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TJ/SP 2009

Agente de Fiscalização Judiciária

Questão 1

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
1

Nos tempos em que eu era professor da Unicamp, fui designa-
 
do presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos
 
ao doutoramento, o que é um sofrimento. Dizer esse entra, esse
 
não entra é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai
5
sem sentimentos de culpa. Como, em 20 minutos de conversa,
 
decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia
 
alternativas. Essa era a regra.
 
Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que
 
haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. Aí tive
10
uma ideia que julguei brilhante. Combinei com os meus colegas
 
que faríamos a todos os candidatos uma única pergunta, a mesma
 
pergunta. Assim, quando o candidato entrava trêmulo e se esforçan-
 
do por parecer confiante, eu lhe fazia a pergunta, a mais deliciosa
 
de todas: “Fale-nos sobre aquilo que você gostaria de falar!”. [...]
15
A reação dos candidatos, no entanto, não foi a esperada. Acon-
 
teceu o oposto: pânico. Foi como se esse campo, aquilo sobre o
 
que eles gostariam de falar, lhes fosse totalmente desconhecido,
 
um vazio imenso. Papaguear os pensamentos dos outros, tudo
 
bem. Para isso, eles haviam sido treinados durante toda a sua
20
carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios
 
pensamentos – ah, isso não lhes tinha sido ensinado!
 
Na verdade, nunca lhes havia passado pela cabeça que alguém
 
pudesse se interessar por aquilo que estavam pensando. Nunca
 
lhes havia passado pela cabeça que os seus pensamentos pudessem
25
ser importantes.
(Rubem Alves, www.cuidardoser.com.br. Adaptado)
De acordo com o texto, os candidatos

Questão 2

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
1

Nos tempos em que eu era professor da Unicamp, fui designa-
 
do presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos
 
ao doutoramento, o que é um sofrimento. Dizer esse entra, esse
 
não entra é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai
5
sem sentimentos de culpa. Como, em 20 minutos de conversa,
 
decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia
 
alternativas. Essa era a regra.
 
Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que
 
haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. Aí tive
10
uma ideia que julguei brilhante. Combinei com os meus colegas
 
que faríamos a todos os candidatos uma única pergunta, a mesma
 
pergunta. Assim, quando o candidato entrava trêmulo e se esforçan-
 
do por parecer confiante, eu lhe fazia a pergunta, a mais deliciosa
 
de todas: “Fale-nos sobre aquilo que você gostaria de falar!”. [...]
15
A reação dos candidatos, no entanto, não foi a esperada. Acon-
 
teceu o oposto: pânico. Foi como se esse campo, aquilo sobre o
 
que eles gostariam de falar, lhes fosse totalmente desconhecido,
 
um vazio imenso. Papaguear os pensamentos dos outros, tudo
 
bem. Para isso, eles haviam sido treinados durante toda a sua
20
carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios
 
pensamentos – ah, isso não lhes tinha sido ensinado!
 
Na verdade, nunca lhes havia passado pela cabeça que alguém
 
pudesse se interessar por aquilo que estavam pensando. Nunca
 
lhes havia passado pela cabeça que os seus pensamentos pudessem
25
ser importantes.
(Rubem Alves, www.cuidardoser.com.br. Adaptado)
O autor entende que os candidatos deveriam

Questão 3

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
1

Nos tempos em que eu era professor da Unicamp, fui designa-
 
do presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos
 
ao doutoramento, o que é um sofrimento. Dizer esse entra, esse
 
não entra é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai
5
sem sentimentos de culpa. Como, em 20 minutos de conversa,
 
decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia
 
alternativas. Essa era a regra.
 
Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que
 
haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. Aí tive
10
uma ideia que julguei brilhante. Combinei com os meus colegas
 
que faríamos a todos os candidatos uma única pergunta, a mesma
 
pergunta. Assim, quando o candidato entrava trêmulo e se esforçan-
 
do por parecer confiante, eu lhe fazia a pergunta, a mais deliciosa
 
de todas: “Fale-nos sobre aquilo que você gostaria de falar!”. [...]
15
A reação dos candidatos, no entanto, não foi a esperada. Acon-
 
teceu o oposto: pânico. Foi como se esse campo, aquilo sobre o
 
que eles gostariam de falar, lhes fosse totalmente desconhecido,
 
um vazio imenso. Papaguear os pensamentos dos outros, tudo
 
bem. Para isso, eles haviam sido treinados durante toda a sua
20
carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios
 
pensamentos – ah, isso não lhes tinha sido ensinado!
 
Na verdade, nunca lhes havia passado pela cabeça que alguém
 
pudesse se interessar por aquilo que estavam pensando. Nunca
 
lhes havia passado pela cabeça que os seus pensamentos pudessem
25
ser importantes.
(Rubem Alves, www.cuidardoser.com.br. Adaptado)
A palavra brilhante, no início do 2.º parágrafo, significa

Questão 4

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
1

Nos tempos em que eu era professor da Unicamp, fui designa-
 
do presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos
 
ao doutoramento, o que é um sofrimento. Dizer esse entra, esse
 
não entra é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai
5
sem sentimentos de culpa. Como, em 20 minutos de conversa,
 
decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia
 
alternativas. Essa era a regra.
 
Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que
 
haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. Aí tive
10
uma ideia que julguei brilhante. Combinei com os meus colegas
 
que faríamos a todos os candidatos uma única pergunta, a mesma
 
pergunta. Assim, quando o candidato entrava trêmulo e se esforçan-
 
do por parecer confiante, eu lhe fazia a pergunta, a mais deliciosa
 
de todas: “Fale-nos sobre aquilo que você gostaria de falar!”. [...]
15
A reação dos candidatos, no entanto, não foi a esperada. Acon-
 
teceu o oposto: pânico. Foi como se esse campo, aquilo sobre o
 
que eles gostariam de falar, lhes fosse totalmente desconhecido,
 
um vazio imenso. Papaguear os pensamentos dos outros, tudo
 
bem. Para isso, eles haviam sido treinados durante toda a sua
20
carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios
 
pensamentos – ah, isso não lhes tinha sido ensinado!
 
Na verdade, nunca lhes havia passado pela cabeça que alguém
 
pudesse se interessar por aquilo que estavam pensando. Nunca
 
lhes havia passado pela cabeça que os seus pensamentos pudessem
25
ser importantes.
(Rubem Alves, www.cuidardoser.com.br. Adaptado)
A palavra a, em – ... no entanto, não foi a esperada.
(3.º parágrafo), refere-se a

Questão 5

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
1

Nos tempos em que eu era professor da Unicamp, fui designa-
 
do presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos
 
ao doutoramento, o que é um sofrimento. Dizer esse entra, esse
 
não entra é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai
5
sem sentimentos de culpa. Como, em 20 minutos de conversa,
 
decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia
 
alternativas. Essa era a regra.
 
Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que
 
haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. Aí tive
10
uma ideia que julguei brilhante. Combinei com os meus colegas
 
que faríamos a todos os candidatos uma única pergunta, a mesma
 
pergunta. Assim, quando o candidato entrava trêmulo e se esforçan-
 
do por parecer confiante, eu lhe fazia a pergunta, a mais deliciosa
 
de todas: “Fale-nos sobre aquilo que você gostaria de falar!”. [...]
15
A reação dos candidatos, no entanto, não foi a esperada. Acon-
 
teceu o oposto: pânico. Foi como se esse campo, aquilo sobre o
 
que eles gostariam de falar, lhes fosse totalmente desconhecido,
 
um vazio imenso. Papaguear os pensamentos dos outros, tudo
 
bem. Para isso, eles haviam sido treinados durante toda a sua
20
carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios
 
pensamentos – ah, isso não lhes tinha sido ensinado!
 
Na verdade, nunca lhes havia passado pela cabeça que alguém
 
pudesse se interessar por aquilo que estavam pensando. Nunca
 
lhes havia passado pela cabeça que os seus pensamentos pudessem
25
ser importantes.
(Rubem Alves, www.cuidardoser.com.br. Adaptado)
A expressão um vazio imenso (3.º parágrafo) refere-se a

Questão 6

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
1

Nos tempos em que eu era professor da Unicamp, fui designa-
 
do presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos
 
ao doutoramento, o que é um sofrimento. Dizer esse entra, esse
 
não entra é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai
5
sem sentimentos de culpa. Como, em 20 minutos de conversa,
 
decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia
 
alternativas. Essa era a regra.
 
Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que
 
haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. Aí tive
10
uma ideia que julguei brilhante. Combinei com os meus colegas
 
que faríamos a todos os candidatos uma única pergunta, a mesma
 
pergunta. Assim, quando o candidato entrava trêmulo e se esforçan-
 
do por parecer confiante, eu lhe fazia a pergunta, a mais deliciosa
 
de todas: “Fale-nos sobre aquilo que você gostaria de falar!”. [...]
15
A reação dos candidatos, no entanto, não foi a esperada. Acon-
 
teceu o oposto: pânico. Foi como se esse campo, aquilo sobre o
 
que eles gostariam de falar, lhes fosse totalmente desconhecido,
 
um vazio imenso. Papaguear os pensamentos dos outros, tudo
 
bem. Para isso, eles haviam sido treinados durante toda a sua
20
carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios
 
pensamentos – ah, isso não lhes tinha sido ensinado!
 
Na verdade, nunca lhes havia passado pela cabeça que alguém
 
pudesse se interessar por aquilo que estavam pensando. Nunca
 
lhes havia passado pela cabeça que os seus pensamentos pudessem
25
ser importantes.
(Rubem Alves, www.cuidardoser.com.br. Adaptado)
As palavras que, no 3.º parágrafo, retomam o termo os candidatos, são:

Questão 7

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
1

Nos tempos em que eu era professor da Unicamp, fui designa-
 
do presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos
 
ao doutoramento, o que é um sofrimento. Dizer esse entra, esse
 
não entra é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai
5
sem sentimentos de culpa. Como, em 20 minutos de conversa,
 
decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia
 
alternativas. Essa era a regra.
 
Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que
 
haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. Aí tive
10
uma ideia que julguei brilhante. Combinei com os meus colegas
 
que faríamos a todos os candidatos uma única pergunta, a mesma
 
pergunta. Assim, quando o candidato entrava trêmulo e se esforçan-
 
do por parecer confiante, eu lhe fazia a pergunta, a mais deliciosa
 
de todas: “Fale-nos sobre aquilo que você gostaria de falar!”. [...]
15
A reação dos candidatos, no entanto, não foi a esperada. Acon-
 
teceu o oposto: pânico. Foi como se esse campo, aquilo sobre o
 
que eles gostariam de falar, lhes fosse totalmente desconhecido,
 
um vazio imenso. Papaguear os pensamentos dos outros, tudo
 
bem. Para isso, eles haviam sido treinados durante toda a sua
20
carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios
 
pensamentos – ah, isso não lhes tinha sido ensinado!
 
Na verdade, nunca lhes havia passado pela cabeça que alguém
 
pudesse se interessar por aquilo que estavam pensando. Nunca
 
lhes havia passado pela cabeça que os seus pensamentos pudessem
25
ser importantes.
(Rubem Alves, www.cuidardoser.com.br. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta a mesma estrutura sintática do trecho – Dizer esse entra, esse não entra é uma responsabilidade dolorida...

Questão 8

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1

Nos tempos em que eu era professor da Unicamp, fui designa-
 
do presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos
 
ao doutoramento, o que é um sofrimento. Dizer esse entra, esse
 
não entra é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai
5
sem sentimentos de culpa. Como, em 20 minutos de conversa,
 
decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia
 
alternativas. Essa era a regra.
 
Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que
 
haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. Aí tive
10
uma ideia que julguei brilhante. Combinei com os meus colegas
 
que faríamos a todos os candidatos uma única pergunta, a mesma
 
pergunta. Assim, quando o candidato entrava trêmulo e se esforçan-
 
do por parecer confiante, eu lhe fazia a pergunta, a mais deliciosa
 
de todas: “Fale-nos sobre aquilo que você gostaria de falar!”. [...]
15
A reação dos candidatos, no entanto, não foi a esperada. Acon-
 
teceu o oposto: pânico. Foi como se esse campo, aquilo sobre o
 
que eles gostariam de falar, lhes fosse totalmente desconhecido,
 
um vazio imenso. Papaguear os pensamentos dos outros, tudo
 
bem. Para isso, eles haviam sido treinados durante toda a sua
20
carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios
 
pensamentos – ah, isso não lhes tinha sido ensinado!
 
Na verdade, nunca lhes havia passado pela cabeça que alguém
 
pudesse se interessar por aquilo que estavam pensando. Nunca
 
lhes havia passado pela cabeça que os seus pensamentos pudessem
25
ser importantes.
(Rubem Alves, www.cuidardoser.com.br. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta a mesma estrutura verbal de voz reflexiva empregada na frase – Os candidatos amontoavam-se no corredor.

Questão 9

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1

Nos tempos em que eu era professor da Unicamp, fui designa-
 
do presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos
 
ao doutoramento, o que é um sofrimento. Dizer esse entra, esse
 
não entra é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai
5
sem sentimentos de culpa. Como, em 20 minutos de conversa,
 
decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia
 
alternativas. Essa era a regra.
 
Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que
 
haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. Aí tive
10
uma ideia que julguei brilhante. Combinei com os meus colegas
 
que faríamos a todos os candidatos uma única pergunta, a mesma
 
pergunta. Assim, quando o candidato entrava trêmulo e se esforçan-
 
do por parecer confiante, eu lhe fazia a pergunta, a mais deliciosa
 
de todas: “Fale-nos sobre aquilo que você gostaria de falar!”. [...]
15
A reação dos candidatos, no entanto, não foi a esperada. Acon-
 
teceu o oposto: pânico. Foi como se esse campo, aquilo sobre o
 
que eles gostariam de falar, lhes fosse totalmente desconhecido,
 
um vazio imenso. Papaguear os pensamentos dos outros, tudo
 
bem. Para isso, eles haviam sido treinados durante toda a sua
20
carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios
 
pensamentos – ah, isso não lhes tinha sido ensinado!
 
Na verdade, nunca lhes havia passado pela cabeça que alguém
 
pudesse se interessar por aquilo que estavam pensando. Nunca
 
lhes havia passado pela cabeça que os seus pensamentos pudessem
25
ser importantes.
(Rubem Alves, www.cuidardoser.com.br. Adaptado)
Indique a frase em que o verbo haver está empregado da mesma maneira que em – Para isso eles haviam sido treinados durante toda a sua carreira escolar.

Questão 10

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1

Nos tempos em que eu era professor da Unicamp, fui designa-
 
do presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos
 
ao doutoramento, o que é um sofrimento. Dizer esse entra, esse
 
não entra é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai
5
sem sentimentos de culpa. Como, em 20 minutos de conversa,
 
decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia
 
alternativas. Essa era a regra.
 
Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que
 
haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. Aí tive
10
uma ideia que julguei brilhante. Combinei com os meus colegas
 
que faríamos a todos os candidatos uma única pergunta, a mesma
 
pergunta. Assim, quando o candidato entrava trêmulo e se esforçan-
 
do por parecer confiante, eu lhe fazia a pergunta, a mais deliciosa
 
de todas: “Fale-nos sobre aquilo que você gostaria de falar!”. [...]
15
A reação dos candidatos, no entanto, não foi a esperada. Acon-
 
teceu o oposto: pânico. Foi como se esse campo, aquilo sobre o
 
que eles gostariam de falar, lhes fosse totalmente desconhecido,
 
um vazio imenso. Papaguear os pensamentos dos outros, tudo
 
bem. Para isso, eles haviam sido treinados durante toda a sua
20
carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios
 
pensamentos – ah, isso não lhes tinha sido ensinado!
 
Na verdade, nunca lhes havia passado pela cabeça que alguém
 
pudesse se interessar por aquilo que estavam pensando. Nunca
 
lhes havia passado pela cabeça que os seus pensamentos pudessem
25
ser importantes.
(Rubem Alves, www.cuidardoser.com.br. Adaptado)
Assinale a alternativa que preenche adequadamente e de acordo com a norma culta a lacuna da frase: Quando um candidato ______ trêmulo eu lhe faria a pergunta mais deliciosa de todas.

Questão 11

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1

No fim da década de 90, atormentado pelos chás de cadeira
 
que enfrentou no Brasil, Levine resolveu fazer um levantamento em
 
grandes cidades de 31 países para descobrir como diferentes culturas
 
lidam com a questão do tempo. A conclusão foi que os brasileiros
5
estão entre os povos mais atrasados – do ponto de vista temporal,
 
bem entendido – do mundo. Foram analisadas a velocidade com
 
que as pessoas percorrem determinada distância a pé no centro da
 
cidade, o número de relógios corretamente ajustados e a eficiência
 
dos correios. Os brasileiros pontuaram muito mal nos dois primeiros
10
quesitos. No ranking geral, os suíços ocupam o primeiro lugar. O
 
país dos relógios é, portanto, o que tem o povo mais pontual. Já as
 
oito últimas posições no ranking são ocupadas por países pobres.
 
O estudo de Robert Levine associa a administração do tempo
 
aos traços culturais de um país. “Nos Estados Unidos, por exemplo,
15
a ideia de que tempo é dinheiro tem um alto valor cultural. Os bra-
 
sileiros, em comparação, dão mais importância às relações sociais
 
e são mais dispostos a perdoar atrasos”, diz o psicólogo. Uma série
 
de entrevistas com cariocas, por exemplo, revelou que a maioria
 
considera aceitável que um convidado chegue mais de duas horas
20
depois do combinado a uma festa de aniversário. Pode-se argu-
 
mentar que os brasileiros são obrigados a ser mais flexíveis com os
 
horários porque a infraestrutura não ajuda. Como ser pontual se o
 
trânsito é um pesadelo e não se pode confiar no transporte público?
(Veja, 02.12.2009)
De acordo com o texto, os brasileiros são piores do que outros povos em

Questão 12

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1

No fim da década de 90, atormentado pelos chás de cadeira
 
que enfrentou no Brasil, Levine resolveu fazer um levantamento em
 
grandes cidades de 31 países para descobrir como diferentes culturas
 
lidam com a questão do tempo. A conclusão foi que os brasileiros
5
estão entre os povos mais atrasados – do ponto de vista temporal,
 
bem entendido – do mundo. Foram analisadas a velocidade com
 
que as pessoas percorrem determinada distância a pé no centro da
 
cidade, o número de relógios corretamente ajustados e a eficiência
 
dos correios. Os brasileiros pontuaram muito mal nos dois primeiros
10
quesitos. No ranking geral, os suíços ocupam o primeiro lugar. O
 
país dos relógios é, portanto, o que tem o povo mais pontual. Já as
 
oito últimas posições no ranking são ocupadas por países pobres.
 
O estudo de Robert Levine associa a administração do tempo
 
aos traços culturais de um país. “Nos Estados Unidos, por exemplo,
15
a ideia de que tempo é dinheiro tem um alto valor cultural. Os bra-
 
sileiros, em comparação, dão mais importância às relações sociais
 
e são mais dispostos a perdoar atrasos”, diz o psicólogo. Uma série
 
de entrevistas com cariocas, por exemplo, revelou que a maioria
 
considera aceitável que um convidado chegue mais de duas horas
20
depois do combinado a uma festa de aniversário. Pode-se argu-
 
mentar que os brasileiros são obrigados a ser mais flexíveis com os
 
horários porque a infraestrutura não ajuda. Como ser pontual se o
 
trânsito é um pesadelo e não se pode confiar no transporte público?
(Veja, 02.12.2009)
Pondo foco no processo de coesão textual do 2.º parágrafo, pode-se concluir que Levine é um

Questão 13

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1

No fim da década de 90, atormentado pelos chás de cadeira
 
que enfrentou no Brasil, Levine resolveu fazer um levantamento em
 
grandes cidades de 31 países para descobrir como diferentes culturas
 
lidam com a questão do tempo. A conclusão foi que os brasileiros
5
estão entre os povos mais atrasados – do ponto de vista temporal,
 
bem entendido – do mundo. Foram analisadas a velocidade com
 
que as pessoas percorrem determinada distância a pé no centro da
 
cidade, o número de relógios corretamente ajustados e a eficiência
 
dos correios. Os brasileiros pontuaram muito mal nos dois primeiros
10
quesitos. No ranking geral, os suíços ocupam o primeiro lugar. O
 
país dos relógios é, portanto, o que tem o povo mais pontual. Já as
 
oito últimas posições no ranking são ocupadas por países pobres.
 
O estudo de Robert Levine associa a administração do tempo
 
aos traços culturais de um país. “Nos Estados Unidos, por exemplo,
15
a ideia de que tempo é dinheiro tem um alto valor cultural. Os bra-
 
sileiros, em comparação, dão mais importância às relações sociais
 
e são mais dispostos a perdoar atrasos”, diz o psicólogo. Uma série
 
de entrevistas com cariocas, por exemplo, revelou que a maioria
 
considera aceitável que um convidado chegue mais de duas horas
20
depois do combinado a uma festa de aniversário. Pode-se argu-
 
mentar que os brasileiros são obrigados a ser mais flexíveis com os
 
horários porque a infraestrutura não ajuda. Como ser pontual se o
 
trânsito é um pesadelo e não se pode confiar no transporte público?
(Veja, 02.12.2009)
Na expressão distância a pé não se emprega o acento de crase no a. Isso acontece, pelo mesmo motivo, na alternativa:

Questão 14

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
1

No fim da década de 90, atormentado pelos chás de cadeira
 
que enfrentou no Brasil, Levine resolveu fazer um levantamento em
 
grandes cidades de 31 países para descobrir como diferentes culturas
 
lidam com a questão do tempo. A conclusão foi que os brasileiros
5
estão entre os povos mais atrasados – do ponto de vista temporal,
 
bem entendido – do mundo. Foram analisadas a velocidade com
 
que as pessoas percorrem determinada distância a pé no centro da
 
cidade, o número de relógios corretamente ajustados e a eficiência
 
dos correios. Os brasileiros pontuaram muito mal nos dois primeiros
10
quesitos. No ranking geral, os suíços ocupam o primeiro lugar. O
 
país dos relógios é, portanto, o que tem o povo mais pontual. Já as
 
oito últimas posições no ranking são ocupadas por países pobres.
 
O estudo de Robert Levine associa a administração do tempo
 
aos traços culturais de um país. “Nos Estados Unidos, por exemplo,
15
a ideia de que tempo é dinheiro tem um alto valor cultural. Os bra-
 
sileiros, em comparação, dão mais importância às relações sociais
 
e são mais dispostos a perdoar atrasos”, diz o psicólogo. Uma série
 
de entrevistas com cariocas, por exemplo, revelou que a maioria
 
considera aceitável que um convidado chegue mais de duas horas
20
depois do combinado a uma festa de aniversário. Pode-se argu-
 
mentar que os brasileiros são obrigados a ser mais flexíveis com os
 
horários porque a infraestrutura não ajuda. Como ser pontual se o
 
trânsito é um pesadelo e não se pode confiar no transporte público?
(Veja, 02.12.2009)
A expressão chá de cadeira, no texto, tem o significado de

Questão 15

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
1

No fim da década de 90, atormentado pelos chás de cadeira
 
que enfrentou no Brasil, Levine resolveu fazer um levantamento em
 
grandes cidades de 31 países para descobrir como diferentes culturas
 
lidam com a questão do tempo. A conclusão foi que os brasileiros
5
estão entre os povos mais atrasados – do ponto de vista temporal,
 
bem entendido – do mundo. Foram analisadas a velocidade com
 
que as pessoas percorrem determinada distância a pé no centro da
 
cidade, o número de relógios corretamente ajustados e a eficiência
 
dos correios. Os brasileiros pontuaram muito mal nos dois primeiros
10
quesitos. No ranking geral, os suíços ocupam o primeiro lugar. O
 
país dos relógios é, portanto, o que tem o povo mais pontual. Já as
 
oito últimas posições no ranking são ocupadas por países pobres.
 
O estudo de Robert Levine associa a administração do tempo
 
aos traços culturais de um país. “Nos Estados Unidos, por exemplo,
15
a ideia de que tempo é dinheiro tem um alto valor cultural. Os bra-
 
sileiros, em comparação, dão mais importância às relações sociais
 
e são mais dispostos a perdoar atrasos”, diz o psicólogo. Uma série
 
de entrevistas com cariocas, por exemplo, revelou que a maioria
 
considera aceitável que um convidado chegue mais de duas horas
20
depois do combinado a uma festa de aniversário. Pode-se argu-
 
mentar que os brasileiros são obrigados a ser mais flexíveis com os
 
horários porque a infraestrutura não ajuda. Como ser pontual se o
 
trânsito é um pesadelo e não se pode confiar no transporte público?
(Veja, 02.12.2009)
Assinale a alternativa de concordância que pode ser considerada correta como variante da frase do texto – A maioria considera aceitável que um convidado chegue mais de duas horas ...

Questão 16

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
1

No fim da década de 90, atormentado pelos chás de cadeira
 
que enfrentou no Brasil, Levine resolveu fazer um levantamento em
 
grandes cidades de 31 países para descobrir como diferentes culturas
 
lidam com a questão do tempo. A conclusão foi que os brasileiros
5
estão entre os povos mais atrasados – do ponto de vista temporal,
 
bem entendido – do mundo. Foram analisadas a velocidade com
 
que as pessoas percorrem determinada distância a pé no centro da
 
cidade, o número de relógios corretamente ajustados e a eficiência
 
dos correios. Os brasileiros pontuaram muito mal nos dois primeiros
10
quesitos. No ranking geral, os suíços ocupam o primeiro lugar. O
 
país dos relógios é, portanto, o que tem o povo mais pontual. Já as
 
oito últimas posições no ranking são ocupadas por países pobres.
 
O estudo de Robert Levine associa a administração do tempo
 
aos traços culturais de um país. “Nos Estados Unidos, por exemplo,
15
a ideia de que tempo é dinheiro tem um alto valor cultural. Os bra-
 
sileiros, em comparação, dão mais importância às relações sociais
 
e são mais dispostos a perdoar atrasos”, diz o psicólogo. Uma série
 
de entrevistas com cariocas, por exemplo, revelou que a maioria
 
considera aceitável que um convidado chegue mais de duas horas
20
depois do combinado a uma festa de aniversário. Pode-se argu-
 
mentar que os brasileiros são obrigados a ser mais flexíveis com os
 
horários porque a infraestrutura não ajuda. Como ser pontual se o
 
trânsito é um pesadelo e não se pode confiar no transporte público?
(Veja, 02.12.2009)
Há emprego do sentido figurado das palavras em:

Questão 17

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
1

No fim da década de 90, atormentado pelos chás de cadeira
 
que enfrentou no Brasil, Levine resolveu fazer um levantamento em
 
grandes cidades de 31 países para descobrir como diferentes culturas
 
lidam com a questão do tempo. A conclusão foi que os brasileiros
5
estão entre os povos mais atrasados – do ponto de vista temporal,
 
bem entendido – do mundo. Foram analisadas a velocidade com
 
que as pessoas percorrem determinada distância a pé no centro da
 
cidade, o número de relógios corretamente ajustados e a eficiência
 
dos correios. Os brasileiros pontuaram muito mal nos dois primeiros
10
quesitos. No ranking geral, os suíços ocupam o primeiro lugar. O
 
país dos relógios é, portanto, o que tem o povo mais pontual. Já as
 
oito últimas posições no ranking são ocupadas por países pobres.
 
O estudo de Robert Levine associa a administração do tempo
 
aos traços culturais de um país. “Nos Estados Unidos, por exemplo,
15
a ideia de que tempo é dinheiro tem um alto valor cultural. Os bra-
 
sileiros, em comparação, dão mais importância às relações sociais
 
e são mais dispostos a perdoar atrasos”, diz o psicólogo. Uma série
 
de entrevistas com cariocas, por exemplo, revelou que a maioria
 
considera aceitável que um convidado chegue mais de duas horas
20
depois do combinado a uma festa de aniversário. Pode-se argu-
 
mentar que os brasileiros são obrigados a ser mais flexíveis com os
 
horários porque a infraestrutura não ajuda. Como ser pontual se o
 
trânsito é um pesadelo e não se pode confiar no transporte público?
(Veja, 02.12.2009)
Assinale a alternativa em que todas as palavras ou expressões têm a função de construir a coesão do texto.

Questão 18

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
1

No fim da década de 90, atormentado pelos chás de cadeira
 
que enfrentou no Brasil, Levine resolveu fazer um levantamento em
 
grandes cidades de 31 países para descobrir como diferentes culturas
 
lidam com a questão do tempo. A conclusão foi que os brasileiros
5
estão entre os povos mais atrasados – do ponto de vista temporal,
 
bem entendido – do mundo. Foram analisadas a velocidade com
 
que as pessoas percorrem determinada distância a pé no centro da
 
cidade, o número de relógios corretamente ajustados e a eficiência
 
dos correios. Os brasileiros pontuaram muito mal nos dois primeiros
10
quesitos. No ranking geral, os suíços ocupam o primeiro lugar. O
 
país dos relógios é, portanto, o que tem o povo mais pontual. Já as
 
oito últimas posições no ranking são ocupadas por países pobres.
 
O estudo de Robert Levine associa a administração do tempo
 
aos traços culturais de um país. “Nos Estados Unidos, por exemplo,
15
a ideia de que tempo é dinheiro tem um alto valor cultural. Os bra-
 
sileiros, em comparação, dão mais importância às relações sociais
 
e são mais dispostos a perdoar atrasos”, diz o psicólogo. Uma série
 
de entrevistas com cariocas, por exemplo, revelou que a maioria
 
considera aceitável que um convidado chegue mais de duas horas
20
depois do combinado a uma festa de aniversário. Pode-se argu-
 
mentar que os brasileiros são obrigados a ser mais flexíveis com os
 
horários porque a infraestrutura não ajuda. Como ser pontual se o
 
trânsito é um pesadelo e não se pode confiar no transporte público?
(Veja, 02.12.2009)
Analisar escreve-se com s porque é derivada da palavra análise, que tem s em seu radical. A palavra em que o mesmo processo justifica o emprego do s é

Questão 19

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
1

No fim da década de 90, atormentado pelos chás de cadeira
 
que enfrentou no Brasil, Levine resolveu fazer um levantamento em
 
grandes cidades de 31 países para descobrir como diferentes culturas
 
lidam com a questão do tempo. A conclusão foi que os brasileiros
5
estão entre os povos mais atrasados – do ponto de vista temporal,
 
bem entendido – do mundo. Foram analisadas a velocidade com
 
que as pessoas percorrem determinada distância a pé no centro da
 
cidade, o número de relógios corretamente ajustados e a eficiência
 
dos correios. Os brasileiros pontuaram muito mal nos dois primeiros
10
quesitos. No ranking geral, os suíços ocupam o primeiro lugar. O
 
país dos relógios é, portanto, o que tem o povo mais pontual. Já as
 
oito últimas posições no ranking são ocupadas por países pobres.
 
O estudo de Robert Levine associa a administração do tempo
 
aos traços culturais de um país. “Nos Estados Unidos, por exemplo,
15
a ideia de que tempo é dinheiro tem um alto valor cultural. Os bra-
 
sileiros, em comparação, dão mais importância às relações sociais
 
e são mais dispostos a perdoar atrasos”, diz o psicólogo. Uma série
 
de entrevistas com cariocas, por exemplo, revelou que a maioria
 
considera aceitável que um convidado chegue mais de duas horas
20
depois do combinado a uma festa de aniversário. Pode-se argu-
 
mentar que os brasileiros são obrigados a ser mais flexíveis com os
 
horários porque a infraestrutura não ajuda. Como ser pontual se o
 
trânsito é um pesadelo e não se pode confiar no transporte público?
(Veja, 02.12.2009)
Considere este trecho – … os brasileiros são obrigados a ser mais flexíveis com os horários porque a infraestrutura não ajuda.

A oração que tem a mesma natureza sintática da oração subordinada – … porque a infraestrutura não ajuda. – é:

Questão 20

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
1

No fim da década de 90, atormentado pelos chás de cadeira
 
que enfrentou no Brasil, Levine resolveu fazer um levantamento em
 
grandes cidades de 31 países para descobrir como diferentes culturas
 
lidam com a questão do tempo. A conclusão foi que os brasileiros
5
estão entre os povos mais atrasados – do ponto de vista temporal,
 
bem entendido – do mundo. Foram analisadas a velocidade com
 
que as pessoas percorrem determinada distância a pé no centro da
 
cidade, o número de relógios corretamente ajustados e a eficiência
 
dos correios. Os brasileiros pontuaram muito mal nos dois primeiros
10
quesitos. No ranking geral, os suíços ocupam o primeiro lugar. O
 
país dos relógios é, portanto, o que tem o povo mais pontual. