×
Técnico Judiciário - Área Administrativa Analista Judiciário - Área Judiciária Analista Judiciário - Arquivologia Analista Judiciário - Biblioteconomia Analista Judiciário - Contabilidade Analista Judiciário - Enfermagem Analista Judiciário - Estatística Analista Judiciário - Engenharia (Segurança do Trabalho) Analista Judiciário - Oficial de Justiça Avaliador Federal Analista Judiciário - Tecnologia da Informação Analista Judiciário - Serviço Social Técnico Judiciário - Tecnologia da Informação
×

TRT 5ª 2013

Analista Judiciário - Área Administrativa

Questão 1

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
1
Senta-te aqui ao meu lado, amiga, e te contarei uma
 
história. Faz tempo que não te conto uma história na beira deste
 
cais. A noite está cheia de estrelas, são homens valentes que
 
morreram. Senta-te aqui, dá-me tua mão, vou te contar a his-
5
tória de um homem valente. Vês aquela estrela lá longe, mais
 
além do navio fundeado, mais além do forte velho, da sombra
 
das ilhas? Deve ser ele iluminando o céu da Bahia. [...]
 
Já viste da beira do cais o vento noroeste se despenhar
 
sobre a cidade e o mar, levar embarcações, desatracar navios,
10
mudar o rumo de transatlânticos, transformar a cor das águas?
 
É rápido, inquietante, belo, quase irreal. Dura um instante na
 
medida do tempo. Mas, mesmo depois que o noroeste passa e
 
volta a calmaria, fica a sua lembrança e é impossível esquecê-lo
 
porque tudo mudou na face das coisas: é outra a fisionomia do
15
cais e o ar que se respira é mais puro. Assim, negra, foi Castro
 
Alves. Tinha a força do vento noroeste, o seu ímpeto, a sua
 
violência. Tinha a sua beleza também. E deixou o ar mais puro,
 
a sua lembrança imortal.
 
Tinha a precocidade desses moleques de rua a quem
20
acaricias a cabeça e dos quais te contei a história. Começou
 
muito moço e muito moço terminou. Foi o mais belo espetáculo
 
de juventude e de gênio que os céus da América presenciaram.
 
No tempo que andou nestas e noutras ruas, disse tantas
 
e tão belas coisas, amiga, que sua voz ficou soando para
25
sempre e é cada vez mais alta e cada vez mais a voz de
 
centenas, de milhares, de milhões de pessoas. É a sua voz,
 
negra, é a voz do cais inteiro e da cidade lá atrás também.
 
Falou por todos nós como nenhum de nós falaria. É ainda hoje
 
o maior e o mais moço de todos nós.
30
No teatro grande lá de cima ouviste certa vez uma
 
numerosa orquestra. Lembras-te da hora em que os músicos se
 
juntaram todos num esforço supremo e produziram com os seus
 
instrumentos e com sua virtuosidade uma nota mais alta que
 
todas, que todas mais bela, nota que ficou soando na sala
35
mesmo após a saída dos espectadores? Pois assim foi Castro
 
Alves. Há momentos no mundo em que todas as forças de uma
 
nação se conjugam e, como uma nota mais alta que todas,
 
aparece, tranquilo e terrível, demoniacamente belo, justo e ver-
 
dadeiro, um gênio. Nasce dos desejos do povo, das necessi-
40
dades do povo. Nunca mais morre, imortal como o povo.
 
Este, cuja história vou te contar, foi amado e amou mui-
 
tas mulheres. Vieram brancas, judias e mestiças, tímidas e afoi-
 
tas, para os seus braços e para o seu leito. Para uma, no
 
entanto, guardou ele as melhores palavras, as mais doces, as
45
mais ternas, as mais belas. Essa noiva tem um nome lindo,
 
negra: liberdade.
 
Vê no céu, ele brilha, é a mais poderosa das estrelas.
 
Mas o encontrarás também nas ruas de qualquer cidade, no
 
quarto de qualquer casa. Seja onde for que haja jovens, cora-
50
ções pulsando pela humanidade, em qualquer desses corações
 
encontrarás Castro Alves.
 
Dá-me agora tua mão direita, ouve o ABC do poeta.
 
 
Obs.: Ortografia atualizada segundo as normas vigentes.
(Jorge Amado. ABC de Castro Alves; 14. ed. São Paulo: Martins, 1968. p. 15-17)
Considerando-se o desenvolvimento do texto, está correto o que se afirma em:

Questão 2

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
1
Senta-te aqui ao meu lado, amiga, e te contarei uma
 
história. Faz tempo que não te conto uma história na beira deste
 
cais. A noite está cheia de estrelas, são homens valentes que
 
morreram. Senta-te aqui, dá-me tua mão, vou te contar a his-
5
tória de um homem valente. Vês aquela estrela lá longe, mais
 
além do navio fundeado, mais além do forte velho, da sombra
 
das ilhas? Deve ser ele iluminando o céu da Bahia. [...]
 
Já viste da beira do cais o vento noroeste se despenhar
 
sobre a cidade e o mar, levar embarcações, desatracar navios,
10
mudar o rumo de transatlânticos, transformar a cor das águas?
 
É rápido, inquietante, belo, quase irreal. Dura um instante na
 
medida do tempo. Mas, mesmo depois que o noroeste passa e
 
volta a calmaria, fica a sua lembrança e é impossível esquecê-lo
 
porque tudo mudou na face das coisas: é outra a fisionomia do
15
cais e o ar que se respira é mais puro. Assim, negra, foi Castro
 
Alves. Tinha a força do vento noroeste, o seu ímpeto, a sua
 
violência. Tinha a sua beleza também. E deixou o ar mais puro,
 
a sua lembrança imortal.
 
Tinha a precocidade desses moleques de rua a quem
20
acaricias a cabeça e dos quais te contei a história. Começou
 
muito moço e muito moço terminou. Foi o mais belo espetáculo
 
de juventude e de gênio que os céus da América presenciaram.
 
No tempo que andou nestas e noutras ruas, disse tantas
 
e tão belas coisas, amiga, que sua voz ficou soando para
25
sempre e é cada vez mais alta e cada vez mais a voz de
 
centenas, de milhares, de milhões de pessoas. É a sua voz,
 
negra, é a voz do cais inteiro e da cidade lá atrás também.
 
Falou por todos nós como nenhum de nós falaria. É ainda hoje
 
o maior e o mais moço de todos nós.
30
No teatro grande lá de cima ouviste certa vez uma
 
numerosa orquestra. Lembras-te da hora em que os músicos se
 
juntaram todos num esforço supremo e produziram com os seus
 
instrumentos e com sua virtuosidade uma nota mais alta que
 
todas, que todas mais bela, nota que ficou soando na sala
35
mesmo após a saída dos espectadores? Pois assim foi Castro
 
Alves. Há momentos no mundo em que todas as forças de uma
 
nação se conjugam e, como uma nota mais alta que todas,
 
aparece, tranquilo e terrível, demoniacamente belo, justo e ver-
 
dadeiro, um gênio. Nasce dos desejos do povo, das necessi-
40
dades do povo. Nunca mais morre, imortal como o povo.
 
