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Analista de Sistemas Auxiliar Administrativo
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Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016

Contador

Questão 1

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
1
Vivemos numa época assustadora, em que é difícil imaginar os seres humanos
 
como criaturas racionais. Onde quer que estejamos, deparamo-nos com a brutalidade e a
 
estupidez, a tal ponto que nada mais há para se ver: retornamos ao barbarismo, processo
 
que somos incapazes de deter. Contudo, embora isso seja real, creio que se deu um
5
agravamento generalizado; e, exatamente porque as coisas estão tão assustadoras,
 
ficamos paralisados, e não percebemos – ou, se percebemos, não lhes damos a devida
 
atenção – as forças igualmente poderosas que existem do outro lado: a razão, a sanidade e
 
a civilidade.
 
Creio que, quando a futura humanidade olhar para o nosso tempo, ficará
10
espantada, particularmente, com o fato de que nos conhecemos mais agora do que nossos
 
ancestrais se conheciam. Mas muito pouco do que sabemos foi posto em prática. Houve
 
uma explosão de informações a nosso respeito, informações resultantes da capacidade
 
ainda infantil da humanidade de se observar objetivamente. Isso diz respeito aos nossos
 
padrões de comportamento. As ciências em questão são às vezes chamadas de ciências do
15
comportamento e estudam como nos comportamos como indivíduos e em grupo, e não
 
como imaginamos que nos comportamos e, agimos. Estudam nosso comportamento da
 
mesma maneira que estudamos, imparcialmente, o comportamento de outras espécies.
 
Essas ciências sociais ou comportamentais são precisamente o resultado de nossa
 
capacidade de agirmos de maneira imparcial em relação a nós mesmos. Uma enorme
20
gama de novas informações é obtida através de universidades, institutos de pesquisa e
 
talentosos diletantes. Entretanto, nossa maneira de nos governarmos não se modificou.
 
Nossa mão esquerda não sabe – não quer saber – o que faz a direita.
 
Creio que essa seja a coisa mais extraordinária que há para ser estudada a nosso
 
respeito, como espécie. E a humanidade do futuro irá se admirar disso, assim como nos
25
admiramos da cegueira e da inflexibilidade de nossos ancestrais.
 
LESSING, Doris. Prisões que escolhemos para viver. Trad. Jacqueline K. G. Gama. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado
De acordo com a autora do texto lido, os seres humanos passaram a ignorar posturas civilizadas e se comportar como bárbaros, devido

Questão 2

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1
Vivemos numa época assustadora, em que é difícil imaginar os seres humanos
 
como criaturas racionais. Onde quer que estejamos, deparamo-nos com a brutalidade e a
 
estupidez, a tal ponto que nada mais há para se ver: retornamos ao barbarismo, processo
 
que somos incapazes de deter. Contudo, embora isso seja real, creio que se deu um
5
agravamento generalizado; e, exatamente porque as coisas estão tão assustadoras,
 
ficamos paralisados, e não percebemos – ou, se percebemos, não lhes damos a devida
 
atenção – as forças igualmente poderosas que existem do outro lado: a razão, a sanidade e
 
a civilidade.
 
Creio que, quando a futura humanidade olhar para o nosso tempo, ficará
10
espantada, particularmente, com o fato de que nos conhecemos mais agora do que nossos
 
ancestrais se conheciam. Mas muito pouco do que sabemos foi posto em prática. Houve
 
uma explosão de informações a nosso respeito, informações resultantes da capacidade
 
ainda infantil da humanidade de se observar objetivamente. Isso diz respeito aos nossos
 
padrões de comportamento. As ciências em questão são às vezes chamadas de ciências do
15
comportamento e estudam como nos comportamos como indivíduos e em grupo, e não
 
como imaginamos que nos comportamos e, agimos. Estudam nosso comportamento da
 
mesma maneira que estudamos, imparcialmente, o comportamento de outras espécies.
 
Essas ciências sociais ou comportamentais são precisamente o resultado de nossa
 
capacidade de agirmos de maneira imparcial em relação a nós mesmos. Uma enorme
20
gama de novas informações é obtida através de universidades, institutos de pesquisa e
 
talentosos diletantes. Entretanto, nossa maneira de nos governarmos não se modificou.
 
Nossa mão esquerda não sabe – não quer saber – o que faz a direita.
 
