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Metrô/SP 2013

Agente de Segurança Metroviária I

Questão 1

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
 
de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A neces-
 
sidade de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
 
comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
5
projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
 
e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
 
aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
 
fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
 
de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
10
uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
 
houve um salto na produtividade graças à utilização de
 
defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
 
muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.
 
O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
15
grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
 
na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
 
possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
 
redução do desperdício e também da modernização da agricul-
 
tura nos países mais atrasados. Dependerá também dos avan-
20
ços na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melho-
 
ramento genético convencional por meio de cruzamentos das
 
espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
 
A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
 
variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
25
de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
 
ervas daninhas.
(Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de 2011, p. 170-171)
A ideia central do texto está exposta em:

Questão 2

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
 
de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A neces-
 
sidade de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
 
comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
5
projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
 
e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
 
aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
 
fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
 
de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
10
uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
 
houve um salto na produtividade graças à utilização de
 
defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
 
muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.
 
O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
15
grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
 
na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
 
possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
 
redução do desperdício e também da modernização da agricul-
 
tura nos países mais atrasados. Dependerá também dos avan-
20
ços na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melho-
 
ramento genético convencional por meio de cruzamentos das
 
espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
 
A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
 
variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
25
de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
 
ervas daninhas.
(Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de 2011, p. 170-171)
De acordo com o texto, entende-se como desafio:

Questão 3

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
 
de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A neces-
 
sidade de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
 
comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
5
projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
 
e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
 
aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
 
fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
 
de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
10
uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
 
houve um salto na produtividade graças à utilização de
 
defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
 
muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.
 
O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
15
grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
 
na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
 
possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
 
redução do desperdício e também da modernização da agricul-
 
tura nos países mais atrasados. Dependerá também dos avan-
20
ços na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melho-
 
ramento genético convencional por meio de cruzamentos das
 
espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
 
A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
 
variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
25
de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
 
ervas daninhas.
(Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de 2011, p. 170-171)
O salto na produtividade observado na década de 60 se deu em razão

Questão 4

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
 
de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A neces-
 
sidade de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
 
comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
5
projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
 
e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
 
aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
 
fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
 
de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
10
uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
 
houve um salto na produtividade graças à utilização de
 
defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
 
muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.
 
O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
15
grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
 
na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
 
possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
 
redução do desperdício e também da modernização da agricul-
 
tura nos países mais atrasados. Dependerá também dos avan-
20
ços na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melho-
 
ramento genético convencional por meio de cruzamentos das
 
espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
 
A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
 
variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
25
de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
 
ervas daninhas.
(Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de 2011, p. 170-171)
A resposta a esse desafio exigirá uma nova revolução verde, similar à da década de 60 ... (1º parágrafo)

A semelhança, apontada na frase acima, entre a chamada revolução verde e a nova revolução, está

Questão 5

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
 
de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A neces-
 
sidade de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
 
comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
5
projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
 
e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
 
aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
 
fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
 
de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
10
uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
 
houve um salto na produtividade graças à utilização de
 
defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
 
muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.
 
O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
15
grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
 
na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
 
possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
 
redução do desperdício e também da modernização da agricul-
 
tura nos países mais atrasados. Dependerá também dos avan-
20
ços na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melho-
 
ramento genético convencional por meio de cruzamentos das
 
espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
 
A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
 
variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
25
de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
 
ervas daninhas.
(Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de 2011, p. 170-171)
Ele diz que isso dependerá da redução do desperdício e também da modernização da agricultura nos países mais atrasados. (2º parágrafo)

O emprego do pronome grifado acima evita a repetição, no texto, do segmento:

Questão 6

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
No início, a argumentação contrária ao plantio de sementes transgênicas se ...... na questão do risco à saúde humana. Como não ...... problemas, a visão agora é de que o avanço das lavouras transgênicas ...... a biodiversidade.

As lacunas acima estarão corretamente preenchidas, na ordem dada, por:

Questão 7

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
O Brasil é um país que ainda possui grandes extensões de terras cultiváveis virgens.

As terras cultiváveis virgens são desnecessárias para ampliar a produtividade.

É possível incrementar a produtividade das áreas agrícolas existentes.


As frases acima estão articuladas em um único período, com correção, clareza e lógica, em:

Questão 8

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
Ao ler o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) muitas pes-
 
soas podem achar óbvio e desnecessário um artigo determi-
 
nando que os carros devam trafegar pelo lado direito das ruas.
 
Também parece claro que os pedestres devem ter uma área
5
específica para atravessar (as faixas), que os veículos precisam
 
ter cintos de segurança e as vias tenham de ser sinalizadas.
 
Mas o trânsito que vemos hoje é justamente o resultado de
 
avanços de uma legislação que chegou aos 100 anos.
 
A primeira legislação nacional de trânsito foi assinada
10
em 1910, pelo então presidente Nilo Peçanha, e tinha o objetivo
 
de traçar regras para o transporte de passageiros e de cargas.
 
Tudo isso em uma época em que os carros particulares eram
 
raridade, assim como as ruas e avenidas. Por isso, um dos ar-
 
tigos previa justamente formas de concessão das vias para a
15
iniciativa privada e como elas deveriam ser construídas.
 