Este, cuja história vou te contar, foi amado e amou mui-
 
tas mulheres. Vieram brancas, judias e mestiças, tímidas e afoi-
 
tas, para os seus braços e para o seu leito. Para uma, no
 
entanto, guardou ele as melhores palavras, as mais doces, as
45
mais ternas, as mais belas. Essa noiva tem um nome lindo,
 
negra: liberdade.
 
Vê no céu, ele brilha, é a mais poderosa das estrelas.
 
Mas o encontrarás também nas ruas de qualquer cidade, no
 
quarto de qualquer casa. Seja onde for que haja jovens, cora-
50
ções pulsando pela humanidade, em qualquer desses corações
 
encontrarás Castro Alves.
 
Dá-me agora tua mão direita, ouve o ABC do poeta.
 
 
Obs.: Ortografia atualizada segundo as normas vigentes.
(Jorge Amado. ABC de Castro Alves; 14. ed. São Paulo: Martins, 1968. p. 15-17)
É a sua voz, negra, é a voz do cais inteiro e da cidade lá atrás também. (4º parágrafo)

Da afirmativa transcrita acima decorre a seguinte inferência:

Questão 3

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
1
Senta-te aqui ao meu lado, amiga, e te contarei uma
 
história. Faz tempo que não te conto uma história na beira deste
 
cais. A noite está cheia de estrelas, são homens valentes que
 
morreram. Senta-te aqui, dá-me tua mão, vou te contar a his-
5
tória de um homem valente. Vês aquela estrela lá longe, mais
 
além do navio fundeado, mais além do forte velho, da sombra
 
das ilhas? Deve ser ele iluminando o céu da Bahia. [...]
 
Já viste da beira do cais o vento noroeste se despenhar
 
sobre a cidade e o mar, levar embarcações, desatracar navios,
10
mudar o rumo de transatlânticos, transformar a cor das águas?
 
É rápido, inquietante, belo, quase irreal. Dura um instante na
 
medida do tempo. Mas, mesmo depois que o noroeste passa e
 
volta a calmaria, fica a sua lembrança e é impossível esquecê-lo
 
porque tudo mudou na face das coisas: é outra a fisionomia do
15
cais e o ar que se respira é mais puro. Assim, negra, foi Castro
 
Alves. Tinha a força do vento noroeste, o seu ímpeto, a sua
 
violência. Tinha a sua beleza também. E deixou o ar mais puro,
 
a sua lembrança imortal.
 
Tinha a precocidade desses moleques de rua a quem
20
acaricias a cabeça e dos quais te contei a história. Começou
 
muito moço e muito moço terminou. Foi o mais belo espetáculo
 
de juventude e de gênio que os céus da América presenciaram.
 
No tempo que andou nestas e noutras ruas, disse tantas
 
e tão belas coisas, amiga, que sua voz ficou soando para
25
sempre e é cada vez mais alta e cada vez mais a voz de
 
centenas, de milhares, de milhões de pessoas. É a sua voz,
 
negra, é a voz do cais inteiro e da cidade lá atrás também.
 
Falou por todos nós como nenhum de nós falaria. É ainda hoje
 
o maior e o mais moço de todos nós.
30
No teatro grande lá de cima ouviste certa vez uma
 
numerosa orquestra. Lembras-te da hora em que os músicos se
 
juntaram todos num esforço supremo e produziram com os seus
 
instrumentos e com sua virtuosidade uma nota mais alta que
 
todas, que todas mais bela, nota que ficou soando na sala
35
mesmo após a saída dos espectadores? Pois assim foi Castro
 
Alves. Há momentos no mundo em que todas as forças de uma
 
nação se conjugam e, como uma nota mais alta que todas,
 
aparece, tranquilo e terrível, demoniacamente belo, justo e ver-
 
dadeiro, um gênio. Nasce dos desejos do povo, das necessi-
40
dades do povo. Nunca mais morre, imortal como o povo.
 
Este, cuja história vou te contar, foi amado e amou mui-
 
tas mulheres. Vieram brancas, judias e mestiças, tímidas e afoi-
 
tas, para os seus braços e para o seu leito. Para uma, no
 
entanto, guardou ele as melhores palavras, as mais doces, as
45
mais ternas, as mais belas. Essa noiva tem um nome lindo,
 
negra: liberdade.
 
Vê no céu, ele brilha, é a mais poderosa das estrelas.
 
Mas o encontrarás também nas ruas de qualquer cidade, no
 
quarto de qualquer casa. Seja onde for que haja jovens, cora-
50
ções pulsando pela humanidade, em qualquer desses corações
 
encontrarás Castro Alves.
 
Dá-me agora tua mão direita, ouve o ABC do poeta.
 
 
Obs.: Ortografia atualizada segundo as normas vigentes.
(Jorge Amado. ABC de Castro Alves; 14. ed. São Paulo: Martins, 1968. p. 15-17)
... e é impossível esquecê-lo porque tudo mudou na face das coisas: é outra a fisionomia do cais e o ar que se respira é mais puro. (2º parágrafo)

A afirmativa introduzida pelos dois-pontos deve ser entendida como

Questão 4

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
1
Senta-te aqui ao meu lado, amiga, e te contarei uma
 
história. Faz tempo que não te conto uma história na beira deste
 
cais. A noite está cheia de estrelas, são homens valentes que
 
morreram. Senta-te aqui, dá-me tua mão, vou te contar a his-
5
tória de um homem valente. Vês aquela estrela lá longe, mais
 
além do navio fundeado, mais além do forte velho, da sombra
 
das ilhas? Deve ser ele iluminando o céu da Bahia. [...]
 
Já viste da beira do cais o vento noroeste se despenhar
 
sobre a cidade e o mar, levar embarcações, desatracar navios,
10
mudar o rumo de transatlânticos, transformar a cor das águas?
 
É rápido, inquietante, belo, quase irreal. Dura um instante na
 
medida do tempo. Mas, mesmo depois que o noroeste passa e
 
volta a calmaria, fica a sua lembrança e é impossível esquecê-lo
 
porque tudo mudou na face das coisas: é outra a fisionomia do
15
cais e o ar que se respira é mais puro. Assim, negra, foi Castro
 
Alves. Tinha a força do vento noroeste, o seu ímpeto, a sua
 
violência. Tinha a sua beleza também. E deixou o ar mais puro,
 
a sua lembrança imortal.
 
Tinha a precocidade desses moleques de rua a quem
20
acaricias a cabeça e dos quais te contei a história. Começou
 
muito moço e muito moço terminou. Foi o mais belo espetáculo
 
de juventude e de gênio que os céus da América presenciaram.
 
No tempo que andou nestas e noutras ruas, disse tantas
 
e tão belas coisas, amiga, que sua voz ficou soando para
25
sempre e é cada vez mais alta e cada vez mais a voz de
 
centenas, de milhares, de milhões de pessoas. É a sua voz,
 
negra, é a voz do cais inteiro e da cidade lá atrás também.
 