Creio que essa seja a coisa mais extraordinária que há para ser estudada a nosso
 
respeito, como espécie. E a humanidade do futuro irá se admirar disso, assim como nos
25
admiramos da cegueira e da inflexibilidade de nossos ancestrais.
 
LESSING, Doris. Prisões que escolhemos para viver. Trad. Jacqueline K. G. Gama. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado
A visão da autora, neste texto, sobre o modo de comportamento dos seres humanos, na época atual, pode ser qualificada como

Questão 3

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1
Vivemos numa época assustadora, em que é difícil imaginar os seres humanos
 
como criaturas racionais. Onde quer que estejamos, deparamo-nos com a brutalidade e a
 
estupidez, a tal ponto que nada mais há para se ver: retornamos ao barbarismo, processo
 
que somos incapazes de deter. Contudo, embora isso seja real, creio que se deu um
5
agravamento generalizado; e, exatamente porque as coisas estão tão assustadoras,
 
ficamos paralisados, e não percebemos – ou, se percebemos, não lhes damos a devida
 
atenção – as forças igualmente poderosas que existem do outro lado: a razão, a sanidade e
 
a civilidade.
 
Creio que, quando a futura humanidade olhar para o nosso tempo, ficará
10
espantada, particularmente, com o fato de que nos conhecemos mais agora do que nossos
 
ancestrais se conheciam. Mas muito pouco do que sabemos foi posto em prática. Houve
 
uma explosão de informações a nosso respeito, informações resultantes da capacidade
 
ainda infantil da humanidade de se observar objetivamente. Isso diz respeito aos nossos
 
padrões de comportamento. As ciências em questão são às vezes chamadas de ciências do
15
comportamento e estudam como nos comportamos como indivíduos e em grupo, e não
 
como imaginamos que nos comportamos e, agimos. Estudam nosso comportamento da
 
mesma maneira que estudamos, imparcialmente, o comportamento de outras espécies.
 
Essas ciências sociais ou comportamentais são precisamente o resultado de nossa
 
capacidade de agirmos de maneira imparcial em relação a nós mesmos. Uma enorme
20
gama de novas informações é obtida através de universidades, institutos de pesquisa e
 
talentosos diletantes. Entretanto, nossa maneira de nos governarmos não se modificou.
 
Nossa mão esquerda não sabe – não quer saber – o que faz a direita.
 
Creio que essa seja a coisa mais extraordinária que há para ser estudada a nosso
 
respeito, como espécie. E a humanidade do futuro irá se admirar disso, assim como nos
25
admiramos da cegueira e da inflexibilidade de nossos ancestrais.
 
LESSING, Doris. Prisões que escolhemos para viver. Trad. Jacqueline K. G. Gama. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado
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Considerando-se, no contexto do texto lido, o trecho Nossa mão esquerda não sabe não quer saber o que faz a direita, é correto afirmar que, nele, a autora se utiliza de

Questão 4

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1
Vivemos numa época assustadora, em que é difícil imaginar os seres humanos
 
como criaturas racionais. Onde quer que estejamos, deparamo-nos com a brutalidade e a
 
estupidez, a tal ponto que nada mais há para se ver: retornamos ao barbarismo, processo
 
que somos incapazes de deter. Contudo, embora isso seja real, creio que se deu um
5
agravamento generalizado; e, exatamente porque as coisas estão tão assustadoras,
 
ficamos paralisados, e não percebemos – ou, se percebemos, não lhes damos a devida
 
atenção – as forças igualmente poderosas que existem do outro lado: a razão, a sanidade e
 
a civilidade.
 
Creio que, quando a futura humanidade olhar para o nosso tempo, ficará
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espantada, particularmente, com o fato de que nos conhecemos mais agora do que nossos
 
ancestrais se conheciam. Mas muito pouco do que sabemos foi posto em prática. Houve
 
uma explosão de informações a nosso respeito, informações resultantes da capacidade
 
ainda infantil da humanidade de se observar objetivamente. Isso diz respeito aos nossos
 
padrões de comportamento. As ciências em questão são às vezes chamadas de ciências do
15
comportamento e estudam como nos comportamos como indivíduos e em grupo, e não
 
como imaginamos que nos comportamos e, agimos. Estudam nosso comportamento da
 
mesma maneira que estudamos, imparcialmente, o comportamento de outras espécies.
 