Em 1928, uma nova legislação buscou colocar ordem no
 
trânsito. Nessa época foi determinado o lado de circulação dos
 
veículos e exigiu-se a instalação de placas com números para
 
identificá-los – e as ruas ganharam sinalização.
20
Depois disso, houve quatro códigos de trânsito, o atual
 
datado de 1997. A cada novo código, surgia a obrigação de no-
 
vos equipamentos de segurança, como espelhos retrovisores e
 
indicadores de direção (setas). No código de 1966 já estavam
 
presentes o cinto de segurança e as faixas de pedestres. Até
25
hoje, as autoridades lutam para que pedestres sejam respeita-
 
dos nessas faixas.
(Adaptado de: Renato Machado. O Estado de S. Paulo, Cida- des/Metrópole, C7, 20 de junho de 2010)
A afirmativa correta, em relação ao que consta no texto, é:

Questão 9

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
Ao ler o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) muitas pes-
 
soas podem achar óbvio e desnecessário um artigo determi-
 
nando que os carros devam trafegar pelo lado direito das ruas.
 
Também parece claro que os pedestres devem ter uma área
5
específica para atravessar (as faixas), que os veículos precisam
 
ter cintos de segurança e as vias tenham de ser sinalizadas.
 
Mas o trânsito que vemos hoje é justamente o resultado de
 
avanços de uma legislação que chegou aos 100 anos.
 
A primeira legislação nacional de trânsito foi assinada
10
em 1910, pelo então presidente Nilo Peçanha, e tinha o objetivo
 
de traçar regras para o transporte de passageiros e de cargas.
 
Tudo isso em uma época em que os carros particulares eram
 
raridade, assim como as ruas e avenidas. Por isso, um dos ar-
 
tigos previa justamente formas de concessão das vias para a
15
iniciativa privada e como elas deveriam ser construídas.
 
Em 1928, uma nova legislação buscou colocar ordem no
 
trânsito. Nessa época foi determinado o lado de circulação dos
 
veículos e exigiu-se a instalação de placas com números para
 
identificá-los – e as ruas ganharam sinalização.
20
Depois disso, houve quatro códigos de trânsito, o atual
 
datado de 1997. A cada novo código, surgia a obrigação de no-
 
vos equipamentos de segurança, como espelhos retrovisores e
 
indicadores de direção (setas). No código de 1966 já estavam
 
presentes o cinto de segurança e as faixas de pedestres. Até
25
hoje, as autoridades lutam para que pedestres sejam respeita-
 
dos nessas faixas.
(Adaptado de: Renato Machado. O Estado de S. Paulo, Cida- des/Metrópole, C7, 20 de junho de 2010)
Deduz-se corretamente do que consta no 2º parágrafo que as medidas previstas na primeira legislação nacional de trânsito

Questão 10

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
Ao ler o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) muitas pes-
 
soas podem achar óbvio e desnecessário um artigo determi-
 
nando que os carros devam trafegar pelo lado direito das ruas.
 
Também parece claro que os pedestres devem ter uma área
5
específica para atravessar (as faixas), que os veículos precisam
 
ter cintos de segurança e as vias tenham de ser sinalizadas.
 
Mas o trânsito que vemos hoje é justamente o resultado de
 
avanços de uma legislação que chegou aos 100 anos.
 
A primeira legislação nacional de trânsito foi assinada
10
em 1910, pelo então presidente Nilo Peçanha, e tinha o objetivo
 
de traçar regras para o transporte de passageiros e de cargas.
 
Tudo isso em uma época em que os carros particulares eram
 
raridade, assim como as ruas e avenidas. Por isso, um dos ar-
 
tigos previa justamente formas de concessão das vias para a
15
iniciativa privada e como elas deveriam ser construídas.
 
Em 1928, uma nova legislação buscou colocar ordem no
 
trânsito. Nessa época foi determinado o lado de circulação dos
 
veículos e exigiu-se a instalação de placas com números para
 
identificá-los – e as ruas ganharam sinalização.
20
Depois disso, houve quatro códigos de trânsito, o atual
 
datado de 1997. A cada novo código, surgia a obrigação de no-
 
vos equipamentos de segurança, como espelhos retrovisores e
 
indicadores de direção (setas). No código de 1966 já estavam
 
presentes o cinto de segurança e as faixas de pedestres. Até
25
hoje, as autoridades lutam para que pedestres sejam respeita-
 
dos nessas faixas.
(Adaptado de: Renato Machado. O Estado de S. Paulo, Cida- des/Metrópole, C7, 20 de junho de 2010)
Considere as afirmativas seguintes, a respeito do emprego de sinais de pontuação no texto.

I. ... é justamente o resultado de avanços de uma legislação que chegou aos 100 anos. (1º parágrafo)
Estaria correta a colocação de um sinal de doispontos após a palavra legislação, para separar o segmento que chegou aos 100 anos.

II. Os parênteses empregados em (as faixas) – 1º parágrafo – e em (setas) – último parágrafo – isolam elementos de natureza especificativa.

