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TJ/PR 2012 TJ/PR 2013

TJ/PR 2014

Técnico Judiciário

Questão 1

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
Para a ciência, o amor é um fenômeno biológico que pode ser de três subtipos, a paixão, a atração e a ligação afetiva com o
 
objetivo principal de procriar para manter a espécie e aumentar as chances de sobrevivência dos envolvidos, pois dois lutam melhor
 
do que um. Todos esses sentimentos estão relacionados a circuitos neuronais onde há predomínio de um neurotransmissor e,
 
portanto, para modular esses circuitos é preciso controlar o nível desse neurotransmissor dentro do cérebro ou, de preferência,
5
apenas nas regiões interligadas pelo circuito.
 
Paixão, por exemplo, é um sentimento intenso que torna o indivíduo obcecado pelo outro. Essa condição é muito semelhante
 
ao transtorno obsessivo-compulsivo, o TOC, em que o indivíduo tem uma compulsão a repetir um comportamento, como contar
 
objetos, lavar as mãos ou testar as travas das portas diversas vezes antes de sair de casa. Um estudo da doutora Donatella Marazziti
 
comparou o cérebro de 20 indivíduos apaixonados com o de 20 pessoas com TOC e descobriu que os dois grupos apresentavam
10
baixos níveis de uma proteína transportadora de serotonina dentro do cérebro, tornando seu nível mais baixo que o normal. Depois
 
de um ano, quando não estavam mais obcecados pelos parceiros, os cérebros dos apaixonados foram testados novamente e
 
descobriu-se que o nível dessa proteína havia voltado ao normal, assim como o de serotonina. Os novos medicamentos
 
antidepressivos que aumentam os níveis de serotonina melhoram o comportamento de pessoas com TOC, e podem modular as
 
relações afetivas, podendo ser utilizados para minimizar o sofrimento na hora da separação.
15
O doutor Larry Young, da Universidade de Atlanta, na Geórgia, administrou uma droga que bloqueia a ação da oxitocina no
 
sistema nervoso em ratazanas-da-pradaria, Microtus ochrogaster, famosas por sua fidelidade (casais são formados e não se
 
separam por toda a vida; é claro que a vida desses roedores dura apenas dois anos, mas, durante todo esse tempo o casal está
 
sempre junto, um cuidando do outro, e ambos cuidando da cria e do ninho). Et voilà, a droga acabou com o casamento das ratazanas-
 
da-pradaria, todas se tornaram poligâmicas.
20
(...)
 
Enfim, existem medicamentos na prateleira que podem tornar as pessoas mais imunes às perdas afetivas, mas seu uso
 
corriqueiro e “preventivo” tem um custo. Reduzir a chance de ligação afetiva pode também tornar as pessoas mais antissociais e
 
dificultar relacionamentos interpessoais.
 
(TUMA, Rogério. Carta Capital, 19 fev. 2014. Adaptado.)
Com base no texto, é correto afirmar:

Questão 2

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
Para a ciência, o amor é um fenômeno biológico que pode ser de três subtipos, a paixão, a atração e a ligação afetiva com o
 
objetivo principal de procriar para manter a espécie e aumentar as chances de sobrevivência dos envolvidos, pois dois lutam melhor
 
do que um. Todos esses sentimentos estão relacionados a circuitos neuronais onde há predomínio de um neurotransmissor e,
 
portanto, para modular esses circuitos é preciso controlar o nível desse neurotransmissor dentro do cérebro ou, de preferência,
5
apenas nas regiões interligadas pelo circuito.
 
Paixão, por exemplo, é um sentimento intenso que torna o indivíduo obcecado pelo outro. Essa condição é muito semelhante
 
ao transtorno obsessivo-compulsivo, o TOC, em que o indivíduo tem uma compulsão a repetir um comportamento, como contar
 
objetos, lavar as mãos ou testar as travas das portas diversas vezes antes de sair de casa. Um estudo da doutora Donatella Marazziti
 
comparou o cérebro de 20 indivíduos apaixonados com o de 20 pessoas com TOC e descobriu que os dois grupos apresentavam
10
baixos níveis de uma proteína transportadora de serotonina dentro do cérebro, tornando seu nível mais baixo que o normal. Depois
 
de um ano, quando não estavam mais obcecados pelos parceiros, os cérebros dos apaixonados foram testados novamente e
 
descobriu-se que o nível dessa proteína havia voltado ao normal, assim como o de serotonina. Os novos medicamentos
 
antidepressivos que aumentam os níveis de serotonina melhoram o comportamento de pessoas com TOC, e podem modular as
 
relações afetivas, podendo ser utilizados para minimizar o sofrimento na hora da separação.
15
O doutor Larry Young, da Universidade de Atlanta, na Geórgia, administrou uma droga que bloqueia a ação da oxitocina no
 
sistema nervoso em ratazanas-da-pradaria, Microtus ochrogaster, famosas por sua fidelidade (casais são formados e não se
 
separam por toda a vida; é claro que a vida desses roedores dura apenas dois anos, mas, durante todo esse tempo o casal está
 
sempre junto, um cuidando do outro, e ambos cuidando da cria e do ninho). Et voilà, a droga acabou com o casamento das ratazanas-
 
da-pradaria, todas se tornaram poligâmicas.
20
(...)
 
Enfim, existem medicamentos na prateleira que podem tornar as pessoas mais imunes às perdas afetivas, mas seu uso
 
corriqueiro e “preventivo” tem um custo. Reduzir a chance de ligação afetiva pode também tornar as pessoas mais antissociais e
 
dificultar relacionamentos interpessoais.
 
(TUMA, Rogério. Carta Capital, 19 fev. 2014. Adaptado.)
Identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas sobre a organização argumentativa do texto:

( ) A tese do autor está expressa na última frase do primeiro parágrafo e corresponde a duas afirmativas interligadas pelo conector “portanto”.

( ) O experimento relatado no segundo parágrafo tem a função de validar a segunda parte da tese.

( ) O experimento relatado no terceiro parágrafo tem a função de validar a primeira parte da tese.

( ) Na conclusão, o autor adota um ponto de vista sobre o uso dos medicamentos para reduzir o sofrimento associado às perdas afetivas que apresenta diferenças em relação à perspectiva apresentada nos parágrafos anteriores.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Questão 3

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
Para a ciência, o amor é um fenômeno biológico que pode ser de três subtipos, a paixão, a atração e a ligação afetiva com o
 
objetivo principal de procriar para manter a espécie e aumentar as chances de sobrevivência dos envolvidos, pois dois lutam melhor
 
do que um. Todos esses sentimentos estão relacionados a circuitos neuronais onde há predomínio de um neurotransmissor e,
 
portanto, para modular esses circuitos é preciso controlar o nível desse neurotransmissor dentro do cérebro ou, de preferência,
5
apenas nas regiões interligadas pelo circuito.
 
Paixão, por exemplo, é um sentimento intenso que torna o indivíduo obcecado pelo outro. Essa condição é muito semelhante
 
ao transtorno obsessivo-compulsivo, o TOC, em que o indivíduo tem uma compulsão a repetir um comportamento, como contar
 
objetos, lavar as mãos ou testar as travas das portas diversas vezes antes de sair de casa. Um estudo da doutora Donatella Marazziti
 
comparou o cérebro de 20 indivíduos apaixonados com o de 20 pessoas com TOC e descobriu que os dois grupos apresentavam
10
baixos níveis de uma proteína transportadora de serotonina dentro do cérebro, tornando seu nível mais baixo que o normal. Depois
 
de um ano, quando não estavam mais obcecados pelos parceiros, os cérebros dos apaixonados foram testados novamente e
 
descobriu-se que o nível dessa proteína havia voltado ao normal, assim como o de serotonina. Os novos medicamentos
 
antidepressivos que aumentam os níveis de serotonina melhoram o comportamento de pessoas com TOC, e podem modular as
 
relações afetivas, podendo ser utilizados para minimizar o sofrimento na hora da separação.
15
O doutor Larry Young, da Universidade de Atlanta, na Geórgia, administrou uma droga que bloqueia a ação da oxitocina no
 
sistema nervoso em ratazanas-da-pradaria, Microtus ochrogaster, famosas por sua fidelidade (casais são formados e não se
 
separam por toda a vida; é claro que a vida desses roedores dura apenas dois anos, mas, durante todo esse tempo o casal está
 
sempre junto, um cuidando do outro, e ambos cuidando da cria e do ninho). Et voilà, a droga acabou com o casamento das ratazanas-
 
da-pradaria, todas se tornaram poligâmicas.
20
(...)
 
