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TRF 5ª 2008 TRF 5ª 2012

TRF 5ª 2017

Técnico Judiciário - Segurança e Transporte

Questão 1

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
1
O filósofo Theodor Adorno (1903-1969) afirma que, no capitalismo tardio, “a tradicional dicotomia entre trabalho e lazer tende a
 
se tornar cada vez mais reduzida e as ‘atividades de lazer’ tomam cada vez mais do tempo livre do indivíduo”. Paradoxalmente, a
 
revolução cibernética de hoje diminuiu ainda mais o tempo livre.
 
Nossa época dispõe de uma tecnologia que, além de acelerar a comunicação entre as pessoas e os processos de aquisição,
5
processamento e produção de informação, permite automatizar grande parte das tarefas. Contudo, quase todo mundo se queixa de
 
não ter tempo. O tempo livre parece ter encolhido. Se não temos mais tempo livre, é porque praticamente todo o nosso tempo está
 
preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho, ou melhor, do desempenho, inclusive nos joguinhos eletrônicos, que alguns supõem
 
substituir “velharias”, como a poesia.
 
T.S. Eliot, um dos grandes poetas do século XX, afirma que “um poeta deve estudar tanto quanto não prejudique sua
10
necessária receptividade e necessária preguiça”. E Paul Valéry fala sobre uma ausência sem preço durante a qual os elementos mais
 
delicados da vida se renovam e, de algum modo, o ser se lava das obrigações pendentes, das expectativas à espreita… Uma espécie
 
de vacuidade benéfica que devolve ao espírito sua liberdade própria.
 
Isso me remete à minha experiência pessoal. Se eu quiser escrever um ensaio, basta que me aplique e o texto ficará pronto,
 
cedo ou tarde. Não é assim com a poesia. Sendo produto do trabalho e da preguiça, não há tempo de trabalho normal para a feitura
15
de um poema, como há para a produção de uma mercadoria. Bandeira conta, por exemplo, que demorou anos para terminar o poema
 
“Vou-me embora pra Pasárgada”.
 
Evidentemente, isso não significa que o poeta não faça coisa nenhuma. Mas o trabalho do poeta é muitas vezes invisível para
 
quem o observa de fora. E tanto pode resultar num poema quanto em nada.
 
Assim, numa época em que “tempo é dinheiro”, a poesia se compraz em esbanjar o tempo do poeta, que navega ao sabor do
20
poema. Mas o poema em que a poesia esbanjou o tempo do poeta é aquele que também dissipará o tempo do leitor, que se deleita
 
ao flanar por linhas que mereçam uma leitura por um lado vagarosa, por outro, ligeira; por um lado reflexiva, por outro, intuitiva. É por
 
essa temporalidade concreta, que se manifesta como uma preguiça fecunda, que se mede a grandeza de um poema.
(Adaptado de: CÍCERO, Antonio. A poesia e a crítica: Ensaios. Companhia das Letras, 2017, edição digital)
Depreende-se do texto que a tradicional dicotomia entre trabalho e lazer (1º parágrafo), apontada por Adorno,

Questão 2

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
1
O filósofo Theodor Adorno (1903-1969) afirma que, no capitalismo tardio, “a tradicional dicotomia entre trabalho e lazer tende a
 
se tornar cada vez mais reduzida e as ‘atividades de lazer’ tomam cada vez mais do tempo livre do indivíduo”. Paradoxalmente, a
 
revolução cibernética de hoje diminuiu ainda mais o tempo livre.
 
Nossa época dispõe de uma tecnologia que, além de acelerar a comunicação entre as pessoas e os processos de aquisição,
5
processamento e produção de informação, permite automatizar grande parte das tarefas. Contudo, quase todo mundo se queixa de
 
não ter tempo. O tempo livre parece ter encolhido. Se não temos mais tempo livre, é porque praticamente todo o nosso tempo está
 
preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho, ou melhor, do desempenho, inclusive nos joguinhos eletrônicos, que alguns supõem
 
substituir “velharias”, como a poesia.
 
T.S. Eliot, um dos grandes poetas do século XX, afirma que “um poeta deve estudar tanto quanto não prejudique sua
10
necessária receptividade e necessária preguiça”. E Paul Valéry fala sobre uma ausência sem preço durante a qual os elementos mais
 
delicados da vida se renovam e, de algum modo, o ser se lava das obrigações pendentes, das expectativas à espreita… Uma espécie
 
de vacuidade benéfica que devolve ao espírito sua liberdade própria.
 
Isso me remete à minha experiência pessoal. Se eu quiser escrever um ensaio, basta que me aplique e o texto ficará pronto,
 
cedo ou tarde. Não é assim com a poesia. Sendo produto do trabalho e da preguiça, não há tempo de trabalho normal para a feitura
15
de um poema, como há para a produção de uma mercadoria. Bandeira conta, por exemplo, que demorou anos para terminar o poema
 
“Vou-me embora pra Pasárgada”.
 
Evidentemente, isso não significa que o poeta não faça coisa nenhuma. Mas o trabalho do poeta é muitas vezes invisível para
 
quem o observa de fora. E tanto pode resultar num poema quanto em nada.
 
Assim, numa época em que “tempo é dinheiro”, a poesia se compraz em esbanjar o tempo do poeta, que navega ao sabor do
20
poema. Mas o poema em que a poesia esbanjou o tempo do poeta é aquele que também dissipará o tempo do leitor, que se deleita
 
ao flanar por linhas que mereçam uma leitura por um lado vagarosa, por outro, ligeira; por um lado reflexiva, por outro, intuitiva. É por
 
essa temporalidade concreta, que se manifesta como uma preguiça fecunda, que se mede a grandeza de um poema.
(Adaptado de: CÍCERO, Antonio. A poesia e a crítica: Ensaios. Companhia das Letras, 2017, edição digital)
O segmento em que há uso de expressão irônica, dizendo-se o oposto do que se quer dar a entender no contexto, encontra-se sublinhado em:

Questão 3

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
1
O filósofo Theodor Adorno (1903-1969) afirma que, no capitalismo tardio, “a tradicional dicotomia entre trabalho e lazer tende a
 
se tornar cada vez mais reduzida e as ‘atividades de lazer’ tomam cada vez mais do tempo livre do indivíduo”. Paradoxalmente, a
 
revolução cibernética de hoje diminuiu ainda mais o tempo livre.
 
Nossa época dispõe de uma tecnologia que, além de acelerar a comunicação entre as pessoas e os processos de aquisição,
5
processamento e produção de informação, permite automatizar grande parte das tarefas. Contudo, quase todo mundo se queixa de
 
não ter tempo. O tempo livre parece ter encolhido. Se não temos mais tempo livre, é porque praticamente todo o nosso tempo está
 
preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho, ou melhor, do desempenho, inclusive nos joguinhos eletrônicos, que alguns supõem
 
substituir “velharias”, como a poesia.
 
T.S. Eliot, um dos grandes poetas do século XX, afirma que “um poeta deve estudar tanto quanto não prejudique sua
10
necessária receptividade e necessária preguiça”. E Paul Valéry fala sobre uma ausência sem preço durante a qual os elementos mais
 
delicados da vida se renovam e, de algum modo, o ser se lava das obrigações pendentes, das expectativas à espreita… Uma espécie
 
de vacuidade benéfica que devolve ao espírito sua liberdade própria.
 
Isso me remete à minha experiência pessoal. Se eu quiser escrever um ensaio, basta que me aplique e o texto ficará pronto,
 
cedo ou tarde. Não é assim com a poesia. Sendo produto do trabalho e da preguiça, não há tempo de trabalho normal para a feitura
15
de um poema, como há para a produção de uma mercadoria. Bandeira conta, por exemplo, que demorou anos para terminar o poema
 
“Vou-me embora pra Pasárgada”.
 
Evidentemente, isso não significa que o poeta não faça coisa nenhuma. Mas o trabalho do poeta é muitas vezes invisível para
 
quem o observa de fora. E tanto pode resultar num poema quanto em nada.
 
Assim, numa época em que “tempo é dinheiro”, a poesia se compraz em esbanjar o tempo do poeta, que navega ao sabor do
20
poema. Mas o poema em que a poesia esbanjou o tempo do poeta é aquele que também dissipará o tempo do leitor, que se deleita
 
ao flanar por linhas que mereçam uma leitura por um lado vagarosa, por outro, ligeira; por um lado reflexiva, por outro, intuitiva. É por
 
essa temporalidade concreta, que se manifesta como uma preguiça fecunda, que se mede a grandeza de um poema.
(Adaptado de: CÍCERO, Antonio. A poesia e a crítica: Ensaios. Companhia das Letras, 2017, edição digital)
O segmento em que se introduz uma restrição em relação ao que se afirmou antes está em:

Questão 4

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 5

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
1
O filósofo Theodor Adorno (1903-1969) afirma que, no capitalismo tardio, “a tradicional dicotomia entre trabalho e lazer tende a
 
se tornar cada vez mais reduzida e as ‘atividades de lazer’ tomam cada vez mais do tempo livre do indivíduo”. Paradoxalmente, a
 
revolução cibernética de hoje diminuiu ainda mais o tempo livre.
 
Nossa época dispõe de uma tecnologia que, além de acelerar a comunicação entre as pessoas e os processos de aquisição,
5
processamento e produção de informação, permite automatizar grande parte das tarefas. Contudo, quase todo mundo se queixa de
 
não ter tempo. O tempo livre parece ter encolhido. Se não temos mais tempo livre, é porque praticamente todo o nosso tempo está
 
preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho, ou melhor, do desempenho, inclusive nos joguinhos eletrônicos, que alguns supõem
 
substituir “velharias”, como a poesia.
 
T.S. Eliot, um dos grandes poetas do século XX, afirma que “um poeta deve estudar tanto quanto não prejudique sua
10
necessária receptividade e necessária preguiça”. E Paul Valéry fala sobre uma ausência sem preço durante a qual os elementos mais
 
delicados da vida se renovam e, de algum modo, o ser se lava das obrigações pendentes, das expectativas à espreita… Uma espécie
 
de vacuidade benéfica que devolve ao espírito sua liberdade própria.
 
Isso me remete à minha experiência pessoal. Se eu quiser escrever um ensaio, basta que me aplique e o texto ficará pronto,
 
cedo ou tarde. Não é assim com a poesia. Sendo produto do trabalho e da preguiça, não há tempo de trabalho normal para a feitura
15
de um poema, como há para a produção de uma mercadoria. Bandeira conta, por exemplo, que demorou anos para terminar o poema
 
“Vou-me embora pra Pasárgada”.
 
Evidentemente, isso não significa que o poeta não faça coisa nenhuma. Mas o trabalho do poeta é muitas vezes invisível para
 
quem o observa de fora. E tanto pode resultar num poema quanto em nada.
 
Assim, numa época em que “tempo é dinheiro”, a poesia se compraz em esbanjar o tempo do poeta, que navega ao sabor do
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poema. Mas o poema em que a poesia esbanjou o tempo do poeta é aquele que também dissipará o tempo do leitor, que se deleita
 
ao flanar por linhas que mereçam uma leitura por um lado vagarosa, por outro, ligeira; por um lado reflexiva, por outro, intuitiva. É por
 
essa temporalidade concreta, que se manifesta como uma preguiça fecunda, que se mede a grandeza de um poema.
(Adaptado de: CÍCERO, Antonio. A poesia e a crítica: Ensaios. Companhia das Letras, 2017, edição digital)
Considerando-se o contexto, a vacuidade benéfica (3º parágrafo) apontada por Paul Valéry assemelha-se, pelo sentido, a:

Questão 6

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
1
O filósofo Theodor Adorno (1903-1969) afirma que, no capitalismo tardio, “a tradicional dicotomia entre trabalho e lazer tende a
 
se tornar cada vez mais reduzida e as ‘atividades de lazer’ tomam cada vez mais do tempo livre do indivíduo”. Paradoxalmente, a
 
revolução cibernética de hoje diminuiu ainda mais o tempo livre.
 
Nossa época dispõe de uma tecnologia que, além de acelerar a comunicação entre as pessoas e os processos de aquisição,
5
processamento e produção de informação, permite automatizar grande parte das tarefas. Contudo, quase todo mundo se queixa de
 
não ter tempo. O tempo livre parece ter encolhido. Se não temos mais tempo livre, é porque praticamente todo o nosso tempo está
 
preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho, ou melhor, do desempenho, inclusive nos joguinhos eletrônicos, que alguns supõem
 
substituir “velharias”, como a poesia.
 
T.S. Eliot, um dos grandes poetas do século XX, afirma que “um poeta deve estudar tanto quanto não prejudique sua
10
necessária receptividade e necessária preguiça”. E Paul Valéry fala sobre uma ausência sem preço durante a qual os elementos mais
 
delicados da vida se renovam e, de algum modo, o ser se lava das obrigações pendentes, das expectativas à espreita… Uma espécie
 
de vacuidade benéfica que devolve ao espírito sua liberdade própria.
 
Isso me remete à minha experiência pessoal. Se eu quiser escrever um ensaio, basta que me aplique e o texto ficará pronto,
 
cedo ou tarde. Não é assim com a poesia. Sendo produto do trabalho e da preguiça, não há tempo de trabalho normal para a feitura
15
de um poema, como há para a produção de uma mercadoria. Bandeira conta, por exemplo, que demorou anos para terminar o poema
 
“Vou-me embora pra Pasárgada”.
 
Evidentemente, isso não significa que o poeta não faça coisa nenhuma. Mas o trabalho do poeta é muitas vezes invisível para
 
quem o observa de fora. E tanto pode resultar num poema quanto em nada.
 
Assim, numa época em que “tempo é dinheiro”, a poesia se compraz em esbanjar o tempo do poeta, que navega ao sabor do
20
poema. Mas o poema em que a poesia esbanjou o tempo do poeta é aquele que também dissipará o tempo do leitor, que se deleita
 
ao flanar por linhas que mereçam uma leitura por um lado vagarosa, por outro, ligeira; por um lado reflexiva, por outro, intuitiva. É por
 
essa temporalidade concreta, que se manifesta como uma preguiça fecunda, que se mede a grandeza de um poema.
(Adaptado de: CÍCERO, Antonio. A poesia e a crítica: Ensaios. Companhia das Letras, 2017, edição digital)
Se não temos mais tempo livre, é porque praticamente todo o nosso tempo está preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho... (2º parágrafo)

Respeitando-se a correção e a clareza, uma redação alternativa para o segmento acima está em:

Questão 7

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
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O filósofo Theodor Adorno (1903-1969) afirma que, no capitalismo tardio, “a tradicional dicotomia entre trabalho e lazer tende a
 
se tornar cada vez mais reduzida e as ‘atividades de lazer’ tomam cada vez mais do tempo livre do indivíduo”. Paradoxalmente, a
 
revolução cibernética de hoje diminuiu ainda mais o tempo livre.
 
Nossa época dispõe de uma tecnologia que, além de acelerar a comunicação entre as pessoas e os processos de aquisição,
5
processamento e produção de informação, permite automatizar grande parte das tarefas. Contudo, quase todo mundo se queixa de
 
não ter tempo. O tempo livre parece ter encolhido. Se não temos mais tempo livre, é porque praticamente todo o nosso tempo está
 
preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho, ou melhor, do desempenho, inclusive nos joguinhos eletrônicos, que alguns supõem
 
substituir “velharias”, como a poesia.
 
T.S. Eliot, um dos grandes poetas do século XX, afirma que “um poeta deve estudar tanto quanto não prejudique sua
10
necessária receptividade e necessária preguiça”. E Paul Valéry fala sobre uma ausência sem preço durante a qual os elementos mais
 
delicados da vida se renovam e, de algum modo, o ser se lava das obrigações pendentes, das expectativas à espreita… Uma espécie
 
de vacuidade benéfica que devolve ao espírito sua liberdade própria.
 
Isso me remete à minha experiência pessoal. Se eu quiser escrever um ensaio, basta que me aplique e o texto ficará pronto,
 
cedo ou tarde. Não é assim com a poesia. Sendo produto do trabalho e da preguiça, não há tempo de trabalho normal para a feitura
15
de um poema, como há para a produção de uma mercadoria. Bandeira conta, por exemplo, que demorou anos para terminar o poema
 
“Vou-me embora pra Pasárgada”.
 
Evidentemente, isso não significa que o poeta não faça coisa nenhuma. Mas o trabalho do poeta é muitas vezes invisível para
 
quem o observa de fora. E tanto pode resultar num poema quanto em nada.
 
Assim, numa época em que “tempo é dinheiro”, a poesia se compraz em esbanjar o tempo do poeta, que navega ao sabor do
20
poema. Mas o poema em que a poesia esbanjou o tempo do poeta é aquele que também dissipará o tempo do leitor, que se deleita
 
ao flanar por linhas que mereçam uma leitura por um lado vagarosa, por outro, ligeira; por um lado reflexiva, por outro, intuitiva. É por
 
essa temporalidade concreta, que se manifesta como uma preguiça fecunda, que se mede a grandeza de um poema.
(Adaptado de: CÍCERO, Antonio. A poesia e a crítica: Ensaios. Companhia das Letras, 2017, edição digital)
Mantendo-se a correção, a supressão da vírgula altera o sentido do segmento que está em:

Questão 8

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 9

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
1
O filósofo Theodor Adorno (1903-1969) afirma que, no capitalismo tardio, “a tradicional dicotomia entre trabalho e lazer tende a
 
se tornar cada vez mais reduzida e as ‘atividades de lazer’ tomam cada vez mais do tempo livre do indivíduo”. Paradoxalmente, a
 
revolução cibernética de hoje diminuiu ainda mais o tempo livre.
 
Nossa época dispõe de uma tecnologia que, além de acelerar a comunicação entre as pessoas e os processos de aquisição,
5
processamento e produção de informação, permite automatizar grande parte das tarefas. Contudo, quase todo mundo se queixa de
 
não ter tempo. O tempo livre parece ter encolhido. Se não temos mais tempo livre, é porque praticamente todo o nosso tempo está
 
preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho, ou melhor, do desempenho, inclusive nos joguinhos eletrônicos, que alguns supõem
 
substituir “velharias”, como a poesia.
 
T.S. Eliot, um dos grandes poetas do século XX, afirma que “um poeta deve estudar tanto quanto não prejudique sua
10
necessária receptividade e necessária preguiça”. E Paul Valéry fala sobre uma ausência sem preço durante a qual os elementos mais
 
delicados da vida se renovam e, de algum modo, o ser se lava das obrigações pendentes, das expectativas à espreita… Uma espécie
 
de vacuidade benéfica que devolve ao espírito sua liberdade própria.
 
Isso me remete à minha experiência pessoal. Se eu quiser escrever um ensaio, basta que me aplique e o texto ficará pronto,
 
cedo ou tarde. Não é assim com a poesia. Sendo produto do trabalho e da preguiça, não há tempo de trabalho normal para a feitura
15
de um poema, como há para a produção de uma mercadoria. Bandeira conta, por exemplo, que demorou anos para terminar o poema
 
“Vou-me embora pra Pasárgada”.
 
Evidentemente, isso não significa que o poeta não faça coisa nenhuma. Mas o trabalho do poeta é muitas vezes invisível para
 
quem o observa de fora. E tanto pode resultar num poema quanto em nada.
 
Assim, numa época em que “tempo é dinheiro”, a poesia se compraz em esbanjar o tempo do poeta, que navega ao sabor do
20
poema. Mas o poema em que a poesia esbanjou o tempo do poeta é aquele que também dissipará o tempo do leitor, que se deleita
 
ao flanar por linhas que mereçam uma leitura por um lado vagarosa, por outro, ligeira; por um lado reflexiva, por outro, intuitiva. É por
 
essa temporalidade concreta, que se manifesta como uma preguiça fecunda, que se mede a grandeza de um poema.
(Adaptado de: CÍCERO, Antonio. A poesia e a crítica: Ensaios. Companhia das Letras, 2017, edição digital)
Substituindo-se o segmento sublinhado pelo que está entre parênteses, sem que nenhuma outra modificação seja feita, a frase que permanece correta está em:

Questão 10

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Numa visita ao Brasil, pouco depois de sair do Governo da Espanha, Felipe Gonzalez foi questionado sobre o que gostaria de ter feito e não conseguiu. Depois de pensar alguns minutos, disse lamentar que, apesar de avanços importantes em educação, os jovens ainda se formavam e queriam saber o que o Estado faria por eles.
(COSTIN, Claudia. Disponível em: folha.uol.com.br)

Transpondo-se para o discurso direto a fala atribuída a Felipe Gonzalez, obtêm-se as seguintes formas verbais:

Questão 11

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
A demissão de um servidor foi aplicada em sede de processo administrativo, após término da instrução e garantida a ampla defesa e o contraditório para o funcionário. Não obstante, após a aplicação da pena, o servidor ajuizou ação judicial pleiteando a anulação da decisão, sob alegação de que haveria documentação inverídica juntada ao processo, porque teria sido produzida especificamente para viabilizar a condenação do servidor. A Administração pública, diante da existência da ação ainda não julgada

Questão 12

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Numa licitação processada sob a modalidade de pregão, a classificação das propostas, ato que identifica o autor da melhor oferta,

Questão 13

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
As alterações passíveis de serem implementadas nos contratos administrativos regidos pela Lei nº 8.666/1993

Questão 14

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Nos termos da Resolução nº 147/2011 que institui o Código de Conduta do Conselho e da Justiça Federal de primeiro e segundo graus, considere:

I. O Código de Conduta do Conselho e da Justiça Federal de primeiro e segundo graus integrará todos os contratos de estágio, de forma a assegurar o alinhamento entre os colaboradores, não integrando, porém, os contratos de prestação de serviços. vv II. O Conselho e a Justiça Federal de primeiro e segundo graus não serão tolerantes com atitudes discriminatórias ou preconceituosas de qualquer natureza, em relação a etnia, a sexo, a religião, a estado civil, a orientação sexual, a faixa etária ou a condição física especial, excetuando-se os atos que caracterizem proselitismo partidário.

III. Recursos, espaço e imagem do Conselho e da Justiça Federal de primeiro e segundo graus não poderão, sob qualquer hipótese, ser usados para atender a interesses pessoais, políticos ou partidários.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 15

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
De acordo com a Resolução nº 147/2011 do Conselho da Justiça Federal, com relação as informações à Imprensa, os contatos com os órgãos de imprensa serão promovidos,

Questão 16

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
De acordo com a Lei nº 10.098/2000, os semáforos para pedestres instalados nas vias públicas deverão estar equipados com mecanismo que emita sinal ou com mecanismo alternativo, que sirva de guia ou orientação para a travessia de pessoas portadoras de deficiência visual, se a intensidade do fluxo de veículos e a periculosidade da via assim determinarem. Neste caso, o sinal sonoro que esses semáforos devem emitir será

Questão 17

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Considere:

I. Associação constituída há dez meses, nos termos da lei civil.
II. Sociedade de economia mista que inclua, entre suas finalidades institucionais, a proteção dos interesses e a promoção de direitos da pessoa com deficiência.
III. Defensoria Pública.

Segundo a Lei nº 7.853/1989, as medidas judiciais destinadas à proteção de interesses coletivos, difusos, individuais homogêneos e individuais indisponíveis da pessoa com deficiência poderão ser propostas pelo Ministério Público, pela União, pelos Estados, pelos Municípios, pelo Distrito Federal, bem como pela(s) entidade(s) indicada(s) em

Questão 18

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Cintia é pessoa com deficiência e pretende inscrever-se no programa público habitacional Z visando a obtenção de um apartamento para residir com sua filha, Camila, de 20 anos de idade. De acordo com a Lei nº 13.146/2015, o programa habitacional público Z

Questão 19

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
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A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
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pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
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esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
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amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 20

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
De acordo com a Lei nº 12.305/2010, as pessoas jurídicas que operam com resíduos perigosos, em qualquer fase do seu gerenciamento, são obrigadas a se cadastrar no Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos. Este cadastro será coordenado pelo órgão federal competente do Sistema Nacional

Questão 21

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Mário, Técnico de Segurança do Tribunal, ao receber a agenda do Presidente do Tribunal, constando uma visita ao Hospital Modelo de Olinda para o dia seguinte, antes de deslocar-se até o local, faz contato com a diretoria para verificar o roteiro da visita: público presente, equipamentos de segurança disponíveis, vagas para automóveis e demais informações de interesse de segurança. Também traça itinerário do Tribunal ao Hospital, considerando o horário e possíveis condições adversas do deslocamento. Após colhidas todas as informações, elabora um relatório que poderá ser utilizado por Sérgio, Técnico de Segurança, que estará escalado para o dia seguinte. Considerando a atividade de segurança de dignitários, os procedimentos são considerados próprios

Questão 22

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Em um deslocamento, composto pelo veículo ocupado por um dignitário e pelo veículo de sua escolta,

Questão 23

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Temístocles exerce a função de Técnico de Segurança do Tribunal há seis anos. É reconhecido pelos demais funcionários como um profissional pontual e dedicado e é uma referência para os assuntos correlatos à sua área. É capaz de se adaptar perante as maiores dificuldades do dia-a-dia. Trabalha diretamente com o Presidente do Tribunal, cuidando da segurança institucional necessária para garantir o exercício das funções daquela autoridade. Como tem acesso à agenda do Presidente do Tribunal, mantém sempre informado um contato seu, Luíza, repórter de um órgão de imprensa privado, mesmo sem conhecimento da assessoria de imprensa do Tribunal. Quanto às características esperadas de um profissional que atua na segurança de dignitários, considerando o contexto acima, Temístocles desempenha satisfatoriamente

Questão 24

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Felipe, Técnico de Segurança, acompanha sozinho a autoridade que protege em um evento público externo. Ocorre que, durante o evento, uma pessoa do público se dirige à autoridade de forma desrespeitosa, com ofensas e xingamentos. A autoridade passa a discutir com tal pessoa, respondendo com os mesmos insultos que sofrera. Em determinado momento a pessoa que agrediu verbalmente a autoridade se retira de forma abrupta. Nessa situação, Felipe

Questão 25

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte

» Esta questão foi anulada pela banca.
Considerando o conceito de segurança corporativa estratégica, no tocante à segurança dos ativos, que abrange os bens tangíveis e intangíveis, o seguimento de segurança da gestão de processos abrange:

Questão 26

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Considerando a doutrina de segurança das áreas e instalações, um instrumento eficaz de trabalho de campo que consiste em um compêndio de itens a serem avaliados, via de regra organizados em forma de questionário, que considera os diversos aspectos essenciais para levantamento de riscos potenciais ou reais, exigindo constante complementação e atualização, é chamado de

Questão 27

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
O Técnico de Segurança de uma determinada instituição tem, em sua área de fiscalização, um Centro de Processamento de Dados − CPD e um depósito de produtos inflamáveis. Ambos os locais são considerados pontos de interesse de segurança, que demandam ações preventivas específicas. Para melhor adotar tais ações, o técnico deve saber que os locais citados tratam, respectivamente, de pontos

Questão 28

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Define-se como segurança física os meios

Questão 29

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Josué, Técnico de Segurança do Tribunal, sem solicitar autorização de seu superior, altera os procedimentos de segurança de acesso ao Tribunal, por entender que aquelas alterações seriam mais eficazes. Tampouco reporta tal alteração, o que acaba acarretando transtornos pois o novo procedimento não foi incorporado corretamente à rotina daquele local, sendo que o departamento de segurança e sua chefia não ficaram cientes de tal alteração. A característica básica da segurança das informações que Josué feriu é a

Questão 30

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
As informações protegidas podem contar com “barreiras” normalmente eletrônicas que impedem ou limitam o acesso não autorizado, acidental ou mal intencionado. Contam como apoio determinados mecanismos.

Considerando o excerto acima, o tipo de controle de segurança referido e um exemplo de mecanismo de apoio, respectivamente, estão:

Questão 31

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
A permissão da entrada e/ou saída com a apresentação de duas leituras de acesso com qualquer tecnologia disponível, é um controle de acesso utilizado na segurança de instalações, mormente valendo-se de sensores de segurança. Esse tipo de controle é denominado

Questão 32

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Durante uma negociação, e em pleno conflito, Júnior, Técnico de Segurança, lançou mão de duas táticas de negociação. Em primeiro lugar, buscou fragmentar ao máximo as concessões, fracionando o objetivo final do causador da crise e, posteriormente, diante de determinadas concessões impostas por esse causador, afirmou não ser competente para autorizar determinadas concessões. Nessa situação, as duas táticas utilizadas são, respectivamente,

Questão 33

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Na sede do Tribunal, um funcionário, alegando questões amorosas, posiciona-se no parapeito da janela do 5º andar e ameaça jogar-se e cometer suicídio. João, Técnico de Segurança escalado no dia, toma conhecimento e reconhecendo tal situação como uma crise, com o apoio dos demais técnicos de segurança presentes, passa a adotar todas as providências quanto ao gerenciamento de crise. Após o isolamento do local e o estabelecimento de perímetros táticos, inicia a negociação com o funcionário, a fim de demovê-lo da ideia de cometer suicídio, e solicita que acionem a polícia para adotar as providências no prosseguimento da ação. Num determinado momento, um repórter solicita autorização para acompanhar a negociação de perto, registrando os fatos em vídeo. João autoriza a aproximação do repórter, com intuito de que a imprensa auxiliaria no registro da legalidade das ações que ali se sucedem, caso resultasse em desfecho negativo. Considerando o cenário descrito, João

