×
Analista de Documentação - Arquivologia Analista de Orçamento Analista Pericial - Contabilidade Técnico Administrativo Analista de Documentação - Comunicação Social Técnico em Informática Analista de Documentação - Estatística Analista Pericial - Economia Analista de Controle Interno Analista de Informática - Suporte Técnico Técnico de Apoio Especializado - Orçamento Analista de Informática - Desenvolvimento de Sistemas Analista de Informática - Banco de Dados
×

MPU 2007

Analista Administrativo

Questão 1

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os mitólogos costumam chamar de imagens de
 
mundo certas estruturas simbólicas pelas quais, em todas
 
as épocas, as diferentes sociedades humanas fundamen-
 
taram, tanto coletiva quanto individualmente, a experiência
5
do existir. Ao longo da história, essas constelações de
 
idéias foram geradas quer pelas tradições étnicas, locais,
 
de cada povo, quer pelos grandes sistemas religiosos. No
 
Ocidente, contudo, desde os últimos três séculos uma
 
outra prática de pensamento veio se acrescentar a estes
10
modos tradicionais na função de elaborar as bases de
 
nossas experiências concretas de vida: a ciência. Com
 
efeito, a partir da revolução científica do Renascimento as
 
ciências naturais passaram a contribuir de modo cada vez
 
mais decisivo para a formulação das categorias que a
15
cultura ocidental empregará para compreender a realidade
 
e agir sobre ela.
 
Mas os saberes científicos têm uma característica
 
inescapável: os enunciados que produzem são necessaria-
 
mente provisórios, estão sempre sujeitos à superação e à
20
renovação. Outros exercícios do espírito humano, como a
 
cogitação filosófica, a inspiração poética ou a exaltação
 
mística poderão talvez aspirar a pronunciar verdades
 
últimas; as ciências só podem pretender formular verdades
 
transitórias, sempre inacabadas. Ernesto Sábato assinala
25
com precisão que todas as vezes que se pretendeu elevar
 
um enunciado científico à condição de dogma, de verdade
 
final e cabal, um pouco mais à frente a própria
 
continuidade da aplicação do método científico invariavel-
 
mente acabou por demonstrar que tal dogma não passava
30
senão... de um equívoco. Não há exemplo melhor deste
 
tipo de superstição que o estatuto da noção de raça no
 
nazismo.
(Luiz Alberto Oliveira. “Valores deslizantes: esboço de um ensaio sobre técnica e poder”, In O avesso da liberdade. Adauto Novaes (Org). São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 191)
No primeiro parágrafo, o autor:

Questão 2

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os mitólogos costumam chamar de imagens de
 
mundo certas estruturas simbólicas pelas quais, em todas
 
as épocas, as diferentes sociedades humanas fundamen-
 
taram, tanto coletiva quanto individualmente, a experiência
5
do existir. Ao longo da história, essas constelações de
 
idéias foram geradas quer pelas tradições étnicas, locais,
 
de cada povo, quer pelos grandes sistemas religiosos. No
 
Ocidente, contudo, desde os últimos três séculos uma
 
outra prática de pensamento veio se acrescentar a estes
10
modos tradicionais na função de elaborar as bases de
 
nossas experiências concretas de vida: a ciência. Com
 
efeito, a partir da revolução científica do Renascimento as
 
ciências naturais passaram a contribuir de modo cada vez
 
mais decisivo para a formulação das categorias que a
15
cultura ocidental empregará para compreender a realidade
 
e agir sobre ela.
 
Mas os saberes científicos têm uma característica
 
inescapável: os enunciados que produzem são necessaria-
 
mente provisórios, estão sempre sujeitos à superação e à
20
renovação. Outros exercícios do espírito humano, como a
 
cogitação filosófica, a inspiração poética ou a exaltação
 
mística poderão talvez aspirar a pronunciar verdades
 
últimas; as ciências só podem pretender formular verdades
 
transitórias, sempre inacabadas. Ernesto Sábato assinala
25
com precisão que todas as vezes que se pretendeu elevar
 
um enunciado científico à condição de dogma, de verdade
 
final e cabal, um pouco mais à frente a própria
 
continuidade da aplicação do método científico invariavel-
 
mente acabou por demonstrar que tal dogma não passava
30
senão... de um equívoco. Não há exemplo melhor deste
 
tipo de superstição que o estatuto da noção de raça no
 
nazismo.
(Luiz Alberto Oliveira. “Valores deslizantes: esboço de um ensaio sobre técnica e poder”, In O avesso da liberdade. Adauto Novaes (Org). São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 191)
Ainda sobre o primeiro parágrafo, é correto afirmar :

Questão 3

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os mitólogos costumam chamar de imagens de
 
mundo certas estruturas simbólicas pelas quais, em todas
 
as épocas, as diferentes sociedades humanas fundamen-
 
taram, tanto coletiva quanto individualmente, a experiência
5
do existir. Ao longo da história, essas constelações de
 
idéias foram geradas quer pelas tradições étnicas, locais,
 
de cada povo, quer pelos grandes sistemas religiosos. No
 
Ocidente, contudo, desde os últimos três séculos uma
 
outra prática de pensamento veio se acrescentar a estes
10
modos tradicionais na função de elaborar as bases de
 
nossas experiências concretas de vida: a ciência. Com
 
efeito, a partir da revolução científica do Renascimento as
 
ciências naturais passaram a contribuir de modo cada vez
 
mais decisivo para a formulação das categorias que a
15
cultura ocidental empregará para compreender a realidade
 
e agir sobre ela.
 
Mas os saberes científicos têm uma característica
 
inescapável: os enunciados que produzem são necessaria-
 
mente provisórios, estão sempre sujeitos à superação e à
20
renovação. Outros exercícios do espírito humano, como a
 
cogitação filosófica, a inspiração poética ou a exaltação
 
mística poderão talvez aspirar a pronunciar verdades
 
últimas; as ciências só podem pretender formular verdades
 
transitórias, sempre inacabadas. Ernesto Sábato assinala
25
com precisão que todas as vezes que se pretendeu elevar
 
um enunciado científico à condição de dogma, de verdade
 
final e cabal, um pouco mais à frente a própria
 
continuidade da aplicação do método científico invariavel-
 
mente acabou por demonstrar que tal dogma não passava
30
senão... de um equívoco. Não há exemplo melhor deste
 
tipo de superstição que o estatuto da noção de raça no
 
nazismo.
(Luiz Alberto Oliveira. “Valores deslizantes: esboço de um ensaio sobre técnica e poder”, In O avesso da liberdade. Adauto Novaes (Org). São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 191)
No parágrafo 2:

Questão 4

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os mitólogos costumam chamar de imagens de
 
mundo certas estruturas simbólicas pelas quais, em todas
 
as épocas, as diferentes sociedades humanas fundamen-
 
taram, tanto coletiva quanto individualmente, a experiência
5
do existir. Ao longo da história, essas constelações de
 
idéias foram geradas quer pelas tradições étnicas, locais,
 
de cada povo, quer pelos grandes sistemas religiosos. No
 
Ocidente, contudo, desde os últimos três séculos uma
 
outra prática de pensamento veio se acrescentar a estes
10
modos tradicionais na função de elaborar as bases de
 
nossas experiências concretas de vida: a ciência. Com
 
efeito, a partir da revolução científica do Renascimento as
 
ciências naturais passaram a contribuir de modo cada vez
 
mais decisivo para a formulação das categorias que a
15
cultura ocidental empregará para compreender a realidade
 
e agir sobre ela.
 
