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MPE/AM 2013

Agente de Apoio - Administrativo

Questão 1

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
São poderes da União, independentes e harmônicos entre si:

Questão 2

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
O remédio constitucional adequado para tutelar pessoa que teve obstado o exercício de profissão lícita, mas não regulamentada, é

Questão 3

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
Para proteger direito líquido e certo, não amparado por habeas corpus ou habeas data, quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público, conceder-se-á

Questão 4

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
Nos termos da Constituição Federal de 1988, a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante

Questão 5

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
O inciso XIII do art. 5º da Constituição Federal de 1988 dispõe que é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. Esta norma constitucional pode ser classificada quanto à sua aplicabilidade e eficácia como sendo

Questão 6

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
É privativo de brasileiro nato o cargo de

Questão 7

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
NÃO é condição de elegibilidade:

Questão 8

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
O transfuguismo partidário é admitido no Direito Constitucional brasileiro, sem perda de cargo eletivo, para

Questão 9

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
A Constituição menciona expressa e especificamente cinco princípios que devem ser observados pela Administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. São eles:

Questão 10

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
Segundo a literalidade da Constituição Federal de 1988, a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e o pluralismo politico são:

Questão 11

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
O Estado pretende alienar onerosamente participação acionária minoritária remanescente que detém em empresas privatizadas. De acordo com as disposições da Lei nº 8.666/93,

Questão 12

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
A respeito dos atos administrativos, é correto afirmar:

Questão 13

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
Constitui exemplo do exercício de poder disciplinar, pela Administração pública, a

Questão 14

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
As autarquias caracterizam-se como

Questão 15

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
É INCORRETO afirmar que a modalidade licitatória pregão

Questão 16

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
Constitui hipótese de dispensa de licitação, de acordo com a Lei nº 8666/93, a

Questão 17

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
De acordo com a Lei nº 9.784/99, que regula o processo administrativo, é correto afirmar, no que pertine aos recursos das decisões administrativas, que

Questão 18

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
De acordo com o ordenamento jurídico brasileiro, a prestação de serviço público por entidade privada

Questão 19

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
A respeito das sanções previstas na Lei nº 8.666/93, é correto afirmar:

Questão 20

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
A respeito do Sistema de Registro de Preços, considere:

I. A licitação para registro de preços deve ser realizada exclusivamente na modalidade pregão.

II. Esse sistema será adotado preferencialmente quando, pelas características do bem ou serviço, houver necessidade de contratações frequentes.

III. Esse sistema não é admissível quando não for possível definir previamente o quantitativo a ser demandado pela Administração.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 21

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
Pedro, integrante do conselho fiscal de uma empresa controlada pelo Estado, repassou informação sigilosa de que tinha conhecimento em razão do exercício de tal função a Sandro, empresário privado, que logrou obter proveito econômico em função da referida informação que sabia ser privilegiada. De acordo com a legislação que disciplina os atos de improbidade administrativa,

Questão 22

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
Sobre a disciplina prevista pela Lei nº 8.666/93 para os contratos administrativos, considere:

I. As cláusulas econômico-financeiras e monetárias não podem ser alteradas sem prévia concordância do contratado.

II. A declaração de nulidade opera retroativamente, desconstituindo os efeitos jurídicos já produzidos.

III. É obrigatória a publicação resumida do instrumento de contrato na imprensa oficial, dispensada a publicação de seus aditamentos.

Está correto o que se afirma em

Questão 23

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
A respeito dos princípios aplicáveis à Administração pública, é correto afirmar que

Questão 24

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
A União aceitou, como dação em pagamento por débito não tributário, um imóvel pertencente ao devedor. Identificando interesse público na alienação do imóvel, a fim de obter receita para aplicação em programas prioritários, deverá

Questão 25

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
Os contratos administrativos podem ser

I. modificados por acordo entre as partes quando conveniente a substituição da garantia de execução.

II. rescindidos pelo contratado na hipótese de inadimplemento da Administração por período superior a sessenta dias.

III. aditados para redução ou aumento quantitativo de seu objeto, no limite de vinte e cinco por cento, desde que com anuência do contratado.

