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Pref. Carangola/MG 2012

Advogado - CREAS

Questão 1

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
1
Quando o prêmio Nobel de Física Richard Feynman (1918 – 1988) esteve no Brasil, nos anos 50, ficou assombrado
 
com o que viu. Ao tomar contato com estudantes às vésperas do vestibular, espantaram-no tanto pendor local pela
 
decoreba de fórmulas como a completa ignorância sobre seu significado. Anos mais tarde, registraria em seus escritos
 
aquilo que entendeu como um paradoxo brasileiro: entre os estudantes do mundo inteiro, os jovens que conheceu nos
5
trópicos eram os que mais se debruçavam sobre a física e os que menos sabiam sobre a matéria. À medida que o ensino
 
médio foi se expandindo no país – em seis décadas, o porcentual de jovens matriculados passou de 3% para os atuais 51%
 
–, a desvantagem escolar observada por Feynman só se agravou. As aulas são rasas, desinteressantes, incapazes de
 
preparar os estudantes do século XXI para disputar espaço em um mercado de trabalho global, no qual a capacidade de
 
inovar é cada vez mais valiosa. Alerta o sociólogo Simon Schwanzman: “Se não começar a desatar os nós do ensino
10
médio, o Brasil vai ficar para trás”.
 
O recém-divulgado Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prova aplicada pelo Ministério da Educação a 3,2
 
milhões de estudantes do país inteiro, dá a dimensão exata do abismo a vencer. É um espanto. Dos 23.900 colégios
 
públicos e particulares submetidos ao teste, não mais que 1.500 ou 6% da amostra – têm nível semelhante ao das escolas
 
de países da OCDE (organização que reúne os mais ricos). O Enem trata de desmistificar uma ilusão que muitos pais
15
cultivam ao matricular seus filhos em uma instituição privada – a de que eles ganharão um passaporte para o sucesso na
 
vida adulta. Pois mesmo muitas das escolas que têm renome, prédios vistosos e mensalidades altas não resistem à
 
comparação com suas congêneres estrangeiras: 80% oferecem na sala de aula qualidade equivalente à das escolas apenas
 
medianas do mundo desenvolvido. Pasmem: na faixa dos 15 anos, estudantes demonstram dificuldade de resolver
 
operações simples de matemática, como frações e porcentagens e de compreender textos curtos.
(Revista Veja, 19 de setembro de 2011, pág. 93)
Com relação às ideias do texto, analise.

I. Os estudantes brasileiros não estudam tanto quanto os estudantes de países da OCDE.

II. O mercado de trabalho global precisa de estudantes que sejam capazes de reter informações.

III. Considerar que as escolas particulares brasileiras estão em condições de preparar bem os alunos é um erro apontado pelo Exame.

IV. Com a expansão do Ensino Médio, a desvantagem escolar observada por Feynman nos anos 50 tornou-se mais acentuada.

V. O fato de os estudantes brasileiros não aprenderem o que estudam demonstra que eles possuem pouca capacidade de entendimento.

Estão corretas apenas as afirmativas

Questão 2

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
1
Quando o prêmio Nobel de Física Richard Feynman (1918 – 1988) esteve no Brasil, nos anos 50, ficou assombrado
 
com o que viu. Ao tomar contato com estudantes às vésperas do vestibular, espantaram-no tanto pendor local pela
 
decoreba de fórmulas como a completa ignorância sobre seu significado. Anos mais tarde, registraria em seus escritos
 
aquilo que entendeu como um paradoxo brasileiro: entre os estudantes do mundo inteiro, os jovens que conheceu nos
5
trópicos eram os que mais se debruçavam sobre a física e os que menos sabiam sobre a matéria. À medida que o ensino
 
médio foi se expandindo no país – em seis décadas, o porcentual de jovens matriculados passou de 3% para os atuais 51%
 
–, a desvantagem escolar observada por Feynman só se agravou. As aulas são rasas, desinteressantes, incapazes de
 
preparar os estudantes do século XXI para disputar espaço em um mercado de trabalho global, no qual a capacidade de
 
inovar é cada vez mais valiosa. Alerta o sociólogo Simon Schwanzman: “Se não começar a desatar os nós do ensino
10
médio, o Brasil vai ficar para trás”.
 
