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Câmara dos Deputados 2007

Analista Legislativo - Arquivista

Questão 1

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
Por “imaginário” entendemos um conjunto de
 
imagens visuais e verbais gerado por uma sociedade (ou
 
parcela desta) na sua relação consigo mesma, com outros
 
grupos humanos e com o universo em geral. Todo
5
imaginário é, portanto, coletivo, não podendo ser
 
confundido com imaginação, atividade psíquica individual.
 
Tampouco se pode reduzir o imaginário à somatória de
 
imaginações. Obviamente estas também se manifestam em
 
quadros históricos, pois, mesmo ao imaginar, cada
10
indivíduo não deixa de ser membro de uma sociedade e de
 
seus valores objetivos e subjetivos. Porém, por englobar o
 
denominador comum das imaginações, o imaginário as
 
supera, interfere nos mecanismos da realidade palpável
 
(política, econômica, social, cultural) que alimenta a própria
15
imaginação.
 
Mais precisamente, o imaginário faz a intermediação
 
entre a realidade psíquica profunda da sociedade (aquilo
 
que os historiadores às vezes chamam de mentalidade) e a
 
realidade material externa. Desta, o imaginário leva para a
20
primeira os elementos que na longa duração histórica
 
podem transformá-la; daquela, leva para a segunda as
 
formas possíveis de leitura da sociedade sobre ela mesma.
 
Neste trânsito circular, os instintos, os sentimentos, as
 
sensações, traduzidos culturalmente, adaptam-se à
25
realidade objetiva, e assim formulados são reprocessados
 
pela realidade psíquica. Resultante do entrecruzamento de
 
um ritmo histórico muito lento (mentalidade), com outro bem
 
mais ágil (cultura), o imaginário estabelece pontes entre
 
tempos diferentes. A modalidade do imaginário que foca
30
sua atenção em um passado indefinido para explicar o
 
presente é o que chamamos mito. Aquela que projeta no
 
futuro as experiências históricas do grupo – concretas e
 
idealizadas, passadas e presentes – é ideologia. A terceira
 
modalidade, que parte do presente na tentativa de
35
antecipar ou preparar um futuro, que é recuperação de um
 
passado idealizado, é utopia.
 
Naturalmente os limites entre essas formas de
 
imaginário são movediços. Tais formas jamais existiriam
 
historicamente em estado puro, e com freqüência cada uma
40
delas acaba por assumir as funções das outras. Diante
 
disso, muitas vezes é preferível utilizar a denominação
 
genérica – imaginário – às particulares (mito, ideologia,
 
utopia), que encobrem recortes conceituais problemáticos.
 
O importante é que toda sociedade é, ao mesmo tempo,
45
produtora e produto de seus imaginários. Logo, a
 
verdadeira história, aquela que considera o homem na sua
 
complexidade e totalidade, encontra-se na articulação entre
 
a realidade vivida externamente e a realidade vivida
 
oniricamente. (...)
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. Cocanha. A história de um país imaginário. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 16-17).
No fragmento citado, Franco Júnior:

Questão 2

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
Por “imaginário” entendemos um conjunto de
 
imagens visuais e verbais gerado por uma sociedade (ou
 
parcela desta) na sua relação consigo mesma, com outros
 
grupos humanos e com o universo em geral. Todo
5
imaginário é, portanto, coletivo, não podendo ser
 
confundido com imaginação, atividade psíquica individual.
 
Tampouco se pode reduzir o imaginário à somatória de
 
imaginações. Obviamente estas também se manifestam em
 
quadros históricos, pois, mesmo ao imaginar, cada
10
indivíduo não deixa de ser membro de uma sociedade e de
 
seus valores objetivos e subjetivos. Porém, por englobar o
 
denominador comum das imaginações, o imaginário as
 
supera, interfere nos mecanismos da realidade palpável
 
(política, econômica, social, cultural) que alimenta a própria
15
imaginação.
 
Mais precisamente, o imaginário faz a intermediação
 
entre a realidade psíquica profunda da sociedade (aquilo
 
que os historiadores às vezes chamam de mentalidade) e a
 
realidade material externa. Desta, o imaginário leva para a
20
primeira os elementos que na longa duração histórica
 
podem transformá-la; daquela, leva para a segunda as
 
formas possíveis de leitura da sociedade sobre ela mesma.
 
Neste trânsito circular, os instintos, os sentimentos, as
 
sensações, traduzidos culturalmente, adaptam-se à
25
realidade objetiva, e assim formulados são reprocessados
 
pela realidade psíquica. Resultante do entrecruzamento de
 
um ritmo histórico muito lento (mentalidade), com outro bem
 
mais ágil (cultura), o imaginário estabelece pontes entre
 
tempos diferentes. A modalidade do imaginário que foca
30
sua atenção em um passado indefinido para explicar o
 
presente é o que chamamos mito. Aquela que projeta no
 
futuro as experiências históricas do grupo – concretas e
 
idealizadas, passadas e presentes – é ideologia. A terceira
 
modalidade, que parte do presente na tentativa de
35
antecipar ou preparar um futuro, que é recuperação de um
 
passado idealizado, é utopia.
 
Naturalmente os limites entre essas formas de
 
imaginário são movediços. Tais formas jamais existiriam
 
historicamente em estado puro, e com freqüência cada uma
40
delas acaba por assumir as funções das outras. Diante
 
disso, muitas vezes é preferível utilizar a denominação
 
genérica – imaginário – às particulares (mito, ideologia,
 
utopia), que encobrem recortes conceituais problemáticos.
 
O importante é que toda sociedade é, ao mesmo tempo,
45
produtora e produto de seus imaginários. Logo, a
 
verdadeira história, aquela que considera o homem na sua
 
complexidade e totalidade, encontra-se na articulação entre
 
a realidade vivida externamente e a realidade vivida
 
oniricamente. (...)
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. Cocanha. A história de um país imaginário. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 16-17).
De acordo com o texto,

Questão 3

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
Por “imaginário” entendemos um conjunto de
 
imagens visuais e verbais gerado por uma sociedade (ou
 
parcela desta) na sua relação consigo mesma, com outros
 
grupos humanos e com o universo em geral. Todo
5
imaginário é, portanto, coletivo, não podendo ser
 
confundido com imaginação, atividade psíquica individual.
 
Tampouco se pode reduzir o imaginário à somatória de
 
imaginações. Obviamente estas também se manifestam em
 
quadros históricos, pois, mesmo ao imaginar, cada
10
indivíduo não deixa de ser membro de uma sociedade e de
 
seus valores objetivos e subjetivos. Porém, por englobar o
 
denominador comum das imaginações, o imaginário as
 
supera, interfere nos mecanismos da realidade palpável
 
(política, econômica, social, cultural) que alimenta a própria
15
imaginação.
 
Mais precisamente, o imaginário faz a intermediação
 
entre a realidade psíquica profunda da sociedade (aquilo
 
que os historiadores às vezes chamam de mentalidade) e a
 
realidade material externa. Desta, o imaginário leva para a
20
primeira os elementos que na longa duração histórica
 
podem transformá-la; daquela, leva para a segunda as
 
formas possíveis de leitura da sociedade sobre ela mesma.
 
Neste trânsito circular, os instintos, os sentimentos, as
 
sensações, traduzidos culturalmente, adaptam-se à
25
realidade objetiva, e assim formulados são reprocessados
 
pela realidade psíquica. Resultante do entrecruzamento de
 
um ritmo histórico muito lento (mentalidade), com outro bem
 
mais ágil (cultura), o imaginário estabelece pontes entre
 
tempos diferentes. A modalidade do imaginário que foca
30
sua atenção em um passado indefinido para explicar o
 
presente é o que chamamos mito. Aquela que projeta no
 
futuro as experiências históricas do grupo – concretas e
 
idealizadas, passadas e presentes – é ideologia. A terceira
 
modalidade, que parte do presente na tentativa de
35
antecipar ou preparar um futuro, que é recuperação de um
 
passado idealizado, é utopia.
 
Naturalmente os limites entre essas formas de
 
imaginário são movediços. Tais formas jamais existiriam
 
historicamente em estado puro, e com freqüência cada uma
40
delas acaba por assumir as funções das outras. Diante
 
disso, muitas vezes é preferível utilizar a denominação
 
genérica – imaginário – às particulares (mito, ideologia,
 
utopia), que encobrem recortes conceituais problemáticos.
 
O importante é que toda sociedade é, ao mesmo tempo,
45
produtora e produto de seus imaginários. Logo, a
 
verdadeira história, aquela que considera o homem na sua
 
complexidade e totalidade, encontra-se na articulação entre
 
a realidade vivida externamente e a realidade vivida
 
oniricamente. (...)
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. Cocanha. A história de um país imaginário. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 16-17).
No segundo parágrafo, o autor:

Questão 4

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1
Por “imaginário” entendemos um conjunto de
 
imagens visuais e verbais gerado por uma sociedade (ou
 
parcela desta) na sua relação consigo mesma, com outros
 
grupos humanos e com o universo em geral. Todo
5
imaginário é, portanto, coletivo, não podendo ser
 
confundido com imaginação, atividade psíquica individual.
 