De acordo com as disposições da Lei nº 8.666/93, está correto o que se afirma em

Questão 26

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
Considerando as faltas disciplinares praticadas pelos membros do Ministério Público, é correto afirmar que

Questão 27

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
Considerando o Estágio de Adaptação dos Promotores de Justiça Substitutos, é correto afirmar:

Questão 28

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
Considerando as vantagens pecuniárias devidas aos membros do Ministério Público, constitui vantagens de caráter indenizatório:

Questão 29

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional do Ministério Público

Questão 30

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
Considerando as atribuições dos órgãos auxiliares do Ministério Público, é correto afirmar:

Questão 31

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1
É como se a floresta se dissolvesse: o sul do Amazonas
 
perdeu cerca de 2 milhões de hectares de floresta por ano nesta
 
década. O Ibama, que deveria conter a devastação, olha tudo
 
de longe. Monitora imagens de satélites em Manaus, a cerca de
5
500 quilômetros. Na região onde motosserras e o fogo dizimam
 
a floresta, os fiscais só aparecem uma vez por ano e ficam por
 
um mês. Nessa época, os madeireiros tiram suas férias. “Quan-
 
do a gente entra nas serrarias, vê dezenas de caminhões
 
parados”, revelou o analista ambiental Geraldo Motta.
10
O madeireiro Vítor José de Souza, dono de uma serraria
 
em Santo Antônio do Matupi, diz que a ausência do Estado
 
favorece a devastação: “Um plano de manejo florestal leva 18
 
meses para sair porque tem de vir alguém de Manaus para
 
fazer a vistoria”. Nesse meio tempo, os madeireiros clandesti-
15
nos agem. O manejo florestal, garante Souza, gera mais di-
 
nheiro que o boi ou a agricultura: “Um lote de 100 hectares
 
produz madeira suficiente para o cara viver sem fazer mais
 
nada. Por que ele iria querer só desmatar?” Migrante do Pa-
 
raná, Souza detém seis planos de manejo para abastecer a
20
serraria.
 
(Adaptado de: “Ibama fiscaliza o sul do Amazonas por satélite” Grandes Reportagens: Amazônia. São Paulo, nov.-dez./2007. p. 48)
Depreende-se corretamente do texto:

Questão 32

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
1
É como se a floresta se dissolvesse: o sul do Amazonas
 
perdeu cerca de 2 milhões de hectares de floresta por ano nesta
 
década. O Ibama, que deveria conter a devastação, olha tudo
 
de longe. Monitora imagens de satélites em Manaus, a cerca de
5
500 quilômetros. Na região onde motosserras e o fogo dizimam
 
a floresta, os fiscais só aparecem uma vez por ano e ficam por
 
um mês. Nessa época, os madeireiros tiram suas férias. “Quan-
 
do a gente entra nas serrarias, vê dezenas de caminhões
 
parados”, revelou o analista ambiental Geraldo Motta.
10
O madeireiro Vítor José de Souza, dono de uma serraria
 
em Santo Antônio do Matupi, diz que a ausência do Estado
 
favorece a devastação: “Um plano de manejo florestal leva 18
 
meses para sair porque tem de vir alguém de Manaus para
 
fazer a vistoria”. Nesse meio tempo, os madeireiros clandesti-
15
nos agem. O manejo florestal, garante Souza, gera mais di-
 
nheiro que o boi ou a agricultura: “Um lote de 100 hectares
 
produz madeira suficiente para o cara viver sem fazer mais
 
nada. Por que ele iria querer só desmatar?” Migrante do Pa-
 
raná, Souza detém seis planos de manejo para abastecer a
20
serraria.
 
(Adaptado de: “Ibama fiscaliza o sul do Amazonas por satélite” Grandes Reportagens: Amazônia. São Paulo, nov.-dez./2007. p. 48)
“Um plano de manejo florestal leva 18 meses para sair porque tem de vir alguém de Manaus para fazer a vistoria”.

A frase acima ilustra

Questão 33

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
1
É como se a floresta se dissolvesse: o sul do Amazonas
 
perdeu cerca de 2 milhões de hectares de floresta por ano nesta
 
década. O Ibama, que deveria conter a devastação, olha tudo
 
de longe. Monitora imagens de satélites em Manaus, a cerca de
5
500 quilômetros. Na região onde motosserras e o fogo dizimam
 
a floresta, os fiscais só aparecem uma vez por ano e ficam por
 
um mês. Nessa época, os madeireiros tiram suas férias. “Quan-
 
do a gente entra nas serrarias, vê dezenas de caminhões
 
parados”, revelou o analista ambiental Geraldo Motta.
10
O madeireiro Vítor José de Souza, dono de uma serraria
 
em Santo Antônio do Matupi, diz que a ausência do Estado
 
favorece a devastação: “Um plano de manejo florestal leva 18
 
meses para sair porque tem de vir alguém de Manaus para
 
fazer a vistoria”. Nesse meio tempo, os madeireiros clandesti-
15
nos agem. O manejo florestal, garante Souza, gera mais di-
 
nheiro que o boi ou a agricultura: “Um lote de 100 hectares
 
produz madeira suficiente para o cara viver sem fazer mais
 
nada. Por que ele iria querer só desmatar?” Migrante do Pa-
 
raná, Souza detém seis planos de manejo para abastecer a
20
serraria.
 
