición de
5
algunas naciones que afirman que la medida puede tener
 
un impacto en las inversiones en Europa. La votación
 
que realizaron los ministros de Finanzas de la UE en
 
Bruselas dio como resultado que Alemania, Francia, Italia,
 
España, Austria, Portugal, Bélgica, Eslovaquia y Eslovenia
10
obtuvieran la autorización para trabajar su propio tributo a
 
las operaciones financieras. Alemania y Francia decidieron
 
impulsar la iniciativa junto a un grupo pequeño de países,
 
después de sus fallidos intentos por aprobar primero el
 
impuesto en toda la UE y luego en los estados miembros
15
de la zona euro. Un funcionario que estuvo durante la
 
votación dijo que los ministros que se abstuvieron de votar
 
fueron los representantes de Gran Bretaña, Luxemburgo,
 
República Checa y Malta.
 
El gravamen nació de la cabeza del economista
20
estadounidense James Tobin hace 40 años y es una muestra
 
del control que quieren implementar los gobiernos a los
 
bancos, que son señalados como los principales culpables
 
de causar la recesión financiera en el viejo continente. Está
 
diseñado para ayudar a pagar por el rescate de los bancos
25
de Europa, y desalentar las transacciones arriesgadas.
 
Se aplicaría a cualquiera que compre o venda acciones
 
o bonos, o haga inversiones en los mercados de estos
 
11 países que pretenden utilizar productos financieros
 
complejos llamados derivados. Luego de la decisión,
30
la Comisión Europea impulsará una nueva propuesta
 
sobre el impuesto, que de ser aprobada por los estados
 
involucrados, permitiría que el arancel fuera introducido
 
en los próximos meses. Con la implementación de este
 
nuevo gravamen, algunos expertos han comentado que la
35
recaudación podría llegar a un máximo de 35,000 millones
 
de euros anuales, pero los críticos de éste afirman que no
 
puede operar adecuadamente al menos que sea aplicado
 
en todo el mundo o en toda Europa.
Adaptado de El economista.mx, 22/01/13. Disponible en: http:// eleconomista.com.mx/economia-global/2013/0 1/22/alemania-francia- detallan-planes-profunda-union-monetaria
1
Warren Buffett, probably the world’s most successful
 
investor, has said that anything good that happened to him
 
could be traced back to the fact that he was born in the
 
right country, the United States, at the right time (1930).
5
A quarter of a century ago, when The World in 1988 light-
 
heartedly ranked 50 countries according to where would
 
be the best place to be born in 1988, America indeed came
 
top. But which country will be the best for a baby born in
 
2013?
10
To answer this, the Economist Intelligence Unit (EIU), a
 
sister company of The Economist, has this time turned
 
deadly serious. It earnestly attempts to measure which
 
country will provide the best opportunities for a healthy,
 
safe and prosperous life in the years ahead. Its quality-
15
of-life index links the results of subjective life-satisfaction
 
surveys—how happy people say they are—to objective
 
determinants of the quality of life across countries. Being
 
rich helps more than anything else, but it is not all that
 
counts; things like crime, trust in public institutions and the
20
health of family life matter too. In all, the index takes 11
 
statistically signifi cant indicators into account.
 
What does all this, and likely developments in the years
 
to come, mean for where a baby might be luckiest to be
 
born in 2013? After crunching its numbers, the EIU has
25
Switzerland comfortably in the top spot, with Australia
 
second. Small economies dominate the top ten. Half of
 
these are European, but only one, the Netherlands, is from
 
the euro zone. The Nordic countries shine, whereas the
 
crisis-ridden south of Europe (Greece, Portugal and Spain)
30
lags behind despite the advantage of a favourable climate.
 
The largest European economies (Germany, France and
 
Britain) do not do particularly well.
 
America, where babies will inherit the large debts of the
 
boomer generation, languishes back in 16th place. Despite
35
their economic dynamism, none of the BRIC countries
 
(Brazil, Russia, India and China) scores impressively.
 
Among the 80 countries covered, Nigeria comes last: it is
 
the worst place for a baby to enter the world in 2013.
Source: The Economist print edition (adapted), Nov 21, 2012.
Según el texto, la introducción del arancel los próximos meses está:

Questão 70

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Once países de la UE autorizan impuesto en transacciones
 
Un grupo de 11 países de la Unión Europea (UE) dieron
 
luz verde para trabajar en la introducción de un impuesto
 
a las transacciones financieras, pese a la oposición de
5
algunas naciones que afirman que la medida puede tener
 
un impacto en las inversiones en Europa. La votación
 
que realizaron los ministros de Finanzas de la UE en
 
Bruselas dio como resultado que Alemania, Francia, Italia,
 
España, Austria, Portugal, Bélgica, Eslovaquia y Eslovenia
10
obtuvieran la autorización para trabajar su propio tributo a
 
las operaciones financieras. Alemania y Francia decidieron
 
impulsar la iniciativa junto a un grupo pequeño de países,
 
después de sus fallidos intentos por aprobar primero el
 
impuesto en toda la UE y luego en los estados miembros
15
de la zona euro. Un funcionario que estuvo durante la
 
votación dijo que los ministros que se abstuvieron de votar
 
fueron los representantes de Gran Bretaña, Luxemburgo,
 
República Checa y Malta.
 
El gravamen nació de la cabeza del economista
20
estadounidense James Tobin hace 40 años y es una muestra
 
del control que quieren implementar los gobiernos a los
 
bancos, que son señalados como los principales culpables
 
de causar la recesión financiera en el viejo continente. Está
 
diseñado para ayudar a pagar por el rescate de los bancos
25
de Europa, y desalentar las transacciones arriesgadas.
 
Se aplicaría a cualquiera que compre o venda acciones
 
o bonos, o haga inversiones en los mercados de estos
 
11 países que pretenden utilizar productos financieros
 
complejos llamados derivados. Luego de la decisión,
30
la Comisión Europea impulsará una nueva propuesta
 
sobre el impuesto, que de ser aprobada por los estados
 
involucrados, permitiría que el arancel fuera introducido
 
en los próximos meses. Con la implementación de este
 
nuevo gravamen, algunos expertos han comentado que la
35
recaudación podría llegar a un máximo de 35,000 millones
 
de euros anuales, pero los críticos de éste afirman que no
 
puede operar adecuadamente al menos que sea aplicado
 
en todo el mundo o en toda Europa.
Adaptado de El economista.mx, 22/01/13. Disponible en: http:// eleconomista.com.mx/economia-global/2013/0 1/22/alemania-francia- detallan-planes-profunda-union-monetaria
1
Warren Buffett, probably the world’s most successful
 
investor, has said that anything good that happened to him
 
could be traced back to the fact that he was born in the
 
right country, the United States, at the right time (1930).
5
A quarter of a century ago, when The World in 1988 light-
 
heartedly ranked 50 countries according to where would
 
be the best place to be born in 1988, America indeed came
 
top. But which country will be the best for a baby born in
 
2013?
10
To answer this, the Economist Intelligence Unit (EIU), a
 
sister company of The Economist, has this time turned
 
deadly serious. It earnestly attempts to measure which
 
country will provide the best opportunities for a healthy,
 
safe and prosperous life in the years ahead. Its quality-
15
of-life index links the results of subjective life-satisfaction
 
surveys—how happy people say they are—to objective
 
determinants of the quality of life across countries. Being
 
rich helps more than anything else, but it is not all that
 
counts; things like crime, trust in public institutions and the
20
health of family life matter too. In all, the index takes 11
 
statistically signifi cant indicators into account.
 
What does all this, and likely developments in the years
 
to come, mean for where a baby might be luckiest to be
 
born in 2013? After crunching its numbers, the EIU has
25
Switzerland comfortably in the top spot, with Australia
 
second. Small economies dominate the top ten. Half of
 
these are European, but only one, the Netherlands, is from
 
the euro zone. The Nordic countries shine, whereas the
 
crisis-ridden south of Europe (Greece, Portugal and Spain)
30
lags behind despite the advantage of a favourable climate.
 
The largest European economies (Germany, France and
 
Britain) do not do particularly well.
 
America, where babies will inherit the large debts of the
 
boomer generation, languishes back in 16th place. Despite
35
their economic dynamism, none of the BRIC countries
 
(Brazil, Russia, India and China) scores impressively.
 
