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CAIXA 2013

Médico do Trabalho

Questão 1

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
1
Existe uma língua para ser usada de dia, debaixo da luz
 
forte do sentido. Língua suada, ensopada de precisão. Que nós
 
fabricamos especialmente para levar ao escritório, e usar na
 
feira ou ao telefone, e jogar fora no bar, sabendo o estoque
5
longe de se acabar. Língua clara e chã, ocupada com as obri-
 
gações do expediente, onde trabalha sob a pressão exata e
 
dicionária, cumprimentando pessoas, conferindo o troco, desfa-
 
zendo enganos, sendo atenciosamente sem mais para o mo-
 
mento. É a língua que Cristina usou para explicar quem quebrou
10
o cabo da escova, ou a língua das aeromoças em seus avisos
 
mecanicamente fundamentais.
 
Mas no entardecer da linguagem, por volta das quatro e
 
meia em nossa alma, começa a surgir um veio leve de angústia.
 
As coisas puxam uma longa sombra na memória, e a própria
15
palavra tarde fica mais triste e morna, contrastando com o azul
 
fresco e branco da palavra manhã. À tarde, a luz da língua mi-
 
galha. E, por ser já meio escuro, o mundo perde a nitidez. Calar,
 
a tarde não se cala, mas diz menos do que veio a dizer. É a que
 
frequenta os cartões de namoro, as confissões, as brigas e os
20
gritos, ou a atenção desajeitada das palavras num velório, ou
 
nos sussurros namorados ao pé dos muros dos subúrbios.
 
E tem a língua que em si mesma anoitece, quando o
 
escuro espatifa o sentido. O sol, esfacelado, vira pó. E a lin-
 
guagem se perde dos trilhos de por onde ir. Tateia, titubeia, tro-
25
peça, esbarra em regras, arrasta a mobília das normas. À noite,
 
sonha a nossa língua. No céu da boca as palavras guardam um
 
resíduo de pensamento, e têm a densidade vazia das ideias va-
 
gas, condensando-se como nuvens de um céu sem luz. No ca-
 
lor tempestuoso dessas noites de Manuel Bandeira, é possível a
30
bailarina ser feita de borracha e pássaro. Enquanto o poeta
 
Murilo Mendes solta os pianos na planície deserta, tudo é dito
 
distante dos ruídos do dia. Tudo é possível nessa escuridão
 
criativa, existe o verso, existe a canção.
 
Mais tarde, finda a noite, quando abrimos a boca, a lín-
35
gua amanhece, e de novo a levamos pelos corredores e pelas
 
repartições, pelas galerias e escritórios, valendo-nos dela para o
 
recado simples, a ordem necessária, o atendimento útil. En-
 
quanto não chega a tarde, enquanto não anoitece.
(Adaptado de André Laurentino, Lições de gramática para quem gosta de literatura)
O autor refere-se no texto a três línguas, cuja variação se deve, sobretudo,

Questão 2

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
1
Existe uma língua para ser usada de dia, debaixo da luz
 
forte do sentido. Língua suada, ensopada de precisão. Que nós
 
fabricamos especialmente para levar ao escritório, e usar na
 
feira ou ao telefone, e jogar fora no bar, sabendo o estoque
5
longe de se acabar. Língua clara e chã, ocupada com as obri-
 
gações do expediente, onde trabalha sob a pressão exata e
 
dicionária, cumprimentando pessoas, conferindo o troco, desfa-
 
zendo enganos, sendo atenciosamente sem mais para o mo-
 
mento. É a língua que Cristina usou para explicar quem quebrou
10
o cabo da escova, ou a língua das aeromoças em seus avisos
 
mecanicamente fundamentais.
 
Mas no entardecer da linguagem, por volta das quatro e
 
meia em nossa alma, começa a surgir um veio leve de angústia.
 
As coisas puxam uma longa sombra na memória, e a própria
15
palavra tarde fica mais triste e morna, contrastando com o azul
 
fresco e branco da palavra manhã. À tarde, a luz da língua mi-
 
galha. E, por ser já meio escuro, o mundo perde a nitidez. Calar,
 
a tarde não se cala, mas diz menos do que veio a dizer. É a que
 
frequenta os cartões de namoro, as confissões, as brigas e os
20
gritos, ou a atenção desajeitada das palavras num velório, ou
 
nos sussurros namorados ao pé dos muros dos subúrbios.
 
E tem a língua que em si mesma anoitece, quando o
 
escuro espatifa o sentido. O sol, esfacelado, vira pó. E a lin-
 
guagem se perde dos trilhos de por onde ir. Tateia, titubeia, tro-
25
peça, esbarra em regras, arrasta a mobília das normas. À noite,
 
sonha a nossa língua. No céu da boca as palavras guardam um
 
resíduo de pensamento, e têm a densidade vazia das ideias va-
 
gas, condensando-se como nuvens de um céu sem luz. No ca-
 
lor tempestuoso dessas noites de Manuel Bandeira, é possível a
30
bailarina ser feita de borracha e pássaro. Enquanto o poeta
 
Murilo Mendes solta os pianos na planície deserta, tudo é dito
 
distante dos ruídos do dia. Tudo é possível nessa escuridão
 
criativa, existe o verso, existe a canção.
 