Falou por todos nós como nenhum de nós falaria. É ainda hoje
 
o maior e o mais moço de todos nós.
30
No teatro grande lá de cima ouviste certa vez uma
 
numerosa orquestra. Lembras-te da hora em que os músicos se
 
juntaram todos num esforço supremo e produziram com os seus
 
instrumentos e com sua virtuosidade uma nota mais alta que
 
todas, que todas mais bela, nota que ficou soando na sala
35
mesmo após a saída dos espectadores? Pois assim foi Castro
 
Alves. Há momentos no mundo em que todas as forças de uma
 
nação se conjugam e, como uma nota mais alta que todas,
 
aparece, tranquilo e terrível, demoniacamente belo, justo e ver-
 
dadeiro, um gênio. Nasce dos desejos do povo, das necessi-
40
dades do povo. Nunca mais morre, imortal como o povo.
 
Este, cuja história vou te contar, foi amado e amou mui-
 
tas mulheres. Vieram brancas, judias e mestiças, tímidas e afoi-
 
tas, para os seus braços e para o seu leito. Para uma, no
 
entanto, guardou ele as melhores palavras, as mais doces, as
45
mais ternas, as mais belas. Essa noiva tem um nome lindo,
 
negra: liberdade.
 
Vê no céu, ele brilha, é a mais poderosa das estrelas.
 
Mas o encontrarás também nas ruas de qualquer cidade, no
 
quarto de qualquer casa. Seja onde for que haja jovens, cora-
50
ções pulsando pela humanidade, em qualquer desses corações
 
encontrarás Castro Alves.
 
Dá-me agora tua mão direita, ouve o ABC do poeta.
 
 
Obs.: Ortografia atualizada segundo as normas vigentes.
(Jorge Amado. ABC de Castro Alves; 14. ed. São Paulo: Martins, 1968. p. 15-17)
O segmento que, no contexto do 2º parágrafo, expressa noção de consequência é:

Questão 5

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
1
Senta-te aqui ao meu lado, amiga, e te contarei uma
 
história. Faz tempo que não te conto uma história na beira deste
 
cais. A noite está cheia de estrelas, são homens valentes que
 
morreram. Senta-te aqui, dá-me tua mão, vou te contar a his-
5
tória de um homem valente. Vês aquela estrela lá longe, mais
 
além do navio fundeado, mais além do forte velho, da sombra
 
das ilhas? Deve ser ele iluminando o céu da Bahia. [...]
 
Já viste da beira do cais o vento noroeste se despenhar
 
sobre a cidade e o mar, levar embarcações, desatracar navios,
10
mudar o rumo de transatlânticos, transformar a cor das águas?
 
É rápido, inquietante, belo, quase irreal. Dura um instante na
 
medida do tempo. Mas, mesmo depois que o noroeste passa e
 
volta a calmaria, fica a sua lembrança e é impossível esquecê-lo
 
porque tudo mudou na face das coisas: é outra a fisionomia do
15
cais e o ar que se respira é mais puro. Assim, negra, foi Castro
 
Alves. Tinha a força do vento noroeste, o seu ímpeto, a sua
 
violência. Tinha a sua beleza também. E deixou o ar mais puro,
 
a sua lembrança imortal.
 
Tinha a precocidade desses moleques de rua a quem
20
acaricias a cabeça e dos quais te contei a história. Começou
 
muito moço e muito moço terminou. Foi o mais belo espetáculo
 
de juventude e de gênio que os céus da América presenciaram.
 
No tempo que andou nestas e noutras ruas, disse tantas
 
e tão belas coisas, amiga, que sua voz ficou soando para
25
sempre e é cada vez mais alta e cada vez mais a voz de
 
centenas, de milhares, de milhões de pessoas. É a sua voz,
 
negra, é a voz do cais inteiro e da cidade lá atrás também.
 
Falou por todos nós como nenhum de nós falaria. É ainda hoje
 
o maior e o mais moço de todos nós.
30
No teatro grande lá de cima ouviste certa vez uma
 
numerosa orquestra. Lembras-te da hora em que os músicos se
 
juntaram todos num esforço supremo e produziram com os seus
 
instrumentos e com sua virtuosidade uma nota mais alta que
 
todas, que todas mais bela, nota que ficou soando na sala
35
mesmo após a saída dos espectadores? Pois assim foi Castro
 
Alves. Há momentos no mundo em que todas as forças de uma
 
nação se conjugam e, como uma nota mais alta que todas,
 
aparece, tranquilo e terrível, demoniacamente belo, justo e ver-
 
dadeiro, um gênio. Nasce dos desejos do povo, das necessi-
40
dades do povo. Nunca mais morre, imortal como o povo.
 
Este, cuja história vou te contar, foi amado e amou mui-
 
tas mulheres. Vieram brancas, judias e mestiças, tímidas e afoi-
 
tas, para os seus braços e para o seu leito. Para uma, no
 
entanto, guardou ele as melhores palavras, as mais doces, as
45
mais ternas, as mais belas. Essa noiva tem um nome lindo,
 
negra: liberdade.
 
Vê no céu, ele brilha, é a mais poderosa das estrelas.
 
Mas o encontrarás também nas ruas de qualquer cidade, no
 
quarto de qualquer casa. Seja onde for que haja jovens, cora-
50
ções pulsando pela humanidade, em qualquer desses corações
 
encontrarás Castro Alves.
 
Dá-me agora tua mão direita, ouve o ABC do poeta.
 
 
Obs.: Ortografia atualizada segundo as normas vigentes.
(Jorge Amado. ABC de Castro Alves; 14. ed. São Paulo: Martins, 1968. p. 15-17)
Ambos os verbos flexionados nos mesmos tempo, modo e pessoa estão grifados em:

Questão 6

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa

» Esta questão foi anulada pela banca.
1
Senta-te aqui ao meu lado, amiga, e te contarei uma
 
história. Faz tempo que não te conto uma história na beira deste
 
cais. A noite está cheia de estrelas, são homens valentes que
 
morreram. Senta-te aqui, dá-me tua mão, vou te contar a his-
5
tória de um homem valente. Vês aquela estrela lá longe, mais
 
além do navio fundeado, mais além do forte velho, da sombra
 
das ilhas? Deve ser ele iluminando o céu da Bahia. [...]
 
Já viste da beira do cais o vento noroeste se despenhar
 
sobre a cidade e o mar, levar embarcações, desatracar navios,
10
mudar o rumo de transatlânticos, transformar a cor das águas?
 
É rápido, inquietante, belo, quase irreal. Dura um instante na
 
medida do tempo. Mas, mesmo depois que o noroeste passa e
 
volta a calmaria, fica a sua lembrança e é impossível esquecê-lo
 
porque tudo mudou na face das coisas: é outra a fisionomia do
15
cais e o ar que se respira é mais puro. Assim, negra, foi Castro
 
Alves. Tinha a força do vento noroeste, o seu ímpeto, a sua
 
violência. Tinha a sua beleza também. E deixou o ar mais puro,
 
a sua lembrança imortal.
 