O recém-divulgado Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prova aplicada pelo Ministério da Educação a 3,2
 
milhões de estudantes do país inteiro, dá a dimensão exata do abismo a vencer. É um espanto. Dos 23.900 colégios
 
públicos e particulares submetidos ao teste, não mais que 1.500 ou 6% da amostra – têm nível semelhante ao das escolas
 
de países da OCDE (organização que reúne os mais ricos). O Enem trata de desmistificar uma ilusão que muitos pais
15
cultivam ao matricular seus filhos em uma instituição privada – a de que eles ganharão um passaporte para o sucesso na
 
vida adulta. Pois mesmo muitas das escolas que têm renome, prédios vistosos e mensalidades altas não resistem à
 
comparação com suas congêneres estrangeiras: 80% oferecem na sala de aula qualidade equivalente à das escolas apenas
 
medianas do mundo desenvolvido. Pasmem: na faixa dos 15 anos, estudantes demonstram dificuldade de resolver
 
operações simples de matemática, como frações e porcentagens e de compreender textos curtos.
(Revista Veja, 19 de setembro de 2011, pág. 93)
NÃO haverá alteração de sentido caso se substitua

Questão 3

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1
Quando o prêmio Nobel de Física Richard Feynman (1918 – 1988) esteve no Brasil, nos anos 50, ficou assombrado
 
com o que viu. Ao tomar contato com estudantes às vésperas do vestibular, espantaram-no tanto pendor local pela
 
decoreba de fórmulas como a completa ignorância sobre seu significado. Anos mais tarde, registraria em seus escritos
 
aquilo que entendeu como um paradoxo brasileiro: entre os estudantes do mundo inteiro, os jovens que conheceu nos
5
trópicos eram os que mais se debruçavam sobre a física e os que menos sabiam sobre a matéria. À medida que o ensino
 
médio foi se expandindo no país – em seis décadas, o porcentual de jovens matriculados passou de 3% para os atuais 51%
 
–, a desvantagem escolar observada por Feynman só se agravou. As aulas são rasas, desinteressantes, incapazes de
 
preparar os estudantes do século XXI para disputar espaço em um mercado de trabalho global, no qual a capacidade de
 
inovar é cada vez mais valiosa. Alerta o sociólogo Simon Schwanzman: “Se não começar a desatar os nós do ensino
10
médio, o Brasil vai ficar para trás”.
 
O recém-divulgado Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prova aplicada pelo Ministério da Educação a 3,2
 
milhões de estudantes do país inteiro, dá a dimensão exata do abismo a vencer. É um espanto. Dos 23.900 colégios
 
públicos e particulares submetidos ao teste, não mais que 1.500 ou 6% da amostra – têm nível semelhante ao das escolas
 
de países da OCDE (organização que reúne os mais ricos). O Enem trata de desmistificar uma ilusão que muitos pais
15
cultivam ao matricular seus filhos em uma instituição privada – a de que eles ganharão um passaporte para o sucesso na
 
vida adulta. Pois mesmo muitas das escolas que têm renome, prédios vistosos e mensalidades altas não resistem à
 
comparação com suas congêneres estrangeiras: 80% oferecem na sala de aula qualidade equivalente à das escolas apenas
 
medianas do mundo desenvolvido. Pasmem: na faixa dos 15 anos, estudantes demonstram dificuldade de resolver
 
operações simples de matemática, como frações e porcentagens e de compreender textos curtos.
(Revista Veja, 19 de setembro de 2011, pág. 93)
Marque a alternativa INCORRETA.

Questão 4

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1
Quando o prêmio Nobel de Física Richard Feynman (1918 – 1988) esteve no Brasil, nos anos 50, ficou assombrado
 
com o que viu. Ao tomar contato com estudantes às vésperas do vestibular, espantaram-no tanto pendor local pela
 
decoreba de fórmulas como a completa ignorância sobre seu significado. Anos mais tarde, registraria em seus escritos
 
aquilo que entendeu como um paradoxo brasileiro: entre os estudantes do mundo inteiro, os jovens que conheceu nos
5
trópicos eram os que mais se debruçavam sobre a física e os que menos sabiam sobre a matéria. À medida que o ensino
 
médio foi se expandindo no país – em seis décadas, o porcentual de jovens matriculados passou de 3% para os atuais 51%
 
–, a desvantagem escolar observada por Feynman só se agravou. As aulas são rasas, desinteressantes, incapazes de
 
preparar os estudantes do século XXI para disputar espaço em um mercado de trabalho global, no qual a capacidade de
 
inovar é cada vez mais valiosa. Alerta o sociólogo Simon Schwanzman: “Se não começar a desatar os nós do ensino
10
médio, o Brasil vai ficar para trás”.
 
