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Analista Judiciário - Análise de Sistemas
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TRE/SE 2015

TRE/SE 2007

Analista Judiciário - Administrativa

Questão 1

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
20
destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
25
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
30
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
35
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
O autor identifica o seguinte paradoxo que, a seu ver, é central na história da espécie humana:

Questão 2

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
20
destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
25
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
30
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
35
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
Atente para as seguintes afirmações:

I. O autor identifica no cristianismo uma provável razão para a força do individualismo que está na base da nossa salvação.

II. O pessimismo do autor somente não é total porque ele acredita ser possível que a situação de impasse enseje uma reação coletiva.

III. Para o autor, reconhecermo-nos como membros de uma mesma espécie não significa uma superação do nosso feitio individualista.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em:

Questão 3

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1
O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
20
destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
25
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
30
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
35
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
Na frase Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é hoje cobrado, a expressão sublinhada refere-se ao termo:

Questão 4

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1
O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
20
destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
25
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
30
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
35
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
É coerente com o sentido da frase Nosso individualismo, aliás, é a condição de nossa solidariedade a seguinte afirmação:

Questão 5

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1
O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
20
destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
25
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
30
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
35
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
Pode-se substituir, sem prejuízo para a correção e para o sentido, o segmento sublinhado na frase:

Questão 6

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1
O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
20
destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
25
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
30
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
35
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
Quanto à concordância verbal, está inteiramente correta a frase:

Questão 7

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O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
20
destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
25
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
30
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
35
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
NÃO admite transposição para a voz passiva a seguinte construção:

Questão 8

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1
O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
20
destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
25
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
30
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
35
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.

Permanecerá adequada a correlação entre os tempos e os modos verbais caso as formas verbais sublinhadas na frase acima sejam substituídas, respectivamente, por:

Questão 9

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O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
20
destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
25
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
30
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
35
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
Nossos recursos básicos já estão ameaçados, o desequilíbrio climático comprometerá os recursos básicos, tornará escassos os recursos básicos, entre eles a água e a comida – e quem pode prescindir de água e de comida?

Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, respectivamente, por:

Questão 10

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O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
20
destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
25
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
30
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
35
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
Está clara, coerente e correta a redação da seguinte frase:

Questão 11

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1
O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
20
destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
25
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
30
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
35
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso impasse atual seja a ocasião de uma renovação.

Está formalmente correta e coerente a reconstrução do trecho acima em:

Questão 12

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1
O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
20
destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
25
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
30
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
35
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
Está correto o emprego do elemento sublinhado na frase:

Questão 13

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
20
destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
25
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
30
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
35
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
A pontuação está inteiramente correta em:

Questão 14

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
20
destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
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um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
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Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
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saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
Considerando-se o contexto, há equivalência de sentido apenas entre os seguintes elementos:

Questão 15

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
O futuro da humanidade
 
Tudo indica que há um aquecimento progressivo do pla-
 
neta e que esse fenômeno é causado pelo homem. Nossos
 
filhos e netos já conhecerão seus efeitos devastadores: a
5
subida do nível do mar ameaçará nossas costas, e o dese-
 
quilíbrio climático comprometerá os recursos básicos – em
 
muitos lugares, faltará água e faltará comida.
 
Os humanos (sobretudo na modernidade) prosperaram
 
num projeto de exploração e domínio da natureza cujo custo é
10
hoje cobrado. Para corrigir esse projeto, atenuar suas conse-
 
qüências e sobreviver, deveríamos agir coletivamente. Ora,
 
acontece que nossa espécie parece incapaz de ações coletivas.
 
À primeira vista, isso é paradoxal.
 