Tinha a precocidade desses moleques de rua a quem
20
acaricias a cabeça e dos quais te contei a história. Começou
 
muito moço e muito moço terminou. Foi o mais belo espetáculo
 
de juventude e de gênio que os céus da América presenciaram.
 
No tempo que andou nestas e noutras ruas, disse tantas
 
e tão belas coisas, amiga, que sua voz ficou soando para
25
sempre e é cada vez mais alta e cada vez mais a voz de
 
centenas, de milhares, de milhões de pessoas. É a sua voz,
 
negra, é a voz do cais inteiro e da cidade lá atrás também.
 
Falou por todos nós como nenhum de nós falaria. É ainda hoje
 
o maior e o mais moço de todos nós.
30
No teatro grande lá de cima ouviste certa vez uma
 
numerosa orquestra. Lembras-te da hora em que os músicos se
 
juntaram todos num esforço supremo e produziram com os seus
 
instrumentos e com sua virtuosidade uma nota mais alta que
 
todas, que todas mais bela, nota que ficou soando na sala
35
mesmo após a saída dos espectadores? Pois assim foi Castro
 
Alves. Há momentos no mundo em que todas as forças de uma
 
nação se conjugam e, como uma nota mais alta que todas,
 
aparece, tranquilo e terrível, demoniacamente belo, justo e ver-
 
dadeiro, um gênio. Nasce dos desejos do povo, das necessi-
40
dades do povo. Nunca mais morre, imortal como o povo.
 
Este, cuja história vou te contar, foi amado e amou mui-
 
tas mulheres. Vieram brancas, judias e mestiças, tímidas e afoi-
 
tas, para os seus braços e para o seu leito. Para uma, no
 
entanto, guardou ele as melhores palavras, as mais doces, as
45
mais ternas, as mais belas. Essa noiva tem um nome lindo,
 
negra: liberdade.
 
Vê no céu, ele brilha, é a mais poderosa das estrelas.
 
Mas o encontrarás também nas ruas de qualquer cidade, no
 
quarto de qualquer casa. Seja onde for que haja jovens, cora-
50
ções pulsando pela humanidade, em qualquer desses corações
 
encontrarás Castro Alves.
 
Dá-me agora tua mão direita, ouve o ABC do poeta.
 
 
Obs.: Ortografia atualizada segundo as normas vigentes.
(Jorge Amado. ABC de Castro Alves; 14. ed. São Paulo: Martins, 1968. p. 15-17)
Considerando-se outras possíveis alterações, o verbo que se mantém corretamente no singular, com as propostas entre parênteses no final da frase para o segmento nela grifado, é:

Questão 7

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
1
Senta-te aqui ao meu lado, amiga, e te contarei uma
 
história. Faz tempo que não te conto uma história na beira deste
 
cais. A noite está cheia de estrelas, são homens valentes que
 
morreram. Senta-te aqui, dá-me tua mão, vou te contar a his-
5
tória de um homem valente. Vês aquela estrela lá longe, mais
 
além do navio fundeado, mais além do forte velho, da sombra
 
das ilhas? Deve ser ele iluminando o céu da Bahia. [...]
 
Já viste da beira do cais o vento noroeste se despenhar
 
sobre a cidade e o mar, levar embarcações, desatracar navios,
10
mudar o rumo de transatlânticos, transformar a cor das águas?
 
É rápido, inquietante, belo, quase irreal. Dura um instante na
 
medida do tempo. Mas, mesmo depois que o noroeste passa e
 
volta a calmaria, fica a sua lembrança e é impossível esquecê-lo
 
porque tudo mudou na face das coisas: é outra a fisionomia do
15
cais e o ar que se respira é mais puro. Assim, negra, foi Castro
 
Alves. Tinha a força do vento noroeste, o seu ímpeto, a sua
 
violência. Tinha a sua beleza também. E deixou o ar mais puro,
 
a sua lembrança imortal.
 
Tinha a precocidade desses moleques de rua a quem
20
acaricias a cabeça e dos quais te contei a história. Começou
 
muito moço e muito moço terminou. Foi o mais belo espetáculo
 
de juventude e de gênio que os céus da América presenciaram.
 
No tempo que andou nestas e noutras ruas, disse tantas
 
e tão belas coisas, amiga, que sua voz ficou soando para
25
sempre e é cada vez mais alta e cada vez mais a voz de
 
centenas, de milhares, de milhões de pessoas. É a sua voz,
 
negra, é a voz do cais inteiro e da cidade lá atrás também.
 
Falou por todos nós como nenhum de nós falaria. É ainda hoje
 
o maior e o mais moço de todos nós.
30
No teatro grande lá de cima ouviste certa vez uma
 
numerosa orquestra. Lembras-te da hora em que os músicos se
 
juntaram todos num esforço supremo e produziram com os seus
 
instrumentos e com sua virtuosidade uma nota mais alta que
 
todas, que todas mais bela, nota que ficou soando na sala
35
mesmo após a saída dos espectadores? Pois assim foi Castro
 
Alves. Há momentos no mundo em que todas as forças de uma
 
nação se conjugam e, como uma nota mais alta que todas,
 
aparece, tranquilo e terrível, demoniacamente belo, justo e ver-
 
dadeiro, um gênio. Nasce dos desejos do povo, das necessi-
40
dades do povo. Nunca mais morre, imortal como o povo.
 
Este, cuja história vou te contar, foi amado e amou mui-
 
tas mulheres. Vieram brancas, judias e mestiças, tímidas e afoi-
 
tas, para os seus braços e para o seu leito. Para uma, no
 
entanto, guardou ele as melhores palavras, as mais doces, as
45
mais ternas, as mais belas. Essa noiva tem um nome lindo,
 
negra: liberdade.
 
Vê no céu, ele brilha, é a mais poderosa das estrelas.
 
Mas o encontrarás também nas ruas de qualquer cidade, no
 
quarto de qualquer casa. Seja onde for que haja jovens, cora-
50
ções pulsando pela humanidade, em qualquer desses corações
 
encontrarás Castro Alves.
 
Dá-me agora tua mão direita, ouve o ABC do poeta.
 
 
Obs.: Ortografia atualizada segundo as normas vigentes.
(Jorge Amado. ABC de Castro Alves; 14. ed. São Paulo: Martins, 1968. p. 15-17)
Há momentos no mundo em que todas as forças de uma nação se conjugam...

A lacuna a ser corretamente preenchida pela expressão grifada acima está em:

Questão 8

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
1
Senta-te aqui ao meu lado, amiga, e te contarei uma
 
história. Faz tempo que não te conto uma história na beira deste
 
cais. A noite está cheia de estrelas, são homens valentes que
 
morreram. Senta-te aqui, dá-me tua mão, vou te contar a his-
5
tória de um homem valente. Vês aquela estrela lá longe, mais
 
além do navio fundeado, mais além do forte velho, da sombra
 
das ilhas? Deve ser ele iluminando o céu da Bahia. [...]
 