Among the 80 countries covered, Nigeria comes last: it is
 
the worst place for a baby to enter the world in 2013.
Source: The Economist print edition (adapted), Nov 21, 2012.
It can be said about the criteria used to rate countries on this survey that they

Questão 71

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Intervenciones cambiarias para frenar el retroceso del
 
dólar en América Latina
 
Latinoamérica no ha estado ajena a la depreciación del
 
dólar frente a las monedas domésticas, en momentos en
5
que se especula con la posibilidad de que el Banco Central
 
chileno pueda intervenir el mercado cambiario, medida
 
que tomó por última vez en 2011. El año pasado, las
 
autoridades monetarias de la región destinaron alrededor
 
de US$ 39.345 millones en frenar la depreciación del
10
billete, aunque los resultados han sido disímiles. La única
 
divisa regional que dio vuelta la tendencia y se depreció
 
frente al dólar fue el real brasileño, que cedió 9% el año
 
pasado tras un fuerte programa de intervención del banco
 
central local. La potencia regional fue la que más gastó
15
en ese intento. En tanto, las monedas de Colombia,
 
México y Perú terminaron 2012 con avances superiores
 
al 5,6%. Es que los fundamentales que impulsan la
 
depreciación del billete verde -como el buen desempeño
 
macroeconómico de la región y el aumento en los fl ujos
20
de capital por el diferencial de tasas en comparación al
 
mundo desarrollado- eclipsan las medidas tomadas por las
 
autoridades monetarias.
 
Desde Nueva York, el analista de Deutsche Bank para
 
América Latina, Gustavo Cañonero, señala que los
25
programas de compra de divisas en América Latina han
 
tenido efectos “muy temporales” y “no han podido frenar”
 
el avance de las divisas locales frente al dólar. “Un
 
ingreso de capitales hacia la economía haría lógico que
 
el sector público tratara de reducir su gasto en consumo
30
para compensar la fortaleza de la demanda externa. Eso
 
frenaría un poco la apreciación de la moneda local frente
 
al dólar. Otra alternativa sería un impuesto que hiciera
 
más costosas las inversiones extranjeras de corto plazo”,
 
recomienda el experto. Para Alexis Osses, de Xdirect,
35
una de las principales causas del avance de las monedas
 
latinas frente al dólar es el exceso de liquidez que hay
 
en el mundo por los planes de estímulo del Sistema de
 
Reserva Federal (Fed). “Es imposible pensar que hoy,
 
en un escenario donde EEUU presiona a la baja al dólar,
40
se pueda sostener una intervención en el largo plazo en
 
América Latina”, asegura. Y añade que, por el lado fi scal,
 
“no hay mucho que los gobiernos puedan hacer”, ya que
 
el gasto público en la región ha tendido a moderarse
 
para evitar seguir presionando a la baja al dólar. “No veo
45
condiciones en las que el dólar se aprecie en el corto plazo
 
en América Latina, donde hay tasas de interés muy altas,
 
infl ación en retroceso y economías creciendo a tasas
 
sólidas.
Diario Financiero, 23/01/13. Disponible en: http://www.df.cl/ intervenciones-cambiarias-no-han-logrado-frenar-el-retroceso-del- dolar-en-america-latina/prontus_df/2013-01-22/211254.html
1
Warren Buffett, probably the world’s most successful
 
investor, has said that anything good that happened to him
 
could be traced back to the fact that he was born in the
 
right country, the United States, at the right time (1930).
5
A quarter of a century ago, when The World in 1988 light-
 
heartedly ranked 50 countries according to where would
 
be the best place to be born in 1988, America indeed came
 
top. But which country will be the best for a baby born in
 
2013?
10
To answer this, the Economist Intelligence Unit (EIU), a
 
sister company of The Economist, has this time turned
 
deadly serious. It earnestly attempts to measure which
 
country will provide the best opportunities for a healthy,
 
safe and prosperous life in the years ahead. Its quality-
15
of-life index links the results of subjective life-satisfaction
 
surveys—how happy people say they are—to objective
 
determinants of the quality of life across countries. Being
 
rich helps more than anything else, but it is not all that
 
counts; things like crime, trust in public institutions and the
20
health of family life matter too. In all, the index takes 11
 
statistically signifi cant indicators into account.
 
What does all this, and likely developments in the years
 
to come, mean for where a baby might be luckiest to be
 
born in 2013? After crunching its numbers, the EIU has
25
Switzerland comfortably in the top spot, with Australia
 
second. Small economies dominate the top ten. Half of
 
these are European, but only one, the Netherlands, is from
 
the euro zone. The Nordic countries shine, whereas the
 
crisis-ridden south of Europe (Greece, Portugal and Spain)
30
lags behind despite the advantage of a favourable climate.
 
The largest European economies (Germany, France and
 
Britain) do not do particularly well.
 
America, where babies will inherit the large debts of the
 
boomer generation, languishes back in 16th place. Despite
35
their economic dynamism, none of the BRIC countries
 
(Brazil, Russia, India and China) scores impressively.
 
Among the 80 countries covered, Nigeria comes last: it is
 
the worst place for a baby to enter the world in 2013.
Source: The Economist print edition (adapted), Nov 21, 2012.
En el texto se dice que los esfuerzos latinoamericanos por frenar la depreciación del dólar:

Questão 72

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Intervenciones cambiarias para frenar el retroceso del
 
dólar en América Latina
 
Latinoamérica no ha estado ajena a la depreciación del
 
dólar frente a las monedas domésticas, en momentos en
5
que se especula con la posibilidad de que el Banco Central
 
chileno pueda intervenir el mercado cambiario, medida
 
que tomó por última vez en 2011. El año pasado, las
 
autoridades monetarias de la región destinaron alrededor
 
de US$ 39.345 millones en frenar la depreciación del
10
billete, aunque los resultados han sido disímiles. La única
 
divisa regional que dio vuelta la tendencia y se depreció
 
frente al dólar fue el real brasileño, que cedió 9% el año
 
pasado tras un fuerte programa de intervención del banco
 
central local. La potencia regional fue la que más gastó
15
en ese intento. En tanto, las monedas de Colombia,
 
México y Perú terminaron 2012 con avances superiores
 
al 5,6%. Es que los fundamentales que impulsan la
 
depreciación del billete verde -como el buen desempeño
 
macroeconómico de la región y el aumento en los fl ujos
20
de capital por el diferencial de tasas en comparación al
 
mundo desarrollado- eclipsan las medidas tomadas por las
 
autoridades monetarias.
 
Desde Nueva York, el analista de Deutsche Bank para
 
América Latina, Gustavo Cañonero, señala que los
25
programas de compra de divisas en América Latina han
 
tenido efectos “muy temporales” y “no han podido frenar”
 
el avance de las divisas locales frente al dólar. “Un
 
ingreso de capitales hacia la economía haría lógico que
 
el sector público tratara de reducir su gasto en consumo
30
para compensar la fortaleza de la demanda externa. Eso
 
frenaría un poco la apreciación de la moneda local frente
 
al dólar. Otra alternativa sería un impuesto que hiciera
 
más costosas las inversiones extranjeras de corto plazo”,
 
recomienda el experto. Para Alexis Osses, de Xdirect,
35
una de las principales causas del avance de las monedas
 
latinas frente al dólar es el exceso de liquidez que hay
 
en el mundo por los planes de estímulo del Sistema de
 
Reserva Federal (Fed). “Es imposible pensar que hoy,
 
en un escenario donde EEUU presiona a la baja al dólar,
40
se pueda sostener una intervención en el largo plazo en
 
América Latina”, asegura. Y añade que, por el lado fi scal,
 
“no hay mucho que los gobiernos puedan hacer”, ya que
 
el gasto público en la región ha tendido a moderarse
 
para evitar seguir presionando a la baja al dólar. “No veo
45
condiciones en las que el dólar se aprecie en el corto plazo
 
en América Latina, donde hay tasas de interés muy altas,
 
infl ación en retroceso y economías creciendo a tasas
 
sólidas.
Diario Financiero, 23/01/13. Disponible en: http://www.df.cl/ intervenciones-cambiarias-no-han-logrado-frenar-el-retroceso-del- dolar-en-america-latina/prontus_df/2013-01-22/211254.html
1
Warren Buffett, probably the world’s most successful
 
investor, has said that anything good that happened to him
 
could be traced back to the fact that he was born in the
 
right country, the United States, at the right time (1930).
5
A quarter of a century ago, when The World in 1988 light-
 
heartedly ranked 50 countries according to where would
 
be the best place to be born in 1988, America indeed came
 
top. But which country will be the best for a baby born in
 
2013?
10
To answer this, the Economist Intelligence Unit (EIU), a
 
sister company of The Economist, has this time turned
 
deadly serious. It earnestly attempts to measure which
 
country will provide the best opportunities for a healthy,
 
safe and prosperous life in the years ahead. Its quality-
15
of-life index links the results of subjective life-satisfaction
 
surveys—how happy people say they are—to objective
 
determinants of the quality of life across countries. Being
 
rich helps more than anything else, but it is not all that
 
counts; things like crime, trust in public institutions and the
20
health of family life matter too. In all, the index takes 11
 
statistically signifi cant indicators into account.
 