(Adaptado de: “Ibama fiscaliza o sul do Amazonas por satélite” Grandes Reportagens: Amazônia. São Paulo, nov.-dez./2007. p. 48)
É como se a floresta se dissolvesse: o sul do Amazonas perdeu cerca de 2 milhões de hectares de floresta por ano nesta década.

Suprimindo-se os dois-pontos, uma redação alternativa para a frase acima, mantendo-se a coerência, está em:

Questão 34

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
1
É como se a floresta se dissolvesse: o sul do Amazonas
 
perdeu cerca de 2 milhões de hectares de floresta por ano nesta
 
década. O Ibama, que deveria conter a devastação, olha tudo
 
de longe. Monitora imagens de satélites em Manaus, a cerca de
5
500 quilômetros. Na região onde motosserras e o fogo dizimam
 
a floresta, os fiscais só aparecem uma vez por ano e ficam por
 
um mês. Nessa época, os madeireiros tiram suas férias. “Quan-
 
do a gente entra nas serrarias, vê dezenas de caminhões
 
parados”, revelou o analista ambiental Geraldo Motta.
10
O madeireiro Vítor José de Souza, dono de uma serraria
 
em Santo Antônio do Matupi, diz que a ausência do Estado
 
favorece a devastação: “Um plano de manejo florestal leva 18
 
meses para sair porque tem de vir alguém de Manaus para
 
fazer a vistoria”. Nesse meio tempo, os madeireiros clandesti-
15
nos agem. O manejo florestal, garante Souza, gera mais di-
 
nheiro que o boi ou a agricultura: “Um lote de 100 hectares
 
produz madeira suficiente para o cara viver sem fazer mais
 
nada. Por que ele iria querer só desmatar?” Migrante do Pa-
 
raná, Souza detém seis planos de manejo para abastecer a
20
serraria.
 
(Adaptado de: “Ibama fiscaliza o sul do Amazonas por satélite” Grandes Reportagens: Amazônia. São Paulo, nov.-dez./2007. p. 48)
“Quando a gente entra nas serrarias, vê dezenas de caminhões parados”, revelou o analista ambiental Geraldo Motta.

Substituindo-se Quando por Se, os verbos sublinhados devem sofrer as seguintes alterações:

Questão 35

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
1
É como se a floresta se dissolvesse: o sul do Amazonas
 
perdeu cerca de 2 milhões de hectares de floresta por ano nesta
 
década. O Ibama, que deveria conter a devastação, olha tudo
 
de longe. Monitora imagens de satélites em Manaus, a cerca de
5
500 quilômetros. Na região onde motosserras e o fogo dizimam
 
a floresta, os fiscais só aparecem uma vez por ano e ficam por
 
um mês. Nessa época, os madeireiros tiram suas férias. “Quan-
 
do a gente entra nas serrarias, vê dezenas de caminhões
 
parados”, revelou o analista ambiental Geraldo Motta.
10
O madeireiro Vítor José de Souza, dono de uma serraria
 
em Santo Antônio do Matupi, diz que a ausência do Estado
 
favorece a devastação: “Um plano de manejo florestal leva 18
 
meses para sair porque tem de vir alguém de Manaus para
 
fazer a vistoria”. Nesse meio tempo, os madeireiros clandesti-
15
nos agem. O manejo florestal, garante Souza, gera mais di-
 
nheiro que o boi ou a agricultura: “Um lote de 100 hectares
 
produz madeira suficiente para o cara viver sem fazer mais
 
nada. Por que ele iria querer só desmatar?” Migrante do Pa-
 
raná, Souza detém seis planos de manejo para abastecer a
20
serraria.
 
(Adaptado de: “Ibama fiscaliza o sul do Amazonas por satélite” Grandes Reportagens: Amazônia. São Paulo, nov.-dez./2007. p. 48)
O manejo florestal, ...... os ambientalistas, gera mais dinheiro que o boi ou a agricultura: “Nos lotes de 100 hectares, ...... madeiras ...... para os caras viverem sem fazer mais nada”.