Já viste da beira do cais o vento noroeste se despenhar
 
sobre a cidade e o mar, levar embarcações, desatracar navios,
10
mudar o rumo de transatlânticos, transformar a cor das águas?
 
É rápido, inquietante, belo, quase irreal. Dura um instante na
 
medida do tempo. Mas, mesmo depois que o noroeste passa e
 
volta a calmaria, fica a sua lembrança e é impossível esquecê-lo
 
porque tudo mudou na face das coisas: é outra a fisionomia do
15
cais e o ar que se respira é mais puro. Assim, negra, foi Castro
 
Alves. Tinha a força do vento noroeste, o seu ímpeto, a sua
 
violência. Tinha a sua beleza também. E deixou o ar mais puro,
 
a sua lembrança imortal.
 
Tinha a precocidade desses moleques de rua a quem
20
acaricias a cabeça e dos quais te contei a história. Começou
 
muito moço e muito moço terminou. Foi o mais belo espetáculo
 
de juventude e de gênio que os céus da América presenciaram.
 
No tempo que andou nestas e noutras ruas, disse tantas
 
e tão belas coisas, amiga, que sua voz ficou soando para
25
sempre e é cada vez mais alta e cada vez mais a voz de
 
centenas, de milhares, de milhões de pessoas. É a sua voz,
 
negra, é a voz do cais inteiro e da cidade lá atrás também.
 
Falou por todos nós como nenhum de nós falaria. É ainda hoje
 
o maior e o mais moço de todos nós.
30
No teatro grande lá de cima ouviste certa vez uma
 
numerosa orquestra. Lembras-te da hora em que os músicos se
 
juntaram todos num esforço supremo e produziram com os seus
 
instrumentos e com sua virtuosidade uma nota mais alta que
 
todas, que todas mais bela, nota que ficou soando na sala
35
mesmo após a saída dos espectadores? Pois assim foi Castro
 
Alves. Há momentos no mundo em que todas as forças de uma
 
nação se conjugam e, como uma nota mais alta que todas,
 
aparece, tranquilo e terrível, demoniacamente belo, justo e ver-
 
dadeiro, um gênio. Nasce dos desejos do povo, das necessi-
40
dades do povo. Nunca mais morre, imortal como o povo.
 
Este, cuja história vou te contar, foi amado e amou mui-
 
tas mulheres. Vieram brancas, judias e mestiças, tímidas e afoi-
 
tas, para os seus braços e para o seu leito. Para uma, no
 
entanto, guardou ele as melhores palavras, as mais doces, as
45
mais ternas, as mais belas. Essa noiva tem um nome lindo,
 
negra: liberdade.
 
Vê no céu, ele brilha, é a mais poderosa das estrelas.
 
Mas o encontrarás também nas ruas de qualquer cidade, no
 
quarto de qualquer casa. Seja onde for que haja jovens, cora-
50
ções pulsando pela humanidade, em qualquer desses corações
 
encontrarás Castro Alves.
 
Dá-me agora tua mão direita, ouve o ABC do poeta.
 
 
Obs.: Ortografia atualizada segundo as normas vigentes.
(Jorge Amado. ABC de Castro Alves; 14. ed. São Paulo: Martins, 1968. p. 15-17)
Para uma, no entanto, guardou ele as melhores palavras, as mais doces, as mais ternas, as mais belas. Essa noiva tem um nome lindo, negra: liberdade.

A opinião exposta por Jorge Amado encontra respaldo, principalmente, nos versos de Castro Alves transcritos em:

Questão 9

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
1
Embora as maiores instituições humanas se alienem, ou
 
enxovalhem, resta-nos sempre uma, tão nova nos lábios de
 
Gladstone como nos de Péricles: a instituição divina da palavra,
 
capaz só por só de reconquistar todas as outras, quando
5
associada à misteriosa onipotência da verdade. Tiraram-lhe a
 
majestade da tribuna, pela qual os parlamentos governam. Mas
 
ficou-lhe a imprensa, que se impõe aos governos, domina os
 
parlamentos, e instrui os povos. Considerada como órgão desta
 
função, avulta incomparável, no mundo moderno, a sua gran-
10
deza. E é assim que a consideramos, que o seu prestígio nos
 
fascina, que a sua beleza nos deslumbra, que a sua missão nos
 
atrai, que as temeridades, os sacrifícios, os perigos da sua
 
comunhão nos acenam, ainda hoje, com uma sedução diversa,
 
mas às vezes não menos viva que a de vinte e sete anos atrás,
15
quando o jornalismo arrebatou pela primeira vez no seu tor-
 
velinho a nossa mocidade.
 
Cada país, cada raça, cada estado social, cada época
 
tem a sua imprensa, e, na mesma época, o Proteu reveste, para
 
cada ambição, para cada parcialidade, para cada tendência,
20
para cada apostolado, a sua forma, atenuada, ou típica, vivaz,
 
ou decadente, confessa, ou dissimulada. As grandes nações
 
coevas poderiam caracterizar-se cada qual pelo caráter do seu
 
jornalismo. Mas através das variedades que o diversificam, das
 
especialidades, que o enriquecem, das excentricidades que o
25
desnaturam, a origem do seu valor, do seu poderio, da sua re-
 
sistência indestrutível está na transparência luminosa da sua
 
ação sobre a sociedade, na sua correspondência com os sofri-
 
mentos populares, na sua solidariedade com as reivindicações
 
do direito, na irreconciliabilidade da sua existência com a da
30
ignorância, a da mentira, a da torpeza.
 
 
Obs.: Proteu − um deus do mar, capaz de se metamorfosear
 
em todas as formas que desejasse, fossem animais ou
 
quaisquer outros elementos, como água ou fogo.
35
 
Ortografia atualizada segundo as normas vigentes.
(Rui Barbosa. Campanhas jornalísticas. 4. ed. São Paulo: Edigraf, 1972. p. 138-139)
Está correto o que se afirma em:

Questão 10

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
1
Embora as maiores instituições humanas se alienem, ou
 
enxovalhem, resta-nos sempre uma, tão nova nos lábios de
 
Gladstone como nos de Péricles: a instituição divina da palavra,
 
capaz só por só de reconquistar todas as outras, quando
5
associada à misteriosa onipotência da verdade. Tiraram-lhe a
 
majestade da tribuna, pela qual os parlamentos governam. Mas
 
ficou-lhe a imprensa, que se impõe aos governos, domina os
 
parlamentos, e instrui os povos. Considerada como órgão desta
 
função, avulta incomparável, no mundo moderno, a sua gran-
10
deza. E é assim que a consideramos, que o seu prestígio nos
 
fascina, que a sua beleza nos deslumbra, que a sua missão nos
 
atrai, que as temeridades, os sacrifícios, os perigos da sua
 
comunhão nos acenam, ainda hoje, com uma sedução diversa,
 
mas às vezes não menos viva que a de vinte e sete anos atrás,
15
quando o jornalismo arrebatou pela primeira vez no seu tor-
 
velinho a nossa mocidade.
 