Questão 34

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
São características do Circuito Fechado de Televisão − CFTV:

Questão 35

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Quanto à metodologia de produção de conhecimento, o conceito do serviço de inteligência compreende basicamente as

Questão 36

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Maraísa, Técnica Judiciária, deparou-se com um acidente de trânsito com vítima envolvendo dois veículos automotores. De imediato, Maraísa desembarcou do veículo oficial que conduzia e prestou o imediato auxílio. Inicialmente, sinalizou o local e constatou, preliminarmente, que não havia riscos de vazamento de produtos perigosos, incêndios, explosões, contudo identificou uma vítima inconsciente em um dos veículos. Mesmo após tentar por inúmeras vezes o contato com esta vítima em voz alta, não obteve sucesso. Diante deste cenário, é correto que Maraísa

Questão 37

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Silmara, Técnica Judiciária, deparou-se com um acidente de trânsito no qual o veículo colidiu contra um poste de sinalização de trânsito. Apesar da gravidade do acidente, não houve vítimas, contudo, o veículo incendiou em função do vazamento de combustível, havendo a necessidade do uso do extintor veicular. Diante deste quadro, é aconselhável que Silmara

Questão 38

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Algumas condições climáticas e naturais afetam as condições de segurança do trânsito. Sob estas condições, algumas atitudes devem ser adotadas a fim de garantir a segurança durante o percurso. É correto afirmar:

Questão 39

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Renan estava transportando o Presidente da corte para um evento na Advocacia-Geral da União. Após deixar a autoridade no local designado, Renan retornou à sede do Tribunal. Durante o percurso, um agente da autoridade de trânsito surpreendeu Renan dirigindo o veículo oficial com um dos braços pendentes do lado de fora do veículo, sem que estivesse efetuando qualquer sinal regulamentar. A conduta de Renan

Questão 40

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Juraci conduzia o veículo oficial do Tribunal pela Av. Recife, a cerca de 200 metros do Fórum Ministro Artur Marinho, quando, de repente, Walfredo, também do Tribunal, acenou, solicitando seu auxílio em razão de o veículo oficial ao qual conduzia ter apresentado problemas mecânicos e estar parado na faixa central da respectiva via. Juraci tinha disponível no porta-malas da viatura um cabo flexível e decidiu rebocar o veículo de Walfredo até a sede do Fórum. Diante desta situação, a conduta de Juraci

Questão 41

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Luan, Técnico Judiciário, estava transitando pela Avenida Beira-Mar, em Recife/PE, sendo que, em dado momento, visualizou um ciclista transitando na mesma via, no mesmo sentido e direção. Momentos antes de ultrapassar o ciclista, visualizou o condutor de outro veículo que transitava à sua frente tocar o retrovisor esquerdo do veículo no guidão da bicicleta, fazendo com que o ciclista se desequilibrasse e caísse no asfalto. A conduta praticada pelo condutor que transitava à frente de Luan

Questão 42

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Nos últimos dez meses, os Técnicos Judiciários Ricardo e Mário cometeram, cada um deles, infrações de trânsito que atingiram a contagem de 14 pontos. No décimo primeiro mês, Ricardo, enquanto conduzia o veículo oficial, ultrapassou outro veículo pelo acostamento. Mário, por sua vez, executou uma operação de conversão à direita em local proibido pela sinalização. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro,

Questão 43

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Alfredo resolveu verificar as possíveis causas do mau funcionamento do motor da viatura que utiliza diariamente no Tribunal. Dentre os procedimentos adotados, removeu uma das velas de ignição do motor e constatou a presença de fuligem preta, seca e fofa na ponta do isolante e dos eletrodos. As condições detectadas podem indicar que a vela de ignição está

Questão 44

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
O Técnico Judiciário Wilson foi designado para transportar alguns documentos do Tribunal Regional Federal para a sede da Justiça Federal de Alagoas, em Maceió. Com o objetivo de realizar uma viagem segura, efetuou a manutenção preventiva do veículo oficial e, durante a inspeção, constatou que a correia de transmissão estava trincada. A falha no funcionamento das correias de transmissão pode gerar problemas, diretamente,

Questão 45

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Custódio, ao se aproximar do veículo oficial que utilizaria durante seu turno de serviço, visualizou uma mancha no solo, sob o carro, na região do para-choque dianteiro. Ao chegar mais próximo ao veículo, e constatou que a mancha era oleosa e vermelho claro. Tais características podem indicar o vazamento de

Questão 46

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Em motores de combustão interna, o componente que recebe diretamente a força de expansão dos gases queimados no cilindro, sendo responsável por transmiti-la para a árvore de manivelas, é chamado de

Questão 47

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Determinado agente de empresa de publicidade, no processo de recrutamento de modelos fotográficos para campanha de famosa marca de sabonete, impediu a inscrição de modelos negras, com o argumento de que a campanha faria a analogia da pele clara à limpeza, assim, seriam recrutadas somente modelos de pele branca. Ao não autorizar a realização dos testes por modelos negras, exigindo aspecto próprio de raça ou etnia, o agente de empresa de publicidade estará sujeito a, sem prejuízo das sanções do crime, a

Questão 48

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
A garantia de prioridade do idoso compreende, entre outras, atendimento preferencial junto aos órgãos públicos e privados. Entre os idosos, deve-se observar a prioridade especial, atendendo-se preferencialmente suas necessidades em relação aos demais idosos, assegurando-se esta prioridade especial aos maiores de

Questão 49

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
A Bandeira Nacional, em todas as apresentações no território nacional, ocupa lugar de honra, compreendido como uma posição central ou a mais próxima do centro e à direita deste, quando com outras bandeiras pavilhões ou estandartes, em linha de mastros, panóplias, escudos ou peças semelhantes; destacada à frente de outras bandeiras, quando conduzida em formaturas ou desfiles, e

Questão 50

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Antonio, morador da zona rural, comprovou perante a polícia federal a dependência de emprego de arma de fogo (caça) para prover a sua subsistência alimentar familiar, adquiriu e obteve o porte de arma para tal finalidade. No entanto, em noites alternadas utilizava o armamento para realizar a segurança de um fazendeiro local. Reagindo a um roubo na fazenda, realizou disparos com a arma de caça obtida legalmente, vindo a ferir um dos ladrões. De acordo com a Lei nº 10.826 de 2013, que trata de registro e posse e comercialização de arma de fogo, Antonio estará sujeito a responder

Questão 51

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
M.S, menor de 12 anos, apoderou-se da arma de fogo calibre 38 que estava em sua residência, de propriedade da Guarda Civil Metropolitana do Município X, e disparou contra dois colegas durante uma aula, por vingança. Ambos os colegas faleceram. Seu pai, Bruno, que exercia atividades de guarda civil metropolitano, tinha a posse do aludido armamento em razão de suas funções e não adotou a devida cautela para impedir o acesso do menor ao armamento. Considerando a Lei nº 10.826/2003, no tocante a posse do armamento, Bruno, sem prejuízo de outras sanções, estará sujeito ao crime de

Questão 52

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Manoel, dirigindo seu veículo, por distração, atropela a estudante universitária Cristine de 18 anos. Percebendo que não haviam testemunhas, evade-se do local, sem prestar socorro, para fugir da prisão em flagrante delito. Cristine morre. Manoel estará sujeito às penas do crime de homicídio

Questão 53

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Genival, Delegado de Polícia Civil do Estado X, prende em flagrante delito Marcos, pelo crime de estupro. Ao encarcerá-lo junto a outros detentos determina que Marcos passe a noite despido, devolvendo-lhe suas vestes somente na manhã seguinte. De acordo com a Lei nº 4.898 de 1965, sem prejuízo de outras sanções penais, Genival estará sujeito a sanções

Questão 54

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
De acordo com a Resolução CNJ nº 239, de 6 de setembro de 2016, os protocolos e medidas de segurança serão difundidos por normas e manuais de referência técnica, sendo que, serão

Questão 55

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
José desatendeu ordem ilegal de funcionário Público e deixou o local em que tal ordem lhe fora dada. A conduta de José

Questão 56

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
O Presidente do Conselho Nacional de Justiça editou a Resolução CNJ nº 104, de 6 de abril de 2010, relativa a medidas administrativas de segurança. A Resolução prevê que, no caso de urgência, para pleno atendimento dos juízes os Tribunais, deverá ser:

Questão 57

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Maria, foi morta por seu companheiro Gilmar motivado por razões de sua condição de sexo feminino, com o menosprezo e discriminação à condição feminina e violência doméstica e familiar. A tipificação penal para este crime é

Questão 58

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte

» Esta questão foi anulada pela banca.
De acordo com a Lei nº 9.099 de 1995, o Juizado Especial Cível tem competência para conciliação, processo e julgamento das causas cíveis de menor complexidade, entre outras, as que NÃO excedam a

Questão 59

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
O particular que atenta contra a Administração em Geral, com a característica de iludir, no todo ou em parte, o pagamento de direito ou imposto devido pela entrada, pela saída ou pelo consumo de mercadoria no país, comete, segundo o Código Penal, o crime de

Questão 60

TRF 5ª 2017 - FCC - Técnico Judiciário - Segurança e Transporte
Josias, funcionário do Tribunal, deixa, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo, mesmo tendo competência para responsabilizá-lo e também não levou o fato ao conhecimento de seu superior. Por sua conduta, Josias poderá sofrer eventual ação penal pelo crime de



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