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TRT 23ª 2007

Analista Judiciário - Administrativa

Questão 1

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
A frase de Disraeli, tal como é entendida e desenvolvida no texto, reporta-se à necessidade de que:

Questão 2

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Atente para as seguintes afirmações:

I. Às escandalosas práticas dos canalhas deve corresponder uma reação objetiva, que tenha envergadura social e peso político.

II. Os homens de virtude não confrontam o que é justo e o que é injusto porque sabem relativizar o valor do bem e o do mal.

III. Do quarto parágrafo depreende-se que certas frases do senso comum induzem à complacência com as ações mais nefastas.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em:

Questão 3

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Considerando-se o contexto, as expressões:

Questão 4

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1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Quem propaga frases como as citadas entre aspas no último parágrafo parece admitir que:

Questão 5

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
É exemplo de construção verbal na voz passiva:

Questão 6

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1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Quanto às normas de concordância verbal, a frase inteiramente correta é:

Questão 7

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Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Considerando-se o contexto do terceiro parágrafo, na frase Pois que estes a deixem clara, os pronomes estes e a estão se referindo, respectivamente, a:

Questão 8

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Os segmentos destacados constituem, respectivamente, uma causa e sua conseqüência em:

Questão 9

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Está clara, correta e coerente a redação da frase:

Questão 10

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1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Quanto à forma dos verbos e à correlação entre os tempos e os modos empregados, está inteiramente correta a frase:

Questão 11

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Está inteiramente adequada a pontuação da seguinte frase:

Questão 12

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Se há iniciativa e astúcia na ação do homem injusto, não há iniciativa e astúcia no bom cidadão que, apesar de indignado, não confere à iniciativa e à astúcia o mesmo valor que o mau reconhece na iniciativa e na astúcia.

Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os segmentos sublinhados por, respectivamente:

Questão 13

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Está adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:

Questão 14

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Que os homens de bem deixem sempre clara a diferença entre o que é justo e o que é injusto, e não abram mão de reagir contra quem a ignore.

Não haverá prejuízo para o sentido e a correção da frase acima caso se substitua o segmento sublinhado por:

Questão 15

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher de modo correto a lacuna da frase:

Questão 16

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas pela total ausência de compromisso com o interesse público.

Caso se queira reconstruir a frase acima, iniciando-a por A total ausência de compromisso com o interesse público, uma complementação correta e coerente poderia ser:

Questão 17

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Justificam-se ambas as ocorrências do sinal de crase em:

Questão 18

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Na frase Quem vê a barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira, seu cúmplice silencioso, o pronome sublinhado refere-se ao segmento:

Questão 19

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Estão corretos o emprego e a grafia de todas as palavras da frase:

Questão 20

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Da ação dos justos
 
Em recente entrevista na TV, uma conhecida e comba-
 
tiva juíza brasileira citou esta frase de Disraeli*: “É preciso que
 
os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”. Para a
5
juíza, o sentido da frase é atualíssimo: diz respeito à freqüente
 
omissão das pessoas justas e honestas diante das mani-
 
festações de violência e de corrupção que se multiplicam em
 
nossos dias e que, felizmente, têm chegado ao conhecimento
 
público e vêm sendo investigadas e punidas. A frase propõe
10
uma ética atuante, cujos valores se materializem em reação
 
efetiva, em gestos de repúdio e medidas de combate à barbárie
 
moral. Em outras palavras: que a desesperança e o silêncio não
 
tomem conta daqueles que pautam sua vida por princípios de
 
dignidade.
15
Como não concordar com a oportunidade da frase?
 
Normalmente, a indignação se reduz a conversas privadas, a
 
comentários pessoais, não indo além de um mero discurso
 
ético. Se não transpõe o limite da queixa, a indignação é
 
impotente, e seu efeito é nenhum; mas se ela se converte em
20
gesto público, objetivamente dirigido contra a arrogância
 
acanalhada, alcança a dimensão da prática social e política, e
 
gera conseqüências.
 
