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MRE 2016

Oficial de Chancelaria

Questão 1

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 2

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1 tem como marca estrutural ou temática:

Questão 3

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 4

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 5

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 6

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
“O Brasil real começou a ser construído...”; a adoção da voz passiva, nesse caso:

Questão 7

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1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 8

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria

» Esta questão foi anulada pela banca.
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
Catequizar/catequese mostra grafias diferentes para o verbo e o substantivo cognato, o que só NÃO ocorre em:

Questão 9

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1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 10

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 11

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1
Sim, no começo era o pé. Se está provado, por descobertas
 
arqueológicas, que há sete mil anos estes brasis já eram
 
habitados, pensai nestas legiões e legiões de pés que
 
palmilharam nosso território. E pensai nestes passos, primeiro
5
sem destinos, machados de pedra abrindo as iniciais picadas na
 
floresta. E nos pés dos que subiam às rochas distantes, já feitos
 
pedra também, e nos que se enfeitaram de penas e receberam as
 
primeiras botas dos conquistadores e as primeiras sandálias dos
 
pregadores; pés barrentos, nus, ou enrolados de panos dos
10
caminheiros, pés sobre-humanos dos bandeirantes que
 
alargaram um império, quase sempre arrastando passos e mais
 
passos em chãos desconhecidos, dos marinheiros dos barcos
 
primitivos e dos que subiram aos mastros das grandes naus.
 
Depois o Brasil se fez sedentário numa parte de seu povo. Houve
15
os pés descalços que carregaram os pés calçados, pelas estradas.
 
A moleza das sinhazinhas de pequeninos pés redondos, quase
 
dispensáveis pela falta de exercício. E depois das cadeirinhas, das
 
carruagens, das redes carregadas por escravos, as primeiras
 
grandes estradas já com postos de montaria organizados, o
20
pedágio de vinténs estabelecido já no século XVIII. Mas além da
 
abertura dos portos, depois da primeira etapa da industrialização,
 
com os navios a vapor, as estradas de ferro, o pé de sete milênios
 
da terra do Brasil ainda faz seu caminho.
(Dinah Silveira de Queiroz)
O texto 2 começa com “Sim, no começo era o pé”. Com esse começo, a autora:

Questão 12

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1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 13

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Sim, no começo era o pé. Se está provado, por descobertas
 
arqueológicas, que há sete mil anos estes brasis já eram
 
habitados, pensai nestas legiões e legiões de pés que
 
palmilharam nosso território. E pensai nestes passos, primeiro
5
sem destinos, machados de pedra abrindo as iniciais picadas na
 
floresta. E nos pés dos que subiam às rochas distantes, já feitos
 
pedra também, e nos que se enfeitaram de penas e receberam as
 
primeiras botas dos conquistadores e as primeiras sandálias dos
 
pregadores; pés barrentos, nus, ou enrolados de panos dos
10
caminheiros, pés sobre-humanos dos bandeirantes que
 
alargaram um império, quase sempre arrastando passos e mais
 
passos em chãos desconhecidos, dos marinheiros dos barcos
 
primitivos e dos que subiram aos mastros das grandes naus.
 
Depois o Brasil se fez sedentário numa parte de seu povo. Houve
15
os pés descalços que carregaram os pés calçados, pelas estradas.
 
A moleza das sinhazinhas de pequeninos pés redondos, quase
 
dispensáveis pela falta de exercício. E depois das cadeirinhas, das
 
carruagens, das redes carregadas por escravos, as primeiras
 
grandes estradas já com postos de montaria organizados, o
20
pedágio de vinténs estabelecido já no século XVIII. Mas além da
 
abertura dos portos, depois da primeira etapa da industrialização,
 
com os navios a vapor, as estradas de ferro, o pé de sete milênios
 
da terra do Brasil ainda faz seu caminho.
(Dinah Silveira de Queiroz)
A preposição DE mostra diferentes valores semânticos em língua portuguesa; indique a opção em que esse valor é indicado incorretamente:

Questão 14

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1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 15

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 16

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Sim, no começo era o pé. Se está provado, por descobertas
 
arqueológicas, que há sete mil anos estes brasis já eram
 
habitados, pensai nestas legiões e legiões de pés que
 
palmilharam nosso território. E pensai nestes passos, primeiro
5
sem destinos, machados de pedra abrindo as iniciais picadas na
 
floresta. E nos pés dos que subiam às rochas distantes, já feitos
 
pedra também, e nos que se enfeitaram de penas e receberam as
 
primeiras botas dos conquistadores e as primeiras sandálias dos
 
pregadores; pés barrentos, nus, ou enrolados de panos dos
10
caminheiros, pés sobre-humanos dos bandeirantes que
 
alargaram um império, quase sempre arrastando passos e mais
 
passos em chãos desconhecidos, dos marinheiros dos barcos
 
primitivos e dos que subiram aos mastros das grandes naus.
 
Depois o Brasil se fez sedentário numa parte de seu povo. Houve
15
os pés descalços que carregaram os pés calçados, pelas estradas.
 
A moleza das sinhazinhas de pequeninos pés redondos, quase
 
dispensáveis pela falta de exercício. E depois das cadeirinhas, das
 
carruagens, das redes carregadas por escravos, as primeiras
 
grandes estradas já com postos de montaria organizados, o
20
pedágio de vinténs estabelecido já no século XVIII. Mas além da
 
abertura dos portos, depois da primeira etapa da industrialização,
 
com os navios a vapor, as estradas de ferro, o pé de sete milênios
 
da terra do Brasil ainda faz seu caminho.
(Dinah Silveira de Queiroz)
O segmento do texto 2 em que se insere uma ideia de intensidade é:

Questão 17

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 18

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Sim, no começo era o pé. Se está provado, por descobertas
 
arqueológicas, que há sete mil anos estes brasis já eram
 
habitados, pensai nestas legiões e legiões de pés que
 
palmilharam nosso território. E pensai nestes passos, primeiro
5
sem destinos, machados de pedra abrindo as iniciais picadas na
 
floresta. E nos pés dos que subiam às rochas distantes, já feitos
 
pedra também, e nos que se enfeitaram de penas e receberam as
 
primeiras botas dos conquistadores e as primeiras sandálias dos
 
pregadores; pés barrentos, nus, ou enrolados de panos dos
10
caminheiros, pés sobre-humanos dos bandeirantes que
 
alargaram um império, quase sempre arrastando passos e mais
 
passos em chãos desconhecidos, dos marinheiros dos barcos
 
primitivos e dos que subiram aos mastros das grandes naus.
 
Depois o Brasil se fez sedentário numa parte de seu povo. Houve
15
os pés descalços que carregaram os pés calçados, pelas estradas.
 
A moleza das sinhazinhas de pequeninos pés redondos, quase
 
dispensáveis pela falta de exercício. E depois das cadeirinhas, das
 
carruagens, das redes carregadas por escravos, as primeiras
 
grandes estradas já com postos de montaria organizados, o
20
pedágio de vinténs estabelecido já no século XVIII. Mas além da
 
abertura dos portos, depois da primeira etapa da industrialização,
 
com os navios a vapor, as estradas de ferro, o pé de sete milênios
 
da terra do Brasil ainda faz seu caminho.
(Dinah Silveira de Queiroz)
“E nos pés dos que subiam às rochas distantes, já feitos pedra também...”; a expressão sublinhada se justifica porque:

Questão 19

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 20

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
Os adjetivos mostram diferentes valores em nossa língua; o valor indicado inadequadamente é:

Questão 21

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Forget guns and bombs, it is the power of melody that has
 
changed the world
 
Marie Zawisza
 
Saturday 31 October 2015 10.00 GMT
5
Last modified on Tuesday 10 November 201513.19 GMT
 
 
Celebrated cellist Mstislav Rostropovich plays in front of the Berlin wall
 
on 11 November 1989. Photograph: AP
 
10
An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. The
 
notes of the sarabande of Bach’s Suite No 2 rise in the cold air,
 
praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall,
 
as Mstislav Rostropovich later put it. The photograph is seen
 
around the world. The date is 11 November 1989, and the
15
Russian virtuoso is marching to the beat of history.
 
 
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof,
 
in any case, that music can have a political dimension. Yo-Yo
 
Ma showed as much in September when the cellist opened the
20
new season of the Philharmonie de Paris with the Boston
 
Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United
 
Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project,
 
which trains young musicians from a variety of cultures to listen
 
to and improvise with each other and develop a common
25
repertoire. “In this way, musicians create a dialogue and arrive at
 
common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor at the
 
Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the
 
place of speeches and peace talks, the hope is that it will succeed
 
where diplomacy has failed.[…]
30
 
Curiously, the study of the role of music in international relations
 
is still in its infancy. “Historians must have long seen it as
 
something fanciful, because history has long been dominated by
 
interpretations that stress economic, social and political factors,”
35
says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the
 
Université de Versailles-St-Quentin and co-editor of a book about
 
music and globalisation.
 
 
Ministério das Relações Exteriores FGV Projetos
40
 
 
“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were
 
more interested in analysing musical scores than the actual
 
context in which these were produced and how they were
45
received.” In the 1990s came a cultural shift. Scholars were no
 
longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance
 
of powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where
 
political issues are resolved by mutual support rather than force.
 