Mas os saberes científicos têm uma característica
 
inescapável: os enunciados que produzem são necessaria-
 
mente provisórios, estão sempre sujeitos à superação e à
20
renovação. Outros exercícios do espírito humano, como a
 
cogitação filosófica, a inspiração poética ou a exaltação
 
mística poderão talvez aspirar a pronunciar verdades
 
últimas; as ciências só podem pretender formular verdades
 
transitórias, sempre inacabadas. Ernesto Sábato assinala
25
com precisão que todas as vezes que se pretendeu elevar
 
um enunciado científico à condição de dogma, de verdade
 
final e cabal, um pouco mais à frente a própria
 
continuidade da aplicação do método científico invariavel-
 
mente acabou por demonstrar que tal dogma não passava
30
senão... de um equívoco. Não há exemplo melhor deste
 
tipo de superstição que o estatuto da noção de raça no
 
nazismo.
(Luiz Alberto Oliveira. “Valores deslizantes: esboço de um ensaio sobre técnica e poder”, In O avesso da liberdade. Adauto Novaes (Org). São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 191)
É correto afirmar:

Questão 5

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os mitólogos costumam chamar de imagens de
 
mundo certas estruturas simbólicas pelas quais, em todas
 
as épocas, as diferentes sociedades humanas fundamen-
 
taram, tanto coletiva quanto individualmente, a experiência
5
do existir. Ao longo da história, essas constelações de
 
idéias foram geradas quer pelas tradições étnicas, locais,
 
de cada povo, quer pelos grandes sistemas religiosos. No
 
Ocidente, contudo, desde os últimos três séculos uma
 
outra prática de pensamento veio se acrescentar a estes
10
modos tradicionais na função de elaborar as bases de
 
nossas experiências concretas de vida: a ciência. Com
 
efeito, a partir da revolução científica do Renascimento as
 
ciências naturais passaram a contribuir de modo cada vez
 
mais decisivo para a formulação das categorias que a
15
cultura ocidental empregará para compreender a realidade
 
e agir sobre ela.
 
Mas os saberes científicos têm uma característica
 
inescapável: os enunciados que produzem são necessaria-
 
mente provisórios, estão sempre sujeitos à superação e à
20
renovação. Outros exercícios do espírito humano, como a
 
cogitação filosófica, a inspiração poética ou a exaltação
 
mística poderão talvez aspirar a pronunciar verdades
 
últimas; as ciências só podem pretender formular verdades
 
transitórias, sempre inacabadas. Ernesto Sábato assinala
25
com precisão que todas as vezes que se pretendeu elevar
 
um enunciado científico à condição de dogma, de verdade
 
final e cabal, um pouco mais à frente a própria
 
continuidade da aplicação do método científico invariavel-
 
mente acabou por demonstrar que tal dogma não passava
30
senão... de um equívoco. Não há exemplo melhor deste
 
tipo de superstição que o estatuto da noção de raça no
 
nazismo.
(Luiz Alberto Oliveira. “Valores deslizantes: esboço de um ensaio sobre técnica e poder”, In O avesso da liberdade. Adauto Novaes (Org). São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 191)
É correto afirmar que:

Questão 6

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os mitólogos costumam chamar de imagens de
 
mundo certas estruturas simbólicas pelas quais, em todas
 
as épocas, as diferentes sociedades humanas fundamen-
 
taram, tanto coletiva quanto individualmente, a experiência
5
do existir. Ao longo da história, essas constelações de
 
idéias foram geradas quer pelas tradições étnicas, locais,
 
de cada povo, quer pelos grandes sistemas religiosos. No
 
Ocidente, contudo, desde os últimos três séculos uma
 
outra prática de pensamento veio se acrescentar a estes
10
modos tradicionais na função de elaborar as bases de
 
nossas experiências concretas de vida: a ciência. Com
 
efeito, a partir da revolução científica do Renascimento as
 
ciências naturais passaram a contribuir de modo cada vez
 
mais decisivo para a formulação das categorias que a
15
cultura ocidental empregará para compreender a realidade
 
e agir sobre ela.
 
Mas os saberes científicos têm uma característica
 
inescapável: os enunciados que produzem são necessaria-
 
mente provisórios, estão sempre sujeitos à superação e à
20
renovação. Outros exercícios do espírito humano, como a
 
cogitação filosófica, a inspiração poética ou a exaltação
 
mística poderão talvez aspirar a pronunciar verdades
 
últimas; as ciências só podem pretender formular verdades
 
transitórias, sempre inacabadas. Ernesto Sábato assinala
25
com precisão que todas as vezes que se pretendeu elevar
 
um enunciado científico à condição de dogma, de verdade
 
final e cabal, um pouco mais à frente a própria
 
continuidade da aplicação do método científico invariavel-
 
mente acabou por demonstrar que tal dogma não passava
30
senão... de um equívoco. Não há exemplo melhor deste
 
tipo de superstição que o estatuto da noção de raça no
 
nazismo.
(Luiz Alberto Oliveira. “Valores deslizantes: esboço de um ensaio sobre técnica e poder”, In O avesso da liberdade. Adauto Novaes (Org). São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 191)
Ernesto Sábato assinala com precisão que todas as vezes que se pretendeu elevar um enunciado científico à condição de dogma, de verdade final e cabal, um pouco mais à frente a própria continuidade da aplicação do método científico invariavelmente acabou por demonstrar que tal dogma não passava senão... de um equívoco.