Cada país, cada raça, cada estado social, cada época
 
tem a sua imprensa, e, na mesma época, o Proteu reveste, para
 
cada ambição, para cada parcialidade, para cada tendência,
20
para cada apostolado, a sua forma, atenuada, ou típica, vivaz,
 
ou decadente, confessa, ou dissimulada. As grandes nações
 
coevas poderiam caracterizar-se cada qual pelo caráter do seu
 
jornalismo. Mas através das variedades que o diversificam, das
 
especialidades, que o enriquecem, das excentricidades que o
25
desnaturam, a origem do seu valor, do seu poderio, da sua re-
 
sistência indestrutível está na transparência luminosa da sua
 
ação sobre a sociedade, na sua correspondência com os sofri-
 
mentos populares, na sua solidariedade com as reivindicações
 
do direito, na irreconciliabilidade da sua existência com a da
30
ignorância, a da mentira, a da torpeza.
 
 
Obs.: Proteu − um deus do mar, capaz de se metamorfosear
 
em todas as formas que desejasse, fossem animais ou
 
quaisquer outros elementos, como água ou fogo.
35
 
Ortografia atualizada segundo as normas vigentes.
(Rui Barbosa. Campanhas jornalísticas. 4. ed. São Paulo: Edigraf, 1972. p. 138-139)
Considerada como órgão desta função, avulta incomparável, no mundo moderno, a sua grandeza.

O sentido da afirmativa acima está corretamente reproduzido, em linhas gerais, dentro do contexto do 1º parágrafo, com clareza e lógica, em:

Questão 11

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
1
Aquilo que a tradição jurídica europeia continental
 
chama de Estado de direito é, com apenas pequenas
 
distinções, basicamente o que a tradição jurídica
 
anglo-saxônica chama de rule of law (domínio da lei), ou
5
seja, a garantia de proibição do exercício arbitrário do poder,
 
a exigência de normas públicas claras e consistentes e a
 
existência de tribunais acessíveis e estruturados para ouvir e
 
determinar as diversas reivindicações legais. Contudo, ao
 
contrário do que ocorre com a expressão Estado de direito, o
10
termo rule of law não apresenta qualquer indício de
 
contradição ou de redundância, pois o que ele evoca é
 
claramente uma limitação ao exercício do poder político, ou
 
seja, a eliminação do arbítrio no exercício dos poderes
 
públicos com a consequente garantia de direitos dos
15
indivíduos perante esses poderes.
 
A tradição anglo-saxônica do rule of law não atribui
 
uma dimensão meramente formal à ideia de Estado de
 
direito, incluindo também uma dimensão substancial. Com
 
efeito, a rule of law não apenas submete o exercício do
20
poder ao direito, concebendo diversos mecanismos de
 
controle dos atos governamentais, mas também concede aos
 
indivíduos direitos inalienáveis anteriores à própria ordem
 
estatal. Nesse sentido, é importante ressaltar que o princípio
 
do devido processo legal relaciona-se à ideia de que os
25
indivíduos, além de serem tratados segundo aquilo que a lei
 
lhes reserva ou atribui (igualdade perante a lei), devem
 
fundamentalmente ser tratados segundo procedimentos
 
justos e equitativos.
 
Nos países que pertencem à tradição do civil law, ao
30
contrário, a noção de Estado de direito foi concebida
 
inicialmente em uma dimensão meramente formal,
 
confundindo-se com o próprio princípio da legalidade, que
 
estabelece que todos os atos emanados dos órgãos do
 
Estado devem estar habilitados juridicamente, isto é, devem
35
estar fundados e motivados em uma hierarquia de normas
 
públicas, claras, abstratas e gerais.
 
Essa submissão do poder estatal à hierarquia das
 
normas sofreu uma inflexão com o advento do chamado
 
Estado de bem-estar social. Esse novo modelo, oriundo das
40
revoluções sociais do século XX, passou a atribuir novas
 
responsabilidades à ordem estatal, principalmente a de
 
assumir o desenvolvimento econômico e social, criando
 
mecanismos de proteção contra os efeitos colaterais da
 
economia de mercado.
45
Nos últimos anos, a tradição continental passou a
 
incorporar a dimensão substancial da rule of law, incluindo
 
dispositivos de garantia dos direitos fundamentais. Essa
 
nova modalidade de Estado de direito vem recebendo o
 
nome de Estado constitucional. A principal distinção entre o
50
Estado constitucional e as antigas noções de Estado de
 
direito encontra-se no fato de que o primeiro não se limita
 
aos aspectos formais da legalidade do exercício do poder,
 
mas inclui normas substanciais expressas nos chamados
 
princípios constitucionais e nas normas relativas aos direitos
55
fundamentais.
 
Eduardo R. Rabenhorst. Democracia e direitos fundamentais. Em torno da noção de estado de direito. Internet: www.dhnet.org.br (com adaptações).
Em relação a aspectos morfossintáticos e semânticos do texto, assinale a alternativa correta.

Questão 12

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
1
Embora as maiores instituições humanas se alienem, ou
 
enxovalhem, resta-nos sempre uma, tão nova nos lábios de
 
Gladstone como nos de Péricles: a instituição divina da palavra,
 
capaz só por só de reconquistar todas as outras, quando
5
associada à misteriosa onipotência da verdade. Tiraram-lhe a
 
majestade da tribuna, pela qual os parlamentos governam. Mas
 
ficou-lhe a imprensa, que se impõe aos governos, domina os
 
parlamentos, e instrui os povos. Considerada como órgão desta
 
função, avulta incomparável, no mundo moderno, a sua gran-
10
deza. E é assim que a consideramos, que o seu prestígio nos
 
fascina, que a sua beleza nos deslumbra, que a sua missão nos
 
atrai, que as temeridades, os sacrifícios, os perigos da sua
 
comunhão nos acenam, ainda hoje, com uma sedução diversa,
 
mas às vezes não menos viva que a de vinte e sete anos atrás,
15
quando o jornalismo arrebatou pela primeira vez no seu tor-
 
velinho a nossa mocidade.
 
Cada país, cada raça, cada estado social, cada época
 
tem a sua imprensa, e, na mesma época, o Proteu reveste, para
 
cada ambição, para cada parcialidade, para cada tendência,
20
para cada apostolado, a sua forma, atenuada, ou típica, vivaz,
 
ou decadente, confessa, ou dissimulada. As grandes nações
 
coevas poderiam caracterizar-se cada qual pelo caráter do seu
 
jornalismo. Mas através das variedades que o diversificam, das
 
especialidades, que o enriquecem, das excentricidades que o
25
desnaturam, a origem do seu valor, do seu poderio, da sua re-
 
sistência indestrutível está na transparência luminosa da sua
 
ação sobre a sociedade, na sua correspondência com os sofri-
 
mentos populares, na sua solidariedade com as reivindicações
 
do direito, na irreconciliabilidade da sua existência com a da
30
ignorância, a da mentira, a da torpeza.
 
 
Obs.: Proteu − um deus do mar, capaz de se metamorfosear
 
em todas as formas que desejasse, fossem animais ou
 
quaisquer outros elementos, como água ou fogo.
35
 
Ortografia atualizada segundo as normas vigentes.
(Rui Barbosa. Campanhas jornalísticas. 4. ed. São Paulo: Edigraf, 1972. p. 138-139)
... quando associada à misteriosa onipotência da verdade. (1º parágrafo)

Mantém-se corretamente o à − com o sinal indicativo de crase − se o segmento grifado for substituído por:

Questão 13

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Em uma concessionária de automóveis, cinco carros de cores diferentes (vermelho, azul, branco, preto e prata) foram expostos em fila, em ordem decrescente de preço.
O carro vermelho que foi exposto é mais caro do que o prata, mas é mais barato do que o branco. Além disso, sabe-se que o carro preto ficou imediatamente depois do carro prata na fila. Apenas com essas informações, pode-se concluir que o carro mais barato do grupo

Questão 14

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Para montar, com palitos de fósforo, o quadriculado 2 × 2 mostrado na figura a seguir, foram usados, no total, 12 palitos.



Para montar um quadriculado 6 × 6 seguindo o mesmo padrão, deverão ser usados, no total,

Questão 15

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Nas somas mostradas a seguir, alguns dígitos do nosso sistema de numeração foram substituídos por letras. No código criado, cada dígito foi substituído por uma única letra, letras iguais representam o mesmo dígito e letras diferentes representam dígitos diferentes.


P + P = S H + H = U

S + S = H M + M = PS

Utilizando o mesmo código, pode-se deduzir que o resultado da soma S + H é igual a

Questão 16

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região − TRT/BA ficará sujeito ao estágio probatório, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objetos de análise para o desempenho do cargo. A avaliação de desempenho do servidor será submetida à homologação da autoridade competente

Questão 17

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
A Lei nº 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, estabelece que as penalidades disciplinares são: advertência, suspensão, demissão, cassação de aposentadoria ou disponibilidade, destituição de cargo em comissão e destituição de função comissionada. Nos termos desse regramento legal, é regra atinente às penalidades:

Questão 18

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Nos termos da Lei nº 9.784/99, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, algumas pessoas têm prioridade na tramitação processual. Num determinado dia foram protocolizados cinco processos. No processo A figura como parte um homem de 61 anos; no B uma mulher de 45 anos portadora de deficiência física; no C um homem de 45 anos portador de esclerose múltipla; no D um jovem de 24 anos portador da síndrome da imunodeficiência adquirida; no E uma mulher de 61 anos. Nos termos desse regramento, terão tramitação prioritária os processos

Questão 19

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
No julgamento de matéria judiciária, recursos administrativos e infrações disciplinares, o Regimento Interno do TRT/BA prevê que NÃO poderão integrar o mesmo órgão fracionário do Tribunal, nem atuar simultaneamente, inclusive no Tribunal Pleno,

Questão 20

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
O Regimento Interno do TRT/BA regula os casos de substituições. Caso haja a necessidade do afastamento do Vice-Presidente, durante o segundo ano de mandato, ele será substituído, na forma da lei, pelo

Questão 21

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
A Constituição Federal de 1988 é conhecida como “cidadã”, uma vez que estabeleceu grandes avanços no que diz respeito às relações sociais. Nessa lei maior, os valores sociais do trabalho são considerados para a República Federativa do Brasil um

Questão 22

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Uma casa localizada no município de Salvador foi invadida pela polícia em razão de um chamado telefônico. Esse fato gerou grande discussão na comunidade soteropolitana porque, nos termos do artigo 5o , XI, da Constituição Federal, a casa é asilo inviolável do indivíduo, NÃO podendo a polícia nela penetrar ainda que

Questão 23

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
A exigência, pela sociedade, dos chamados direitos sociais teve como marco a Revolução Industrial no sécu- lo XIX; tais direitos passaram a figurar nas constituições pela primeira vez no início do Século XX. No Brasil, mais especificamente no termos do artigo 6o da Constituição Federal, é direito social

Questão 24

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Em 1990, um americano, encantado com a Bahia, decidiu viver em Salvador. Fixou residência e, depois de naturalizado brasileiro, decidiu que gostaria de atuar na área pública. Nesse caso, ele poderá satisfazer seu desejo e preparar-se para ser

Questão 25

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
São entes federativos da República brasileira a União, os Estados, os Municípios e o Distrito Federal, com suas competências estabelecidas na Constituição Federal. É competência da União legislar privativamente sobre

Questão 26

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
O Direito do Trabalho possui princípios próprios que norteiam a sua aplicação. Assim, o postulado informando que na matéria trabalhista importa mais o que ocorre na prática do que o que está inserido em documentos é conhecido como princípio da

Questão 27

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
A Consolidação das Leis do Trabalho − CLT prevê requisitos indispensáveis para configuração do contrato individual de trabalho, que é o acordo tácito ou expresso, correspondente a uma relação de emprego. Assim, conforme normas legais, NÃO é requisito da relação de emprego:

Questão 28

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Por força de disposições contidas na CLT, as condições ajustadas entre as partes nos contratos individuais de trabalho

Questão 29

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Conforme normas contidas na Constituição Federal e na Consolidação das Leis do Trabalho,

Questão 30

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Considera-se salário a contraprestação paga pelo empregador ao trabalhador em razão dos serviços prestados, podendo ser paga uma parte em dinheiro e outra em prestações in natura. Conforme previsto em lei, serão consideradas como salário as seguintes utilidades concedidas pelo empregador:

Questão 31

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
A informatização do processo judicial é um importante meio de agilizar o andamento dos processos que tramitam no Poder Judiciário. Em relação ao uso de meio eletrônico na tramitação de processos judiciais, é INCORRETO afirmar:

Questão 32

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Conforme previsão constitucional, a competência da Justiça do Trabalho abrange

Questão 33

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Da decisão proferida pela Vara do Trabalho cabe recurso

Questão 34

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
O direito processual comum

Questão 35

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
A reclamada é notificada, via postal, recebendo a notificação na quarta-feira, dia 12, sendo conferido o prazo de 8 dias para a prática de um ato processual. O dia 20, uma quinta feira, é feriado nacional, e, na sexta-feira, dia 21, não haverá expediente na Justiça do Trabalho. O último dia de prazo para cumprimento do ato processual será o dia

Questão 36

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
O município de Salvador contratou, por intermédio de licitação, na modalidade pregão, que foi instituída pela Lei no 10.520/2002, empresa especializada na prestação de serviços de informática. Considerando a modalidade licitatória escolhida pelo administrador municipal, é correto afirmar que

Questão 37

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Os contratos administrativos distinguem-se dos contratos privados, dentre outras razões, pela presença, nos primeiros, das denominadas cláusulas exorbitantes, também chamadas de cláusulas de privilégio ou de prerrogativa.

Exemplificam essas, as cláusulas que

Questão 38

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
No que diz respeito ao controle que o Poder Judiciário exerce sobre os atos administrativos, é correto afirmar que os atos administrativos discricionários

Questão 39

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa

» Esta questão foi anulada pela banca.
A Administração pública, ao desempenhar o poder regulamentar, exerce função de natureza

Questão 40

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
A Lei no 8.429/1992 cuida da denominada Ação de Improbidade Administrativa. Para os fins da referida lei, pode ser identificado como sujeito ativo da ação de improbidade, ou seja, como autor ímprobo da conduta aquele que pratica o ato de improbidade, concorre para sua prática ou dela obtém benefícios. Considerando o sistema adotado pela lei, é correto afirmar que

Questão 41

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Sobre Estrutura Organizacional, considere os conceitos a seguir:

I. de Staff: é planejada e formalmente representada em organogramas.

II. Informal: deriva da interação social, reconhecida oficialmente na organização, é também denominada Personograma.

III. de Linha ou Linear: baseia-se nas operações e tem como característica a especialidade das funções.

IV. de Comissão: segundo Cury (2000), baseia-se na chefia colegiada para a tomada de decisões políticas e estratégicas da empresa.

Está correto o que se afirma em

Questão 42

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
O processo de Planejamento Estratégico torna-se uma prática essencial na Administração, seja ela pública ou privada, devido

Questão 43

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Considere:

I. É o planejamento de curto prazo e refere-se geralmente à operação específica.

II. Trata de objetivos globais e definidos no longo prazo.

III. Traz, geralmente, objetivos divisionais ou departamentais relacionados com as áreas da organização.

Referem-se respectivamente aos planejamentos Tático e Estratégico, o que consta em

Questão 44

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
A finalidade da Comunicação Governamental, segundo PALUDO (2010), deve contemplar

Questão 45

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
A Gestão por Processos otimiza os resultados das organizações públicas, uma vez que desmistifica a burocracia enraizada, melhorando os processos de atendimento e aumentando a eficácia. A gestão por processo exige das organizações

Questão 46

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
É característica da Administração Pública Gerencial

Questão 47

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
O Planejamento pode ser entendido como um processo interativo que se desdobra em etapas diferenciadas e, sendo o planejamento a racionalização do processo decisório, essas etapas têm, necessariamente, o mesmo sentido daquelas identificadas no processo de decisão.
(Pereira, José Matias. Manual de Gestão Pública Contemporânea. São Paulo: Atlas 2008)

Dentre as fases do Planejamento Estratégico, NÃO se inclui

Questão 48

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
O contabilista do Tribunal Regional do Trabalho da 5a Região − Bahia − TRT/BA verificou que no mês de janeiro ocorreram fatos relacionados a: serviços de terceiros, contribuição de previdência social e instalações. Dessa forma, os lançamentos contábeis referentes a esses fatos envolveram, respectivamente, despesas

Questão 49

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
A execução do orçamento do TRT/BA necessitou da abertura de crédito adicional para reforço de dotação orçamentária. Nesse caso, deverá ser aberto um crédito

Questão 50

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
A Lei de Responsabilidade Fiscal − LRF estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal dos administradores dos órgãos públicos, o que inclui o TRT/BA. Nos termos previstos nesse regramento, a despesa objeto de dotação específica e suficiente, ou que esteja abrangida por crédito genérico, de forma que somadas todas as despesas da mesma espécie, realizadas e a realizar, previstas no programa de trabalho, não sejam ultrapassados os limites estabelecidos para o exercício, é considerada adequada com

Questão 51

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Dentre as obrigações estabelecidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal − LRF ao Presidente do TRT/BA está a de assinar documento que tem, entre outras informações, um comparativo com os limites para a despesa com pessoal, distinguindo inativos e pensionistas. Esse documento é

Questão 52

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
A previsão das receitas que serão destinadas para que o TRT/BA possa realizar suas despesas para o exercício de sua competência constitucional integra a proposta do orçamento da União. É regra atinente às emendas para a alteração dessa proposta a

Questão 53

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Em um contexto em constantes mudanças e transformações, o processo de Avaliação do Desempenho torna-se cada vez mais necessário nas organizações para verificar

Questão 54

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Considere:

I. O líder procura ser um membro igual aos outros do grupo e não define como as tarefas devem ser executadas. É objetivo e quando critica ou elogia limitase aos fatos.

II. O líder baseia-se na maturidade dos integrantes para definir sua forma de atuação.

III. É o grupo que decide sobre a divisão de tarefas e escolhe os companheiros sem a participação direta do líder.

Os estilos de liderança I, II e III correspondem respectivamente a:

Questão 55

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
O desempenho organizacional é influenciado por um conjunto de práticas de gestão de pessoas e isso tem a capacidade de aumentar a vantagem competitividade organizacional. Essa descrição corresponde aos pressupostos que sustentam a

Questão 56

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
O indivíduo, o grupo, a organização e a comunidade são sistemas dinâmicos e vivos de adaptação, ajustamento e reorganização, como condição básica de sua sobrevivência em um ambiente de mudança.
(Chiavenato, 2009).

Considerando o conceito apresentado, NÃO corresponde a um tipo de mudança nas organizações:

Questão 57

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Reflete o grau de satisfação do pessoal com o ambiente interno da empresa. Está vinculado à motivação, à lealdade e à identificação com a empresa, à colaboração entre as pessoas, ao interesse no trabalho, à facilidade das comunicações internas, aos relacionamentos entre as pessoas, aos sentimentos e emoções, à integração da equipe e outras variáveis intervenientes, conforme definidas por Likert.
(Lacombe, 2011)

O conceito de Likert converge para

Questão 58

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
O responsável pela área de armazenagem precisa rever o método de avaliação de estoques para reduzir os custos.

Se ele usar o método

I. UEPS, o custo dos itens que saírem do estoque será repercutido no custo dos itens comprados recentemente, permitindo reduzir os lucros.

II. PEPS, o custo dos itens que saírem do estoque impactará nos custos de armazenagem, pois serão comparados aos custos mais antigos.

III. CUSTO PADRÃO, o custo dos itens que saírem do estoque estará previsto no planejamento orçamentário e será um “custo ideal” a ser perseguido.

Está correto o que se afirma em

Questão 59

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa
Consiste em emitir um pedido de compras, com qualidade igual ao Lote Econômico (ou outro, a critério do administrador de materiais), sempre que o nível de estoques atingir o ponto de pedido.

Essa definição refere-se ao modelo denominado

Questão 60

TRT 5ª 2013 - FCC - Analista Judiciário - Área Administrativa

» Esta questão foi anulada pela banca.
As perdas e alterações sofridas pelo patrimônio mobiliário público, por conta da depreciação e outros fatores, serão reconhecidos em obediência ao Princípio da



Provas de Concursos » Fcc 2013