Progressivamente, ao longo dos séculos, chegamos a
15
perceber qualquer homem como semelhante, por diferente de
 
nós que ele seja. Infelizmente, reconhecer a espécie como
 
grupo ao qual pertencemos (sentir solidariedade com todos os
 
humanos) não implica que sejamos capazes de uma ação
 
coletiva. Na base de nossa cultura está a idéia de que nosso
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destino individual é mais importante do que o destino dos
 
grupos dos quais fazemos parte. Nosso individualismo, aliás, é
 
a condição de nossa solidariedade: os outros são nossos
 
semelhantes porque conseguimos enxergá-los como indivíduos,
 
deixando de lado as diferenças entre os grupos aos quais cada
25
um pertence. Provavelmente, trata-se de uma conseqüência do
 
fundo cristão da cultura ocidental moderna: somos todos
 
irmãos, mas a salvação (que é o que importa) decide-se um por
 
um. Em suma: agir contra o interesse do indivíduo, mesmo que
 
para o interesse do grupo, não é do nosso feitio.
30
Resumo: hoje, nossa espécie precisa agir coletivamente,
 
mas a própria cultura que, até agora, sustentou seu caminho
 
torna esse tipo de ação difícil ou impossível.
 
Mas não sou totalmente pessimista. Talvez nosso
 
impasse atual seja a ocasião de uma renovação. Talvez
35
saibamos inventar uma cultura que permita a ação coletiva da
 
comunidade dos humanos que habitam o planeta Terra.
(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 8/02/07)
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher corretamente a lacuna da frase:

Questão 16

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Um programa ou software aplicativo no momento de sua execução em um microcomputador normalmente tem que estar carregado

Questão 17

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
NÃO é um componente exibido na barra de tarefas doWindows XP

Questão 18

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Para continuar a digitação de um documento Word no início da página seguinte, pode-se inserir uma quebra de página manual por meio das teclas de atalho

Questão 19

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Os softwares de correio eletrônico normalmente utilizam para entrada de emails e saída de emails, respectivamente, os servidores

Questão 20

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A unidade de medida 1 megabyte representa uma capacidade nominal de armazenar

Questão 21

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Constitui objetivo fundamental da República Federativa do Brasil expressamente previsto na Constituição Federal Brasileira de 1988:

Questão 22

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Compete à União, Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

Questão 23

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Dentre outros, fazem parte da composição do Tribunal Superior Eleitoral dois juízes

Questão 24

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Dentre outras atribuições, compete aos Tribunais Regionais Eleitorais

Questão 25

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Durante ato eleitoral, a Força Pública

Questão 26

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No dia marcado para a eleição, o recebimento dos votos começará às 8:00 horas e terminará às 17:00 horas. Após esse horário, só poderão votar os eleitores que

Questão 27

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Cada partido ou coligação poderá nomear dois fiscais junto a cada Mesa Receptora, funcionando um de cada vez, cujas credenciais serão expedidas

Questão 28

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere:

I. Presidente da República.

II. Vice-Presidente da República.

III. Senador.

IV. Governador do Estado.

V. Vice-Governador do Estado.

VI. Deputado Federal.

VII. Deputado Estadual.

VIII. Prefeito Municipal.

IX. Vereador.

Compete ao respectivo Tribunal Regional Eleitoral expedir os diplomas dos candidatos eleitos para SOMENTE os cargos indicados em

Questão 29

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Não poderá impugnar o registro de candidato o representante do Ministério Público que, nos

Questão 30

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Mario foi diplomado como Governador do Estado de Sergipe. Seu mandato eletivo poderá ser impugnado ante a Justiça Eleitoral no prazo de

Questão 31

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere as alternativas abaixo a respeito das representações da Lei no 9.504/97:

I. Na eleições Municipais, em regra, quando a circunscrição abranger mais de uma Zona Eleitoral, as representações devem dirigir-se ao Tribunal Regional Eleitoral.

II. Recebida a representação, a Justiça Eleitoral notificará imediatamente o representado para, querendo, apresentar defesa em quarenta e oito horas.

III. Transcorrido o prazo legal, apresentada ou não a defesa, o órgão competente da Justiça Eleitoral decidirá e fará publicar a decisão em vinte e quatro horas. É correto o que se afirma APENAS em

Questão 32

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No que se refere aos efeitos e invalidação dos atos administrativos, considere as afirmativas abaixo.

I. Um ato administrativo não pode ser invalidado pela Administração Pública quando houver vício de legalidade.

II. A revogação do ato administrativo legal e eficaz incumbe exclusivamente à Administração Pública e produzirá efeito ex nunc.

III. A existência de ilegalidade sempre é pressuposto da revogação do ato administrativo.

IV. O ato administrativo perfeito nunca pode ser extinto por motivo de conveniência e oportunidade. É correto o que se afirma APENAS em

Questão 33

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A concessão de serviço público é

Questão 34

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A modalidade de licitação adequada para eleição de um trabalho científico, por meio de instituição de prêmio ou remuneração ao vencedor, é

Questão 35

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Observa-se que, dentre outras proibições o servidor público federal NÃO poderá

Questão 36

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O ato de provimento referente a Aquiles, para o cargo de analista judiciário, foi regularmente publicado. Nesse caso, Aquiles terá o prazo de trinta dias para

Questão 37

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Tendo em vista as normas básicas para o processo administrativo, no âmbito da Administração Pública Federal, é certo que

Questão 38

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere os dados da tabela:



A rotatividade global para o mês de janeiro e o absenteísmo total para o mês de fevereiro são, respectivamente:

Questão 39

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Para a avaliação de desempenho são apresentadas as afirmativas abaixo.

I. A avaliação de desempenho deve ser concebida como um instrumento gerencial.

II. Efeito halo se refere à valorização pelo avaliador de determinado fator de avaliação, podendo acarretar, de forma não consciente, que este contamine os demais fatores.

III. Uma das principais causas do fracasso da avaliação de desempenho deve estar baseada em aspectos comportamentais dos avaliados.

IV. O gerenciamento de desempenho é uma atividade cotidiana de gerência.

V. A avaliação de desempenho deve ser uma ferramenta a serviço da Remuneração Estratégica.

VI. Os resultados de avaliações devem ser usados como indicadores de performance das áreas.

VII. Avaliação de desempenho integra o padrão de gestão estabelecido pela norma ISO-9001:2000. É correto o que se afirma APENAS em

Questão 40

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere os conceitos abaixo relacionados aos estilos interpessoais, segundo à “Janela Johari”:

I. Tende a gerar hostilidade nos outros, pois a falta de relacionamento é, geralmente, interpretada em função das necessidades das outras pessoas e esta lacuna afeta sua satisfação, pois não fornece e nem busca “feedback”. É encontrado, com freqüência em organizações burocráticas, onde, muitas vezes, é até conveniente evitar abertura e envolvimento.

II. Caracteriza-se por uma tendência a perguntar muito sobre si mesmo, como os outros o percebem, o que acham de suas idéias e atos, utilizando preferencialmente o processo de solicitar “feedback”. Ao mesmo tempo, indica pouco desejo de se expor, o que pode ser interpretado como sinal de desconfiança nos outros.

III. Os outros podem percebê-lo como egocêntrico, com exagerada confiança nas próprias opiniões e valorizando a sua autoridade, sem buscar “feedback”. Os outros podem desenvolver sentimentos de insegurança, hostilidade e defensividade com relação à pessoa.

IV. Caracteriza-se pela utilização ampla e equilibrada na busca de “feedback” e de exposição, permitindo franqueza e empatia pelas necessidades dos outros.

Os estilos acima correspondem ao:

Questão 41

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere a figura abaixo.



Trata-se de um

Questão 42

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O orçamento

Questão 43

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere as afirmativas abaixo.

I. Restos a Pagar é despesa empenhada, mas não paga.

II. A inscrição em Restos a Pagar é receita extraorçamentária.

III. O registro dos Restos a Pagar será feito por exercício, separando-se as despesas processadas das não processadas.

IV. O pagamento de Restos a Pagar é despesa extraorçamentária. É correto o que se afirma em

Questão 44

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
De acordo com os ditames estabelecidos pela Lei no 4.320/64, em relação à receita orçamentária, NÃO é correto afirmar que:

Questão 45

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
É uma característica das subvenções

Questão 46

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Incumbe ao Corregedor Regional Eleitoral

Questão 47

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Quanto ao funcionamento do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe e aos seus serviços em geral, é correto que

Questão 48

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No tocante às Sessões do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe, considere as afirmativas abaixo.

I. Em caso de decisão que importe a perda de diploma, o Tribunal deliberará com a presença mínima de 04 (quatro) de seus membros.

II. Por conveniência do serviço, poderão os Membros se reunir em sessões extraordinárias, convocadas pelo Presidente ou pelo próprio Tribunal.

III. No caso de ausência ou afastamento de algum de seus Membros e não havendo quorum, será convocado o respectivo Substituto ou será designada uma nova sessão para julgamento.

IV. Os feitos de natureza contenciosa, matéria criminal e recursos, somente irão a julgamento após decorrido o prazo de vinte e quatro horas, contado a partir da publicação da pauta no órgão oficial, sob pena de nulidade.

V. No período eleitoral, o limite do número mensal de sessões será de 20 (vinte), excluídas as que versem sobre questões relacionadas a impugnação ou anulação de eleição. É correto o que se afirma APENAS em

Questão 49

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Mário, empresário com 52 anos de idade, resolveu viajar para a Europa com sua mulher Fábia, de 45 anos, doente, portadora de câncer em sua fase terminal, e com seus filhos gêmeos, Gabriel e Pedro, de 10 anos, e seu pai, Daniel, de 92 anos. O avião que levava a família caiu no mar, não havendo sobreviventes do acidente. De acordo com o Código Civil brasileiro, não se podendo averiguar se alguém dos comorientes precedeu aos outros, presumir-se-á que

Questão 50

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
As energias que tenham valor econômico; os direitos pessoais de caráter patrimonial; o direito à sucessão aberta e as ações que asseguram os direitos reais sobre imóveis, são considerados, para os efeitos legais, bens

Questão 51

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere as afirmativas abaixo a respeito dos contratos.

I. Nos contratos de adesão não há nulidade de cláusulas que estipulem a renúncia antecipada do aderente a direito resultante da natureza do negócio.

II. Nos contratos com promessa de fato de terceiro, nenhuma obrigação haverá para quem se comprometer por outrem, se este, depois de se ter obrigado, faltar à prestação.

III. O contrato preliminar, exceto quanto à forma, deve conter todos os requisitos essenciais ao contrato a ser celebrado.

IV. Nos contratos onerosos, o alienante responde pela evicção, subsistindo esta garantia ainda que a aquisição se tenha realizado em hasta pública. É correto o que se afirma APENAS em

Questão 52

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere as afirmativas abaixo a respeito do recurso de apelação.

I. Quando o pedido ou a defesa tiver mais de um fundamento e o juiz acolher apenas um deles, a apelação devolverá ao tribunal o conhecimento dos demais.

II. Serão objeto de apreciação e julgamento pelo tribunal todas as questões suscitadas e discutidas no processo, ainda que a sentença não as tenha julgado por inteiro.

III. Apresentada a resposta ao recurso de apelação, é facultado ao juiz, em dez dias, o reexame dos pressupostos de admissibilidade do recurso.

IV. As questões de fato, não propostas no juízo inferior, poderão ser suscitadas na apelação, se a parte provar que deixou de fazê-lo por motivo de força maior. É correto o que se afirma APENAS em

Questão 53

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Débora casou-se ontem e em razão do matrimônio não trabalhará hoje e nem amanhã, permanecendo em sua residência. Douglas está assistindo ato de culto religioso da sua Igreja e, Diana está de luto em razão do falecimento de sua mãe há dez dias. NÃO se fará a citação, salvo para evitar o perecimento do direito, de

Questão 54

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A ação X e a ação Y possuem em comum o objeto. A ação W e Z possuem identidade quanto às partes e à causa de pedir, mas o objeto da ação W, por ser mais amplo, abrange o da ação Z. Neste caso,

Questão 55

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Tipicidade é

Questão 56

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Se duas ou mais pessoas, agindo em conjunto e previamente ajustadas, subtraem, sem emprego de violência ou grave ameaça, uma televisão de terceira pessoa, elas praticam o crime de

Questão 57

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Um funcionário público, ocupante do cargo de motorista, entrega para terceira pessoa, em pagamento de uma dívida pessoal, o veículo oficial que normalmente dirige e informa na repartição que foi furtado. Ele pratica crime de

Questão 58

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Quanto à titularidade do direito de agir, são espécies de ação penal:

Questão 59

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Se a prisão em flagrante feita por agente policial não contar com testemunhas da infração, apresentado o preso à Autoridade Policial esta

Questão 60

TRE/SE 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O artigo 514, do Código de Processo Penal, determina que, nos processos por crime de responsabilidade de funcionário público, o juiz mandará autuar a denúncia e ordenará a notificação do acusado, para responder por escrito, no prazo de 15 dias. Essa fase do procedimento é obrigatória apenas nos crimes



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