Tampouco se pode reduzir o imaginário à somatória de
 
imaginações. Obviamente estas também se manifestam em
 
quadros históricos, pois, mesmo ao imaginar, cada
10
indivíduo não deixa de ser membro de uma sociedade e de
 
seus valores objetivos e subjetivos. Porém, por englobar o
 
denominador comum das imaginações, o imaginário as
 
supera, interfere nos mecanismos da realidade palpável
 
(política, econômica, social, cultural) que alimenta a própria
15
imaginação.
 
Mais precisamente, o imaginário faz a intermediação
 
entre a realidade psíquica profunda da sociedade (aquilo
 
que os historiadores às vezes chamam de mentalidade) e a
 
realidade material externa. Desta, o imaginário leva para a
20
primeira os elementos que na longa duração histórica
 
podem transformá-la; daquela, leva para a segunda as
 
formas possíveis de leitura da sociedade sobre ela mesma.
 
Neste trânsito circular, os instintos, os sentimentos, as
 
sensações, traduzidos culturalmente, adaptam-se à
25
realidade objetiva, e assim formulados são reprocessados
 
pela realidade psíquica. Resultante do entrecruzamento de
 
um ritmo histórico muito lento (mentalidade), com outro bem
 
mais ágil (cultura), o imaginário estabelece pontes entre
 
tempos diferentes. A modalidade do imaginário que foca
30
sua atenção em um passado indefinido para explicar o
 
presente é o que chamamos mito. Aquela que projeta no
 
futuro as experiências históricas do grupo – concretas e
 
idealizadas, passadas e presentes – é ideologia. A terceira
 
modalidade, que parte do presente na tentativa de
35
antecipar ou preparar um futuro, que é recuperação de um
 
passado idealizado, é utopia.
 
Naturalmente os limites entre essas formas de
 
imaginário são movediços. Tais formas jamais existiriam
 
historicamente em estado puro, e com freqüência cada uma
40
delas acaba por assumir as funções das outras. Diante
 
disso, muitas vezes é preferível utilizar a denominação
 
genérica – imaginário – às particulares (mito, ideologia,
 
utopia), que encobrem recortes conceituais problemáticos.
 
O importante é que toda sociedade é, ao mesmo tempo,
45
produtora e produto de seus imaginários. Logo, a
 
verdadeira história, aquela que considera o homem na sua
 
complexidade e totalidade, encontra-se na articulação entre
 
a realidade vivida externamente e a realidade vivida
 
oniricamente. (...)
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. Cocanha. A história de um país imaginário. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 16-17).
Considerado o contexto, afirma-se corretamente que:

Questão 5

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1
Por “imaginário” entendemos um conjunto de
 
imagens visuais e verbais gerado por uma sociedade (ou
 
parcela desta) na sua relação consigo mesma, com outros
 
grupos humanos e com o universo em geral. Todo
5
imaginário é, portanto, coletivo, não podendo ser
 
confundido com imaginação, atividade psíquica individual.
 
Tampouco se pode reduzir o imaginário à somatória de
 
imaginações. Obviamente estas também se manifestam em
 
quadros históricos, pois, mesmo ao imaginar, cada
10
indivíduo não deixa de ser membro de uma sociedade e de
 
seus valores objetivos e subjetivos. Porém, por englobar o
 
denominador comum das imaginações, o imaginário as
 
supera, interfere nos mecanismos da realidade palpável
 
(política, econômica, social, cultural) que alimenta a própria
15
imaginação.
 
Mais precisamente, o imaginário faz a intermediação
 
entre a realidade psíquica profunda da sociedade (aquilo
 
que os historiadores às vezes chamam de mentalidade) e a
 
realidade material externa. Desta, o imaginário leva para a
20
primeira os elementos que na longa duração histórica
 
podem transformá-la; daquela, leva para a segunda as
 
formas possíveis de leitura da sociedade sobre ela mesma.
 
Neste trânsito circular, os instintos, os sentimentos, as
 
sensações, traduzidos culturalmente, adaptam-se à
25
realidade objetiva, e assim formulados são reprocessados
 
pela realidade psíquica. Resultante do entrecruzamento de
 
um ritmo histórico muito lento (mentalidade), com outro bem
 
mais ágil (cultura), o imaginário estabelece pontes entre
 
tempos diferentes. A modalidade do imaginário que foca
30
sua atenção em um passado indefinido para explicar o
 
presente é o que chamamos mito. Aquela que projeta no
 
futuro as experiências históricas do grupo – concretas e
 
idealizadas, passadas e presentes – é ideologia. A terceira
 
modalidade, que parte do presente na tentativa de
35
antecipar ou preparar um futuro, que é recuperação de um
 
passado idealizado, é utopia.
 
Naturalmente os limites entre essas formas de
 
imaginário são movediços. Tais formas jamais existiriam
 
historicamente em estado puro, e com freqüência cada uma
40
delas acaba por assumir as funções das outras. Diante
 
disso, muitas vezes é preferível utilizar a denominação
 
genérica – imaginário – às particulares (mito, ideologia,
 
utopia), que encobrem recortes conceituais problemáticos.
 
O importante é que toda sociedade é, ao mesmo tempo,
45
produtora e produto de seus imaginários. Logo, a
 
verdadeira história, aquela que considera o homem na sua
 
complexidade e totalidade, encontra-se na articulação entre
 
a realidade vivida externamente e a realidade vivida
 
oniricamente. (...)
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. Cocanha. A história de um país imaginário. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 16-17).
Acerca dos recursos de pontuação empregados no texto, está correto o que se afirma em:

Questão 6

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1
Por “imaginário” entendemos um conjunto de
 
imagens visuais e verbais gerado por uma sociedade (ou
 
parcela desta) na sua relação consigo mesma, com outros
 
grupos humanos e com o universo em geral. Todo
5
imaginário é, portanto, coletivo, não podendo ser
 
confundido com imaginação, atividade psíquica individual.
 
Tampouco se pode reduzir o imaginário à somatória de
 
imaginações. Obviamente estas também se manifestam em
 
quadros históricos, pois, mesmo ao imaginar, cada
10
indivíduo não deixa de ser membro de uma sociedade e de
 
seus valores objetivos e subjetivos. Porém, por englobar o
 
denominador comum das imaginações, o imaginário as
 
supera, interfere nos mecanismos da realidade palpável
 
(política, econômica, social, cultural) que alimenta a própria
15
imaginação.
 
Mais precisamente, o imaginário faz a intermediação
 
entre a realidade psíquica profunda da sociedade (aquilo
 
que os historiadores às vezes chamam de mentalidade) e a
 
realidade material externa. Desta, o imaginário leva para a
20
primeira os elementos que na longa duração histórica
 
podem transformá-la; daquela, leva para a segunda as
 
formas possíveis de leitura da sociedade sobre ela mesma.
 
Neste trânsito circular, os instintos, os sentimentos, as
 
sensações, traduzidos culturalmente, adaptam-se à
25
realidade objetiva, e assim formulados são reprocessados
 
pela realidade psíquica. Resultante do entrecruzamento de
 
um ritmo histórico muito lento (mentalidade), com outro bem
 
mais ágil (cultura), o imaginário estabelece pontes entre
 
tempos diferentes. A modalidade do imaginário que foca
30
sua atenção em um passado indefinido para explicar o
 
presente é o que chamamos mito. Aquela que projeta no
 
futuro as experiências históricas do grupo – concretas e
 
idealizadas, passadas e presentes – é ideologia. A terceira
 
modalidade, que parte do presente na tentativa de
35
antecipar ou preparar um futuro, que é recuperação de um
 
passado idealizado, é utopia.
 
Naturalmente os limites entre essas formas de
 
imaginário são movediços. Tais formas jamais existiriam
 
historicamente em estado puro, e com freqüência cada uma
40
delas acaba por assumir as funções das outras. Diante
 
disso, muitas vezes é preferível utilizar a denominação
 
genérica – imaginário – às particulares (mito, ideologia,
 
utopia), que encobrem recortes conceituais problemáticos.
 
O importante é que toda sociedade é, ao mesmo tempo,
45
produtora e produto de seus imaginários. Logo, a
 
verdadeira história, aquela que considera o homem na sua
 
complexidade e totalidade, encontra-se na articulação entre
 
a realidade vivida externamente e a realidade vivida
 
oniricamente. (...)
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. Cocanha. A história de um país imaginário. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 16-17).
Considerado o contexto, afirma-se corretamente que:

Questão 7

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
Por “imaginário” entendemos um conjunto de
 
imagens visuais e verbais gerado por uma sociedade (ou
 
parcela desta) na sua relação consigo mesma, com outros
 
grupos humanos e com o universo em geral. Todo
5
imaginário é, portanto, coletivo, não podendo ser
 
confundido com imaginação, atividade psíquica individual.
 
Tampouco se pode reduzir o imaginário à somatória de
 
imaginações. Obviamente estas também se manifestam em
 
quadros históricos, pois, mesmo ao imaginar, cada
10
indivíduo não deixa de ser membro de uma sociedade e de
 
seus valores objetivos e subjetivos. Porém, por englobar o
 
denominador comum das imaginações, o imaginário as
 
supera, interfere nos mecanismos da realidade palpável
 
(política, econômica, social, cultural) que alimenta a própria
15
imaginação.
 
Mais precisamente, o imaginário faz a intermediação
 
entre a realidade psíquica profunda da sociedade (aquilo
 
que os historiadores às vezes chamam de mentalidade) e a
 
realidade material externa. Desta, o imaginário leva para a
20
primeira os elementos que na longa duração histórica
 
podem transformá-la; daquela, leva para a segunda as
 
formas possíveis de leitura da sociedade sobre ela mesma.
 
Neste trânsito circular, os instintos, os sentimentos, as
 
sensações, traduzidos culturalmente, adaptam-se à
25
realidade objetiva, e assim formulados são reprocessados
 
pela realidade psíquica. Resultante do entrecruzamento de
 
um ritmo histórico muito lento (mentalidade), com outro bem
 
mais ágil (cultura), o imaginário estabelece pontes entre
 
tempos diferentes. A modalidade do imaginário que foca
30
sua atenção em um passado indefinido para explicar o
 
presente é o que chamamos mito. Aquela que projeta no
 
futuro as experiências históricas do grupo – concretas e
 
idealizadas, passadas e presentes – é ideologia. A terceira
 
modalidade, que parte do presente na tentativa de
35
antecipar ou preparar um futuro, que é recuperação de um
 
passado idealizado, é utopia.
 
Naturalmente os limites entre essas formas de
 
imaginário são movediços. Tais formas jamais existiriam
 
historicamente em estado puro, e com freqüência cada uma
40
delas acaba por assumir as funções das outras. Diante
 
disso, muitas vezes é preferível utilizar a denominação
 
genérica – imaginário – às particulares (mito, ideologia,
 
utopia), que encobrem recortes conceituais problemáticos.
 
O importante é que toda sociedade é, ao mesmo tempo,
45
produtora e produto de seus imaginários. Logo, a
 
verdadeira história, aquela que considera o homem na sua
 
complexidade e totalidade, encontra-se na articulação entre
 
a realidade vivida externamente e a realidade vivida
 
oniricamente. (...)
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. Cocanha. A história de um país imaginário. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 16-17).
Atentando-se ao contexto, é correto o que se afirma em:

Questão 8

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1
Por “imaginário” entendemos um conjunto de
 
imagens visuais e verbais gerado por uma sociedade (ou
 
parcela desta) na sua relação consigo mesma, com outros
 
grupos humanos e com o universo em geral. Todo
5
imaginário é, portanto, coletivo, não podendo ser
 
confundido com imaginação, atividade psíquica individual.
 
Tampouco se pode reduzir o imaginário à somatória de
 
imaginações. Obviamente estas também se manifestam em
 
quadros históricos, pois, mesmo ao imaginar, cada
10
indivíduo não deixa de ser membro de uma sociedade e de
 
seus valores objetivos e subjetivos. Porém, por englobar o
 
denominador comum das imaginações, o imaginário as
 
supera, interfere nos mecanismos da realidade palpável
 
(política, econômica, social, cultural) que alimenta a própria
15
imaginação.
 
Mais precisamente, o imaginário faz a intermediação
 
entre a realidade psíquica profunda da sociedade (aquilo
 
que os historiadores às vezes chamam de mentalidade) e a
 
realidade material externa. Desta, o imaginário leva para a
20
primeira os elementos que na longa duração histórica
 
podem transformá-la; daquela, leva para a segunda as
 
formas possíveis de leitura da sociedade sobre ela mesma.
 
Neste trânsito circular, os instintos, os sentimentos, as
 
sensações, traduzidos culturalmente, adaptam-se à
25
realidade objetiva, e assim formulados são reprocessados
 
pela realidade psíquica. Resultante do entrecruzamento de
 
um ritmo histórico muito lento (mentalidade), com outro bem
 
mais ágil (cultura), o imaginário estabelece pontes entre
 
tempos diferentes. A modalidade do imaginário que foca
30
sua atenção em um passado indefinido para explicar o
 
presente é o que chamamos mito. Aquela que projeta no
 
futuro as experiências históricas do grupo – concretas e
 
idealizadas, passadas e presentes – é ideologia. A terceira
 
modalidade, que parte do presente na tentativa de
35
antecipar ou preparar um futuro, que é recuperação de um
 
passado idealizado, é utopia.
 
Naturalmente os limites entre essas formas de
 
imaginário são movediços. Tais formas jamais existiriam
 
historicamente em estado puro, e com freqüência cada uma
40
delas acaba por assumir as funções das outras. Diante
 
disso, muitas vezes é preferível utilizar a denominação
 
genérica – imaginário – às particulares (mito, ideologia,
 
utopia), que encobrem recortes conceituais problemáticos.
 
O importante é que toda sociedade é, ao mesmo tempo,
45
produtora e produto de seus imaginários. Logo, a
 
verdadeira história, aquela que considera o homem na sua
 
complexidade e totalidade, encontra-se na articulação entre
 
a realidade vivida externamente e a realidade vivida
 
oniricamente. (...)
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. Cocanha. A história de um país imaginário. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 16-17).
Quanto às relações semânticas estabelecidas no texto, é correto afirmar que:

Questão 9

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1
Por “imaginário” entendemos um conjunto de
 
imagens visuais e verbais gerado por uma sociedade (ou
 
parcela desta) na sua relação consigo mesma, com outros
 
grupos humanos e com o universo em geral. Todo
5
imaginário é, portanto, coletivo, não podendo ser
 
confundido com imaginação, atividade psíquica individual.
 
Tampouco se pode reduzir o imaginário à somatória de
 
imaginações. Obviamente estas também se manifestam em
 
quadros históricos, pois, mesmo ao imaginar, cada
10
indivíduo não deixa de ser membro de uma sociedade e de
 
seus valores objetivos e subjetivos. Porém, por englobar o
 
denominador comum das imaginações, o imaginário as
 
supera, interfere nos mecanismos da realidade palpável
 
(política, econômica, social, cultural) que alimenta a própria
15
imaginação.
 
Mais precisamente, o imaginário faz a intermediação
 
entre a realidade psíquica profunda da sociedade (aquilo
 
que os historiadores às vezes chamam de mentalidade) e a
 
realidade material externa. Desta, o imaginário leva para a
20
primeira os elementos que na longa duração histórica
 
podem transformá-la; daquela, leva para a segunda as
 
formas possíveis de leitura da sociedade sobre ela mesma.
 
Neste trânsito circular, os instintos, os sentimentos, as
 
sensações, traduzidos culturalmente, adaptam-se à
25
realidade objetiva, e assim formulados são reprocessados
 
pela realidade psíquica. Resultante do entrecruzamento de
 
um ritmo histórico muito lento (mentalidade), com outro bem
 
mais ágil (cultura), o imaginário estabelece pontes entre
 
tempos diferentes. A modalidade do imaginário que foca
30
sua atenção em um passado indefinido para explicar o
 
presente é o que chamamos mito. Aquela que projeta no
 
futuro as experiências históricas do grupo – concretas e
 
idealizadas, passadas e presentes – é ideologia. A terceira
 
modalidade, que parte do presente na tentativa de
35
antecipar ou preparar um futuro, que é recuperação de um
 
passado idealizado, é utopia.
 
Naturalmente os limites entre essas formas de
 
imaginário são movediços. Tais formas jamais existiriam
 
historicamente em estado puro, e com freqüência cada uma
40
delas acaba por assumir as funções das outras. Diante
 
disso, muitas vezes é preferível utilizar a denominação
 
genérica – imaginário – às particulares (mito, ideologia,
 
utopia), que encobrem recortes conceituais problemáticos.
 
O importante é que toda sociedade é, ao mesmo tempo,
45
produtora e produto de seus imaginários. Logo, a
 
verdadeira história, aquela que considera o homem na sua
 
complexidade e totalidade, encontra-se na articulação entre
 
a realidade vivida externamente e a realidade vivida
 
oniricamente. (...)
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. Cocanha. A história de um país imaginário. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 16-17).
A norma culta da Língua Portuguesa está plenamente respeitada em:

Questão 10

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1
Por “imaginário” entendemos um conjunto de
 
imagens visuais e verbais gerado por uma sociedade (ou
 
parcela desta) na sua relação consigo mesma, com outros
 
grupos humanos e com o universo em geral. Todo
5
imaginário é, portanto, coletivo, não podendo ser
 
confundido com imaginação, atividade psíquica individual.
 
Tampouco se pode reduzir o imaginário à somatória de
 
imaginações. Obviamente estas também se manifestam em
 
quadros históricos, pois, mesmo ao imaginar, cada
10
indivíduo não deixa de ser membro de uma sociedade e de
 
seus valores objetivos e subjetivos. Porém, por englobar o
 
denominador comum das imaginações, o imaginário as
 
supera, interfere nos mecanismos da realidade palpável
 
(política, econômica, social, cultural) que alimenta a própria
15
imaginação.
 
Mais precisamente, o imaginário faz a intermediação
 
entre a realidade psíquica profunda da sociedade (aquilo
 
que os historiadores às vezes chamam de mentalidade) e a
 
realidade material externa. Desta, o imaginário leva para a
20
primeira os elementos que na longa duração histórica
 
podem transformá-la; daquela, leva para a segunda as
 
formas possíveis de leitura da sociedade sobre ela mesma.
 
Neste trânsito circular, os instintos, os sentimentos, as
 
sensações, traduzidos culturalmente, adaptam-se à
25
realidade objetiva, e assim formulados são reprocessados
 
pela realidade psíquica. Resultante do entrecruzamento de
 
um ritmo histórico muito lento (mentalidade), com outro bem
 
mais ágil (cultura), o imaginário estabelece pontes entre
 
tempos diferentes. A modalidade do imaginário que foca
30
sua atenção em um passado indefinido para explicar o
 
presente é o que chamamos mito. Aquela que projeta no
 
futuro as experiências históricas do grupo – concretas e
 
idealizadas, passadas e presentes – é ideologia. A terceira
 
modalidade, que parte do presente na tentativa de
35
antecipar ou preparar um futuro, que é recuperação de um
 
passado idealizado, é utopia.
 
Naturalmente os limites entre essas formas de
 
imaginário são movediços. Tais formas jamais existiriam
 
historicamente em estado puro, e com freqüência cada uma
40
delas acaba por assumir as funções das outras. Diante
 
disso, muitas vezes é preferível utilizar a denominação
 
genérica – imaginário – às particulares (mito, ideologia,
 
utopia), que encobrem recortes conceituais problemáticos.
 
O importante é que toda sociedade é, ao mesmo tempo,
45
produtora e produto de seus imaginários. Logo, a
 
verdadeira história, aquela que considera o homem na sua
 
complexidade e totalidade, encontra-se na articulação entre
 
a realidade vivida externamente e a realidade vivida
 
oniricamente. (...)
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. Cocanha. A história de um país imaginário. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 16-17).
O texto está clara e corretamente redigido em:

Questão 11

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
O grave problema representado pelas crianças
 
abandonadas remonta à Antiguidade, estendendo-se por
 
toda a Idade Média, conforme estuda John Boswell em The
 
Kindness of Strangers. Mas foi na Época Moderna que a
5
preocupação com a infância abandonada mostrou-se mais
 
candente, a partir do momento em que a pobreza se tornou
 
onerosa para o Estado e a idéia de que o aumento
 
populacional embasava a riqueza das nações tomou
 
contornos definidos. Em Portugal, a legislação deixava às
10
Câmaras a tarefa de passar o encargo da criação dos
 
enjeitados para as Santas Casas de Misericórdia,
 
procedimento que, como bem viu Charles Boxer, vigorou
 
em todo o Império Luso, constituindo-se em um dos seus
 
pilares. Em Salvador e no Rio de Janeiro os mecanismos
15
de recolhimento de expostos já estariam delineados na
 
primeira metade do século XVIII, atestando, segundo
 
Laima Mesgravis, a importância urbana de tais centros.
 
Mas, justamente em Minas, no século XVIII a capitania
 
mais urbanizada da colônia, a situação permaneceu
20
confusa. Há indícios de que as irmandades tomaram para si
 
a tarefa de cuidar das crianças expostas, conforme consta,
 
por exemplo, do Estatuto da Irmandade de Santa Ana, Vila
 
Rica, criada em 1730 e preocupada, em seu artigo 2º. , em
 
fundar, tão logo seus recursos o permitissem, “uma casa de
25
expostos e asilo de menores desvalidos”. Na prática,
 
entretanto, as evidências pendem mais para que se credite
 
ao nobre Senado da Câmara a função de pôr e dispor da
 
vida das crianças abandonadas. Em sua célebre Memória
 
Histórica da Capitania de Minas Gerais (...), José Joaquim
30
da Rocha incluía a criação dos enjeitados entre as
 
despesas de pelo menos três Câmaras Municipais: as de
 
Vila Nova da Rainha (Caeté), Vila do Príncipe e São João
 
del-Rei. O fato de omitir tal encargo quando tratou das
 
demais vilas deve antes ser atribuído a descuido do que à
35
ausência dos demais Senados na criação dos bebês
 
abandonados.
(MELLO E SOUZA, Laura de. Norma e conflito. Aspectos da história de Minas no século XVIII. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2006, p. 64.)
É correto afirmar que o texto:

Questão 12

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
O grave problema representado pelas crianças
 
abandonadas remonta à Antiguidade, estendendo-se por
 
toda a Idade Média, conforme estuda John Boswell em The
 
Kindness of Strangers. Mas foi na Época Moderna que a
5
preocupação com a infância abandonada mostrou-se mais
 
candente, a partir do momento em que a pobreza se tornou
 
onerosa para o Estado e a idéia de que o aumento
 
populacional embasava a riqueza das nações tomou
 
contornos definidos. Em Portugal, a legislação deixava às
10
Câmaras a tarefa de passar o encargo da criação dos
 
enjeitados para as Santas Casas de Misericórdia,
 
procedimento que, como bem viu Charles Boxer, vigorou
 
em todo o Império Luso, constituindo-se em um dos seus
 
pilares. Em Salvador e no Rio de Janeiro os mecanismos
15
de recolhimento de expostos já estariam delineados na
 
primeira metade do século XVIII, atestando, segundo
 
Laima Mesgravis, a importância urbana de tais centros.
 
Mas, justamente em Minas, no século XVIII a capitania
 
mais urbanizada da colônia, a situação permaneceu
20
confusa. Há indícios de que as irmandades tomaram para si
 
a tarefa de cuidar das crianças expostas, conforme consta,
 
por exemplo, do Estatuto da Irmandade de Santa Ana, Vila
 
Rica, criada em 1730 e preocupada, em seu artigo 2º. , em
 
fundar, tão logo seus recursos o permitissem, “uma casa de
25
expostos e asilo de menores desvalidos”. Na prática,
 
entretanto, as evidências pendem mais para que se credite
 
ao nobre Senado da Câmara a função de pôr e dispor da
 
vida das crianças abandonadas. Em sua célebre Memória
 
Histórica da Capitania de Minas Gerais (...), José Joaquim
30
da Rocha incluía a criação dos enjeitados entre as
 
despesas de pelo menos três Câmaras Municipais: as de
 
Vila Nova da Rainha (Caeté), Vila do Príncipe e São João
 
del-Rei. O fato de omitir tal encargo quando tratou das
 
demais vilas deve antes ser atribuído a descuido do que à
35
ausência dos demais Senados na criação dos bebês
 
abandonados.
(MELLO E SOUZA, Laura de. Norma e conflito. Aspectos da história de Minas no século XVIII. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2006, p. 64.)
A frase que contém conclusão autorizada pelo texto é:

Questão 13

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
O grave problema representado pelas crianças
 
abandonadas remonta à Antiguidade, estendendo-se por
 
toda a Idade Média, conforme estuda John Boswell em The
 
Kindness of Strangers. Mas foi na Época Moderna que a
5
preocupação com a infância abandonada mostrou-se mais
 
candente, a partir do momento em que a pobreza se tornou
 
onerosa para o Estado e a idéia de que o aumento
 
populacional embasava a riqueza das nações tomou
 
contornos definidos. Em Portugal, a legislação deixava às
10
Câmaras a tarefa de passar o encargo da criação dos
 
enjeitados para as Santas Casas de Misericórdia,
 
procedimento que, como bem viu Charles Boxer, vigorou
 
em todo o Império Luso, constituindo-se em um dos seus
 
pilares. Em Salvador e no Rio de Janeiro os mecanismos
15
de recolhimento de expostos já estariam delineados na
 
primeira metade do século XVIII, atestando, segundo
 
Laima Mesgravis, a importância urbana de tais centros.
 
Mas, justamente em Minas, no século XVIII a capitania
 
mais urbanizada da colônia, a situação permaneceu
20
confusa. Há indícios de que as irmandades tomaram para si
 
a tarefa de cuidar das crianças expostas, conforme consta,
 
por exemplo, do Estatuto da Irmandade de Santa Ana, Vila
 
Rica, criada em 1730 e preocupada, em seu artigo 2º. , em
 
fundar, tão logo seus recursos o permitissem, “uma casa de
25
expostos e asilo de menores desvalidos”. Na prática,
 
entretanto, as evidências pendem mais para que se credite
 
ao nobre Senado da Câmara a função de pôr e dispor da
 
vida das crianças abandonadas. Em sua célebre Memória
 
Histórica da Capitania de Minas Gerais (...), José Joaquim
30
da Rocha incluía a criação dos enjeitados entre as
 
despesas de pelo menos três Câmaras Municipais: as de
 
Vila Nova da Rainha (Caeté), Vila do Príncipe e São João
 
del-Rei. O fato de omitir tal encargo quando tratou das
 
demais vilas deve antes ser atribuído a descuido do que à
35
ausência dos demais Senados na criação dos bebês
 
abandonados.
(MELLO E SOUZA, Laura de. Norma e conflito. Aspectos da história de Minas no século XVIII. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2006, p. 64.)
Considerados o contexto e o sentido originais, contém fragmento do texto corretamente compreendido:

Questão 14

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
O grave problema representado pelas crianças
 
abandonadas remonta à Antiguidade, estendendo-se por
 
toda a Idade Média, conforme estuda John Boswell em The
 
Kindness of Strangers. Mas foi na Época Moderna que a
5
preocupação com a infância abandonada mostrou-se mais
 
candente, a partir do momento em que a pobreza se tornou
 
onerosa para o Estado e a idéia de que o aumento
 
populacional embasava a riqueza das nações tomou
 
contornos definidos. Em Portugal, a legislação deixava às
10
Câmaras a tarefa de passar o encargo da criação dos
 
enjeitados para as Santas Casas de Misericórdia,
 
procedimento que, como bem viu Charles Boxer, vigorou
 
em todo o Império Luso, constituindo-se em um dos seus
 
pilares. Em Salvador e no Rio de Janeiro os mecanismos
15
de recolhimento de expostos já estariam delineados na
 
primeira metade do século XVIII, atestando, segundo
 
Laima Mesgravis, a importância urbana de tais centros.
 
Mas, justamente em Minas, no século XVIII a capitania
 
mais urbanizada da colônia, a situação permaneceu
20
confusa. Há indícios de que as irmandades tomaram para si
 
a tarefa de cuidar das crianças expostas, conforme consta,
 
por exemplo, do Estatuto da Irmandade de Santa Ana, Vila
 
Rica, criada em 1730 e preocupada, em seu artigo 2º. , em
 
fundar, tão logo seus recursos o permitissem, “uma casa de
25
expostos e asilo de menores desvalidos”. Na prática,
 
entretanto, as evidências pendem mais para que se credite
 
ao nobre Senado da Câmara a função de pôr e dispor da
 
vida das crianças abandonadas. Em sua célebre Memória
 
Histórica da Capitania de Minas Gerais (...), José Joaquim
30
da Rocha incluía a criação dos enjeitados entre as
 
despesas de pelo menos três Câmaras Municipais: as de
 
Vila Nova da Rainha (Caeté), Vila do Príncipe e São João
 
del-Rei. O fato de omitir tal encargo quando tratou das
 
demais vilas deve antes ser atribuído a descuido do que à
35
ausência dos demais Senados na criação dos bebês
 
abandonados.
(MELLO E SOUZA, Laura de. Norma e conflito. Aspectos da história de Minas no século XVIII. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2006, p. 64.)
Na prática, entretanto, as evidências pendem mais para que se credite ao nobre Senado da Câmara a função de pôr e dispor da vida das crianças abandonadas.

O fragmento acima está clara e corretamente reescrito em:

Questão 15

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
O grave problema representado pelas crianças
 
abandonadas remonta à Antiguidade, estendendo-se por
 
toda a Idade Média, conforme estuda John Boswell em The
 
Kindness of Strangers. Mas foi na Época Moderna que a
5
preocupação com a infância abandonada mostrou-se mais
 
candente, a partir do momento em que a pobreza se tornou
 
onerosa para o Estado e a idéia de que o aumento
 
populacional embasava a riqueza das nações tomou
 
contornos definidos. Em Portugal, a legislação deixava às
10
Câmaras a tarefa de passar o encargo da criação dos
 
enjeitados para as Santas Casas de Misericórdia,
 
procedimento que, como bem viu Charles Boxer, vigorou
 
em todo o Império Luso, constituindo-se em um dos seus
 
pilares. Em Salvador e no Rio de Janeiro os mecanismos
15
de recolhimento de expostos já estariam delineados na
 
primeira metade do século XVIII, atestando, segundo
 
Laima Mesgravis, a importância urbana de tais centros.
 
Mas, justamente em Minas, no século XVIII a capitania
 
mais urbanizada da colônia, a situação permaneceu
20
confusa. Há indícios de que as irmandades tomaram para si
 
a tarefa de cuidar das crianças expostas, conforme consta,
 
por exemplo, do Estatuto da Irmandade de Santa Ana, Vila
 
Rica, criada em 1730 e preocupada, em seu artigo 2º. , em
 
fundar, tão logo seus recursos o permitissem, “uma casa de
25
expostos e asilo de menores desvalidos”. Na prática,
 
entretanto, as evidências pendem mais para que se credite
 
ao nobre Senado da Câmara a função de pôr e dispor da
 
vida das crianças abandonadas. Em sua célebre Memória
 
Histórica da Capitania de Minas Gerais (...), José Joaquim
30
da Rocha incluía a criação dos enjeitados entre as
 
despesas de pelo menos três Câmaras Municipais: as de
 
Vila Nova da Rainha (Caeté), Vila do Príncipe e São João
 
del-Rei. O fato de omitir tal encargo quando tratou das
 
demais vilas deve antes ser atribuído a descuido do que à
35
ausência dos demais Senados na criação dos bebês
 
abandonados.
(MELLO E SOUZA, Laura de. Norma e conflito. Aspectos da história de Minas no século XVIII. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2006, p. 64.)
A frase está redigida com clareza e correção em:

Questão 16

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
By RICK CALLAHAN
 
With obesity ..22.. across the nation, a growing number
 
of states like Indiana are launching online initiatives to combat
 
residents’ expanding waistlines. One such initiative is Indiana’s
5
“10 in 10 Challenge,” an online program that commits
 
participants to lose 10 pounds in 10 weeks. Proponents say
 
online programs reach a vast audience, are relatively cheap and
 
a quick way to let people know about upcoming fitness events
 
and local resources.
10
Action to curtail obesity is badly needed for Indiana,
 
which consistently ranks among the top 10 most obese states,
 
and is second, behind Kentucky, in the percentage of adults who
 
smoke, said Eric Neuburger, executive director of the
 
Governor’s Council on Physical Fitness and Sports.
15
Indiana is far from alone – it’s one of 17 states where at
 
least 25 percent of the population is obese, according to
 
data from the Centers for Disease Control and Prevention.
 
In a report released in August by the Trust for America’s
 
Health, the public health advocacy group said research suggests
20
the nation would save $5.6 billion a year in costs associated with
 
treating heart disease if just one-tenth of Americans began
 
walking regularly.
 
Walking is one of the ideas behind Lighten Up Iowa, a
 
Web-based four-month program that’s driven by teams who
25
either track their minutes of activity, their weight-loss, or both.
 
Now in its sixth year, the Iowa program has been so successful
 
that 17 other states have modeled their own programs after it,
 
capitalizing on the Internet’s vast reach and ability to connect
 
people, helping them stay motivated, said the program’s
30
coordinator, Deborah Martinez. Its sponsor, the nonprofit Iowa
 
Sports Foundation, recently launched a national version, Lighten
 
Up America.
 
The federal health agency is trying to combat obesity
 
more broadly with programs in 28 states that encourage fitness
35
through efforts that include building sidewalks and walking trails,
 
said Robin Hamre, team leader of a national nutrition and
 
obesity prevention program at the CDC.
 
Hamre hopes Congress will fund the program for all
 
states. With obesity striking Americans of all backgrounds, and
40
surging in children, she said action is needed now.
 
“We’re seeing the same thing in all age groups and all
 
races. This is an equal opportunity epidemic,” she said.
(Adapted from http://www.washingtonpost.com/wp- dyn/content/article/2007/03/19/AR2007031900335.html)
A palavra que preenche corretamente a lacuna indicada no texto é:

Questão 17

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
By RICK CALLAHAN
 
With obesity ..22.. across the nation, a growing number
 
of states like Indiana are launching online initiatives to combat
 
residents’ expanding waistlines. One such initiative is Indiana’s
5
“10 in 10 Challenge,” an online program that commits
 
participants to lose 10 pounds in 10 weeks. Proponents say
 
online programs reach a vast audience, are relatively cheap and
 
a quick way to let people know about upcoming fitness events
 
and local resources.
10
Action to curtail obesity is badly needed for Indiana,
 
which consistently ranks among the top 10 most obese states,
 
and is second, behind Kentucky, in the percentage of adults who
 
smoke, said Eric Neuburger, executive director of the
 
Governor’s Council on Physical Fitness and Sports.
15
Indiana is far from alone – it’s one of 17 states where at
 
least 25 percent of the population is obese, according to
 
data from the Centers for Disease Control and Prevention.
 
In a report released in August by the Trust for America’s
 
Health, the public health advocacy group said research suggests
20
the nation would save $5.6 billion a year in costs associated with
 
treating heart disease if just one-tenth of Americans began
 
walking regularly.
 
Walking is one of the ideas behind Lighten Up Iowa, a
 
Web-based four-month program that’s driven by teams who
25
either track their minutes of activity, their weight-loss, or both.
 
Now in its sixth year, the Iowa program has been so successful
 
that 17 other states have modeled their own programs after it,
 
capitalizing on the Internet’s vast reach and ability to connect
 
people, helping them stay motivated, said the program’s
30
coordinator, Deborah Martinez. Its sponsor, the nonprofit Iowa
 
Sports Foundation, recently launched a national version, Lighten
 
Up America.
 
The federal health agency is trying to combat obesity
 
more broadly with programs in 28 states that encourage fitness
35
through efforts that include building sidewalks and walking trails,
 
said Robin Hamre, team leader of a national nutrition and
 
obesity prevention program at the CDC.
 
Hamre hopes Congress will fund the program for all
 
states. With obesity striking Americans of all backgrounds, and
40
surging in children, she said action is needed now.
 
“We’re seeing the same thing in all age groups and all
 
races. This is an equal opportunity epidemic,” she said.
(Adapted from http://www.washingtonpost.com/wp- dyn/content/article/2007/03/19/AR2007031900335.html)
Um sinônimo para badly, no texto, é:

Questão 18

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
By RICK CALLAHAN
 
With obesity ..22.. across the nation, a growing number
 
of states like Indiana are launching online initiatives to combat
 
residents’ expanding waistlines. One such initiative is Indiana’s
5
“10 in 10 Challenge,” an online program that commits
 
participants to lose 10 pounds in 10 weeks. Proponents say
 
online programs reach a vast audience, are relatively cheap and
 
a quick way to let people know about upcoming fitness events
 
and local resources.
10
Action to curtail obesity is badly needed for Indiana,
 
which consistently ranks among the top 10 most obese states,
 
and is second, behind Kentucky, in the percentage of adults who
 
smoke, said Eric Neuburger, executive director of the
 
Governor’s Council on Physical Fitness and Sports.
15
Indiana is far from alone – it’s one of 17 states where at
 
least 25 percent of the population is obese, according to
 
data from the Centers for Disease Control and Prevention.
 
In a report released in August by the Trust for America’s
 
Health, the public health advocacy group said research suggests
20
the nation would save $5.6 billion a year in costs associated with
 
treating heart disease if just one-tenth of Americans began
 
walking regularly.
 
Walking is one of the ideas behind Lighten Up Iowa, a
 
Web-based four-month program that’s driven by teams who
25
either track their minutes of activity, their weight-loss, or both.
 
Now in its sixth year, the Iowa program has been so successful
 
that 17 other states have modeled their own programs after it,
 
capitalizing on the Internet’s vast reach and ability to connect
 
people, helping them stay motivated, said the program’s
30
coordinator, Deborah Martinez. Its sponsor, the nonprofit Iowa
 
Sports Foundation, recently launched a national version, Lighten
 
Up America.
 
The federal health agency is trying to combat obesity
 
more broadly with programs in 28 states that encourage fitness
35
through efforts that include building sidewalks and walking trails,
 
said Robin Hamre, team leader of a national nutrition and
 
obesity prevention program at the CDC.
 
Hamre hopes Congress will fund the program for all
 
states. With obesity striking Americans of all backgrounds, and
40
surging in children, she said action is needed now.
 
“We’re seeing the same thing in all age groups and all
 
races. This is an equal opportunity epidemic,” she said.
(Adapted from http://www.washingtonpost.com/wp- dyn/content/article/2007/03/19/AR2007031900335.html)
Segundo o texto,

Questão 19

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
By RICK CALLAHAN
 
With obesity ..22.. across the nation, a growing number
 
of states like Indiana are launching online initiatives to combat
 
residents’ expanding waistlines. One such initiative is Indiana’s
5
“10 in 10 Challenge,” an online program that commits
 
participants to lose 10 pounds in 10 weeks. Proponents say
 
online programs reach a vast audience, are relatively cheap and
 
a quick way to let people know about upcoming fitness events
 
and local resources.
10
Action to curtail obesity is badly needed for Indiana,
 
which consistently ranks among the top 10 most obese states,
 
and is second, behind Kentucky, in the percentage of adults who
 
smoke, said Eric Neuburger, executive director of the
 
Governor’s Council on Physical Fitness and Sports.
15
Indiana is far from alone – it’s one of 17 states where at
 
least 25 percent of the population is obese, according to
 
data from the Centers for Disease Control and Prevention.
 
In a report released in August by the Trust for America’s
 
Health, the public health advocacy group said research suggests
20
the nation would save $5.6 billion a year in costs associated with
 
treating heart disease if just one-tenth of Americans began
 
walking regularly.
 
Walking is one of the ideas behind Lighten Up Iowa, a
 
Web-based four-month program that’s driven by teams who
25
either track their minutes of activity, their weight-loss, or both.
 
Now in its sixth year, the Iowa program has been so successful
 
that 17 other states have modeled their own programs after it,
 
capitalizing on the Internet’s vast reach and ability to connect
 
people, helping them stay motivated, said the program’s
30
coordinator, Deborah Martinez. Its sponsor, the nonprofit Iowa
 
Sports Foundation, recently launched a national version, Lighten
 
Up America.
 
The federal health agency is trying to combat obesity
 
more broadly with programs in 28 states that encourage fitness
35
through efforts that include building sidewalks and walking trails,
 
said Robin Hamre, team leader of a national nutrition and
 
obesity prevention program at the CDC.
 
Hamre hopes Congress will fund the program for all
 
states. With obesity striking Americans of all backgrounds, and
40
surging in children, she said action is needed now.
 
“We’re seeing the same thing in all age groups and all
 
races. This is an equal opportunity epidemic,” she said.
(Adapted from http://www.washingtonpost.com/wp- dyn/content/article/2007/03/19/AR2007031900335.html)
Segundo o texto,

Questão 20

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
Europeana, prototipo de la contribución francesa a la
 
futura Biblioteca Digital Europea, ha sido presentado esta
 
semana al presidente galo, Jacques Chirac, en vísperas de que
 
sea accesible al público con motivo del Salón del Libro de París.
5
Según el proyecto, lanzado en marzo de 2005, la Biblioteca
 
Digital Europea (BNUE, según sus siglas en francés) contará en
 
2010 con más de seis millones de libros, películas, fotografías y
 
otros documentos de países de la Unión Europea accesibles a
 
través de un único portal en Internet.
10
Chirac instó a la Biblioteca Nacional de Francia a
 
acelerar el ritmo de digitalización de sus fondos patrimoniales
 
con el objetivo de integrar, aún este año, 100.000 volúmenes en
 
la BNUE.
 
Tras su lanzamiento por Francia en marzo de 2005, el
15
proyecto de biblioteca digital europea obtuvo el apoyo de
 
Alemania, España, Hungría, Italia y Polonia antes de ser
 
respaldado por la Comisión Europea.
(Texto adaptado de http://www.elmundo.es/navegante/2007/03/22/tecnologia/1174556455.html)
O fragmento “ha sido presentado”, sublinhado no primeiro parágrafo do texto, está corretamente traduzido para a língua portuguesa em:

Questão 21

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
Europeana, prototipo de la contribución francesa a la
 
futura Biblioteca Digital Europea, ha sido presentado esta
 
semana al presidente galo, Jacques Chirac, en vísperas de que
 
sea accesible al público con motivo del Salón del Libro de París.
5
Según el proyecto, lanzado en marzo de 2005, la Biblioteca
 
Digital Europea (BNUE, según sus siglas en francés) contará en
 
2010 con más de seis millones de libros, películas, fotografías y
 
otros documentos de países de la Unión Europea accesibles a
 
través de un único portal en Internet.
10
Chirac instó a la Biblioteca Nacional de Francia a
 
acelerar el ritmo de digitalización de sus fondos patrimoniales
 
con el objetivo de integrar, aún este año, 100.000 volúmenes en
 
la BNUE.
 
Tras su lanzamiento por Francia en marzo de 2005, el
15
proyecto de biblioteca digital europea obtuvo el apoyo de
 
Alemania, España, Hungría, Italia y Polonia antes de ser
 
respaldado por la Comisión Europea.
(Texto adaptado de http://www.elmundo.es/navegante/2007/03/22/tecnologia/1174556455.html)
Según el proyecto, lanzado en marzo de 2005, la Biblioteca Digital Europea (BNUE, según sus siglas en francés) contará en 2010 con más de seis millones de libros, películas, fotografías y otros documentos de países de la Unión Europea accesibles a través de un único portal en Internet.
Considerado o contexto, uma interpretação correta para o trecho do texto destacado acima ocorre em:

Questão 22

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
Europeana, prototipo de la contribución francesa a la
 
futura Biblioteca Digital Europea, ha sido presentado esta
 
semana al presidente galo, Jacques Chirac, en vísperas de que
 
sea accesible al público con motivo del Salón del Libro de París.
5
Según el proyecto, lanzado en marzo de 2005, la Biblioteca
 
Digital Europea (BNUE, según sus siglas en francés) contará en
 
2010 con más de seis millones de libros, películas, fotografías y
 
otros documentos de países de la Unión Europea accesibles a
 
través de un único portal en Internet.
10
Chirac instó a la Biblioteca Nacional de Francia a
 
acelerar el ritmo de digitalización de sus fondos patrimoniales
 
con el objetivo de integrar, aún este año, 100.000 volúmenes en
 
la BNUE.
 