A frase lembra-nos que não costuma haver qualquer
 
hesitação entre aqueles que se decidem pela desonestidade e
25
pelo egoísmo. Seus atos revelam iniciativa e astúcia, facilitadas
 
pela total ausência de compromisso com o interesse público.
 
Realmente, a falta de escrúpulo aplaina o caminho de quem não
 
confronta o justo e o injusto; por outro lado, muitas vezes faltam
 
coragem e iniciativa aos homens que conhecem e mantêm viva
30
a diferença entre um e outro. Pois que estes a deixem clara, e
 
não abram mão de reagir contra quem a ignore.
 
A inação dos justos é tudo o que os contraventores e
 
criminosos precisam para continuar operando. A cada vez que
 
se propagam frases como “Os políticos são todos iguais”,
35
“Brasileiro é assim mesmo” ou “Este país não tem jeito”,
 
promove-se a resignação diante dos descalabros. Quem vê a
 
barbárie como uma fatalidade torna-se, ainda que não o queira,
 
seu cúmplice silencioso.
* Benjamin Disraeli, escritor e político britânico do século XIX. (Aristides Villamar)
Considerando-se o contexto, a palavra sublinhada em Como não concordar com a oportunidade da frase? tem sentido equivalente ao da expressão sublinhada em:

Questão 21

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Executado o contrato administrativo decorrente de concorrência, o seu objeto será recebido, definitivamente, em se tratando de obras,

Questão 22

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considerando o disposto na Lei no 9.784/99, é correto que

Questão 23

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Sobre licitação, considere:

I. A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura.

II. Nos casos em que couber tomada de preços, aAdministração poderá utilizar o convite e, em qualquer caso, a concorrência.

III. O prazo mínimo entre a publicação do resumo do edital do concurso até o recebimento das propostas ou da realização do evento será de quarenta e cinco dias.

IV. Subordinam-se ao regime da Lei de Licitações(8.666/93), além dos órgãos da administração direta, somente as autarquias, as fundações públicas e as empresas públicas.

Está INCORRETO o que se afirma APENAS em

Questão 24

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em se tratando de licitação na modalidade pregão, é INCORRETO que

Questão 25

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O agente público que comete ato de improbidade administrativa consistente em perceber vantagem econômica para intermediar a liberação ou aplicação de verba pública de qualquer natureza, estará, dentre outras, sujeito às seguintes cominações:

Questão 26

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Nos termos da Lei no 8.112/90, NÃO é proibido ao servidor público, entre outras condutas:

Questão 27

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Quanto ao regime jurídico dos servidores públicos, considere:

I. Cargo público é o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor.

II. Os cargos públicos, acessíveis a todos os brasileiros natos, são criados por lei ou decreto, para provimento exclusivo em caráter efetivo.

III. São requisitos básicos para investidura em cargo público, dentre outros, a idade mínima de 21 anos.

IV. A investidura em cargo público ocorrerá com a nomeação do servidor, quando publicada no DiárioOficial da União.

V. A nomeação far-se-á em caráter efetivo, quando se tratar de cargo isolado de provimento efetivo ou de carreira.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 28

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No que concerne ao Conselho Nacional de Justiça, pode-se afirmar que

Questão 29

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O pluralismo político é um dos

Questão 30

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Os Tribunais Regionais do Trabalho compõem-se de, no mínimo,

Questão 31

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere as seguintes assertivas sobre o ProcessoLegislativo.

I. A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles.

II. Aprovado projeto de lei de conversão alterando o texto original da medida provisória, esta manter-seá integralmente em vigor até que seja sancionado ou vetado o projeto.

III. Se o Presidente da República considerar o projeto, no todo ou em parte, inconstitucional ou contrário ao interesse público, vetá-lo-á total ou parcialmente, no prazo de quinze dias úteis, contados da data do recebimento, e comunicará, dentro de quarenta e oito horas, ao Presidente da Câmara dos Deputados os motivos do veto.