III. ... e exigiu-se a instalação de placas com números para identificá-los – e as ruas ganharam sinalização. (3º parágrafo)
O travessão poderia ser corretamente substituído por uma vírgula, sem prejuízo da correção e da clareza.

Está correto o que se afirma em

Questão 11

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
Aquilo que a tradição jurídica europeia continental
 
chama de Estado de direito é, com apenas pequenas
 
distinções, basicamente o que a tradição jurídica
 
anglo-saxônica chama de rule of law (domínio da lei), ou
5
seja, a garantia de proibição do exercício arbitrário do poder,
 
a exigência de normas públicas claras e consistentes e a
 
existência de tribunais acessíveis e estruturados para ouvir e
 
determinar as diversas reivindicações legais. Contudo, ao
 
contrário do que ocorre com a expressão Estado de direito, o
10
termo rule of law não apresenta qualquer indício de
 
contradição ou de redundância, pois o que ele evoca é
 
claramente uma limitação ao exercício do poder político, ou
 
seja, a eliminação do arbítrio no exercício dos poderes
 
públicos com a consequente garantia de direitos dos
15
indivíduos perante esses poderes.
 
A tradição anglo-saxônica do rule of law não atribui
 
uma dimensão meramente formal à ideia de Estado de
 
direito, incluindo também uma dimensão substancial. Com
 
efeito, a rule of law não apenas submete o exercício do
20
poder ao direito, concebendo diversos mecanismos de
 
controle dos atos governamentais, mas também concede aos
 
indivíduos direitos inalienáveis anteriores à própria ordem
 
estatal. Nesse sentido, é importante ressaltar que o princípio
 
do devido processo legal relaciona-se à ideia de que os
25
indivíduos, além de serem tratados segundo aquilo que a lei
 
lhes reserva ou atribui (igualdade perante a lei), devem
 
fundamentalmente ser tratados segundo procedimentos
 
justos e equitativos.
 
Nos países que pertencem à tradição do civil law, ao
30
contrário, a noção de Estado de direito foi concebida
 
inicialmente em uma dimensão meramente formal,
 
confundindo-se com o próprio princípio da legalidade, que
 
estabelece que todos os atos emanados dos órgãos do
 
Estado devem estar habilitados juridicamente, isto é, devem
35
estar fundados e motivados em uma hierarquia de normas
 
públicas, claras, abstratas e gerais.
 
Essa submissão do poder estatal à hierarquia das
 
normas sofreu uma inflexão com o advento do chamado
 
Estado de bem-estar social. Esse novo modelo, oriundo das
40
revoluções sociais do século XX, passou a atribuir novas
 
responsabilidades à ordem estatal, principalmente a de
 
assumir o desenvolvimento econômico e social, criando
 
mecanismos de proteção contra os efeitos colaterais da
 
economia de mercado.
45
Nos últimos anos, a tradição continental passou a
 
incorporar a dimensão substancial da rule of law, incluindo
 
dispositivos de garantia dos direitos fundamentais. Essa
 
nova modalidade de Estado de direito vem recebendo o
 
nome de Estado constitucional. A principal distinção entre o
50
Estado constitucional e as antigas noções de Estado de
 
direito encontra-se no fato de que o primeiro não se limita
 
aos aspectos formais da legalidade do exercício do poder,
 
mas inclui normas substanciais expressas nos chamados
 
princípios constitucionais e nas normas relativas aos direitos
55
fundamentais.
 
Eduardo R. Rabenhorst. Democracia e direitos fundamentais. Em torno da noção de estado de direito. Internet: www.dhnet.org.br (com adaptações).
Em relação a aspectos morfossintáticos e semânticos do texto, assinale a alternativa correta.

Questão 12

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
Ao ler o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) muitas pes-
 
soas podem achar óbvio e desnecessário um artigo determi-
 
nando que os carros devam trafegar pelo lado direito das ruas.
 
Também parece claro que os pedestres devem ter uma área
5
específica para atravessar (as faixas), que os veículos precisam
 
ter cintos de segurança e as vias tenham de ser sinalizadas.
 
Mas o trânsito que vemos hoje é justamente o resultado de
 
avanços de uma legislação que chegou aos 100 anos.
 
A primeira legislação nacional de trânsito foi assinada
10
em 1910, pelo então presidente Nilo Peçanha, e tinha o objetivo
 
de traçar regras para o transporte de passageiros e de cargas.
 
Tudo isso em uma época em que os carros particulares eram
 
raridade, assim como as ruas e avenidas. Por isso, um dos ar-
 
tigos previa justamente formas de concessão das vias para a
15
iniciativa privada e como elas deveriam ser construídas.
 
Em 1928, uma nova legislação buscou colocar ordem no
 
trânsito. Nessa época foi determinado o lado de circulação dos
 
veículos e exigiu-se a instalação de placas com números para
 
identificá-los – e as ruas ganharam sinalização.
20
Depois disso, houve quatro códigos de trânsito, o atual
 
datado de 1997. A cada novo código, surgia a obrigação de no-
 
vos equipamentos de segurança, como espelhos retrovisores e
 
indicadores de direção (setas). No código de 1966 já estavam
 
presentes o cinto de segurança e as faixas de pedestres. Até
25
hoje, as autoridades lutam para que pedestres sejam respeita-
 
dos nessas faixas.
(Adaptado de: Renato Machado. O Estado de S. Paulo, Cida- des/Metrópole, C7, 20 de junho de 2010)
... que os carros devam trafegar pelo lado direito das ruas.
... que os pedestres devem ter uma área específica para atravessar...