O adequado entendimento daquilo que assinala Ernesto Sábato está expresso, de forma clara e correta, em:

Questão 7

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os vadios eram um grupo infrator caracterizado,
 
antes de mais nada, por sua forma de vida. Era o fato de
 
não fazerem nada, ou de nada fazerem de forma
 
sistemática, que os tornava suspeitos ante a parte bem
5
organizada da sociedade. Por não terem laços – a família,
 
domicílio certo, vínculo empregatício –, constituíam um
 
grupo fluido e indistinto, difícil de controlar e até mesmo de
 
enquadrar. Passados os primeiros tempos dos descobertos
 
auríferos, quando, como disse o jesuíta Antonil, os arraiais
10
foram “móveis como os filhos de Israel no deserto”, a
 
itinerância passou a ser cada vez mais tolerada. Em
 
surge contra os vadios das Minas a primeira investida
 
oficial de que se tem notícia: uma carta régia dirigida em
 
de julho ao governador Luís Diogo Lobo da Silva, e incisiva
15
na condenação da itinerância de vadios e da forma peculiar
 
de vida que escolhiam. Tais homens, dizia o documento,
 
vivem separados do convívio da sociedade civil, enfiados
 
nos sertões, em domicílios volantes, ou seja, sem
 
residência fixa. Isto não podia ser tolerado, e deveriam
20
passar a viver em povoações que tivessem mais de
 
cinqüenta casas e o aparelho administrativo de praxe nas
 
vilas coloniais: juiz ordinário, vereadores etc. Uma vez
 
estabelecidos, ser-lhes-iam distribuídas terras adjacentes
 
ao povoado para que as cultivassem, e os que assim não
25
procedessem seriam presos e tratados como salteadores
 
de caminhos e inimigos comuns.
(Laura de Mello e Souza. “Tensões sociais em Minas na segunda metade do século XVIII”, In Tempo e história, org. Adauto Novaes. São Paulo: Companhia das Letras/Secretaria Municipal da Cultura, 1992. p. 358-359)
No texto, o autor:

Questão 8

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os vadios eram um grupo infrator caracterizado,
 
antes de mais nada, por sua forma de vida. Era o fato de
 
não fazerem nada, ou de nada fazerem de forma
 
sistemática, que os tornava suspeitos ante a parte bem
5
organizada da sociedade. Por não terem laços – a família,
 
domicílio certo, vínculo empregatício –, constituíam um
 
grupo fluido e indistinto, difícil de controlar e até mesmo de
 
enquadrar. Passados os primeiros tempos dos descobertos
 
auríferos, quando, como disse o jesuíta Antonil, os arraiais
10
foram “móveis como os filhos de Israel no deserto”, a
 
itinerância passou a ser cada vez mais tolerada. Em
 
surge contra os vadios das Minas a primeira investida
 
oficial de que se tem notícia: uma carta régia dirigida em
 
de julho ao governador Luís Diogo Lobo da Silva, e incisiva
15
na condenação da itinerância de vadios e da forma peculiar
 
de vida que escolhiam. Tais homens, dizia o documento,
 
vivem separados do convívio da sociedade civil, enfiados
 
nos sertões, em domicílios volantes, ou seja, sem
 
residência fixa. Isto não podia ser tolerado, e deveriam
20
passar a viver em povoações que tivessem mais de
 
cinqüenta casas e o aparelho administrativo de praxe nas
 
vilas coloniais: juiz ordinário, vereadores etc. Uma vez
 
estabelecidos, ser-lhes-iam distribuídas terras adjacentes
 
ao povoado para que as cultivassem, e os que assim não
25
procedessem seriam presos e tratados como salteadores
 
de caminhos e inimigos comuns.
(Laura de Mello e Souza. “Tensões sociais em Minas na segunda metade do século XVIII”, In Tempo e história, org. Adauto Novaes. São Paulo: Companhia das Letras/Secretaria Municipal da Cultura, 1992. p. 358-359)
Considere as afirmações que seguem sobre a organização do texto.

I. No processo de argumentação, o autor valeu-se de testemunho autorizado.

II. A fala do jesuíta constitui argumento para a consolidação da idéia de que a itinerância passou a ser cada vez mais tolerada.

III. A data de 1766 foi citada como comprovação explícita de que o rei era realmente signatário da carta.

Está correto o que se afirma SOMENTE em:

Questão 9

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os vadios eram um grupo infrator caracterizado,
 
antes de mais nada, por sua forma de vida. Era o fato de
 
não fazerem nada, ou de nada fazerem de forma
 
sistemática, que os tornava suspeitos ante a parte bem
5
organizada da sociedade. Por não terem laços – a família,
 
domicílio certo, vínculo empregatício –, constituíam um
 
grupo fluido e indistinto, difícil de controlar e até mesmo de
 
enquadrar. Passados os primeiros tempos dos descobertos
 
auríferos, quando, como disse o jesuíta Antonil, os arraiais
10
foram “móveis como os filhos de Israel no deserto”, a
 
itinerância passou a ser cada vez mais tolerada. Em
 
surge contra os vadios das Minas a primeira investida
 
oficial de que se tem notícia: uma carta régia dirigida em
 
de julho ao governador Luís Diogo Lobo da Silva, e incisiva
15
na condenação da itinerância de vadios e da forma peculiar
 
de vida que escolhiam. Tais homens, dizia o documento,
 
vivem separados do convívio da sociedade civil, enfiados
 
nos sertões, em domicílios volantes, ou seja, sem
 
residência fixa. Isto não podia ser tolerado, e deveriam
20
passar a viver em povoações que tivessem mais de
 
cinqüenta casas e o aparelho administrativo de praxe nas
 
vilas coloniais: juiz ordinário, vereadores etc. Uma vez
 
estabelecidos, ser-lhes-iam distribuídas terras adjacentes
 
ao povoado para que as cultivassem, e os que assim não
25
procedessem seriam presos e tratados como salteadores
 
de caminhos e inimigos comuns.
(Laura de Mello e Souza. “Tensões sociais em Minas na segunda metade do século XVIII”, In Tempo e história, org. Adauto Novaes. São Paulo: Companhia das Letras/Secretaria Municipal da Cultura, 1992. p. 358-359)
Observado o contexto, está corretamente entendida a seguinte expressão do texto:

Questão 10

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os vadios eram um grupo infrator caracterizado,
 
antes de mais nada, por sua forma de vida. Era o fato de
 
não fazerem nada, ou de nada fazerem de forma
 
sistemática, que os tornava suspeitos ante a parte bem
5
organizada da sociedade. Por não terem laços – a família,
 
domicílio certo, vínculo empregatício –, constituíam um
 
grupo fluido e indistinto, difícil de controlar e até mesmo de
 
enquadrar. Passados os primeiros tempos dos descobertos
 
auríferos, quando, como disse o jesuíta Antonil, os arraiais
10
foram “móveis como os filhos de Israel no deserto”, a
 
itinerância passou a ser cada vez mais tolerada. Em
 
surge contra os vadios das Minas a primeira investida
 
oficial de que se tem notícia: uma carta régia dirigida em
 
de julho ao governador Luís Diogo Lobo da Silva, e incisiva
15
na condenação da itinerância de vadios e da forma peculiar
 
de vida que escolhiam. Tais homens, dizia o documento,
 
vivem separados do convívio da sociedade civil, enfiados
 
nos sertões, em domicílios volantes, ou seja, sem
 
residência fixa. Isto não podia ser tolerado, e deveriam
20
passar a viver em povoações que tivessem mais de
 
cinqüenta casas e o aparelho administrativo de praxe nas
 
vilas coloniais: juiz ordinário, vereadores etc. Uma vez
 
estabelecidos, ser-lhes-iam distribuídas terras adjacentes
 
ao povoado para que as cultivassem, e os que assim não
25
procedessem seriam presos e tratados como salteadores
 
de caminhos e inimigos comuns.
(Laura de Mello e Souza. “Tensões sociais em Minas na segunda metade do século XVIII”, In Tempo e história, org. Adauto Novaes. São Paulo: Companhia das Letras/Secretaria Municipal da Cultura, 1992. p. 358-359)
Em 1766 surge contra os vadios das Minas a primeira investida oficial de que se tem notícia.

Considerado o contexto, uma outra redação para o segmento destacado acima, que está correta e que não prejudica o sentido original, é:

Questão 11

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os vadios eram um grupo infrator caracterizado,
 
antes de mais nada, por sua forma de vida. Era o fato de
 
não fazerem nada, ou de nada fazerem de forma
 
sistemática, que os tornava suspeitos ante a parte bem
5
organizada da sociedade. Por não terem laços – a família,
 
domicílio certo, vínculo empregatício –, constituíam um
 
grupo fluido e indistinto, difícil de controlar e até mesmo de
 
enquadrar. Passados os primeiros tempos dos descobertos
 
auríferos, quando, como disse o jesuíta Antonil, os arraiais
10
foram “móveis como os filhos de Israel no deserto”, a
 
itinerância passou a ser cada vez mais tolerada. Em
 
surge contra os vadios das Minas a primeira investida
 
oficial de que se tem notícia: uma carta régia dirigida em
 
de julho ao governador Luís Diogo Lobo da Silva, e incisiva
15
na condenação da itinerância de vadios e da forma peculiar
 
de vida que escolhiam. Tais homens, dizia o documento,
 
vivem separados do convívio da sociedade civil, enfiados
 
nos sertões, em domicílios volantes, ou seja, sem
 
residência fixa. Isto não podia ser tolerado, e deveriam
20
passar a viver em povoações que tivessem mais de
 
cinqüenta casas e o aparelho administrativo de praxe nas
 
vilas coloniais: juiz ordinário, vereadores etc. Uma vez
 
estabelecidos, ser-lhes-iam distribuídas terras adjacentes
 
ao povoado para que as cultivassem, e os que assim não
25
procedessem seriam presos e tratados como salteadores
 
de caminhos e inimigos comuns.
(Laura de Mello e Souza. “Tensões sociais em Minas na segunda metade do século XVIII”, In Tempo e história, org. Adauto Novaes. São Paulo: Companhia das Letras/Secretaria Municipal da Cultura, 1992. p. 358-359)
Observadas as 8 linhas iniciais do texto, é correto afirmar:

Questão 12

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os vadios eram um grupo infrator caracterizado,
 
antes de mais nada, por sua forma de vida. Era o fato de
 
não fazerem nada, ou de nada fazerem de forma
 
sistemática, que os tornava suspeitos ante a parte bem
5
organizada da sociedade. Por não terem laços – a família,
 
domicílio certo, vínculo empregatício –, constituíam um
 
grupo fluido e indistinto, difícil de controlar e até mesmo de
 
enquadrar. Passados os primeiros tempos dos descobertos
 
auríferos, quando, como disse o jesuíta Antonil, os arraiais
10
foram “móveis como os filhos de Israel no deserto”, a
 
itinerância passou a ser cada vez mais tolerada. Em
 
surge contra os vadios das Minas a primeira investida
 
oficial de que se tem notícia: uma carta régia dirigida em
 
de julho ao governador Luís Diogo Lobo da Silva, e incisiva
15
na condenação da itinerância de vadios e da forma peculiar
 
de vida que escolhiam. Tais homens, dizia o documento,
 
vivem separados do convívio da sociedade civil, enfiados
 
nos sertões, em domicílios volantes, ou seja, sem
 
residência fixa. Isto não podia ser tolerado, e deveriam
20
passar a viver em povoações que tivessem mais de
 
cinqüenta casas e o aparelho administrativo de praxe nas
 
vilas coloniais: juiz ordinário, vereadores etc. Uma vez
 
estabelecidos, ser-lhes-iam distribuídas terras adjacentes
 
ao povoado para que as cultivassem, e os que assim não
25
procedessem seriam presos e tratados como salteadores
 
de caminhos e inimigos comuns.
(Laura de Mello e Souza. “Tensões sociais em Minas na segunda metade do século XVIII”, In Tempo e história, org. Adauto Novaes. São Paulo: Companhia das Letras/Secretaria Municipal da Cultura, 1992. p. 358-359)
Considerando as linhas 8 a 16, é correto afirmar:

Questão 13

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os vadios eram um grupo infrator caracterizado,
 
antes de mais nada, por sua forma de vida. Era o fato de
 
não fazerem nada, ou de nada fazerem de forma
 
sistemática, que os tornava suspeitos ante a parte bem
5
organizada da sociedade. Por não terem laços – a família,
 
domicílio certo, vínculo empregatício –, constituíam um
 
grupo fluido e indistinto, difícil de controlar e até mesmo de
 
enquadrar. Passados os primeiros tempos dos descobertos
 
auríferos, quando, como disse o jesuíta Antonil, os arraiais
10
foram “móveis como os filhos de Israel no deserto”, a
 
itinerância passou a ser cada vez mais tolerada. Em
 
surge contra os vadios das Minas a primeira investida
 
oficial de que se tem notícia: uma carta régia dirigida em
 
de julho ao governador Luís Diogo Lobo da Silva, e incisiva
15
na condenação da itinerância de vadios e da forma peculiar
 
de vida que escolhiam. Tais homens, dizia o documento,
 
vivem separados do convívio da sociedade civil, enfiados
 
nos sertões, em domicílios volantes, ou seja, sem
 
residência fixa. Isto não podia ser tolerado, e deveriam
20
passar a viver em povoações que tivessem mais de
 
cinqüenta casas e o aparelho administrativo de praxe nas
 
vilas coloniais: juiz ordinário, vereadores etc. Uma vez
 
estabelecidos, ser-lhes-iam distribuídas terras adjacentes
 
ao povoado para que as cultivassem, e os que assim não
25
procedessem seriam presos e tratados como salteadores
 
de caminhos e inimigos comuns.
(Laura de Mello e Souza. “Tensões sociais em Minas na segunda metade do século XVIII”, In Tempo e história, org. Adauto Novaes. São Paulo: Companhia das Letras/Secretaria Municipal da Cultura, 1992. p. 358-359)
Tais homens, dizia o documento, vivem separados do convívio da sociedade civil, enfiados nos sertões, em domicílios volantes, ou seja, sem residência fixa. Isto não podia ser tolerado, e deveriam passar a viver em povoações que tivessem mais de cinqüenta casas e o aparelho administrativo de praxe nas vilas coloniais: juiz ordinário, vereadores etc.

Observado o contexto, é correto afirmar que, no fragmento acima:

Questão 14

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os vadios eram um grupo infrator caracterizado,
 
antes de mais nada, por sua forma de vida. Era o fato de
 
não fazerem nada, ou de nada fazerem de forma
 
sistemática, que os tornava suspeitos ante a parte bem
5
organizada da sociedade. Por não terem laços – a família,
 
domicílio certo, vínculo empregatício –, constituíam um
 
grupo fluido e indistinto, difícil de controlar e até mesmo de
 
enquadrar. Passados os primeiros tempos dos descobertos
 
auríferos, quando, como disse o jesuíta Antonil, os arraiais
10
foram “móveis como os filhos de Israel no deserto”, a
 
itinerância passou a ser cada vez mais tolerada. Em
 
surge contra os vadios das Minas a primeira investida
 
oficial de que se tem notícia: uma carta régia dirigida em
 
de julho ao governador Luís Diogo Lobo da Silva, e incisiva
15
na condenação da itinerância de vadios e da forma peculiar
 
de vida que escolhiam. Tais homens, dizia o documento,
 
vivem separados do convívio da sociedade civil, enfiados
 
nos sertões, em domicílios volantes, ou seja, sem
 
residência fixa. Isto não podia ser tolerado, e deveriam
20
passar a viver em povoações que tivessem mais de
 
cinqüenta casas e o aparelho administrativo de praxe nas
 
vilas coloniais: juiz ordinário, vereadores etc. Uma vez
 
estabelecidos, ser-lhes-iam distribuídas terras adjacentes
 
ao povoado para que as cultivassem, e os que assim não
25
procedessem seriam presos e tratados como salteadores
 
de caminhos e inimigos comuns.
(Laura de Mello e Souza. “Tensões sociais em Minas na segunda metade do século XVIII”, In Tempo e história, org. Adauto Novaes. São Paulo: Companhia das Letras/Secretaria Municipal da Cultura, 1992. p. 358-359)
Uma vez estabelecidos, ser-lhes-iam distribuídas terras adjacentes ao povoado para que as cultivassem, e os que assim não procedessem seriam presos e tratados como salteadores de caminhos e inimigos comuns.

Sobre o que se tem no período acima transcrito, é correto afirmar:

Questão 15

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
Os vadios eram um grupo infrator caracterizado,
 
antes de mais nada, por sua forma de vida. Era o fato de
 
não fazerem nada, ou de nada fazerem de forma
 
sistemática, que os tornava suspeitos ante a parte bem
5
organizada da sociedade. Por não terem laços – a família,
 
domicílio certo, vínculo empregatício –, constituíam um
 
grupo fluido e indistinto, difícil de controlar e até mesmo de
 
enquadrar. Passados os primeiros tempos dos descobertos
 
auríferos, quando, como disse o jesuíta Antonil, os arraiais
10
foram “móveis como os filhos de Israel no deserto”, a
 
itinerância passou a ser cada vez mais tolerada. Em
 
surge contra os vadios das Minas a primeira investida
 
oficial de que se tem notícia: uma carta régia dirigida em
 
de julho ao governador Luís Diogo Lobo da Silva, e incisiva
15
na condenação da itinerância de vadios e da forma peculiar
 
de vida que escolhiam. Tais homens, dizia o documento,
 
vivem separados do convívio da sociedade civil, enfiados
 
nos sertões, em domicílios volantes, ou seja, sem
 
residência fixa. Isto não podia ser tolerado, e deveriam
20
passar a viver em povoações que tivessem mais de
 
cinqüenta casas e o aparelho administrativo de praxe nas
 
vilas coloniais: juiz ordinário, vereadores etc. Uma vez
 
estabelecidos, ser-lhes-iam distribuídas terras adjacentes
 
ao povoado para que as cultivassem, e os que assim não
25
procedessem seriam presos e tratados como salteadores
 
de caminhos e inimigos comuns.
(Laura de Mello e Souza. “Tensões sociais em Minas na segunda metade do século XVIII”, In Tempo e história, org. Adauto Novaes. São Paulo: Companhia das Letras/Secretaria Municipal da Cultura, 1992. p. 358-359)
Uma vez estabelecidos, ser-lhes-iam distribuídas terras adjacentes ao povoado para que as cultivassem.

Uma outra redação para o segmento destacado acima, que, clara e correta, não prejudica o sentido original é:

Questão 16

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A frase que está totalmente de acordo com o padrão culto é:

Questão 17

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A frase que está pontuada de acordo com os preceitos da gramática é:

Questão 18

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A frase em que a forma destacada está apropriada às normas gramaticais é:

Questão 19

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A frase que está corretamente redigida é:

Questão 20

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A concordância está totalmente de acordo com a norma padrão da língua em:

Questão 21

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
O Ministério Público do Governo Federal de um país
 
deseja modernizar seu ambiente tecnológico de informática.
 
Para tanto irá adquirir equipamentos de computação eletrônica
 
avançados e redefinir seus sistemas de computação a fim de
5
agilizar seus processos internos e também melhorar seu
 
relacionamento com a sociedade.
 
 
REQUISITOS PARA ATENDER AO OBJETIVO:
 
10
(Antes de responder às questões, analise
 
cuidadosamente os requisitos a seguir, considerando que estas
 
especificações podem ser adequadas ou não).
 
§1o - Cadastros recebidos por intermédio de anexos de
 
mensagens eletrônicas deverão ser gravados em arquivos
15
locais e identificados por ordem de assunto, data de
 
recebimento e emitente, para facilitar sua localização nos
 
computadores.
 
§2o - Todos os documentos eletrônicos oficiais deverão
 
ser identificados com o timbre federal do Ministério que será
20
capturado de um documento em papel e convertido para
 
imagem digital.
 
§3o - A intranet será usada para acesso de toda a
 
sociedade aos dados ministeriais e às pesquisas por palavra-
 
chave, bem como os diálogos eletrônicos serão feitos por
25
ferramentas de chat.
 
§4o - Os documentos elaborados (digitados) no
 
computador (textos) não podem conter erros de sintaxe ou
 
ortográficos.
 
§5o - Todas as planilhas eletrônicas produzidas deverão
30
ter as colunas de valores totalizadas de duas formas: total da
 
coluna (somatório) e total acumulado linha a linha, quando o
 
último valor acumulado deverá corresponder ao somatório da
 
coluna que acumular. Exemplo:
 
35
Considere os seguintes dispositivos:

I. impressora multifuncional;

II. pen drive;

III. scanner;

IV. impressora a laser.

Em relação à captura referenciada nos requisitos especificados no §2o, é INCORRETO o uso do que consta SOMENTE em:

Questão 22

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
O Ministério Público do Governo Federal de um país
 
deseja modernizar seu ambiente tecnológico de informática.
 
Para tanto irá adquirir equipamentos de computação eletrônica
 
avançados e redefinir seus sistemas de computação a fim de
5
agilizar seus processos internos e também melhorar seu
 
relacionamento com a sociedade.
 
 
REQUISITOS PARA ATENDER AO OBJETIVO:
 
10
(Antes de responder às questões, analise
 
cuidadosamente os requisitos a seguir, considerando que estas
 
especificações podem ser adequadas ou não).
 
§1o - Cadastros recebidos por intermédio de anexos de
 
mensagens eletrônicas deverão ser gravados em arquivos
15
locais e identificados por ordem de assunto, data de
 
recebimento e emitente, para facilitar sua localização nos
 
computadores.
 
§2o - Todos os documentos eletrônicos oficiais deverão
 
ser identificados com o timbre federal do Ministério que será
20
capturado de um documento em papel e convertido para
 
imagem digital.
 
§3o - A intranet será usada para acesso de toda a
 
sociedade aos dados ministeriais e às pesquisas por palavra-
 
chave, bem como os diálogos eletrônicos serão feitos por
25
ferramentas de chat.
 
§4o - Os documentos elaborados (digitados) no
 
computador (textos) não podem conter erros de sintaxe ou
 
ortográficos.
 
§5o - Todas as planilhas eletrônicas produzidas deverão
30
ter as colunas de valores totalizadas de duas formas: total da
 
coluna (somatório) e total acumulado linha a linha, quando o
 
último valor acumulado deverá corresponder ao somatório da
 
coluna que acumular. Exemplo:
 
35
Para atender aos requisitos especificados no §1o é preciso saber usar ferramentas de:

Questão 23

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo

» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
1
O Ministério Público do Governo Federal de um país
 
deseja modernizar seu ambiente tecnológico de informática.
 
Para tanto irá adquirir equipamentos de computação eletrônica
 
avançados e redefinir seus sistemas de computação a fim de
5
agilizar seus processos internos e também melhorar seu
 
relacionamento com a sociedade.
 
 
REQUISITOS PARA ATENDER AO OBJETIVO:
 
10
(Antes de responder às questões, analise
 
cuidadosamente os requisitos a seguir, considerando que estas
 
especificações podem ser adequadas ou não).
 
§1o - Cadastros recebidos por intermédio de anexos de
 
mensagens eletrônicas deverão ser gravados em arquivos
15
locais e identificados por ordem de assunto, data de
 
recebimento e emitente, para facilitar sua localização nos
 
computadores.
 
§2o - Todos os documentos eletrônicos oficiais deverão
 
ser identificados com o timbre federal do Ministério que será
20
capturado de um documento em papel e convertido para
 
imagem digital.
 
§3o - A intranet será usada para acesso de toda a
 
sociedade aos dados ministeriais e às pesquisas por palavra-
 
chave, bem como os diálogos eletrônicos serão feitos por
25
ferramentas de chat.
 
§4o - Os documentos elaborados (digitados) no
 
computador (textos) não podem conter erros de sintaxe ou
 
ortográficos.
 
§5o - Todas as planilhas eletrônicas produzidas deverão
30
ter as colunas de valores totalizadas de duas formas: total da
 
coluna (somatório) e total acumulado linha a linha, quando o
 
último valor acumulado deverá corresponder ao somatório da
 
coluna que acumular. Exemplo:
 
35
Considere os Quadros 1 e 2 abaixo e os requisitos especificados no §3o.



Quanto ao uso das especificações dos requisitos, a relação apresentada nos quadros é correta entre:

Questão 24

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
O Ministério Público do Governo Federal de um país
 
deseja modernizar seu ambiente tecnológico de informática.
 
Para tanto irá adquirir equipamentos de computação eletrônica
 
avançados e redefinir seus sistemas de computação a fim de
5
agilizar seus processos internos e também melhorar seu
 
relacionamento com a sociedade.
 
 
REQUISITOS PARA ATENDER AO OBJETIVO:
 
10
(Antes de responder às questões, analise
 
cuidadosamente os requisitos a seguir, considerando que estas
 
especificações podem ser adequadas ou não).
 
§1o - Cadastros recebidos por intermédio de anexos de
 
mensagens eletrônicas deverão ser gravados em arquivos
15
locais e identificados por ordem de assunto, data de
 
recebimento e emitente, para facilitar sua localização nos
 
computadores.
 
§2o - Todos os documentos eletrônicos oficiais deverão
 
ser identificados com o timbre federal do Ministério que será
20
capturado de um documento em papel e convertido para
 
imagem digital.
 
§3o - A intranet será usada para acesso de toda a
 
sociedade aos dados ministeriais e às pesquisas por palavra-
 
chave, bem como os diálogos eletrônicos serão feitos por
25
ferramentas de chat.
 
§4o - Os documentos elaborados (digitados) no
 
computador (textos) não podem conter erros de sintaxe ou
 
ortográficos.
 
§5o - Todas as planilhas eletrônicas produzidas deverão
30
ter as colunas de valores totalizadas de duas formas: total da
 
coluna (somatório) e total acumulado linha a linha, quando o
 
último valor acumulado deverá corresponder ao somatório da
 
coluna que acumular. Exemplo:
 
35
Considere os dados da planilha eletrônica exemplificada no §5o. Está correta a fórmula inserida em B3 e pronta para ser propagada para B4 e B5 se for igual a:

Questão 25

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
1
O Ministério Público do Governo Federal de um país
 
deseja modernizar seu ambiente tecnológico de informática.
 