Tras su lanzamiento por Francia en marzo de 2005, el
15
proyecto de biblioteca digital europea obtuvo el apoyo de
 
Alemania, España, Hungría, Italia y Polonia antes de ser
 
respaldado por la Comisión Europea.
(Texto adaptado de http://www.elmundo.es/navegante/2007/03/22/tecnologia/1174556455.html)
Chirac instó a la Biblioteca Nacional de Francia a acelerar el ritmo de digitalización de sus fondos patrimoniales con el objetivo de integrar, aún este año, 100.000 volúmenes en la BNUE.
Considerado o contexto, uma interpretação correta para o trecho do texto destacado acima ocorre em:

Questão 23

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
Europeana, prototipo de la contribución francesa a la
 
futura Biblioteca Digital Europea, ha sido presentado esta
 
semana al presidente galo, Jacques Chirac, en vísperas de que
 
sea accesible al público con motivo del Salón del Libro de París.
5
Según el proyecto, lanzado en marzo de 2005, la Biblioteca
 
Digital Europea (BNUE, según sus siglas en francés) contará en
 
2010 con más de seis millones de libros, películas, fotografías y
 
otros documentos de países de la Unión Europea accesibles a
 
través de un único portal en Internet.
10
Chirac instó a la Biblioteca Nacional de Francia a
 
acelerar el ritmo de digitalización de sus fondos patrimoniales
 
con el objetivo de integrar, aún este año, 100.000 volúmenes en
 
la BNUE.
 
Tras su lanzamiento por Francia en marzo de 2005, el
15
proyecto de biblioteca digital europea obtuvo el apoyo de
 
Alemania, España, Hungría, Italia y Polonia antes de ser
 
respaldado por la Comisión Europea.
(Texto adaptado de http://www.elmundo.es/navegante/2007/03/22/tecnologia/1174556455.html)
Corresponde à correta interpretação, em português, do sentido do fragmento “Tras su lanzamiento”, sublinhado no último parágrafo do texto:

Questão 24

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
Mário tem 28 anos de idade e preenche todas as condições necessárias para elegibilidade. De acordo com a Constituição Federal de 1988, Mário poderá concorrer, em um pleito eleitoral, aos cargos de:

Questão 25

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
No que concerne à Administração Pública, considere:

I. É vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público.

II. Os acréscimos pecuniários percebidos por servidor público serão computados e acumulados para fins de concessão de acréscimos ulteriores.

III. Os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo.

IV. O prazo de validade do concurso público será de até três anos, prorrogável uma vez, por igual período.

De acordo com a Constituição Federal de 1988, está correto o que consta APENAS em:

Questão 26

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
No que diz respeito aos direitos sociais, de acordo com a Constituição Federal de 1988, é correto afirmar:

Questão 27

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
De acordo com a Constituição Federal de 1988, aos juízes NÃO é vedado:

Questão 28

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
É da competência exclusiva do Congresso Nacional

Questão 29

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
Mariana, servidora pública federal estável, retornou ao cargo que anteriormente ocupava, uma vez que sua demissão foi invalidada por decisão judicial transitada em julgado. Jaqueline, servidora pública federal estável, estava ocupando o cargo de Mariana, tendo que retornar ao cargo que anteriormente ocupava em razão do retorno da servidora. Neste caso, ocorreu a

Questão 30

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
Considere as seguintes assertivas a respeito da acumulação de cargos públicos:

I. A proibição de acumular cargo público não se estende a cargos, empregos e funções em empresas públicas e sociedade de economia mista da União.

II. A acumulação de cargos não está condicionada à comprovação de compatibilidade de horários.

III. Em regra, o servidor público federal não poderá exercer mais de um cargo em comissão, nem ser remunerado pela participação em órgão de deliberação coletiva.

IV. Considera-se acumulação proibida a percepção de vencimento de cargo ou emprego público efetivo com proventos da inatividade, salvo quando os cargos de que decorram essas remunerações forem acumuláveis na atividade.

De acordo com a Lei no 8.112/90, está correto o que consta APENAS em:

Questão 31

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
A ação disciplinar, quanto às penalidades de suspensão e de advertência, prescreverá em

Questão 32

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
A Mesa da Câmara compõe-se de:

Questão 33

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
As Comissões Permanentes poderão constituir Subcomissões Permanentes e Subcomissões Especiais. Entretanto, nenhuma Comissão Permanente poderá contar com mais de:

Questão 34

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
Antes da deliberação do plenário sobre uma proposição, haverá manifestação das Comissões competentes para estudo da matéria, EXCETO quando se tratar de:

Questão 35

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
Apresentado e lido perante o Plenário requerimento que solicite informação a Ministro de Estado, a proposição será objeto de decisão:

Questão 36

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
Logo que voltar das Comissões a que tenha sido remetido, o projeto será:

Questão 37

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
No caso de proposição apresentada coletivamente, as atribuições ou prerrogativas regimentais conferidas ao Autor serão exercidas em Plenário por um só dos signatários da proposição, regulando-se a precedência segundo:

Questão 38

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
No caso de iniciativa coletiva, a retirada de proposição será feita a requerimento de, pelo menos:

Questão 39

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» Esta questão foi anulada pela banca.
1
considere o Regimento Interno da Câmara dos
 
Deputados.
A sessão legislativa ordinária não será interrompida em 30 de junho enquanto não for aprovada, pelo Congresso Nacional,

Questão 40

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
considere o Regimento Interno da Câmara dos
 
Deputados.
Decidir, em primeira instância, recursos contra atos do Diretor-Geral da Câmara, é da competência do

Questão 41

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista

» Esta questão foi anulada pela banca.
1
considere o Regimento Interno da Câmara dos
 
Deputados.
Resolução é a forma por meio da qual a Câmara pronuncia-se, dentre outros temas, sobre

Questão 42

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
considere o Regimento Interno da Câmara dos
 
Deputados.
Apresentada proposta de proposição evidentemente inconstitucional, a Presidência da Mesa a

Questão 43

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
considere o Regimento Interno da Câmara dos
 
Deputados.
Estando na Ordem do Dia projeto de iniciativa popular, o primeiro subscritor do projeto, ou quem este tiver indicado para defendê-lo, falará

Questão 44

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
considere o Regimento Interno da Câmara dos
 
Deputados.
Havendo empate na votação, em caso de escrutínio secreto,

Questão 45

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
§1º − O funcionário do expediente (FE) pretende conversar, por
 
meio da internet, com o funcionário do departamento de cópias
 
reprográficas (FC), no modo de diálogo instantâneo.
 
§2º − Na conversa mencionada no §1o, FE solicita a FC que lhe
5
encaminhe dados de seu interesse, transferindo-lhe um arquivo
 
pela internet, com acesso dirigido e autorizado e também
 
porque, devido à grande quantidade de informações que possui,
 
esse arquivo não pode ser encaminhado como anexo de correio
 
eletrônico.
10
§3º − O encarregado do departamento em que trabalha FE
 
recomenda-lhe que, logo após receber o arquivo referido no
 
§2º, faça um backup usando uma ferramenta que produza um
 
arquivo com extensão zip.
 
§4º − Tanto com respeito ao arquivo recebido quanto em
15
relação ao backup (§3o), FE é orientado para gravar os arquivos
 
usando códigos de proteção contra acesso não autorizado.
 
§5º − A fim de evitar conseqüências desagradáveis, tanto FE
 
quanto FC tomam providências para evitar a ocorrência de
 
código de programa malicioso que eventualmente possa estar
20
inserido nos arquivos que manipulam.
 
§6º − FC costuma “navegar” pela internet buscando assuntos de
 
interesse do órgão em que trabalha e, em algumas ocasiões,
 
ele pede definições de termos usando a Pesquisa Google.
O §1º faz referência ao uso de uma ferramenta, comumente usada, do tipo

Questão 46

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
§1º − O funcionário do expediente (FE) pretende conversar, por
 
meio da internet, com o funcionário do departamento de cópias
 
reprográficas (FC), no modo de diálogo instantâneo.
 
§2º − Na conversa mencionada no §1o, FE solicita a FC que lhe
5
encaminhe dados de seu interesse, transferindo-lhe um arquivo
 
pela internet, com acesso dirigido e autorizado e também
 
porque, devido à grande quantidade de informações que possui,
 
esse arquivo não pode ser encaminhado como anexo de correio
 
eletrônico.
10
§3º − O encarregado do departamento em que trabalha FE
 
recomenda-lhe que, logo após receber o arquivo referido no
 
§2º, faça um backup usando uma ferramenta que produza um
 
arquivo com extensão zip.
 
§4º − Tanto com respeito ao arquivo recebido quanto em
15
relação ao backup (§3o), FE é orientado para gravar os arquivos
 
usando códigos de proteção contra acesso não autorizado.
 
§5º − A fim de evitar conseqüências desagradáveis, tanto FE
 
quanto FC tomam providências para evitar a ocorrência de
 
código de programa malicioso que eventualmente possa estar
20
inserido nos arquivos que manipulam.
 
§6º − FC costuma “navegar” pela internet buscando assuntos de
 
interesse do órgão em que trabalha e, em algumas ocasiões,
 
ele pede definições de termos usando a Pesquisa Google.
A tecnologia mais adequada para atender à necessidade especificada no §2º é a que usa

Questão 47

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
§1º − O funcionário do expediente (FE) pretende conversar, por
 
meio da internet, com o funcionário do departamento de cópias
 
reprográficas (FC), no modo de diálogo instantâneo.
 