Essas ciências sociais ou comportamentais são precisamente o resultado de nossa
 
capacidade de agirmos de maneira imparcial em relação a nós mesmos. Uma enorme
20
gama de novas informações é obtida através de universidades, institutos de pesquisa e
 
talentosos diletantes. Entretanto, nossa maneira de nos governarmos não se modificou.
 
Nossa mão esquerda não sabe – não quer saber – o que faz a direita.
 
Creio que essa seja a coisa mais extraordinária que há para ser estudada a nosso
 
respeito, como espécie. E a humanidade do futuro irá se admirar disso, assim como nos
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admiramos da cegueira e da inflexibilidade de nossos ancestrais.
 
LESSING, Doris. Prisões que escolhemos para viver. Trad. Jacqueline K. G. Gama. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado
Segundo a autora, o olhar da futura humanidade para o nosso tempo será marcado pelo espanto diante da barbárie imperante, porque constatará que

Questão 5

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1
Vivemos numa época assustadora, em que é difícil imaginar os seres humanos
 
como criaturas racionais. Onde quer que estejamos, deparamo-nos com a brutalidade e a
 
estupidez, a tal ponto que nada mais há para se ver: retornamos ao barbarismo, processo
 
que somos incapazes de deter. Contudo, embora isso seja real, creio que se deu um
5
agravamento generalizado; e, exatamente porque as coisas estão tão assustadoras,
 
ficamos paralisados, e não percebemos – ou, se percebemos, não lhes damos a devida
 
atenção – as forças igualmente poderosas que existem do outro lado: a razão, a sanidade e
 
a civilidade.
 
Creio que, quando a futura humanidade olhar para o nosso tempo, ficará
10
espantada, particularmente, com o fato de que nos conhecemos mais agora do que nossos
 
ancestrais se conheciam. Mas muito pouco do que sabemos foi posto em prática. Houve
 
uma explosão de informações a nosso respeito, informações resultantes da capacidade
 
ainda infantil da humanidade de se observar objetivamente. Isso diz respeito aos nossos
 
padrões de comportamento. As ciências em questão são às vezes chamadas de ciências do
15
comportamento e estudam como nos comportamos como indivíduos e em grupo, e não
 
como imaginamos que nos comportamos e, agimos. Estudam nosso comportamento da
 
mesma maneira que estudamos, imparcialmente, o comportamento de outras espécies.
 
Essas ciências sociais ou comportamentais são precisamente o resultado de nossa
 
capacidade de agirmos de maneira imparcial em relação a nós mesmos. Uma enorme
20
gama de novas informações é obtida através de universidades, institutos de pesquisa e
 
talentosos diletantes. Entretanto, nossa maneira de nos governarmos não se modificou.
 
Nossa mão esquerda não sabe – não quer saber – o que faz a direita.
 
Creio que essa seja a coisa mais extraordinária que há para ser estudada a nosso
 
respeito, como espécie. E a humanidade do futuro irá se admirar disso, assim como nos
25
admiramos da cegueira e da inflexibilidade de nossos ancestrais.
 
LESSING, Doris. Prisões que escolhemos para viver. Trad. Jacqueline K. G. Gama. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado
Em Contudo, embora isso seja real, creio que se deu um agravamento generalizado; e, exatamente porque as coisas estão tão assustadoras, ficamos paralisados[...], a conjunção embora e o advérbio tão estabelecem, nesse enunciado, relações de sentido, respectivamente, de

Questão 6

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1
Vivemos numa época assustadora, em que é difícil imaginar os seres humanos
 
como criaturas racionais. Onde quer que estejamos, deparamo-nos com a brutalidade e a
 
estupidez, a tal ponto que nada mais há para se ver: retornamos ao barbarismo, processo
 
que somos incapazes de deter. Contudo, embora isso seja real, creio que se deu um
5
agravamento generalizado; e, exatamente porque as coisas estão tão assustadoras,
 
ficamos paralisados, e não percebemos – ou, se percebemos, não lhes damos a devida
 
atenção – as forças igualmente poderosas que existem do outro lado: a razão, a sanidade e
 
a civilidade.
 
Creio que, quando a futura humanidade olhar para o nosso tempo, ficará
10
espantada, particularmente, com o fato de que nos conhecemos mais agora do que nossos
 
ancestrais se conheciam. Mas muito pouco do que sabemos foi posto em prática. Houve
 
uma explosão de informações a nosso respeito, informações resultantes da capacidade
 
ainda infantil da humanidade de se observar objetivamente. Isso diz respeito aos nossos
 
padrões de comportamento. As ciências em questão são às vezes chamadas de ciências do
15
comportamento e estudam como nos comportamos como indivíduos e em grupo, e não
 
como imaginamos que nos comportamos e, agimos. Estudam nosso comportamento da
 
mesma maneira que estudamos, imparcialmente, o comportamento de outras espécies.
 
Essas ciências sociais ou comportamentais são precisamente o resultado de nossa
 
capacidade de agirmos de maneira imparcial em relação a nós mesmos. Uma enorme
20
gama de novas informações é obtida através de universidades, institutos de pesquisa e
 
talentosos diletantes. Entretanto, nossa maneira de nos governarmos não se modificou.
 
Nossa mão esquerda não sabe – não quer saber – o que faz a direita.
 
Creio que essa seja a coisa mais extraordinária que há para ser estudada a nosso
 
respeito, como espécie. E a humanidade do futuro irá se admirar disso, assim como nos
25
admiramos da cegueira e da inflexibilidade de nossos ancestrais.
 
LESSING, Doris. Prisões que escolhemos para viver. Trad. Jacqueline K. G. Gama. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado
Assinale a alternativa em que a reescritura do seguinte período retirado do texto lido mantém a clareza de sentido e a correção sintática.

Creio que, quando a futura humanidade olhar para o nosso tempo, ficará espantada, particularmente, com o fato de que nos conhecemos mais agora do que nossos ancestrais se conheciam.

Questão 7

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Vivemos numa época assustadora, em que é difícil imaginar os seres humanos
 
como criaturas racionais. Onde quer que estejamos, deparamo-nos com a brutalidade e a
 
estupidez, a tal ponto que nada mais há para se ver: retornamos ao barbarismo, processo
 
que somos incapazes de deter. Contudo, embora isso seja real, creio que se deu um
5
agravamento generalizado; e, exatamente porque as coisas estão tão assustadoras,
 
ficamos paralisados, e não percebemos – ou, se percebemos, não lhes damos a devida
 
atenção – as forças igualmente poderosas que existem do outro lado: a razão, a sanidade e
 
a civilidade.
 
Creio que, quando a futura humanidade olhar para o nosso tempo, ficará
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espantada, particularmente, com o fato de que nos conhecemos mais agora do que nossos
 
ancestrais se conheciam. Mas muito pouco do que sabemos foi posto em prática. Houve
 
uma explosão de informações a nosso respeito, informações resultantes da capacidade
 
ainda infantil da humanidade de se observar objetivamente. Isso diz respeito aos nossos
 
padrões de comportamento. As ciências em questão são às vezes chamadas de ciências do
15
comportamento e estudam como nos comportamos como indivíduos e em grupo, e não
 
como imaginamos que nos comportamos e, agimos. Estudam nosso comportamento da
 
mesma maneira que estudamos, imparcialmente, o comportamento de outras espécies.
 
Essas ciências sociais ou comportamentais são precisamente o resultado de nossa
 
capacidade de agirmos de maneira imparcial em relação a nós mesmos. Uma enorme
20
gama de novas informações é obtida através de universidades, institutos de pesquisa e
 
talentosos diletantes. Entretanto, nossa maneira de nos governarmos não se modificou.
 
Nossa mão esquerda não sabe – não quer saber – o que faz a direita.
 
Creio que essa seja a coisa mais extraordinária que há para ser estudada a nosso
 
respeito, como espécie. E a humanidade do futuro irá se admirar disso, assim como nos
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admiramos da cegueira e da inflexibilidade de nossos ancestrais.
 
LESSING, Doris. Prisões que escolhemos para viver. Trad. Jacqueline K. G. Gama. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado
Sobre as ciências sociais ou comportamentais, a autora afirma que estudam nosso comportamento da mesma maneira que estudamos, imparcialmente, o comportamento de outras espécies.

Sendo assim, pode-se afirmar que esse estudo ocorre de forma

Questão 8

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Vivemos numa época assustadora, em que é difícil imaginar os seres humanos
 
como criaturas racionais. Onde quer que estejamos, deparamo-nos com a brutalidade e a
 
estupidez, a tal ponto que nada mais há para se ver: retornamos ao barbarismo, processo
 
que somos incapazes de deter. Contudo, embora isso seja real, creio que se deu um
5
agravamento generalizado; e, exatamente porque as coisas estão tão assustadoras,
 
ficamos paralisados, e não percebemos – ou, se percebemos, não lhes damos a devida
 
atenção – as forças igualmente poderosas que existem do outro lado: a razão, a sanidade e
 
a civilidade.
 