Preenchem corretamente as lacunas do segmento acima, na ordem dada:

Questão 36

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
1
A carta abaixo foi escrita por uma detenta da Penitenciária Feminina da cidade paulista de Ribeirão Preto. Redigida no contexto do Programa
 
Liberdade Consciente, ali implementado, ela foi analisada em estudo linguístico cujas referências se apresentam após a carta.
 
 
Ribeirão Preto 28.12.04
5
Eu S1 nascida em 23.11. [...] Se você escreve tudo daria um livro mais vou fala so um pouco de mim.
 
Quando nasci meus pais morava no Paraná fiquei la ate a idade de 5 anos, aí viemos para o interior de S.P. ate a idade de
 
14 anos eu fui uma menina que trabalhava na rossa era crente aí meus pais resolveram a se muda para Campinas é a cidade que vivo ate
 
hoje aí foi que tudo começou comecei a trabalha de domestica comesei a conhecer outro tipo de pessoas que era muito deferente da minha
 
vidinha da rossa, comecei a sair de noite, conhecer rapazes, deferente, bom resumindo, fui mãe com 20 anos, fui pra cadeia com 23 – 1973,
10
sai com 30 – 1981, eu queria volta a viver mais a sociedade não deixou não tive medo continuei na luta, ate de boia fria eu tentei até que um
 
dia fui trabalha de camareine em um hotel perto da rodoviaria, isso foi em 1989, aí fui preza outra vez daí para cá so deu desaserto na minha
 
vida.
 
Hoje sou uma mulher feliz apesar do lugar. tenho 5 filhos lindos, adotei uma criança levei para a minha casa com 17 dias de nascida
 
hoje ela tem 6 aninho ela tem um pequeno problema que, para os homens é dificio mais para Deus não é nada eu confio nele e sei um dia eu
15
e minha fé vamos venser, minha filhinha faz tratamento na unikanpi no hospital das Crinicas em Campinas ela se chama M. nos vamos venser
 
se Deus quizer e ele quer como disse se for fala minha vida da um livro. eu amo meus filhos meus netos que são, coizinha mais linda da
 
minha vida mais tenho um carinho especial pela a minha M. Deixei o mundo sujo que vivi a maior parte da minha vida pela M. quando sai
 
daqui quero volta a cuida dela como sempre fiz.
(SAVENHAGO, Igor José Siquieri. Análise discursiva de cartas da prisão: uma discussão sobre ciência e saberes. Todas as Letras. São Paulo: Editora da UPM, v. 14, S, n. 1, 2012, p. 130-131)
No segundo parágrafo do texto,

Questão 37

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» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
1
A carta abaixo foi escrita por uma detenta da Penitenciária Feminina da cidade paulista de Ribeirão Preto. Redigida no contexto do Programa
 
Liberdade Consciente, ali implementado, ela foi analisada em estudo linguístico cujas referências se apresentam após a carta.
 
 
Ribeirão Preto 28.12.04
5
Eu S1 nascida em 23.11. [...] Se você escreve tudo daria um livro mais vou fala so um pouco de mim.
 
Quando nasci meus pais morava no Paraná fiquei la ate a idade de 5 anos, aí viemos para o interior de S.P. ate a idade de
 
14 anos eu fui uma menina que trabalhava na rossa era crente aí meus pais resolveram a se muda para Campinas é a cidade que vivo ate
 
hoje aí foi que tudo começou comecei a trabalha de domestica comesei a conhecer outro tipo de pessoas que era muito deferente da minha
 
vidinha da rossa, comecei a sair de noite, conhecer rapazes, deferente, bom resumindo, fui mãe com 20 anos, fui pra cadeia com 23 – 1973,
10
sai com 30 – 1981, eu queria volta a viver mais a sociedade não deixou não tive medo continuei na luta, ate de boia fria eu tentei até que um
 
dia fui trabalha de camareine em um hotel perto da rodoviaria, isso foi em 1989, aí fui preza outra vez daí para cá so deu desaserto na minha
 
vida.
 
Hoje sou uma mulher feliz apesar do lugar. tenho 5 filhos lindos, adotei uma criança levei para a minha casa com 17 dias de nascida
 
hoje ela tem 6 aninho ela tem um pequeno problema que, para os homens é dificio mais para Deus não é nada eu confio nele e sei um dia eu
15
e minha fé vamos venser, minha filhinha faz tratamento na unikanpi no hospital das Crinicas em Campinas ela se chama M. nos vamos venser
 
se Deus quizer e ele quer como disse se for fala minha vida da um livro. eu amo meus filhos meus netos que são, coizinha mais linda da
 
minha vida mais tenho um carinho especial pela a minha M. Deixei o mundo sujo que vivi a maior parte da minha vida pela M. quando sai
 
daqui quero volta a cuida dela como sempre fiz.
(SAVENHAGO, Igor José Siquieri. Análise discursiva de cartas da prisão: uma discussão sobre ciência e saberes. Todas as Letras. São Paulo: Editora da UPM, v. 14, S, n. 1, 2012, p. 130-131)
Assinale a alternativa que contém comentário condizente com o texto.