IV. A Constituição poderá ser emendada mediante proposta de um terço, no mínimo, das AssembléiasLegislativas das unidades da Federação, manifestando-se, cada uma delas, pela maioria relativa de seus membros.

De acordo com a Constituição Federal de 1988 está correto o que se afirma APENAS em

Questão 32

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No que concerne aos orçamentos, de acordo com aConstituição Federal de 1988 é certo que

Questão 33

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A Emenda Constitucional no 45 incluiu mais dois legitimados à propositura de ação direta de inconstitucionalidade perante o Supremo Tribunal Federal no rol estabelecido expressamente pela Constituição da República Federativa do Brasil. Um desses dois novos legitimados é

Questão 34

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No que se refere à argüição de descumprimento de preceito fundamental é correto afirmar que

Questão 35

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» Esta questão foi anulada pela banca.

» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
Considere as seguintes assertivas a respeito da remuneração:

I. Compreendem-se na remuneração do empregado, para todos os efeitos legais, além do salário devido e pago diretamente pelo empregador, como contraprestação do serviço, as gorjetas que receber.

II. Não integram o salário as comissões, percentagens e gratificações ajustadas.

III. Considera-se gorjeta apenas a importância espontaneamente dada pelo cliente ao empregado.

IV. Incluem-se nos salários as ajudas de custo e abonos pagos pelo empregador.

De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho está correto o que se afirma APENAS em

Questão 36

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Considera-se hipótese de suspensão do contrato de trabalho

Questão 37

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Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho, com relação ao aviso prévio é certo que:

Questão 38

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A habitação e alimentação fornecidas como salário-utilidade deverão atender aos fins a que se destinam e não poderão exceder

Questão 39

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Em regra, o FGTS NÃO poderá ser levantado

Questão 40

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Considere as seguintes assertivas a respeito das Convenções Coletivas de Trabalho:

I. As Convenções Coletivas de Trabalho são atos formais que devem ser necessariamente escritas, sendo impossível que venham a ser feitas verbalmente.

II. As Convenções Coletivas de Trabalho deverão conter obrigatoriamente penalidades para os Sindicatos convenentes, os empregadores e as empresas em caso de violação de seus dispositivos.

III. Em regra, não será permitido estipular convenção coletiva de trabalho com duração superior a um ano.

IV. As Convenções Coletivas de Trabalho deverão conter obrigatoriamente disposições sobre o processo de revisão total ou parcial de seus dispositivos.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 41

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Maria e João são empregados rurais. Maria trabalha na lavoura e João trabalha na pecuária. Maria e João terão direito ao adicional noturno no período das

Questão 42

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Mario é representante dos empregados membro suplente de Comissão de Conciliação prévia. Neste caso,

Questão 43

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Com relação à equiparação salarial é certo que

Questão 44

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O adicional de periculosidade

Questão 45

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Poderá ser dispensado o acréscimo de salário se, por força de acordo ou convenção coletiva de trabalho, o excesso de horas de um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia, de maneira que não exceda, no período

Questão 46

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere as seguintes assertivas a respeito da alteração do contrato individual de trabalho:

I. O empregador poderá fazer, unilateralmente, ou em certos casos especiais, pequenas modificações no contrato de trabalho que não venham a alterar significativamente o pacto laboral, nem importem prejuízo ao operário.

II. A transferência do empregado é considerada alteração lícita no contrato de trabalho, ocorrendo ou não mudança de residência do obreiro.

III. O empregador que sempre recebeu salário em dinheiro pode, por ato unilateral do empregador, passar a receber salário misto, sendo parte em dinheiro e parte em utilidades, uma vez que não há prejuízos ao obreiro em razão da não redução salarial.