O recém-divulgado Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prova aplicada pelo Ministério da Educação a 3,2
 
milhões de estudantes do país inteiro, dá a dimensão exata do abismo a vencer. É um espanto. Dos 23.900 colégios
 
públicos e particulares submetidos ao teste, não mais que 1.500 ou 6% da amostra – têm nível semelhante ao das escolas
 
de países da OCDE (organização que reúne os mais ricos). O Enem trata de desmistificar uma ilusão que muitos pais
15
cultivam ao matricular seus filhos em uma instituição privada – a de que eles ganharão um passaporte para o sucesso na
 
vida adulta. Pois mesmo muitas das escolas que têm renome, prédios vistosos e mensalidades altas não resistem à
 
comparação com suas congêneres estrangeiras: 80% oferecem na sala de aula qualidade equivalente à das escolas apenas
 
medianas do mundo desenvolvido. Pasmem: na faixa dos 15 anos, estudantes demonstram dificuldade de resolver
 
operações simples de matemática, como frações e porcentagens e de compreender textos curtos.
(Revista Veja, 19 de setembro de 2011, pág. 93)
Em “Quando o prêmio Nobel de Física” (1º§), “Se não começar (1º§)” e “À medida que o ensino médio foi” (1º§) ocorre, respectivamente, ideia de

Questão 5

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1
Quando o prêmio Nobel de Física Richard Feynman (1918 – 1988) esteve no Brasil, nos anos 50, ficou assombrado
 
com o que viu. Ao tomar contato com estudantes às vésperas do vestibular, espantaram-no tanto pendor local pela
 
decoreba de fórmulas como a completa ignorância sobre seu significado. Anos mais tarde, registraria em seus escritos
 
aquilo que entendeu como um paradoxo brasileiro: entre os estudantes do mundo inteiro, os jovens que conheceu nos
5
trópicos eram os que mais se debruçavam sobre a física e os que menos sabiam sobre a matéria. À medida que o ensino
 
médio foi se expandindo no país – em seis décadas, o porcentual de jovens matriculados passou de 3% para os atuais 51%
 
–, a desvantagem escolar observada por Feynman só se agravou. As aulas são rasas, desinteressantes, incapazes de
 
preparar os estudantes do século XXI para disputar espaço em um mercado de trabalho global, no qual a capacidade de
 
inovar é cada vez mais valiosa. Alerta o sociólogo Simon Schwanzman: “Se não começar a desatar os nós do ensino
10
médio, o Brasil vai ficar para trás”.
 
O recém-divulgado Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prova aplicada pelo Ministério da Educação a 3,2
 
milhões de estudantes do país inteiro, dá a dimensão exata do abismo a vencer. É um espanto. Dos 23.900 colégios
 
públicos e particulares submetidos ao teste, não mais que 1.500 ou 6% da amostra – têm nível semelhante ao das escolas
 
de países da OCDE (organização que reúne os mais ricos). O Enem trata de desmistificar uma ilusão que muitos pais
15
cultivam ao matricular seus filhos em uma instituição privada – a de que eles ganharão um passaporte para o sucesso na
 
vida adulta. Pois mesmo muitas das escolas que têm renome, prédios vistosos e mensalidades altas não resistem à
 
comparação com suas congêneres estrangeiras: 80% oferecem na sala de aula qualidade equivalente à das escolas apenas
 
medianas do mundo desenvolvido. Pasmem: na faixa dos 15 anos, estudantes demonstram dificuldade de resolver
 
operações simples de matemática, como frações e porcentagens e de compreender textos curtos.
(Revista Veja, 19 de setembro de 2011, pág. 93)
O acento grave foi devidamente utilizado em

Questão 6

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1
Quando o prêmio Nobel de Física Richard Feynman (1918 – 1988) esteve no Brasil, nos anos 50, ficou assombrado
 
com o que viu. Ao tomar contato com estudantes às vésperas do vestibular, espantaram-no tanto pendor local pela
 
decoreba de fórmulas como a completa ignorância sobre seu significado. Anos mais tarde, registraria em seus escritos
 
aquilo que entendeu como um paradoxo brasileiro: entre os estudantes do mundo inteiro, os jovens que conheceu nos
5
trópicos eram os que mais se debruçavam sobre a física e os que menos sabiam sobre a matéria. À medida que o ensino
 
médio foi se expandindo no país – em seis décadas, o porcentual de jovens matriculados passou de 3% para os atuais 51%
 
–, a desvantagem escolar observada por Feynman só se agravou. As aulas são rasas, desinteressantes, incapazes de
 
preparar os estudantes do século XXI para disputar espaço em um mercado de trabalho global, no qual a capacidade de
 
inovar é cada vez mais valiosa. Alerta o sociólogo Simon Schwanzman: “Se não começar a desatar os nós do ensino
10
médio, o Brasil vai ficar para trás”.
 
O recém-divulgado Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prova aplicada pelo Ministério da Educação a 3,2
 
milhões de estudantes do país inteiro, dá a dimensão exata do abismo a vencer. É um espanto. Dos 23.900 colégios
 
públicos e particulares submetidos ao teste, não mais que 1.500 ou 6% da amostra – têm nível semelhante ao das escolas
 
de países da OCDE (organização que reúne os mais ricos). O Enem trata de desmistificar uma ilusão que muitos pais
15
cultivam ao matricular seus filhos em uma instituição privada – a de que eles ganharão um passaporte para o sucesso na
 
vida adulta. Pois mesmo muitas das escolas que têm renome, prédios vistosos e mensalidades altas não resistem à
 
comparação com suas congêneres estrangeiras: 80% oferecem na sala de aula qualidade equivalente à das escolas apenas
 
medianas do mundo desenvolvido. Pasmem: na faixa dos 15 anos, estudantes demonstram dificuldade de resolver
 
operações simples de matemática, como frações e porcentagens e de compreender textos curtos.
(Revista Veja, 19 de setembro de 2011, pág. 93)
1
Várias razões explicam o cenário de terra devastada – a começar pelo despreparo dos professores. A maioria deles
 
desembarca na sala de aula sem nenhuma estratégia para despertar o interesse de jovens inseridos em um mundo no qual
 
o saber enciclopédico deixou de fazer sentido diante da Internet. Na verdade, as deficiências de nossos mestres começam
 
no nível mais básico. Os egressos das faculdades de pedagogia e das licenciaturas sabem pouco, ou nada, de didática, já
5
que 80% do que aprenderam foram teorias obsoletas permeadas de bordões ideológicos.
(Revista Veja, 19 de setembro de 2011, pág. 93)
Em “o cenário de terra devastada” ocorre um[a]

Questão 7

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1
Quando o prêmio Nobel de Física Richard Feynman (1918 – 1988) esteve no Brasil, nos anos 50, ficou assombrado
 
com o que viu. Ao tomar contato com estudantes às vésperas do vestibular, espantaram-no tanto pendor local pela
 
decoreba de fórmulas como a completa ignorância sobre seu significado. Anos mais tarde, registraria em seus escritos
 
aquilo que entendeu como um paradoxo brasileiro: entre os estudantes do mundo inteiro, os jovens que conheceu nos
5
trópicos eram os que mais se debruçavam sobre a física e os que menos sabiam sobre a matéria. À medida que o ensino
 
médio foi se expandindo no país – em seis décadas, o porcentual de jovens matriculados passou de 3% para os atuais 51%
 
–, a desvantagem escolar observada por Feynman só se agravou. As aulas são rasas, desinteressantes, incapazes de
 
preparar os estudantes do século XXI para disputar espaço em um mercado de trabalho global, no qual a capacidade de
 
inovar é cada vez mais valiosa. Alerta o sociólogo Simon Schwanzman: “Se não começar a desatar os nós do ensino
10
médio, o Brasil vai ficar para trás”.
 
O recém-divulgado Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prova aplicada pelo Ministério da Educação a 3,2
 
milhões de estudantes do país inteiro, dá a dimensão exata do abismo a vencer. É um espanto. Dos 23.900 colégios
 
públicos e particulares submetidos ao teste, não mais que 1.500 ou 6% da amostra – têm nível semelhante ao das escolas
 
de países da OCDE (organização que reúne os mais ricos). O Enem trata de desmistificar uma ilusão que muitos pais
15
cultivam ao matricular seus filhos em uma instituição privada – a de que eles ganharão um passaporte para o sucesso na
 
vida adulta. Pois mesmo muitas das escolas que têm renome, prédios vistosos e mensalidades altas não resistem à
 
comparação com suas congêneres estrangeiras: 80% oferecem na sala de aula qualidade equivalente à das escolas apenas
 
medianas do mundo desenvolvido. Pasmem: na faixa dos 15 anos, estudantes demonstram dificuldade de resolver
 
operações simples de matemática, como frações e porcentagens e de compreender textos curtos.
(Revista Veja, 19 de setembro de 2011, pág. 93)
1
Várias razões explicam o cenário de terra devastada – a começar pelo despreparo dos professores. A maioria deles
 
desembarca na sala de aula sem nenhuma estratégia para despertar o interesse de jovens inseridos em um mundo no qual
 
o saber enciclopédico deixou de fazer sentido diante da Internet. Na verdade, as deficiências de nossos mestres começam
 
no nível mais básico. Os egressos das faculdades de pedagogia e das licenciaturas sabem pouco, ou nada, de didática, já
5
que 80% do que aprenderam foram teorias obsoletas permeadas de bordões ideológicos.
(Revista Veja, 19 de setembro de 2011, pág. 93)
As palavras “egressos”, “obsoletas” e “bordões” são empregadas no texto, respectivamente, com o sentido de

Questão 8

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1
Quando o prêmio Nobel de Física Richard Feynman (1918 – 1988) esteve no Brasil, nos anos 50, ficou assombrado
 
com o que viu. Ao tomar contato com estudantes às vésperas do vestibular, espantaram-no tanto pendor local pela
 
decoreba de fórmulas como a completa ignorância sobre seu significado. Anos mais tarde, registraria em seus escritos
 
aquilo que entendeu como um paradoxo brasileiro: entre os estudantes do mundo inteiro, os jovens que conheceu nos
5
trópicos eram os que mais se debruçavam sobre a física e os que menos sabiam sobre a matéria. À medida que o ensino
 
médio foi se expandindo no país – em seis décadas, o porcentual de jovens matriculados passou de 3% para os atuais 51%
 
–, a desvantagem escolar observada por Feynman só se agravou. As aulas são rasas, desinteressantes, incapazes de
 
preparar os estudantes do século XXI para disputar espaço em um mercado de trabalho global, no qual a capacidade de
 
inovar é cada vez mais valiosa. Alerta o sociólogo Simon Schwanzman: “Se não começar a desatar os nós do ensino
10
médio, o Brasil vai ficar para trás”.
 
O recém-divulgado Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prova aplicada pelo Ministério da Educação a 3,2
 
milhões de estudantes do país inteiro, dá a dimensão exata do abismo a vencer. É um espanto. Dos 23.900 colégios
 
públicos e particulares submetidos ao teste, não mais que 1.500 ou 6% da amostra – têm nível semelhante ao das escolas
 
de países da OCDE (organização que reúne os mais ricos). O Enem trata de desmistificar uma ilusão que muitos pais
15
cultivam ao matricular seus filhos em uma instituição privada – a de que eles ganharão um passaporte para o sucesso na
 
vida adulta. Pois mesmo muitas das escolas que têm renome, prédios vistosos e mensalidades altas não resistem à
 
comparação com suas congêneres estrangeiras: 80% oferecem na sala de aula qualidade equivalente à das escolas apenas
 
medianas do mundo desenvolvido. Pasmem: na faixa dos 15 anos, estudantes demonstram dificuldade de resolver
 
operações simples de matemática, como frações e porcentagens e de compreender textos curtos.
(Revista Veja, 19 de setembro de 2011, pág. 93)
1
Várias razões explicam o cenário de terra devastada – a começar pelo despreparo dos professores. A maioria deles
 
desembarca na sala de aula sem nenhuma estratégia para despertar o interesse de jovens inseridos em um mundo no qual
 
o saber enciclopédico deixou de fazer sentido diante da Internet. Na verdade, as deficiências de nossos mestres começam
 
no nível mais básico. Os egressos das faculdades de pedagogia e das licenciaturas sabem pouco, ou nada, de didática, já
5
que 80% do que aprenderam foram teorias obsoletas permeadas de bordões ideológicos.
(Revista Veja, 19 de setembro de 2011, pág. 93)
Tendo em vista a norma culta, assinale a alternativa INCORRETA quanto à concordância verbal.

Questão 9

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1
No romance São Manuel Bueno, Mártir, Miguel de Unamuno apresenta um personagem que, utilizando um discurso
 
anticlerical, repetia constantemente que a sociedade espanhola continuava influenciada por uma mentalidade feudal e
 
medieval: “Feudal e medieval eram os dois qualificativos que esbanjava quando queria condenar alguma coisa”.
 
Régine Pernoud, no seu Pour en finir avec la Moyen-Age, menciona o mesmo costume verbal, numa França que tanto
5
deve à Idade Média. Para criticar uma situação considerada criticável, seja sobre demografia, política, analfabetismo,
 
educação etc., as pessoas empregam frases como “Não estamos mais na Idade Média”, “É um retorno à Idade Média” ou
 
“É uma mentalidade medieval”, o que faz o interlocutor entender automaticamente que está diante do que há de mais
 
execrável na história humana.
 
Por mais que os medievalistas nos últimos 150 anos tenham demonstrado com documentos, monumentos e
10
argumentos que os dez séculos da chamada Idade Média não foram tão monstruosos assim (ou que pelo menos essa não
 
foi a única fase monstruosa que o ser humano já viveu neste planeta...), esse “rótulo” tornou-se um dos mais fáceis de
 
usar. Recentemente, um ativista cultural brasileiro disse em seu animado discurso: “Ainda temos hoje a mentalidade
 
medieval de transformar os cinemas em igrejas”. Afirmação no mínimo divertida.
 