Questão 38

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
1
A carta abaixo foi escrita por uma detenta da Penitenciária Feminina da cidade paulista de Ribeirão Preto. Redigida no contexto do Programa
 
Liberdade Consciente, ali implementado, ela foi analisada em estudo linguístico cujas referências se apresentam após a carta.
 
 
Ribeirão Preto 28.12.04
5
Eu S1 nascida em 23.11. [...] Se você escreve tudo daria um livro mais vou fala so um pouco de mim.
 
Quando nasci meus pais morava no Paraná fiquei la ate a idade de 5 anos, aí viemos para o interior de S.P. ate a idade de
 
14 anos eu fui uma menina que trabalhava na rossa era crente aí meus pais resolveram a se muda para Campinas é a cidade que vivo ate
 
hoje aí foi que tudo começou comecei a trabalha de domestica comesei a conhecer outro tipo de pessoas que era muito deferente da minha
 
vidinha da rossa, comecei a sair de noite, conhecer rapazes, deferente, bom resumindo, fui mãe com 20 anos, fui pra cadeia com 23 – 1973,
10
sai com 30 – 1981, eu queria volta a viver mais a sociedade não deixou não tive medo continuei na luta, ate de boia fria eu tentei até que um
 
dia fui trabalha de camareine em um hotel perto da rodoviaria, isso foi em 1989, aí fui preza outra vez daí para cá so deu desaserto na minha
 
vida.
 
Hoje sou uma mulher feliz apesar do lugar. tenho 5 filhos lindos, adotei uma criança levei para a minha casa com 17 dias de nascida
 
hoje ela tem 6 aninho ela tem um pequeno problema que, para os homens é dificio mais para Deus não é nada eu confio nele e sei um dia eu
15
e minha fé vamos venser, minha filhinha faz tratamento na unikanpi no hospital das Crinicas em Campinas ela se chama M. nos vamos venser
 
se Deus quizer e ele quer como disse se for fala minha vida da um livro. eu amo meus filhos meus netos que são, coizinha mais linda da
 
minha vida mais tenho um carinho especial pela a minha M. Deixei o mundo sujo que vivi a maior parte da minha vida pela M. quando sai
 
daqui quero volta a cuida dela como sempre fiz.
(SAVENHAGO, Igor José Siquieri. Análise discursiva de cartas da prisão: uma discussão sobre ciência e saberes. Todas as Letras. São Paulo: Editora da UPM, v. 14, S, n. 1, 2012, p. 130-131)
É correto afirmar que a autora da carta

Questão 39

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
1
A carta abaixo foi escrita por uma detenta da Penitenciária Feminina da cidade paulista de Ribeirão Preto. Redigida no contexto do Programa
 
Liberdade Consciente, ali implementado, ela foi analisada em estudo linguístico cujas referências se apresentam após a carta.
 
 
Ribeirão Preto 28.12.04
5
Eu S1 nascida em 23.11. [...] Se você escreve tudo daria um livro mais vou fala so um pouco de mim.
 
Quando nasci meus pais morava no Paraná fiquei la ate a idade de 5 anos, aí viemos para o interior de S.P. ate a idade de
 
14 anos eu fui uma menina que trabalhava na rossa era crente aí meus pais resolveram a se muda para Campinas é a cidade que vivo ate
 
hoje aí foi que tudo começou comecei a trabalha de domestica comesei a conhecer outro tipo de pessoas que era muito deferente da minha
 
vidinha da rossa, comecei a sair de noite, conhecer rapazes, deferente, bom resumindo, fui mãe com 20 anos, fui pra cadeia com 23 – 1973,
10
sai com 30 – 1981, eu queria volta a viver mais a sociedade não deixou não tive medo continuei na luta, ate de boia fria eu tentei até que um
 
dia fui trabalha de camareine em um hotel perto da rodoviaria, isso foi em 1989, aí fui preza outra vez daí para cá so deu desaserto na minha
 
vida.
 