Creio que, quando a futura humanidade olhar para o nosso tempo, ficará
10
espantada, particularmente, com o fato de que nos conhecemos mais agora do que nossos
 
ancestrais se conheciam. Mas muito pouco do que sabemos foi posto em prática. Houve
 
uma explosão de informações a nosso respeito, informações resultantes da capacidade
 
ainda infantil da humanidade de se observar objetivamente. Isso diz respeito aos nossos
 
padrões de comportamento. As ciências em questão são às vezes chamadas de ciências do
15
comportamento e estudam como nos comportamos como indivíduos e em grupo, e não
 
como imaginamos que nos comportamos e, agimos. Estudam nosso comportamento da
 
mesma maneira que estudamos, imparcialmente, o comportamento de outras espécies.
 
Essas ciências sociais ou comportamentais são precisamente o resultado de nossa
 
capacidade de agirmos de maneira imparcial em relação a nós mesmos. Uma enorme
20
gama de novas informações é obtida através de universidades, institutos de pesquisa e
 
talentosos diletantes. Entretanto, nossa maneira de nos governarmos não se modificou.
 
Nossa mão esquerda não sabe – não quer saber – o que faz a direita.
 
Creio que essa seja a coisa mais extraordinária que há para ser estudada a nosso
 
respeito, como espécie. E a humanidade do futuro irá se admirar disso, assim como nos
25
admiramos da cegueira e da inflexibilidade de nossos ancestrais.
 
LESSING, Doris. Prisões que escolhemos para viver. Trad. Jacqueline K. G. Gama. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado
As ciências em questão são às vezes chamadas de ciências do comportamento [...]

Diferentemente desse fragmento, o acento grave empregado na expressão “às vezes” não ocorreria no caso a seguir.

Questão 9

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Vivemos numa época assustadora, em que é difícil imaginar os seres humanos
 
como criaturas racionais. Onde quer que estejamos, deparamo-nos com a brutalidade e a
 
estupidez, a tal ponto que nada mais há para se ver: retornamos ao barbarismo, processo
 
que somos incapazes de deter. Contudo, embora isso seja real, creio que se deu um
5
agravamento generalizado; e, exatamente porque as coisas estão tão assustadoras,
 
ficamos paralisados, e não percebemos – ou, se percebemos, não lhes damos a devida
 
atenção – as forças igualmente poderosas que existem do outro lado: a razão, a sanidade e
 
a civilidade.
 
Creio que, quando a futura humanidade olhar para o nosso tempo, ficará
10
espantada, particularmente, com o fato de que nos conhecemos mais agora do que nossos
 
ancestrais se conheciam. Mas muito pouco do que sabemos foi posto em prática. Houve
 
uma explosão de informações a nosso respeito, informações resultantes da capacidade
 
ainda infantil da humanidade de se observar objetivamente. Isso diz respeito aos nossos
 
padrões de comportamento. As ciências em questão são às vezes chamadas de ciências do
15
comportamento e estudam como nos comportamos como indivíduos e em grupo, e não
 
como imaginamos que nos comportamos e, agimos. Estudam nosso comportamento da
 
mesma maneira que estudamos, imparcialmente, o comportamento de outras espécies.
 
Essas ciências sociais ou comportamentais são precisamente o resultado de nossa
 
capacidade de agirmos de maneira imparcial em relação a nós mesmos. Uma enorme
20
gama de novas informações é obtida através de universidades, institutos de pesquisa e
 
talentosos diletantes. Entretanto, nossa maneira de nos governarmos não se modificou.
 
Nossa mão esquerda não sabe – não quer saber – o que faz a direita.
 
Creio que essa seja a coisa mais extraordinária que há para ser estudada a nosso
 
respeito, como espécie. E a humanidade do futuro irá se admirar disso, assim como nos
25
admiramos da cegueira e da inflexibilidade de nossos ancestrais.
 
LESSING, Doris. Prisões que escolhemos para viver. Trad. Jacqueline K. G. Gama. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado
No fragmento Nossa mão esquerda não sabe [...], a palavra esquerda assume, morfologicamente, um valor

Questão 10

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Vivemos numa época assustadora, em que é difícil imaginar os seres humanos
 
como criaturas racionais. Onde quer que estejamos, deparamo-nos com a brutalidade e a
 
estupidez, a tal ponto que nada mais há para se ver: retornamos ao barbarismo, processo
 
que somos incapazes de deter. Contudo, embora isso seja real, creio que se deu um
5
agravamento generalizado; e, exatamente porque as coisas estão tão assustadoras,
 
ficamos paralisados, e não percebemos – ou, se percebemos, não lhes damos a devida
 
atenção – as forças igualmente poderosas que existem do outro lado: a razão, a sanidade e
 
a civilidade.
 
Creio que, quando a futura humanidade olhar para o nosso tempo, ficará
10
espantada, particularmente, com o fato de que nos conhecemos mais agora do que nossos
 
ancestrais se conheciam. Mas muito pouco do que sabemos foi posto em prática. Houve
 
uma explosão de informações a nosso respeito, informações resultantes da capacidade
 
ainda infantil da humanidade de se observar objetivamente. Isso diz respeito aos nossos
 
padrões de comportamento. As ciências em questão são às vezes chamadas de ciências do
15
comportamento e estudam como nos comportamos como indivíduos e em grupo, e não
 
como imaginamos que nos comportamos e, agimos. Estudam nosso comportamento da
 
mesma maneira que estudamos, imparcialmente, o comportamento de outras espécies.
 
Essas ciências sociais ou comportamentais são precisamente o resultado de nossa
 
capacidade de agirmos de maneira imparcial em relação a nós mesmos. Uma enorme
20
gama de novas informações é obtida através de universidades, institutos de pesquisa e
 
talentosos diletantes. Entretanto, nossa maneira de nos governarmos não se modificou.
 
Nossa mão esquerda não sabe – não quer saber – o que faz a direita.
 
Creio que essa seja a coisa mais extraordinária que há para ser estudada a nosso
 
respeito, como espécie. E a humanidade do futuro irá se admirar disso, assim como nos
25
admiramos da cegueira e da inflexibilidade de nossos ancestrais.
 
LESSING, Doris. Prisões que escolhemos para viver. Trad. Jacqueline K. G. Gama. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Adaptado
Estudam nosso comportamento da mesma maneira que estudamos, imparcialmente, o comportamento de outras espécies.

O advérbio em destaque, nesse período, estabelece uma relação sintática com o seguinte termo:

Questão 11

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De acordo com o Estatuto dos Funcionários do Município de Nova Iguaçu (Lei nº 2378 de 29 de dezembro de 1992), o processo disciplinar poderá ser revisto na seguinte situação:

Questão 12

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
A nomeação de acordo com o Estatuto dos Funcionários do Município de Nova Iguaçu (Lei 2378 de 29 de dezembro de 1992) se dará em caráter

Questão 13

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
No que se refere ao adicional de periculosidade e insalubridade, previsto no Estatuto dos Funcionários do Município de Nova Iguaçu (Lei nº 2378 de 29 de dezembro de 1992), é INCORRETO afirmar que

Questão 14

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
De acordo com o Estatuto dos Funcionários do Município de Nova Iguaçu (Lei 2378 de 29 de dezembro de 1992), NÃO se concederá licença-prêmio ao funcionário que, no período aquisitivo, se afastar do cargo em virtude de

Questão 15

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Além das ausências ao serviço previstas no Estatuto dos Funcionários do Município de Nova Iguaçu (Lei nº 2378 de 29 de dezembro de 1992), são considerados como de efetivo exercício os seguintes afastamentos, EXCETO em caso de

Questão 16

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Nova Iguaçu, ao Município compete, privativamente,

Questão 17

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
As deliberações da Câmara Legislativa, quando tratar de autorização para instrução de processo contra o Prefeito e o Vice-Prefeito, dar-se-ão pelo

Questão 18

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
Conforme a Lei Orgânica do Município de Nova Iguaçu, o vereador perderá o mandato por

Questão 19

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Na Câmara Municipal, a sessão legislativa extraordinária

Questão 20

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
Analise estas assertivas.

I. Cabe à Câmara Municipal, com sanção do Prefeito, dispor sobre todas as matérias de competência do município especialmente sobre isenção e anistia em matéria tributária, bem como remissão de dívidas.

II. Perderá o mandato o Vereador cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar ou atentatório às instituições vigentes.

III. É de iniciativa exclusiva do Prefeito a lei que disponha sobre autorização para a abertura de créditos suplementares ou especiais, através do aproveitamento total ou parcial das consignações orçamentárias da Câmara.

IV. O projeto de decreto legislativo é a proposição destinada a regular matéria de competência exclusiva da Câmara, que produza efeitos externos, não dependendo, porém, de sanção do Prefeito.

Logo, estão CORRETAS as seguintes assertivas:

Questão 21

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
De acordo com o Regimento Interno da Câmara Municipal de Nova Iguaçu, sobre as suas funções, é INCORRETO afirmar que

Questão 22

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Os membros da Mesa, isoladamente ou em conjunto, poderão ser destituídos de seus cargos, direito de ampla defesa, mediante

Questão 23

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
De acordo com o Regimento Interno da Câmara Municipal de Nova Iguaçu, é INCORRETO afirmar que o Plenário deliberará por maioria

Questão 24

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
Prevê o Regimento Interno da Câmara Municipal de Nova Iguaçu que as Comissões permanentes serão compostas, cada uma de

Questão 25

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
Analise as assertivas a seguir.

I. As sessões da Câmara terão a duração máxima de 3 (três) horas, podendo ser prorrogadas por deliberação do Presidente ou a requerimento verbal de qualquer Vereador, aprovado pelo Plenário.

II. A suspensão da sessão para permitir, quando for o caso, que a Comissão Permanente possa apresentar parecer verbal ou escrito, não poderá exceder a 10 (dez) minutos.

III. A sessão será encerrada antes da hora regimental para recepcionar visitantes ilustres.

Assim, a alternativa que contempla a(s) assertiva(s) CORRETA(S) é a seguinte:

Questão 26

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
No sistema operacional Linux, os arquivos que pertencem à pasta . /etc tratam de

Questão 27

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
Quando um usuário quer desfazer uma operação no MS Word 2010, as teclas de atalho utilizadas para isso são CTRL mais

Questão 28

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
O protocolo utilizado nos navegadores da internet para transmissão dos hipertextos é o

Questão 29

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
Para abrir uma nova guia no Google Chrome, as teclas de atalho usadas são CTRL mais

Questão 30

Câmara de Nova Iguaçu/RJ 2016 - FUNRIO - Contador
A execução da função MOD em uma planilha do MS Excel 2013 retorna

Questão 31

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A ênfase atribuída ao Orçamento Tradicional encontra-se fundamentada em

Questão 32

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De acordo com a Lei nº 4320/64, o ato que abrir crédito adicional deve indicar, até onde for possível, a

Questão 33

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É classificada como receita extraorçamentária o recebimento de

Questão 34

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A inclusão na lei orçamentária de autorização para abertura de créditos adicionais suplementares constitui EXCEÇÃO ao descumprimento do princípio orçamentário da

Questão 35

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A compra de mesas para escritório, cujo pagamento será executado em uma única vez, identifica um empenho

Questão 36

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Quanto à definição de suprimento de fundos, é CORRETO afirmar que

Questão 37

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O demonstrativo da contabilidade pública que deverá ser elaborado e publicado, em até 30 dias após o encerramento de cada bimestre, por determinação da Lei nº 101/00 é o seguinte:

Questão 38

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Segundo a Lei nº 101/00, o Relatório de Gestão Fiscal será emitido pelos titulares dos Poderes e Órgãos, ao final de cada

Questão 39

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Segundo a Lei nº 101/00, os instrumentos de transparência da gestão fiscal, aos quais será dada ampla divulgação, inclusive em meios eletrônicos de acesso público, são os

Questão 40

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Segundo a Lei nº 4320/64, as receitas e despesas de capital serão objeto de um Quadro de Recursos e de Aplicação de capital, aprovado por decreto do Poder Executivo.

Esse Quadro de Recursos abrangerá, no mínimo, o período de

Questão 41

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NÃO apresentam uma obrigação que deva constar na Dívida Flutuante da Câmara Municipal, os

Questão 42

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Analise a afirmação a seguir.

A Liquidação consiste na verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.