Para tanto irá adquirir equipamentos de computação eletrônica
 
avançados e redefinir seus sistemas de computação a fim de
5
agilizar seus processos internos e também melhorar seu
 
relacionamento com a sociedade.
 
 
REQUISITOS PARA ATENDER AO OBJETIVO:
 
10
(Antes de responder às questões, analise
 
cuidadosamente os requisitos a seguir, considerando que estas
 
especificações podem ser adequadas ou não).
 
§1o - Cadastros recebidos por intermédio de anexos de
 
mensagens eletrônicas deverão ser gravados em arquivos
15
locais e identificados por ordem de assunto, data de
 
recebimento e emitente, para facilitar sua localização nos
 
computadores.
 
§2o - Todos os documentos eletrônicos oficiais deverão
 
ser identificados com o timbre federal do Ministério que será
20
capturado de um documento em papel e convertido para
 
imagem digital.
 
§3o - A intranet será usada para acesso de toda a
 
sociedade aos dados ministeriais e às pesquisas por palavra-
 
chave, bem como os diálogos eletrônicos serão feitos por
25
ferramentas de chat.
 
§4o - Os documentos elaborados (digitados) no
 
computador (textos) não podem conter erros de sintaxe ou
 
ortográficos.
 
§5o - Todas as planilhas eletrônicas produzidas deverão
30
ter as colunas de valores totalizadas de duas formas: total da
 
coluna (somatório) e total acumulado linha a linha, quando o
 
último valor acumulado deverá corresponder ao somatório da
 
coluna que acumular. Exemplo:
 
35
Considerando o ambiente Microsoft, o requisito especificado no §4o quer dizer ao funcionário que, para auxiliá-lo na tarefa de verificação e correção, ele deve:

Questão 26

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
O Procurador da República que ingressou no Ministério Público Federal no ano de 2002 poderá

Questão 27

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Nos termos da Lei Complementar no 75/93, e com relação aos órgãos do Ministério Público Federal, observe as seguintes afirmações:

I. O Colégio de Procuradores da República, presidido pelo Procurador-Geral da República, é integrado por todos os membros da carreira em atividade do Ministério Público Federal.

II. O Corregedor-Geral será nomeado pelo Procurador-Geral da República, dentre os Subprocuradores-Gerais da República integrantes de lista tríplice elaborada pelo Conselho Superior, para mandato de dois anos, admitida uma recondução.

III. O Conselho Superior do Ministério Público Federal, órgão de execução do Ministério Público Federal, será presidido pelo Subprocurador-Geral da República mais antigo.

IV. Os Subprocuradores-Gerais da República atuarão junto ao Supremo Tribunal Federal por delegação do Procurador-Geral da República.

Está correto o que se afirma SOMENTE em

Questão 28

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Segundo o disposto na Lei no 9.784/99, a decisão administrativa ilegal poderá ser impugnada por meio de recurso que

Questão 29

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
De acordo com o disposto na Lei de Improbidade Administrativa, é correto afirmar que

Questão 30

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Quanto à posse e ao exercício do cargo do servidor público civil da União, é correto que:

Questão 31

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Conforme a doutrina dominante, a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 é classificada como:

Questão 32

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
No que concerne ao Supremo Tribunal Federal, observase que:

Questão 33

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Um dos fundamentos da República Federativa do Brasil, de acordo com a Constituição Federal de 1988, é:

Questão 34

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Entre outras, é competência privativa do Presidente da República:

Questão 35

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Sobre a competência e atribuições dos juízes federais, considere:

I. Aos juízes federais compete processar e julgar as causas entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e Município ou pessoa domiciliada ou residente no País.

II. Aos juízes federais compete processar e julgar os crimes cometidos a bordo de navios ou aeronaves, ressalvada a competência da Justiça Militar.

III. Serão sempre processadas e julgadas na sede do Juízo Federal mais próximo do domicílio dos segurados ou beneficiários as causas em que forem parte instituição de previdência social e segurado.

IV. Aos juízes federais compete processar e julgar os crimes de ingresso ou permanência irregular de estrangeiro.

É correto o que consta APENAS em:

Questão 36

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
É cargo privativo de brasileiro nato o de:

Questão 37

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
No que concerne às funções essenciais à Justiça, é certo que:

Questão 38

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Em tema de Administração Pública é INCORRETO afirmar:

Questão 39

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Tendo em vista a matéria administrativa, é correto afirmar:

Questão 40

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Considere as assertivas relacionadas aos Poderes Administrativos:

I. A punição decorrente do poder disciplinar e a resultante da Justiça criminal têm fundamentos idênticos quanto à natureza e à substância das penas, diferenciando-se apenas quanto ao seu grau.

II. Poder vinculado ou regrado é aquele que a lei confere à Administração Pública para a prática de ato de sua competência, determinando os elementos e requisitos necessários à sua formalização.

III. A discricionariedade é sempre relativa e parcial, porque, quanto à competência, à forma e à finalidade do ato, a autoridade está subordinada ao que a lei dispõe, como para qualquer ato vinculado.

IV. O poder regulamentar é a faculdade de que dispõem os agentes públicos em geral para avocar funções atribuídas a subordinados ou rever atos, invalidando-os de ofício, podendo ser delegado a qualquer subordinado.

V. O poder hierárquico do agente público não retira a capacidade de apreciação da conveniência e da oportunidade das determinações legais pelos subordinados, ainda que exerçam atribuições meramente administrativas.

É correto o que consta APENAS em:

Questão 41

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
No que tange aos atos administrativos, analise:

I. A licença e a autorização são espécies de atos administrativos discricionários.

II. A imperatividade é o atributo pelo qual o ato administrativo pode ser posto em execução pela própria Administração, sem necessidade de intervenção do Poder Judiciário.

III. Os atos complexos são os que resultam da manifestação de dois ou mais órgãos, cuja vontade se funde para formar um ato único.

IV. Dentre os requisitos do ato administrativo, a competência é inderrogável e decorre sempre da lei.

É correto o que consta APENAS em:

Questão 42

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
No que se refere à licitação, observa-se que ela será inexigível no caso de:

Questão 43

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A respeito do procedimento licitatório, considere:

I. O pedido de impugnação de edital de licitação deve ser protocolado até 15 dias úteis antes da data fixada para a abertura dos envelopes de habilitação.

II. A impugnação feita tempestivamente pelo licitante não o impedirá de participar do processo licitatório até o trânsito em julgado da decisão a ela pertinente.

III. A inabilitação do licitante importa preclusão do seu direito de participar das fases subseqüentes.

IV. Decairá do direito de impugnar o edital de licitação o licitante que não o fizer até o quinto dia útil que anteceder a abertura dos envelopes de habilitação em concorrência.

Está correto o que consta APENAS em:

Questão 44

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
O ajuste celebrado entre entes federados, precedido de protocolo de intenções e aprovação legislativa, no qual delegam a gestão associada de serviços públicos e a realização de objetivos de interesse comuns, de conformidade com as normas legais, as cláusulas do protocolo e as do próprio contrato, inclusive as cláusulas que definem a sua personalidade jurídica, como associação pública de direito público ou como pessoa jurídica de direito privado, sem fins econômicos, é denominado:

Questão 45

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A respeito da aplicação da lei penal quanto ao tempo, considera-se praticado o crime no momento:

Questão 46

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A respeito da aplicação da lei penal, no que concerne à contagem dos prazos, de acordo com o Código Penal, é correto afirmar que:

Questão 47

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
José instigou Pedro, agindo sobre a vontade deste, de forma a fazer nascer neste a idéia da prática do crime. João prestou auxílio a Pedro, emprestando-lhe uma arma para que pudesse executar o delito. José e João são considerados, tecnicamente:

Questão 48

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A respeito do peculato doloso, é certo que:

Questão 49

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
O funcionário de cartório que aceita promessa de propina para retardar a expedição de mandado em processo sob seus cuidados comete crime de:

Questão 50

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Considere:

I. Dar causa à instauração de investigação policial contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente.

II. Provocar a ação da autoridade, comunicando-lhe a ocorrência de crime ou contravenção que sabe não ter se verificado.

III. Dar causa à instauração de ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente.

Dentre as situações acima descritas, configura o delito de Comunicação Falsa de Crime a conduta indicada SOMENTE em:

Questão 51

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A venda de mercadorias com prejuízo é um exemplo de fato contábil:

Questão 52

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Em relação à escrituração contábil, é correto afirmar que as contas:

Questão 53

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A Cia. Comercial Fernandópolis utiliza o sistema de inventário permanente. No mês de início de suas atividades, apresentou a seguinte movimentação de mercadorias, em ordem cronológica (desconsidere a incidência de impostos):

- aquisição de 50 unidades a R$ 40,00 cada uma;

- a aquisição de 100 unidades a R$ 50,00 cada uma;

- venda de 120 unidades a R$ 40,00 cada uma.

O valor do estoque final de mercadorias, caso a empresa utilize o método UEPS (último que entra, primeiro que sai) será:

Questão 54

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Considere as seguintes informações relativas à Cia. Industrial Araraquara (em R$):

Receita Bruta de Vendas ................................ 300.000,00

Vendas Canceladas ........................................ 20.000,00

Despesas financeiras na aquisição de materiais diretos ...................................... 8.000,00

Custo dos Produtos Vendidos ....................... 110.000,00

Impostos incidentes sobre Vendas .................. 30.000,00

O lucro bruto da companhia nesse exercício correspondeu, em R$, a:

Questão 55

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Na determinação do lucro real da companhia, os prejuízos fiscais de períodos de apuração anteriores podem ser compensados:

Questão 56

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Considere as informações extraídas da Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados da Cia. Girassol:

- Saldo credor inicial da conta .................... 470.000,00

- Ajuste negativo de exercícios anteriores ..... 60.000,00

- Dividendos distribuídos ............................ 140.000,00

- Acréscimo da Reserva Legal ..................... 10.000,00

- Acréscimo de Reserva de Lucros a Realizar ........................ 50.000,00

- Saldo credor final .................................... 410.000,00

O único dado da demonstração que NÃO foi fornecido é o lucro líquido do exercício. Logo, ele correspondeu, em R$, a:

Questão 57

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A variação positiva do capital circulante líquido da Cia. Roseira no exercício de 2005 foi de R$ 120.000,00, segundo informações extraídas da Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos da companhia. No Balanço Patrimonial de 31/12/2005, o valor do Passivo Circulante nessa data é inferior em R$ 40.000,00 ao de 31/12/2004. É correto concluir que o Ativo Circulante no exercício de 2005:

Questão 58

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
Dadas as seguintes informações relativas à Cia. Vinhedo (em R$):

- Prejuízo contábil de exercícios anteriores ........................................ 120.000,00

- Lucro líquido do exercício antes das participações ..........................380.000,00

Sabendo que as participações dos empregados e dos administradores foram calculadas de acordo com o disposto na Lei no 6.404/76 e que as percentagens previstas no estatuto da companhia são, respectivamente, 10% e 5% para cada uma delas, o valor da participação dos administradores foi, em R$, de:

Questão 59

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
O estatuto da Cia. Valinhos é omisso com relação ao pagamento de dividendos. Sabe-se que:

Lucro líquido do exercício em 2005 ................. 730.000,00

Reserva legal-saldo em 31/12/2004 ..................118.900,00

Capital Social da companhia em 31/12/2005 ..................................................... 800.000,00

Levando em conta apenas estas informações, o dividendo obrigatório a ser distribuído pela companhia, seguindo estritamente o disposto na Lei das Sociedades por Ações, corresponde, em R$, a:

Questão 60

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
De acordo com a Resolução no 774/1994 do Conselho Federal de Contabilidade, os custos relacionados à venda, inclusive os relativos à publicidade da companhia, mesmo que institucional, devem ser classificados como despesa, em atendimento ao Princípio Contábil:

Questão 61

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
É uma das características dos créditos especiais:

Questão 62

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A consolidação do projeto de lei orçamentária anual da União é de responsabilidade:

Questão 63

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
O princípio orçamentário que estabelece que todas as receitas e despesas do ente público devem compor o orçamento público é o princípio da:

Questão 64

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
É característica do orçamento base-zero:

Questão 65

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
É exemplo de receita de capital:

Questão 66

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
É exemplo de despesa corrente:

Questão 67

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
As despesas orçamentárias empenhadas e não pagas até o último dia do ano financeiro são denominadas:

Questão 68

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação, é denominada:

Questão 69

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo
A Lei Complementar no 101/2000 (Lei da Responsabilidade Fiscal - LRF) estabeleceu limites para as despesas de pessoal dos entes públicos com base em percentuais definidos sobre a receita corrente líquida. Para a União esse percentual é de:

Questão 70

MPU 2007 - FCC - Analista Administrativo

» Esta questão foi anulada pela banca.
A Lei da Responsabilidade Fiscal, em seu art. 31, estabelece que, se a dívida consolidada de um ente da Federação ultrapassar o respectivo limite ao final de um quadrimestre, deverá ser a ele reconduzida até o término dos três quadrimestres subseqüentes. Enquanto perdurar o excesso, o ente que nele houver incorrido poderá:



Provas de Concursos » Fcc 2007