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Banco do Brasil 2013

Escriturário

Questão 1

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
O preço foi uma das mais revolucionárias criações de to-
 
dos os tempos. Invenção sem dono. Melhor seria chamá-la de
 
uma evolução darwinista, resultado de milhares de anos de
 
adaptação do ser humano à vida em sociedade: sobreviveu a
5
maneira mais eficiente que o homem encontrou para alocar re-
 
cursos escassos, no enunciado da definição clássica da ciência
 
econômica. Diariamente tomamos decisões (comprar uma gra-
 
vata, vender um apartamento, demitir um funcionário, poupar
 
para uma viagem, ter um filho, derrubar ou plantar uma árvore),
10
ponderando custos e benefícios. É a soma dessas ações, feitas
 
no âmbito pessoal, que regula o custo e a disponibilidade de
 
gravatas, apartamentos, funcionários, viagens, filhos ou mesmo
 
árvores.
 
Como diz o jornalista americano Eduardo Porter em O
15
preço de todas as coisas, "toda escolha que fazemos é
 
moldada pelo preço das opções que se apresentam diante de
 
nós, pesadas em relação a seus benefícios". As consequências
 
dessa atitude, mostra Porter, nem sempre são óbvias. Até as
 
formas femininas estão submetidas a uma virtual bolsa de
20
valores, e o que se apresenta como grátis também tem seu
 
preço – sem falar que a dinâmica da fixação de preços pode
 
falhar miseravelmente, como comprovam as bolhas financeiras.
(Giuliano Guandalini. Veja, 3 de agosto de 2011, com adap- tações)
De acordo com o texto, o preço de todas as coisas é estabelecido

Questão 2

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1
O preço foi uma das mais revolucionárias criações de to-
 
dos os tempos. Invenção sem dono. Melhor seria chamá-la de
 
uma evolução darwinista, resultado de milhares de anos de
 
adaptação do ser humano à vida em sociedade: sobreviveu a
5
maneira mais eficiente que o homem encontrou para alocar re-
 
cursos escassos, no enunciado da definição clássica da ciência
 
econômica. Diariamente tomamos decisões (comprar uma gra-
 
vata, vender um apartamento, demitir um funcionário, poupar
 
para uma viagem, ter um filho, derrubar ou plantar uma árvore),
10
ponderando custos e benefícios. É a soma dessas ações, feitas
 
no âmbito pessoal, que regula o custo e a disponibilidade de
 
gravatas, apartamentos, funcionários, viagens, filhos ou mesmo
 
árvores.
 
Como diz o jornalista americano Eduardo Porter em O
15
preço de todas as coisas, "toda escolha que fazemos é
 
moldada pelo preço das opções que se apresentam diante de
 
nós, pesadas em relação a seus benefícios". As consequências
 
dessa atitude, mostra Porter, nem sempre são óbvias. Até as
 
formas femininas estão submetidas a uma virtual bolsa de
20
valores, e o que se apresenta como grátis também tem seu
 
preço – sem falar que a dinâmica da fixação de preços pode
 
falhar miseravelmente, como comprovam as bolhas financeiras.
(Giuliano Guandalini. Veja, 3 de agosto de 2011, com adap- tações)
A ideia contida no 2o parágrafo é:

Questão 3

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1
O preço foi uma das mais revolucionárias criações de to-
 
dos os tempos. Invenção sem dono. Melhor seria chamá-la de
 
uma evolução darwinista, resultado de milhares de anos de
 
adaptação do ser humano à vida em sociedade: sobreviveu a
5
maneira mais eficiente que o homem encontrou para alocar re-
 
cursos escassos, no enunciado da definição clássica da ciência
 
econômica. Diariamente tomamos decisões (comprar uma gra-
 
vata, vender um apartamento, demitir um funcionário, poupar
 
para uma viagem, ter um filho, derrubar ou plantar uma árvore),
10
ponderando custos e benefícios. É a soma dessas ações, feitas
 
no âmbito pessoal, que regula o custo e a disponibilidade de
 
gravatas, apartamentos, funcionários, viagens, filhos ou mesmo
 
árvores.
 
Como diz o jornalista americano Eduardo Porter em O
15
preço de todas as coisas, "toda escolha que fazemos é
 
moldada pelo preço das opções que se apresentam diante de
 
nós, pesadas em relação a seus benefícios". As consequências
 
dessa atitude, mostra Porter, nem sempre são óbvias. Até as
 
formas femininas estão submetidas a uma virtual bolsa de
20
valores, e o que se apresenta como grátis também tem seu
 
preço – sem falar que a dinâmica da fixação de preços pode
 
falhar miseravelmente, como comprovam as bolhas financeiras.
(Giuliano Guandalini. Veja, 3 de agosto de 2011, com adap- tações)
Invenção sem dono. (1o parágrafo)

A afirmativa acima se justifica pelo fato de que

Questão 4

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1
O preço foi uma das mais revolucionárias criações de to-
 
dos os tempos. Invenção sem dono. Melhor seria chamá-la de
 
uma evolução darwinista, resultado de milhares de anos de
 
adaptação do ser humano à vida em sociedade: sobreviveu a
5
maneira mais eficiente que o homem encontrou para alocar re-
 
cursos escassos, no enunciado da definição clássica da ciência
 
econômica. Diariamente tomamos decisões (comprar uma gra-
 
vata, vender um apartamento, demitir um funcionário, poupar
 
para uma viagem, ter um filho, derrubar ou plantar uma árvore),
10
ponderando custos e benefícios. É a soma dessas ações, feitas
 
no âmbito pessoal, que regula o custo e a disponibilidade de
 
gravatas, apartamentos, funcionários, viagens, filhos ou mesmo
 
árvores.
 