Hoje sou uma mulher feliz apesar do lugar. tenho 5 filhos lindos, adotei uma criança levei para a minha casa com 17 dias de nascida
 
hoje ela tem 6 aninho ela tem um pequeno problema que, para os homens é dificio mais para Deus não é nada eu confio nele e sei um dia eu
15
e minha fé vamos venser, minha filhinha faz tratamento na unikanpi no hospital das Crinicas em Campinas ela se chama M. nos vamos venser
 
se Deus quizer e ele quer como disse se for fala minha vida da um livro. eu amo meus filhos meus netos que são, coizinha mais linda da
 
minha vida mais tenho um carinho especial pela a minha M. Deixei o mundo sujo que vivi a maior parte da minha vida pela M. quando sai
 
daqui quero volta a cuida dela como sempre fiz.
(SAVENHAGO, Igor José Siquieri. Análise discursiva de cartas da prisão: uma discussão sobre ciência e saberes. Todas as Letras. São Paulo: Editora da UPM, v. 14, S, n. 1, 2012, p. 130-131)
Respeita o sentido original e as regras de pontuação vigentes a seguinte reescrita de fragmento do texto:

Questão 40

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
1
A carta abaixo foi escrita por uma detenta da Penitenciária Feminina da cidade paulista de Ribeirão Preto. Redigida no contexto do Programa
 
Liberdade Consciente, ali implementado, ela foi analisada em estudo linguístico cujas referências se apresentam após a carta.
 
 
Ribeirão Preto 28.12.04
5
Eu S1 nascida em 23.11. [...] Se você escreve tudo daria um livro mais vou fala so um pouco de mim.
 
Quando nasci meus pais morava no Paraná fiquei la ate a idade de 5 anos, aí viemos para o interior de S.P. ate a idade de
 
14 anos eu fui uma menina que trabalhava na rossa era crente aí meus pais resolveram a se muda para Campinas é a cidade que vivo ate
 
hoje aí foi que tudo começou comecei a trabalha de domestica comesei a conhecer outro tipo de pessoas que era muito deferente da minha
 
vidinha da rossa, comecei a sair de noite, conhecer rapazes, deferente, bom resumindo, fui mãe com 20 anos, fui pra cadeia com 23 – 1973,
10
sai com 30 – 1981, eu queria volta a viver mais a sociedade não deixou não tive medo continuei na luta, ate de boia fria eu tentei até que um
 
dia fui trabalha de camareine em um hotel perto da rodoviaria, isso foi em 1989, aí fui preza outra vez daí para cá so deu desaserto na minha
 
vida.
 
Hoje sou uma mulher feliz apesar do lugar. tenho 5 filhos lindos, adotei uma criança levei para a minha casa com 17 dias de nascida
 
hoje ela tem 6 aninho ela tem um pequeno problema que, para os homens é dificio mais para Deus não é nada eu confio nele e sei um dia eu
15
e minha fé vamos venser, minha filhinha faz tratamento na unikanpi no hospital das Crinicas em Campinas ela se chama M. nos vamos venser
 
se Deus quizer e ele quer como disse se for fala minha vida da um livro. eu amo meus filhos meus netos que são, coizinha mais linda da
 
minha vida mais tenho um carinho especial pela a minha M. Deixei o mundo sujo que vivi a maior parte da minha vida pela M. quando sai
 
daqui quero volta a cuida dela como sempre fiz.
(SAVENHAGO, Igor José Siquieri. Análise discursiva de cartas da prisão: uma discussão sobre ciência e saberes. Todas as Letras. São Paulo: Editora da UPM, v. 14, S, n. 1, 2012, p. 130-131)
Considere:

I. é a cidade que vivo ate hoje

O elemento acima destacado

Questão 41

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
1
Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora)
 
também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do
 
general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro que desse um jeito nos filhos do sueco.
 
O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
5
O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica
 
de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à
 
delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
 
− O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa
 
chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa
10
chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem
 
menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: dura
 
lex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei
 
como tratar gringos feito o senhor.
 
Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com
15
delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
 
− Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
 
O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
 
− Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são
 
moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique
20
sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?
 
Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
 
− Da ativa, minha senhora?
 
E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:
 
− Da ativa, Motinha! Sai dessa...
(Fernando Sabino. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Record, 1991)
A temática principal do conto é

Questão 42

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Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora)
 
também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do
 
general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro que desse um jeito nos filhos do sueco.
 
O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
5
O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica
 
de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à
 
delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
 
− O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa
 
chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa
10
chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem
 
menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: dura
 
lex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei
 
como tratar gringos feito o senhor.
 
Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com
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delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
 
− Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
 
O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
 
− Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são
 
moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique
20
sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?
 
Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
 
− Da ativa, minha senhora?
 
E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:
 
− Da ativa, Motinha! Sai dessa...
(Fernando Sabino. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Record, 1991)
No texto,

Questão 43

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Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora)
 
também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do
 
general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro que desse um jeito nos filhos do sueco.
 
O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
5
O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica
 
de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à
 
delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
 
− O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa
 
chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa
10
chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem
 
menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: dura
 
lex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei
 
como tratar gringos feito o senhor.
 
Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com
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delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
 
− Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
 
O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
 
− Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são
 
moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique
20
sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?
 
Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
 
− Da ativa, minha senhora?
 
E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:
 
− Da ativa, Motinha! Sai dessa...
(Fernando Sabino. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Record, 1991)
Depreende-se corretamente do texto que o delegado

Questão 44

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Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora)
 
também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do
 
general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro que desse um jeito nos filhos do sueco.
 
O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
5
O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica
 
de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à
 
delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
 
− O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa
 
chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa
10
chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem
 
menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: dura
 
lex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei
 
como tratar gringos feito o senhor.
 
Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com
15
delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
 
− Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
 
O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
 
− Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são
 
moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique
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sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?
 
Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
 
− Da ativa, minha senhora?
 
E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:
 
− Da ativa, Motinha! Sai dessa...
(Fernando Sabino. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Record, 1991)
... pediu ao delegado do bairro que desse um jeito nos filhos do sueco.

O verbo que exige, no contexto, o mesmo tipo de complementos que o grifado acima está empregado em:

Questão 45

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Contaram-me que, na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército, morava (ou mora)
 
também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do
 
general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro que desse um jeito nos filhos do sueco.
 
O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
5
O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica
 
de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à
 
delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
 
− O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa
 
chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa
10
chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem
 
menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: dura
 
lex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei
 
como tratar gringos feito o senhor.
 
Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com
15
delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
 
− Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
 
O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
 
− Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são
 
moleques. Se por acaso incomodaram o general, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique
20
sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?
 
Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
 
− Da ativa, minha senhora?
 
E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:
 
− Da ativa, Motinha! Sai dessa...
(Fernando Sabino. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Record, 1991)
Fazendo-se as alterações necessárias, o trecho grifado está corretamente substituído por um pronome em:

Questão 46

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Os sinais de pontuação estão empregados corretamente em:

Questão 47

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
Leia o texto a seguir.

Foi por esse tempo que Rita, desconfiada e medrosa, correu ...... cartomante para consultá-la sobre a verdadeira causa do procedimento de Camilo. Vimos que ...... cartomante restituiu-lhe ...... confiança, e que o rapaz repreendeu-a por ter feito o que fez.
(Machado de Assis. A cartomante. In: Várias histórias. Rio de Janeiro: Globo, 1997, p. 6)

Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:

Questão 48

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
1
Os trabalhadores passaram mais tempo na escola, elevando a fatia dos brasileiros com ensino médio e superior em
 
andamento ou concluído. Ou seja, houve mais ofertas de trabalhadores dessa classe. E muitos profissionais podem ter ingressado no
 
nível mais elevado de escolaridade, mas com o mesmo salário, o que reduz a média de ganho da categoria. "Nos últimos anos, as
 
pessoas ficaram mais tempo na escola e a oferta de profissionais com ensino médio e superior aumentou. O crescimento da
5
escolaridade também foi impulsionado pelo aumento do número de universidades privadas", disse Naercio.
(Disponível em: http://exame.abril.com.br/ brasil/noticias/mais-escolarizados-perdem-8-da-renda-de-2002-para-2011. Texto adaptado)
No texto, o autor assinala que

Questão 49

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1
Os trabalhadores passaram mais tempo na escola, elevando a fatia dos brasileiros com ensino médio e superior em
 
andamento ou concluído. Ou seja, houve mais ofertas de trabalhadores dessa classe. E muitos profissionais podem ter ingressado no
 
nível mais elevado de escolaridade, mas com o mesmo salário, o que reduz a média de ganho da categoria. "Nos últimos anos, as
 
pessoas ficaram mais tempo na escola e a oferta de profissionais com ensino médio e superior aumentou. O crescimento da
5
escolaridade também foi impulsionado pelo aumento do número de universidades privadas", disse Naercio.
(Disponível em: http://exame.abril.com.br/ brasil/noticias/mais-escolarizados-perdem-8-da-renda-de-2002-para-2011. Texto adaptado)
O trecho elevando a fatia dos brasileiros com ensino médio e superior em andamento ou concluído, de acordo com o contexto, expressa