Os verbos flexionados nos mesmos tempos e modos em que se encontram os grifados nas frases acima são, respectivamente:

Questão 13

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
Ao ler o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) muitas pes-
 
soas podem achar óbvio e desnecessário um artigo determi-
 
nando que os carros devam trafegar pelo lado direito das ruas.
 
Também parece claro que os pedestres devem ter uma área
5
específica para atravessar (as faixas), que os veículos precisam
 
ter cintos de segurança e as vias tenham de ser sinalizadas.
 
Mas o trânsito que vemos hoje é justamente o resultado de
 
avanços de uma legislação que chegou aos 100 anos.
 
A primeira legislação nacional de trânsito foi assinada
10
em 1910, pelo então presidente Nilo Peçanha, e tinha o objetivo
 
de traçar regras para o transporte de passageiros e de cargas.
 
Tudo isso em uma época em que os carros particulares eram
 
raridade, assim como as ruas e avenidas. Por isso, um dos ar-
 
tigos previa justamente formas de concessão das vias para a
15
iniciativa privada e como elas deveriam ser construídas.
 
Em 1928, uma nova legislação buscou colocar ordem no
 
trânsito. Nessa época foi determinado o lado de circulação dos
 
veículos e exigiu-se a instalação de placas com números para
 
identificá-los – e as ruas ganharam sinalização.
20
Depois disso, houve quatro códigos de trânsito, o atual
 
datado de 1997. A cada novo código, surgia a obrigação de no-
 
vos equipamentos de segurança, como espelhos retrovisores e
 
indicadores de direção (setas). No código de 1966 já estavam
 
presentes o cinto de segurança e as faixas de pedestres. Até
25
hoje, as autoridades lutam para que pedestres sejam respeita-
 
dos nessas faixas.
(Adaptado de: Renato Machado. O Estado de S. Paulo, Cida- des/Metrópole, C7, 20 de junho de 2010)
A primeira legislação nacional de trânsito foi assinada em 1910, pelo então Presidente Nilo Peçanha ...

Transpondo a frase acima para a voz ativa, a forma verbal passará a ser:

Questão 14

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
Texto I
 
Transporte integrado. A expressão transporte integrado aplica-
 
se primeiramente ao transporte público. Envolve uma coordena-
 
ção complexa, que liga os serviços de ônibus, trens, metrôs e
5
trólebus, no intuito de estabelecer uma rede de transportes. Os
 
trajetos e os horários precisam ser coordenados e o sistema de
 
cobrança tarifária deve ser unificado. O intercâmbio satisfatório
 
é essencial, de modo a permitir que os usuários façam as bal-
 
deações de maneira rápida e eficiente nas estações e paradas
10
através da malha viária urbana. Os sistemas de transporte inte-
 
grado oferecem solução para os graves problemas de desloca-
 
mento das massas humanas nas grandes cidades, minimizan-
 
do os impactos representados pela poluição, pelo congestio-
 
namento e pelos acidentes de trânsito.
Os dois textos, considerando-se o assunto tratado,

Questão 15

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
Texto I
 
Transporte integrado. A expressão transporte integrado aplica-
 
se primeiramente ao transporte público. Envolve uma coordena-
 
ção complexa, que liga os serviços de ônibus, trens, metrôs e
5
trólebus, no intuito de estabelecer uma rede de transportes. Os
 
trajetos e os horários precisam ser coordenados e o sistema de
 
cobrança tarifária deve ser unificado. O intercâmbio satisfatório
 
é essencial, de modo a permitir que os usuários façam as bal-
 
deações de maneira rápida e eficiente nas estações e paradas
10
através da malha viária urbana. Os sistemas de transporte inte-
 
grado oferecem solução para os graves problemas de desloca-
 
mento das massas humanas nas grandes cidades, minimizan-
 
do os impactos representados pela poluição, pelo congestio-
 
namento e pelos acidentes de trânsito.
Uma informação constante de ambos os textos diz respeito

Questão 16

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
Onde houvesse música jovem, nos anos 60 e 70, lá es-
 
taria o carro, símbolo máximo de independência. Mas algo mu-
 
dou. Desde 1990, jovens de países desenvolvidos, como Reino
 
Unido, Alemanha e Japão, têm dirigido cada vez menos. O fe-
5
nômeno até ganhou um nome japonês – kuruma banare, ou
 
desmotorização. Também nos Estados Unidos, os jovens estão
 
dirigindo menos, andando mais de bicicleta ou a pé e utilizando
 
o transporte público. Mesmo aqueles de renda familiar mais ele-
 
vada dobraram seus gastos com transporte público entre 2001 e
10
2009.
 
A crise global tem seu papel nesse movimento – sem
 
dinheiro, jovens deixam para depois o casamento, os filhos e o
 
financiamento da casa própria. Em vez disso, alugam aparta-
 
mento perto do trabalho, das compras e da diversão. Substi-
15
tuem a propriedade por serviços ou trocas. É uma geração que
 
investe em si mesma. "O automóvel passou a ser identificado
 
como um produto antigo – afinal seus pais e avós já tinham car-
 
ro na garagem", diz Adriana Mariotti, professora da Faculdade
 
de Economia e Administração da USP, pesquisadora de novas
20
tecnologias da indústria automotiva. "Além disso, não tem o
 
mesmo apelo tecnológico de smartphones e tablets e é consi-
 
derado o vilão em questões ambientais."
 
Enquanto as economias avançadas veem o declínio da
 
posse de bens materiais, em mercados emergentes, como o
25
brasileiro, jovens que ascenderam à classe média entram no
 
mercado de consumo e, pela primeira vez, podem comprar bens
 
mais caros. O resultado é que, em outubro de 2012, o Brasil
 
superou o Japão como o 3º mercado automobilístico do mundo,
 
atrás de China e EUA.
(Adaptado de: Alexandre Versignasi, Maurício Horta, Rafael Quick e Davi Augusto. Superinteressante, dezembro de 2012, p. 66-68)
O texto salienta

Questão 17

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
Onde houvesse música jovem, nos anos 60 e 70, lá es-
 
taria o carro, símbolo máximo de independência. Mas algo mu-
 
dou. Desde 1990, jovens de países desenvolvidos, como Reino
 
Unido, Alemanha e Japão, têm dirigido cada vez menos. O fe-
5
nômeno até ganhou um nome japonês – kuruma banare, ou
 
desmotorização. Também nos Estados Unidos, os jovens estão
 
dirigindo menos, andando mais de bicicleta ou a pé e utilizando
 
o transporte público. Mesmo aqueles de renda familiar mais ele-
 
vada dobraram seus gastos com transporte público entre 2001 e
10
2009.
 
A crise global tem seu papel nesse movimento – sem
 
dinheiro, jovens deixam para depois o casamento, os filhos e o
 
financiamento da casa própria. Em vez disso, alugam aparta-
 
mento perto do trabalho, das compras e da diversão. Substi-
15
tuem a propriedade por serviços ou trocas. É uma geração que
 
investe em si mesma. "O automóvel passou a ser identificado
 
como um produto antigo – afinal seus pais e avós já tinham car-
 
ro na garagem", diz Adriana Mariotti, professora da Faculdade
 
de Economia e Administração da USP, pesquisadora de novas
20
tecnologias da indústria automotiva. "Além disso, não tem o
 
mesmo apelo tecnológico de smartphones e tablets e é consi-
 
derado o vilão em questões ambientais."
 
Enquanto as economias avançadas veem o declínio da
 
posse de bens materiais, em mercados emergentes, como o
25
brasileiro, jovens que ascenderam à classe média entram no
 
mercado de consumo e, pela primeira vez, podem comprar bens
 
mais caros. O resultado é que, em outubro de 2012, o Brasil
 
superou o Japão como o 3º mercado automobilístico do mundo,
 
atrás de China e EUA.
(Adaptado de: Alexandre Versignasi, Maurício Horta, Rafael Quick e Davi Augusto. Superinteressante, dezembro de 2012, p. 66-68)
Depreende-se do texto que a "desmotorização" poderá resultar em

Questão 18

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
Hélio Schwartsman
 
 
SÃO PAULO – Saiu mais um estudo mostrando que o en-
 
sino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: pode-
5
mos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito
 
tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito
 
com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais
 
os números não encontravam muito espaço, como direito, jorna-
 
lismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
10
Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios univer-
 
sitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie
 
de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da esta-
 
tística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que
 
não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminado-
15
res quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
 
Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cul-
 
tura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática.
 
Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta
 
de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para
20
quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
 
Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as
 
armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil
 
até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem
 
assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhe-
25
cimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para com-
 
preender as novas pesquisas que trazem informações relevantes
 
para nossa saúde e bem-estar.
 
A matemática está no centro de algumas das mais intrigan-
 
tes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações
30
da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos,
 
isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene
 
Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão efi-
 
caz para exprimir as leis da física.
(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado)
Releia os trechos apresentados a seguir.
•   Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço... (1.º parágrafo)
•   Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental... (3.º parágrafo)

Os advérbios em destaque nos trechos expressam, correta e respectivamente, circunstâncias de

Questão 19

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
Onde houvesse música jovem, nos anos 60 e 70, lá es-
 
taria o carro, símbolo máximo de independência. Mas algo mu-
 
dou. Desde 1990, jovens de países desenvolvidos, como Reino
 
Unido, Alemanha e Japão, têm dirigido cada vez menos. O fe-
5
nômeno até ganhou um nome japonês – kuruma banare, ou
 
desmotorização. Também nos Estados Unidos, os jovens estão
 
dirigindo menos, andando mais de bicicleta ou a pé e utilizando
 
o transporte público. Mesmo aqueles de renda familiar mais ele-
 
vada dobraram seus gastos com transporte público entre 2001 e
10
2009.
 
A crise global tem seu papel nesse movimento – sem
 
dinheiro, jovens deixam para depois o casamento, os filhos e o
 
financiamento da casa própria. Em vez disso, alugam aparta-
 
mento perto do trabalho, das compras e da diversão. Substi-
15
tuem a propriedade por serviços ou trocas. É uma geração que
 
investe em si mesma. "O automóvel passou a ser identificado
 
como um produto antigo – afinal seus pais e avós já tinham car-
 
ro na garagem", diz Adriana Mariotti, professora da Faculdade
 
de Economia e Administração da USP, pesquisadora de novas
20
tecnologias da indústria automotiva. "Além disso, não tem o
 
mesmo apelo tecnológico de smartphones e tablets e é consi-
 
derado o vilão em questões ambientais."
 
Enquanto as economias avançadas veem o declínio da
 
posse de bens materiais, em mercados emergentes, como o
25
brasileiro, jovens que ascenderam à classe média entram no
 
mercado de consumo e, pela primeira vez, podem comprar bens
 
mais caros. O resultado é que, em outubro de 2012, o Brasil
 
superou o Japão como o 3º mercado automobilístico do mundo,
 
atrás de China e EUA.
(Adaptado de: Alexandre Versignasi, Maurício Horta, Rafael Quick e Davi Augusto. Superinteressante, dezembro de 2012, p. 66-68)
Considerando-se as alterações propostas entre parênteses no final da frase para o segmento grifado, o verbo que deverá permanecer no singular está em:

Questão 20

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
1
Onde houvesse música jovem, nos anos 60 e 70, lá es-
 
taria o carro, símbolo máximo de independência. Mas algo mu-
 
dou. Desde 1990, jovens de países desenvolvidos, como Reino
 
Unido, Alemanha e Japão, têm dirigido cada vez menos. O fe-
5
nômeno até ganhou um nome japonês – kuruma banare, ou
 
desmotorização. Também nos Estados Unidos, os jovens estão
 
dirigindo menos, andando mais de bicicleta ou a pé e utilizando
 
o transporte público. Mesmo aqueles de renda familiar mais ele-
 
vada dobraram seus gastos com transporte público entre 2001 e
10
2009.
 
A crise global tem seu papel nesse movimento – sem
 
dinheiro, jovens deixam para depois o casamento, os filhos e o
 
financiamento da casa própria. Em vez disso, alugam aparta-
 
mento perto do trabalho, das compras e da diversão. Substi-
15
tuem a propriedade por serviços ou trocas. É uma geração que
 
investe em si mesma. "O automóvel passou a ser identificado
 
como um produto antigo – afinal seus pais e avós já tinham car-
 
ro na garagem", diz Adriana Mariotti, professora da Faculdade
 
de Economia e Administração da USP, pesquisadora de novas
20
tecnologias da indústria automotiva. "Além disso, não tem o
 
mesmo apelo tecnológico de smartphones e tablets e é consi-
 
derado o vilão em questões ambientais."
 
Enquanto as economias avançadas veem o declínio da
 
posse de bens materiais, em mercados emergentes, como o
25
brasileiro, jovens que ascenderam à classe média entram no
 
mercado de consumo e, pela primeira vez, podem comprar bens
 
mais caros. O resultado é que, em outubro de 2012, o Brasil
 
superou o Japão como o 3º mercado automobilístico do mundo,
 
atrás de China e EUA.
(Adaptado de: Alexandre Versignasi, Maurício Horta, Rafael Quick e Davi Augusto. Superinteressante, dezembro de 2012, p. 66-68)
... alugam apartamento perto do trabalho...

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está na frase:

Questão 21

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Em cada uma das 25 fichas de cartolina (do tamanho das cartas de um baralho) foi escrito um número natural diferente, de 1 a 25. De um monte com essas 25 fichas foram excluídas todas aquelas cujo número era múltiplo de 8, depois foram excluídas todas aquelas cujo número era múltiplo de 7, depois foram excluídas todas aquelas cujo número era múltiplo de 9, depois foram excluídas todas aquelas cujo número era múltiplo de 5, depois foram excluídas todas aquelas cujo número era múltiplo de 6. A quantidade de fichas que foram retiradas é igual a

Questão 22

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I

» Esta questão foi anulada pela banca.
O resultado da expressão:

1 – 2 + 3 – 4 + 5 – 6 + 7 – 8 + . . . − 168 + 169 – 170

é igual a

Questão 23

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Dois amigos foram a uma pizzaria. O mais velho comeu da pizza que compraram. Ainda da mesma pizza o mais novo comeu da quantidade que seu amigo havia comido. Sendo assim, e sabendo que mais nada dessa pizza foi comido, a fração da pizza que restou foi

Questão 24

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Para aumentar a área de um tapete retangular de 2 m por 5 m foi costurada uma faixa em sua volta de exatos 10 cm de largura e que manteve o formato retangular do tapete. A porcentagem de aumento da área do tapete é igual a

Questão 25

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Alguns trens do metrô apresentam informações aos usuários em forma de pequenos filmes. Um desses filmes durava 8 minutos e 30 segundos e precisava ser apresentado em 6 partes de mesma duração. Para isso acontecer, cada uma dessas partes deve durar