What does all this, and likely developments in the years
 
to come, mean for where a baby might be luckiest to be
 
born in 2013? After crunching its numbers, the EIU has
25
Switzerland comfortably in the top spot, with Australia
 
second. Small economies dominate the top ten. Half of
 
these are European, but only one, the Netherlands, is from
 
the euro zone. The Nordic countries shine, whereas the
 
crisis-ridden south of Europe (Greece, Portugal and Spain)
30
lags behind despite the advantage of a favourable climate.
 
The largest European economies (Germany, France and
 
Britain) do not do particularly well.
 
America, where babies will inherit the large debts of the
 
boomer generation, languishes back in 16th place. Despite
35
their economic dynamism, none of the BRIC countries
 
(Brazil, Russia, India and China) scores impressively.
 
Among the 80 countries covered, Nigeria comes last: it is
 
the worst place for a baby to enter the world in 2013.
Source: The Economist print edition (adapted), Nov 21, 2012.
Regarding Brazil’s rating in the survey, the text considers that it

Questão 73

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Intervenciones cambiarias para frenar el retroceso del
 
dólar en América Latina
 
Latinoamérica no ha estado ajena a la depreciación del
 
dólar frente a las monedas domésticas, en momentos en
5
que se especula con la posibilidad de que el Banco Central
 
chileno pueda intervenir el mercado cambiario, medida
 
que tomó por última vez en 2011. El año pasado, las
 
autoridades monetarias de la región destinaron alrededor
 
de US$ 39.345 millones en frenar la depreciación del
10
billete, aunque los resultados han sido disímiles. La única
 
divisa regional que dio vuelta la tendencia y se depreció
 
frente al dólar fue el real brasileño, que cedió 9% el año
 
pasado tras un fuerte programa de intervención del banco
 
central local. La potencia regional fue la que más gastó
15
en ese intento. En tanto, las monedas de Colombia,
 
México y Perú terminaron 2012 con avances superiores
 
al 5,6%. Es que los fundamentales que impulsan la
 
depreciación del billete verde -como el buen desempeño
 
macroeconómico de la región y el aumento en los fl ujos
20
de capital por el diferencial de tasas en comparación al
 
mundo desarrollado- eclipsan las medidas tomadas por las
 
autoridades monetarias.
 
Desde Nueva York, el analista de Deutsche Bank para
 
América Latina, Gustavo Cañonero, señala que los
25
programas de compra de divisas en América Latina han
 
tenido efectos “muy temporales” y “no han podido frenar”
 
el avance de las divisas locales frente al dólar. “Un
 
ingreso de capitales hacia la economía haría lógico que
 
el sector público tratara de reducir su gasto en consumo
30
para compensar la fortaleza de la demanda externa. Eso
 
frenaría un poco la apreciación de la moneda local frente
 
al dólar. Otra alternativa sería un impuesto que hiciera
 
más costosas las inversiones extranjeras de corto plazo”,
 
recomienda el experto. Para Alexis Osses, de Xdirect,
35
una de las principales causas del avance de las monedas
 
latinas frente al dólar es el exceso de liquidez que hay
 
en el mundo por los planes de estímulo del Sistema de
 
Reserva Federal (Fed). “Es imposible pensar que hoy,
 
en un escenario donde EEUU presiona a la baja al dólar,
40
se pueda sostener una intervención en el largo plazo en
 
América Latina”, asegura. Y añade que, por el lado fi scal,
 
“no hay mucho que los gobiernos puedan hacer”, ya que
 
el gasto público en la región ha tendido a moderarse
 
para evitar seguir presionando a la baja al dólar. “No veo
45
condiciones en las que el dólar se aprecie en el corto plazo
 
en América Latina, donde hay tasas de interés muy altas,
 
infl ación en retroceso y economías creciendo a tasas
 
sólidas.
Diario Financiero, 23/01/13. Disponible en: http://www.df.cl/ intervenciones-cambiarias-no-han-logrado-frenar-el-retroceso-del- dolar-en-america-latina/prontus_df/2013-01-22/211254.html
1
Warren Buffett, probably the world’s most successful
 
investor, has said that anything good that happened to him
 
could be traced back to the fact that he was born in the
 
right country, the United States, at the right time (1930).
5
A quarter of a century ago, when The World in 1988 light-
 
heartedly ranked 50 countries according to where would
 
be the best place to be born in 1988, America indeed came
 
top. But which country will be the best for a baby born in
 
2013?
10
To answer this, the Economist Intelligence Unit (EIU), a
 
sister company of The Economist, has this time turned
 
deadly serious. It earnestly attempts to measure which
 
country will provide the best opportunities for a healthy,
 
safe and prosperous life in the years ahead. Its quality-
15
of-life index links the results of subjective life-satisfaction
 
surveys—how happy people say they are—to objective
 
determinants of the quality of life across countries. Being
 
rich helps more than anything else, but it is not all that
 
counts; things like crime, trust in public institutions and the
20
health of family life matter too. In all, the index takes 11
 
statistically signifi cant indicators into account.
 
What does all this, and likely developments in the years
 
to come, mean for where a baby might be luckiest to be
 
born in 2013? After crunching its numbers, the EIU has
25
Switzerland comfortably in the top spot, with Australia
 
second. Small economies dominate the top ten. Half of
 
these are European, but only one, the Netherlands, is from
 
the euro zone. The Nordic countries shine, whereas the
 
crisis-ridden south of Europe (Greece, Portugal and Spain)
30
lags behind despite the advantage of a favourable climate.
 
The largest European economies (Germany, France and
 
Britain) do not do particularly well.
 
America, where babies will inherit the large debts of the
 
boomer generation, languishes back in 16th place. Despite
35
their economic dynamism, none of the BRIC countries
 
(Brazil, Russia, India and China) scores impressively.
 
Among the 80 countries covered, Nigeria comes last: it is
 
the worst place for a baby to enter the world in 2013.
Source: The Economist print edition (adapted), Nov 21, 2012.
De acuerdo con el texto, la apreciación de las monedas latinoamericanas frente al dólar:

Questão 74

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Intervenciones cambiarias para frenar el retroceso del
 
dólar en América Latina
 
Latinoamérica no ha estado ajena a la depreciación del
 
dólar frente a las monedas domésticas, en momentos en
5
que se especula con la posibilidad de que el Banco Central
 
chileno pueda intervenir el mercado cambiario, medida
 
que tomó por última vez en 2011. El año pasado, las
 
autoridades monetarias de la región destinaron alrededor
 
de US$ 39.345 millones en frenar la depreciación del
10
billete, aunque los resultados han sido disímiles. La única
 
divisa regional que dio vuelta la tendencia y se depreció
 
frente al dólar fue el real brasileño, que cedió 9% el año
 
pasado tras un fuerte programa de intervención del banco
 
central local. La potencia regional fue la que más gastó
15
en ese intento. En tanto, las monedas de Colombia,
 
México y Perú terminaron 2012 con avances superiores
 
al 5,6%. Es que los fundamentales que impulsan la
 
depreciación del billete verde -como el buen desempeño
 
macroeconómico de la región y el aumento en los fl ujos
20
de capital por el diferencial de tasas en comparación al
 
mundo desarrollado- eclipsan las medidas tomadas por las
 
autoridades monetarias.
 