Essa verificação tem por fim apurar

I. a origem e o objeto do que se deve pagar.

II. a importância exata a pagar.

III. a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação.

IV. a nota de empenho.

V. o contrato.

VI. os comprovantes de entrega de material.

Logo, são verdadeiros os itens

Questão 43

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O Balanço Orçamentário, elaborado no final do Exercício de uma Câmara Municipal, demonstrava as seguintes informações:

• Economia de gastos .................. 30.000,00
• Excesso de Arrecadação .......... 32.000,00
• Despesa Fixada ........................ 490.000,00
• Superávit Orçamentário ......... 90.000,00


A partir desses dados, pode-se concluir que o montante da receita realizada foi, em reais, igual a

Questão 44

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Foram extraídos os seguintes dados do Balanço Financeiro de uma Câmara Municipal, encerrado em 31/12/2014:

Receita Orçamentária ................................ 460.000,00

Despesa Orçamentária .............................. 350.000,00

Saldo do Exercício Anterior ...................... 40.000,00

Restos a Pagar inscritos no Exercício ....... 30.000,00

Despesa Extraorçamentárias .................... 80.000,00

Outras Receitas Extraorçamentárias ........ 60.000,00

De acordo com essas informações apresentadas, pode-se afirmar que o saldo do Balanço Financeiro em 31/12/2014, equivale, em R$, a

Questão 45

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Uma empresa tem custos fixos totais de 300.000,00 por mês, custos variáveis unitários de R$15,00 por unidade produzida e despesas variáveis na área comercial de R$5,00 por unidade vendida. Em agosto de 2015, a produção foi de 15.000 unidades e foram vendidas todas as unidades produzidas. O preço unitário de venda foi R$ 50,00 e não existiam estoques iniciais.

Logo, através do Custeio de Absorção, em agosto de 2015, foi apurado o Lucro Bruto de

Questão 46

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Numa empresa, em março de 2015 foram produzidas 1.200 unidades. Nesse mês, não existia estoque inicial.

Ficaram 150 unidades acabadas que não foram vendidas até o final do mês.

Os custos desse mês de março foram os seguintes:

Mão-de-obra variável ........................... 90.000,00

Outros custos variáveis ........................ 40.000,00

Custos fixos ........................................... 60.000,00

Matéria-prima ...................................... 50.000,00

Assim, os valores totais do Estoque final pelo Custeio por Absorção e Custeio Variável foram, respectivamente,

Questão 47

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Após análise, relacione os métodos de custeio elencados na 1ª coluna, com os respectivos conceitos na 2ª coluna.
(1) Custeio Pleno ou RKW

(2) Custeio Variável

(3) Custeio por Absorção

(4) Custeio Baseado em Atividades

( ) É uma metodologia de custeio que procura reduzir sensivelmente as distorções provocadas pelo rateio arbitrário dos custos indiretos.

( ) Consiste em uma apropriação de todos os custos de produção, quer fixos ou variáveis, quer diretos ou indiretos aos produtos elaborados.

( ) Consiste na alocação dos custos variáveis aos produtos, ficando os custos fixos separados e considerados como despesa do período, indo diretamente para o Resultado.

( ) Consiste no rateio não só dos custos de produção como também de todas as despesas da empresa.

Logo, a correlação CORRETA apresenta a seguinte ordem, lida de cima para baixo:

Questão 48

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Analise os itens a seguir.

I. Os recursos da empresa em poder de terceiros são chamados de obrigações.

II. Os recursos de terceiros em poder da empresa são chamados de direito.

III. O objetivo fundamental da contabilidade é prestar informações que auxiliem na tomada de decisões.

IV. O aparecimento do método das partidas dobradas significa um marco importante na história da contabilidade.

Estão CORRETOS os seguintes itens:

Questão 49

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A contabilização de vendas a prazo resulta na movimentação das seguintes contas:

Questão 50

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.

Os seguintes dados foram retirados da Empresa Dois primos, em abril de 2014.

Venda de Mercadorias .......................................... 230.000,00

Estoque Inicial de Mercadorias ............................ 50.000,00

Devolução de Vendas ........................................... 8.000,00

Devolução de Compras ........................................ 12.000,00

Estoque Final de Mercadorias .............................. 30.000,00

Abatimento sobre Vendas .................................... 5.000,00

Abatimento sobre Compras ................................. 8.000,00

Compras ................................................................. 190.000,00

De acordo com esses dados, é CORRETO afirmar que o Lucro Bruto do mês de abril, em reais, foi de



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