Questão 50

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1
Os trabalhadores passaram mais tempo na escola, elevando a fatia dos brasileiros com ensino médio e superior em
 
andamento ou concluído. Ou seja, houve mais ofertas de trabalhadores dessa classe. E muitos profissionais podem ter ingressado no
 
nível mais elevado de escolaridade, mas com o mesmo salário, o que reduz a média de ganho da categoria. "Nos últimos anos, as
 
pessoas ficaram mais tempo na escola e a oferta de profissionais com ensino médio e superior aumentou. O crescimento da
5
escolaridade também foi impulsionado pelo aumento do número de universidades privadas", disse Naercio.
(Disponível em: http://exame.abril.com.br/ brasil/noticias/mais-escolarizados-perdem-8-da-renda-de-2002-para-2011. Texto adaptado)
Os trabalhadores passaram mais tempo na escola...

O segmento grifado acima possui a mesma função sintática que o destacado em:

Questão 51

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Rafaela fez algumas compras em uma papelaria para abastecer o escritório onde trabalha. Para que pudesse ser reembolsada, ela elaborou a seguinte tabela, resumindo as compras feitas.




Apesar de a quantidade comprada de borrachas ter ficado ilegível na tabela feita, Rafaela pôde recalculá-la, pois sabia que, no total, havia gasto R$ 92,35. A quantidade de borrachas que Rafaela comprou é igual a

Questão 52

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A numeração dos sapatos brasileiros [N] relaciona-se com o comprimento do pé de uma pessoa, em centímetros, [c] por meio da fórmula:


De acordo com essa fórmula, o comprimento, em centímetros, do pé de uma pessoa que calça 44 deve estar entre

Questão 53

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Considere a sequência numérica formada pelos números inteiros positivos que são divisíveis por 4, cujos oito primeiros elementos são dados a seguir.

(4, 8, 12, 16, 20, 24, 28, 32, ...)

O último algarismo do 234º elemento dessa sequência é

Questão 54

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No Brasil, entendemos como final de semana o período da semana que compreende o sábado e o domingo. Em determinado ano, para que o mês de setembro, que é composto por 30 dias, tenha 5 finais de semana completos, o dia 7 de setembro deverá cair em

Questão 55

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Um marceneiro deseja cortar uma viga de madeira de 360 cm de comprimento em 7 ou mais partes menores, todas de mesmo comprimento, de modo que o comprimento de cada parte, em centímetros, seja um número natural e que não sobre nenhum pedaço da viga original. Para que ele possa fazer isso, o comprimento de cada uma das partes poderá ser, no máximo,

Questão 56

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Dentre todas as pessoas que dão entrada diariamente no pronto-socorro de um hospital público, 80% são liberadas no mesmo dia. Dos pacientes que não são liberados no mesmo dia, 80% ficam internados no próprio hospital e os demais são removidos para outros hospitais. Em relação a todas as pessoas que dão entrada diariamente nesse pronto-socorro, os pacientes que são removidos para outros hospitais representam

Questão 57

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
O dono de uma empresa deseja adquirir um equipamento e tem duas opções, mostradas na tabela abaixo.



Considerando-se a taxa anual de juros compostos de 40% e sendo A1 e A2 os respectivos módulos dos valores atuais das opções 1 e 2, na data de hoje, é verdade que

Questão 58

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
O gráfico a seguir mostra como varia o tempo de duração dos atendimentos aos clientes de um banco nos caixas de determinada agência.


De acordo com o gráfico, escolhendo um atendimento ao acaso, a probabilidade de que ele dure até 10 minutos é igual a

Questão 59

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No campeonato brasileiro de futebol, cada equipe disputa um total de 38 jogos, recebendo 3 pontos a cada vitória, 1 ponto a cada empate e nenhum ponto em caso de derrota. Em 2012, o Fluminense foi o campeão brasileiro, conquistando um total de 77 pontos e sendo derrotado apenas 5 vezes. Dessa forma, o número de vitórias obtidas pelo Fluminense no campeonato brasileiro de 2012 é igual a

Questão 60

MPE/AM 2013 - FCC - Agente de Apoio - Administrativo
O professor de uma disciplina experimental de um curso de Engenharia estabeleceu no início do semestre que, para ser aprovado, um aluno teria de realizar pelo menos 5 das 6 experiências propostas e ter média de relatórios maior ou igual a 6,0. Como Juca foi reprovado nessa disciplina, pode-se concluir que ele, necessariamente,



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