Desde Nueva York, el analista de Deutsche Bank para
 
América Latina, Gustavo Cañonero, señala que los
25
programas de compra de divisas en América Latina han
 
tenido efectos “muy temporales” y “no han podido frenar”
 
el avance de las divisas locales frente al dólar. “Un
 
ingreso de capitales hacia la economía haría lógico que
 
el sector público tratara de reducir su gasto en consumo
30
para compensar la fortaleza de la demanda externa. Eso
 
frenaría un poco la apreciación de la moneda local frente
 
al dólar. Otra alternativa sería un impuesto que hiciera
 
más costosas las inversiones extranjeras de corto plazo”,
 
recomienda el experto. Para Alexis Osses, de Xdirect,
35
una de las principales causas del avance de las monedas
 
latinas frente al dólar es el exceso de liquidez que hay
 
en el mundo por los planes de estímulo del Sistema de
 
Reserva Federal (Fed). “Es imposible pensar que hoy,
 
en un escenario donde EEUU presiona a la baja al dólar,
40
se pueda sostener una intervención en el largo plazo en
 
América Latina”, asegura. Y añade que, por el lado fi scal,
 
“no hay mucho que los gobiernos puedan hacer”, ya que
 
el gasto público en la región ha tendido a moderarse
 
para evitar seguir presionando a la baja al dólar. “No veo
45
condiciones en las que el dólar se aprecie en el corto plazo
 
en América Latina, donde hay tasas de interés muy altas,
 
infl ación en retroceso y economías creciendo a tasas
 
sólidas.
Diario Financiero, 23/01/13. Disponible en: http://www.df.cl/ intervenciones-cambiarias-no-han-logrado-frenar-el-retroceso-del- dolar-en-america-latina/prontus_df/2013-01-22/211254.html
1
Warren Buffett, probably the world’s most successful
 
investor, has said that anything good that happened to him
 
could be traced back to the fact that he was born in the
 
right country, the United States, at the right time (1930).
5
A quarter of a century ago, when The World in 1988 light-
 
heartedly ranked 50 countries according to where would
 
be the best place to be born in 1988, America indeed came
 
top. But which country will be the best for a baby born in
 
2013?
10
To answer this, the Economist Intelligence Unit (EIU), a
 
sister company of The Economist, has this time turned
 
deadly serious. It earnestly attempts to measure which
 
country will provide the best opportunities for a healthy,
 
safe and prosperous life in the years ahead. Its quality-
15
of-life index links the results of subjective life-satisfaction
 
surveys—how happy people say they are—to objective
 
determinants of the quality of life across countries. Being
 
rich helps more than anything else, but it is not all that
 
counts; things like crime, trust in public institutions and the
20
health of family life matter too. In all, the index takes 11
 
statistically signifi cant indicators into account.
 
What does all this, and likely developments in the years
 
to come, mean for where a baby might be luckiest to be
 
born in 2013? After crunching its numbers, the EIU has
25
Switzerland comfortably in the top spot, with Australia
 
second. Small economies dominate the top ten. Half of
 
these are European, but only one, the Netherlands, is from
 
the euro zone. The Nordic countries shine, whereas the
 
crisis-ridden south of Europe (Greece, Portugal and Spain)
30
lags behind despite the advantage of a favourable climate.
 
The largest European economies (Germany, France and
 
Britain) do not do particularly well.
 
America, where babies will inherit the large debts of the
 
boomer generation, languishes back in 16th place. Despite
35
their economic dynamism, none of the BRIC countries
 
(Brazil, Russia, India and China) scores impressively.
 
Among the 80 countries covered, Nigeria comes last: it is
 
the worst place for a baby to enter the world in 2013.
Source: The Economist print edition (adapted), Nov 21, 2012.
The ranking that can be inferred from the information in the passage puts

Questão 75

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
China concentra el 21% del intercambio comercial chileno
 
El intercambio comercial con China ascendió a US$32.364
 
millones durante 2012, cifra que representó el 21% del
 
comercio exterior de Chile. Aunque durante el año pasado
5
las exportaciones al país asiático sólo subieron un 1,2%
 
y se redujo el superávit comercial, es llamativo el fuerte
 
crecimiento de la actividad con esa nación. En cuatro
 
años, las ventas a la República Popular subieron 121%,
 
mientras que las compras se incrementaron en 78% en
10
igual período. De la cartera de productos que enviamos
 
a China, el 81% del monto corresponde a cobre, seguido
 
de celulosa y papel, con el 4,8%. Alimentos y frutas, en
 
conjunto, representan un modesto 4%. Mirado desde otra
 
perspectiva, las ventas de cobre al exterior ascienden a
15
US$42.723 millones, cifras que refl ejó una baja de 3,9%
 
en comparación a 2011, y de todos los compradores de
 
metal rojo, China lleva por lejos el liderazgo, pues adquirió
 
US$15.241 millones, equivalentes al 35,7%.
 
Nuestro segundo socio comercial, EE.UU, tiene una cuota
20
de 17% del intercambio chileno, con US$26.455 millones.
 
También, representa el tercer comprador de cobre, con
 
US$3.553 millones, aunque es el primero si se trata de
 
frutas o salmón. De los envíos por US$4.235 millones
 
de fruta, el mercado estadounidense se queda con el
25
33,8%, implicando US$1.431 millones. Asimismo, de los
 
US$1.985 millones exportados en salmón, el 36% se dirige
 
a la nación norteamericana, totalizando US$717 millones.
 
Es interesante constatar que Países Bajos es el segundo
 
comprador de celulosa y papel, al registrar US$301
30
millones y una participación de 9,1% en los envíos.
Tomado de Estrategia, 25/01/13. Disponible en: http://www.estrategia.cl/ detalle_noticia.php?cod=72256
1
WHEN you see a car being driven firmly within its lane and
 
well under the speed limit, there’s nothing to worry about.
 
Or is there? If you’re David A. Rosenberg, the glass-half-
 
empty economist, there most certainly is. He says the world
5
economy is like that car. And where others see stability and
 
recovery, he sees “a car being driven by a drunk, lurching
 
from side to side on the road, narrowly avoiding the ditches
 
each time.”
 
At this particular moment, he says, the car happens to be
10
in the middle of the road. But he can’t help but ask, “Is
 
that because the driver has sobered up, or is it because
 
the car is just passing through the middle on its way to the
 
ditch on the other side?” Mr. Rosenberg isn’t certain of the
 
answer. But despite the cheer pervading the stock market
15
and the relatively upbeat perspective of most economists,
 
he says he isn’t convinced that the car will remain safely
 
out of those ditches.
 
Formerly the chief North American economist at Merrill
 
Lynch, and now proudly back in his native Canada as
20
chief economist and strategist at Gluskin Sheff in Toronto,
 
Mr. Rosenberg writes a market newsletter that is always
 
provocative, often cantankerous and frequently out of step
 
with the Wall Street consensus. “I’d say I’m as pragmatic as
 
possible and not locked into one position,” he says, “but I
25
do understand that I have a much better record forecasting
 
rain than in predicting the return of sunshine.”
Source: Jeff Sommer, in The New York Times, February 2, 2013 (adapted)
Según el texto, el intercambio comercial entre China y Chile:

Questão 76

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
China concentra el 21% del intercambio comercial chileno
 
El intercambio comercial con China ascendió a US$32.364
 
millones durante 2012, cifra que representó el 21% del
 
comercio exterior de Chile. Aunque durante el año pasado
5
las exportaciones al país asiático sólo subieron un 1,2%
 
y se redujo el superávit comercial, es llamativo el fuerte
 
crecimiento de la actividad con esa nación. En cuatro
 
años, las ventas a la República Popular subieron 121%,
 
mientras que las compras se incrementaron en 78% en
10
igual período. De la cartera de productos que enviamos
 
a China, el 81% del monto corresponde a cobre, seguido
 
de celulosa y papel, con el 4,8%. Alimentos y frutas, en
 
conjunto, representan un modesto 4%. Mirado desde otra
 
perspectiva, las ventas de cobre al exterior ascienden a
15
US$42.723 millones, cifras que refl ejó una baja de 3,9%
 
en comparación a 2011, y de todos los compradores de
 
metal rojo, China lleva por lejos el liderazgo, pues adquirió
 
US$15.241 millones, equivalentes al 35,7%.
 