Enfim, existem medicamentos na prateleira que podem tornar as pessoas mais imunes às perdas afetivas, mas seu uso
 
corriqueiro e “preventivo” tem um custo. Reduzir a chance de ligação afetiva pode também tornar as pessoas mais antissociais e
 
dificultar relacionamentos interpessoais.
 
(TUMA, Rogério. Carta Capital, 19 fev. 2014. Adaptado.)
Considere as seguintes afirmativas sobre expressões empregadas no texto.

1. A expressão “dor de cotovelo” empregada no título não é característica da linguagem predominantemente científica utilizada no corpo do texto.

2. A palavra “remédio” no título do texto é ambígua, tanto pode significar “solução” como “medicamento”, e ambas as leituras mantêm o efeito de coerência entre o título e o corpo do texto.

3. As aspas em “preventivo”, no último parágrafo, assinalam que essa não é a palavra adequada para expressar o sentido pretendido pelo autor.

4. A expressão francesa “et voilà” (“eis aí” ou “aí está”) no terceiro parágrafo, produz um efeito de ironia no relato feito pelo autor.

Assinale a alternativa correta.

Questão 4

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
Para a ciência, o amor é um fenômeno biológico que pode ser de três subtipos, a paixão, a atração e a ligação afetiva com o
 
objetivo principal de procriar para manter a espécie e aumentar as chances de sobrevivência dos envolvidos, pois dois lutam melhor
 
do que um. Todos esses sentimentos estão relacionados a circuitos neuronais onde há predomínio de um neurotransmissor e,
 
portanto, para modular esses circuitos é preciso controlar o nível desse neurotransmissor dentro do cérebro ou, de preferência,
5
apenas nas regiões interligadas pelo circuito.
 
Paixão, por exemplo, é um sentimento intenso que torna o indivíduo obcecado pelo outro. Essa condição é muito semelhante
 
ao transtorno obsessivo-compulsivo, o TOC, em que o indivíduo tem uma compulsão a repetir um comportamento, como contar
 
objetos, lavar as mãos ou testar as travas das portas diversas vezes antes de sair de casa. Um estudo da doutora Donatella Marazziti
 
comparou o cérebro de 20 indivíduos apaixonados com o de 20 pessoas com TOC e descobriu que os dois grupos apresentavam
10
baixos níveis de uma proteína transportadora de serotonina dentro do cérebro, tornando seu nível mais baixo que o normal. Depois
 
de um ano, quando não estavam mais obcecados pelos parceiros, os cérebros dos apaixonados foram testados novamente e
 
descobriu-se que o nível dessa proteína havia voltado ao normal, assim como o de serotonina. Os novos medicamentos
 
antidepressivos que aumentam os níveis de serotonina melhoram o comportamento de pessoas com TOC, e podem modular as
 
relações afetivas, podendo ser utilizados para minimizar o sofrimento na hora da separação.
15
O doutor Larry Young, da Universidade de Atlanta, na Geórgia, administrou uma droga que bloqueia a ação da oxitocina no
 
sistema nervoso em ratazanas-da-pradaria, Microtus ochrogaster, famosas por sua fidelidade (casais são formados e não se
 
separam por toda a vida; é claro que a vida desses roedores dura apenas dois anos, mas, durante todo esse tempo o casal está
 
sempre junto, um cuidando do outro, e ambos cuidando da cria e do ninho). Et voilà, a droga acabou com o casamento das ratazanas-
 
da-pradaria, todas se tornaram poligâmicas.
20
(...)
 
Enfim, existem medicamentos na prateleira que podem tornar as pessoas mais imunes às perdas afetivas, mas seu uso
 
corriqueiro e “preventivo” tem um custo. Reduzir a chance de ligação afetiva pode também tornar as pessoas mais antissociais e
 
dificultar relacionamentos interpessoais.
 
(TUMA, Rogério. Carta Capital, 19 fev. 2014. Adaptado.)
Com base no texto, é correto afirmar:

Questão 5

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
“A língua é viva, eu sei, mas sujeita a vírus que, de repente, atacam a TV, a internet e a imprensa, contaminam milhões, e as pessoas começam a achar que foi sempre assim que se falou ou se deve falar.”(Ruy Castro. Folha de S.Paulo, 27/06/2012)

Assinale a assertiva correta sobre o emprego, no texto, da flexão de número da palavra “vírus”:

Questão 6

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
As questões têm como base a interpretação do quadrinho abaixo, de Bill Watterson, que coloca em cena os
 
personagens Calvin e Haroldo.
 
Os elementos verbais e não verbais do quadrinho permitem afirmar que, segundo Calvin:

1. se os seres humanos fossem realmente inteligentes se preocupariam com a preservação ambiental.

2. seres inteligentes procuram fazer contato com outros seres inteligentes.

3. o desmatamento pode ser um atrativo para os extraterrestres, pois poderia facilitar o pouso de suas naves na Terra.

4. as formas de vida inteligente fora da Terra sabem que os humanos são seres perigosos.

Assinale a alternativa correta.

Questão 7

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
As questões têm como base a interpretação do quadrinho abaixo, de Bill Watterson, que coloca em cena os
 
personagens Calvin e Haroldo.
 
Um dos recursos mobilizados por Bill Watterson para produzir o efeito de humor é a argumentação de Calvin. Assinale a alternativa que apresenta uma argumentação análoga à do quadrinho.

Questão 8

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
A primeira palavra que me vem em mente quando penso na vida moderna é dispersão. Existe uma competição constante
 
pela nossa atenção entre os produtores de novas tecnologias, de comida, de roupas; há uma necessidade crescente de estarmos
 
"ligados" com o que está acontecendo, e já não basta rádio e televisão; tem que ser pelo Facebook, pelo Twitter, pelo Google Plus
 
e um bando de outras redes sociais.
5
Cada instante é ocupado por algo que vemos numa tela, pequena ou grande. A informação vem em torrentes incessantes.
 
Se esquecemos nosso celular em casa, é como se tivéssemos perdido um dedo ou outra parte do corpo. Os celulares tornaram-se
 
parte integral de nossa existência, um apêndice tecnológico que nos define como indivíduos. Tornaram-se um vício, como
 
verificamos assim que pousa um avião e todo mundo se precipita para ligar seu iPhone ou seu Galaxy, como se naquele voo de 45
 
minutos a história do mundo tivesse se transformado de forma profunda e aquele e-mail que mudará a sua vida tivesse finalmente
10
chegado.
 
Não nos permitimos mais espaço para a contemplação.
 
Sei que isso está parecendo papo de velho, atravancado com os avanços tecnológicos. Mas não é nada disso; eu mesmo
 
tenho todos os brinquedos tecnológicos que existem e os uso como todo mundo, com muito prazer. Portanto, essa reflexão é para
 
mim também, mesmo se digitada em meu laptop.
15
Muita gente me pergunta se o tempo está mudando, passando mais rápido. Essa é uma percepção psicológica da passagem
 
do tempo, que nada tem a ver com a passagem física do tempo. A duração do dia muda muito lentamente, e muda no sentido
 
inverso, aumentando e não diminuindo, devido à fricção gravitacional das marés causadas pelas atração entre Terra, Lua e Sol.
 
O tempo está passando mais rapidamente, ou assim o percebemos, porque cada vez temos menos controle sobre ele. O
 
ócio é algo que consideramos quase que pecaminoso (esquecendo os pecados capitais); qualquer brecha de tempo nós enchemos
20
com uma leitura no Twitter, do Facebook, de e-mail, um videozinho no YouTube, ou um podcast qualquer.
 
Uma das maiores vítimas dessa correria moderna é nossa conexão com a natureza.
 
Na ânsia pela informação, pouco desviamos os olhos das telas. Olhar para o céu é algo que raramente fazemos,
 
especialmente nas grandes cidades. Para a maioria das pessoas a natureza é um conceito, algo que existe lá longe, nas fotos que
 
vemos nas revistas, ou nos vídeos do YouTube e especiais de TV.
25
Para resgatarmos nosso controle sobre o tempo é necessário retornarmos à natureza, criarmos espaço para a contemplação
 
das formas de vida, das árvores, das flores e animais; é necessário olharmos para o céu noturno, longe das luzes da cidade. Assim
 
conseguiremos desacelerar, buscando outro tipo de informação que nos liga ao que temos de mais essencial: nossa relação com
 
os ciclos e ritmos do Cosmo.
(GLEISER, Marcelo. Folha de S. Paulo, 08 dez 2013. Adaptado.)
A partir do ponto de vista do autor do texto, é correto afirmar:

Questão 9

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
A primeira palavra que me vem em mente quando penso na vida moderna é dispersão. Existe uma competição constante
 
pela nossa atenção entre os produtores de novas tecnologias, de comida, de roupas; há uma necessidade crescente de estarmos
 
"ligados" com o que está acontecendo, e já não basta rádio e televisão; tem que ser pelo Facebook, pelo Twitter, pelo Google Plus
 
e um bando de outras redes sociais.
5
Cada instante é ocupado por algo que vemos numa tela, pequena ou grande. A informação vem em torrentes incessantes.
 
Se esquecemos nosso celular em casa, é como se tivéssemos perdido um dedo ou outra parte do corpo. Os celulares tornaram-se
 
parte integral de nossa existência, um apêndice tecnológico que nos define como indivíduos. Tornaram-se um vício, como
 
verificamos assim que pousa um avião e todo mundo se precipita para ligar seu iPhone ou seu Galaxy, como se naquele voo de 45
 
minutos a história do mundo tivesse se transformado de forma profunda e aquele e-mail que mudará a sua vida tivesse finalmente
10
chegado.
 
Não nos permitimos mais espaço para a contemplação.
 
Sei que isso está parecendo papo de velho, atravancado com os avanços tecnológicos. Mas não é nada disso; eu mesmo
 
tenho todos os brinquedos tecnológicos que existem e os uso como todo mundo, com muito prazer. Portanto, essa reflexão é para
 
mim também, mesmo se digitada em meu laptop.
15
Muita gente me pergunta se o tempo está mudando, passando mais rápido. Essa é uma percepção psicológica da passagem
 
do tempo, que nada tem a ver com a passagem física do tempo. A duração do dia muda muito lentamente, e muda no sentido
 
inverso, aumentando e não diminuindo, devido à fricção gravitacional das marés causadas pelas atração entre Terra, Lua e Sol.
 
O tempo está passando mais rapidamente, ou assim o percebemos, porque cada vez temos menos controle sobre ele. O
 
ócio é algo que consideramos quase que pecaminoso (esquecendo os pecados capitais); qualquer brecha de tempo nós enchemos
20
com uma leitura no Twitter, do Facebook, de e-mail, um videozinho no YouTube, ou um podcast qualquer.
 
Uma das maiores vítimas dessa correria moderna é nossa conexão com a natureza.
 
Na ânsia pela informação, pouco desviamos os olhos das telas. Olhar para o céu é algo que raramente fazemos,
 
especialmente nas grandes cidades. Para a maioria das pessoas a natureza é um conceito, algo que existe lá longe, nas fotos que
 
vemos nas revistas, ou nos vídeos do YouTube e especiais de TV.
25
Para resgatarmos nosso controle sobre o tempo é necessário retornarmos à natureza, criarmos espaço para a contemplação
 
das formas de vida, das árvores, das flores e animais; é necessário olharmos para o céu noturno, longe das luzes da cidade. Assim
 
conseguiremos desacelerar, buscando outro tipo de informação que nos liga ao que temos de mais essencial: nossa relação com
 
os ciclos e ritmos do Cosmo.
(GLEISER, Marcelo. Folha de S. Paulo, 08 dez 2013. Adaptado.)
Identifique se os seguintes trechos do texto são apresentados pelo autor como fatos (F) ou opiniões (O):

( ) “Os celulares tornaram-se parte integral de nossa existência, um apêndice tecnológico que nos define como indivíduos”. (linhas 6-7)

( ) “(...) como verificamos assim que pousa um avião e todo mundo se precipita para ligar seu iPhone ou seu Galaxy (...)”. (linhas 7-8)

( ) “Muita gente me pergunta se o tempo está mudando, passando mais rápido”. (linha 15)

( ) “O ócio é algo que consideramos quase que pecaminoso (...)”. (linhas 18-19)

( ) “O tempo está passando mais rapidamente, ou assim o percebemos, porque cada vez temos menos controle sobre ele”. (linha 18)

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Questão 10

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
A primeira palavra que me vem em mente quando penso na vida moderna é dispersão. Existe uma competição constante
 
pela nossa atenção entre os produtores de novas tecnologias, de comida, de roupas; há uma necessidade crescente de estarmos
 
"ligados" com o que está acontecendo, e já não basta rádio e televisão; tem que ser pelo Facebook, pelo Twitter, pelo Google Plus
 
e um bando de outras redes sociais.
5
Cada instante é ocupado por algo que vemos numa tela, pequena ou grande. A informação vem em torrentes incessantes.
 
Se esquecemos nosso celular em casa, é como se tivéssemos perdido um dedo ou outra parte do corpo. Os celulares tornaram-se
 
parte integral de nossa existência, um apêndice tecnológico que nos define como indivíduos. Tornaram-se um vício, como
 
verificamos assim que pousa um avião e todo mundo se precipita para ligar seu iPhone ou seu Galaxy, como se naquele voo de 45
 
minutos a história do mundo tivesse se transformado de forma profunda e aquele e-mail que mudará a sua vida tivesse finalmente
10
chegado.
 
Não nos permitimos mais espaço para a contemplação.
 
Sei que isso está parecendo papo de velho, atravancado com os avanços tecnológicos. Mas não é nada disso; eu mesmo
 
tenho todos os brinquedos tecnológicos que existem e os uso como todo mundo, com muito prazer. Portanto, essa reflexão é para
 
mim também, mesmo se digitada em meu laptop.
15
Muita gente me pergunta se o tempo está mudando, passando mais rápido. Essa é uma percepção psicológica da passagem
 
do tempo, que nada tem a ver com a passagem física do tempo. A duração do dia muda muito lentamente, e muda no sentido
 
inverso, aumentando e não diminuindo, devido à fricção gravitacional das marés causadas pelas atração entre Terra, Lua e Sol.
 
O tempo está passando mais rapidamente, ou assim o percebemos, porque cada vez temos menos controle sobre ele. O
 
ócio é algo que consideramos quase que pecaminoso (esquecendo os pecados capitais); qualquer brecha de tempo nós enchemos
20
com uma leitura no Twitter, do Facebook, de e-mail, um videozinho no YouTube, ou um podcast qualquer.
 
Uma das maiores vítimas dessa correria moderna é nossa conexão com a natureza.
 
Na ânsia pela informação, pouco desviamos os olhos das telas. Olhar para o céu é algo que raramente fazemos,
 
especialmente nas grandes cidades. Para a maioria das pessoas a natureza é um conceito, algo que existe lá longe, nas fotos que
 
vemos nas revistas, ou nos vídeos do YouTube e especiais de TV.
25
Para resgatarmos nosso controle sobre o tempo é necessário retornarmos à natureza, criarmos espaço para a contemplação
 
das formas de vida, das árvores, das flores e animais; é necessário olharmos para o céu noturno, longe das luzes da cidade. Assim
 
conseguiremos desacelerar, buscando outro tipo de informação que nos liga ao que temos de mais essencial: nossa relação com
 
os ciclos e ritmos do Cosmo.
(GLEISER, Marcelo. Folha de S. Paulo, 08 dez 2013. Adaptado.)
“Uma das maiores vítimas dessa correria moderna é nossa conexão com a natureza” (linha 21). Segundo o autor, a conexão com a natureza é vítima porque:

Questão 11

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
A primeira palavra que me vem em mente quando penso na vida moderna é dispersão. Existe uma competição constante
 
pela nossa atenção entre os produtores de novas tecnologias, de comida, de roupas; há uma necessidade crescente de estarmos
 
"ligados" com o que está acontecendo, e já não basta rádio e televisão; tem que ser pelo Facebook, pelo Twitter, pelo Google Plus
 
e um bando de outras redes sociais.
5
Cada instante é ocupado por algo que vemos numa tela, pequena ou grande. A informação vem em torrentes incessantes.
 
Se esquecemos nosso celular em casa, é como se tivéssemos perdido um dedo ou outra parte do corpo. Os celulares tornaram-se
 
parte integral de nossa existência, um apêndice tecnológico que nos define como indivíduos. Tornaram-se um vício, como
 
verificamos assim que pousa um avião e todo mundo se precipita para ligar seu iPhone ou seu Galaxy, como se naquele voo de 45
 
minutos a história do mundo tivesse se transformado de forma profunda e aquele e-mail que mudará a sua vida tivesse finalmente
10
chegado.
 
Não nos permitimos mais espaço para a contemplação.
 
Sei que isso está parecendo papo de velho, atravancado com os avanços tecnológicos. Mas não é nada disso; eu mesmo
 
tenho todos os brinquedos tecnológicos que existem e os uso como todo mundo, com muito prazer. Portanto, essa reflexão é para
 
mim também, mesmo se digitada em meu laptop.
15
Muita gente me pergunta se o tempo está mudando, passando mais rápido. Essa é uma percepção psicológica da passagem
 
do tempo, que nada tem a ver com a passagem física do tempo. A duração do dia muda muito lentamente, e muda no sentido
 
inverso, aumentando e não diminuindo, devido à fricção gravitacional das marés causadas pelas atração entre Terra, Lua e Sol.
 
O tempo está passando mais rapidamente, ou assim o percebemos, porque cada vez temos menos controle sobre ele. O
 
ócio é algo que consideramos quase que pecaminoso (esquecendo os pecados capitais); qualquer brecha de tempo nós enchemos
20
com uma leitura no Twitter, do Facebook, de e-mail, um videozinho no YouTube, ou um podcast qualquer.
 
Uma das maiores vítimas dessa correria moderna é nossa conexão com a natureza.
 
Na ânsia pela informação, pouco desviamos os olhos das telas. Olhar para o céu é algo que raramente fazemos,
 
especialmente nas grandes cidades. Para a maioria das pessoas a natureza é um conceito, algo que existe lá longe, nas fotos que
 
vemos nas revistas, ou nos vídeos do YouTube e especiais de TV.
25
Para resgatarmos nosso controle sobre o tempo é necessário retornarmos à natureza, criarmos espaço para a contemplação
 
das formas de vida, das árvores, das flores e animais; é necessário olharmos para o céu noturno, longe das luzes da cidade. Assim
 
conseguiremos desacelerar, buscando outro tipo de informação que nos liga ao que temos de mais essencial: nossa relação com
 
os ciclos e ritmos do Cosmo.
(GLEISER, Marcelo. Folha de S. Paulo, 08 dez 2013. Adaptado.)
Assinale a alternativa que apresenta uma resposta adequada à pergunta no título do texto.

Questão 12

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
A primeira palavra que me vem em mente quando penso na vida moderna é dispersão. Existe uma competição constante
 
pela nossa atenção entre os produtores de novas tecnologias, de comida, de roupas; há uma necessidade crescente de estarmos
 
"ligados" com o que está acontecendo, e já não basta rádio e televisão; tem que ser pelo Facebook, pelo Twitter, pelo Google Plus
 
e um bando de outras redes sociais.
5
Cada instante é ocupado por algo que vemos numa tela, pequena ou grande. A informação vem em torrentes incessantes.
 
Se esquecemos nosso celular em casa, é como se tivéssemos perdido um dedo ou outra parte do corpo. Os celulares tornaram-se
 
parte integral de nossa existência, um apêndice tecnológico que nos define como indivíduos. Tornaram-se um vício, como
 
verificamos assim que pousa um avião e todo mundo se precipita para ligar seu iPhone ou seu Galaxy, como se naquele voo de 45
 
minutos a história do mundo tivesse se transformado de forma profunda e aquele e-mail que mudará a sua vida tivesse finalmente
10
chegado.
 
Não nos permitimos mais espaço para a contemplação.
 
Sei que isso está parecendo papo de velho, atravancado com os avanços tecnológicos. Mas não é nada disso; eu mesmo
 
tenho todos os brinquedos tecnológicos que existem e os uso como todo mundo, com muito prazer. Portanto, essa reflexão é para
 
mim também, mesmo se digitada em meu laptop.
15
Muita gente me pergunta se o tempo está mudando, passando mais rápido. Essa é uma percepção psicológica da passagem
 
do tempo, que nada tem a ver com a passagem física do tempo. A duração do dia muda muito lentamente, e muda no sentido
 
inverso, aumentando e não diminuindo, devido à fricção gravitacional das marés causadas pelas atração entre Terra, Lua e Sol.
 
O tempo está passando mais rapidamente, ou assim o percebemos, porque cada vez temos menos controle sobre ele. O
 
ócio é algo que consideramos quase que pecaminoso (esquecendo os pecados capitais); qualquer brecha de tempo nós enchemos
20
com uma leitura no Twitter, do Facebook, de e-mail, um videozinho no YouTube, ou um podcast qualquer.
 
Uma das maiores vítimas dessa correria moderna é nossa conexão com a natureza.
 
Na ânsia pela informação, pouco desviamos os olhos das telas. Olhar para o céu é algo que raramente fazemos,
 
especialmente nas grandes cidades. Para a maioria das pessoas a natureza é um conceito, algo que existe lá longe, nas fotos que
 
vemos nas revistas, ou nos vídeos do YouTube e especiais de TV.
25
Para resgatarmos nosso controle sobre o tempo é necessário retornarmos à natureza, criarmos espaço para a contemplação
 
das formas de vida, das árvores, das flores e animais; é necessário olharmos para o céu noturno, longe das luzes da cidade. Assim
 
conseguiremos desacelerar, buscando outro tipo de informação que nos liga ao que temos de mais essencial: nossa relação com
 
os ciclos e ritmos do Cosmo.
(GLEISER, Marcelo. Folha de S. Paulo, 08 dez 2013. Adaptado.)
Considere as seguintes afirmativas sobre expressões empregadas como recursos coesivos para a continuidade do texto:

1. “Como se” (linha 8) introduz uma afirmação que se contrapõe ao anteriormente dito.

2. “Mesmo se” (linha 14) introduz uma afirmação que complementa e confirma o anteriormente dito.

3. “Ou” (linha 18) introduz uma retificação, que coloca em evidência o conceito de tempo psicológico.

4. “Assim” (linha 26) equivale a “dessa forma” e introduz uma afirmação que complementa e conclui o anteriormente dito.

Assinale a alternativa correta.

Questão 13

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
A primeira palavra que me vem em mente quando penso na vida moderna é dispersão. Existe uma competição constante
 
pela nossa atenção entre os produtores de novas tecnologias, de comida, de roupas; há uma necessidade crescente de estarmos
 
"ligados" com o que está acontecendo, e já não basta rádio e televisão; tem que ser pelo Facebook, pelo Twitter, pelo Google Plus
 
e um bando de outras redes sociais.
5
Cada instante é ocupado por algo que vemos numa tela, pequena ou grande. A informação vem em torrentes incessantes.
 
Se esquecemos nosso celular em casa, é como se tivéssemos perdido um dedo ou outra parte do corpo. Os celulares tornaram-se
 
parte integral de nossa existência, um apêndice tecnológico que nos define como indivíduos. Tornaram-se um vício, como
 
verificamos assim que pousa um avião e todo mundo se precipita para ligar seu iPhone ou seu Galaxy, como se naquele voo de 45
 
minutos a história do mundo tivesse se transformado de forma profunda e aquele e-mail que mudará a sua vida tivesse finalmente
10
chegado.
 
Não nos permitimos mais espaço para a contemplação.
 
Sei que isso está parecendo papo de velho, atravancado com os avanços tecnológicos. Mas não é nada disso; eu mesmo
 
tenho todos os brinquedos tecnológicos que existem e os uso como todo mundo, com muito prazer. Portanto, essa reflexão é para
 
mim também, mesmo se digitada em meu laptop.
15
Muita gente me pergunta se o tempo está mudando, passando mais rápido. Essa é uma percepção psicológica da passagem
 
do tempo, que nada tem a ver com a passagem física do tempo. A duração do dia muda muito lentamente, e muda no sentido
 
inverso, aumentando e não diminuindo, devido à fricção gravitacional das marés causadas pelas atração entre Terra, Lua e Sol.
 
O tempo está passando mais rapidamente, ou assim o percebemos, porque cada vez temos menos controle sobre ele. O
 
ócio é algo que consideramos quase que pecaminoso (esquecendo os pecados capitais); qualquer brecha de tempo nós enchemos
20
com uma leitura no Twitter, do Facebook, de e-mail, um videozinho no YouTube, ou um podcast qualquer.
 
Uma das maiores vítimas dessa correria moderna é nossa conexão com a natureza.
 
Na ânsia pela informação, pouco desviamos os olhos das telas. Olhar para o céu é algo que raramente fazemos,
 
especialmente nas grandes cidades. Para a maioria das pessoas a natureza é um conceito, algo que existe lá longe, nas fotos que
 
vemos nas revistas, ou nos vídeos do YouTube e especiais de TV.
25
Para resgatarmos nosso controle sobre o tempo é necessário retornarmos à natureza, criarmos espaço para a contemplação
 
das formas de vida, das árvores, das flores e animais; é necessário olharmos para o céu noturno, longe das luzes da cidade. Assim
 
conseguiremos desacelerar, buscando outro tipo de informação que nos liga ao que temos de mais essencial: nossa relação com
 
os ciclos e ritmos do Cosmo.
(GLEISER, Marcelo. Folha de S. Paulo, 08 dez 2013. Adaptado.)
Ao longo do texto, observa-se uma alternância entre formas (pronomes ou verbos) de primeira pessoa do singular, de primeira pessoa do plural e de terceira pessoa. Considere as seguintes afirmações sobre esse uso:

1. A primeira pessoa do plural é predominante e revela que o autor inclui a si próprio e aos leitores na maior parte de suas afirmações.

2. Em três parágrafos do texto, o autor faz afirmações específicas sobre si mesmo, o que é marcado por formas de primeira pessoa do singular.

3. A primeira pessoa do plural no texto abarca, além do autor e do leitor, uma infinidade de outras pessoas que compartilham as mesmas experiências sobre as quais Gleiser escreve.

4. O uso constante de formas na terceira pessoa do singular marca o distanciamento e objetividade com que o autor aborda o tema.

Assinale a alternativa correta.

Questão 14

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
A primeira palavra que me vem em mente quando penso na vida moderna é dispersão. Existe uma competição constante
 
pela nossa atenção entre os produtores de novas tecnologias, de comida, de roupas; há uma necessidade crescente de estarmos
 
"ligados" com o que está acontecendo, e já não basta rádio e televisão; tem que ser pelo Facebook, pelo Twitter, pelo Google Plus
 
e um bando de outras redes sociais.
5
Cada instante é ocupado por algo que vemos numa tela, pequena ou grande. A informação vem em torrentes incessantes.
 
Se esquecemos nosso celular em casa, é como se tivéssemos perdido um dedo ou outra parte do corpo. Os celulares tornaram-se
 
parte integral de nossa existência, um apêndice tecnológico que nos define como indivíduos. Tornaram-se um vício, como
 
verificamos assim que pousa um avião e todo mundo se precipita para ligar seu iPhone ou seu Galaxy, como se naquele voo de 45
 
minutos a história do mundo tivesse se transformado de forma profunda e aquele e-mail que mudará a sua vida tivesse finalmente
10
chegado.
 
Não nos permitimos mais espaço para a contemplação.
 
Sei que isso está parecendo papo de velho, atravancado com os avanços tecnológicos. Mas não é nada disso; eu mesmo
 
tenho todos os brinquedos tecnológicos que existem e os uso como todo mundo, com muito prazer. Portanto, essa reflexão é para
 
mim também, mesmo se digitada em meu laptop.
15
Muita gente me pergunta se o tempo está mudando, passando mais rápido. Essa é uma percepção psicológica da passagem
 
do tempo, que nada tem a ver com a passagem física do tempo. A duração do dia muda muito lentamente, e muda no sentido
 
inverso, aumentando e não diminuindo, devido à fricção gravitacional das marés causadas pelas atração entre Terra, Lua e Sol.
 
O tempo está passando mais rapidamente, ou assim o percebemos, porque cada vez temos menos controle sobre ele. O
 
ócio é algo que consideramos quase que pecaminoso (esquecendo os pecados capitais); qualquer brecha de tempo nós enchemos
20
com uma leitura no Twitter, do Facebook, de e-mail, um videozinho no YouTube, ou um podcast qualquer.
 
Uma das maiores vítimas dessa correria moderna é nossa conexão com a natureza.
 
Na ânsia pela informação, pouco desviamos os olhos das telas. Olhar para o céu é algo que raramente fazemos,
 
especialmente nas grandes cidades. Para a maioria das pessoas a natureza é um conceito, algo que existe lá longe, nas fotos que
 
vemos nas revistas, ou nos vídeos do YouTube e especiais de TV.
25
Para resgatarmos nosso controle sobre o tempo é necessário retornarmos à natureza, criarmos espaço para a contemplação
 
das formas de vida, das árvores, das flores e animais; é necessário olharmos para o céu noturno, longe das luzes da cidade. Assim
 
conseguiremos desacelerar, buscando outro tipo de informação que nos liga ao que temos de mais essencial: nossa relação com
 
os ciclos e ritmos do Cosmo.
(GLEISER, Marcelo. Folha de S. Paulo, 08 dez 2013. Adaptado.)
“Os celulares tornaram-se parte integral de nossa existência, um apêndice tecnológico que nos define como indivíduos”.

As palavras grifadas na frase acima poderiam ser substituídas, sem alteração substancial no significado do texto, respectivamente, por:

Questão 15

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
O gráfico a seguir faz parte do relatório da pesquisa “Tolerância social à violência contra as mulheres”, realizada pelo IPEA, versão retificada publicada em 04/04/2014.



Assumindo o pressuposto de que o IPEA tenha analisado uma amostra significativa da população brasileira e tendo como referência as informações contidas no gráfico, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 16

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
A internet não mudou apenas a forma como absorvemos a informação, mudou a própria informação. E continua mudando,
 
neste exato momento, até o que entendemos por jornalismo. Não se trata mais apenas daquela história de chuva de informação, da
 
morte do jornal, da liberdade e aprisionamento online. Trata-se do fato de que as companhias de comunicação, com atraso, estão
 
começando a entender que esse novo tempo pede um novo tipo de jornalismo.
5
O escritor Clay Shirky contextualiza bem esse cenário, quando diz que há apenas quatro períodos nos últimos 500 anos em
 
que os meios de comunicação social mudaram suficientemente para se qualificarem à denominação de Revolução (palavra tão
 
adorada e mal usada por colegas jornalistas). “O primeiro é a imprensa. Depois, há cerca de duzentos anos houve inovação na
 
comunicação bilateral (telégrafo, depois o telefone). No terceiro, há cerca de 150 anos houve uma revolução nos meios de
 
comunicação gravados com fotos, depois o som gravado, depois os filmes codificados em objetos físicos. E finalmente, o
10
aproveitamento do espectro eletromagnético para enviar som e imagens através do ar, rádio e televisão”.
 
Como pontua Shirky, todas as tecnologias que motivaram essas revoluções têm uma assimetria: quando são boas em gerar
 
conversas, não são boas em gerar grupos, e vice-versa. Se o telefone possibilitou que duas pessoas fossem emissoras e receptoras
 
de informação ao mesmo tempo, não conseguia gerar comunicação com um grupo grande. Do outro lado, se livros, jornais, TV e
 
rádio conseguem passar uma mensagem a milhões, a mensagem tem apenas um emissor, não há idas e vindas, diálogo.
15
É aqui que entraria o que alguns chamam de quinto período de revolução das comunicações: a internet. Se antes o padrão
 
era a comunicação “um pra um” (telefone) ou “um pra muitos” (televisão, rádio, jornais), a web chega e institui um padrão nativo de
 
comunicação “muitos para muitos”.
 
– Tá bom, Tiago. Mas e aí? O que isso tem a ver com as mudanças no jornalismo?
 
Se a comunicação é de muitos para muitos, é natural aparecer um jornalismo nativamente de muitos para muitos. Onde a
20
figura do jornalista em si não fique com o monopólio da informação à qual você, leitor, também tem condições de chegar. Tão natural
 
que já existe.
 
