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ANS 2007

Analista em Regulação - Esp. Administração, Ciências Contábeis e Economia

Questão 1

ANS 2007 - FCC - Analista em Regulação - Esp. Administração, Ciências Contábeis e Economia
1
A Norma (1831) é claramente uma ópera que
 
encena, numa suposta rebelião gaulesa contra a tutela
 
romana na Antiguidade, a desejada libertação dos
 
italianos em face das potências estrangeiras − no caso,
5
certamente a Áustria − que lhes vedam a independência
 
e a unidade nacional. Como é de praxe em boa parte
 
das óperas italianas do século XIX, ao posicionamento
 
progressista nas grandes questões sociais ou nacionais
 
se opõe um lastro, geralmente ocultado, que é de
10
natureza mais propriamente pessoal, e serve de enorme
 
peso − inconsciente, posto que até então desconhecido −
 
contra aquela tomada de partido em favor [...] do “bem”
 
ou, pelo menos, da justiça e do progresso. Esse modelo
 
aparece, para citarmos apenas algumas óperas, nas
15
Vespri siciliani e no Trovatore de Verdi; poder-se-ia
 
argumentar que a Traviata procede do mesmo modo.
 
Assim, um recorte se delineia inicialmente, a opor as
 
causas progressistas (a pátria livre, seja ela a Gália, a
 
Sicília ou qualquer outra; a defesa dos pobres; a união
20
de quem se ama) ao que existe de mais retrógrado;
 
porém, a dramaticidade não procederá do conflito, num
 
mesmo nível, entre progressistas e reacionários, mas da
 
irrupção, no âmago mesmo da causa revolucionária
 
avançada, de um elemento pessoal marcado pelo
25
acumpliciamento secreto, arcaico e culpável com o
 
inimigo. Dessa forma, o herói libertador dos sicilianos
 
nas Vespri é na verdade filho ilegítimo do governador
 
francês, o trovador, na ópera homônima, é o irmão
 
perdido de seu próprio perseguidor − e aqui, na Norma, a
30
sacerdotiza suprema dos gauleses é amante do chefe
 
romano. É isso o que dilacera a alma, tanto do ator-
 
cantor como do expectador-ouvinte, e confere a essas
 
óperas seu caráter trágico.
(RIBEIRO, Renato Janine. Iracema ou a fundação do Brasil. In FREITAS, Marcos Cezar de (Org.). Historiografia brasileira em perspectiva. 5.ed., São Paulo: Contexto, 2003, p. 406)
Compreende-se corretamente do texto que:

Questão 2

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1
A Norma (1831) é claramente uma ópera que
 
encena, numa suposta rebelião gaulesa contra a tutela
 
romana na Antiguidade, a desejada libertação dos
 
italianos em face das potências estrangeiras − no caso,
5
certamente a Áustria − que lhes vedam a independência
 
e a unidade nacional. Como é de praxe em boa parte
 
das óperas italianas do século XIX, ao posicionamento
 
progressista nas grandes questões sociais ou nacionais
 
se opõe um lastro, geralmente ocultado, que é de
10
natureza mais propriamente pessoal, e serve de enorme
 
peso − inconsciente, posto que até então desconhecido −
 
contra aquela tomada de partido em favor [...] do “bem”
 
ou, pelo menos, da justiça e do progresso. Esse modelo
 
aparece, para citarmos apenas algumas óperas, nas
15
Vespri siciliani e no Trovatore de Verdi; poder-se-ia
 
argumentar que a Traviata procede do mesmo modo.
 
Assim, um recorte se delineia inicialmente, a opor as
 
causas progressistas (a pátria livre, seja ela a Gália, a
 
Sicília ou qualquer outra; a defesa dos pobres; a união
20
de quem se ama) ao que existe de mais retrógrado;
 
porém, a dramaticidade não procederá do conflito, num
 
mesmo nível, entre progressistas e reacionários, mas da
 
irrupção, no âmago mesmo da causa revolucionária
 
avançada, de um elemento pessoal marcado pelo
25
acumpliciamento secreto, arcaico e culpável com o
 
inimigo. Dessa forma, o herói libertador dos sicilianos
 
nas Vespri é na verdade filho ilegítimo do governador
 
francês, o trovador, na ópera homônima, é o irmão
 
perdido de seu próprio perseguidor − e aqui, na Norma, a
30
sacerdotiza suprema dos gauleses é amante do chefe
 
romano. É isso o que dilacera a alma, tanto do ator-
 
cantor como do expectador-ouvinte, e confere a essas
 
óperas seu caráter trágico.
(RIBEIRO, Renato Janine. Iracema ou a fundação do Brasil. In FREITAS, Marcos Cezar de (Org.). Historiografia brasileira em perspectiva. 5.ed., São Paulo: Contexto, 2003, p. 406)
O texto autoriza afirmar que:

Questão 3

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1
A Norma (1831) é claramente uma ópera que
 
encena, numa suposta rebelião gaulesa contra a tutela
 
romana na Antiguidade, a desejada libertação dos
 
italianos em face das potências estrangeiras − no caso,
5
certamente a Áustria − que lhes vedam a independência
 
e a unidade nacional. Como é de praxe em boa parte
 
das óperas italianas do século XIX, ao posicionamento
 
progressista nas grandes questões sociais ou nacionais
 
se opõe um lastro, geralmente ocultado, que é de
10
natureza mais propriamente pessoal, e serve de enorme
 
peso − inconsciente, posto que até então desconhecido −
 
contra aquela tomada de partido em favor [...] do “bem”
 
ou, pelo menos, da justiça e do progresso. Esse modelo
 
aparece, para citarmos apenas algumas óperas, nas
15
Vespri siciliani e no Trovatore de Verdi; poder-se-ia
 
argumentar que a Traviata procede do mesmo modo.
 
Assim, um recorte se delineia inicialmente, a opor as
 
causas progressistas (a pátria livre, seja ela a Gália, a
 
Sicília ou qualquer outra; a defesa dos pobres; a união
20
de quem se ama) ao que existe de mais retrógrado;
 
porém, a dramaticidade não procederá do conflito, num
 
mesmo nível, entre progressistas e reacionários, mas da
 
irrupção, no âmago mesmo da causa revolucionária
 
avançada, de um elemento pessoal marcado pelo
25
acumpliciamento secreto, arcaico e culpável com o
 
inimigo. Dessa forma, o herói libertador dos sicilianos
 
nas Vespri é na verdade filho ilegítimo do governador
 
francês, o trovador, na ópera homônima, é o irmão
 
perdido de seu próprio perseguidor − e aqui, na Norma, a
30
sacerdotiza suprema dos gauleses é amante do chefe
 
romano. É isso o que dilacera a alma, tanto do ator-
 
cantor como do expectador-ouvinte, e confere a essas
 
óperas seu caráter trágico.
(RIBEIRO, Renato Janine. Iracema ou a fundação do Brasil. In FREITAS, Marcos Cezar de (Org.). Historiografia brasileira em perspectiva. 5.ed., São Paulo: Contexto, 2003, p. 406)
Acerca dos recursos de coesão textual, é correto afirmar que:

Questão 4

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1
A Norma (1831) é claramente uma ópera que
 
encena, numa suposta rebelião gaulesa contra a tutela
 
romana na Antiguidade, a desejada libertação dos
 
italianos em face das potências estrangeiras − no caso,
5
certamente a Áustria − que lhes vedam a independência
 
e a unidade nacional. Como é de praxe em boa parte
 
das óperas italianas do século XIX, ao posicionamento
 
progressista nas grandes questões sociais ou nacionais
 
se opõe um lastro, geralmente ocultado, que é de
10
natureza mais propriamente pessoal, e serve de enorme
 
peso − inconsciente, posto que até então desconhecido −
 
contra aquela tomada de partido em favor [...] do “bem”
 
ou, pelo menos, da justiça e do progresso. Esse modelo
 
aparece, para citarmos apenas algumas óperas, nas
15
Vespri siciliani e no Trovatore de Verdi; poder-se-ia
 
argumentar que a Traviata procede do mesmo modo.
 
Assim, um recorte se delineia inicialmente, a opor as
 
causas progressistas (a pátria livre, seja ela a Gália, a
 
Sicília ou qualquer outra; a defesa dos pobres; a união
20
de quem se ama) ao que existe de mais retrógrado;
 
porém, a dramaticidade não procederá do conflito, num
 
mesmo nível, entre progressistas e reacionários, mas da
 
irrupção, no âmago mesmo da causa revolucionária
 
avançada, de um elemento pessoal marcado pelo
25
acumpliciamento secreto, arcaico e culpável com o
 
inimigo. Dessa forma, o herói libertador dos sicilianos
 
nas Vespri é na verdade filho ilegítimo do governador
 
francês, o trovador, na ópera homônima, é o irmão
 
perdido de seu próprio perseguidor − e aqui, na Norma, a
30
sacerdotiza suprema dos gauleses é amante do chefe
 
romano. É isso o que dilacera a alma, tanto do ator-
 
cantor como do expectador-ouvinte, e confere a essas
 
óperas seu caráter trágico.
(RIBEIRO, Renato Janine. Iracema ou a fundação do Brasil. In FREITAS, Marcos Cezar de (Org.). Historiografia brasileira em perspectiva. 5.ed., São Paulo: Contexto, 2003, p. 406)
Acerca de recursos de pontuação empregados no texto, afirma-se corretamente que:

Questão 5

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1
A Norma (1831) é claramente uma ópera que
 
encena, numa suposta rebelião gaulesa contra a tutela
 
romana na Antiguidade, a desejada libertação dos
 
italianos em face das potências estrangeiras − no caso,
5
certamente a Áustria − que lhes vedam a independência
 
e a unidade nacional. Como é de praxe em boa parte
 
das óperas italianas do século XIX, ao posicionamento
 
progressista nas grandes questões sociais ou nacionais
 
se opõe um lastro, geralmente ocultado, que é de
10
natureza mais propriamente pessoal, e serve de enorme
 
peso − inconsciente, posto que até então desconhecido −
 
contra aquela tomada de partido em favor [...] do “bem”
 
ou, pelo menos, da justiça e do progresso. Esse modelo
 
aparece, para citarmos apenas algumas óperas, nas
15
Vespri siciliani e no Trovatore de Verdi; poder-se-ia
 
argumentar que a Traviata procede do mesmo modo.
 
Assim, um recorte se delineia inicialmente, a opor as
 
causas progressistas (a pátria livre, seja ela a Gália, a
 
Sicília ou qualquer outra; a defesa dos pobres; a união
20
de quem se ama) ao que existe de mais retrógrado;
 
porém, a dramaticidade não procederá do conflito, num
 
mesmo nível, entre progressistas e reacionários, mas da
 
irrupção, no âmago mesmo da causa revolucionária
 
avançada, de um elemento pessoal marcado pelo
25
acumpliciamento secreto, arcaico e culpável com o
 
inimigo. Dessa forma, o herói libertador dos sicilianos
 
nas Vespri é na verdade filho ilegítimo do governador
 
francês, o trovador, na ópera homônima, é o irmão
 
perdido de seu próprio perseguidor − e aqui, na Norma, a
30
sacerdotiza suprema dos gauleses é amante do chefe
 
romano. É isso o que dilacera a alma, tanto do ator-
 
cantor como do expectador-ouvinte, e confere a essas
 
óperas seu caráter trágico.
(RIBEIRO, Renato Janine. Iracema ou a fundação do Brasil. In FREITAS, Marcos Cezar de (Org.). Historiografia brasileira em perspectiva. 5.ed., São Paulo: Contexto, 2003, p. 406)
Considerando sempre o contexto, diz-se com correção que:

Questão 6

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1
A Norma (1831) é claramente uma ópera que
 
encena, numa suposta rebelião gaulesa contra a tutela
 
romana na Antiguidade, a desejada libertação dos
 
italianos em face das potências estrangeiras − no caso,
5
certamente a Áustria − que lhes vedam a independência
 
e a unidade nacional. Como é de praxe em boa parte
 
das óperas italianas do século XIX, ao posicionamento
 
progressista nas grandes questões sociais ou nacionais
 
se opõe um lastro, geralmente ocultado, que é de
10
natureza mais propriamente pessoal, e serve de enorme
 
peso − inconsciente, posto que até então desconhecido −
 
contra aquela tomada de partido em favor [...] do “bem”
 
ou, pelo menos, da justiça e do progresso. Esse modelo
 
aparece, para citarmos apenas algumas óperas, nas
15
Vespri siciliani e no Trovatore de Verdi; poder-se-ia
 
argumentar que a Traviata procede do mesmo modo.
 
Assim, um recorte se delineia inicialmente, a opor as
 
causas progressistas (a pátria livre, seja ela a Gália, a
 
Sicília ou qualquer outra; a defesa dos pobres; a união
20
de quem se ama) ao que existe de mais retrógrado;
 
porém, a dramaticidade não procederá do conflito, num
 
mesmo nível, entre progressistas e reacionários, mas da
 
irrupção, no âmago mesmo da causa revolucionária
 
avançada, de um elemento pessoal marcado pelo
25
acumpliciamento secreto, arcaico e culpável com o
 
inimigo. Dessa forma, o herói libertador dos sicilianos
 
nas Vespri é na verdade filho ilegítimo do governador
 
francês, o trovador, na ópera homônima, é o irmão
 
perdido de seu próprio perseguidor − e aqui, na Norma, a
30
sacerdotiza suprema dos gauleses é amante do chefe
 
romano. É isso o que dilacera a alma, tanto do ator-
 
cantor como do expectador-ouvinte, e confere a essas
 
óperas seu caráter trágico.
(RIBEIRO, Renato Janine. Iracema ou a fundação do Brasil. In FREITAS, Marcos Cezar de (Org.). Historiografia brasileira em perspectiva. 5.ed., São Paulo: Contexto, 2003, p. 406)
A respeito da estrutura e do uso de palavras no texto, é correto afirmar que:

Questão 7

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1
A Norma (1831) é claramente uma ópera que
 
encena, numa suposta rebelião gaulesa contra a tutela
 
romana na Antiguidade, a desejada libertação dos
 
italianos em face das potências estrangeiras − no caso,
5
certamente a Áustria − que lhes vedam a independência
 
e a unidade nacional. Como é de praxe em boa parte
 
das óperas italianas do século XIX, ao posicionamento
 
progressista nas grandes questões sociais ou nacionais
 
se opõe um lastro, geralmente ocultado, que é de
10
natureza mais propriamente pessoal, e serve de enorme
 
peso − inconsciente, posto que até então desconhecido −
 
contra aquela tomada de partido em favor [...] do “bem”
 
ou, pelo menos, da justiça e do progresso. Esse modelo
 
aparece, para citarmos apenas algumas óperas, nas
15
Vespri siciliani e no Trovatore de Verdi; poder-se-ia
 
argumentar que a Traviata procede do mesmo modo.
 
Assim, um recorte se delineia inicialmente, a opor as
 
causas progressistas (a pátria livre, seja ela a Gália, a
 
Sicília ou qualquer outra; a defesa dos pobres; a união
20
de quem se ama) ao que existe de mais retrógrado;
 
porém, a dramaticidade não procederá do conflito, num
 
mesmo nível, entre progressistas e reacionários, mas da
 
irrupção, no âmago mesmo da causa revolucionária
 
avançada, de um elemento pessoal marcado pelo
25
acumpliciamento secreto, arcaico e culpável com o
 
inimigo. Dessa forma, o herói libertador dos sicilianos
 
nas Vespri é na verdade filho ilegítimo do governador
 
francês, o trovador, na ópera homônima, é o irmão
 
perdido de seu próprio perseguidor − e aqui, na Norma, a
30
sacerdotiza suprema dos gauleses é amante do chefe
 
romano. É isso o que dilacera a alma, tanto do ator-
 
cantor como do expectador-ouvinte, e confere a essas
 
óperas seu caráter trágico.
(RIBEIRO, Renato Janine. Iracema ou a fundação do Brasil. In FREITAS, Marcos Cezar de (Org.). Historiografia brasileira em perspectiva. 5.ed., São Paulo: Contexto, 2003, p. 406)
A Norma (1831) é claramente uma ópera que encena, numa suposta rebelião gaulesa contra a tutela romana na Antiguidade, a desejada libertação dos italianos em face das potências estrangeiras [...] que lhes vedam a independência e a unidade nacional.

O trecho acima está clara e corretamente reescrito em:

Questão 8

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1
A Norma (1831) é claramente uma ópera que
 
encena, numa suposta rebelião gaulesa contra a tutela
 
romana na Antiguidade, a desejada libertação dos
 
italianos em face das potências estrangeiras − no caso,
5
certamente a Áustria − que lhes vedam a independência
 
e a unidade nacional. Como é de praxe em boa parte
 
das óperas italianas do século XIX, ao posicionamento
 
progressista nas grandes questões sociais ou nacionais
 
se opõe um lastro, geralmente ocultado, que é de
10
natureza mais propriamente pessoal, e serve de enorme
 
peso − inconsciente, posto que até então desconhecido −
 
contra aquela tomada de partido em favor [...] do “bem”
 
ou, pelo menos, da justiça e do progresso. Esse modelo
 
aparece, para citarmos apenas algumas óperas, nas
15
Vespri siciliani e no Trovatore de Verdi; poder-se-ia
 
argumentar que a Traviata procede do mesmo modo.
 
Assim, um recorte se delineia inicialmente, a opor as
 
causas progressistas (a pátria livre, seja ela a Gália, a
 
Sicília ou qualquer outra; a defesa dos pobres; a união
20
de quem se ama) ao que existe de mais retrógrado;
 
porém, a dramaticidade não procederá do conflito, num
 
mesmo nível, entre progressistas e reacionários, mas da
 
irrupção, no âmago mesmo da causa revolucionária
 
avançada, de um elemento pessoal marcado pelo
25
acumpliciamento secreto, arcaico e culpável com o
 
inimigo. Dessa forma, o herói libertador dos sicilianos
 
nas Vespri é na verdade filho ilegítimo do governador
 
francês, o trovador, na ópera homônima, é o irmão
 
perdido de seu próprio perseguidor − e aqui, na Norma, a
30
sacerdotiza suprema dos gauleses é amante do chefe
 
romano. É isso o que dilacera a alma, tanto do ator-
 
cantor como do expectador-ouvinte, e confere a essas
 
óperas seu caráter trágico.
(RIBEIRO, Renato Janine. Iracema ou a fundação do Brasil. In FREITAS, Marcos Cezar de (Org.). Historiografia brasileira em perspectiva. 5.ed., São Paulo: Contexto, 2003, p. 406)
Está correta a concordância estabelecida em:

Questão 9

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1
A Norma (1831) é claramente uma ópera que
 
encena, numa suposta rebelião gaulesa contra a tutela
 
romana na Antiguidade, a desejada libertação dos
 
italianos em face das potências estrangeiras − no caso,
5
certamente a Áustria − que lhes vedam a independência
 
e a unidade nacional. Como é de praxe em boa parte
 
das óperas italianas do século XIX, ao posicionamento
 
progressista nas grandes questões sociais ou nacionais
 
se opõe um lastro, geralmente ocultado, que é de
10
natureza mais propriamente pessoal, e serve de enorme
 
peso − inconsciente, posto que até então desconhecido −
 
contra aquela tomada de partido em favor [...] do “bem”
 
ou, pelo menos, da justiça e do progresso. Esse modelo
 
aparece, para citarmos apenas algumas óperas, nas
15
Vespri siciliani e no Trovatore de Verdi; poder-se-ia
 
argumentar que a Traviata procede do mesmo modo.
 
Assim, um recorte se delineia inicialmente, a opor as
 
causas progressistas (a pátria livre, seja ela a Gália, a
 
Sicília ou qualquer outra; a defesa dos pobres; a união
20
de quem se ama) ao que existe de mais retrógrado;
 
porém, a dramaticidade não procederá do conflito, num
 
mesmo nível, entre progressistas e reacionários, mas da
 
irrupção, no âmago mesmo da causa revolucionária
 
avançada, de um elemento pessoal marcado pelo
25
acumpliciamento secreto, arcaico e culpável com o
 
inimigo. Dessa forma, o herói libertador dos sicilianos
 
nas Vespri é na verdade filho ilegítimo do governador
 
francês, o trovador, na ópera homônima, é o irmão
 
perdido de seu próprio perseguidor − e aqui, na Norma, a
30
sacerdotiza suprema dos gauleses é amante do chefe
 
romano. É isso o que dilacera a alma, tanto do ator-
 
cantor como do expectador-ouvinte, e confere a essas
 
óperas seu caráter trágico.
(RIBEIRO, Renato Janine. Iracema ou a fundação do Brasil. In FREITAS, Marcos Cezar de (Org.). Historiografia brasileira em perspectiva. 5.ed., São Paulo: Contexto, 2003, p. 406)
Consideradas a forma e a posição do pronome pessoal previstas na norma culta da língua, a alternativa correta é:

Questão 10

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1
A Norma (1831) é claramente uma ópera que
 
encena, numa suposta rebelião gaulesa contra a tutela
 
romana na Antiguidade, a desejada libertação dos
 
italianos em face das potências estrangeiras − no caso,
5
certamente a Áustria − que lhes vedam a independência
 
e a unidade nacional. Como é de praxe em boa parte
 
das óperas italianas do século XIX, ao posicionamento
 
progressista nas grandes questões sociais ou nacionais
 
se opõe um lastro, geralmente ocultado, que é de
10
natureza mais propriamente pessoal, e serve de enorme
 
peso − inconsciente, posto que até então desconhecido −
 
contra aquela tomada de partido em favor [...] do “bem”
 
ou, pelo menos, da justiça e do progresso. Esse modelo
 
aparece, para citarmos apenas algumas óperas, nas
15
Vespri siciliani e no Trovatore de Verdi; poder-se-ia
 
argumentar que a Traviata procede do mesmo modo.
 
Assim, um recorte se delineia inicialmente, a opor as
 
causas progressistas (a pátria livre, seja ela a Gália, a
 
Sicília ou qualquer outra; a defesa dos pobres; a união
20
de quem se ama) ao que existe de mais retrógrado;
 
porém, a dramaticidade não procederá do conflito, num
 
mesmo nível, entre progressistas e reacionários, mas da
 
irrupção, no âmago mesmo da causa revolucionária
 
avançada, de um elemento pessoal marcado pelo
25
acumpliciamento secreto, arcaico e culpável com o
 
inimigo. Dessa forma, o herói libertador dos sicilianos
 
nas Vespri é na verdade filho ilegítimo do governador
 
francês, o trovador, na ópera homônima, é o irmão
 
perdido de seu próprio perseguidor − e aqui, na Norma, a
30
sacerdotiza suprema dos gauleses é amante do chefe
 
romano. É isso o que dilacera a alma, tanto do ator-
 
cantor como do expectador-ouvinte, e confere a essas
 
óperas seu caráter trágico.
(RIBEIRO, Renato Janine. Iracema ou a fundação do Brasil. In FREITAS, Marcos Cezar de (Org.). Historiografia brasileira em perspectiva. 5.ed., São Paulo: Contexto, 2003, p. 406)
Assinale a alternativa que apresenta redação clara e adequada à norma culta da Língua Portuguesa:

Questão 11

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1
Vários historiadores têm procurado entender a
 
originalidade da monarquia brasileira vinculando-a à
 
chegada da família real ao Brasil em 1808. De fato, é no
 
mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a capital
5
de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva
 
Dias de a “internacionalização da metrópole”, a instalação
 
no Brasil da corte portuguesa, que fugia das tropas
 
napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito,
 
mas um momento angular da história nacional e de um
10
processo singular de emancipação. Fuga ou golpe político,
 
o fato é que com D. João e sua família, e contando com a
 
ajuda inglesa, transferiram-se para o país a própria corte
 
portuguesa — cujo número estimado de pessoas chegava a
 
20 mil, sendo que a cidade do Rio possuía apenas 60 mil
15
almas — e várias instituições metropolitanas. Mas não era
 
só: comerciantes ingleses e franceses, artistas italianos e
 
naturalistas austríacos vinham junto com os baús. Difícil
 
imaginar choque cultural maior.
 
Transformado em reino unido já em 1815, o Brasil
20
passou a distanciar-se, aos poucos, de seu antigo estatuto
 
colonial, ganhando uma autonomia relativa jamais
 
conhecida naquele contexto. A partir de então, o Rio de
 
Janeiro tornou-se capital de Portugal e de suas possessões
 
na África e na Ásia, e os portos brasileiros se abriram ao
25
comércio britânico (seguindo o acerto feito com a Inglaterra,
 
que assegurou o transporte da corte, mas o trocou por esse
 
acordo comercial). Tais fatos alteraram radicalmente a
 
situação da colônia portuguesa na América.
(Adaptado de SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 35-36.)
Quanto à organização, afirma-se corretamente que o texto:

Questão 12

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1
Vários historiadores têm procurado entender a
 
originalidade da monarquia brasileira vinculando-a à
 
chegada da família real ao Brasil em 1808. De fato, é no
 
mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a capital
5
de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva
 
Dias de a “internacionalização da metrópole”, a instalação
 
no Brasil da corte portuguesa, que fugia das tropas
 
napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito,
 
mas um momento angular da história nacional e de um
10
processo singular de emancipação. Fuga ou golpe político,
 
o fato é que com D. João e sua família, e contando com a
 
ajuda inglesa, transferiram-se para o país a própria corte
 
portuguesa — cujo número estimado de pessoas chegava a
 
20 mil, sendo que a cidade do Rio possuía apenas 60 mil
15
almas — e várias instituições metropolitanas. Mas não era
 
só: comerciantes ingleses e franceses, artistas italianos e
 
naturalistas austríacos vinham junto com os baús. Difícil
 
imaginar choque cultural maior.
 
Transformado em reino unido já em 1815, o Brasil
20
passou a distanciar-se, aos poucos, de seu antigo estatuto
 
colonial, ganhando uma autonomia relativa jamais
 
conhecida naquele contexto. A partir de então, o Rio de
 
Janeiro tornou-se capital de Portugal e de suas possessões
 
na África e na Ásia, e os portos brasileiros se abriram ao
25
comércio britânico (seguindo o acerto feito com a Inglaterra,
 
que assegurou o transporte da corte, mas o trocou por esse
 
acordo comercial). Tais fatos alteraram radicalmente a
 
situação da colônia portuguesa na América.
(Adaptado de SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 35-36.)
De acordo com o texto, é correto afirmar que:

Questão 13

ANS 2007 - FCC - Analista em Regulação - Esp. Administração, Ciências Contábeis e Economia
1
Vários historiadores têm procurado entender a
 
originalidade da monarquia brasileira vinculando-a à
 
chegada da família real ao Brasil em 1808. De fato, é no
 
mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a capital
5
de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva
 
Dias de a “internacionalização da metrópole”, a instalação
 
no Brasil da corte portuguesa, que fugia das tropas
 
napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito,
 
mas um momento angular da história nacional e de um
10
processo singular de emancipação. Fuga ou golpe político,
 
o fato é que com D. João e sua família, e contando com a
 
ajuda inglesa, transferiram-se para o país a própria corte
 
portuguesa — cujo número estimado de pessoas chegava a
 
20 mil, sendo que a cidade do Rio possuía apenas 60 mil
15
almas — e várias instituições metropolitanas. Mas não era
 
só: comerciantes ingleses e franceses, artistas italianos e
 
naturalistas austríacos vinham junto com os baús. Difícil
 
imaginar choque cultural maior.
 
Transformado em reino unido já em 1815, o Brasil
20
passou a distanciar-se, aos poucos, de seu antigo estatuto
 
colonial, ganhando uma autonomia relativa jamais
 
conhecida naquele contexto. A partir de então, o Rio de
 
Janeiro tornou-se capital de Portugal e de suas possessões
 
na África e na Ásia, e os portos brasileiros se abriram ao
25
comércio britânico (seguindo o acerto feito com a Inglaterra,
 
que assegurou o transporte da corte, mas o trocou por esse
 
acordo comercial). Tais fatos alteraram radicalmente a
 
situação da colônia portuguesa na América.
(Adaptado de SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 35-36.)
O desenvolvimento argumentativo do texto permite afirmar corretamente que:

Questão 14

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1
Vários historiadores têm procurado entender a
 
originalidade da monarquia brasileira vinculando-a à
 
chegada da família real ao Brasil em 1808. De fato, é no
 
mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a capital
5
de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva
 
Dias de a “internacionalização da metrópole”, a instalação
 
no Brasil da corte portuguesa, que fugia das tropas
 
napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito,
 
mas um momento angular da história nacional e de um
10
processo singular de emancipação. Fuga ou golpe político,
 
o fato é que com D. João e sua família, e contando com a
 
ajuda inglesa, transferiram-se para o país a própria corte
 
portuguesa — cujo número estimado de pessoas chegava a
 
20 mil, sendo que a cidade do Rio possuía apenas 60 mil
15
almas — e várias instituições metropolitanas. Mas não era
 
só: comerciantes ingleses e franceses, artistas italianos e
 
naturalistas austríacos vinham junto com os baús. Difícil
 
imaginar choque cultural maior.
 
Transformado em reino unido já em 1815, o Brasil
20
passou a distanciar-se, aos poucos, de seu antigo estatuto
 
colonial, ganhando uma autonomia relativa jamais
 
conhecida naquele contexto. A partir de então, o Rio de
 
Janeiro tornou-se capital de Portugal e de suas possessões
 
na África e na Ásia, e os portos brasileiros se abriram ao
25
comércio britânico (seguindo o acerto feito com a Inglaterra,
 
que assegurou o transporte da corte, mas o trocou por esse
 
acordo comercial). Tais fatos alteraram radicalmente a
 
situação da colônia portuguesa na América.
(Adaptado de SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 35-36.)
Infere-se corretamente do texto que:

Questão 15

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1
Vários historiadores têm procurado entender a
 
originalidade da monarquia brasileira vinculando-a à
 
chegada da família real ao Brasil em 1808. De fato, é no
 
mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a capital
5
de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva
 
Dias de a “internacionalização da metrópole”, a instalação
 
no Brasil da corte portuguesa, que fugia das tropas
 
napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito,
 
mas um momento angular da história nacional e de um
10
processo singular de emancipação. Fuga ou golpe político,
 
o fato é que com D. João e sua família, e contando com a
 
ajuda inglesa, transferiram-se para o país a própria corte
 
portuguesa — cujo número estimado de pessoas chegava a
 
20 mil, sendo que a cidade do Rio possuía apenas 60 mil
15
almas — e várias instituições metropolitanas. Mas não era
 
só: comerciantes ingleses e franceses, artistas italianos e
 
naturalistas austríacos vinham junto com os baús. Difícil
 
imaginar choque cultural maior.
 
Transformado em reino unido já em 1815, o Brasil
20
passou a distanciar-se, aos poucos, de seu antigo estatuto
 
colonial, ganhando uma autonomia relativa jamais
 
conhecida naquele contexto. A partir de então, o Rio de
 
Janeiro tornou-se capital de Portugal e de suas possessões
 
na África e na Ásia, e os portos brasileiros se abriram ao
25
comércio britânico (seguindo o acerto feito com a Inglaterra,
 
que assegurou o transporte da corte, mas o trocou por esse
 
acordo comercial). Tais fatos alteraram radicalmente a
 
situação da colônia portuguesa na América.
(Adaptado de SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 35-36.)
Considerando sempre o contexto, está correta a seguinte correspondência de significados:

Questão 16

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1
Vários historiadores têm procurado entender a
 
originalidade da monarquia brasileira vinculando-a à
 
chegada da família real ao Brasil em 1808. De fato, é no
 
mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a capital
5
de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva
 
Dias de a “internacionalização da metrópole”, a instalação
 
no Brasil da corte portuguesa, que fugia das tropas
 
napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito,
 
mas um momento angular da história nacional e de um
10
processo singular de emancipação. Fuga ou golpe político,
 
o fato é que com D. João e sua família, e contando com a
 
ajuda inglesa, transferiram-se para o país a própria corte
 
portuguesa — cujo número estimado de pessoas chegava a
 
20 mil, sendo que a cidade do Rio possuía apenas 60 mil
15
almas — e várias instituições metropolitanas. Mas não era
 
só: comerciantes ingleses e franceses, artistas italianos e
 
naturalistas austríacos vinham junto com os baús. Difícil
 
imaginar choque cultural maior.
 
Transformado em reino unido já em 1815, o Brasil
20
passou a distanciar-se, aos poucos, de seu antigo estatuto
 
colonial, ganhando uma autonomia relativa jamais
 
conhecida naquele contexto. A partir de então, o Rio de
 
Janeiro tornou-se capital de Portugal e de suas possessões
 
na África e na Ásia, e os portos brasileiros se abriram ao
25
comércio britânico (seguindo o acerto feito com a Inglaterra,
 
que assegurou o transporte da corte, mas o trocou por esse
 
acordo comercial). Tais fatos alteraram radicalmente a
 
situação da colônia portuguesa na América.
(Adaptado de SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 35-36.)
Levando em conta as relações de sentido estabelecidas no texto, é correto dizer que:

Questão 17

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1
Vários historiadores têm procurado entender a
 
originalidade da monarquia brasileira vinculando-a à
 
chegada da família real ao Brasil em 1808. De fato, é no
 
mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a capital
5
de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva
 
Dias de a “internacionalização da metrópole”, a instalação
 
no Brasil da corte portuguesa, que fugia das tropas
 
napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito,
 
mas um momento angular da história nacional e de um
10
processo singular de emancipação. Fuga ou golpe político,
 
o fato é que com D. João e sua família, e contando com a
 
ajuda inglesa, transferiram-se para o país a própria corte
 
portuguesa — cujo número estimado de pessoas chegava a
 
20 mil, sendo que a cidade do Rio possuía apenas 60 mil
15
almas — e várias instituições metropolitanas. Mas não era
 
só: comerciantes ingleses e franceses, artistas italianos e
 
naturalistas austríacos vinham junto com os baús. Difícil
 
imaginar choque cultural maior.
 
Transformado em reino unido já em 1815, o Brasil
20
passou a distanciar-se, aos poucos, de seu antigo estatuto
 
colonial, ganhando uma autonomia relativa jamais
 
conhecida naquele contexto. A partir de então, o Rio de
 
Janeiro tornou-se capital de Portugal e de suas possessões
 
na África e na Ásia, e os portos brasileiros se abriram ao
25
comércio britânico (seguindo o acerto feito com a Inglaterra,
 
que assegurou o transporte da corte, mas o trocou por esse
 
acordo comercial). Tais fatos alteraram radicalmente a
 
situação da colônia portuguesa na América.
(Adaptado de SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 35-36.)
...os portos brasileiros se abriram ao comércio britânico
(seguindo o acerto feito com a Inglaterra, que assegurou o transporte da corte, mas o trocou por esse acordo comercial).

O segmento que traduz, completa e corretamente, a situação da coroa inglesa descrita no trecho sublinhado acima é:

Questão 18

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Vários historiadores têm procurado entender a
 
originalidade da monarquia brasileira vinculando-a à
 
chegada da família real ao Brasil em 1808. De fato, é no
 
mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a capital
5
de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva
 
Dias de a “internacionalização da metrópole”, a instalação
 
no Brasil da corte portuguesa, que fugia das tropas
 
napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito,
 
mas um momento angular da história nacional e de um
10
processo singular de emancipação. Fuga ou golpe político,
 
o fato é que com D. João e sua família, e contando com a
 
ajuda inglesa, transferiram-se para o país a própria corte
 
portuguesa — cujo número estimado de pessoas chegava a
 
20 mil, sendo que a cidade do Rio possuía apenas 60 mil
15
almas — e várias instituições metropolitanas. Mas não era
 
só: comerciantes ingleses e franceses, artistas italianos e
 
naturalistas austríacos vinham junto com os baús. Difícil
 
imaginar choque cultural maior.
 
Transformado em reino unido já em 1815, o Brasil
20
passou a distanciar-se, aos poucos, de seu antigo estatuto
 
colonial, ganhando uma autonomia relativa jamais
 
conhecida naquele contexto. A partir de então, o Rio de
 
Janeiro tornou-se capital de Portugal e de suas possessões
 
na África e na Ásia, e os portos brasileiros se abriram ao
25
comércio britânico (seguindo o acerto feito com a Inglaterra,
 
que assegurou o transporte da corte, mas o trocou por esse
 
acordo comercial). Tais fatos alteraram radicalmente a
 
situação da colônia portuguesa na América.
(Adaptado de SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 35-36.)
Respeitado o contexto de ocorrência, assinale o fragmento que está corretamente entendido.

Questão 19

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1
Vários historiadores têm procurado entender a
 
originalidade da monarquia brasileira vinculando-a à
 
chegada da família real ao Brasil em 1808. De fato, é no
 
mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a capital
5
de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva
 
Dias de a “internacionalização da metrópole”, a instalação
 
no Brasil da corte portuguesa, que fugia das tropas
 
napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito,
 
mas um momento angular da história nacional e de um
10
processo singular de emancipação. Fuga ou golpe político,
 
o fato é que com D. João e sua família, e contando com a
 
ajuda inglesa, transferiram-se para o país a própria corte
 
portuguesa — cujo número estimado de pessoas chegava a
 
20 mil, sendo que a cidade do Rio possuía apenas 60 mil
15
almas — e várias instituições metropolitanas. Mas não era
 
só: comerciantes ingleses e franceses, artistas italianos e
 
naturalistas austríacos vinham junto com os baús. Difícil
 
imaginar choque cultural maior.
 