Questão 26

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Em uma festa foi servido suco de uva em copos de 300 mililitros, de 450 mililitros e de 500 mililitros. O suco era retirado de garrafas de 2 litros e só se abria uma nova garrafa quando acabava o suco da anterior. Sabendo que foram servidos 13 copos pequenos, 17 copos médios e 11 copos grandes, e ainda supondo que não houve qualquer perda ao se encherem os copos, o total de garrafas de 2 litros que precisou ser aberto é igual a

Questão 27

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Glauco foi à livraria e comprou 3 exemplares do livro J. Comprou 4 exemplares do livro K, com preço unitário de 15 reais a mais que o preço unitário do livro J. Comprou também um álbum de fotografias que custou a terça parte do preço unitário do livro K. Glauco pagou com duas cédulas de 100 reais e recebeu o troco de 3 reais. Glauco pagou pelo álbum o valor, em reais, igual a

Questão 28

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Um mosaico foi construído com triângulos, quadrados e hexágonos. A quantidade de polígonos de cada tipo é proporcional ao número de lados do próprio polígono. Sabe-se que a quantidade total de polígonos do mosaico é 351. A quantidade de triângulos e quadrados somada supera a quantidade de hexágonos em

Questão 29

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
O raio de uma roda de trem mede, aproximadamente, 0,4 m. Sabendo que o comprimento de uma circunferência é dado pela fórmula C = 2.π.R (C: comprimento; considere π igual a 3,1 nessa questão; R : raio da roda). O número mínimo de voltas completas (desconsidere qualquer arrasto ou patinar da roda) para que uma dessas rodas percorra 1 km, é

Questão 30

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Em um percurso de uma rede experimental de metrô, o trem gasta exatos 50 segundos entre uma estação e a seguinte. O trem para exatos 15 segundos em cada estação. Esse percurso é constituído por 9 estações numeradas de 1 a 9 e o trem para em todas elas. Nesse percurso, o tempo gasto por um trem desde a partida na estação 1 até parar na estação 9 é igual a

Questão 31

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Julia tem 21 reais a mais que Laura. Sabe-se que do dinheiro de Julia é 3 reais a mais do que do dinheiro de Laura. O dinheiro somado das duas é igual, em reais, a

Questão 32

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Apenas uma alternativa representa um número real que, em uma reta numérica real, situa-se entre e . A alternativa que corresponde a esse número é

Questão 33

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Em um vagão do metrô, com menos de 50 pessoas, a razão entre o número de homens e o número de mulheres é , nessa ordem. Na estação seguinte 12 mulheres desceram e foi essa a única movimentação de pessoas. A partir desse fato, a razão citada que era passou a ser . O total das pessoas que estavam no vagão, antes da parada, era um número

Questão 34

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Um trem viajando a uma velocidade média de 45 km/h gasta 4 minutos e 30 segundos para percorrer o trajeto entre uma estação e a estação seguinte. Se viajar com a velocidade média de 30 km/h, o tempo gasto para percorrer o mesmo trajeto será de

Questão 35

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
No universo dos números naturais, o resto da divisão do número Y por 13 é 2. O resto da divisão do mesmo número Y por 17 é 3. O número Y é menor do que 80. O resto da divisão do número Y por 15 é

Questão 36

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Em um grupo de bateristas, guitarristas e cantores sabe-se que:

I. Não há pessoas que são apenas bateristas.
II. Há bateristas que também são cantores e guitarristas.
III. Há bateristas que também são cantores, mas não guitarristas.
IV. Há bateristas que também são guitarristas, mas não cantores.
V. Há guitarristas que também são cantores, mas não bateristas.
VI. Há pessoas que são apenas guitarristas.
VII. Há pessoas que são apenas cantores.


Sendo assim, pode-se afirmar corretamente que, necessariamente,

Questão 37

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Em um círculo foram desenhados 33 setores circulares de mesmo tamanho (como fatias de uma pizza). As cores azul, verde, preta, laranja e roxa, sempre nessa ordem, foram usadas para colorir os setores em sequência. Esse colorido foi feito pintandose um setor de uma cor, e com a próxima cor pintando-se sempre um setor a mais do que foi pintado com a cor da pintura anterior, até colorir todo o círculo. Feito dessa maneira, a cor menos utilizada foi a cor

Questão 38

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
A partir do número 9, a sequência de números segue um padrão na criação dos novos termos.