Mais tarde, finda a noite, quando abrimos a boca, a lín-
35
gua amanhece, e de novo a levamos pelos corredores e pelas
 
repartições, pelas galerias e escritórios, valendo-nos dela para o
 
recado simples, a ordem necessária, o atendimento útil. En-
 
quanto não chega a tarde, enquanto não anoitece.
(Adaptado de André Laurentino, Lições de gramática para quem gosta de literatura)
Atente para as seguintes afirmações:

I. Referindo-se à Língua suada, ensopada de precisão, no primeiro parágrafo, o autor está antecipando as características que reconhecerá nas linguagens poéticas de Manuel Bandeira e Murilo Mendes.

II. Na linguagem vinculada ao entardecer, por volta das quatro e meia, no segundo parágrafo, o autor identifica o aprimoramento da comunicação entre as pessoas, que passa a ser mais precisa e imediata.

III. A língua que em si mesma anoitece, qualificada no terceiro parágrafo, ganha atributos estéticos, fazendo-se mais criativa e surpreendente que nos outros estágios de sua utilização.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma APENAS em

Questão 3

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
1
Existe uma língua para ser usada de dia, debaixo da luz
 
forte do sentido. Língua suada, ensopada de precisão. Que nós
 
fabricamos especialmente para levar ao escritório, e usar na
 
feira ou ao telefone, e jogar fora no bar, sabendo o estoque
5
longe de se acabar. Língua clara e chã, ocupada com as obri-
 
gações do expediente, onde trabalha sob a pressão exata e
 
dicionária, cumprimentando pessoas, conferindo o troco, desfa-
 
zendo enganos, sendo atenciosamente sem mais para o mo-
 
mento. É a língua que Cristina usou para explicar quem quebrou
10
o cabo da escova, ou a língua das aeromoças em seus avisos
 
mecanicamente fundamentais.
 
Mas no entardecer da linguagem, por volta das quatro e
 
meia em nossa alma, começa a surgir um veio leve de angústia.
 
As coisas puxam uma longa sombra na memória, e a própria
15
palavra tarde fica mais triste e morna, contrastando com o azul
 
fresco e branco da palavra manhã. À tarde, a luz da língua mi-
 
galha. E, por ser já meio escuro, o mundo perde a nitidez. Calar,
 
a tarde não se cala, mas diz menos do que veio a dizer. É a que
 
frequenta os cartões de namoro, as confissões, as brigas e os
20
gritos, ou a atenção desajeitada das palavras num velório, ou
 
nos sussurros namorados ao pé dos muros dos subúrbios.
 
E tem a língua que em si mesma anoitece, quando o
 
escuro espatifa o sentido. O sol, esfacelado, vira pó. E a lin-
 
guagem se perde dos trilhos de por onde ir. Tateia, titubeia, tro-
25
peça, esbarra em regras, arrasta a mobília das normas. À noite,
 
sonha a nossa língua. No céu da boca as palavras guardam um
 
resíduo de pensamento, e têm a densidade vazia das ideias va-
 
gas, condensando-se como nuvens de um céu sem luz. No ca-
 
lor tempestuoso dessas noites de Manuel Bandeira, é possível a
30
bailarina ser feita de borracha e pássaro. Enquanto o poeta
 
Murilo Mendes solta os pianos na planície deserta, tudo é dito
 
distante dos ruídos do dia. Tudo é possível nessa escuridão
 
criativa, existe o verso, existe a canção.
 
Mais tarde, finda a noite, quando abrimos a boca, a lín-
35
gua amanhece, e de novo a levamos pelos corredores e pelas
 
repartições, pelas galerias e escritórios, valendo-nos dela para o
 
recado simples, a ordem necessária, o atendimento útil. En-
 
quanto não chega a tarde, enquanto não anoitece.
(Adaptado de André Laurentino, Lições de gramática para quem gosta de literatura)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:

Questão 4

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
1
Existe uma língua para ser usada de dia, debaixo da luz
 
forte do sentido. Língua suada, ensopada de precisão. Que nós
 
fabricamos especialmente para levar ao escritório, e usar na
 
feira ou ao telefone, e jogar fora no bar, sabendo o estoque
5
longe de se acabar. Língua clara e chã, ocupada com as obri-
 
gações do expediente, onde trabalha sob a pressão exata e
 
dicionária, cumprimentando pessoas, conferindo o troco, desfa-
 
zendo enganos, sendo atenciosamente sem mais para o mo-
 
mento. É a língua que Cristina usou para explicar quem quebrou
10
o cabo da escova, ou a língua das aeromoças em seus avisos
 
mecanicamente fundamentais.
 
Mas no entardecer da linguagem, por volta das quatro e
 
meia em nossa alma, começa a surgir um veio leve de angústia.
 
As coisas puxam uma longa sombra na memória, e a própria
15
palavra tarde fica mais triste e morna, contrastando com o azul
 
fresco e branco da palavra manhã. À tarde, a luz da língua mi-
 
galha. E, por ser já meio escuro, o mundo perde a nitidez. Calar,
 
a tarde não se cala, mas diz menos do que veio a dizer. É a que
 
frequenta os cartões de namoro, as confissões, as brigas e os
20
gritos, ou a atenção desajeitada das palavras num velório, ou
 
nos sussurros namorados ao pé dos muros dos subúrbios.
 
E tem a língua que em si mesma anoitece, quando o
 
escuro espatifa o sentido. O sol, esfacelado, vira pó. E a lin-
 
guagem se perde dos trilhos de por onde ir. Tateia, titubeia, tro-
25
peça, esbarra em regras, arrasta a mobília das normas. À noite,
 
sonha a nossa língua. No céu da boca as palavras guardam um
 
resíduo de pensamento, e têm a densidade vazia das ideias va-
 
gas, condensando-se como nuvens de um céu sem luz. No ca-
 
lor tempestuoso dessas noites de Manuel Bandeira, é possível a
30
bailarina ser feita de borracha e pássaro. Enquanto o poeta
 
Murilo Mendes solta os pianos na planície deserta, tudo é dito
 
distante dos ruídos do dia. Tudo é possível nessa escuridão
 
criativa, existe o verso, existe a canção.
 
Mais tarde, finda a noite, quando abrimos a boca, a lín-
35
gua amanhece, e de novo a levamos pelos corredores e pelas
 
repartições, pelas galerias e escritórios, valendo-nos dela para o
 
recado simples, a ordem necessária, o atendimento útil. En-
 
quanto não chega a tarde, enquanto não anoitece.
(Adaptado de André Laurentino, Lições de gramática para quem gosta de literatura)
Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

Questão 5

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
1
Existe uma língua para ser usada de dia, debaixo da luz
 
forte do sentido. Língua suada, ensopada de precisão. Que nós
 
fabricamos especialmente para levar ao escritório, e usar na
 
feira ou ao telefone, e jogar fora no bar, sabendo o estoque
5
longe de se acabar. Língua clara e chã, ocupada com as obri-
 
gações do expediente, onde trabalha sob a pressão exata e
 
dicionária, cumprimentando pessoas, conferindo o troco, desfa-
 
zendo enganos, sendo atenciosamente sem mais para o mo-
 
mento. É a língua que Cristina usou para explicar quem quebrou
10
o cabo da escova, ou a língua das aeromoças em seus avisos
 
mecanicamente fundamentais.
 
Mas no entardecer da linguagem, por volta das quatro e
 
meia em nossa alma, começa a surgir um veio leve de angústia.
 
As coisas puxam uma longa sombra na memória, e a própria
15
palavra tarde fica mais triste e morna, contrastando com o azul
 
fresco e branco da palavra manhã. À tarde, a luz da língua mi-
 
galha. E, por ser já meio escuro, o mundo perde a nitidez. Calar,
 
a tarde não se cala, mas diz menos do que veio a dizer. É a que
 
frequenta os cartões de namoro, as confissões, as brigas e os
20
gritos, ou a atenção desajeitada das palavras num velório, ou
 
nos sussurros namorados ao pé dos muros dos subúrbios.
 
E tem a língua que em si mesma anoitece, quando o
 
escuro espatifa o sentido. O sol, esfacelado, vira pó. E a lin-
 
guagem se perde dos trilhos de por onde ir. Tateia, titubeia, tro-
25
peça, esbarra em regras, arrasta a mobília das normas. À noite,
 
sonha a nossa língua. No céu da boca as palavras guardam um
 
resíduo de pensamento, e têm a densidade vazia das ideias va-
 
gas, condensando-se como nuvens de um céu sem luz. No ca-
 
lor tempestuoso dessas noites de Manuel Bandeira, é possível a
30
bailarina ser feita de borracha e pássaro. Enquanto o poeta
 
Murilo Mendes solta os pianos na planície deserta, tudo é dito
 
distante dos ruídos do dia. Tudo é possível nessa escuridão
 
criativa, existe o verso, existe a canção.
 
Mais tarde, finda a noite, quando abrimos a boca, a lín-
35
gua amanhece, e de novo a levamos pelos corredores e pelas
 
repartições, pelas galerias e escritórios, valendo-nos dela para o
 
recado simples, a ordem necessária, o atendimento útil. En-
 
quanto não chega a tarde, enquanto não anoitece.
(Adaptado de André Laurentino, Lições de gramática para quem gosta de literatura)
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:

Questão 6

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1
Existe uma língua para ser usada de dia, debaixo da luz
 
forte do sentido. Língua suada, ensopada de precisão. Que nós
 
fabricamos especialmente para levar ao escritório, e usar na
 
feira ou ao telefone, e jogar fora no bar, sabendo o estoque
5
longe de se acabar. Língua clara e chã, ocupada com as obri-
 
gações do expediente, onde trabalha sob a pressão exata e
 
dicionária, cumprimentando pessoas, conferindo o troco, desfa-
 
zendo enganos, sendo atenciosamente sem mais para o mo-
 
mento. É a língua que Cristina usou para explicar quem quebrou
10
o cabo da escova, ou a língua das aeromoças em seus avisos
 
mecanicamente fundamentais.
 
Mas no entardecer da linguagem, por volta das quatro e
 
meia em nossa alma, começa a surgir um veio leve de angústia.
 
As coisas puxam uma longa sombra na memória, e a própria
15
palavra tarde fica mais triste e morna, contrastando com o azul
 
fresco e branco da palavra manhã. À tarde, a luz da língua mi-
 
galha. E, por ser já meio escuro, o mundo perde a nitidez. Calar,
 
a tarde não se cala, mas diz menos do que veio a dizer. É a que
 
frequenta os cartões de namoro, as confissões, as brigas e os
20
gritos, ou a atenção desajeitada das palavras num velório, ou
 
nos sussurros namorados ao pé dos muros dos subúrbios.
 
E tem a língua que em si mesma anoitece, quando o
 
escuro espatifa o sentido. O sol, esfacelado, vira pó. E a lin-
 
guagem se perde dos trilhos de por onde ir. Tateia, titubeia, tro-
25
peça, esbarra em regras, arrasta a mobília das normas. À noite,
 
sonha a nossa língua. No céu da boca as palavras guardam um
 
resíduo de pensamento, e têm a densidade vazia das ideias va-
 
gas, condensando-se como nuvens de um céu sem luz. No ca-
 
lor tempestuoso dessas noites de Manuel Bandeira, é possível a
30
bailarina ser feita de borracha e pássaro. Enquanto o poeta
 
Murilo Mendes solta os pianos na planície deserta, tudo é dito
 
distante dos ruídos do dia. Tudo é possível nessa escuridão
 
criativa, existe o verso, existe a canção.
 
Mais tarde, finda a noite, quando abrimos a boca, a lín-
35
gua amanhece, e de novo a levamos pelos corredores e pelas
 
repartições, pelas galerias e escritórios, valendo-nos dela para o
 
recado simples, a ordem necessária, o atendimento útil. En-
 
quanto não chega a tarde, enquanto não anoitece.
(Adaptado de André Laurentino, Lições de gramática para quem gosta de literatura)
Está plenamente adequada a correlação entre os tempos e modos verbais na frase:

Questão 7

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
1
Existe uma língua para ser usada de dia, debaixo da luz
 
forte do sentido. Língua suada, ensopada de precisão. Que nós
 
fabricamos especialmente para levar ao escritório, e usar na
 
feira ou ao telefone, e jogar fora no bar, sabendo o estoque
5
longe de se acabar. Língua clara e chã, ocupada com as obri-
 
gações do expediente, onde trabalha sob a pressão exata e
 
dicionária, cumprimentando pessoas, conferindo o troco, desfa-
 
zendo enganos, sendo atenciosamente sem mais para o mo-
 
mento. É a língua que Cristina usou para explicar quem quebrou
10
o cabo da escova, ou a língua das aeromoças em seus avisos
 
mecanicamente fundamentais.
 
Mas no entardecer da linguagem, por volta das quatro e
 
meia em nossa alma, começa a surgir um veio leve de angústia.
 
As coisas puxam uma longa sombra na memória, e a própria
15
palavra tarde fica mais triste e morna, contrastando com o azul
 
fresco e branco da palavra manhã. À tarde, a luz da língua mi-
 
galha. E, por ser já meio escuro, o mundo perde a nitidez. Calar,
 
a tarde não se cala, mas diz menos do que veio a dizer. É a que
 
frequenta os cartões de namoro, as confissões, as brigas e os
20
gritos, ou a atenção desajeitada das palavras num velório, ou
 
nos sussurros namorados ao pé dos muros dos subúrbios.
 
E tem a língua que em si mesma anoitece, quando o
 
escuro espatifa o sentido. O sol, esfacelado, vira pó. E a lin-
 
guagem se perde dos trilhos de por onde ir. Tateia, titubeia, tro-
25
peça, esbarra em regras, arrasta a mobília das normas. À noite,
 
sonha a nossa língua. No céu da boca as palavras guardam um
 
resíduo de pensamento, e têm a densidade vazia das ideias va-
 
gas, condensando-se como nuvens de um céu sem luz. No ca-
 
lor tempestuoso dessas noites de Manuel Bandeira, é possível a
30
bailarina ser feita de borracha e pássaro. Enquanto o poeta
 
Murilo Mendes solta os pianos na planície deserta, tudo é dito
 
distante dos ruídos do dia. Tudo é possível nessa escuridão
 
criativa, existe o verso, existe a canção.
 
Mais tarde, finda a noite, quando abrimos a boca, a lín-
35
gua amanhece, e de novo a levamos pelos corredores e pelas
 
repartições, pelas galerias e escritórios, valendo-nos dela para o
 
recado simples, a ordem necessária, o atendimento útil. En-
 
quanto não chega a tarde, enquanto não anoitece.
(Adaptado de André Laurentino, Lições de gramática para quem gosta de literatura)
Transpondo-se para a voz passiva os segmentos as palavras guardam um resíduo de pensamento e de novo a levamos pelos corredores, resultarão, respectivamente, as formas verbais

Questão 8

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
1
Existe uma língua para ser usada de dia, debaixo da luz
 
forte do sentido. Língua suada, ensopada de precisão. Que nós
 
fabricamos especialmente para levar ao escritório, e usar na
 
feira ou ao telefone, e jogar fora no bar, sabendo o estoque
5
longe de se acabar. Língua clara e chã, ocupada com as obri-
 
gações do expediente, onde trabalha sob a pressão exata e
 
dicionária, cumprimentando pessoas, conferindo o troco, desfa-
 
zendo enganos, sendo atenciosamente sem mais para o mo-
 
mento. É a língua que Cristina usou para explicar quem quebrou
10
o cabo da escova, ou a língua das aeromoças em seus avisos
 
mecanicamente fundamentais.
 
Mas no entardecer da linguagem, por volta das quatro e
 
meia em nossa alma, começa a surgir um veio leve de angústia.
 
As coisas puxam uma longa sombra na memória, e a própria
15
palavra tarde fica mais triste e morna, contrastando com o azul
 
fresco e branco da palavra manhã. À tarde, a luz da língua mi-
 
galha. E, por ser já meio escuro, o mundo perde a nitidez. Calar,
 
a tarde não se cala, mas diz menos do que veio a dizer. É a que
 
frequenta os cartões de namoro, as confissões, as brigas e os
20
gritos, ou a atenção desajeitada das palavras num velório, ou
 
nos sussurros namorados ao pé dos muros dos subúrbios.
 
E tem a língua que em si mesma anoitece, quando o
 
escuro espatifa o sentido. O sol, esfacelado, vira pó. E a lin-
 
guagem se perde dos trilhos de por onde ir. Tateia, titubeia, tro-
25
peça, esbarra em regras, arrasta a mobília das normas. À noite,
 
sonha a nossa língua. No céu da boca as palavras guardam um
 
resíduo de pensamento, e têm a densidade vazia das ideias va-
 
gas, condensando-se como nuvens de um céu sem luz. No ca-
 
lor tempestuoso dessas noites de Manuel Bandeira, é possível a
30
bailarina ser feita de borracha e pássaro. Enquanto o poeta
 
Murilo Mendes solta os pianos na planície deserta, tudo é dito
 
distante dos ruídos do dia. Tudo é possível nessa escuridão
 
criativa, existe o verso, existe a canção.
 
Mais tarde, finda a noite, quando abrimos a boca, a lín-
35
gua amanhece, e de novo a levamos pelos corredores e pelas
 
repartições, pelas galerias e escritórios, valendo-nos dela para o
 
recado simples, a ordem necessária, o atendimento útil. En-
 
quanto não chega a tarde, enquanto não anoitece.
(Adaptado de André Laurentino, Lições de gramática para quem gosta de literatura)
Está plenamente adequada a pontuação da seguinte frase:

Questão 9

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
1
Existe uma língua para ser usada de dia, debaixo da luz
 
forte do sentido. Língua suada, ensopada de precisão. Que nós
 
fabricamos especialmente para levar ao escritório, e usar na
 
feira ou ao telefone, e jogar fora no bar, sabendo o estoque
5
longe de se acabar. Língua clara e chã, ocupada com as obri-
 
gações do expediente, onde trabalha sob a pressão exata e
 
dicionária, cumprimentando pessoas, conferindo o troco, desfa-
 
zendo enganos, sendo atenciosamente sem mais para o mo-
 
mento. É a língua que Cristina usou para explicar quem quebrou
10
o cabo da escova, ou a língua das aeromoças em seus avisos
 
mecanicamente fundamentais.
 
Mas no entardecer da linguagem, por volta das quatro e
 
meia em nossa alma, começa a surgir um veio leve de angústia.
 
As coisas puxam uma longa sombra na memória, e a própria
15
palavra tarde fica mais triste e morna, contrastando com o azul
 
fresco e branco da palavra manhã. À tarde, a luz da língua mi-
 
galha. E, por ser já meio escuro, o mundo perde a nitidez. Calar,
 
a tarde não se cala, mas diz menos do que veio a dizer. É a que
 
frequenta os cartões de namoro, as confissões, as brigas e os
20
gritos, ou a atenção desajeitada das palavras num velório, ou
 
nos sussurros namorados ao pé dos muros dos subúrbios.
 
E tem a língua que em si mesma anoitece, quando o
 
escuro espatifa o sentido. O sol, esfacelado, vira pó. E a lin-
 
guagem se perde dos trilhos de por onde ir. Tateia, titubeia, tro-
25
peça, esbarra em regras, arrasta a mobília das normas. À noite,
 
sonha a nossa língua. No céu da boca as palavras guardam um
 
resíduo de pensamento, e têm a densidade vazia das ideias va-
 
gas, condensando-se como nuvens de um céu sem luz. No ca-
 
lor tempestuoso dessas noites de Manuel Bandeira, é possível a
30
bailarina ser feita de borracha e pássaro. Enquanto o poeta
 
Murilo Mendes solta os pianos na planície deserta, tudo é dito
 
distante dos ruídos do dia. Tudo é possível nessa escuridão
 
criativa, existe o verso, existe a canção.
 
Mais tarde, finda a noite, quando abrimos a boca, a lín-
35
gua amanhece, e de novo a levamos pelos corredores e pelas
 
repartições, pelas galerias e escritórios, valendo-nos dela para o
 
recado simples, a ordem necessária, o atendimento útil. En-
 
quanto não chega a tarde, enquanto não anoitece.
(Adaptado de André Laurentino, Lições de gramática para quem gosta de literatura)
As expressões de que e ao qual preenchem corretamente, na ordem dada, as lacunas da frase:

Questão 10

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
1
Existe uma língua para ser usada de dia, debaixo da luz
 
forte do sentido. Língua suada, ensopada de precisão. Que nós
 
fabricamos especialmente para levar ao escritório, e usar na
 
feira ou ao telefone, e jogar fora no bar, sabendo o estoque
5
longe de se acabar. Língua clara e chã, ocupada com as obri-
 
gações do expediente, onde trabalha sob a pressão exata e
 
dicionária, cumprimentando pessoas, conferindo o troco, desfa-
 
zendo enganos, sendo atenciosamente sem mais para o mo-
 
mento. É a língua que Cristina usou para explicar quem quebrou
10
o cabo da escova, ou a língua das aeromoças em seus avisos
 
mecanicamente fundamentais.
 
Mas no entardecer da linguagem, por volta das quatro e
 
meia em nossa alma, começa a surgir um veio leve de angústia.
 
As coisas puxam uma longa sombra na memória, e a própria
15
palavra tarde fica mais triste e morna, contrastando com o azul
 
fresco e branco da palavra manhã. À tarde, a luz da língua mi-
 
galha. E, por ser já meio escuro, o mundo perde a nitidez. Calar,
 
a tarde não se cala, mas diz menos do que veio a dizer. É a que
 
frequenta os cartões de namoro, as confissões, as brigas e os
20
gritos, ou a atenção desajeitada das palavras num velório, ou
 
nos sussurros namorados ao pé dos muros dos subúrbios.
 
E tem a língua que em si mesma anoitece, quando o
 
escuro espatifa o sentido. O sol, esfacelado, vira pó. E a lin-
 
guagem se perde dos trilhos de por onde ir. Tateia, titubeia, tro-
25
peça, esbarra em regras, arrasta a mobília das normas. À noite,
 
sonha a nossa língua. No céu da boca as palavras guardam um
 
resíduo de pensamento, e têm a densidade vazia das ideias va-
 
gas, condensando-se como nuvens de um céu sem luz. No ca-
 
lor tempestuoso dessas noites de Manuel Bandeira, é possível a
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bailarina ser feita de borracha e pássaro. Enquanto o poeta
 
Murilo Mendes solta os pianos na planície deserta, tudo é dito
 
distante dos ruídos do dia. Tudo é possível nessa escuridão
 
criativa, existe o verso, existe a canção.
 
Mais tarde, finda a noite, quando abrimos a boca, a lín-
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gua amanhece, e de novo a levamos pelos corredores e pelas
 
repartições, pelas galerias e escritórios, valendo-nos dela para o
 
recado simples, a ordem necessária, o atendimento útil. En-
 
quanto não chega a tarde, enquanto não anoitece.
(Adaptado de André Laurentino, Lições de gramática para quem gosta de literatura)
É preciso corrigir, por apresentar falha estrutural, a redação da seguinte frase:

Questão 11

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
No Sistema Operacional Windows, o aplicativo, nativo do sistema operacional, utilizado para o gerenciamento de arquivos e pastas é

Questão 12

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
A utilização do Sistema Operacional Windows é facilitada e agilizada pelos recursos das Teclas de Função. Durante o uso do Windows Explorer, o pressionar da tecla F1 tem o efeito de

Questão 13

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Considere o seguinte trecho de um poema de Fernando Pessoa editado no Microsoft Word:


Considerando que o quadro representa as margens da página, os parágrafos 1, 2 e 3 estão, respectivamente, com alinhamento

Questão 14

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Considere o seguinte trecho de uma planilha, com as notas de três provas de algumas matérias, editada no Microsoft Excel:


Caso a função =CONT.NÚM(B2:D4) seja inserida na Célula D5, o valor apresentado nessa Célula será:

Questão 15

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
O Código de Conduta da Alta Administração Pública dispõe que a autoridade pública

Questão 16

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
O Código de Ética da Caixa Econômica Federal prevê que

Questão 17

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
A Caixa Econômica Federal, por meio do seu Código de Ética, deseja que seus empregados e dirigentes adotem valores que levem a

Questão 18

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Em 2012, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ficou em 85º lugar quanto ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de sua população. Tal medida é elaborada a partir de três quesitos distintos: saúde, renda e

Questão 19

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Embora pertencentes à União Europeia, alguns países não aderiram à Zona do Euro, razão pela qual mantêm suas próprias moedas oficiais. É o caso

Questão 20

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
As evidências de que o uso de combustíveis fósseis tem causado danos ambientais devido ao aquecimento global são irrefutáveis. A finitude dos recursos fósseis, aliada a estes danos ambientais, tem levado a humanidade a uma busca cada vez mais intensa por fontes de energia limpas e renováveis.

(VICHI, Flavio Maron; MANSOR, Maria Teresa Castilho. Energia, meio ambiente e economia: o Brasil no contexto mundial. Química Nova, São Paulo, 2009. v. 32, n. 3, p. 757-767)

Consideram-se fontes de energia renovável, entre outras,

Questão 21

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Seis semanas após o término do tratamento de colite pseudomembranosa, um paciente assintomático apresenta ainda teste positivo para toxinas de Clostridium difficile.

A conduta indicada é

Questão 22

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Um homem de 66 anos, em uso de enalapril e metformina, apresentou durante o trabalho adormecimento e fraqueza do lado esquerdo do corpo. É examinado e constata-se hemiparesia esquerda. É encaminhado a um hospital onde chega já sem déficit motor, mas constata-se a presença de fibrilação atrial, que é revertida a ritmo sinusal. A conduta ambulatorial mais adequada, dentre as abaixo, é

Questão 23

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
O risco de câncer de mama NÃO está aumentado na seguinte situação:

Questão 24

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
O filho de 5 anos de uma mulher na 8ª semana de gestação é atendido em um hospital com o diagnóstico de meningite meningocócica. A profilaxia da mãe deve ser feita, preferencialmente, com

Questão 25

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Eritema nodoso geralmente está associado a

Questão 26

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Pacientes portadores de distúrbio bipolar, gravemente acometidos de um episódio agudo de mania, estarão melhor medicados com o uso de

Questão 27

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
O tratamento antibiótico das prostatites agudas (tipo I) deve ter como alvo o seu principal agente etiológico, ou seja,

Questão 28

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
São complicações frequentes nos portadores de anemia falciforme, EXCETO:

Questão 29

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
No campo da Saúde do Trabalhador, a epidemiologia tem exercido um papel fundamental na identificação e no controle dos fatores de risco. Ela oferece, por meio de medidas, as bases para a estimativa de diagnósticos populacionais e a identificação de necessidades de intervenção ou ações coletivas. Dentre as medidas utilizadas, inclui-se a

Questão 30

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Os edifícios modernos fechados propiciaram condições para criar um nicho ecológico complexo que se tornou uma possível fonte de doenças para o homem, sendo de grande importância o conhecimento destas condições para a segurança e saúde do trabalhador. Em relação a este tema, é correto afirmar:

Questão 31

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
No Brasil, está prevista, desde 1983, a implantação de Programa de Controle de Infecção Hospitalar (PCIH) em unidades hospitalares, com envio sistemático de informações às autoridades governamentais de saúde. Dentre as várias fontes de dados de pacientes hospitalizados nos diversos sistemas de informações do Sistema Único de Saúde (SUS) existem: a Autorização de Internação Hospitalar (AIH), Sistema de Informações Hospitalares (SIH-SUS) e Sistema de Gerenciamento Hospitalar (HosPUB). Sobre essas bases, é correto afirmar que

Questão 32

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
No trabalho em turno e noturno, os trabalhadores estão sujeitos à exposição de fatores psicossociais do trabalho que interferem nos processos saúde-doença. Seus efeitos na saúde dos trabalhadores, assim como as principais medidas de intervenção que visam minimizar as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores quanto à saúde e ao bem-estar orgânico e social são:

Questão 33

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Todos os empregadores e instituições, que admitam trabalhadores como empregados, devem elaborar o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais − PPRA, visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, por meio da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho. Em relação ao levantamento de riscos, é correto afirmar:

Questão 34

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
As normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade e definição das pessoas portadoras de deficiência estabelecem que as empresas se enquadrem na lei de cotas e a utilizem como base para a contratação das pessoas com deficiência. Segundo tais normas,

Questão 35

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Considerando uma ferramenta ergonômica mais adequada para o setor financeiro, pode-se afirmar que:

Questão 36

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
A poluição do ar é um tema muito discutido atualmente. Dentre as questões envolvidas e consequências tem-se:

Questão 37

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Parte das empresas que possuem empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho − CLT manterão, obrigatoriamente, os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, com a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho. Algumas de suas atribuições, entre outras, são: a elaboração do PPRA e PCMSO e a realização de exames ocupacionais. Sobre estas considerações, é correto afirmar:

Questão 38

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
O trabalho rural, como o corte de cana-de-açúcar, tem particularidades específicas. Além do trabalho a céu aberto com exposição a intempéries e carga solar, é uma atividade de trabalho com esforço físico intenso. Em relação a este tipo de atividade de trabalho é correto afirmar:

Questão 39

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Existem diversos tipos de estudos epidemiológicos de uma população e cada estudo é indicado para um tipo de hipótese levantada pelo pesquisador. As hipóteses podem ser, entre outras, relação entre exposição ao fator de risco e a doença, ou doença sobre óbitos, ou a eficácia de determinado medicamento para uma determinada doença. Sobre esses estudos é correto afirmar:

Questão 40

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
A Organização Internacional do Trabalho − OIT −, no exercício de suas atribuições legais, tem competência para elaborar e editar normas de âmbito e aplicação mundial, mais precisamente no que tange às regras do trabalho. As principais normas produzidas pela OIT são as Recomendações e as Convenções. Sobre estas e a sua forma de internalização no Brasil, é correto afirmar que as

Questão 41

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Em nosso país temos os Ministérios do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência e Assistência Social e Ministério da Saúde, além de outros órgãos que atuam na área de segurança e saúde do trabalhador. Dentre suas competências e ações estão:

Questão 42

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Após abril de 2007, com a implantação do Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário (NTEP), houve a inversão do ônus da prova da caracterização dos acidentes de trabalho, cabendo atualmente à empresa provar que não houve o acidente, caso ele seja caracterizado pela perícia do INSS. Foi instituído no sentido de reduzir o sub-registro de acidentes do trabalho e de doenças profissionais existentes no país. Como consequência desse fato,

Questão 43

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
A Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência compreende o conjunto de orientações normativas que objetiva assegurar o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas portadoras de deficiência, considerando a obrigatoriedade da inclusão de Pessoas com Deficiência pelo sistema de cotas. São caracterizáveis como portadores de deficiência os que possuem deficiência

Questão 44

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
A ANS − Associação Nacional de Saúde Complementar − tem por finalidade institucional promover a defesa do interesse público na assistência suplementar à saúde, regulando as operadoras setoriais, inclusive quanto às suas relações com prestadores e consumidores, contribuindo para o desenvolvimento das ações de saúde no País. Dentre as competências da ANS está a de

Questão 45

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Em relação à fisiologia do trabalho, é correto afirmar:

Questão 46

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Um trabalhador do setor de manutenção, com atividades de marcenaria, em uma instituição financeira, é exposto à poeira de madeira, solventes e verniz. Há 6 meses apresenta queixas de dispneia, chiado no peito e tosse seca que melhora quando tem afastamentos mais prolongados e piora no retorno ao trabalho. O médico do trabalho da empresa pensou em, pelo menos, uma hipótese diagnóstica compatível com doença ocupacional. A hipótese diagnóstica provável e o exame complementar com ela compatível é

Questão 47

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Os fatores indicativos de uma doença osteomuscular relacionada ao trabalho do bancário são:

Questão 48

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Assédio moral no trabalho é um

Questão 49

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho

» Esta questão foi anulada pela banca.
Em locais de trabalho, como o dos bancários, onde se exige solicitação intelectual e atenção constantes, são recomendadas condições de conforto cujos índices que as quantificam estão definidos de acordo com determinadas normas. A melhor combinação de índices está definida em:

Questão 50

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
As patologias mais comumente identificadas como Doenças Relacionadas a Edificações (DRE) são:

Questão 51

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Caixa de agência bancária que se encontra afastado há mais de 90 dias de suas atividades laborais, por conta de acidente ou doença relacionada ao trabalho, tem direito ao benefício de

Questão 52

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Segundo os critérios brasileiros da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a Síndrome Plurimetabólica ocorre quando estão presentes, pelo menos, três dos seguintes critérios:

Questão 53

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Em relação à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), é correto afirmar:

Questão 54

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Segundo as atribuições definidas no Plano Nacional de Saúde e Segurança do Trabalho, prevalecem na prática como ações mais efetivas das instituições públicas ligadas à área da saúde do trabalhador, a seguinte combinação:

Questão 55

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Nos processos trabalhistas, em relação ao exercício das atividades de perito judicial, assistente técnico da empresa e assistente técnico do trabalhador e a respectiva formação especializada, pode-se afirmar que:

Questão 56

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
Em relação às Normas Regulamentadoras, assinale a alternativa correta.

Questão 57

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho

» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
Em relação à Legislação Previdenciária, pode-se afirmar que:

Questão 58

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
O Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) é o formulário com campos a serem preenchidos pelas empresas que exercem atividades que exponham seus empregados a agentes nocivos químicos, físicos e biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, com informações relativas aos empregados. Esse formulário

Questão 59

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
No Brasil, está prevista, desde 1983, a implantação de Programa de Controle de Infecção Hospitalar (PCIH) em unidades hospitalares, com envio sistemático de informações às autoridades governamentais de saúde. Dentre as várias fontes de dados de pacientes hospitalizados nos diversos sistemas de informações do Sistema Único de Saúde (SUS) existem: a Autorização de Internação Hospitalar (AIH), Sistema de Informações Hospitalares (SIH-SUS) e Sistema de Gerenciamento Hospitalar (HosPUB). Sobre essas bases, é correto afirmar que

Questão 60

CAIXA 2013 - FCC - Médico do Trabalho
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), autarquia sob regime especial, tem como uma de suas competências a aprovação da Norma de Qualidade da Água para Consumo Humano, de uso obrigatório em todo território nacional. São parâmetros obrigatórios previstos na legislação para controle da qualidade da potabilidade da água:



Pode-se afirmar que:



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