Transformado em reino unido já em 1815, o Brasil
20
passou a distanciar-se, aos poucos, de seu antigo estatuto
 
colonial, ganhando uma autonomia relativa jamais
 
conhecida naquele contexto. A partir de então, o Rio de
 
Janeiro tornou-se capital de Portugal e de suas possessões
 
na África e na Ásia, e os portos brasileiros se abriram ao
25
comércio britânico (seguindo o acerto feito com a Inglaterra,
 
que assegurou o transporte da corte, mas o trocou por esse
 
acordo comercial). Tais fatos alteraram radicalmente a
 
situação da colônia portuguesa na América.
(Adaptado de SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 35-36.)
Tendo como parâmetro a norma culta da língua, assinale a alternativa que contém forma verbal corretamente empregada:

Questão 20

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1
Vários historiadores têm procurado entender a
 
originalidade da monarquia brasileira vinculando-a à
 
chegada da família real ao Brasil em 1808. De fato, é no
 
mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a capital
5
de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva
 
Dias de a “internacionalização da metrópole”, a instalação
 
no Brasil da corte portuguesa, que fugia das tropas
 
napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito,
 
mas um momento angular da história nacional e de um
10
processo singular de emancipação. Fuga ou golpe político,
 
o fato é que com D. João e sua família, e contando com a
 
ajuda inglesa, transferiram-se para o país a própria corte
 
portuguesa — cujo número estimado de pessoas chegava a
 
20 mil, sendo que a cidade do Rio possuía apenas 60 mil
15
almas — e várias instituições metropolitanas. Mas não era
 
só: comerciantes ingleses e franceses, artistas italianos e
 
naturalistas austríacos vinham junto com os baús. Difícil
 
imaginar choque cultural maior.
 
Transformado em reino unido já em 1815, o Brasil
20
passou a distanciar-se, aos poucos, de seu antigo estatuto
 
colonial, ganhando uma autonomia relativa jamais
 
conhecida naquele contexto. A partir de então, o Rio de
 
Janeiro tornou-se capital de Portugal e de suas possessões
 
na África e na Ásia, e os portos brasileiros se abriram ao
25
comércio britânico (seguindo o acerto feito com a Inglaterra,
 
que assegurou o transporte da corte, mas o trocou por esse
 
acordo comercial). Tais fatos alteraram radicalmente a
 
situação da colônia portuguesa na América.
(Adaptado de SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 35-36.)
Assinale a alternativa que contém parágrafo redigido em conformidade com a norma culta da Língua Portuguesa:

Questão 21

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Três meses após deixar cargo de diretoria, Sr. "W", ex-dirigente da Agência Nacional de Saúde Suplementar − ANS, representou interesse próprio relacionado a contrato particular de assistência à saúde suplementar, na condição de contratante. De acordo com a Lei no 9.961/00, o Sr. "W":

Questão 22

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Maurício, especialista em regulação de saúde suplementar, possui como uma atribuição específica desse cargo, dentre outras, prevista na Lei no 10.871/04:

Questão 23

ANS 2007 - FCC - Analista em Regulação - Esp. Administração, Ciências Contábeis e Economia
Considere as seguintes assertivas a respeito da Organização, da Direção e da Gestão do Sistema Único de Saúde − SUS:

I. As ações e serviços de saúde executados pelo SUS serão organizados de forma regionalizada e hierarquizada em níveis de complexidade crescente.

II. Os Municípios poderão constituir consórcios para desenvolver em conjunto as ações e os serviços de saúde que lhes correspondam.

III. A articulação das políticas e programas, a cargo das comissões intersetoriais, não abrangerá as atividades de vigilância sanitária e farmacoepidemiologia.

IV. A direção do SUS é única, sendo exercida no âmbito dos Estados pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão equivalente.

De acordo com a Lei no 8.080/90, está correto o que consta APENAS em:

Questão 24

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O Sistema Único de Saúde − SUS contará, em cada esfera do governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com a Conferência de Saúde e o Conselho de Saúde. É certo que a Conferência de Saúde:

Questão 25

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Marcela, 45 anos de idade, segurada da operadora de plano privado de saúde "BETA", possui diabetes, já teve três infartos e um derrame cerebral. Insatisfeita com os serviços da operadora "BETA", pretende mudar para a operadora "DELTA". De acordo com a Lei no 9.656/98, com relação às doenças e às lesões preexistentes de Marcela, a operadora "DELTA":

Questão 26

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Márcia deu a luz a Paulo, que está com duas semanas de vida. Neste caso, considerando que seu plano privado de assistência à saúde inclui atendimento obstétrico, sua operadora deverá dar cobertura assistencial ao recémnascido durante os primeiros:

Questão 27

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Miguel trabalha há 7 (sete) anos na empresa "WXZ". Em razão da sua idade, Miguel se aposentou. Considerando que ele contribuiu para plano coletivo de assistência à saúde, decorrente desse vínculo empregatício, durante esses 7 (sete) anos, lhe será assegurado o direito de manutenção como beneficiário nas mesmas condições de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho por:

Questão 28

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De acordo com a Lei no 10.185/01, as sociedades seguradoras poderão operar seguro privado de assistência à saúde, desde que estejam constituídas como seguradoras:

Questão 29

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Considere as seguintes assertivas a respeito da assistência à saúde pela iniciativa privada:

I. As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio.

II. É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos.

III. Em regra, é vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País.

IV. As entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos não possuem qualquer tipo de preferência na participação complementar do sistema único de saúde.

De acordo com a Constituição Federal brasileira, está correto o que consta APENAS em:

Questão 30

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De acordo com a Lei no 11.302/06, o titular de cargo efetivo de Perito Médico da Previdência Social da Carreira Médica da Previdência Social que não se encontre em exercício no Instituto Nacional do Seguro Social ou no Ministério da Previdência Social só fará jus à GDAMP − Gratificação de Desempenho de Atividade Médico Pericial − quando requisitado:

Questão 31

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De acordo com a Lei no 10.850/04, que fixou diretrizes a serem observadas na definição de normas para implantação de programas especiais de incentivo à adaptação de contratos de planos privados de assistência à saúde firmados até 2 de janeiro de 1999:

Questão 32

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José foi contratado por João para reparar o aparelho medidor de pressão arterial de seu uso pessoal, fabricado pela empresa "Pressão Exata Ltda.", que ainda continua em plena atividade no mercado. Segundo a Lei no 8.078/90, a obrigação de José ao reparar o aparelho é de:

Questão 33

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Joaquim pretende reclamar a respeito da prestação de serviços e mercadorias não duráveis. Nesse caso, deverá saber que inicia-se a contagem do prazo decadencial do direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação, tratando-se de produtos não duráveis e de fornecimento de serviços, respectivamente, a partir da:

Questão 34

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Com relação à publicidade de produtos, a Lei no 8.078/90 determina que o fornecedor mantenha, obrigatoriamente, em:

Questão 35

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Pedro, sofrendo de obesidade, adquiriu livremente medicamento, de uso não controlado, fornecido pela empresa "XYZ Ltda.", após ter visto publicidade, veiculada na televisão, que prometia resultados imediatos no processo de emagrecimento em virtude de conter uma erva rara da Amazônia, que seria extremamente eficaz no curso da queima de gordura, não sendo informado maiores detalhes. No entanto, decorridos três meses de uso prolongado e contínuo do medicamento, Pedro constatou que o remédio não fez efeito, pois, além de não emagrecer, engordou, descobrindo, por meio de seu médico, que a informação publicitária veiculada na televisão pela empresa "XYZ Ltda." era parcialmente falsa, uma vez que omitiu a informação de que o remédio só serviria ao fim destinado mediante o uso de outro medicamento de fabricação de fornecedor concorrente. A publicidade realizada pela empresa "XYZ Ltda." é considerada:

Questão 36

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Antônio realizou compra no valor de R$ 150,00 correspondente aos gêneros alimentícios que sua família necessitava, dividindo tal valor em três parcelas mensais e consecutivas, sendo expedido carnê de pagamento Antônio pagou pontualmente as três parcelas, mas, decorridos trinta dias do último pagamento, foi surpreendido com a cobrança de mais R$ 100,00 que seriam referentes a encargos moratórios. Com temor de que seus dados pessoais fossem averbados nos órgãos de proteção ao crédito, Antônio efetuou o pagamento dessa quantia indevida. Segundo a Lei no 8.078/90, Antônio terá direito à repetição do indébito por valor igual:

Questão 37

ANS 2007 - FCC - Analista em Regulação - Esp. Administração, Ciências Contábeis e Economia
Rita recebeu em seu domicílio a visita do representante comercial da empresa "Conforto Ltda." oferecendo colchão ortopédico por preço módico. Interessada no produto, pois estava sofrendo de fortes dores nas costas, Rita firmou contrato de venda e compra, pagando a quantia cobrada, e, no ato do negócio, recebeu do representante comercial o colchão ortopédico. Porém, decorrido cinco dias do recebimento do colchão, que não apresentava vício, Rita, não obtendo melhora nas dores em suas costas, resolveu desistir do contrato, entretanto após o encerramento do horário comercial. Nesse caso, para comunicar a desistência do contrato à "Conforto Ltda.", resta para Rita o prazo de:

Questão 38

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A "Cia Fonefácil", concessionária de serviço público, pela prática reincidente das infrações de maior gravidade previstas na Lei no 8.078/90, tendo violado obrigação legal ou contratual, estará sujeita, desde que não haja pendência de ação judicial na qual se discuta a imposição de penalidade administrativa e que inexistam circunstâncias de fato que desaconselham a aplicação, à sanção de:

Questão 39

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A empresa "Chá-Bar Ltda." foi contratada para prestar serviço de buffet de pratos quentes na festa que seria realizada na residência de Alexandre. O gerente que representou a empresa na contratação, ciente do perigo, deixou de alertar Alexandre, mediante recomendação escrita ostensiva, sobre a periculosidade do serviço a ser prestado, consistente na utilização de botijões de gás como combustível dos fogareiros que seriam distribuídos pela empresa "Chá-Bar Ltda." na residência, durante a festa. No decorrer da festa, um dos botijões veio a explodir, ferindo os convidados que estavam no local. De acordo com a Lei no 8.078/90, o gerente da empresa "Chá-Bar Ltda." poderá ser condenado por meio de processo judicial criminal por crime doloso, à pena de:

Questão 40

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» Esta questão foi anulada pela banca.
Considere as atribuições:

I. Solicitar à polícia judiciária a instauração de inquérito policial para a apreciação de delito contra os consumidores;

II. Representar ao Ministério Público competente para fins de adoção de medidas processuais no âmbito de suas atribuições;

III. Incentivar a formação de grupos de fornecedores compostos por pessoas jurídicas privadas nacionais e internacionais;

IV. Informar e motivar o fornecedor através dos diferentes meios de comunicação;

V. Levar ao conhecimento dos órgãos competentes as infrações de ordem administrativa que violarem os interesses difusos, coletivos, ou individuais dos consumidores.

De acordo com a Lei no 8.078/90, caberá ao Departamento Nacional de Defesa do Consumidor, da Secretaria Nacional de Direito Econômico (MJ), ou órgão federal que venha a substituí-lo, as atribuições indicadas APENAS em:

Questão 41

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O Sistema Único de Saúde − SUS pode ser entendido como a política de saúde que busca:

Questão 42

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As ações de serviços de saúde que integram o SUS são desenvolvidas em conformidade com os princípios de:

Questão 43

ANS 2007 - FCC - Analista em Regulação - Esp. Administração, Ciências Contábeis e Economia
É dever do Estado, na garantia da saúde do ser humano:

I. a formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos;

II. a formulação e execução apenas de políticas sociais que visem à redução de riscos de doenças e outros agravos;

III. o estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e serviços.

É correto o que consta APENAS em:

Questão 44

ANS 2007 - FCC - Analista em Regulação - Esp. Administração, Ciências Contábeis e Economia
Segundo a Organização Mundial de Saúde − OMS, são fatores determinantes e condicionantes da saúde:

I. Lazer e trabalho;

II. Alimentação, saneamento básico, educação e acesso a serviços;

III. Transporte, moradia, renda e meio ambiente;

IV. Meio ambiente e moradia, exclusivamente;

V. Renda, lazer e trabalho, exclusivamente.

É correto o que consta APENAS em:

Questão 45

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Analise:

I. Vacinação anti-gripal para idosos acima de 60 anos;

II. Realização de sessão de fisoterapia após cirurgia de prótese de quadril;

III. Realização de tomografia computadorizada;

IV. Consulta de puericultura.

Considerando os níveis de prevenção, os eventos de I a IV classificam-se, correta e respectivamente, como:

Questão 46

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» Esta questão foi anulada pela banca.
Considerando as características do segmento de saúde suplementar, é INCORRETO afirmar:

Questão 47

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Em relação aos avanços conquistados pela Regulação para a saúde suplementar, é correto afirmar:

Questão 48

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A listagem, conforme exemplo abaixo, dos atos/métodos/técnicas/processos em saúde, cuja cobertura é garantida a todos os usuários dos planos adquiridos a partir de 2 de janeiro de 1999, é revisada periodicamente por Câmaras Técnicas designadas especificamente para este fim, que contam com a participação de representantes dos diversos segmentos da sociedade envolvidos na assistência à saúde suplementar.



É correto afirmar que tal listagem corresponde ao:

Questão 49

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» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
Considere:

A internação de "X" foi autorizada pelo seu convênio para realização do procedimento. Foi admitido, encaminhado para a sala de cirurgia e, após a realização desta, passou o primeiro dia na UTI, sendo posteriormente transferido para o apartamento. Durante o período em que permaneceu no hospital, recebeu a visita de um auditor de seu convênio, que se inteirou dos procedimentos realizados e fez perguntas sobre exames e procedimentos que haviam sido efetuados. Após sua alta, a conta foi submetida à auditoria pelo seu convênio para efetivação do pagamento.

No processo mencionado, os procedimentos apontam, seqüencialmente, para as auditorias

Questão 50

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Sobre o processo de auditoria, analise:

I. A auditoria operacional é realizada por meio da observação direta dos fatos, dos documentos e das situações, por meio da verificação técnico-científica e contábil da documentação médica, bem como, se necessário, o exame do paciente.

II. A auditoria Analítica é baseada na análise dos documentos, dos relatórios e dos processos, e objetiva a identificação de situações consideradas incomuns e passíveis de avaliação, bem como conferência quantitativa (qualitativa da conta hospitalar e adequação de valores).

III. A auditoria Analítica subsidia o trabalho operativo e delineia o perfil da assistência e os seus controles.

É correto o que consta em:

Questão 51

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Analise as assertivas em relação à Agência Nacional de Saúde Suplementar −ANS:

I. A ANS é subordinada ao Ministério da Saúde, órgão que lhe transfere, através de dotação orçamentária própria, os recursos necessários para o desenvolvimento de suas funções.

II. Faz parte das atribuições da ANS fiscalizar a atuação das operadoras e prestadores de serviços de saúde com relação à abrangência das coberturas de patologias e procedimentos.

III. A ANS tem por finalidade institucional promover a defesa do interesse público na assistência suplementar à saúde, regulando as operadoras setoriais, inclusive quanto às suas relações com prestadores e consumidores.

IV. Uma das funções da ANS é a fixação de parâmetros e diretrizes gerais para reajustes e revisões das contraprestações pecuniárias dos planos privados de assistência à saúde.

É correto o que consta APENAS em:

Questão 52

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I são acordos ou práticas concertadas entre empresas II para III preços, IV mercados, V a produção e/ou adotar posturas VI em licitação pública.

Preenchem correta e respectivamente as lacunas I a VI:

Questão 53

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Segundo a Lei no 8.884/94, exercer de forma abusiva a posição dominante no mercado constitui infração da ordem econômica. A posição dominante é presumida quando a empresa ou grupo de empresas controla um determinado percentual de mercado relevante, sendo que esse percentual padrão pode ser alterado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica para setores específicos da economia. O percentual referido nessa lei é de:

Questão 54

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» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
NÃO constitui infração da ordem econômica, de acordo com o disposto na Lei no 8.884/94:

Questão 55

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1
O índice de liquidez seca da companhia em 31/12/2006 correspondia a:

Questão 56

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1
O índice de endividamento geral da companhia, definido como a proporção dos ativos totais da empresa que são financiados por terceiros, na mesma data mencionada,

Questão 57

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1
A taxa de rentabilidade sobre o patrimônio líquido da companhia no exercício de 2006 foi de:

Questão 58

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O método de avaliação de empresas, cujos cálculos levam em conta o custo médio ponderado do capital, é o método:

Questão 59

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Um capital no valor de R$ 8.000,00 foi aplicado a uma taxa de juros simples durante 25 meses e apresentou, no final do período, um montante igual ao produzido por um capital no valor de R$ 10.000,00, aplicado a uma taxa de juros compostos de 10% ao semestre, durante um ano. A taxa anual de juros simples referente à primeira aplicação é de:

Questão 60

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Um título de determinado valor nominal é descontado em um banco três meses antes de seu vencimento a uma taxa de juros simples de 4% ao mês. Foi utilizada uma operação de desconto comercial simples e o valor do desconto foi igual a R$ 1.560,00. O valor nominal do título é de:

Questão 61

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A taxa de juros anual efetiva, equivalente à taxa de juros nominal de 24% ao ano com capitalização mensal, pode ser calculada por meio da expressão:

Questão 62

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Um título é resgatado dois anos antes de seu vencimento segundo o critério do desconto racional composto a uma taxa de juros compostos de 10% ao ano. Se o valor atual é igual a R$ 15.000,00, o valor correspondente do desconto é de:

Questão 63

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Um investidor aplica, no início de um ano, R$ 20.000,00; resgata o respectivo montante dois anos após. Nesta aplicação, ele obteve uma taxa real de juros de 5%. Considerando que as taxas de inflação no primeiro e no segundo ano foram, respectivamente, 5% e 8%, o investidor resgatou o montante de:

Questão 64

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Uma dívida referente à aquisição de um imóvel deverá ser quitada por meio de 25 prestações mensais e consecutivas, vencendo a primeira um mês após a data em que foi contraída a dívida. Sabe-se que foi adotado o sistema de amortização constante (SAC) a uma taxa de 2% ao mês e o valor da 20a prestação foi igual a R$ 5.376,00. O valor da dívida, no início, é igual a:

Questão 65

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Um empréstimo no valor de R$ 100.000,00 deverá ser liquidado por meio de 36 prestações mensais iguais e consecutivas, vencendo a primeira um mês após a data em que foi realizado o empréstimo. Foi adotado o sistema francês de amortização (Tabela Price), a uma taxa de juros compostos de 3% ao mês, com o valor de cada prestação igual a R$ 4.580,00. O saldo devedor imediatamente após o pagamento da primeira prestação é:

Questão 66

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O custo efetivo do financiamento de uma determinada operação realizada em um ano foi de 15,5%. Se a taxa de inflação correspondente a este ano foi de 10%, significa que o custo real efetivo referente a esta operação foi de:

Questão 67

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O gerente financeiro da Cia. Novo Mundo está analisando cinco projetos de investimento para sua empresa, mutuamente exclusivos, cujos horizontes temporais são de quatro anos e o desembolso inicial é o mesmo: R$ 40.000,00.

Os respectivos fluxos de caixa estão apresentados na: tabela abaixo.



Sabendo-se que o custo de capital ponderado da companhia é de 5% ao ano e inspecionando o fluxo líquido de receitas de cada projeto, é correto concluir que o mais rentável para ela é o projeto:

Questão 68

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A desvalorização real da taxa de câmbio de um país, tudo o mais permanecendo constante, tem como conseqüência:

Questão 69

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No monopólio:

Questão 70

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Num período de onze meses, uma empresa vendeu as seguintes quantidades de seu produto:

8, 4, 6, 14, 20, 16, 10, 23, 10, 16, 16.

A moda e a mediana foram, respectivamente, iguais a:

Questão 71

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1
O lucro apurado pela companhia, antes do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro líquido, foi de:

Questão 72

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1
O total do Ativo Circulante da companhia em 31/12/2006 era de:

Questão 73

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1
Sabendo que as provisões para a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido e para o Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas somaram R$ 9.000,00, o Capital Circulante Líquido da companhia era, em 31/12/2006:

Questão 74

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» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
Em relação às demonstrações contábeis, é correto afirmar:

Questão 75

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Considere as informações abaixo sobre a Cia. Comercial

- Continente Americano. − Compras líquidas ..................R$ 900.000,00
− Estoque inicial de mercadorias ............................R$ 200.000,00
− Estoque final de mercadorias...............................R$ 300.000,00
O índice de rotação de estoques no ano foi igual a:

Questão 76

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O esquema abaixo representa os tipos de expectativas no que tange a relacionamentos com clientes. Partindo-se deste modelo dinâmico de expectativas de Ojasalo, quando os clientes esperam que um prestador de serviços resolva um problema, mas não têm uma noção clara do que deve ser feito, trata-se de situação caracterizada como expectativa:

Questão 77

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O conceito de produtividade em serviços pode ser descrito do seguinte modo: Produtividade em Serviços = f (eficiência interna, eficiência externa, utilização da capacidade) ou Produtividade em Serviços = f (eficiência de custos, eficiência de receita, eficiência da capacidade).

A eficiência da capacidade é ótima quando a demanda de serviços, em relação à oferta:

Questão 78

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Um meio de se construir o todo em cada parte, criando condutividade, bem como simultaneamente especialização e generalização.

A frase acima refere-se ao princípio de planejamento organizacional holográfico denominado:

Questão 79

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A configuração organizacional adequada à hipótese de Mintzberg de que, quanto mais dinâmico e complexo o ambiente mais orgânica e descentralizada é a estrutura, é denominada de:

Questão 80

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A capacidade de interferir intencionalmente no sistema organizacional, de transformar objetivos, valores e conhecimentos relaciona-se com a habilidade gerencial:



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