Dessa maneira, pode-se concluir que a soma entre o sétimo termo e o segundo termo dessa sequência é

Questão 39

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Repartir dinheiro proporcionalmente às vezes dá até briga. Os mais altos querem que seja divisão proporcional à altura. Os mais velhos querem que seja divisão proporcional à idade. Nesse caso, Roberto com 1,75 m e 25 anos e Mônica, sua irmã, com 1,50 m e 20 anos precisavam dividir proporcionalmente a quantia de R$ 29.250,00. Decidiram, no par ou ímpar, quem escolheria um dos critérios: altura ou idade. Mônica ganhou e decidiu a maneira que mais lhe favorecia. O valor, em reais, que Mônica recebeu a mais do que pela divisão no outro critério, é igual a

Questão 40

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Hoje, a soma das idades de três irmãos é 65 anos. Exatamente dez anos antes, a idade do mais velho era o dobro da idade do irmão do meio, que por sua vez tinha o dobro da idade do irmão mais novo. Daqui a dez anos, a idade do irmão mais velho será, em anos, igual a

Questão 41

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Diferente do que ocorre na maioria dos países do mundo que contribuem para o aquecimento global e para as mudanças climáticas em razão da dependência excessiva de combustíveis fósseis, o Brasil emite gases do efeito estufa devido, dentre outros fatores,

Questão 42

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Diante de um novo protesto contra o presidente da Comissão, a polícia legislativa prendeu um manifestante durante a sessão convocada para a tarde desta quarta-feira [27/03/2013]. A ordem partiu do próprio presidente, cerca de 10 minutos após tentar dar início à reunião e, não conseguindo ir adiante, transferiu a audiência pública para um recinto fechado, onde só puderam entrar parlamentares, jornalistas e assessores. O assunto em pauta era a situação dos torcedores do Corinthians, presos na Bolívia após a morte de um integrante da torcida rival.
(Adaptado: http://correiodobrasil.com.br/noticias/politica/593982/?utmsource=newsletter&utmmedium=email&utm campaign =b20130328)

A notícia refere-se ao presidente da Comissão

Questão 43

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Considere a sinopse de um filme brasileiro lançado em 2012:

Três irmãos decidem viver uma grande aventura. Orlando, Cláudio, e Leonardo Villas-Bôas partem numa missão desbravadora pelo Brasil Central. A saga começa com a travessia do Rio das Mortes e logo os irmãos se tornam chefes da expedição e se envolvem na defesa dos índios e de sua cultura, registrando tudo num diário batizado de “Marcha para o Oeste”. Numa viagem sem paralelo na história, com batalhas, 1.500 quilômetros de picadas abertas, 1.000 quilômetros de rios percorridos, 19 campos de pouso abertos, 43 vilas e cidades desbravadas e 14 tribos contatadas, além das mais de 200 crises de malária, os irmãos Villas-Bôas conseguem fundar um parque ecológico e reserva indígena que, na época, era o maior do mundo, do tamanho de um país como a Bélgica.
(Adaptado: http://www.interfilmes.com/filme25799.html)

O texto é a sinopse do filme

Questão 44

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
No dia 16 de julho [2012], o Food and Drug Administration (FDA), órgão do governo dos Estados Unidos responsável por controlar medicamentos e alimentos em território americano, aprovou a comercialização do Truvada. Com isso, a droga passa a ser a primeira dirigida a pessoas consideradas em condições de vulnerabilidade à doença. É importante lembrar que o Truvada não age como uma vacina que atua no sistema imunológico, mas sim, no impedimento da reprodução da doença no corpo.
(GLOBO CIÊNCIA. Rio de Janeiro: Rede Globo, ago. 2012)

A doença a que o texto se refere é

Questão 45

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Fernando Henrique Cardoso oficializou em carta sua candidatura à esta Instituição. A carta foi entregue pessoalmente, em nome do ex-presidente do Brasil, por Celso Lafer, nesta quarta-feira (27/03/2013), em reunião no Rio, de acordo com a assessoria de imprensa da Instituição.
(Adaptado: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2013/03/fhc- entrega-carta-de-candidatura.html)

A Instituição a que se refere a notícia é

Questão 46

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Considere as seguintes afirmações sobre a economia brasileira:

I. A desaceleração da economia brasileira tem estreita relação com a crise financeira internacional.
II. O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro permanece estagnado porque cerca de 55% do seu valor tem origem no setor agropecuário.
III. O Brasil foi afetado pela queda das exportações de matérias-primas industriais e das commodities.

Está correto APENAS o que se afirma em

Questão 47

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Para evitar a neblina tóxica, conhecida como "smog", que sufocou o país em janeiro de 2013, o país precisa superar uma economia alimentada por indústrias movidas a carvão mineral, uma fonte altamente poluente. Para isso tem buscado desenvolver novas tecnologias verdes e se destacou em 2012 como o maior produtor de energia eólica do mundo, e também o maior fabricante global de paineis solares e turbinas para geração de energia pelo vento. O texto refere-se

Questão 48

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Em março de 2013, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) publicou o “Relatório Territorial Brasil 2013” que analisa diversos aspectos do Brasil e revela que, apesar do forte investimento do governo em programas de redução da pobreza e dos avanços significativos nos últimos 15 anos, nosso país continua se destacando por apresentar

Questão 49

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Sobre o desenvolvimento urbano brasileiro, uma das tendências observadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nestes últimos censos é

Questão 50

Metrô/SP 2013 - FCC - Agente de Segurança Metroviária I
Em meados do mês de março [2013], o Banco Central resolveu aumentar a taxa Selic que representa a taxa de juro de curto prazo, a taxa básica da economia brasileira.

A decisão do Copom de aumentar a taxa Selic de 7,25% para 7,5% teve como um dos objetivos



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