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TRE/MS 2007

Analista Judiciário - Administrativa

Questão 1

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Ensino que ensine
 
Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
Segundo se depreende do texto, os traços da cultura do povo brasileiro, enumerados no primeiro parágrafo,

Questão 2

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1
Ensino que ensine
 
Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
Atente para as seguintes afirmações:

I. A revolução na orientação do ensino brasileiro, preconizada pelo autor do texto, é de fato radical porque vai de encontro aos valores culturais que se atribuem ao povo brasileiro.

II. O autor lamenta que a ditadura da falta de imaginação, numa cultura tão criativa como a nossa, jamais tenha sido objeto de um debate nacional.

III. Com a expressão assunto para economistas e engenheiros, o autor deixa ver que, em sua opinião, a educação brasileira se restringiu aos limites de uma concepção técnica, material e pragmática de ensino.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em:

Questão 3

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1
Ensino que ensine
 
Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
No terceiro parágrafo, ao sugerir novos encaminhamentos para o ensino da matemática, da leitura e da escrita, da ciência e da história, o autor mostra que está valorizando:

Questão 4

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Ensino que ensine
 
Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
No segundo parágrafo, está implícita a idéia de que:

Questão 5

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Ensino que ensine
 
Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
Na construção do texto, o autor valeu-se de

Questão 6

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Ensino que ensine
 
Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
A concordância verbal está plenamente respeitada na frase:

Questão 7

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Ensino que ensine
 
Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
NÃO admite transposição para a voz passiva a seguinte construção:

Questão 8

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Ensino que ensine
 
Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas soluções únicas, atenção para as formulações alternativas (...).

Quanto à forma, a frase acima não precisará sofrer qualquer alteração caso se substituam os elementos sublinhados, respectivamente, por:

Questão 9

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Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
Nosso sistema de ensino tem falhas estruturais; para revolucionar nosso sistema de ensino, seria preciso despir nosso sistema de ensino dos dogmas que norteiam nosso sistema de ensino.

Evitam-se as viciosas repetições do trecho acima substituindo-se os segmentos sublinhados, respectivamente, por:

Questão 10

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Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
Está inteiramente adequada a correlação entre os tempos e os modos verbais na seguinte frase:

Questão 11

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Ensino que ensine
 
Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
Está clara, correta e coerente a redação da seguinte frase:

Questão 12

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1
Ensino que ensine
 
Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher de modo correto a lacuna da frase:

Questão 13

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Ensino que ensine
 
Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
Atente para as seguintes frases:

I. Haverá ainda, quem julgue satisfatório o nível do ensino na maioria de nossas escolas?

II. Por mais que se esforcem, muitos de nossos alunos, não conseguem motivar-se diante de soluções previsíveis.

III. Não cabe apenas aos supostos especialistas, mas a todos nós, a tarefa de imaginar um ensino muito mais consistente.

A pontuação está plenamente adequada em:

Questão 14

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa

» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
1
Ensino que ensine
 
Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
Quanto à acentuação, grafia das palavras e ocorrência do sinal de crase, a frase inteiramente correta é:

Questão 15

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Ensino que ensine
 
Jogar com as ambigüidades, cultivar o improviso, juntar
 
o que se pretende irreconciliável e dividir o que se supõe
 
unitário, usar falta de método como método, tratar enigmas
5
como soluções e o inesperado como caminho − são traços da
 
cultura do povo brasileiro. Estratégias de sobrevivência? Por
 
que não também manancial de grandes feitos, tanto na prática
 
como no pensamento? A orientação de nosso ensino costuma
 
ser o oposto dessa fecundidade indisciplinada: dogmas
10
confundidos com idéias, informações sobrepostas a
 
capacitações, insistência em métodos “corretos” e em respostas
 
“certas”, ditadura da falta de imaginação. Nega-se voz aos
 
talentos, difusos e frustrados, da nação. Essa contradição
 
nunca foi tema do nosso debate nacional.
15
Entre nós, educação é assunto para economistas e
 
engenheiros, não para educadores, como se o alvo fosse
 
construir escolas, não construir pessoas. Preconizo revolução
 
na orientação do ensino brasileiro. Nada tem a ver com falta de
 
rigor ou com modismo pedagógico. E exige professorado
20
formado, equipado e remunerado para cumprir essa tarefa
 
libertadora.
 
Em matemática, por exemplo, em vez de enfoque nas
 
soluções únicas, atenção para as formulações alternativas, as
 
soluções múltiplas ou inexistentes e a descoberta de problemas,
25
tão importante quanto o encontro de soluções. Em leitura e
 
escrita, análise de textos com a preocupação de aprofundar,
 
não de suprimir possibilidades de interpretação; defesa, crítica e
 
revisão de idéias; obrigação de escrever todos os dias,
 
formulando e reformulando sem fim. Em ciência, o despertar
30
para a dialética entre explicações e experimentos e para os
 
mistérios da relação entre os nexos de causa e efeito e sua
 
representação matemática. Em história, e em todas as
 
disciplinas, as transformações analisadas de pontos de vista
 
contrastantes.
35
Isso é educação. O resto é perda de tempo. (...) Quem
 
lutará para que a educação no Brasil se eduque?
(Roberto Mangabeira Unger, Folha de S. Paulo, 09/01/2007)
Preconizo revolução na orientação do ensino brasileiro.Nada tem a ver com falta de rigor ou com modismo pedagógico.

Reescrevendo o trecho acima num período único e começando-o por Nada tem a ver com falta de rigor ou com modismo pedagógico, uma complementação correta e coerente será:

Questão 16

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Os dispositivos de armazenamento considerados nãovoláteis são apenas

Questão 17

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O Gerenciador de dispositivos do Windows tem, dentre as suas funções, a atribuição de

Questão 18

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Cabeçalho e rodapé, que aparecem respectivamente na parte superior e inferior de cada página de um documentoWord, podem ser adicionados selecionando-se a opção correspondente no menu

Questão 19

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No Excel, se o conteúdo =B1+C1 da célula A1 for recortado e colado na célula A5, esta última normalmente deverá ficar com o conteúdo

Questão 20

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Uma DMZ − Zona Desmilitarizada − é um segmento de rede parcialmente protegido que para possibilitar maior segurança na Internet deve estar associada ao mecanismo de proteção

Questão 21

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere os dados abaixo relativos à execução de um determinado projeto gerenciado pela rede PERT.



A alternativa que apresenta todas as tarefas posicionadas no caminho crítico, assim como o tempo total previsto a ser demandado pelo projeto é:

Questão 22

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere as afirmativas abaixo.

I. É o conjunto de condições necessárias ao exercício do poder.

II. É a capacidade do governo de implementar as decisões tomadas.

III. Compreende a forma de governo, relações entre os poderes, sistema partidário e equilíbrio entre as forças políticas de oposição e situação.

IV. Diz respeito à capacidade de decidir.

V. Envolve arranjos institucionais pelos quais a autoridade é exercida de modo a viabilizar as condições financeiras e administrativas indispensáveis à execução das decisões que o governo toma.

Correspondem ao conceito de governança APENAS:

Questão 23

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O modelo NPM (New Public Management) pode ser sintetizado em três visões de administração pública decorrentes, que são: I − Gerencialismo Puro, II − Consumerismo e III − Public Service Oriented, que correspondem, respectivamente, a:

Questão 24

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere a tabela abaixo e correlacione a metodologia de mudanças com as suas corretas características.

Questão 25

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Baseando-se na natureza em cada um lidar com impulsos e emoções, segundo Richard W. Wallen, são três os tipos de personalidade de líderes executivos: o Batalhador, o Auxiliador e o Crítico.

Considerando a tabela abaixo, indique a alternativa que correlaciona as características citadas com as corretas atitudes afetas aos três tipos de lideranças:

Questão 26

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O método de avaliação de desempenho que se baseia no fato de que no comportamento humano existem características extremas capazes de levar a resultados positivos ou negativos é denominado

Questão 27

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A determinação “cada entidade de Governo deve possuir um orçamento”, está contida no Princípio da

Questão 28

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Determinar a parcela do crédito adicional a ser reaberta no exercício de 2006 considerando os seguintes dados:

I. O crédito especial foi aberto no mês de novembro de 2005.

II. Os valores contidos no Balanço Orçamentário abaixo.

Questão 29

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Corresponde à atividade exercida pelo Controle da Execução Orçamentária:

Questão 30

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
É INCORRETO o que se afirma em:

Questão 31

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Assinale o valor máximo da despesa total com pessoal do Ministério Público da União permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, considerando os valores fornecidos a seguir:

Questão 32

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
De conformidade com o estabelecido pela Lei no 4.320/64, é correto afirmar que:

Questão 33

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Sobre a responsabilidade civil do Estado, considere as afirmativas abaixo.

I. A Constituição Federal de 1988 acolheu a teoria da responsabilidade objetiva do Estado e da responsabilidade subjetiva do servidor, pois assegurou o direito de regresso contra o agente causador nos casos de dolo ou culpa.

II. Quando o evento danoso decorrer da conduta de agente de concessionária de serviço público, a responsabilidade será subjetiva.

III. A responsabilização do Estado independe se o agente agiu no exercício de suas funções.

IV. Será objetiva a responsabilidade na indenização de fato danoso causado por agente de sociedade de economia mista que preste serviço público.

V. A Constituição Federal de 1988 acolheu a teoria da responsabilidade objetiva do Estado e da responsabilidade subjetiva do servidor, pois assegurou o direito de regresso contra o agente causador só nos casos de dolo. É correto o que se afirma APENAS em

Questão 34

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Dentre os critérios de classificação dos atos administrativos, considere os seguintes conceitos: aqueles que contêm um comando geral visando a correta aplicação da lei; os que certificam, atentam ou declaram um fato; os que decorrem da vontade de um só órgão, mas a sua exeqüibilidade depende da confirmação de outro órgão superior; aqueles que decorrem da vontade de mais de um órgão. Esses conceitos referem-se, respectivamente, aos atos

Questão 35

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No que diz respeito às licitações NÃO é correto o que se afirma em:

Questão 36

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere as seguintes proibições:

I. Recusar fé a documentos públicos.

II. Promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição.

III. Proceder de forma desidiosa.

IV. Praticar usura sob qualquer de suas formas.

De acordo com a Lei no 8.112/90, será aplicada ao servidor público a penalidade de demissão quando ocorrer a transgressão das proibições indicadas APENAS em

Questão 37

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Lúcia, servidora do Tribunal Regional Eleitoral de MatoGrosso do Sul, foi destituída de seu cargo em comissão por ter dilapidado o Patrimônio Nacional. Neste caso, de acordo com a Lei no 8.112/90, Lúcia

Questão 38

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em tema de livre associação profissional ou sindical, estabelece a Constituição Federal que

Questão 39

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Compete privativamente à União, dentre outros assuntos, legislar sobre

Questão 40

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Nos termos da Constituição Federal, o número total de Deputados, bem como a representação por Estado e pelo Distrito Federal, será estabelecido por lei complementar, proporcionalmente à população, procedendo-se aos ajustes necessários, no ano anterior às eleições, para que nenhuma daquelas unidades da Federação tenha menos de

Questão 41

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
João é agente polícial. José desempenha cargo de confiança do Executivo. Paulo pertence ao serviço eleitoral. Pedro é advogado militante na região. Podem ser nomeados membros das Juntas Eleitorais, APENAS

Questão 42

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O Partido Político "X" formulou requerimento de registro do candidato Luiz, indicado na respectiva convenção, para o cargo de Deputado Estadual, mas este, 45 dias antes do pleito, veio a falecer. Nesse caso, o Partido Político

Questão 43

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em relação à coligação, é correto afirmar que

Questão 44

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Do número de vagas que poderá registrar para a Câmara dos Deputados, Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais, cada Partido Político ou Coligação deverá ser

Questão 45

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A respeito da filiação partidária, é correto afirmar que

Questão 46

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Quanto à prestação de contas em matéria eleitoral, considere as afirmativas abaixo.

I. A inobservância do prazo para encaminhamento das prestações de contas impede a diplomação dos eleitos.

II. Se, ao final da campanha, após a prestação de contas, ocorrer sobra de recursos financeiros, esta deverá obrigatoriamente ser transferida, mediante doação, ao Fundo Partidário.

III. As prestações de contas dos candidatos às eleições proporcionais poderão ser feitas pelos próprios candidatos. É correto o que se afirma APENAS em

Questão 47

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Paulo transitava com seu veículo pela "Avenida Brasil", na cidade "Y" e foi buscar o seu filho na Escola Municipal "Dona Maria". No caminho passou defronte ao fórum da cidade e comarca "Y", vizinho de um terreno desocupado de propriedade da Prefeitura Municipal. De acordo com o Código Civil a "Avenida Brasil", a "Escola Municipal Dona Maria", o "Fórum da Comarca Y" e o “terreno desocupado”, todos bens públicos, classificam-se, respectivamente, como

Questão 48

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
De acordo com o Código Civil, cessará para o menor a incapacidade civil pela emancipação a partir dos dezesseis anos completos,

Questão 49

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No que concerne aos contratos e suas disposições gerais, e de acordo com o Código Civil, é correto afirmar que:

Questão 50

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Paulo, pecuarista, contrata o advogado João para ajuizar ação de indenização, pelo rito ordinário, contra Pedro. No curso da lide, João resolve, por motivo de foro íntimo, renunciar ao mandato que lhe foi outorgado por Paulo, notificando regularmente o seu cliente e comunicando nos autos. Neste caso deverá o Juiz

Questão 51

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em matéria processual civil, no que concerne ao instituto da assistência é correto afirmar que, dentre outras situações,

Questão 52

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Dentre outros casos, NÃO haverá necessidade de citação de ambos os cônjuges para as ações

Questão 53

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere os exemplos abaixo:

I. Casar-se com pessoa cujo cônjuge foi declarado morto para os efeitos civis, mas estava vivo.

II. Aplicar no ferimento do filho ácido corrosivo, supondo que está utilizado uma pomada.

III. Matar pessoa gravemente enferma, a seu pedido, para livrá-la de mal incurável, supondo que a eutanásia é permitida.

IV. Ingerir a gestante substância abortiva, supondo que estava tomando um calmante.

Há erro de tipo nas situações indicadas APENAS em

Questão 54

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
João, ciente de que José pretende matar seu desafeto, empresta-lhe uma arma para esse fim. Consumado o homicídio, João será considerado

Questão 55

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Dentre outros considera-se funcionário público, para os efeitos penais, o

Questão 56

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O inquérito policial, nos crimes de ação penal pública, será iniciado

Questão 57

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Nos crimes de Ação Penal Privada, salvo disposição em contrário, o ofendido, ou seu representante legal, decairá no direito de queixa se não o exercer dentro do prazo de

Questão 58

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere as afirmativas abaixo a respeito da competência, de acordo com as normas estabelecidas no Código de Processo Penal.

I. A competência será, de regra, determinada pelo lugar em que se consumar a infração, ou, no caso de tentativa, pelo lugar em que for praticado o último ato de execução.

II. Tratando-se de infração continuada ou permanente, praticada em território de duas ou mais jurisdições, a competência firmar-se-á pela prevenção.

III. Não sendo conhecido o lugar da infração, a competência regular-se-á pelo domicílio ou residência da vítima.

IV. Nos casos de exclusiva ação privada, o querelante poderá preferir o foro de domicílio ou da residência do réu, exceto quando conhecido o lugar da infração. É correto o que se afirma APENAS em

Questão 59

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
De acordo com o Regimento Interno do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul, em regra, a distribuição por prevenção, vigorante para as eleições municipais durante o período de processo eleitoral, e em obediência ao critério de antigüidade, tem início a partir do prazo determinado para

Questão 60

TRE/MS 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere as afirmativas abaixo a respeito da distribuição dos processos e recursos no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul, de acordo com o Regimento Interno.

I. Os recursos serão distribuídos a um relator em vinte e quatro horas na ordem rigorosa de antigüidade dentre os respectivos membros.

II. Feita a distribuição de recurso, a Secretaria do Tribunal abrirá vista dos autos à Procuradoria Regional Eleitoral, que deverá emitir parecer no prazo de quinze dias.

III. Nos casos de impedimento e suspensão do Relator, será o feito redistribuído pelo Presidente, não havendo necessidade de se fazer a devida compensação, por expressa disposição legal.

IV. Ocorrendo afastamento temporário do Relator, os processos pendentes de julgamento, que lhe haviam sido distribuídos, passarão automaticamente ao seu sucessor ou substituto, conforme o caso. É correto o que se afirma APENAS em



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