[…]
50
 
Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays
 
percussion at a September 2003 concert at the UN headquarters
 
honouring those killed by a bomb at a UN office in Baghdad a month
 
earlier. Photograph: Zuma/Alamy
55
 
Since then, every embassy has a cultural attaché. The US engages
 
in “audio diplomacy” by financing hip-hop festivals in the Middle
 
East. China promotes opera in neighbouring states to project an
 
image of harmony. Brazil has invested in culture to assert itself as
60
a leader in Latin America, notably by establishing close
 
collaboration between its ministries of foreign affairs and culture;
 
musician Gilberto Gil was culture minister during Luiz Inácio Lula
 
da Silva᾽s presidency from 2003 to 2008. He was involved in
 
France’s Year of Brazil. As Fléchet recalls, “the free concert he
65
gave on 13 July, 2005 at the Place de la Bastille was the pinnacle.
 
That day, he sang La Marseillaise in the presence of presidents
 
Lula and Jacques Chirac.” Two years earlier, in September 2003,
 
Gil sang at the UN in honour of the victims of the 19
 
August bombing of the UN headquartes in Baghdad. He was
70
delivering a message of peace, criticising the war on Iraq by the
 
US: “There is no point in preaching security without giving a
 
thought to respecting others,” he told his audience. Closing the
 
concert, he invited then UN secretary general Kofi Annan on
 
stage for a surprise appearance as a percussionist. “This highly
75
symbolic image, which highlighted the conviction that culture can
 
play a role in bringing people together, shows how music can
 
become a political language,” Fléchet says.
(adapted from http://www.theguardian.com/music/2015/oct/31 /music-language-human-rights-political-diplomacy)
Text I focuses on how music may function in international affairs and offers some arguments. In this respect, analyse the following statements:

I. The study of the role music plays in diplomacy is now fullfledged.
II. For many years historians have considered music evidencebased practice.
III. Only a short time ago, musicologists started to move away from the sheet to the setting.
IV. Musicians may promote contexts where dialogue can be established.

Choose the correct answer:

Questão 22

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Forget guns and bombs, it is the power of melody that has
 
changed the world
 
Marie Zawisza
 
Saturday 31 October 2015 10.00 GMT
5
Last modified on Tuesday 10 November 201513.19 GMT
 
 
Celebrated cellist Mstislav Rostropovich plays in front of the Berlin wall
 
on 11 November 1989. Photograph: AP
 
10
An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. The
 
notes of the sarabande of Bach’s Suite No 2 rise in the cold air,
 
praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall,
 
as Mstislav Rostropovich later put it. The photograph is seen
 
around the world. The date is 11 November 1989, and the
15
Russian virtuoso is marching to the beat of history.
 
 
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof,
 
in any case, that music can have a political dimension. Yo-Yo
 
Ma showed as much in September when the cellist opened the
20
new season of the Philharmonie de Paris with the Boston
 
Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United
 
Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project,
 
which trains young musicians from a variety of cultures to listen
 
to and improvise with each other and develop a common
25
repertoire. “In this way, musicians create a dialogue and arrive at
 
common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor at the
 
Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the
 
place of speeches and peace talks, the hope is that it will succeed
 
where diplomacy has failed.[…]
30
 
Curiously, the study of the role of music in international relations
 
is still in its infancy. “Historians must have long seen it as
 
something fanciful, because history has long been dominated by
 
interpretations that stress economic, social and political factors,”
35
says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the
 
Université de Versailles-St-Quentin and co-editor of a book about
 
music and globalisation.
 
 
Ministério das Relações Exteriores FGV Projetos
40
 
 
“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were
 
more interested in analysing musical scores than the actual
 
context in which these were produced and how they were
45
received.” In the 1990s came a cultural shift. Scholars were no
 
longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance
 
of powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where
 
political issues are resolved by mutual support rather than force.
 
[…]
50
 
Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays
 
percussion at a September 2003 concert at the UN headquarters
 
honouring those killed by a bomb at a UN office in Baghdad a month
 
earlier. Photograph: Zuma/Alamy
55
 
Since then, every embassy has a cultural attaché. The US engages
 
in “audio diplomacy” by financing hip-hop festivals in the Middle
 
East. China promotes opera in neighbouring states to project an
 
image of harmony. Brazil has invested in culture to assert itself as
60
a leader in Latin America, notably by establishing close
 
collaboration between its ministries of foreign affairs and culture;
 
musician Gilberto Gil was culture minister during Luiz Inácio Lula
 
da Silva᾽s presidency from 2003 to 2008. He was involved in
 
France’s Year of Brazil. As Fléchet recalls, “the free concert he
65
gave on 13 July, 2005 at the Place de la Bastille was the pinnacle.
 
That day, he sang La Marseillaise in the presence of presidents
 
Lula and Jacques Chirac.” Two years earlier, in September 2003,
 
Gil sang at the UN in honour of the victims of the 19
 
August bombing of the UN headquartes in Baghdad. He was
70
delivering a message of peace, criticising the war on Iraq by the
 
US: “There is no point in preaching security without giving a
 
thought to respecting others,” he told his audience. Closing the
 
concert, he invited then UN secretary general Kofi Annan on
 
stage for a surprise appearance as a percussionist. “This highly
75
symbolic image, which highlighted the conviction that culture can
 
play a role in bringing people together, shows how music can
 
become a political language,” Fléchet says.
(adapted from http://www.theguardian.com/music/2015/oct/31 /music-language-human-rights-political-diplomacy)
Text I focuses on how music may function in international affairs and offers some arguments. In this respect, analyse the following statements:

I. The study of the role music plays in diplomacy is now fullfledged.
II. For many years historians have considered music evidencebased practice.
III. Only a short time ago, musicologists started to move away from the sheet to the setting.
IV. Musicians may promote contexts where dialogue can be established.

Choose the correct answer:

Questão 23

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Forget guns and bombs, it is the power of melody that has
 
changed the world
 
Marie Zawisza
 
Saturday 31 October 2015 10.00 GMT
5
Last modified on Tuesday 10 November 201513.19 GMT
 
 
Celebrated cellist Mstislav Rostropovich plays in front of the Berlin wall
 
on 11 November 1989. Photograph: AP
 
10
An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. The
 
notes of the sarabande of Bach’s Suite No 2 rise in the cold air,
 
praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall,
 
as Mstislav Rostropovich later put it. The photograph is seen
 
around the world. The date is 11 November 1989, and the
15
Russian virtuoso is marching to the beat of history.
 
 
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof,
 
in any case, that music can have a political dimension. Yo-Yo
 
Ma showed as much in September when the cellist opened the
20
new season of the Philharmonie de Paris with the Boston
 
Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United
 
Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project,
 
which trains young musicians from a variety of cultures to listen
 
to and improvise with each other and develop a common
25
repertoire. “In this way, musicians create a dialogue and arrive at
 
common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor at the
 
Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the
 
place of speeches and peace talks, the hope is that it will succeed
 
where diplomacy has failed.[…]
30
 
Curiously, the study of the role of music in international relations
 
is still in its infancy. “Historians must have long seen it as
 
something fanciful, because history has long been dominated by
 
interpretations that stress economic, social and political factors,”
35
says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the
 
Université de Versailles-St-Quentin and co-editor of a book about
 
music and globalisation.
 
 
Ministério das Relações Exteriores FGV Projetos
40
 
 
“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were
 
more interested in analysing musical scores than the actual
 
context in which these were produced and how they were
45
received.” In the 1990s came a cultural shift. Scholars were no
 
longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance
 
of powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where
 
political issues are resolved by mutual support rather than force.
 
[…]
50
 
Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays
 
percussion at a September 2003 concert at the UN headquarters
 
honouring those killed by a bomb at a UN office in Baghdad a month
 
earlier. Photograph: Zuma/Alamy
55
 
Since then, every embassy has a cultural attaché. The US engages
 
in “audio diplomacy” by financing hip-hop festivals in the Middle
 
East. China promotes opera in neighbouring states to project an
 
image of harmony. Brazil has invested in culture to assert itself as
60
a leader in Latin America, notably by establishing close
 
collaboration between its ministries of foreign affairs and culture;
 
musician Gilberto Gil was culture minister during Luiz Inácio Lula
 
da Silva᾽s presidency from 2003 to 2008. He was involved in
 
France’s Year of Brazil. As Fléchet recalls, “the free concert he
65
gave on 13 July, 2005 at the Place de la Bastille was the pinnacle.
 
That day, he sang La Marseillaise in the presence of presidents
 
Lula and Jacques Chirac.” Two years earlier, in September 2003,
 
Gil sang at the UN in honour of the victims of the 19
 
August bombing of the UN headquartes in Baghdad. He was
70
delivering a message of peace, criticising the war on Iraq by the
 
US: “There is no point in preaching security without giving a
 
thought to respecting others,” he told his audience. Closing the
 
concert, he invited then UN secretary general Kofi Annan on
 
stage for a surprise appearance as a percussionist. “This highly
75
symbolic image, which highlighted the conviction that culture can
 
play a role in bringing people together, shows how music can
 
become a political language,” Fléchet says.
(adapted from http://www.theguardian.com/music/2015/oct/31 /music-language-human-rights-political-diplomacy)
Text I focuses on how music may function in international affairs and offers some arguments. In this respect, analyse the following statements:

I. The study of the role music plays in diplomacy is now fullfledged.
II. For many years historians have considered music evidencebased practice.
III. Only a short time ago, musicologists started to move away from the sheet to the setting.
IV. Musicians may promote contexts where dialogue can be established.

Choose the correct answer:

Questão 24

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Forget guns and bombs, it is the power of melody that has
 
changed the world
 
Marie Zawisza
 
Saturday 31 October 2015 10.00 GMT
5
Last modified on Tuesday 10 November 201513.19 GMT
 
 
Celebrated cellist Mstislav Rostropovich plays in front of the Berlin wall
 
on 11 November 1989. Photograph: AP
 
10
An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. The
 
notes of the sarabande of Bach’s Suite No 2 rise in the cold air,
 
praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall,
 
as Mstislav Rostropovich later put it. The photograph is seen
 
around the world. The date is 11 November 1989, and the
15
Russian virtuoso is marching to the beat of history.
 
 
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof,
 
in any case, that music can have a political dimension. Yo-Yo
 
Ma showed as much in September when the cellist opened the
20
new season of the Philharmonie de Paris with the Boston
 
Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United
 
Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project,
 
which trains young musicians from a variety of cultures to listen
 
to and improvise with each other and develop a common
25
repertoire. “In this way, musicians create a dialogue and arrive at
 
common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor at the
 
Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the
 
place of speeches and peace talks, the hope is that it will succeed
 
where diplomacy has failed.[…]
30
 
Curiously, the study of the role of music in international relations
 
is still in its infancy. “Historians must have long seen it as
 
something fanciful, because history has long been dominated by
 
interpretations that stress economic, social and political factors,”
35
says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the
 
Université de Versailles-St-Quentin and co-editor of a book about
 
music and globalisation.
 
 
Ministério das Relações Exteriores FGV Projetos
40
 
 
“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were
 
more interested in analysing musical scores than the actual
 
context in which these were produced and how they were
45
received.” In the 1990s came a cultural shift. Scholars were no
 
longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance
 
of powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where
 
political issues are resolved by mutual support rather than force.
 
[…]
50
 
Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays
 
percussion at a September 2003 concert at the UN headquarters
 
honouring those killed by a bomb at a UN office in Baghdad a month
 
earlier. Photograph: Zuma/Alamy
55
 
Since then, every embassy has a cultural attaché. The US engages
 
in “audio diplomacy” by financing hip-hop festivals in the Middle
 
East. China promotes opera in neighbouring states to project an
 
image of harmony. Brazil has invested in culture to assert itself as
60
a leader in Latin America, notably by establishing close
 
collaboration between its ministries of foreign affairs and culture;
 
musician Gilberto Gil was culture minister during Luiz Inácio Lula
 
da Silva᾽s presidency from 2003 to 2008. He was involved in
 
France’s Year of Brazil. As Fléchet recalls, “the free concert he
65
gave on 13 July, 2005 at the Place de la Bastille was the pinnacle.
 
That day, he sang La Marseillaise in the presence of presidents
 
Lula and Jacques Chirac.” Two years earlier, in September 2003,
 
Gil sang at the UN in honour of the victims of the 19
 
August bombing of the UN headquartes in Baghdad. He was
70
delivering a message of peace, criticising the war on Iraq by the
 
US: “There is no point in preaching security without giving a
 
thought to respecting others,” he told his audience. Closing the
 
concert, he invited then UN secretary general Kofi Annan on
 
stage for a surprise appearance as a percussionist. “This highly
75
symbolic image, which highlighted the conviction that culture can
 
play a role in bringing people together, shows how music can
 
become a political language,” Fléchet says.
(adapted from http://www.theguardian.com/music/2015/oct/31 /music-language-human-rights-political-diplomacy)
The word that is closer in meaning to “stunt” in the question “Publicity stunt or political act?” is:

Questão 25

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Forget guns and bombs, it is the power of melody that has
 
changed the world
 
Marie Zawisza
 
Saturday 31 October 2015 10.00 GMT
5
Last modified on Tuesday 10 November 201513.19 GMT
 
 
Celebrated cellist Mstislav Rostropovich plays in front of the Berlin wall
 
on 11 November 1989. Photograph: AP
 
10
An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. The
 
notes of the sarabande of Bach’s Suite No 2 rise in the cold air,
 
praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall,
 
as Mstislav Rostropovich later put it. The photograph is seen
 
around the world. The date is 11 November 1989, and the
15
Russian virtuoso is marching to the beat of history.
 
 
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof,
 
in any case, that music can have a political dimension. Yo-Yo
 
Ma showed as much in September when the cellist opened the
20
new season of the Philharmonie de Paris with the Boston
 
Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United
 
Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project,
 
which trains young musicians from a variety of cultures to listen
 
to and improvise with each other and develop a common
25
repertoire. “In this way, musicians create a dialogue and arrive at
 
common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor at the
 
Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the
 
place of speeches and peace talks, the hope is that it will succeed
 
where diplomacy has failed.[…]
30
 
Curiously, the study of the role of music in international relations
 
is still in its infancy. “Historians must have long seen it as
 
something fanciful, because history has long been dominated by
 
interpretations that stress economic, social and political factors,”
35
says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the
 
Université de Versailles-St-Quentin and co-editor of a book about
 
music and globalisation.
 
 
Ministério das Relações Exteriores FGV Projetos
40
 
 
“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were
 
more interested in analysing musical scores than the actual
 
context in which these were produced and how they were
45
received.” In the 1990s came a cultural shift. Scholars were no
 
longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance
 
of powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where
 
political issues are resolved by mutual support rather than force.
 
[…]
50
 
Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays
 
percussion at a September 2003 concert at the UN headquarters
 
honouring those killed by a bomb at a UN office in Baghdad a month
 
earlier. Photograph: Zuma/Alamy
55
 
Since then, every embassy has a cultural attaché. The US engages
 
in “audio diplomacy” by financing hip-hop festivals in the Middle
 
East. China promotes opera in neighbouring states to project an
 
image of harmony. Brazil has invested in culture to assert itself as
60
a leader in Latin America, notably by establishing close
 
collaboration between its ministries of foreign affairs and culture;
 
musician Gilberto Gil was culture minister during Luiz Inácio Lula
 
da Silva᾽s presidency from 2003 to 2008. He was involved in
 
France’s Year of Brazil. As Fléchet recalls, “the free concert he
65
gave on 13 July, 2005 at the Place de la Bastille was the pinnacle.
 
That day, he sang La Marseillaise in the presence of presidents
 
Lula and Jacques Chirac.” Two years earlier, in September 2003,
 
Gil sang at the UN in honour of the victims of the 19
 
August bombing of the UN headquartes in Baghdad. He was
70
delivering a message of peace, criticising the war on Iraq by the
 
US: “There is no point in preaching security without giving a
 
thought to respecting others,” he told his audience. Closing the
 
concert, he invited then UN secretary general Kofi Annan on
 
stage for a surprise appearance as a percussionist. “This highly
75
symbolic image, which highlighted the conviction that culture can
 
play a role in bringing people together, shows how music can
 
become a political language,” Fléchet says.
(adapted from http://www.theguardian.com/music/2015/oct/31 /music-language-human-rights-political-diplomacy)
The underlined word in “until quite recently they were more interested in analysing musical scores than the actual context in which these were produced and how they were received” is a synonym of:

Questão 26

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Forget guns and bombs, it is the power of melody that has
 
changed the world
 
Marie Zawisza
 
Saturday 31 October 2015 10.00 GMT
5
Last modified on Tuesday 10 November 201513.19 GMT
 
 
Celebrated cellist Mstislav Rostropovich plays in front of the Berlin wall
 
on 11 November 1989. Photograph: AP
 
10
An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. The
 
notes of the sarabande of Bach’s Suite No 2 rise in the cold air,
 
praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall,
 
as Mstislav Rostropovich later put it. The photograph is seen
 
around the world. The date is 11 November 1989, and the
15
Russian virtuoso is marching to the beat of history.
 
 
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof,
 
in any case, that music can have a political dimension. Yo-Yo
 
Ma showed as much in September when the cellist opened the
20
new season of the Philharmonie de Paris with the Boston
 
Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United
 
Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project,
 
which trains young musicians from a variety of cultures to listen
 
to and improvise with each other and develop a common
25
repertoire. “In this way, musicians create a dialogue and arrive at
 
common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor at the
 
Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the
 
place of speeches and peace talks, the hope is that it will succeed
 
where diplomacy has failed.[…]
30
 
Curiously, the study of the role of music in international relations
 
is still in its infancy. “Historians must have long seen it as
 
something fanciful, because history has long been dominated by
 
interpretations that stress economic, social and political factors,”
35
says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the
 
Université de Versailles-St-Quentin and co-editor of a book about
 
music and globalisation.
 
 
Ministério das Relações Exteriores FGV Projetos
40
 
 
“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were
 
more interested in analysing musical scores than the actual
 
context in which these were produced and how they were
45
received.” In the 1990s came a cultural shift. Scholars were no
 
longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance
 
of powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where
 
political issues are resolved by mutual support rather than force.
 
[…]
50
 
Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays
 
percussion at a September 2003 concert at the UN headquarters
 
honouring those killed by a bomb at a UN office in Baghdad a month
 
earlier. Photograph: Zuma/Alamy
55
 
Since then, every embassy has a cultural attaché. The US engages
 
in “audio diplomacy” by financing hip-hop festivals in the Middle
 
East. China promotes opera in neighbouring states to project an
 
image of harmony. Brazil has invested in culture to assert itself as
60
a leader in Latin America, notably by establishing close
 
collaboration between its ministries of foreign affairs and culture;
 
musician Gilberto Gil was culture minister during Luiz Inácio Lula
 
da Silva᾽s presidency from 2003 to 2008. He was involved in
 
France’s Year of Brazil. As Fléchet recalls, “the free concert he
65
gave on 13 July, 2005 at the Place de la Bastille was the pinnacle.
 