Este fenômeno de irracionalismo e preconceito (duas palavras que também servem maravilhosamente para destruir o
15
que a priori quisermos desqualificar) é bastante corriqueiro, mesmo em tempos não-medievais...
(Gabriel Perissé. In: As palavras não dizem tudo / ou dizem?)
Considerando as ideias do texto, analise.

I. O autor mostra que a palavra medieval é comumente usada pejorativamente.

II. É correto atribuir à Idade Média a transformação de cinemas em igrejas.

III. Para o autor, o uso corriqueiro do termo medieval com sentido pejorativo é irracional e preconceituoso.

IV. “Medievalistas” são aqueles que viveram na Idade Média.

Estão corretas apenas as afirmativas

Questão 10

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
1
No romance São Manuel Bueno, Mártir, Miguel de Unamuno apresenta um personagem que, utilizando um discurso
 
anticlerical, repetia constantemente que a sociedade espanhola continuava influenciada por uma mentalidade feudal e
 
medieval: “Feudal e medieval eram os dois qualificativos que esbanjava quando queria condenar alguma coisa”.
 
Régine Pernoud, no seu Pour en finir avec la Moyen-Age, menciona o mesmo costume verbal, numa França que tanto
5
deve à Idade Média. Para criticar uma situação considerada criticável, seja sobre demografia, política, analfabetismo,
 
educação etc., as pessoas empregam frases como “Não estamos mais na Idade Média”, “É um retorno à Idade Média” ou
 
“É uma mentalidade medieval”, o que faz o interlocutor entender automaticamente que está diante do que há de mais
 
execrável na história humana.
 
Por mais que os medievalistas nos últimos 150 anos tenham demonstrado com documentos, monumentos e
10
argumentos que os dez séculos da chamada Idade Média não foram tão monstruosos assim (ou que pelo menos essa não
 
foi a única fase monstruosa que o ser humano já viveu neste planeta...), esse “rótulo” tornou-se um dos mais fáceis de
 
usar. Recentemente, um ativista cultural brasileiro disse em seu animado discurso: “Ainda temos hoje a mentalidade
 
medieval de transformar os cinemas em igrejas”. Afirmação no mínimo divertida.
 
Este fenômeno de irracionalismo e preconceito (duas palavras que também servem maravilhosamente para destruir o
15
que a priori quisermos desqualificar) é bastante corriqueiro, mesmo em tempos não-medievais...
(Gabriel Perissé. In: As palavras não dizem tudo / ou dizem?)
Assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Em “É um retorno à Idade Média” (2º§) e em “rótulo” (3º§), as aspas são usadas pela mesma razão.

( ) A oração “que tanto deve à Idade Média” (2º§) é uma subordinada adjetiva restritiva.

( ) Em “quando queria condenar” (1º§), a expressão destacada indica tempo.

( ) O sujeito do verbo “esbanjava” em “que esbanjava” (1º§) é “Miguel de Unamuno”.

A sequência correta está em

Questão 11

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Num grupo de 75 pessoas, 42 têm 55 anos ou menos e 48 pessoas têm 30 anos ou mais. Quantas pessoas têm de 30 a 55 anos de idade?

Questão 12

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Numa festa há um total de 46 pessoas. Se chegarem mais 9 mulheres e saírem 7 homens, o número de mulheres e homens passará a ser igual. Se saírem 5 homens e chegarem 10 mulheres, então a festa terá

Questão 13

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Sejam os conjuntos A = {– 3, 4, 9, 10}, B = {– 2, – 1, 4, 5, 10} e C = {– 4, – 3 , – 1, 0, 2, 4, 9}. O conjunto (AUB) ∩ C possui

Questão 14

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Das sequências a seguir, qual apresenta a maior quantidade de números inteiros?

Questão 15

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Numa sala, encontram-se 4 maquetes: de um prédio, de uma torre, de um farol e de uma igreja. Sabe-se que
• ou a torre é a segunda mais alta ou o farol é o mais baixo.
• a torre não é a mais alta e a igreja não é a mais baixa.
• o farol é mais alto que o prédio e mais baixo que a torre.

A ordem DECRESCENTE da altura destas maquetes é

Questão 16

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Sejam os conjuntos A = {{5}, {6}, {7}, {5, 6, 7} e B ={{5, 6}, {5, 7}, {6, 7}}. Das relações a seguir, assinale a alternativa correta

Questão 17

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Qual dos conjuntos a seguir é um conjunto vazio?