Como diz o jornalista americano Eduardo Porter em O
15
preço de todas as coisas, "toda escolha que fazemos é
 
moldada pelo preço das opções que se apresentam diante de
 
nós, pesadas em relação a seus benefícios". As consequências
 
dessa atitude, mostra Porter, nem sempre são óbvias. Até as
 
formas femininas estão submetidas a uma virtual bolsa de
20
valores, e o que se apresenta como grátis também tem seu
 
preço – sem falar que a dinâmica da fixação de preços pode
 
falhar miseravelmente, como comprovam as bolhas financeiras.
(Giuliano Guandalini. Veja, 3 de agosto de 2011, com adap- tações)
Evidencia-se uma opinião pessoal do autor e não simplesmente um fato no segmento:

Questão 5

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
O preço foi uma das mais revolucionárias criações de to-
 
dos os tempos. Invenção sem dono. Melhor seria chamá-la de
 
uma evolução darwinista, resultado de milhares de anos de
 
adaptação do ser humano à vida em sociedade: sobreviveu a
5
maneira mais eficiente que o homem encontrou para alocar re-
 
cursos escassos, no enunciado da definição clássica da ciência
 
econômica. Diariamente tomamos decisões (comprar uma gra-
 
vata, vender um apartamento, demitir um funcionário, poupar
 
para uma viagem, ter um filho, derrubar ou plantar uma árvore),
10
ponderando custos e benefícios. É a soma dessas ações, feitas
 
no âmbito pessoal, que regula o custo e a disponibilidade de
 
gravatas, apartamentos, funcionários, viagens, filhos ou mesmo
 
árvores.
 
Como diz o jornalista americano Eduardo Porter em O
15
preço de todas as coisas, "toda escolha que fazemos é
 
moldada pelo preço das opções que se apresentam diante de
 
nós, pesadas em relação a seus benefícios". As consequências
 
dessa atitude, mostra Porter, nem sempre são óbvias. Até as
 
formas femininas estão submetidas a uma virtual bolsa de
20
valores, e o que se apresenta como grátis também tem seu
 
preço – sem falar que a dinâmica da fixação de preços pode
 
falhar miseravelmente, como comprovam as bolhas financeiras.
(Giuliano Guandalini. Veja, 3 de agosto de 2011, com adap- tações)
... sem falar que a dinâmica da fixação de preços pode falhar miseravelmente, como comprovam as bolhas financeiras.

O segmento grifado acima constitui, no contexto,

Questão 6

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
O preço foi uma das mais revolucionárias criações de to-
 
dos os tempos. Invenção sem dono. Melhor seria chamá-la de
 
uma evolução darwinista, resultado de milhares de anos de
 
adaptação do ser humano à vida em sociedade: sobreviveu a
5
maneira mais eficiente que o homem encontrou para alocar re-
 
cursos escassos, no enunciado da definição clássica da ciência
 
econômica. Diariamente tomamos decisões (comprar uma gra-
 
vata, vender um apartamento, demitir um funcionário, poupar
 
para uma viagem, ter um filho, derrubar ou plantar uma árvore),
10
ponderando custos e benefícios. É a soma dessas ações, feitas
 
no âmbito pessoal, que regula o custo e a disponibilidade de
 
gravatas, apartamentos, funcionários, viagens, filhos ou mesmo
 
árvores.
 
Como diz o jornalista americano Eduardo Porter em O
15
preço de todas as coisas, "toda escolha que fazemos é
 
moldada pelo preço das opções que se apresentam diante de
 
nós, pesadas em relação a seus benefícios". As consequências
 
dessa atitude, mostra Porter, nem sempre são óbvias. Até as
 
formas femininas estão submetidas a uma virtual bolsa de
20
valores, e o que se apresenta como grátis também tem seu
 
preço – sem falar que a dinâmica da fixação de preços pode
 
falhar miseravelmente, como comprovam as bolhas financeiras.
(Giuliano Guandalini. Veja, 3 de agosto de 2011, com adap- tações)
(comprar uma gravata, vender um apartamento, demitir um funcionário, poupar para uma viagem, ter um filho, derrubar ou plantar uma árvore)

O segmento entre parênteses constitui

Questão 7

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1
Texto I. Entre outras, constam no Dicionário Houaiss as seguintes definições a respeito do verbo vender:
 
− transferir (bens ou mercadorias) para outrem em troca de dinheiro;
 
− praticar o comércio de; comerciar com; negociar;
 
− convencer (alguém) a aceitar (alguma coisa); persuadir (alguém) das boas qualidades de (uma ideia, um projeto
5
etc.);
 
− trabalhar como vendedor;
 
− ser facilmente vendável; ter boa aceitação de consumo. [...]
 
 
Texto II. Também são determinantes no discurso persuasivo a afirmação e a repetição. A propaganda não pode dar
10
margem a dúvidas; a meta é aconselhar o destinatário e conquistar a sua adesão. Daí as frases afirmativas e o uso
 
do imperativo na peroração ("abra sua conta", "ligue já"). A repetição objetiva minar a opinião contrária do receptor
 
por meio da reiteração. É possível encontrá-la não apenas na construção frasal, sobretudo nos slogans que são
 
insistentemente repetidos (quer na forma verbal quer na escrita) junto à marca do produto, mas também nas
 
diversas inserções da peça publicitária nos veículos conforme seu plano de mídia. Não por acaso, o termo
15
propaganda [...] originou-se do verbo propagare, "técnica do jardineiro de cravar no solo os rebentos novos das
 
plantas a fim de reproduzir novas plantas que depois passarão a ter vida própria" – uma ação, portanto,
 
nitidamente repetitiva.
(Carrascoza, João A. A evolução do texto publicitário. São Paulo: Futura, 1999, p. 44 e 45)
Tomando-se como referência o que consta nos dois textos, a afirmativa correta é:

Questão 8

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
Texto I. Entre outras, constam no Dicionário Houaiss as seguintes definições a respeito do verbo vender:
 
− transferir (bens ou mercadorias) para outrem em troca de dinheiro;
 
− praticar o comércio de; comerciar com; negociar;
 
− convencer (alguém) a aceitar (alguma coisa); persuadir (alguém) das boas qualidades de (uma ideia, um projeto
5
etc.);
 
− trabalhar como vendedor;
 
− ser facilmente vendável; ter boa aceitação de consumo. [...]
 
 
Texto II. Também são determinantes no discurso persuasivo a afirmação e a repetição. A propaganda não pode dar
10
margem a dúvidas; a meta é aconselhar o destinatário e conquistar a sua adesão. Daí as frases afirmativas e o uso
 
do imperativo na peroração ("abra sua conta", "ligue já"). A repetição objetiva minar a opinião contrária do receptor
 
por meio da reiteração. É possível encontrá-la não apenas na construção frasal, sobretudo nos slogans que são
 
insistentemente repetidos (quer na forma verbal quer na escrita) junto à marca do produto, mas também nas
 
diversas inserções da peça publicitária nos veículos conforme seu plano de mídia. Não por acaso, o termo
15
propaganda [...] originou-se do verbo propagare, "técnica do jardineiro de cravar no solo os rebentos novos das
 
plantas a fim de reproduzir novas plantas que depois passarão a ter vida própria" – uma ação, portanto,
 
nitidamente repetitiva.
(Carrascoza, João A. A evolução do texto publicitário. São Paulo: Futura, 1999, p. 44 e 45)
Com base no Texto II, conclui-se que o sentido de propaganda está corretamente expresso em:

Questão 9

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
Texto I. Entre outras, constam no Dicionário Houaiss as seguintes definições a respeito do verbo vender:
 
− transferir (bens ou mercadorias) para outrem em troca de dinheiro;
 
− praticar o comércio de; comerciar com; negociar;
 
− convencer (alguém) a aceitar (alguma coisa); persuadir (alguém) das boas qualidades de (uma ideia, um projeto
5
etc.);
 
− trabalhar como vendedor;
 
− ser facilmente vendável; ter boa aceitação de consumo. [...]
 
 
Texto II. Também são determinantes no discurso persuasivo a afirmação e a repetição. A propaganda não pode dar
10
margem a dúvidas; a meta é aconselhar o destinatário e conquistar a sua adesão. Daí as frases afirmativas e o uso
 
do imperativo na peroração ("abra sua conta", "ligue já"). A repetição objetiva minar a opinião contrária do receptor
 
por meio da reiteração. É possível encontrá-la não apenas na construção frasal, sobretudo nos slogans que são
 
insistentemente repetidos (quer na forma verbal quer na escrita) junto à marca do produto, mas também nas
 
diversas inserções da peça publicitária nos veículos conforme seu plano de mídia. Não por acaso, o termo
15
propaganda [...] originou-se do verbo propagare, "técnica do jardineiro de cravar no solo os rebentos novos das
 
plantas a fim de reproduzir novas plantas que depois passarão a ter vida própria" – uma ação, portanto,
 
nitidamente repetitiva.
(Carrascoza, João A. A evolução do texto publicitário. São Paulo: Futura, 1999, p. 44 e 45)
...a meta é aconselhar o destinatário e conquistar a sua adesão. (Texto II)

Dentre os verbos que constam como sinônimos de vender no Texto I, o sentido mais próximo do segmento destacado acima é:

Questão 10

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
Texto I. Entre outras, constam no Dicionário Houaiss as seguintes definições a respeito do verbo vender:
 
− transferir (bens ou mercadorias) para outrem em troca de dinheiro;
 
− praticar o comércio de; comerciar com; negociar;
 
− convencer (alguém) a aceitar (alguma coisa); persuadir (alguém) das boas qualidades de (uma ideia, um projeto
5
etc.);
 
− trabalhar como vendedor;
 
− ser facilmente vendável; ter boa aceitação de consumo. [...]
 
 
Texto II. Também são determinantes no discurso persuasivo a afirmação e a repetição. A propaganda não pode dar
10
margem a dúvidas; a meta é aconselhar o destinatário e conquistar a sua adesão. Daí as frases afirmativas e o uso
 
do imperativo na peroração ("abra sua conta", "ligue já"). A repetição objetiva minar a opinião contrária do receptor
 
por meio da reiteração. É possível encontrá-la não apenas na construção frasal, sobretudo nos slogans que são
 
insistentemente repetidos (quer na forma verbal quer na escrita) junto à marca do produto, mas também nas
 
diversas inserções da peça publicitária nos veículos conforme seu plano de mídia. Não por acaso, o termo
15
propaganda [...] originou-se do verbo propagare, "técnica do jardineiro de cravar no solo os rebentos novos das
 
plantas a fim de reproduzir novas plantas que depois passarão a ter vida própria" – uma ação, portanto,
 
nitidamente repetitiva.
(Carrascoza, João A. A evolução do texto publicitário. São Paulo: Futura, 1999, p. 44 e 45)
“técnica do jardineiro de cravar no solo os rebentos novos das plantas a fim de reproduzir novas plantas que depois passarão a ter vida própria.” (Texto II)

O segmento transcrito acima

Questão 11

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
 
Depois de passar quase 200 mil anos vivendo em peque-
 
nos grupos nômades, os seres humanos (ou alguns deles, pelo
 
menos) resolveram que era hora de assentar, criando vilas e ci-
5
dades. A questão é: por quê?
 
Durante muito tempo, a resposta-padrão foi simples: por
 
causa da invenção da agricultura. Ao descobrir maneiras de
 
produzir alimentos em grande escala, certos povos que vive-
 
ram a partir de uns 10 mil anos atrás desencadearam uma ex-
10
plosão populacional que foi resolvida com outra invenção, a da
 
vida urbana. Acontece que a sequência verdadeira pode ser
 
exatamente a oposta, indicam dados arqueológicos que se acu-
 
mularam nos últimos anos.
 
Ao menos no Crescente Fértil – a região que engloba
15
países como Iraque, Israel, Turquia e Síria, considerada o ber-
 
ço da civilização ocidental –, as pessoas parecem ter primeiro
 
se juntado em assentamentos densos e só depois – em parte
 
como consequência da aglomeração – ter desenvolvido o culti-
 
vo de plantas e a criação de animais. E o processo parece ter
20
começado muito antes do momento em que a agricultura pro-
 
priamente dita entra em cena.
 
Restos de plantas aparecem em sítios arqueológicos
 
com indícios de população cada vez maior. O número de espé-
 
cies vegetais usadas se reduz, mas essas plantas continuam
25
com suas características selvagens, o que indica que estavam
 
apenas sendo coletadas mais intensivamente. Da mesma ma-
 
neira a caça consumida por esses grupos sedentários fica me-
 
nos diversificada, concentrando-se em poucas espécies que se
 
reproduzem rápido, como lebres, raposas e aves. E só quando
30
o uso dos recursos selvagens chega ao limite, sinais claros de
 
vegetais cultivados aparecem.
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo, Ciência, C15, 15 de abril de 2012, com adaptações)
A afirmativa que resume corretamente o desenvolvimento do texto é:

Questão 12

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
 
Depois de passar quase 200 mil anos vivendo em peque-
 
nos grupos nômades, os seres humanos (ou alguns deles, pelo
 
menos) resolveram que era hora de assentar, criando vilas e ci-
5
dades. A questão é: por quê?
 
Durante muito tempo, a resposta-padrão foi simples: por
 
causa da invenção da agricultura. Ao descobrir maneiras de
 
produzir alimentos em grande escala, certos povos que vive-
 
ram a partir de uns 10 mil anos atrás desencadearam uma ex-
10
plosão populacional que foi resolvida com outra invenção, a da
 
vida urbana. Acontece que a sequência verdadeira pode ser
 
exatamente a oposta, indicam dados arqueológicos que se acu-
 
mularam nos últimos anos.
 
Ao menos no Crescente Fértil – a região que engloba
15
países como Iraque, Israel, Turquia e Síria, considerada o ber-
 
ço da civilização ocidental –, as pessoas parecem ter primeiro
 
se juntado em assentamentos densos e só depois – em parte
 
como consequência da aglomeração – ter desenvolvido o culti-
 
vo de plantas e a criação de animais. E o processo parece ter
20
começado muito antes do momento em que a agricultura pro-
 
priamente dita entra em cena.
 
Restos de plantas aparecem em sítios arqueológicos
 
com indícios de população cada vez maior. O número de espé-
 
cies vegetais usadas se reduz, mas essas plantas continuam
25
com suas características selvagens, o que indica que estavam
 
apenas sendo coletadas mais intensivamente. Da mesma ma-
 
neira a caça consumida por esses grupos sedentários fica me-
 
nos diversificada, concentrando-se em poucas espécies que se
 
reproduzem rápido, como lebres, raposas e aves. E só quando
30
o uso dos recursos selvagens chega ao limite, sinais claros de
 
vegetais cultivados aparecem.
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo, Ciência, C15, 15 de abril de 2012, com adaptações)
(ou alguns deles, pelo menos) (1o parágrafo)

Considerando-se o contexto, a observação transcrita acima

Questão 13

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
 
Depois de passar quase 200 mil anos vivendo em peque-
 
nos grupos nômades, os seres humanos (ou alguns deles, pelo
 
menos) resolveram que era hora de assentar, criando vilas e ci-
5
dades. A questão é: por quê?
 
Durante muito tempo, a resposta-padrão foi simples: por
 
causa da invenção da agricultura. Ao descobrir maneiras de
 
produzir alimentos em grande escala, certos povos que vive-
 
ram a partir de uns 10 mil anos atrás desencadearam uma ex-
10
plosão populacional que foi resolvida com outra invenção, a da
 
vida urbana. Acontece que a sequência verdadeira pode ser
 
exatamente a oposta, indicam dados arqueológicos que se acu-
 
mularam nos últimos anos.
 
Ao menos no Crescente Fértil – a região que engloba
15
países como Iraque, Israel, Turquia e Síria, considerada o ber-
 
ço da civilização ocidental –, as pessoas parecem ter primeiro
 
se juntado em assentamentos densos e só depois – em parte
 
como consequência da aglomeração – ter desenvolvido o culti-
 
vo de plantas e a criação de animais. E o processo parece ter
20
começado muito antes do momento em que a agricultura pro-
 
priamente dita entra em cena.
 
Restos de plantas aparecem em sítios arqueológicos
 
com indícios de população cada vez maior. O número de espé-
 
cies vegetais usadas se reduz, mas essas plantas continuam
25
com suas características selvagens, o que indica que estavam
 
apenas sendo coletadas mais intensivamente. Da mesma ma-
 
neira a caça consumida por esses grupos sedentários fica me-
 
nos diversificada, concentrando-se em poucas espécies que se
 
reproduzem rápido, como lebres, raposas e aves. E só quando
30
o uso dos recursos selvagens chega ao limite, sinais claros de
 
vegetais cultivados aparecem.
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo, Ciência, C15, 15 de abril de 2012, com adaptações)
Da mesma maneira a caça consumida por esses grupos sedentários fica menos diversificada, concentrando-se em poucas espécies que se reproduzem rápido ... (último parágrafo)

A partir do segmento grifado na frase acima, é correto afirmar que

Questão 14

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
 
Depois de passar quase 200 mil anos vivendo em peque-
 
nos grupos nômades, os seres humanos (ou alguns deles, pelo
 
menos) resolveram que era hora de assentar, criando vilas e ci-
5
dades. A questão é: por quê?
 
Durante muito tempo, a resposta-padrão foi simples: por
 
causa da invenção da agricultura. Ao descobrir maneiras de
 
produzir alimentos em grande escala, certos povos que vive-
 
ram a partir de uns 10 mil anos atrás desencadearam uma ex-
10
plosão populacional que foi resolvida com outra invenção, a da
 
vida urbana. Acontece que a sequência verdadeira pode ser
 
exatamente a oposta, indicam dados arqueológicos que se acu-
 
mularam nos últimos anos.
 
Ao menos no Crescente Fértil – a região que engloba
15
países como Iraque, Israel, Turquia e Síria, considerada o ber-
 
ço da civilização ocidental –, as pessoas parecem ter primeiro
 
se juntado em assentamentos densos e só depois – em parte
 
como consequência da aglomeração – ter desenvolvido o culti-
 
vo de plantas e a criação de animais. E o processo parece ter
20
começado muito antes do momento em que a agricultura pro-
 
priamente dita entra em cena.
 
Restos de plantas aparecem em sítios arqueológicos
 
com indícios de população cada vez maior. O número de espé-
 
cies vegetais usadas se reduz, mas essas plantas continuam
25
com suas características selvagens, o que indica que estavam
 
apenas sendo coletadas mais intensivamente. Da mesma ma-
 
neira a caça consumida por esses grupos sedentários fica me-
 
nos diversificada, concentrando-se em poucas espécies que se
 
reproduzem rápido, como lebres, raposas e aves. E só quando
30
o uso dos recursos selvagens chega ao limite, sinais claros de
 
vegetais cultivados aparecem.
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo, Ciência, C15, 15 de abril de 2012, com adaptações)
Há no texto informação clara de que

Questão 15

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
 
Depois de passar quase 200 mil anos vivendo em peque-
 
nos grupos nômades, os seres humanos (ou alguns deles, pelo
 
menos) resolveram que era hora de assentar, criando vilas e ci-
5
dades. A questão é: por quê?
 
Durante muito tempo, a resposta-padrão foi simples: por
 
causa da invenção da agricultura. Ao descobrir maneiras de
 
produzir alimentos em grande escala, certos povos que vive-
 
ram a partir de uns 10 mil anos atrás desencadearam uma ex-
10
plosão populacional que foi resolvida com outra invenção, a da
 
vida urbana. Acontece que a sequência verdadeira pode ser
 
exatamente a oposta, indicam dados arqueológicos que se acu-
 
mularam nos últimos anos.
 
Ao menos no Crescente Fértil – a região que engloba
15
países como Iraque, Israel, Turquia e Síria, considerada o ber-
 
ço da civilização ocidental –, as pessoas parecem ter primeiro
 
se juntado em assentamentos densos e só depois – em parte
 
como consequência da aglomeração – ter desenvolvido o culti-
 
vo de plantas e a criação de animais. E o processo parece ter
20
começado muito antes do momento em que a agricultura pro-
 
priamente dita entra em cena.
 
Restos de plantas aparecem em sítios arqueológicos
 
com indícios de população cada vez maior. O número de espé-
 
cies vegetais usadas se reduz, mas essas plantas continuam
25
com suas características selvagens, o que indica que estavam
 
apenas sendo coletadas mais intensivamente. Da mesma ma-
 
neira a caça consumida por esses grupos sedentários fica me-
 
nos diversificada, concentrando-se em poucas espécies que se
 
reproduzem rápido, como lebres, raposas e aves. E só quando
30
o uso dos recursos selvagens chega ao limite, sinais claros de
 
vegetais cultivados aparecem.
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo, Ciência, C15, 15 de abril de 2012, com adaptações)
Ao descobrir maneiras de produzir alimentos em grande escala, certos povos que viveram a partir de uns 10 mil anos atrás desencadearam uma explosão populacional que foi resolvida com outra invenção, a da vida urbana.

Outra redação para a frase acima, em que se mantêm a correção, a clareza e, em linhas gerais, o sentido, está em:

Questão 16

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Depois de ter comprado 15 livros de mesmo preço unitário, Paulo verificou que sobraram R$ 38,00 em sua posse, e faltaram R$ 47,00 para comprar outro livro desse mesmo preço unitário. O valor que Paulo tinha inicialmente para comprar seus livros era, em R$, de

Questão 17

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Renato aplicou R$ 1.800,00 em ações e, no primeiro dia, perdeu 1/2 do valor aplicado. No segundo dia Renato ganhou 4/5 do valor que havia sobrado no primeiro dia, e no terceiro dia perdeu 4/9 do valor que havia sobrado no dia anterior. Ao final do terceiro dia de aplicação, Renato tinha, em R$,

Questão 18

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Nos quatro primeiros dias úteis de uma semana o gerente de uma agência bancária atendeu 19, 15, 17 e 21 clientes.

No quinto dia útil dessa semana esse gerente atendeu n clientes. Se a média do número diário de clientes atendidos por esse gerente nos cinco dias úteis dessa semana foi 19, a mediana foi

Questão 19

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Certo capital foi aplicado por um ano à taxa de juros de 6,59% a.a. Se no mesmo período a inflação foi de 4,5%, a taxa real de juros ao ano dessa aplicação foi, em %, de

Questão 20

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Um empréstimo de R$ 800.000,00 deve ser devolvido em 5 prestações semestrais pelo Sistema de Amortizações Constantes (SAC) à taxa de 4% ao semestre. O quadro demonstrativo abaixo contém, em cada instante do tempo (semestre), informações sobre o saldo devedor (SD), a amortização A, o juro (J) e a prestação (P) referentes a esse empréstimo. Observe que o quadro apresenta dois valores ilegíveis.


Se o quadro estivesse com todos os valores legíveis, o valor correto da prestação P, no último campo à direita, na linha correspondente ao semestre 5, da tabela, seria de

Questão 21

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
O supervisor de uma agência bancária obteve dois gráfi-
 
cos que mostravam o número de atendimentos realizados por
 
funcionários. O Gráfico I mostra o número de atendimentos
 
realizados pelos funcionários A e B, durante 2 horas e meia, e o
5
Gráfico II mostra o número de atendimentos realizados pelos
 
funcionários C, D e E, durante 3 horas e meia.
Observando os dois gráficos, o supervisor desses funcionários calculou o número de atendimentos, por hora, que cada um deles executou. O número de atendimentos, por hora, que o funcionário B realizou a mais que o funcionário C é

Questão 22

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
O supervisor de uma agência bancária obteve dois gráfi-
 
cos que mostravam o número de atendimentos realizados por
 
funcionários. O Gráfico I mostra o número de atendimentos
 
realizados pelos funcionários A e B, durante 2 horas e meia, e o
5
Gráfico II mostra o número de atendimentos realizados pelos
 
funcionários C, D e E, durante 3 horas e meia.
Preocupado com o horário de maior movimento, que se dá entre meio dia e uma e meia da tarde, o supervisor colocou esses cinco funcionários trabalhando simultaneamente nesse período. A partir das informações dos gráficos referentes ao ritmo de trabalho por hora dos funcionários, o número de atendimentos total que os cinco funcionários fariam nesse período é

Questão 23

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
Uma corretora de seguros negocia cinco tipos de apólices de seguros denominadas
 
I, II, III, IV e V. Nos primei-
 
ros vinte dias do mês, a corretora negociou 1.240 apólices. O
 
Gráfico A mostra a participação, em porcentagem, de cada um
5
dos tipos de apólice nesses 1.240 negócios. O Gráfico B
 
mostra, em porcentagem, a meta de participação nos negócios
 
a ser alcançada até o fim do mês por tipo de apólice. Sabe-se
 
que a meta a ser atingida é a de negociação de 1.500 apólices
 
no mês.
O número de negociações, ainda necessárias, da apóli- ce V, para alcançar exatamente a meta prevista para ela, é:

Questão 24

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
Uma corretora de seguros negocia cinco tipos de apólices de seguros denominadas
 
I, II, III, IV e V. Nos primei-
 
ros vinte dias do mês, a corretora negociou 1.240 apólices. O
 
Gráfico A mostra a participação, em porcentagem, de cada um
5
dos tipos de apólice nesses 1.240 negócios. O Gráfico B
 
mostra, em porcentagem, a meta de participação nos negócios
 
a ser alcançada até o fim do mês por tipo de apólice. Sabe-se
 
que a meta a ser atingida é a de negociação de 1.500 apólices
 
no mês.
O tipo de apólice que deve ser menos negociada, no tempo que ainda falta, para que a meta seja exatamente atingida, é a apólice

Questão 25

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
1
Uma corretora de seguros negocia cinco tipos de apólices de seguros denominadas
 
I, II, III, IV e V. Nos primei-
 
ros vinte dias do mês, a corretora negociou 1.240 apólices. O
 
Gráfico A mostra a participação, em porcentagem, de cada um
5
dos tipos de apólice nesses 1.240 negócios. O Gráfico B
 
mostra, em porcentagem, a meta de participação nos negócios
 
a ser alcançada até o fim do mês por tipo de apólice. Sabe-se
 
que a meta a ser atingida é a de negociação de 1.500 apólices
 
no mês.
Considere que os preços de negociação das apólices sejam 1 unidade monetária para a apólice I, 2 unidades monetárias para a apólice II, 3 unidades monetárias para a apólice III, 4 unidades monetárias para a apólice IV e 5 unidades monetárias para a apólice V. Se a meta mensal de 1.500 negociações, com participação conforme descrito no gráfico B, for atingida, a participação da apólice IV na arrecadação total das negociações realizadas nesse mês, em porcentagem aproximada, é igual a

Questão 26

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
O sistema financeiro avalia que certos países têm características que permitem sua análise em blocos. Um deles, o BRICS, é composto por Brasil,

Questão 27

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Presente no ambiente regulatório dos negócios bancários, tem merecido destaque para contribuir com a redução da taxa de juros:

Questão 28

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
O Banco Central do Brasil decretou, em setembro de 2012, a liquidação extrajudicial do Banco

Questão 29

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Com o objetivo de diminuir o déficit habitacional, mediante a construção de novas moradias populares com financiamento acessível, o Governo Federal criou

Questão 30

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
A Presidente do Brasil afirmou, em 31 de julho de 2012, no Palácio do Planalto, após a Cúpula Extraordinária do Mercosul, que, para o bloco, tem significado histórico o ingresso

Questão 31

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
O Código de Ética do Banco do Brasil prevê

Questão 32

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
O Banco do Brasil espera de seus colaboradores o atendimento a elevados padrões de ética, moral, valores e virtudes, tais como:

Questão 33

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
O código de conduta da alta Administração pública tem a finalidade de

Questão 34

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
O conhecimento prévio da cultura organizacional, pelo interessado na participação de Concurso Público, para ingresso em instituição financeira, é fator importante para

Questão 35

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Até que o cliente receba e aceite a mercadoria constante em seu pedido, a venda é um compromisso de compra e venda. Por isso, as empresas têm investido em Administração de Vendas, tratando, principalmente, de três temas centrais: o planejamento do que deverá ser feito; a coordenação daquilo que está sendo feito; e o controle daquilo que já foi feito. Deve fazer parte do planejamento:

Questão 36

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Geralmente, as empresas não determinam um preço único para um produto, mas criam uma estrutura de determinação de preços que reflete diferentes estratégias. O preço “isca” ocorre, por exemplo, quando supermercados e lojas de departamentos reduzem o preço de marcas conhecidas para estimular um movimento maior nas lojas. Esta estratégia corresponde ao Preço

Questão 37

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Após estabelecer claramente objetivos e opositores, as empresas precisam definir quais as estratégias de ataque, visando ao alcance de vantagem competitiva. A empresa atacante se iguala à sua oponente, no que se refere a produto, propaganda, preço e distribuição, por meio da estratégia de

Questão 38

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
O atendimento bancário pode ser classificado como um tipo específico de SERVIÇO. Como tal, apresenta uma série de características que posicionam esse produto nessa categoria. A característica que NÃO pertence à categoria dos SERVIÇOS é a

Questão 39

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Em uma palestra de treinamento de colaboradores de um banco, o palestrante discorre sobre os fatores que influenciam na experiência dos clientes para com os serviços prestados pelo banco. No entanto, ao longo de sua exposição, ele comete um equívoco e enumera um fator que nada tem a ver com a influência sobre a experiência dos clientes. O fator mencionado ERRONEAMENTE é

Questão 40

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
O Banco ABC se orgulha da história de ter crescido arregimentando uma base de clientes extremamente fiéis que permanecem como seus correntistas desde a fundação da instituição. A principal diretriz do Banco, desde sua origem, foi a de orientar seus funcionários para a satisfação da clientela e para a construção de relacionamentos.

Uma importante característica do chamado marketing de relacionamento é:

Questão 41

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
O escriturário Afonso, recém contratado pelo Banco JKL, zeloso pelo bom desempenho de suas funções, elaborou uma pequena lista de sugestões que melhorariam o atendimento aos clientes. Uma sugestão, dentre outras, que traz melhorias ao atendimento é

Questão 42

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Os serviços são interações complexas afetadas por uma série de elementos e, portanto, adotar uma perspectiva de marketing holístico é fundamental. A complexidade do marketing holístico de serviços exige marketing

Questão 43

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
As atividades do Telemarketing permitem conduzir campanhas de marketing direto e têm se tornado popular nos últimos anos. Seu uso em pesquisa de mercado, em promoção de vendas e em vendas é crescente, devido a um número considerado de vantagens. São vantagens do Telemarketing:

Questão 44

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
O Banco MNO tem utilizado, em suas campanhas de marketing, um conjunto de ferramentas de incentivo, projetadas para estimular a compra de produtos ou serviços específicos por parte do cliente. Esta prática é denominada

Questão 45

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Dadas as afirmações abaixo:

1a − A “satisfação” é definida como a avaliação objetiva, com respeito a um bem ou serviço, contemplando ou não as necessidades e expectativas do cliente,

PORQUE

2a − a satisfação é influenciada pelas contrapartidas emocionais dos clientes, pelas causas percebidas para o resultado alcançado com o bem ou serviço e por suas percepções de ganho ou preço justo.

É correto afirmar que

Questão 46

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
No Brasil, com a estabilidade econômica a partir dos anos 1990 e a abertura do mercado bancário brasileiro para a entrada de bancos estrangeiros, o setor financeiro tornouse bem mais competitivo. Com esse aumento da competitividade, torna-se fundamental, às organizações que almejam um melhor posicionamento no mercado, diferenciar seus serviços de maneira significativa aos consumidores.

Uma ação para diferenciação eficaz de serviços é a

Questão 47

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Os profissionais que desempenham funções de atendimento ao cliente, que ultrapassam os limites entre o "interno e o externo à organização", são chamados de "linha de frente" e constituem um insumo fundamental para a excelência do serviço e a vantagem competitiva de uma organização. O Banco FGH, desejando constituir uma "linha de frente" capaz de proporcionar melhorias no atendimento aos clientes,

Questão 48

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Um cliente do Banco ZZY enfrenta um problema referente à tarifação indevida sobre seu extrato bancário. Sem solução para a questão, resolve encaminhar sua reclamação à ouvidoria do Banco, que segue rigorosamente as determinações contidas na Resolução CMN no 3.849 de 25/03/2010, que dispõe sobre as ouvidorias das instituições financeiras.