That day, he sang La Marseillaise in the presence of presidents
 
Lula and Jacques Chirac.” Two years earlier, in September 2003,
 
Gil sang at the UN in honour of the victims of the 19
 
August bombing of the UN headquartes in Baghdad. He was
70
delivering a message of peace, criticising the war on Iraq by the
 
US: “There is no point in preaching security without giving a
 
thought to respecting others,” he told his audience. Closing the
 
concert, he invited then UN secretary general Kofi Annan on
 
stage for a surprise appearance as a percussionist. “This highly
75
symbolic image, which highlighted the conviction that culture can
 
play a role in bringing people together, shows how music can
 
become a political language,” Fléchet says.
(adapted from http://www.theguardian.com/music/2015/oct/31 /music-language-human-rights-political-diplomacy)
In the sentence “Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays”, the word “then” means:

Questão 27

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Celebrated cellist Mstislav Rostropovich plays in front of the Berlin wall
 
on 11 November 1989. Photograph: AP
 
10
An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. The
 
notes of the sarabande of Bach’s Suite No 2 rise in the cold air,
 
praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall,
 
as Mstislav Rostropovich later put it. The photograph is seen
 
around the world. The date is 11 November 1989, and the
15
Russian virtuoso is marching to the beat of history.
 
 
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof,
 
in any case, that music can have a political dimension. Yo-Yo
 
Ma showed as much in September when the cellist opened the
20
new season of the Philharmonie de Paris with the Boston
 
Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United
 
Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project,
 
which trains young musicians from a variety of cultures to listen
 
to and improvise with each other and develop a common
25
repertoire. “In this way, musicians create a dialogue and arrive at
 
common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor at the
 
Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the
 
place of speeches and peace talks, the hope is that it will succeed
 
where diplomacy has failed.[…]
30
 
Curiously, the study of the role of music in international relations
 
is still in its infancy. “Historians must have long seen it as
 
something fanciful, because history has long been dominated by
 
interpretations that stress economic, social and political factors,”
35
says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the
 
Université de Versailles-St-Quentin and co-editor of a book about
 
music and globalisation.
 
 
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“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were
 
more interested in analysing musical scores than the actual
 
context in which these were produced and how they were
45
received.” In the 1990s came a cultural shift. Scholars were no
 
longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance
 
of powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where
 
political issues are resolved by mutual support rather than force.
 
[…]
50
 
Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays
 
percussion at a September 2003 concert at the UN headquarters
 
honouring those killed by a bomb at a UN office in Baghdad a month
 
earlier. Photograph: Zuma/Alamy
55
 
Since then, every embassy has a cultural attaché. The US engages
 
in “audio diplomacy” by financing hip-hop festivals in the Middle
 
East. China promotes opera in neighbouring states to project an
 
image of harmony. Brazil has invested in culture to assert itself as
60
a leader in Latin America, notably by establishing close
 
collaboration between its ministries of foreign affairs and culture;
 
musician Gilberto Gil was culture minister during Luiz Inácio Lula
 
da Silva᾽s presidency from 2003 to 2008. He was involved in
 
France’s Year of Brazil. As Fléchet recalls, “the free concert he
65
gave on 13 July, 2005 at the Place de la Bastille was the pinnacle.
 
That day, he sang La Marseillaise in the presence of presidents
 
Lula and Jacques Chirac.” Two years earlier, in September 2003,
 
Gil sang at the UN in honour of the victims of the 19
 
August bombing of the UN headquartes in Baghdad. He was
70
delivering a message of peace, criticising the war on Iraq by the
 
US: “There is no point in preaching security without giving a
 
thought to respecting others,” he told his audience. Closing the
 
concert, he invited then UN secretary general Kofi Annan on
 
stage for a surprise appearance as a percussionist. “This highly
75
symbolic image, which highlighted the conviction that culture can
 
play a role in bringing people together, shows how music can
 
become a political language,” Fléchet says.
(adapted from http://www.theguardian.com/music/2015/oct/31 /music-language-human-rights-political-diplomacy)
“All words belong to categories called word classes (or parts of speech) according to the part they play in a sentence” (http://www.oxforddictionaries.com/words/word-classes-orparts-of-speech). The underlined word in the sentence “history has long been dominated by interpretations that stress economic, social and political factors” belongs to the same class as the underlined word in:

Questão 28

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Celebrated cellist Mstislav Rostropovich plays in front of the Berlin wall
 
on 11 November 1989. Photograph: AP
 
10
An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. The
 
notes of the sarabande of Bach’s Suite No 2 rise in the cold air,
 
praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall,
 
as Mstislav Rostropovich later put it. The photograph is seen
 
around the world. The date is 11 November 1989, and the
15
Russian virtuoso is marching to the beat of history.
 
 
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof,
 
in any case, that music can have a political dimension. Yo-Yo
 
Ma showed as much in September when the cellist opened the
20
new season of the Philharmonie de Paris with the Boston
 
Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United
 
Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project,
 
which trains young musicians from a variety of cultures to listen
 
to and improvise with each other and develop a common
25
repertoire. “In this way, musicians create a dialogue and arrive at
 
common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor at the
 
Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the
 
place of speeches and peace talks, the hope is that it will succeed
 
where diplomacy has failed.[…]
30
 
Curiously, the study of the role of music in international relations
 
is still in its infancy. “Historians must have long seen it as
 
something fanciful, because history has long been dominated by
 
interpretations that stress economic, social and political factors,”
35
says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the
 
Université de Versailles-St-Quentin and co-editor of a book about
 
music and globalisation.
 
 
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“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were
 
more interested in analysing musical scores than the actual
 
context in which these were produced and how they were
45
received.” In the 1990s came a cultural shift. Scholars were no
 
longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance
 
of powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where
 
political issues are resolved by mutual support rather than force.
 
[…]
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Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays
 
percussion at a September 2003 concert at the UN headquarters
 
honouring those killed by a bomb at a UN office in Baghdad a month
 
earlier. Photograph: Zuma/Alamy
55
 
Since then, every embassy has a cultural attaché. The US engages
 
in “audio diplomacy” by financing hip-hop festivals in the Middle
 
East. China promotes opera in neighbouring states to project an
 
image of harmony. Brazil has invested in culture to assert itself as
60
a leader in Latin America, notably by establishing close
 
collaboration between its ministries of foreign affairs and culture;
 
musician Gilberto Gil was culture minister during Luiz Inácio Lula
 
da Silva᾽s presidency from 2003 to 2008. He was involved in
 
France’s Year of Brazil. As Fléchet recalls, “the free concert he
65
gave on 13 July, 2005 at the Place de la Bastille was the pinnacle.
 
That day, he sang La Marseillaise in the presence of presidents
 
Lula and Jacques Chirac.” Two years earlier, in September 2003,
 
Gil sang at the UN in honour of the victims of the 19
 
August bombing of the UN headquartes in Baghdad. He was
70
delivering a message of peace, criticising the war on Iraq by the
 
US: “There is no point in preaching security without giving a
 
thought to respecting others,” he told his audience. Closing the
 
concert, he invited then UN secretary general Kofi Annan on
 
stage for a surprise appearance as a percussionist. “This highly
75
symbolic image, which highlighted the conviction that culture can
 
play a role in bringing people together, shows how music can
 
become a political language,” Fléchet says.
(adapted from http://www.theguardian.com/music/2015/oct/31 /music-language-human-rights-political-diplomacy)
The underlined part of the sentence “He was involved in France’s Year of Brazil” is an answer to the question:

Questão 29

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on 11 November 1989. Photograph: AP
 
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notes of the sarabande of Bach’s Suite No 2 rise in the cold air,
 
praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall,
 
as Mstislav Rostropovich later put it. The photograph is seen
 
around the world. The date is 11 November 1989, and the
15
Russian virtuoso is marching to the beat of history.
 
 
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof,
 
in any case, that music can have a political dimension. Yo-Yo
 
Ma showed as much in September when the cellist opened the
20
new season of the Philharmonie de Paris with the Boston
 
Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United
 
Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project,
 
which trains young musicians from a variety of cultures to listen
 
to and improvise with each other and develop a common
25
repertoire. “In this way, musicians create a dialogue and arrive at
 
common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor at the
 
Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the
 
place of speeches and peace talks, the hope is that it will succeed
 
where diplomacy has failed.[…]
30
 
Curiously, the study of the role of music in international relations
 
is still in its infancy. “Historians must have long seen it as
 
something fanciful, because history has long been dominated by
 
interpretations that stress economic, social and political factors,”
35
says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the
 
Université de Versailles-St-Quentin and co-editor of a book about
 
music and globalisation.
 
 
Ministério das Relações Exteriores FGV Projetos
40
 
 
“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were
 
more interested in analysing musical scores than the actual
 
context in which these were produced and how they were
45
received.” In the 1990s came a cultural shift. Scholars were no
 
longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance
 
of powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where
 
political issues are resolved by mutual support rather than force.
 