Questão 18

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Numa casa, se a porta dos fundos está aberta, o cachorro está preso. Se a porta da frente está fechada, então a luz da varanda está acesa. Ou o cachorro fica solto ou a luz da varanda fica desligada. Se a porta dos fundos está aberta, a porta da frente não está fechada. Se a luz da varanda está ligada, o cachorro está latindo. Um carteiro chegou nesta casa e percebeu que a luz da varanda estava desligada, logo a porta

Questão 19

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
A soma de todos os números naturais que pertencem ao intervalo é

Questão 20

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Se o tempo estava nublado, nem Tereza nem Fátima foram ao piquenique. Se Fátima foi ao piquenique, Murilo ficou em casa. Se Murilo ficou em casa, ele assistiu ao jogo. Ora, Murilo não assistiu ao jogo, logo

Questão 21

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Estatui o inciso XXXVII, do art. 5º da Constituição da República Federativa do Brasil que “não haverá juízo ou tribunal de exceção” e o inciso LIII estabelece que “ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente”. Através dos incisos citados, a CRFB adota o princípio do[a]

Questão 22

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
NÃO é privativo de brasileiro nato o cargo de

Questão 23

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre

Questão 24

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Sobre Negócio Jurídico, no Código Civil, marque a alternativa INCORRETA.

Questão 25

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
A Lei nº. 11.101, de 9 de fevereiro de 2005 “regulamenta a recuperação judicial, a extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária”. Analise as afirmativas sobre a referida lei.

I. A Lei nº. 11.101/2005 não se aplica a empresa pública e sociedade de economia mista.

II. É competente para homologar o plano de recuperação extrajudicial, deferir a recuperação judicial ou decretar a falência o juízo do local do principal estabelecimento do devedor ou da filial de empresa que tenha sede fora do Brasil.

III. São exigíveis do devedor na falência as obrigações a título gratuito.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

Questão 26

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Sobre o Direito Processual Civil, marque a alternativa INCORRETA.

Questão 27

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
No Direito Processual do Trabalho, cabe recurso ordinário para a instância superior das decisões definitivas ou terminativas das Varas ou Juízos, no prazo de

Questão 28

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Sobre Licitações e Contratos no Direito Administrativo, é correto afirmar que

Questão 29

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
De acordo com o que dispõe a Lei Orgânica do município de Carangola, analise.

I. É garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical.

II. O direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei complementar federal.

III. A revisão geral da remuneração dos servidores públicos, far-se-á sempre na mesma data.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

Questão 30

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
A administração pública direta e indireta, de quaisquer dos Poderes do município, obedecerá aos seguintes princípios, EXCETO:

Questão 31

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
“A UE (União Europeia) afirmou, nesta sexta-feira, que o anúncio da organização basca separatista ETA sobre o fim definitivo de sua luta armada é uma ‘excelente notícia’. ‘O anúncio representa uma derrota do terrorismo e uma vitória para a democracia, a liberdade e o Estado de direito’, afirmou o presidente da UE, Herman Van Rompuy, em comunicado no qual também homenageia as vítimas da organização armada.” (Folha online)

A região denominada de País Basco fica em terras de que países europeus?

Questão 32

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
Na organização da Copa do Mundo de 2014, o Brasil vem enfrentando vários impasses com a organizadora do evento, a FIFA (Federation Internationale de Football Association), sendo que um dos mais polêmicos é a exigência desta entidade para que se suspenda no Brasil, durante a realização da Copa do Mundo, o[a]s

Questão 33

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
As fronteiras do Brasil no Atlântico são divididas em Mar Territorial, Zona Contígua, Zona Econômica e Plataforma Continental. Diante do exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Na fronteira Mar Territorial, o Brasil possui apenas o controle administrativo.

( ) Na Zona Contígua, o Brasil pode controlar o trânsito de navios de outros países, sem autonomia para proibição.

( ) Na Zona Econômica Exclusiva, o Brasil possui direitos absolutos sobre o subsolo marítimo e a vida no mar.

( ) A zona denominada Plataforma Continental é considerada internacionalmente uma região abissal.

A sequência está correta em

Questão 34

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
“O venezuelano Ilich Ramírez Sánchez, 62, conhecido como ‘Carlos, o Chacal’ (...) iniciou uma greve de fome, uma semana depois de ter sido levado para uma cela de isolamento, informou o advogado de defesa em uma carta enviada ao ministro da Justiça, Michel Mercier.” (Folha online – 25/10/2011)

De volta aos noticiários internacionais, “Carlos, o Chacal” é uma personalidade emblemática do final século XX, quando foi tema de filme, livro, reportagens por todo o planeta, e conhecido mundialmente por

Questão 35

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
O site de vazamento de documentos WikiLeaks informou, em outubro de 2011, em comunicado, que iria parar de publicar conteúdo após estremecer as estruturas das relações internacionais com a divulgação de diversos documentos sigilosos de vários países, principalmente dos EUA. O objetivo desta medida, segundo foi divulgado, é o de concentrar esforços para arrecadar dinheiro, já que

Questão 36

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
A onda de protestos iniciada na Tunísia, contra a permanência por longos anos de um mesmo governante, e que se estendeu por vários países árabes, transformou a Líbia, onde Muammar Kadafi governou por mais de 40 anos. O resultado da revolta no país foi o[a]

Questão 37

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
“A propaganda institucional do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre o plebiscito de divisão do Pará será veiculada, a partir desta quinta-feira (27), nas rádios e televisões de todo o Brasil. Serão feitas, diariamente, duas inserções de 30 segundos, até 10 de dezembro, véspera do plebiscito. A propaganda é destinada, principalmente, aos paraenses que vivem fora do Estado.” (Folha online – 25/10/2011)

Caso o estado do Pará venha a ser dividido realmente, quantas unidades federativas o Brasil passará a ter?

Questão 38

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
1
“A população mundial vai atingir a marca de 7 bilhões de pessoas na próxima segunda-feira (31), de acordo
 
com a Organização das Nações Unidas (ONU), que usou estimativas de demografia e selecionou a data de forma
 
simbólica para debater o tema e discutir ideias de crescimento e sustentabilidade. O número será alcançado
 
apenas 12 anos depois de um bebê nascido em Sarajevo ter sido nomeado pela ONU como a 6ª bilionésima pessoa
5
a nascer, e 24 anos depois de o 5º bilionésimo ter nascido na Bósnia. Segundo o Departamento do Censo dos
 
Estados Unidos, entretanto, o dado das Nações Unidas é precoce, e a população mundial é de ‘apenas’ 6,97 bilhões
 
no final de outubro. A marca de 7 bilhões, segundo o dado dos demógrafos americanos, chegaria apenas em abril
 
do próximo ano.”
(G1 – Globo.com – 28/10/2011)
Em que continente está concentrado mais de 50% da população mundial?

Questão 39

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
1
“A população mundial vai atingir a marca de 7 bilhões de pessoas na próxima segunda-feira (31), de acordo
 
com a Organização das Nações Unidas (ONU), que usou estimativas de demografia e selecionou a data de forma
 
simbólica para debater o tema e discutir ideias de crescimento e sustentabilidade. O número será alcançado
 
apenas 12 anos depois de um bebê nascido em Sarajevo ter sido nomeado pela ONU como a 6ª bilionésima pessoa
5
a nascer, e 24 anos depois de o 5º bilionésimo ter nascido na Bósnia. Segundo o Departamento do Censo dos
 
Estados Unidos, entretanto, o dado das Nações Unidas é precoce, e a população mundial é de ‘apenas’ 6,97 bilhões
 
no final de outubro. A marca de 7 bilhões, segundo o dado dos demógrafos americanos, chegaria apenas em abril
 
do próximo ano.”
(G1 – Globo.com – 28/10/2011)
País mais populoso do mundo, a China implantou uma rígida política de controle de natalidade o que leva os especialistas a acreditarem que nas próximas décadas perderá este posto para o segundo país mais populoso, que é

Questão 40

Pref. Carangola/MG 2012 - IDECAN - Advogado - CREAS
1
“A população mundial vai atingir a marca de 7 bilhões de pessoas na próxima segunda-feira (31), de acordo
 
com a Organização das Nações Unidas (ONU), que usou estimativas de demografia e selecionou a data de forma
 
simbólica para debater o tema e discutir ideias de crescimento e sustentabilidade. O número será alcançado
 
apenas 12 anos depois de um bebê nascido em Sarajevo ter sido nomeado pela ONU como a 6ª bilionésima pessoa
5
a nascer, e 24 anos depois de o 5º bilionésimo ter nascido na Bósnia. Segundo o Departamento do Censo dos
 
Estados Unidos, entretanto, o dado das Nações Unidas é precoce, e a população mundial é de ‘apenas’ 6,97 bilhões
 
no final de outubro. A marca de 7 bilhões, segundo o dado dos demógrafos americanos, chegaria apenas em abril
 
do próximo ano.”
(G1 – Globo.com – 28/10/2011)
O continente que apresenta a maior taxa de crescimento populacional no período de 2005 – 2010 é



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