Segundo esta Resolução do CMN, caracteriza corretamente a ouvidoria:

Questão 49

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
O Microsoft Excel 2010 (em português) possui diversas funções que permitem executar cálculos financeiros. A maioria dessas funções aceita argumentos similares como prazo de investimento, pagamentos periódicos, período, taxa de juros, valor presente etc. Uma dessas funções é a NPER, que calcula o número de períodos de um investimento de acordo com pagamentos constantes e periódicos e uma taxa de juros constante.

Baseando-se nas informações acima, considere um financiamento no valor de R$ 3.377,00, a uma taxa de 12% ao ano. Considere a disponibilidade de apenas R$ 300,00 por mês para pagar este financiamento.


O resultado presente na célula A5 (configurado para ser mostrado com duas casas decimais) é o número de meses necessários para pagar o financiamento, resultante da aplicação da função NPER. Baseando-se nos dados apresentados, a função utilizada na célula A5 é:

Questão 50

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário

» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
Pedro está utilizando o Microsoft Windows 7 Professional (em português) e deseja que uma pessoa, que utiliza outro computador da mesma rede, acesse um conjunto de documentos colocados em uma pasta no seu computador, com permissão para ler e/ou alterar/gravar os documentos. Para permitir o acesso, clicou com o botão direito do mouse na pasta onde estão os documentos que deseja compartilhar, clicou em ..I e, em seguida, clicou em ..II . No assistente de compartilhamento de arquivos, clicou na seta ao lado da caixa de texto, selecionou o nome da lista com quem deseja compartilhar a pasta e, em seguida, clicou em Adicionar. Na coluna Nível de Permissão, selecionou ..III .

As lacunas I, II e III devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:

Questão 51

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
A lista a seguir foi criada selecionando-se todo o fragmento de texto do Código de Ética do Banco do Brasil, digitado no Microsoft Word 2010 (em português), e clicando-se na ferramenta Lista de Vários Níveis na guia Página Inicial, conforme abaixo:

1. Clientes
2. Oferecemos produtos, serviços e informações para o atendimento das necessidades de clientes de cada segmento de mercado, com inovação, qualidade e segurança.
3. Oferecemos tratamento digno e cortês, respeitando os interesses e os direitos do consumidor.
4. Oferecemos orientações e informações claras, confiáveis e oportunas, para permitir aos clientes a melhor decisão nos negócios.
5. Estimulamos a comunicação dos clientes com a Empresa e consideramos suas manifestações no desenvolvimento e melhoria das soluções em produtos, serviços e relacionamento.
6. Asseguramos o sigilo das informações bancárias, ressalvados os casos previstos em lei.

Em seguida, selecionou-se apenas o bloco de texto referente aos itens de 2 a 6 e utilizou-se um comando que fez com que a lista fosse apresentada da seguinte forma:
1. Clientes
1.1. Oferecemos produtos, serviços e informações para o atendimento das necessidades de clientes de cada segmento de mercado, com inovação, qualidade e segurança.
1.2. Oferecemos tratamento digno e cortês, respeitando os interesses e os direitos do consumidor.
1.3. Oferecemos orientações e informações claras, confiáveis e oportunas, para permitir aos clientes a melhor decisão nos negócios.
1.4. Estimulamos a comunicação dos clientes com a Empresa e consideramos suas manifestações no desenvolvimento e melhoria das soluções em produtos, serviços e relacionamento.
1.5. Asseguramos o sigilo das informações bancárias, ressalvados os casos previstos em lei.

O comando utilizado, para obter o segundo formato de lista, foi:

Questão 52

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Acerca de procedimentos e ferramentas de segurança da informação, assinale a opção correta.

Questão 53

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Na empresa onde Maria trabalha há uma intranet que possibilita o acesso a informações institucionais, destinada apenas ao uso dos funcionários. Essa intranet representa um importante instrumento de comunicação interna, proporcionando redução das distâncias entre os funcionários, aumento da produtividade e a criação de novas possibilidades de interação institucional. São centralizados os procedimentos, circulares, notícias, formulários e informações comuns para os funcionários em um servidor de intranet. Para transferir páginas entre o servidor e os computadores ligados na intranet, permitindo que se navegue em páginas da web por meio de hyperlinks, utiliza-se um Protocolo de Transferência de Hipertexto que é conhecido pela sigla

Questão 54

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O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) proporciona garantia ordinária a cada titular de depósito à vista e no mesmo conglomerado financeiro até o valor, em R$, de

Questão 55

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A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) controla e fiscaliza o seguinte produto do mercado de valores mobiliários:

Questão 56

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O Sistema Financeiro Nacional tem como entidades supervisoras:

Questão 57

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Para depósitos a partir de 04 de maio de 2012, caso a taxa básica de juros (Selic) seja de 8,5% ao ano ou inferior, o rendimento passa a ser de 70% dela acrescido da taxa referencial (TR). Trata-se de investimento em

Questão 58

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
A operação por meio da qual a instituição financeira garante em contrato, perante terceiros, o cumprimento de obrigações decorrentes de riscos assumidos por parte do seu cliente é denominada

Questão 59

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O crime de lavagem de dinheiro caracteriza-se por um conjunto de operações comerciais ou financeiras que buscam a incorporação na economia de cada país, de modo transitório ou permanente, de recursos, bens e valores de origem ilícita e que se desenvolvem por meio de um processo dinâmico que envolve, teoricamente, três fases independentes:

Questão 60

Banco do Brasil 2013 - FCC - Escriturário
Produto que, após um período de acumulação de recursos, proporciona aos investidores uma renda mensal − que poderá ser vitalícia ou por período determinado − ou um pagamento único, é o



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