[…]
50
 
Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays
 
percussion at a September 2003 concert at the UN headquarters
 
honouring those killed by a bomb at a UN office in Baghdad a month
 
earlier. Photograph: Zuma/Alamy
55
 
Since then, every embassy has a cultural attaché. The US engages
 
in “audio diplomacy” by financing hip-hop festivals in the Middle
 
East. China promotes opera in neighbouring states to project an
 
image of harmony. Brazil has invested in culture to assert itself as
60
a leader in Latin America, notably by establishing close
 
collaboration between its ministries of foreign affairs and culture;
 
musician Gilberto Gil was culture minister during Luiz Inácio Lula
 
da Silva᾽s presidency from 2003 to 2008. He was involved in
 
France’s Year of Brazil. As Fléchet recalls, “the free concert he
65
gave on 13 July, 2005 at the Place de la Bastille was the pinnacle.
 
That day, he sang La Marseillaise in the presence of presidents
 
Lula and Jacques Chirac.” Two years earlier, in September 2003,
 
Gil sang at the UN in honour of the victims of the 19
 
August bombing of the UN headquartes in Baghdad. He was
70
delivering a message of peace, criticising the war on Iraq by the
 
US: “There is no point in preaching security without giving a
 
thought to respecting others,” he told his audience. Closing the
 
concert, he invited then UN secretary general Kofi Annan on
 
stage for a surprise appearance as a percussionist. “This highly
75
symbolic image, which highlighted the conviction that culture can
 
play a role in bringing people together, shows how music can
 
become a political language,” Fléchet says.
(adapted from http://www.theguardian.com/music/2015/oct/31 /music-language-human-rights-political-diplomacy)
The expression “rather than” in “political issues are resolved by mutual support rather than force” can be replaced without change in meaning by:

Questão 30

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Celebrated cellist Mstislav Rostropovich plays in front of the Berlin wall
 
on 11 November 1989. Photograph: AP
 
10
An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. The
 
notes of the sarabande of Bach’s Suite No 2 rise in the cold air,
 
praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall,
 
as Mstislav Rostropovich later put it. The photograph is seen
 
around the world. The date is 11 November 1989, and the
15
Russian virtuoso is marching to the beat of history.
 
 
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof,
 
in any case, that music can have a political dimension. Yo-Yo
 
Ma showed as much in September when the cellist opened the
20
new season of the Philharmonie de Paris with the Boston
 
Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United
 
Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project,
 
which trains young musicians from a variety of cultures to listen
 
to and improvise with each other and develop a common
25
repertoire. “In this way, musicians create a dialogue and arrive at
 
common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor at the
 
Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the
 
place of speeches and peace talks, the hope is that it will succeed
 
where diplomacy has failed.[…]
30
 
Curiously, the study of the role of music in international relations
 
is still in its infancy. “Historians must have long seen it as
 
something fanciful, because history has long been dominated by
 
interpretations that stress economic, social and political factors,”
35
says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the
 
Université de Versailles-St-Quentin and co-editor of a book about
 
music and globalisation.
 
 
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“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were
 
more interested in analysing musical scores than the actual
 
context in which these were produced and how they were
45
received.” In the 1990s came a cultural shift. Scholars were no
 
longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance
 
of powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where
 
political issues are resolved by mutual support rather than force.
 
[…]
50
 
Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays
 
percussion at a September 2003 concert at the UN headquarters
 
honouring those killed by a bomb at a UN office in Baghdad a month
 
earlier. Photograph: Zuma/Alamy
55
 
Since then, every embassy has a cultural attaché. The US engages
 
in “audio diplomacy” by financing hip-hop festivals in the Middle
 
East. China promotes opera in neighbouring states to project an
 
image of harmony. Brazil has invested in culture to assert itself as
60
a leader in Latin America, notably by establishing close
 
collaboration between its ministries of foreign affairs and culture;
 
musician Gilberto Gil was culture minister during Luiz Inácio Lula
 
da Silva᾽s presidency from 2003 to 2008. He was involved in
 
France’s Year of Brazil. As Fléchet recalls, “the free concert he
65
gave on 13 July, 2005 at the Place de la Bastille was the pinnacle.
 
That day, he sang La Marseillaise in the presence of presidents
 
Lula and Jacques Chirac.” Two years earlier, in September 2003,
 
Gil sang at the UN in honour of the victims of the 19
 
August bombing of the UN headquartes in Baghdad. He was
70
delivering a message of peace, criticising the war on Iraq by the
 
US: “There is no point in preaching security without giving a
 
thought to respecting others,” he told his audience. Closing the
 
concert, he invited then UN secretary general Kofi Annan on
 
stage for a surprise appearance as a percussionist. “This highly
75
symbolic image, which highlighted the conviction that culture can
 
play a role in bringing people together, shows how music can
 
become a political language,” Fléchet says.
(adapted from http://www.theguardian.com/music/2015/oct/31 /music-language-human-rights-political-diplomacy)
The correct form of reporting the sentence “‘…musicians create a dialogue and arrive at common policies,’ says analyst Frédéric Ramel” is:

Questão 31

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Does your workplace offer affordances for #wellbeing? Natural
 
light, movement, a view, informal areas to socialize or
 
collaborate? 40% say no.
 
(https://www.pinterest.com/jeremytodddavis/world-work worker- workplace/)
According to the survey conducted in Text II, the workers who are unhappy with their working conditions are:

Questão 32

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Does your workplace offer affordances for #wellbeing? Natural
 
light, movement, a view, informal areas to socialize or
 
collaborate? 40% say no.
 
(https://www.pinterest.com/jeremytodddavis/world-work worker- workplace/)
According to Text II, when workers complain that too much noise in the office has been undermining their work, they probably need:

Questão 33

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Does your workplace offer affordances for #wellbeing? Natural
 
light, movement, a view, informal areas to socialize or
 
collaborate? 40% say no.
 
(https://www.pinterest.com/jeremytodddavis/world-work worker- workplace/)
In “pleasing views” the word “pleasing” is to “pleasure” as:

Questão 34

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Does your workplace offer affordances for #wellbeing? Natural
 
light, movement, a view, informal areas to socialize or
 
collaborate? 40% say no.
 
(https://www.pinterest.com/jeremytodddavis/world-work worker- workplace/)
The logical link created by the underlined words in “91% of people say they need casual spaces to re-energize and yet more than half (51%) have no place to go within the workplace” is the same as the one created by:

Questão 35

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changed the world
 
Marie Zawisza
 
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Celebrated cellist Mstislav Rostropovich plays in front of the Berlin wall
 
on 11 November 1989. Photograph: AP
 
10
An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. The
 
notes of the sarabande of Bach’s Suite No 2 rise in the cold air,
 
praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall,
 
as Mstislav Rostropovich later put it. The photograph is seen
 
around the world. The date is 11 November 1989, and the
15
Russian virtuoso is marching to the beat of history.
 
 
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof,
 
in any case, that music can have a political dimension. Yo-Yo
 
Ma showed as much in September when the cellist opened the
20
new season of the Philharmonie de Paris with the Boston
 
Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United
 
Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project,
 
which trains young musicians from a variety of cultures to listen
 
to and improvise with each other and develop a common
25
repertoire. “In this way, musicians create a dialogue and arrive at
 
common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor at the
 
Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the
 
place of speeches and peace talks, the hope is that it will succeed
 
where diplomacy has failed.[…]
30
 
Curiously, the study of the role of music in international relations
 
is still in its infancy. “Historians must have long seen it as
 
something fanciful, because history has long been dominated by
 
interpretations that stress economic, social and political factors,”
35
says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the
 
Université de Versailles-St-Quentin and co-editor of a book about
 
music and globalisation.
 
 
Ministério das Relações Exteriores FGV Projetos
40
 
 
“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were
 
more interested in analysing musical scores than the actual
 
context in which these were produced and how they were
45
received.” In the 1990s came a cultural shift. Scholars were no
 
longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance
 
of powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where
 
political issues are resolved by mutual support rather than force.
 
[…]
50
 
Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays
 
percussion at a September 2003 concert at the UN headquarters
 
honouring those killed by a bomb at a UN office in Baghdad a month
 
earlier. Photograph: Zuma/Alamy
55
 
Since then, every embassy has a cultural attaché. The US engages
 
in “audio diplomacy” by financing hip-hop festivals in the Middle
 
East. China promotes opera in neighbouring states to project an
 
image of harmony. Brazil has invested in culture to assert itself as
60
a leader in Latin America, notably by establishing close
 
collaboration between its ministries of foreign affairs and culture;
 
musician Gilberto Gil was culture minister during Luiz Inácio Lula
 
da Silva᾽s presidency from 2003 to 2008. He was involved in
 
France’s Year of Brazil. As Fléchet recalls, “the free concert he
65
gave on 13 July, 2005 at the Place de la Bastille was the pinnacle.
 
That day, he sang La Marseillaise in the presence of presidents
 
Lula and Jacques Chirac.” Two years earlier, in September 2003,
 
Gil sang at the UN in honour of the victims of the 19
 
August bombing of the UN headquartes in Baghdad. He was
70
delivering a message of peace, criticising the war on Iraq by the
 
US: “There is no point in preaching security without giving a
 
thought to respecting others,” he told his audience. Closing the
 
concert, he invited then UN secretary general Kofi Annan on
 
stage for a surprise appearance as a percussionist. “This highly
75
symbolic image, which highlighted the conviction that culture can
 
play a role in bringing people together, shows how music can
 
become a political language,” Fléchet says.
(adapted from http://www.theguardian.com/music/2015/oct/31 /music-language-human-rights-political-diplomacy)
Text I focuses on how music may function in international affairs and offers some arguments. In this respect, analyse the following statements:

I. The study of the role music plays in diplomacy is now fullfledged.
II. For many years historians have considered music evidencebased practice.
III. Only a short time ago, musicologists started to move away from the sheet to the setting.
IV. Musicians may promote contexts where dialogue can be established.