IV. Os salários não poderão ser reduzidos, salvo se houver negociação com o sindicato profissional, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 47

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Mario ingressou com reclamação trabalhista em face da empresa X e teve sua reclamação julgada procedente. A empresa X pretende ingressar com Recurso Ordinário para a segunda instância. Considerando que a sentença foi publicada no Diário Oficial no dia 04 de Maio de 2007(sexta-feira), o prazo para interposição do respectivo recurso expirou-se em

Questão 48

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Considere as seguintes assertivas a respeito das custas processuais:

I. Nos dissídios individuais as custas relativas ao processo de conhecimento incidirão à base de 2% e serão calculadas, no caso de procedência do pedido formulado em ação declaratória, sobre o valor da causa.

II. Sempre que houver acordo, se de outra forma não for convencionado, o pagamento das custas caberá à parte reclamada em sua integralidade.

III. São isentos do pagamento de custas, além dos beneficiários de justiça gratuita, a União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e fundações públicas federais, estaduais ou municipais que explorem atividade econômica.

IV. Nos dissídios coletivos, as partes vencidas responderão solidariamente pelo pagamento das custas, calculadas sobre o valor arbitrado na decisão, ou pelo Presidente do Tribunal.

De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho está correto o que se afirma APENAS em

Questão 49

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A reclamação trabalhista do menor de 18 anos será feita por seus representantes legais e, na falta destes,

Questão 50

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Com relação aos Recursos é correto afirmar:

Questão 51

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A respeito do procedimento sumaríssimo previsto na Lei no 9.957/2000, é correto afirmar:

Questão 52

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De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, a nulidade fundada em incompetência de foro deverá ser

Questão 53

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere as seguintes assertivas a respeito dos Embargos à execução e sua impugnação:

I. Garantida a execução ou penhorados os bens, terá o executado dez dias para apresentar embargos, cabendo igual prazo ao exeqüente para impugnação.

II. A matéria de defesa será restrita às alegações de cumprimento da decisão ou do acordo, quitação ou prescrição da divida.

III. Julgar-se-ão em sentenças separadas os embargos e as impugnações à liquidação apresentadas pelos credores trabalhista e previdenciário.

IV. Somente nos embargos à penhora poderá o executado impugnar a sentença de liquidação, cabendo ao exeqüente igual direito e no mesmo prazo.

Está correto o que consta APENAS em

Questão 54

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No que se refere ao orçamento público, considere:

I. A discriminação das receitas e das despesas deve ser feita por unidade administrativa, de tal forma que se possa saber quanto poderá render ou despender cada unidade considerada.

II. A recomendação de que todas as receitas e todas as despesas devem ser incluídas no orçamento, com a eliminação de qualquer vinculação entre umas e outras.

Tais situações dizem respeito, respectivamente, aos princípios da

Questão 55

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Especificamente, quanto ao fim que se considere para a destinação dos recursos financeiros é correto afirmar que o orçamento público deve ser classificado em orçamento

Questão 56

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No que diz respeito aos orçamentos no regime constitucional, NÃO é vedado, entre outras situações,

Questão 57

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Dentre outras, é peculiaridade constitucional do processo legislativo orçamentário

Questão 58

TRT 23ª 2007 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Nos termos da Lei no 4.320 de 17/03/64, em relação ao exercício financeiro, é correto afirmar que

Questão 59

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Nos termos da Lei Complementar no 101 de 04/05/2000, em matéria de receita pública, é correto afirmar:

Questão 60

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Tendo em vista a dívida e o endividamento, nos termos da Lei Complementar no 101 de 04/05/2000, analise:

I. A dívida pública consolidada consiste no montante total ou parcial apurado em duplicidade das obrigações financeiras, e assumidas em virtude de lei ou contrato, excluídas as operações de crédito, para amortização em prazo inferior a doze meses.

II. O refinanciamento da dívida mobiliária consiste na emissão de títulos para pagamento do principal acrescido da atualização monetária.

III. A operação de crédito é o compromisso de adimplência de obrigação financeira ou contratual assumida por ente da Federação ou entidade a ela vinculada.

IV. A dívida pública mobiliária é a dívida pública representada por títulos emitidos pela União, inclusive os do Banco Central do Brasil, Estados e Municípios.

Está correto o que se afirma APENAS em



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