§2º − Na conversa mencionada no §1o, FE solicita a FC que lhe
5
encaminhe dados de seu interesse, transferindo-lhe um arquivo
 
pela internet, com acesso dirigido e autorizado e também
 
porque, devido à grande quantidade de informações que possui,
 
esse arquivo não pode ser encaminhado como anexo de correio
 
eletrônico.
10
§3º − O encarregado do departamento em que trabalha FE
 
recomenda-lhe que, logo após receber o arquivo referido no
 
§2º, faça um backup usando uma ferramenta que produza um
 
arquivo com extensão zip.
 
§4º − Tanto com respeito ao arquivo recebido quanto em
15
relação ao backup (§3o), FE é orientado para gravar os arquivos
 
usando códigos de proteção contra acesso não autorizado.
 
§5º − A fim de evitar conseqüências desagradáveis, tanto FE
 
quanto FC tomam providências para evitar a ocorrência de
 
código de programa malicioso que eventualmente possa estar
20
inserido nos arquivos que manipulam.
 
§6º − FC costuma “navegar” pela internet buscando assuntos de
 
interesse do órgão em que trabalha e, em algumas ocasiões,
 
ele pede definições de termos usando a Pesquisa Google.
A especificação zip do §3º diz respeito ao uso de uma ferramenta de

Questão 48

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
§1º − O funcionário do expediente (FE) pretende conversar, por
 
meio da internet, com o funcionário do departamento de cópias
 
reprográficas (FC), no modo de diálogo instantâneo.
 
§2º − Na conversa mencionada no §1o, FE solicita a FC que lhe
5
encaminhe dados de seu interesse, transferindo-lhe um arquivo
 
pela internet, com acesso dirigido e autorizado e também
 
porque, devido à grande quantidade de informações que possui,
 
esse arquivo não pode ser encaminhado como anexo de correio
 
eletrônico.
10
§3º − O encarregado do departamento em que trabalha FE
 
recomenda-lhe que, logo após receber o arquivo referido no
 
§2º, faça um backup usando uma ferramenta que produza um
 
arquivo com extensão zip.
 
§4º − Tanto com respeito ao arquivo recebido quanto em
15
relação ao backup (§3o), FE é orientado para gravar os arquivos
 
usando códigos de proteção contra acesso não autorizado.
 
§5º − A fim de evitar conseqüências desagradáveis, tanto FE
 
quanto FC tomam providências para evitar a ocorrência de
 
código de programa malicioso que eventualmente possa estar
20
inserido nos arquivos que manipulam.
 
§6º − FC costuma “navegar” pela internet buscando assuntos de
 
interesse do órgão em que trabalha e, em algumas ocasiões,
 
ele pede definições de termos usando a Pesquisa Google.
A orientação dada no §4º refere-se ao uso de

Questão 49

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
§1º − O funcionário do expediente (FE) pretende conversar, por
 
meio da internet, com o funcionário do departamento de cópias
 
reprográficas (FC), no modo de diálogo instantâneo.
 
§2º − Na conversa mencionada no §1o, FE solicita a FC que lhe
5
encaminhe dados de seu interesse, transferindo-lhe um arquivo
 
pela internet, com acesso dirigido e autorizado e também
 
porque, devido à grande quantidade de informações que possui,
 
esse arquivo não pode ser encaminhado como anexo de correio
 
eletrônico.
10
§3º − O encarregado do departamento em que trabalha FE
 
recomenda-lhe que, logo após receber o arquivo referido no
 
§2º, faça um backup usando uma ferramenta que produza um
 
arquivo com extensão zip.
 
§4º − Tanto com respeito ao arquivo recebido quanto em
15
relação ao backup (§3o), FE é orientado para gravar os arquivos
 
usando códigos de proteção contra acesso não autorizado.
 
§5º − A fim de evitar conseqüências desagradáveis, tanto FE
 
quanto FC tomam providências para evitar a ocorrência de
 
código de programa malicioso que eventualmente possa estar
20
inserido nos arquivos que manipulam.
 
§6º − FC costuma “navegar” pela internet buscando assuntos de
 
interesse do órgão em que trabalha e, em algumas ocasiões,
 
ele pede definições de termos usando a Pesquisa Google.
As providências tomadas no §5º referem-se ao uso de

Questão 50

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
§1º − O funcionário do expediente (FE) pretende conversar, por
 
meio da internet, com o funcionário do departamento de cópias
 
reprográficas (FC), no modo de diálogo instantâneo.
 
§2º − Na conversa mencionada no §1o, FE solicita a FC que lhe
5
encaminhe dados de seu interesse, transferindo-lhe um arquivo
 
pela internet, com acesso dirigido e autorizado e também
 
porque, devido à grande quantidade de informações que possui,
 
esse arquivo não pode ser encaminhado como anexo de correio
 
eletrônico.
10
§3º − O encarregado do departamento em que trabalha FE
 
recomenda-lhe que, logo após receber o arquivo referido no
 
§2º, faça um backup usando uma ferramenta que produza um
 
arquivo com extensão zip.
 
§4º − Tanto com respeito ao arquivo recebido quanto em
15
relação ao backup (§3o), FE é orientado para gravar os arquivos
 
usando códigos de proteção contra acesso não autorizado.
 
§5º − A fim de evitar conseqüências desagradáveis, tanto FE
 
quanto FC tomam providências para evitar a ocorrência de
 
código de programa malicioso que eventualmente possa estar
20
inserido nos arquivos que manipulam.
 
§6º − FC costuma “navegar” pela internet buscando assuntos de
 
interesse do órgão em que trabalha e, em algumas ocasiões,
 
ele pede definições de termos usando a Pesquisa Google.
Uma forma de obter as definições mencionadas no §6º é usar o termo desejado na busca após a expressão:

Questão 51

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Inserir um atalho na área de trabalho (desktop) Windows do computador

Questão 52

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
Corresponde a hardware

Questão 53

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
considere as ferramentas MS-Office 2007 e
 
BrOffice.org 2, respectivamente, em suas versões
 
originais e padrão.
No Word, antes de compartilhar um documento com outras pessoas, é recomendável verificar metadados ocultos, informações pessoais ou conteúdo armazenado no documento, e removê-los por meio

Questão 54

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
1
considere as ferramentas MS-Office 2007 e
 
BrOffice.org 2, respectivamente, em suas versões
 
originais e padrão.
No Writer, a opção Alterar capitalização do menu Formatar é usada para

Questão 55

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
No dia 7 de março deste ano, a imprensa francesa lamentava a morte de um dos mais influentes filósofos de nosso século, depois de uma longa enfermidade. Foi crítico da mídia e da sociedade de consumo. Além de produtivo escritor − são de sua autoria mais de 50 títulos − foi renomado fotógrafo. Traduziu Marx e Brecht. Seu último livro foi lançado em 2005: “Cool Memories 5”. O nome desse pensador, que viveu 77 anos, era

Questão 56

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
Parlamentares do Reino Unido aprovaram medidas para reformar a Câmara dos Lordes, que tem 746 membros. Os integrantes da Câmara dos Lordes tinham, quando a reforma foi aprovada, 92 cadeiras ocupadas por direito hereditário de descendentes dos nobres. Os demais membros desse parlamento eram:

Questão 57

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
A Folha de S. Paulo anunciou, no dia 8 de janeiro deste ano, que um grupo de cientistas norte-americanos havia publicado na revista Nature Biotechnology o resultado de pesquisas para a obtenção de células-tronco com potencial terapêutico a partir do líquido amniótico:

Questão 58

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
A recente disputa pela presidência do PMDB foi praticamente resolvida pela ação do governo federal. Um dos candidatos, ao renunciar à disputa, emitiu a seguinte nota: "Os acontecimentos das últimas horas enunciam opção objetiva do governo quanto à disputa no PMDB.

Diante disso resta-me afastar-me em definitivo da contenda". Disputavam a presidência da maior legenda política brasileira os políticos:

Questão 59

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
A sigla Brics apareceu pela primeira vez em outubro de 2000, em um relatório do Goldman Sachs, para se referir aos países emergentes que, segundo a projeção do banco, em 2050 estarão entre as maiores economias do mundo. Recentemente, surgiu uma forte dose de ceticismo sobre a inclusão do Brasil nos Brics, já que a sua taxa de crescimento tem sido muito inferior à dos três outros integrantes do grupo. A queda da bolsa da China, em março deste ano, repercutiu com grande baixa nas bolsas dos países do Brics, formada originalmente pelo Brasil e os países:

Questão 60

Câmara dos Deputados 2007 - FCC - Analista Legislativo - Arquivista
Depois de adquirir as rádios AM, FM e TV Guaíba, de Porto Alegre, uma grande organização, que é proprietária de uma rede nacional de TV, adquiriu o jornal “Correio do Povo” com sede na capital gaúcha. Esse jornal, fundado em 1946, foi comprado:



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