Choose the correct answer:

Questão 36

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Does your workplace offer affordances for #wellbeing? Natural
 
light, movement, a view, informal areas to socialize or
 
collaborate? 40% say no.
 
(https://www.pinterest.com/jeremytodddavis/world-work worker- workplace/)
1
What language should one use when speaking to diplomats, or
 
what language should diplomats use? Or, to be more precise,
 
what language/languages should a (young) diplomat try to learn
 
to be more successful in his profession?
5
 
The term "language in diplomacy" obviously can be interpreted in
 
several ways. First, as tongue ("mother" tongue or an acquired
 
one), the speech "used by one nation, tribe, or other similar large
 
group of people"; in this sense we can say, for example,
10
that French used to be the predominant diplomatic language in
 
the first half of the 20th century. Second, as a special way of
 
expressing the subtle needs of the diplomatic profession; in this
 
way it can be said, for example, that the delegate of such-and-
 
such a country spoke of the given subject in totally non-
15
diplomatic language. Also, the term can refer to the particular
 
form, style, manner or tone of expression; such as the minister
 
formulated his conditions in unusually strong language. It may
 
mean as well the verbal or non-verbal expression of thoughts or
 
feelings: sending the gunships is a language that everybody
20
understands.
 
 
All of these meanings - and probably several others - can be
 
utilised in both oral and written practice. In any of these senses,
 
the use of language in diplomacy is of major importance, since
25
language is not a simple tool, vehicle for transmission of
 
thoughts, or instrument of communication, but very often the
 
very essence of the diplomatic vocation, and that has been so
 
from the early beginnings of our profession. That is why from
 
early times the first envoys of the Egyptian pharaohs,
30
Roman legates, mediaeval Dubrovnik consuls, etc., had to be
 
educated and trained people, well-spoken and polyglots.
 
 
Let us first look into different aspects of diplomatic language in its
 
basic meaning - that of a tongue. Obviously, the first problem to
35
solve is finding a common tongue. Diplomats only exceptionally
 
find themselves in the situation to be able to communicate in one
 
language, common to all participants. This may be done between,
 
for example, Germans and Austrians, or Portuguese and
 
Brazilians, or representatives of different Arab countries, or
40
British and Americans, etc. Not only are such occasions rare, but
 
very often there is a serious difference between the same
 
language used in one country and another.
 
 
There are several ways to overcome the problem of
45
communication between people who speak different mother
 
tongues. None of these ways is ideal. One solution, obviously, is
 
that one of the interlocutors speaks the language of the other.
 
Problems may arise: the knowledge of the language may not be
 
adequate, one side is making a concession and the other has an
50
immediate and significant advantage, there are possible political
 
implications, it may be difficult to apply in multilateral diplomacy,
 
etc. A second possibility is that both sides use a third, neutral,
 
language. A potential problem may be that neither side possesses
 
full linguistic knowledge and control, leading to possible bad
55
misunderstandings. Nevertheless, this method is frequently
 
applied in international practice because of its political
 
advantages. A third formula, using interpreters, is also very
 
widely used, particularly in multilateral diplomacy or for
 
negotiations at a very high political level - not only for reasons of
60
equity, but because politicians and statesmen often do not speak
 
foreign languages. This method also has disadvantages: it is time
 
consuming, costly, and sometimes inadequate or
 
straightforwardly incorrect. […] Finally, there is the possibility of
 
using one international synthetic, artificial language, such as
65
Esperanto; this solution would have many advantages, but
 
unfortunately is not likely to be implemented soon, mostly
 
because of the opposition of factors that dominate in the
 
international political - and therefore also cultural and linguistic -
 
scene.
70
So, which language is the diplomatic one? The answer is not
 
simple at all […].
 
Words are bricks from which sentences are made. Each sentence
 
should be a wound-up thought. If one wants to be clear, and
 
particularly when using a language which he does not master
75
perfectly, it is better to use short, simple sentences. On the
 
contrary, if one wishes to camouflage his thoughts or even not
 
say anything specific, it can be well achieved by using a more
 
complicated style, complex sentences, digressions, interrupting
 
one's own flow of thought and introducing new topics. One may
80
leave the impression of being a little confused, but the basic
 
purpose of withholding the real answer can be accomplished.
(adapted from http://www.diplomacy.edu/books/language_and_ diplomacy/texts/pdf/nick.PDF)
Mark the statements below as TRUE (T) or FALSE (F) according to points raised in Text III.

( ) Diplomats are often in situations where a common language is spoken.
( ) Using an interpreter as mediator is a flawless alternative for diplomatic meetings.
( ) Despite the efforts to do away with problems in communication, the ideal solution has not been found yet.

The correct sequence is:

Questão 37

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Forget guns and bombs, it is the power of melody that has
 
changed the world
 
Marie Zawisza
 
Saturday 31 October 2015 10.00 GMT
5
Last modified on Tuesday 10 November 201513.19 GMT
 
 
Celebrated cellist Mstislav Rostropovich plays in front of the Berlin wall
 
on 11 November 1989. Photograph: AP
 
10
An old man plays his cello at the foot of a crumbling wall. The
 
notes of the sarabande of Bach’s Suite No 2 rise in the cold air,
 
praising God for the “miracle” of the fall of the Berlin Wall,
 
as Mstislav Rostropovich later put it. The photograph is seen
 
around the world. The date is 11 November 1989, and the
15
Russian virtuoso is marching to the beat of history.
 
 
Publicity stunt or political act? No doubt a bit of both – and proof,
 
in any case, that music can have a political dimension. Yo-Yo
 
Ma showed as much in September when the cellist opened the
20
new season of the Philharmonie de Paris with the Boston
 
Symphony Orchestra. As a “messenger of peace” for the United
 
Nations, the Chinese American is the founder of Silk Road Project,
 
which trains young musicians from a variety of cultures to listen
 
to and improvise with each other and develop a common
25
repertoire. “In this way, musicians create a dialogue and arrive at
 
common policies,” says analyst Frédéric Ramel, a professor at the
 
Institut d’Études Politiques in Paris. By having music take the
 
place of speeches and peace talks, the hope is that it will succeed
 
where diplomacy has failed.[…]
30
 
Curiously, the study of the role of music in international relations
 
is still in its infancy. “Historians must have long seen it as
 
something fanciful, because history has long been dominated by
 
interpretations that stress economic, social and political factors,”
35
says Anaïs Fléchet, a lecturer in contemporary history at the
 
Université de Versailles-St-Quentin and co-editor of a book about
 
music and globalisation.
 
 
Ministério das Relações Exteriores FGV Projetos
40
 
 
“As for musicologists,” she adds, “until quite recently they were
 
more interested in analysing musical scores than the actual
 
context in which these were produced and how they were
45
received.” In the 1990s came a cultural shift. Scholars were no
 
longer interested solely in “hard power” – that is, in the balance
 
of powers and in geopolitics – but also in “soft power”, where
 
political issues are resolved by mutual support rather than force.
 
[…]
50
 
Gilberto Gil sings while then UN secretary general Kofi Annan plays
 
percussion at a September 2003 concert at the UN headquarters
 
honouring those killed by a bomb at a UN office in Baghdad a month
 
earlier. Photograph: Zuma/Alamy
55
 
Since then, every embassy has a cultural attaché. The US engages
 
in “audio diplomacy” by financing hip-hop festivals in the Middle
 
East. China promotes opera in neighbouring states to project an
 
image of harmony. Brazil has invested in culture to assert itself as
60
a leader in Latin America, notably by establishing close
 
collaboration between its ministries of foreign affairs and culture;
 
musician Gilberto Gil was culture minister during Luiz Inácio Lula
 
da Silva᾽s presidency from 2003 to 2008. He was involved in
 
France’s Year of Brazil. As Fléchet recalls, “the free concert he
65
gave on 13 July, 2005 at the Place de la Bastille was the pinnacle.
 
That day, he sang La Marseillaise in the presence of presidents
 
Lula and Jacques Chirac.” Two years earlier, in September 2003,
 
Gil sang at the UN in honour of the victims of the 19
 
August bombing of the UN headquartes in Baghdad. He was
70
delivering a message of peace, criticising the war on Iraq by the
 
US: “There is no point in preaching security without giving a
 
thought to respecting others,” he told his audience. Closing the
 
concert, he invited then UN secretary general Kofi Annan on
 
stage for a surprise appearance as a percussionist. “This highly
75
symbolic image, which highlighted the conviction that culture can
 
play a role in bringing people together, shows how music can
 
become a political language,” Fléchet says.
(adapted from http://www.theguardian.com/music/2015/oct/31 /music-language-human-rights-political-diplomacy)
Text I focuses on how music may function in international affairs and offers some arguments. In this respect, analyse the following statements:

I. The study of the role music plays in diplomacy is now fullfledged.
II. For many years historians have considered music evidencebased practice.
III. Only a short time ago, musicologists started to move away from the sheet to the setting.
IV. Musicians may promote contexts where dialogue can be established.

Choose the correct answer:

Questão 38

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
Does your workplace offer affordances for #wellbeing? Natural
 
light, movement, a view, informal areas to socialize or
 
collaborate? 40% say no.
 
(https://www.pinterest.com/jeremytodddavis/world-work worker- workplace/)
1
What language should one use when speaking to diplomats, or
 
what language should diplomats use? Or, to be more precise,
 
what language/languages should a (young) diplomat try to learn
 
to be more successful in his profession?
5
 
The term "language in diplomacy" obviously can be interpreted in
 
several ways. First, as tongue ("mother" tongue or an acquired
 
one), the speech "used by one nation, tribe, or other similar large
 
group of people"; in this sense we can say, for example,
10
that French used to be the predominant diplomatic language in
 
the first half of the 20th century. Second, as a special way of
 
expressing the subtle needs of the diplomatic profession; in this
 
way it can be said, for example, that the delegate of such-and-
 
such a country spoke of the given subject in totally non-
15
diplomatic language. Also, the term can refer to the particular
 
form, style, manner or tone of expression; such as the minister
 
formulated his conditions in unusually strong language. It may
 
mean as well the verbal or non-verbal expression of thoughts or
 
feelings: sending the gunships is a language that everybody
20
understands.
 
 
All of these meanings - and probably several others - can be
 
utilised in both oral and written practice. In any of these senses,
 
the use of language in diplomacy is of major importance, since
25
language is not a simple tool, vehicle for transmission of
 
thoughts, or instrument of communication, but very often the
 
very essence of the diplomatic vocation, and that has been so
 
from the early beginnings of our profession. That is why from
 
early times the first envoys of the Egyptian pharaohs,
30
Roman legates, mediaeval Dubrovnik consuls, etc., had to be
 
educated and trained people, well-spoken and polyglots.
 
 
Let us first look into different aspects of diplomatic language in its
 
basic meaning - that of a tongue. Obviously, the first problem to
35
solve is finding a common tongue. Diplomats only exceptionally
 
find themselves in the situation to be able to communicate in one
 
language, common to all participants. This may be done between,
 
for example, Germans and Austrians, or Portuguese and
 
Brazilians, or representatives of different Arab countries, or
40
British and Americans, etc. Not only are such occasions rare, but
 
very often there is a serious difference between the same
 
language used in one country and another.
 
 
There are several ways to overcome the problem of
45
communication between people who speak different mother
 
tongues. None of these ways is ideal. One solution, obviously, is
 
that one of the interlocutors speaks the language of the other.
 
Problems may arise: the knowledge of the language may not be
 
adequate, one side is making a concession and the other has an
50
immediate and significant advantage, there are possible political
 
implications, it may be difficult to apply in multilateral diplomacy,
 
etc. A second possibility is that both sides use a third, neutral,
 
language. A potential problem may be that neither side possesses
 
full linguistic knowledge and control, leading to possible bad
55
misunderstandings. Nevertheless, this method is frequently
 
applied in international practice because of its political
 
advantages. A third formula, using interpreters, is also very
 
widely used, particularly in multilateral diplomacy or for
 
negotiations at a very high political level - not only for reasons of
60
equity, but because politicians and statesmen often do not speak
 
foreign languages. This method also has disadvantages: it is time
 
consuming, costly, and sometimes inadequate or
 
straightforwardly incorrect. […] Finally, there is the possibility of
 
using one international synthetic, artificial language, such as
65
Esperanto; this solution would have many advantages, but
 
unfortunately is not likely to be implemented soon, mostly
 
because of the opposition of factors that dominate in the
 
international political - and therefore also cultural and linguistic -
 
scene.
70
So, which language is the diplomatic one? The answer is not
 
simple at all […].
 
Words are bricks from which sentences are made. Each sentence
 
should be a wound-up thought. If one wants to be clear, and
 
particularly when using a language which he does not master
75
perfectly, it is better to use short, simple sentences. On the
 
contrary, if one wishes to camouflage his thoughts or even not
 
say anything specific, it can be well achieved by using a more
 
complicated style, complex sentences, digressions, interrupting
 
one's own flow of thought and introducing new topics. One may
80
leave the impression of being a little confused, but the basic
 
purpose of withholding the real answer can be accomplished.
(adapted from http://www.diplomacy.edu/books/language_and_ diplomacy/texts/pdf/nick.PDF)
The word that forms the plural in the same way as “fora” in “The United States and Brazil are also advancing human rights issues in bilateral and multilateral fora” is:

Questão 39

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light, movement, a view, informal areas to socialize or
 
collaborate? 40% say no.
 
(https://www.pinterest.com/jeremytodddavis/world-work worker- workplace/)
1
What language should one use when speaking to diplomats, or
 
what language should diplomats use? Or, to be more precise,
 
what language/languages should a (young) diplomat try to learn
 
to be more successful in his profession?
5
 
The term "language in diplomacy" obviously can be interpreted in
 
several ways. First, as tongue ("mother" tongue or an acquired
 
one), the speech "used by one nation, tribe, or other similar large
 
group of people"; in this sense we can say, for example,
10
that French used to be the predominant diplomatic language in
 
the first half of the 20th century. Second, as a special way of
 
expressing the subtle needs of the diplomatic profession; in this
 
way it can be said, for example, that the delegate of such-and-
 
such a country spoke of the given subject in totally non-
15
diplomatic language. Also, the term can refer to the particular
 
form, style, manner or tone of expression; such as the minister
 
formulated his conditions in unusually strong language. It may
 
mean as well the verbal or non-verbal expression of thoughts or
 
feelings: sending the gunships is a language that everybody
20
understands.
 
 
All of these meanings - and probably several others - can be
 
utilised in both oral and written practice. In any of these senses,
 
the use of language in diplomacy is of major importance, since
25
language is not a simple tool, vehicle for transmission of
 
thoughts, or instrument of communication, but very often the
 
very essence of the diplomatic vocation, and that has been so
 
from the early beginnings of our profession. That is why from
 
early times the first envoys of the Egyptian pharaohs,
30
Roman legates, mediaeval Dubrovnik consuls, etc., had to be
 
educated and trained people, well-spoken and polyglots.
 
 
Let us first look into different aspects of diplomatic language in its
 
basic meaning - that of a tongue. Obviously, the first problem to
35
solve is finding a common tongue. Diplomats only exceptionally
 
find themselves in the situation to be able to communicate in one
 
language, common to all participants. This may be done between,
 
for example, Germans and Austrians, or Portuguese and
 
Brazilians, or representatives of different Arab countries, or
40
British and Americans, etc. Not only are such occasions rare, but
 
very often there is a serious difference between the same
 
language used in one country and another.
 
 
There are several ways to overcome the problem of
45
communication between people who speak different mother
 
tongues. None of these ways is ideal. One solution, obviously, is
 
that one of the interlocutors speaks the language of the other.
 
Problems may arise: the knowledge of the language may not be
 
adequate, one side is making a concession and the other has an
50
immediate and significant advantage, there are possible political
 
implications, it may be difficult to apply in multilateral diplomacy,
 
etc. A second possibility is that both sides use a third, neutral,
 
language. A potential problem may be that neither side possesses
 
full linguistic knowledge and control, leading to possible bad
55
misunderstandings. Nevertheless, this method is frequently
 
applied in international practice because of its political
 
advantages. A third formula, using interpreters, is also very
 
widely used, particularly in multilateral diplomacy or for
 
negotiations at a very high political level - not only for reasons of
60
equity, but because politicians and statesmen often do not speak
 
foreign languages. This method also has disadvantages: it is time
 
consuming, costly, and sometimes inadequate or
 
straightforwardly incorrect. […] Finally, there is the possibility of
 
using one international synthetic, artificial language, such as
65
Esperanto; this solution would have many advantages, but
 
unfortunately is not likely to be implemented soon, mostly
 
because of the opposition of factors that dominate in the
 
international political - and therefore also cultural and linguistic -
 
scene.
70
So, which language is the diplomatic one? The answer is not
 
simple at all […].
 
Words are bricks from which sentences are made. Each sentence
 
should be a wound-up thought. If one wants to be clear, and
 
particularly when using a language which he does not master
75
perfectly, it is better to use short, simple sentences. On the
 
contrary, if one wishes to camouflage his thoughts or even not
 
say anything specific, it can be well achieved by using a more
 
complicated style, complex sentences, digressions, interrupting
 
one's own flow of thought and introducing new topics. One may
80
leave the impression of being a little confused, but the basic
 
purpose of withholding the real answer can be accomplished.
(adapted from http://www.diplomacy.edu/books/language_and_ diplomacy/texts/pdf/nick.PDF)
In the passage “Second, as a special way of expressing the subtle needs of the diplomatic profession; in this way it can be said, for example, that the delegate of such-and-such a country spoke…” the expression “in this way” can be replaced, without change in meaning by:

Questão 40

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Does your workplace offer affordances for #wellbeing? Natural
 
light, movement, a view, informal areas to socialize or
 
collaborate? 40% say no.
 
(https://www.pinterest.com/jeremytodddavis/world-work worker- workplace/)
1
What language should one use when speaking to diplomats, or
 
what language should diplomats use? Or, to be more precise,
 
what language/languages should a (young) diplomat try to learn
 
to be more successful in his profession?
5
 
The term "language in diplomacy" obviously can be interpreted in
 
several ways. First, as tongue ("mother" tongue or an acquired
 
one), the speech "used by one nation, tribe, or other similar large
 
group of people"; in this sense we can say, for example,
10
that French used to be the predominant diplomatic language in
 
the first half of the 20th century. Second, as a special way of
 
expressing the subtle needs of the diplomatic profession; in this
 
way it can be said, for example, that the delegate of such-and-
 
such a country spoke of the given subject in totally non-
15
diplomatic language. Also, the term can refer to the particular
 
form, style, manner or tone of expression; such as the minister
 
formulated his conditions in unusually strong language. It may
 
mean as well the verbal or non-verbal expression of thoughts or
 
feelings: sending the gunships is a language that everybody
20
understands.
 
 
All of these meanings - and probably several others - can be
 
utilised in both oral and written practice. In any of these senses,
 
the use of language in diplomacy is of major importance, since
25
language is not a simple tool, vehicle for transmission of
 
thoughts, or instrument of communication, but very often the
 
very essence of the diplomatic vocation, and that has been so
 
from the early beginnings of our profession. That is why from
 
early times the first envoys of the Egyptian pharaohs,
30
Roman legates, mediaeval Dubrovnik consuls, etc., had to be
 
educated and trained people, well-spoken and polyglots.
 
 
Let us first look into different aspects of diplomatic language in its
 
basic meaning - that of a tongue. Obviously, the first problem to
35
solve is finding a common tongue. Diplomats only exceptionally
 
find themselves in the situation to be able to communicate in one
 
language, common to all participants. This may be done between,
 
for example, Germans and Austrians, or Portuguese and
 
Brazilians, or representatives of different Arab countries, or
40
British and Americans, etc. Not only are such occasions rare, but
 
very often there is a serious difference between the same
 
language used in one country and another.
 
 
There are several ways to overcome the problem of
45
communication between people who speak different mother
 
tongues. None of these ways is ideal. One solution, obviously, is
 
that one of the interlocutors speaks the language of the other.
 
Problems may arise: the knowledge of the language may not be
 
adequate, one side is making a concession and the other has an
50
immediate and significant advantage, there are possible political
 
implications, it may be difficult to apply in multilateral diplomacy,
 
etc. A second possibility is that both sides use a third, neutral,
 
language. A potential problem may be that neither side possesses
 
full linguistic knowledge and control, leading to possible bad
55
misunderstandings. Nevertheless, this method is frequently
 
applied in international practice because of its political
 
advantages. A third formula, using interpreters, is also very
 
widely used, particularly in multilateral diplomacy or for
 
negotiations at a very high political level - not only for reasons of
60
equity, but because politicians and statesmen often do not speak
 
foreign languages. This method also has disadvantages: it is time
 
consuming, costly, and sometimes inadequate or
 
straightforwardly incorrect. […] Finally, there is the possibility of
 
using one international synthetic, artificial language, such as
65
Esperanto; this solution would have many advantages, but
 
unfortunately is not likely to be implemented soon, mostly
 
because of the opposition of factors that dominate in the
 
international political - and therefore also cultural and linguistic -
 
scene.
70
So, which language is the diplomatic one? The answer is not
 
simple at all […].
 
Words are bricks from which sentences are made. Each sentence
 
should be a wound-up thought. If one wants to be clear, and
 
particularly when using a language which he does not master
75
perfectly, it is better to use short, simple sentences. On the
 
contrary, if one wishes to camouflage his thoughts or even not
 
say anything specific, it can be well achieved by using a more
 
complicated style, complex sentences, digressions, interrupting
 
one's own flow of thought and introducing new topics. One may
80
leave the impression of being a little confused, but the basic
 
purpose of withholding the real answer can be accomplished.
(adapted from http://www.diplomacy.edu/books/language_and_ diplomacy/texts/pdf/nick.PDF)
Pronouns are words that take the place of a noun or a noun group. In the passage “The term ‘language in diplomacy’ obviously can be interpreted in several ways. First, as tongue (‘mother’ tongue or an acquired one), the speech ‘used by one nation, tribe, or other similar large group of people’,” the pronoun “one” is replacing:

Questão 41

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 42

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 43

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 44

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 45

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 46

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 47

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 48

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
Em matéria de competência administrativa, consoante ensina a doutrina de Direito Administrativo, o fenômeno da avocação ocorre quando a autoridade hierarquicamente:

Questão 49

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 50

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 51

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
A União pretende adquirir determinados bens nos termos de acordo internacional específico aprovado pelo Congresso Nacional, sendo as condições ofertadas manifestamente vantajosas para o Poder Público. De acordo com a Lei nº 8.666/93, a contratação em tela:

Questão 52

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
O Serviço Exterior Brasileiro, essencial à execução da política exterior do Brasil, constitui-se do corpo de servidores, ocupantes de cargos de provimento efetivo, capacitados profissionalmente como agentes do Ministério das Relações Exteriores, no Brasil e no exterior, organizados em carreiras definidas e hierarquizadas. Consoante dispõe a Lei nº 11.440/06, aos servidores integrantes da Carreira de Oficial de Chancelaria, de nível superior, incumbem, em regra, atividades de:

Questão 53

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
João, servidor público civil da União, valendo-se de sua função de chefe da repartição pública onde está lotado, utilizou os servidores que lhe são hierarquicamente subordinados, bem como recursos materiais da repartição, em atividade particular. Em matéria de penalidades disciplinares, de acordo com a Lei nº 8.112/90, João está sujeito à sanção de:

Questão 54

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 55

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 56

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1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 57

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 58

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Os sistemas de informações contábeis nas entidades têm o objetivo de registrar adequadamente as transações de forma que deem suporte à geração de informações fidedignas e úteis aos usuários da contabilidade. Tais informações em geral são apresentadas por meio de demonstrações contábeis padronizadas.

Um usuário que deseje informações sobre a liquidez e a solvência de uma empresa deverá analisar informações constantes no(a):

Questão 59

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O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 60

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O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 61

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 62

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
De acordo com o regime orçamentário vigente no Brasil, previsto na Lei nº 4.320/1964, receitas e despesas devem ser reconhecidas a partir de estágios de execução. Dessa forma, receitas e despesas são consideradas realizadas, para fins orçamentários, respectivamente, quando:

Questão 63

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 64

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2014 de um ente da Federação continha autorização para execução de um projeto que não foi executado no referido exercício. Esse projeto:

Questão 65

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
Com o objetivo de reduzir os altos custos de publicação no Diário Oficial, um ente da Federação, ao elaborar a Lei Orçamentária Anual, incluiu, no mesmo dispositivo legal, autorização de créditos adicionais especiais e de descentralização de créditos. Essa prática está em desacordo com o princípio orçamentário do(a):

Questão 66

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 67

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
A Receita Corrente Líquida (RCL) é definida na Lei de Responsabilidade Fiscal como parâmetro para acompanhamento de metas e limites fiscais. A tabela a seguir apresenta os valores de arrecadação de um ente da federação durante um dado exercício.

A partir das receitas apresentadas na tabela, o total das receitas que devem ser consideradas no cálculo da RCL é:

Questão 68

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 69

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
Os restos a pagar são despesas que não completaram todos os estágios da execução orçamentária até o encerramento de um exercício financeiro. De acordo com as disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal, os restos a pagar:

Questão 70

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
De acordo com a sua destinação no âmbito da administração pública, os bens públicos podem ser de uso comum, de uso especial ou dominicais. Uma característica dos bens dominicais é:

Questão 71

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 72

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
Em um supermercado uma embalagem com certa quantidade de frios fatiados estava com a etiqueta abaixo sem a informação R$/kg.

O preço aproximado de 1,0kg desse produto é:

Questão 73

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
Considere a sentença:

“Corro e não fico cansado”.

Uma sentença logicamente equivalente à negação da sentença dada é:

Questão 74

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 75

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
Em uma urna há quinze bolas iguais numeradas de 1 a 15. Retiram-se aleatoriamente, em sequência e sem reposição, duas bolas da urna.

A probabilidade de que o número da segunda bola retirada da urna seja par é:

Questão 76

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 77

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 78

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 79

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:

Questão 80

MRE 2016 - FGV - Oficial de Chancelaria
1
O maior país da América Latina, com a maior população católica
 
do mundo, não nasceu de forma tranquila. Neste livro, com o
 
realismo dos documentos originais, vemos claramente a
 
brutalidade do extermínio dos índios na costa brasileira, berço de
5
sangue cujo marco determinante é a fundação da cidade do Rio
 
de Janeiro.
 
O Brasil real começou a ser construído por homens como o
 
degredado João Ramalho, que raspava os pelos do corpo para se
 
mesclar aos índios e construiu um exército de mestiços caçadores
10
de escravos mais poderoso que o da própria Coroa; personagens
 
improváveis como o jesuíta Manoel da Nóbrega, padre gago
 
incumbido de catequizar um povo de língua indecifrável, esteio
 
da erradicação dos “hereges” antropófagos; líderes implacáveis
 
como Aimberê, ex-escravo que tomou a frente da resistência e
15
Cunhambebe, cacique “imortal”, que dizia poder devorar carne
 
humana porque era “um jaguar”.
 
Incluindo protestantes franceses, que se aliaram aos índios para
 
escapar dos portugueses e da Inquisição, além de mamelucos, os
 
primeiros brasileiros verdadeiramente ligados à terra, que
20
falavam tupi tanto quanto o português e partiram do planalto de
 
Piratininga para caçar índios e estenderam a colônia sertão
 
adentro, surge um povo que desde a origem nada tem da
 
autoimagem do “brasileiro cordial”.
(Texto da orelha do livro A conquista do Brasil, de Thales Guaracy, Planeta, Rio de Janeiro, 2015)
O texto 1, retirado da orelha do livro indicado, tem como finalidade destacar qualidades da obra a que alude; NÃO é uma dessas qualidades o seguinte tópico:



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