Uma das vertentes que começa a mostrar outros potenciais na comunicação “muitos para muitos” é o chamado “jornalismo
 
de dados”, onde o jornalista, muitas vezes, não cria a história, mas cria maneiras de fazer com que qualquer um construa uma
 
história, ou que todos a construam conjuntamente.
25
Você pode parar neste ponto e perguntar “mas a maneira de criar essas ferramentas, essas interações, não continua
 
direcionando a interpretação do leitor?”. Sim, continua. Mas o leitor tem a liberdade para baixar as bases de dados, criticar, fazer a
 
sua própria interpretação e espalhar. Isso diminui a necessidade da figura do jornalista? Isso é você quem vai me dizer. Não estou
 
certo de que todos tenham tempo e disposição para fazer a sua própria história. Provavelmente essa investigação e construção de
 
uma narrativa do jornalista não seja dispensável. Só não será mais exclusiva dele.
30
(MALI, Tiago. Galileu. 29 mar. 2013. Adaptado.)
Este texto foi publicado sob a rubrica “coluna” na revista Galileu. Essa caracterização de gênero o coloca no grupo dos textos de opinião da mídia impressa. A partir dessa perspectiva, a inserção em discurso direto observada após o quarto parágrafo tem como funções:

1. indicar que parte do texto é transcrição de uma entrevista.

2. simular a intervenção de um leitor fictício, que espera encontrar no texto o tema anunciado no início do primeiro parágrafo.

3. demarcar no texto o início de um diálogo mais efetivo com o leitor, que se manifesta nos últimos parágrafos.

4. fazer a transição entre uma linguagem escrita, formal, e uma linguagem coloquial, que passa a ser dominante nos parágrafos finais do texto.

Estão corretas as funções caracterizadas nos itens:

Questão 17

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
A internet não mudou apenas a forma como absorvemos a informação, mudou a própria informação. E continua mudando,
 
neste exato momento, até o que entendemos por jornalismo. Não se trata mais apenas daquela história de chuva de informação, da
 
morte do jornal, da liberdade e aprisionamento online. Trata-se do fato de que as companhias de comunicação, com atraso, estão
 
começando a entender que esse novo tempo pede um novo tipo de jornalismo.
5
O escritor Clay Shirky contextualiza bem esse cenário, quando diz que há apenas quatro períodos nos últimos 500 anos em
 
que os meios de comunicação social mudaram suficientemente para se qualificarem à denominação de Revolução (palavra tão
 
adorada e mal usada por colegas jornalistas). “O primeiro é a imprensa. Depois, há cerca de duzentos anos houve inovação na
 
comunicação bilateral (telégrafo, depois o telefone). No terceiro, há cerca de 150 anos houve uma revolução nos meios de
 
comunicação gravados com fotos, depois o som gravado, depois os filmes codificados em objetos físicos. E finalmente, o
10
aproveitamento do espectro eletromagnético para enviar som e imagens através do ar, rádio e televisão”.
 
Como pontua Shirky, todas as tecnologias que motivaram essas revoluções têm uma assimetria: quando são boas em gerar
 
conversas, não são boas em gerar grupos, e vice-versa. Se o telefone possibilitou que duas pessoas fossem emissoras e receptoras
 
de informação ao mesmo tempo, não conseguia gerar comunicação com um grupo grande. Do outro lado, se livros, jornais, TV e
 
rádio conseguem passar uma mensagem a milhões, a mensagem tem apenas um emissor, não há idas e vindas, diálogo.
15
É aqui que entraria o que alguns chamam de quinto período de revolução das comunicações: a internet. Se antes o padrão
 
era a comunicação “um pra um” (telefone) ou “um pra muitos” (televisão, rádio, jornais), a web chega e institui um padrão nativo de
 
comunicação “muitos para muitos”.
 
– Tá bom, Tiago. Mas e aí? O que isso tem a ver com as mudanças no jornalismo?
 
Se a comunicação é de muitos para muitos, é natural aparecer um jornalismo nativamente de muitos para muitos. Onde a
20
figura do jornalista em si não fique com o monopólio da informação à qual você, leitor, também tem condições de chegar. Tão natural
 
que já existe.
 
Uma das vertentes que começa a mostrar outros potenciais na comunicação “muitos para muitos” é o chamado “jornalismo
 
de dados”, onde o jornalista, muitas vezes, não cria a história, mas cria maneiras de fazer com que qualquer um construa uma
 
história, ou que todos a construam conjuntamente.
25
Você pode parar neste ponto e perguntar “mas a maneira de criar essas ferramentas, essas interações, não continua
 
direcionando a interpretação do leitor?”. Sim, continua. Mas o leitor tem a liberdade para baixar as bases de dados, criticar, fazer a
 
sua própria interpretação e espalhar. Isso diminui a necessidade da figura do jornalista? Isso é você quem vai me dizer. Não estou
 
certo de que todos tenham tempo e disposição para fazer a sua própria história. Provavelmente essa investigação e construção de
 
uma narrativa do jornalista não seja dispensável. Só não será mais exclusiva dele.
30
(MALI, Tiago. Galileu. 29 mar. 2013. Adaptado.)
Tendo como ponto de partida a caracterização feita por Clay Shirky para os períodos da revolução nos meios de comunicação social, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.

1. Comunicação unilateral, de um para muitos.

2. Comunicação bilateral, de um para um.

3. Comunicação bilateral, de muitos para muitos.

( ) Primeiro período.

( ) Segundo período.

( ) Terceiro período.

( ) Quarto período.

( ) Quinto período.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

Questão 18

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
A internet não mudou apenas a forma como absorvemos a informação, mudou a própria informação. E continua mudando,
 
neste exato momento, até o que entendemos por jornalismo. Não se trata mais apenas daquela história de chuva de informação, da
 
morte do jornal, da liberdade e aprisionamento online. Trata-se do fato de que as companhias de comunicação, com atraso, estão
 
começando a entender que esse novo tempo pede um novo tipo de jornalismo.
5
O escritor Clay Shirky contextualiza bem esse cenário, quando diz que há apenas quatro períodos nos últimos 500 anos em
 
que os meios de comunicação social mudaram suficientemente para se qualificarem à denominação de Revolução (palavra tão
 
adorada e mal usada por colegas jornalistas). “O primeiro é a imprensa. Depois, há cerca de duzentos anos houve inovação na
 
comunicação bilateral (telégrafo, depois o telefone). No terceiro, há cerca de 150 anos houve uma revolução nos meios de
 
comunicação gravados com fotos, depois o som gravado, depois os filmes codificados em objetos físicos. E finalmente, o
10
aproveitamento do espectro eletromagnético para enviar som e imagens através do ar, rádio e televisão”.
 
Como pontua Shirky, todas as tecnologias que motivaram essas revoluções têm uma assimetria: quando são boas em gerar
 
conversas, não são boas em gerar grupos, e vice-versa. Se o telefone possibilitou que duas pessoas fossem emissoras e receptoras
 
de informação ao mesmo tempo, não conseguia gerar comunicação com um grupo grande. Do outro lado, se livros, jornais, TV e
 
rádio conseguem passar uma mensagem a milhões, a mensagem tem apenas um emissor, não há idas e vindas, diálogo.
15
É aqui que entraria o que alguns chamam de quinto período de revolução das comunicações: a internet. Se antes o padrão
 
era a comunicação “um pra um” (telefone) ou “um pra muitos” (televisão, rádio, jornais), a web chega e institui um padrão nativo de
 
comunicação “muitos para muitos”.
 
– Tá bom, Tiago. Mas e aí? O que isso tem a ver com as mudanças no jornalismo?
 
Se a comunicação é de muitos para muitos, é natural aparecer um jornalismo nativamente de muitos para muitos. Onde a
20
figura do jornalista em si não fique com o monopólio da informação à qual você, leitor, também tem condições de chegar. Tão natural
 
que já existe.
 
Uma das vertentes que começa a mostrar outros potenciais na comunicação “muitos para muitos” é o chamado “jornalismo
 
de dados”, onde o jornalista, muitas vezes, não cria a história, mas cria maneiras de fazer com que qualquer um construa uma
 
história, ou que todos a construam conjuntamente.
25
Você pode parar neste ponto e perguntar “mas a maneira de criar essas ferramentas, essas interações, não continua
 
direcionando a interpretação do leitor?”. Sim, continua. Mas o leitor tem a liberdade para baixar as bases de dados, criticar, fazer a
 
sua própria interpretação e espalhar. Isso diminui a necessidade da figura do jornalista? Isso é você quem vai me dizer. Não estou
 
certo de que todos tenham tempo e disposição para fazer a sua própria história. Provavelmente essa investigação e construção de
 
uma narrativa do jornalista não seja dispensável. Só não será mais exclusiva dele.
30
(MALI, Tiago. Galileu. 29 mar. 2013. Adaptado.)
Segundo o texto, a mudança fundamental introduzida no jornalismo a partir da internet foi:

Questão 19

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
1
A internet não mudou apenas a forma como absorvemos a informação, mudou a própria informação. E continua mudando,
 
neste exato momento, até o que entendemos por jornalismo. Não se trata mais apenas daquela história de chuva de informação, da
 
morte do jornal, da liberdade e aprisionamento online. Trata-se do fato de que as companhias de comunicação, com atraso, estão
 
começando a entender que esse novo tempo pede um novo tipo de jornalismo.
5
O escritor Clay Shirky contextualiza bem esse cenário, quando diz que há apenas quatro períodos nos últimos 500 anos em
 
que os meios de comunicação social mudaram suficientemente para se qualificarem à denominação de Revolução (palavra tão
 
adorada e mal usada por colegas jornalistas). “O primeiro é a imprensa. Depois, há cerca de duzentos anos houve inovação na
 
comunicação bilateral (telégrafo, depois o telefone). No terceiro, há cerca de 150 anos houve uma revolução nos meios de
 
comunicação gravados com fotos, depois o som gravado, depois os filmes codificados em objetos físicos. E finalmente, o
10
aproveitamento do espectro eletromagnético para enviar som e imagens através do ar, rádio e televisão”.
 
Como pontua Shirky, todas as tecnologias que motivaram essas revoluções têm uma assimetria: quando são boas em gerar
 
conversas, não são boas em gerar grupos, e vice-versa. Se o telefone possibilitou que duas pessoas fossem emissoras e receptoras
 
de informação ao mesmo tempo, não conseguia gerar comunicação com um grupo grande. Do outro lado, se livros, jornais, TV e
 
rádio conseguem passar uma mensagem a milhões, a mensagem tem apenas um emissor, não há idas e vindas, diálogo.
15
É aqui que entraria o que alguns chamam de quinto período de revolução das comunicações: a internet. Se antes o padrão
 
era a comunicação “um pra um” (telefone) ou “um pra muitos” (televisão, rádio, jornais), a web chega e institui um padrão nativo de
 
comunicação “muitos para muitos”.
 
– Tá bom, Tiago. Mas e aí? O que isso tem a ver com as mudanças no jornalismo?
 
Se a comunicação é de muitos para muitos, é natural aparecer um jornalismo nativamente de muitos para muitos. Onde a
20
figura do jornalista em si não fique com o monopólio da informação à qual você, leitor, também tem condições de chegar. Tão natural
 
que já existe.
 
Uma das vertentes que começa a mostrar outros potenciais na comunicação “muitos para muitos” é o chamado “jornalismo
 
de dados”, onde o jornalista, muitas vezes, não cria a história, mas cria maneiras de fazer com que qualquer um construa uma
 
história, ou que todos a construam conjuntamente.
25
Você pode parar neste ponto e perguntar “mas a maneira de criar essas ferramentas, essas interações, não continua
 
direcionando a interpretação do leitor?”. Sim, continua. Mas o leitor tem a liberdade para baixar as bases de dados, criticar, fazer a
 
sua própria interpretação e espalhar. Isso diminui a necessidade da figura do jornalista? Isso é você quem vai me dizer. Não estou
 
certo de que todos tenham tempo e disposição para fazer a sua própria história. Provavelmente essa investigação e construção de
 
uma narrativa do jornalista não seja dispensável. Só não será mais exclusiva dele.
30
(MALI, Tiago. Galileu. 29 mar. 2013. Adaptado.)
“Como pontua Shirky, todas as tecnologias que motivaram essas revoluções têm uma assimetria: quando são boas em gerar conversas, não são boas em gerar grupos, e vice-versa”. Aplicando-se essa observação à internet, é correto afirmar:

Questão 20

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
“Chamar chávena à miserável xícara onde se toma a média nos botequins, com aquele cheiro de desinfetante que vem bafejar o café com leite do pobre, deve valorizar a coisa.” (Dinah Silveira de Queiroz)

Assinale o item em que a palavra “média” tem o mesmo sentido apresentado no trecho acima:

Questão 21

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Uma caixa contém certa quantidade de lâmpadas. Ao retirá-las de 3 em 3 ou de 5 em 5, sobram 2 lâmpadas na caixa.

Entretanto, se as lâmpadas forem removidas de 7 em 7, sobrará uma única lâmpada. Assinale a alternativa correspondente à quantidade de lâmpadas que há na caixa, sabendo que esta comporta um máximo de 100 lâmpadas.

Questão 22

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Devido a um acidente ocorrido em alto mar, uma grande quantidade de óleo está vazando de um navio cargueiro.

Suponha que a mancha de óleo gerada por esse vazamento esteja se espalhando uniformemente em todas as direções e que, após algumas horas do início do vazamento, estima-se que a mancha terá assumido o formato circular, com raio de 500 metros. Qual será a área coberta pelo óleo nesse momento? (Use )

Questão 23

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Após viajar 300 km e chegar ao seu destino, um motorista percebeu que, se sua velocidade média na viagem tivesse sido 10 km/h superior, ele teria diminuído o tempo da viagem em 1 hora. Quanto tempo o motorista gastou na viagem?

Questão 24

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Abaixo estão representados os primeiros passos da construção de uma sequência de figuras formadas por quadrados.
Nessa sequência, cada figura é obtida a partir da figura anterior seguindo-se certa regra, conforme indicado a seguir:

Seguindo essa mesma regra, quantos quadrados terá a figura do passo 20?

Questão 25

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Um grupo de alunos deseja comprar um livro como presente para sua professora. Se cada aluno contribuir com R$ 9,00 para a compra do livro, haverá R$ 11,00 de troco ao final. Por outro lado, se cada aluno contribuir com R$ 6,00, faltarão R$ 16,00 para completar o valor do livro. Qual é o preço do livro?

Questão 26

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Um tanque é abastecido com água por três torneiras, cada uma com uma vazão diferente, que podem ser abertas e fechadas individualmente. Quando o tanque se encontra vazio, cada uma delas é capaz de enchê-lo em 2, 5 e 10 horas individualmente. Se as três torneiras forem abertas simultaneamente, no momento em que o tanque está vazio, quanto tempo será necessário para enchê-lo?

Questão 27

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Um mastro é mantido na vertical por meio de dois cabos de 10 m de comprimento. O primeiro está fixado a 6 m da base do mastro, e o segundo a 2,8 m da base, conforme indica a figura. Determine a distância x entre as alturas dos pontos de fixação dos cabos no mastro.




Questão 28

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Após o processo de recuperação de uma reserva ambiental, uma espécie de aves, que havia sido extinta nessa reserva, foi reintroduzida. Os biólogos responsáveis por essa área estimam que o número P de aves dessa espécie, t anos após ser reintroduzida na reserva, possa ser calculado pela expressão



De acordo com essa estimativa, quantos anos serão necessários para dobrar a população inicialmente reintroduzida?

Questão 29

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Suponha que o tempo necessário para se tomar uma decisão esteja relacionado com o número de escolhas de que se dispõe. Nesse caso, um modelo matemático que fornece o tempo de reação R, em segundos, em função do número de escolhas N, é dado pela expressão:

R = 0,17 + 0,44 log(N)

De acordo com esse modelo, quando o número de escolhas for reduzido de 100 para 10, qual será o percentual de diminuição no tempo de reação, aproximadamente?

Questão 30

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Um investimento rende juros compostos a uma taxa de 6% ao ano. Depois de quantos anos, um valor inicial de R$ 1.000,00 chegará ao valor de R$ 10.000,00 com esse investimento? (Use log(1,06) = 0,025 )

Questão 31

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Sobre o funcionário técnico judiciário estável, nos termos do Estatuto dos Funcionários do Poder Judiciário, é correto afirmar:

Questão 32

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Conforme o Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, assinale a alternativa correta no tocante à composição dos órgãos do Tribunal:

Questão 33

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Sobre os deveres e as proibições do servidor do Poder Judiciário, na letra do Estatuto dos Funcionários do Poder Judiciário, considere as seguintes afirmativas:

1. É dever do funcionário frequentar os cursos instituídos pela administração do Tribunal de Justiça para aperfeiçoamento ou especialização, e sua frequência e aproveitamento serão considerados para a progressão e a promoção funcional.

2. É dever do funcionário levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo, salvo se quem deu causa à irregularidade tenha sido seu superior hierárquico direto.

3. É proibido ao funcionário participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, salvo a participação em sociedade cooperativa constituída para prestar serviços a seus membros, e exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista ou cotista.

4. É proibido ao funcionário manter domicílio ou residência fora da localidade de sua lotação.

Assinale a alternativa correta.

Questão 34

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
A Constituição da República e, sob ela, a Constituição do Estado do Paraná definem normas sobre o Poder Judiciário.

Diante disso, sobre o Poder Judiciário do Estado do Paraná, é correto afirmar:

Questão 35

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
A respeito das espécies de provimento do servidor do Poder Judiciário, conforme Estatuto dos Funcionários do Poder Judiciário, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.

1. Nomeação.

2. Readaptação.

3. Aproveitamento.

4. Reintegração.

5. Reversão.

( ) É o provimento de funcionário efetivo em cargo de atribuições compatíveis com a sua capacidade física ou mental, derivada de alteração posterior à nomeação e verificada em inspeção médica oficial.

( ) É o retorno de funcionário aposentado ao exercício das atribuições.

( ) É o retorno do funcionário ao exercício das atribuições de seu cargo, ou de cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a demissão por decisão administrativa ou judicial.

( ) É o retorno obrigatório do funcionário em disponibilidade ao exercício de cargo de atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupado.

( ) É o chamamento para a posse e para a entrada no exercício das atribuições do cargo público.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

Questão 36

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Segundo o Código de Organização e Divisão Judiciárias do Estado do Paraná, integram o Sistema dos Juizados Especiais:

Questão 37

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Compete ao Corregedor-Geral da Justiça, conforme previsto no Regimento Interno do Tribunal de Justiça:

1. realizar correições gerais periódicas.

2. receber, processar e decidir as reclamações contra os servidores do foro judicial, agentes delegados do foro extrajudicial e funcionários da Justiça que atuem em primeiro grau de jurisdição.

3. verificar se os servidores do foro judicial, os agentes delegados do foro extrajudicial e os funcionários da Justiça que atuam em primeiro grau de jurisdição criam dificuldades às partes, impondo-lhes exigências ilegais.

4. instaurar, de ofício ou mediante representação, procedimento administrativo para apuração de falta funcional ou invalidez de servidores do foro judicial, de agentes delegados do foro extrajudicial e de funcionários da Justiça que atuem em primeiro grau de jurisdição, exceto, quanto a estes, os integrantes do Quadro de Pessoal da Secretaria.

Estão corretos os itens:

Questão 38

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Lei 8.069/1990, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) Toda criança ou adolescente tem direito a ser criado e educado no seio da sua família e, excepcionalmente, em família substituta, assegurada a convivência familiar e comunitária, em ambiente livre da presença de pessoas dependentes de substâncias entorpecentes.

( ) Aos pais incumbe o dever de sustento, guarda e educação dos filhos menores, cabendo-lhes ainda, no interesse destes, a obrigação de cumprir e fazer cumprir as determinações judiciais, salvo se as considerar injustas ou contrárias ao desenvolvimento da criança.

( ) A adoção, em causa própria ou por procuração, é medida excepcional e irrevogável, à qual se deve recorrer apenas quando esgotados os recursos de manutenção da criança ou adolescente na família natural ou extensa.

( ) A adoção será deferida quando apresentar reais vantagens para o adotando e fundar-se em motivos legítimos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Questão 39

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Sobre o funcionamento do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, assinale a alternativa correta.

Questão 40

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Segundo o Código de Organização e Divisão Judiciárias do Estado do Paraná, os serviços auxiliares do Poder Judiciário são desempenhados por servidores com a denominação específica de:

Questão 41

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
São funcionalidades de um Sistema Operacional:

1. Gerência do processador.

2. Gerência de memória.

3. Gerência de dispositivos.

4. Gerência de arquivos.

Estão corretos os itens:

Questão 42

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Quantos bits tem um kB (kilobyte)?

Questão 43

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Quais são as teclas de atalho utilizadas para mover quadros, figuras e objetos, no LibreOffice Writer V4.2?

Questão 44

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
É uma parte da hierarquia de nomes da Internet – DNS – que permite identificar as instituições ou conjunto de instituições na rede.

Questão 45

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
É uma funcionalidade de um firewall pessoal.

Questão 46

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
Da criação da Província do Paraná, em 1853, aos dias atuais, a atividade industrial desenvolvida no estado passou por diversas modificações, com vários setores sendo incorporados à economia. Atualmente, a grande diversidade da produção industrial no estado se reflete na existência de distintos setores, que vão da agroindústria à petroquímica. A respeito do desenvolvimento da indústria no Paraná, assinale a alternativa correta.

Questão 47

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário

» Esta questão foi anulada pela banca.
No Brasil, o período dos últimos vinte anos tem sido caracterizado por transformações representativas em vários âmbitos da sociedade. A respeito dos acontecimentos que marcaram o país nas duas últimas décadas, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) A implantação do Plano Real, durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, foi uma medida de controle inflacionário e estabilização econômica.

( ) Em 2007 foi descoberto o Pré-Sal brasileiro, descoberta que foi bastante noticiada, pois essa região se configura como a maior província petrolífera descoberta no mundo, nos últimos anos.

( ) Em razão do fortalecimento da economia brasileira, em 2008, o Brasil exerceu a presidência do G-20, grupo que reúne países economicamente avançados e países emergentes importantes.

( ) O país foi escolhido como sede de dois megaeventos esportivos: a Copa do Mundo, com início em junho de 2014, e os Jogos Olímpicos de Inverno, a serem realizados em 2016, na cidade do Rio de Janeiro.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Questão 48

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
As políticas públicas podem ser consideradas como o conjunto de programas, ações, planos e atividades desenvolvidas pelo Estado, com a participação de entes públicos ou privados, que visa assegurar determinado direito de cidadania e alcançar o bem-estar da sociedade e o interesse público. Nesse sentido, em relação ao debate contemporâneo sobre as políticas públicas no Brasil e, em especial, aos programas e planos desenvolvidos em escala nacional, considere as seguintes afirmativas:

1. As políticas voltadas para a educação têm como base o Plano Nacional de Educação (PNE), documento que apresenta uma série de diretrizes para um período de dez anos. Dentre os debates que ocorreram para a aprovação do novo PNE, destacaram-se os relativos à ampliação dos investimentos na educação pública, a qual passará a receber o equivalente a 12% do PIB a partir de 2015.

2. Nos últimos anos, houve a ampliação de ações e programas voltados à população em situação de pobreza ou extrema pobreza. Nessa perspectiva, o Programa Bolsa-Família foi criado com o objetivo de unificar os procedimentos de gestão e execução das ações de transferência de renda já existentes até então no âmbito do Governo Federal.

3. Na perspectiva de melhorar o atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), foi criado o Programa Mais Médicos. Esse programa visa melhorar a infraestrutura de hospitais e unidades de saúde e levar médicos para as áreas com escassez destes profissionais. O programa prevê apenas a contratação de médicos estrangeiros, dentre os quais têm se destacado os de nacionalidade cubana.

Assinale a alternativa correta.

Questão 49

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
É preciso fundar a responsabilidade individual numa ética construída e instituída tendo em mira o bem comum, visando à formação do sujeito ético. (...) A responsabilidade individual deverá ser portadora de princípios e não de interesses particulares. (ROCHA, 2008, p. 26.)

Tendo como referência a citação acima, assinale a alternativa que indica uma postura ética e cidadã no cotidiano.

Questão 50

TJ/PR 2014 - UFPR - Técnico Judiciário
O Estado pode ser considerado como a forma de a sociedade se organizar politicamente. É o ordenamento jurídico que regulamenta a convivência dos habitantes de um país. Quando um povo ou nação (coletivo humano com características comuns) ocupa um território e se organiza politicamente, denomina-se Estado-nação. No entanto, há vários povos ou nações que não possuem um Estado constituído, mas almejam fazê-lo. A respeito do assunto, assinale a alternativa correta.



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