Nuestro segundo socio comercial, EE.UU, tiene una cuota
20
de 17% del intercambio chileno, con US$26.455 millones.
 
También, representa el tercer comprador de cobre, con
 
US$3.553 millones, aunque es el primero si se trata de
 
frutas o salmón. De los envíos por US$4.235 millones
 
de fruta, el mercado estadounidense se queda con el
25
33,8%, implicando US$1.431 millones. Asimismo, de los
 
US$1.985 millones exportados en salmón, el 36% se dirige
 
a la nación norteamericana, totalizando US$717 millones.
 
Es interesante constatar que Países Bajos es el segundo
 
comprador de celulosa y papel, al registrar US$301
30
millones y una participación de 9,1% en los envíos.
Tomado de Estrategia, 25/01/13. Disponible en: http://www.estrategia.cl/ detalle_noticia.php?cod=72256
1
WHEN you see a car being driven firmly within its lane and
 
well under the speed limit, there’s nothing to worry about.
 
Or is there? If you’re David A. Rosenberg, the glass-half-
 
empty economist, there most certainly is. He says the world
5
economy is like that car. And where others see stability and
 
recovery, he sees “a car being driven by a drunk, lurching
 
from side to side on the road, narrowly avoiding the ditches
 
each time.”
 
At this particular moment, he says, the car happens to be
10
in the middle of the road. But he can’t help but ask, “Is
 
that because the driver has sobered up, or is it because
 
the car is just passing through the middle on its way to the
 
ditch on the other side?” Mr. Rosenberg isn’t certain of the
 
answer. But despite the cheer pervading the stock market
15
and the relatively upbeat perspective of most economists,
 
he says he isn’t convinced that the car will remain safely
 
out of those ditches.
 
Formerly the chief North American economist at Merrill
 
Lynch, and now proudly back in his native Canada as
20
chief economist and strategist at Gluskin Sheff in Toronto,
 
Mr. Rosenberg writes a market newsletter that is always
 
provocative, often cantankerous and frequently out of step
 
with the Wall Street consensus. “I’d say I’m as pragmatic as
 
possible and not locked into one position,” he says, “but I
25
do understand that I have a much better record forecasting
 
rain than in predicting the return of sunshine.”
Source: Jeff Sommer, in The New York Times, February 2, 2013 (adapted)
In the passage, economist David Rosenberg is portrayed as

Questão 77

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
China concentra el 21% del intercambio comercial chileno
 
El intercambio comercial con China ascendió a US$32.364
 
millones durante 2012, cifra que representó el 21% del
 
comercio exterior de Chile. Aunque durante el año pasado
5
las exportaciones al país asiático sólo subieron un 1,2%
 
y se redujo el superávit comercial, es llamativo el fuerte
 
crecimiento de la actividad con esa nación. En cuatro
 
años, las ventas a la República Popular subieron 121%,
 
mientras que las compras se incrementaron en 78% en
10
igual período. De la cartera de productos que enviamos
 
a China, el 81% del monto corresponde a cobre, seguido
 
de celulosa y papel, con el 4,8%. Alimentos y frutas, en
 
conjunto, representan un modesto 4%. Mirado desde otra
 
perspectiva, las ventas de cobre al exterior ascienden a
15
US$42.723 millones, cifras que refl ejó una baja de 3,9%
 
en comparación a 2011, y de todos los compradores de
 
metal rojo, China lleva por lejos el liderazgo, pues adquirió
 
US$15.241 millones, equivalentes al 35,7%.
 
Nuestro segundo socio comercial, EE.UU, tiene una cuota
20
de 17% del intercambio chileno, con US$26.455 millones.
 
También, representa el tercer comprador de cobre, con
 
US$3.553 millones, aunque es el primero si se trata de
 
frutas o salmón. De los envíos por US$4.235 millones
 
de fruta, el mercado estadounidense se queda con el
25
33,8%, implicando US$1.431 millones. Asimismo, de los
 
US$1.985 millones exportados en salmón, el 36% se dirige
 
a la nación norteamericana, totalizando US$717 millones.
 
Es interesante constatar que Países Bajos es el segundo
 
comprador de celulosa y papel, al registrar US$301
30
millones y una participación de 9,1% en los envíos.
Tomado de Estrategia, 25/01/13. Disponible en: http://www.estrategia.cl/ detalle_noticia.php?cod=72256
1
WHEN you see a car being driven firmly within its lane and
 
well under the speed limit, there’s nothing to worry about.
 
Or is there? If you’re David A. Rosenberg, the glass-half-
 
empty economist, there most certainly is. He says the world
5
economy is like that car. And where others see stability and
 
recovery, he sees “a car being driven by a drunk, lurching
 
from side to side on the road, narrowly avoiding the ditches
 
each time.”
 
At this particular moment, he says, the car happens to be
10
in the middle of the road. But he can’t help but ask, “Is
 
that because the driver has sobered up, or is it because
 
the car is just passing through the middle on its way to the
 
ditch on the other side?” Mr. Rosenberg isn’t certain of the
 
answer. But despite the cheer pervading the stock market
15
and the relatively upbeat perspective of most economists,
 
he says he isn’t convinced that the car will remain safely
 
out of those ditches.
 
Formerly the chief North American economist at Merrill
 
Lynch, and now proudly back in his native Canada as
20
chief economist and strategist at Gluskin Sheff in Toronto,
 
Mr. Rosenberg writes a market newsletter that is always
 
provocative, often cantankerous and frequently out of step
 
with the Wall Street consensus. “I’d say I’m as pragmatic as
 
possible and not locked into one position,” he says, “but I
25
do understand that I have a much better record forecasting
 
rain than in predicting the return of sunshine.”
Source: Jeff Sommer, in The New York Times, February 2, 2013 (adapted)
Se mantiene el sentido del enunciado en el que aparece la palabra “Aunque” (línea 4) si se sustituye por:

Questão 78

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
China concentra el 21% del intercambio comercial chileno
 
El intercambio comercial con China ascendió a US$32.364
 
millones durante 2012, cifra que representó el 21% del
 
comercio exterior de Chile. Aunque durante el año pasado
5
las exportaciones al país asiático sólo subieron un 1,2%
 
y se redujo el superávit comercial, es llamativo el fuerte
 
crecimiento de la actividad con esa nación. En cuatro
 
años, las ventas a la República Popular subieron 121%,
 
mientras que las compras se incrementaron en 78% en
10
igual período. De la cartera de productos que enviamos
 
a China, el 81% del monto corresponde a cobre, seguido
 
de celulosa y papel, con el 4,8%. Alimentos y frutas, en
 
conjunto, representan un modesto 4%. Mirado desde otra
 
perspectiva, las ventas de cobre al exterior ascienden a
15
US$42.723 millones, cifras que refl ejó una baja de 3,9%
 
en comparación a 2011, y de todos los compradores de
 
metal rojo, China lleva por lejos el liderazgo, pues adquirió
 
US$15.241 millones, equivalentes al 35,7%.
 
Nuestro segundo socio comercial, EE.UU, tiene una cuota
20
de 17% del intercambio chileno, con US$26.455 millones.
 
También, representa el tercer comprador de cobre, con
 
US$3.553 millones, aunque es el primero si se trata de
 
frutas o salmón. De los envíos por US$4.235 millones
 
de fruta, el mercado estadounidense se queda con el
25
33,8%, implicando US$1.431 millones. Asimismo, de los
 
US$1.985 millones exportados en salmón, el 36% se dirige
 
a la nación norteamericana, totalizando US$717 millones.
 
Es interesante constatar que Países Bajos es el segundo
 
comprador de celulosa y papel, al registrar US$301
30
millones y una participación de 9,1% en los envíos.
Tomado de Estrategia, 25/01/13. Disponible en: http://www.estrategia.cl/ detalle_noticia.php?cod=72256
1
WHEN you see a car being driven firmly within its lane and
 
well under the speed limit, there’s nothing to worry about.
 
Or is there? If you’re David A. Rosenberg, the glass-half-
 
empty economist, there most certainly is. He says the world
5
economy is like that car. And where others see stability and
 
recovery, he sees “a car being driven by a drunk, lurching
 
from side to side on the road, narrowly avoiding the ditches
 
each time.”
 
At this particular moment, he says, the car happens to be
10
in the middle of the road. But he can’t help but ask, “Is
 
that because the driver has sobered up, or is it because
 
the car is just passing through the middle on its way to the
 
ditch on the other side?” Mr. Rosenberg isn’t certain of the
 
answer. But despite the cheer pervading the stock market
15
and the relatively upbeat perspective of most economists,
 
he says he isn’t convinced that the car will remain safely
 
out of those ditches.
 
Formerly the chief North American economist at Merrill
 
Lynch, and now proudly back in his native Canada as
20
chief economist and strategist at Gluskin Sheff in Toronto,
 
Mr. Rosenberg writes a market newsletter that is always
 
provocative, often cantankerous and frequently out of step
 
with the Wall Street consensus. “I’d say I’m as pragmatic as
 
possible and not locked into one position,” he says, “but I
25
do understand that I have a much better record forecasting
 
rain than in predicting the return of sunshine.”
Source: Jeff Sommer, in The New York Times, February 2, 2013 (adapted)
The sentence that best sums up the main idea in the passage is:

Questão 79

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
A transferência da função normativa (sobre matérias determinadas) da sede legislativa estatal para outra sede normativa denomina-se:

Questão 80

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Tendo em mente o entendimento do Tribunal de Contas da União acerca do tema licitações e contratos, analise as afirmativas abaixo classificando-as em verdadeiras(V) ou falsas(F). Ao final, assinale a opção que contenha a sequência correta.

( ) É lícita a adoção da sistemática de revisão por meio de índices (reajuste) dos valores de contratos de prestação de serviço de duração continuada em que não há prevalência de mão de obra.

( ) A concessão de benefício de participação nos lucros e resultados a empregados de empresas que prestam serviços continuados à Administração justifica a promoção de reequilíbrio econômico-financeiro do respectivo contrato.

( ) A contratação de empresa que elaborou o projeto básico ou executivo de obra para exercer as funções de fiscalização, supervisão ou gerenciamento do empreendimento encontra amparo na Lei n. 8.666/93.

( ) A contratação direta de remanescente de obra, com suporte na Lei n. 8.666/93, pode ser adotada a despeito de a avença resultante da licitação estar eivada de vício.

Questão 81

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Determinado reitor de uma Universidade Federal laborou na assinatura de contrato que posteriormente foi considerado pelo Ministério Público Federal como o início de um esquema delituoso.
Em ação judicial específica, foi deferida a indisponibilidade dos bens do referido reitor.

Acerca do caso concreto acima narrado, e tendo em mente a jurisprudência do STJ a respeito do tema, analise as assertivas abaixo classificando-as como verdadeiras(V) ou falsas(F). Ao final, assinale a opção que contenha a sequência correta.

( ) A medida constritiva de indisponibilidade de bens pela Lei n. 8.429/92 deve observar, no mínimo, a data de vigência da referida Lei.

( ) A decretação de indisponibilidade de bens em decorrência da apuração de atos de improbidade administrativa deve limitar-se aos bens necessários ao ressarcimento integral do dano, somente sendo passíveis de constrição os bens adquiridos posteriormente ao fato ímprobo.

( ) A possibilidade de indisponibilidade de bens está condicionada à prévia manifestação dos réus.

( ) A natureza jurídica da indisponibilidade de bens prevista na Lei de Improbidade Administrativa é manifestamente acautelatória, pois visa assegurar o resultado prático de eventual ressarcimento ao erário causado pelo ato ímprobo.

Questão 82

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
João, servidor público federal até o dia 27/12/12, completou 70 (setenta) anos naquela data, oportunidade em que seus colegas de trabalho, sabendo que João não possuía nenhum parente próximo, organizaram uma comemoração não somente pela passagem de seu aniversário, mas em agradecimento a tantos anos de serviços prestados, já que se encerrava ali o seu vínculo como servidor ativo da União.
No dia 28/12/12, João dirigiu-se ao trabalho no mesmo horário de sempre e, já sem o crachá de identificação, argumentou com o vigilante da portaria que iria retirar seus pertences pessoais.
Tratando-se do último dia útil do ano, João encontrou seus colegas de trabalho muito atarefados e, ainda possuindo as senhas de acesso aos sistemas corporativos, não hesitou em ajudá-los praticando vários atos vinculados em nome da União, inclusive recebendo documentos e atestando tal recebimento a terceiros.

Tendo em mente a situação concreta acima narrada, assinale a opção que contenha a classificação utilizada pelo Direito Administrativo a pessoas que agem como João, bem como o tratamento dado pela Administração aos atos por ele praticados.

Questão 83

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Pode-se afirmar que o fundamento da função pública e da relação entre administração e servidor efetivo reside no [a]:

Questão 84

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Acerca dos recursos administrativos, analise as assertivas abaixo classificando-as como verdadeiras(V) ou falsas(F).

Ao final, assinale a opção que contenha a sequência correta.

( ) A exigência de garantias de instância fere os princípios do contraditório e da ampla defesa, bem como o direito de petição.

( ) Para que o recurso administrativo possua efeito devolutivo, é necessária a expressa previsão legal.

( ) Para que o recurso hierárquico seja classificado como próprio, é necessário que o ato controlado provenha de agente ou de órgão vinculado ao agente ou ao órgão controlador.

( ) O recurso interposto contra decisão do Banco Central do Brasil que aplicou penalidade por infração à legislação cambial, perante o Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional, órgão colegiado do Ministério da Fazenda, pode ser classificado como recurso hierárquico impróprio.

Questão 85

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Assinale a opção correta.

Questão 86

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Sobre os direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988, assinale a opção correta.

Questão 87

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Sobre as disposições constitucionais relacionadas com a Administração Pública, assinale a opção correta.

Questão 88

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Acerca da Fiscalização Contábil, Financeira e Orçamentária da Administração Pública, assinale a opção correta.

Questão 89

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Como reflexo da modelagem federativa implementada no Estado Brasileiro, a Constituição Federal de 1988 outorgou à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios competência para instituição de específicos impostos. Feito este breve relato, e afastando a excepcional possibilidade de a União instituir impostos de competência originária de Estados e Municípios no caso de Territórios Federais, compete à União a instituição do seguinte imposto:

Questão 90

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
No que concerne à interpretação das disposições constitucionais relacionadas com finanças públicas, assinale a opção correta.

Questão 91

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
1
Com base nos dados a seguir, responder às questões 1 e 2.
 
Dados:
 

Pode-se afirmar que o

Questão 92

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil

» Esta questão foi anulada pela banca.
1
Com base nos dados a seguir, responder às questões 1 e 2.
 
Dados:
 

O índice de

Questão 93

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
A empresa Domínio S.A. tem três oportunidades de investimento. Sua estrutura de capital atual e os projetos oferecem as condições a seguir:


Considerando que a governança da empresa estabelece que investimentos somente devem ser efetuados quando a taxa de retorno do investimento superar o WACC (Custo Médio ponderado de Capital), pode-se afirmar que o investimento:

Questão 94

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Considerando os conceitos de valor do dinheiro no tempo, pode-se afirmar que:

I. O valor futuro de uma anuidade vencida é sempre maior que o valor futuro de uma anuidade comum.

II. Uma perpetuidade é uma anuidade com vida finita, que fornece fluxo de caixa durante toda a vida do empreendimento.

III. A taxa interna de retorno de um projeto, quando inferior à taxa requerida pelo investidor, sempre indica que o investimento é atrativo.

Questão 95

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
O excedente de preço de venda obtido sobre o valor contábil de um leaseback enquadrado como arrendamento mercantil financeiro é uma

Questão 96

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Levando-se em consideração o quadro a seguir, a alavancagem operacional, financeira e combinada são, respectivamente:

Questão 97

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
A Empresa necessita decidir qual é o melhor projeto de investimento de acordo com o quadro abaixo. A empresa utiliza para tomada de decisão de investimentos os critérios; “VPL” e “Payback”, nesta ordem de importância. Embora a empresa não utilize a “TIR” para tomada de decisão, esta foi calculada, chegando a 4,5%, tanto para o projeto A quanto para o projeto B.
Nos cálculos do VPL, a empresa utiliza como expectativa de taxa mínima para manutenção do valor da empresa 4,5%.


Tomando-se como base, somente, os dados acima, a decisão da empresa irá optar pelo:

Questão 98

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Considerando somente as informações apresentadas na tabela a seguir, pode-se afirmar que o Ciclo operacional e o Ciclo de caixa são, respectivamente, em dias:

Questão 99

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
O “Lucro Residual”, ou seja, o lucro sufi ciente para compensar o risco menos o lucro operacional, representa:

Questão 100

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O sistema de análise “DuPont” considera para o cálculo do “ROA – Retorno sobre Ativos”, o[a]

Questão 101

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O Princípio de Contabilidade, segundo as normas do Conselho Federal de Contabilidade, que pressupõe a simultaneidade no reconhecimento das despesas e receitas relativas a uma determinada venda de produto ou serviço, é o Princípio da

Questão 102

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A taxa de aplicação CIF (Custos Indiretos de Fabricação) tem como objetivo primordial:

Questão 103

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Uma empresa que utiliza o custeio por processo tem os seguintes dados para o período:

• Custo da produção do período: R$ 8.000,00;
• Unidades iniciadas no período: 180 unidades;
• Unidades em elaboração no final do período: 60 unidades, sendo o equivalente a 2/3 acabadas;
• Unidades semiacabadas do período anterior: 40.
As unidades semiacabadas do período anterior já haviam absorvido, no período anterior, 50% de todos os custos de produção. O custo unitário da produção semiacabada do período anterior é de R$ 20,00. As unidades semiacabadas do período anterior foram totalmente acabadas no período.

Tomando-se como base os dados apresentados e os conceitos de equivalente de produção, o custo unitário do período e o custo total da produção acabada são respectivamente:

Questão 104

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O Custeio Baseado em Atividades (ABC) diferencia-se, significativamente, do custeio por absorção pela (o):

Questão 105

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A grande finalidade do Custo Padrão é planejamento e controle dos custos. A comparação entre Custo Padrão e Custo Real gera variações que nos permitem analisar a performance da empresa.


Tomando-se como base o quadro de informações anterior, as variações de volume e custo são respectivamente:

Questão 106

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A contabilidade deve apurar o custo dos projetos de forma a evidenciar os resultados da gestão. A falta de informação da unidade administrativa gestora sobre a execução física dos projetos e atividades a seu cargo acarreta:

Questão 107

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Em relação às assertivas a seguir, pode-se afirmar que:

I. A taxa interna de retorno de um investimento representa o maior retorno permitido pelo fluxo de caixa gerado por este investimento, comparado ao seu valor inicial atualizado pelo custo de oportunidade.

II. A eficácia na gestão de custos públicos está relacionada à execução do orçamento do projeto sem aumento dos valores estimados e a eficiência tem como objetivo a conclusão do projeto, ainda que complementações sejam necessárias.

III. O método de avaliação de investimentos denominado “payback descontado” mensura em quanto tempo o fluxo de caixa descontado gerado pelo investimento retornará para o investidor.

Questão 108

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A principal vantagem na adoção da visão de processo, na implantação de um sistema de custos no setor público, é:

Questão 109

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Não é um objetivo da implantação da apuração de custos públicos:

Questão 110

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O Ministério da Educação, ao estabelecer indicadores qualitativos para avaliação da gestão, deve determinar medir o:

Questão 111

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A empresa Patrimônio S.A. efetuou a depreciação utilizando os percentuais fiscais, ainda que soubesse que a vida econômica do bem era maior do que as taxas fiscais. A decisão foi tomada em função das dificuldades em controlar as duas depreciações, o que levaria a empresa a ter custos de controle não suportáveis pelo porte e situação financeira da empresa, inviabilizando o negócio. Referida situação

Questão 112

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A empresa Bastilha S.A. tem em seu imobilizado uma unidade geradora de caixa contabilizada com os seguintes valores:


O contador, ao avaliar a unidade geradora de caixa ao final de 2012, apurou os seguintes valores:


Com base nos dados, deve o contador, em dezembro de 2012:

Questão 113

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Não é um gasto atribuível ao custo do intangível gerado internamente:

Questão 114

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A empresa Renova S.A. fez a avaliação de seus ativos (deemed cost) na implementação inicial das novas normas contábeis. O tratamento a ser adotado em sua depreciação acumulada é:

Questão 115

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A empresa Produtividade S.A. teve, no último período, um anormal alto volume de produção. Dessa forma, a entidade deve alocar o custo fixo:

Questão 116

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Os dividendos intermediários estabelecidos nos estatutos das companhias devem ser reconhecidos como uma conta:

Questão 117

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A Companhia FlyAir, detentora de 10 aviões, tem previsto em seus contratos, por determinação de legislação federal, vistoriar suas aeronaves em intervalos de dois em dois anos. Os gastos por aeronave, nesse intervalo de tempo, são estimados em R$ 3.000.000,00. Dessa forma deve a empresa:

Questão 118

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A empresa Exportação S.A. tem seu fluxo de caixa garantido por contratos de hedge. A proteção alcançada pelo instrumento é de 90% de efetividade. A empresa tem como procedimento adotar a contabilidade de hedge.

Fundamentado nas normas, deve a empresa:

Questão 119

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Os gastos com corretagem decorrentes da compra de ações da própria empresa, para manutenção em tesouraria, devem ser registrados como:

Questão 120

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A empresa Inovação S.A. produtora de cabos de energia efetuou as seguintes operações em 2012:

I. Lançamento da depreciação do ano.

II. Pagamento de dividendos.

III. Juros sobre o Capital Próprio Recebidos.

Pode-se afirmar que estes eventos afetam a Demonstração dos Fluxos de Caixa, respectivamente, como:

Questão 121

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Os gastos com serviços de terceiros e materiais utilizados para construção de ativos para a própria empresa devem ser apropriados na Demonstração do Valor Adicionado como:

Questão 122

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Em 01/02/x1 a Cia. Estrela efetua uma operação de Desconto de Duplicatas no total de R$ 700.000,00 envolvendo os dados abaixo:

Questão 123

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A Cia. de Transportes Pontual atua no ramo de entregas de encomendas utilizando 30 motocicletas. Após inúmeros problemas verificados em razão da falta de pontualidade de entrega, as condições de locomoção, risco do negócio e os resultados negativos obtidos, resolve encerrar esse tipo de atividade, passando a atuar no ramo de transportes de produtos in natura, utilizando caminhões pesados. Em 20/03/2011, ao desfazer-se das motocicletas, via leilão, identifica os seguintes valores:


Com base nas informações, pode-se afirmar que:

Questão 124

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1
O departamento de análise de crédito da empresa
 
Comércio Geral S.A. apresenta ao comitê de políticas
 
contábeis, da empresa, o relatório a seguir, relativo ao
 
comportamento dos recebíveis nos últimos quatro anos.
5

Na apuração do resultado de 2011, a empresa registrou:

Questão 125

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1
O departamento de análise de crédito da empresa
 
Comércio Geral S.A. apresenta ao comitê de políticas
 
contábeis, da empresa, o relatório a seguir, relativo ao
 
comportamento dos recebíveis nos últimos quatro anos.
5

O efeito no Fluxo de Caixa relativo ao recebimento dos saldos fornecidos de Clientes foi de:

Questão 126

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
A Cia. Endividada contrata, em 31 de junho de 2011, um empréstimo no valor de um milhão de dólares. O prazo pactuado foi de cinco anos, com juros mensais de 0,5% ao mês, vencíveis sempre no primeiro dia útil do mês seguinte. O vencimento do principal se dará em duas parcelas iguais e anuais, após a carência de três anos.

A cotação do dólar no segundo semestre de 2011 é a fornecida a seguir:


Com base nessas informações, pode-se afirmar que:

Questão 127

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1
Dos registros do Departamento de Pessoal da Cia. Bom
 
Patrão, foram selecionados os seguintes dados:
 

 
5
Tomando-se como base apenas os dados anteriores,
 
pode-se afirmar que:
O total das despesas de pessoal somam:

Questão 128

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1
Dos registros do Departamento de Pessoal da Cia. Bom
 
Patrão, foram selecionados os seguintes dados:
 

 
5
Tomando-se como base apenas os dados anteriores,
 
pode-se afirmar que:
O valor total inscrito em salários a pagar é

Questão 129

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São condições para o reconhecimento de provisões

Questão 130

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A Cia. Iluminada participa com 4% do capital ordinário da Cia. Hércules. Nessa participação societária permanente, a investidora não possuía influência significativa. Na ocasião da aprovação das contas e distribuição do resultado da Cia. Hércules, também foi aprovada a distribuição de R$ 500.000 a título de dividendos aos seus acionistas. A empresa investidora, ante esse fato, deve registrar um débito:

Questão 131

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A Demonstração de Resultado da Cia. Afrodite evidencia um lucro líquido de R$ 480.000,00. Na apuração desse valor, está incluído o resultado positivo de equivalência patrimonial de R$ 40.000,00 e o resultado obtido na venda a prazo em 01/10/2011, em 24 prestações mensais e iguais, de uma máquina pelo valor total de R$ 2.400.000,00. Foi apurado nessa operação um lucro total de 40%. O estatuto da empresa determina que a distribuição de seus lucros é em 5% para Reserva Legal e 25% para Dividendos obrigatórios. Tomando-se como base essas informações, pode-se afirmar que:

Questão 132

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O valor desembolsado para o registro de uma nova patente deve ser reconhecido:

Questão 133

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A Cia. Roseiral, em janeiro de 2010, vende a vista para sua controladora um terreno pelo valor de R$ 200.000,00, cujo custo registrado em sua contabilidade era de R$ 180.000,00. Ao final do período, a empresa compradora mantém esse bem registrado, em seu patrimônio, como um item do Ativo não Circulante, pois pretende construir uma unidade fabril no local. Com base nessas informações e considerando uma alíquota de 30% relativa aos tributos incidentes sobre a operação, pode-se afirmar que nos registros iniciais desse evento:

Questão 134

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1
Em 31/12/x10, a Cia. LUA adquire 60% do Patrimônio
 
Líquido da Cia. SOL assumindo o controle da mesma,
 
pagando a vista na operação R$ 1,8 milhões. Na mesma
 
data, o Balanço Patrimonial da empresa adquirida era
5
composto pelos seguintes elementos patrimoniais:
 

 
 
Na mesma data, a avaliação a valor justo dos itens
 
patrimoniais apontavam os valores a seguir:
10

Com base nas informações fornecidas, pode-se afirmar que a realização da operação gerou:

Questão 135

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1
Em 31/12/x10, a Cia. LUA adquire 60% do Patrimônio
 
Líquido da Cia. SOL assumindo o controle da mesma,
 
pagando a vista na operação R$ 1,8 milhões. Na mesma
 
data, o Balanço Patrimonial da empresa adquirida era
5
composto pelos seguintes elementos patrimoniais:
 

 
 
Na mesma data, a avaliação a valor justo dos itens
 
patrimoniais apontavam os valores a seguir:
10

Com base nos dados fornecidos, ao efetuar o registro da participação societária permanente da Cia. Sol, a empresa investidora deve lançar a débito da conta de investimento um valor total de:

Questão 136

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Com relação à atribuição e reconhecimento de valor do imobilizado, pode-se afirmar que:

Questão 137

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A Cia. Urano aproveita a proposta de seu fornecedor e antecipa a liquidação de uma duplicata de seu aceite, mediante um desconto de 10% do valor total do título.

Essa operação implica no reconhecimento de:

Questão 138

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Após apurar o Lucro Líquido do exercício de 2009 no valor de R$ 200.000,00, o Patrimônio Líquido da Cia. Invernada passa a ter a seguinte composição:


O saldo da conta Lucros/Prejuízos Acumulados registra apenas o Lucro Líquido apurado em dezembro de 2009.
O estatuto da empresa determina que a distribuição do saldo obedeça à seguinte destinação: cálculo da Reserva Legal na forma da legislação societária; 40% dos lucros auferidos serão destinados aos dividendos; 10% para Reservas de Lucros e o restante do lucro deve ficar retido, de acordo com o orçamento de capital aprovado pela assembleia geral.

Com base nessas informações, pode-se afirmar que

Questão 139

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São critérios de avaliação das propriedades para investimentos:

Questão 140

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» Esta questão foi anulada pela banca.
Os orçamentos variáveis têm como objetivo melhorar o controle de despesas. Dessa forma, pode-se afirmar que:

I. Facilita a preparação dos orçamentos departamentais de despesas para inclusão no plano de resultados a curto prazo.

II. Fornece objetivos de despesa aos gerentes dos centros de responsabilidade para o período coberto pelo orçamento.

III. Proporciona estimativas ajustadas para fins de comparação contra as despesas reais nos relatórios mensais de desempenho.

Questão 141

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O Sistema de Contabilidade Federal não tem por fi nalidade

Questão 142

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Em relação aos Princípios de Contabilidade aplicados ao setor público, é correto afirmar que o princípio da competência determina que

Questão 143

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Em um hospital público, entidade autárquica, o aumento do ativo imobilizado por reavaliação, o uso de medicamentos na prestação de serviços e a contratação de uma operação de crédito de longo prazo são considerados, respectivamente, variação patrimonial

Questão 144

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Um governo municipal obtém de uma entidade privada, a título gratuito, um imóvel a ser utilizado para o funcionamento de uma unidade de atenção básica à saúde. Neste caso, no governo municipal, o imóvel

Questão 145

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Em 31/12/X1, uma entidade do setor público adquiriu um equipamento por R$ 120.000,00, a vista, para ser utilizado em suas operações. No momento da aquisição, a vida útil estimada do equipamento era de 10 anos e o seu valor residual de R$ 20.000,00. Em 31/12/X2, após o reconhecimento da depreciação referente ao exercício financeiro de X2, a entidade realizou o teste de impairment do ativo e verificou que, naquele momento, o seu valor em uso era de R$ 105.000,00 e o seu valor justo menos custos de alienação era de R$ 100.000,00. Com base nestas informações e sabendo que foi utilizado o método das cotas constantes para calcular a depreciação do equipamento, é correto afirmar que a entidade, em 31/12/X2,

Questão 146

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Em relação ao Sistema de Informação de Custos do Setor Público, considere:

I. Sistema de acumulação corresponde à forma como os custos são acumulados e apropriados aos bens e serviços e outros objetos de custos e está relacionado ao fluxo físico e real da produção.

II. Sistema de custeio está associado ao modelo de mensuração e desse modo podem ser custeados os diversos agentes de acumulação de acordo com diferentes unidades de medida, dependendo das necessidades dos tomadores de decisões.

III. Método de custeio se refere ao método de apropriação de custos e está associado ao processo de identificação e associação do custo ao objeto que está sendo custeado.

IV. Custo controlável é definido como o custo projetado para subsidiar o processo de elaboração dos orçamentos da entidade para determinado período.

Está correto o que se afirma em

Questão 147

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Considere as classes do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP):

1 – Ativo
2 – Passivo e Patrimônio Líquido
3 – Variações Patrimoniais Diminutivas
4 – Variações Patrimoniais Aumentativas
5 – Controles da Aprovação do Planejamento e Orçamento
6 – Controles da Execução do Planejamento e Orçamento
7 – Controles Devedores
8 – Controles Credores

Para o registro da venda de um ativo imobilizado com ganho, quanto à natureza patrimonial da informação, são utilizadas contas apenas

Questão 148

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Uma transação que gera reconhecimento de um Passivo Circulante é

Questão 149

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Considere os dados apresentados, a seguir, referentes ao exercício financeiro de X1 de um determinado ente público:


Durante o exercício de X1, além das transações referentes ao orçamento e à sua execução, o ente público pagou restos a pagar processados no valor de R$ 120.000,00; reconheceu a redução da dívida fundada externa em decorrência da variação cambial no valor de R$ 3.000,00; reconheceu a depreciação dos bens móveis e imóveis no valor de R$ 15.000,00; e recebeu depósitos caução no valor de R$ 5.000,00.

Com base nestas informações, é correto afirmar que em X1,

Questão 150

STN 2012 - ESAF - Analista de Finanças e Controle - Contábil
Na Demonstração dos Fluxos de Caixa, são classificados como fluxos de caixa das operações a arrecadação de receitas



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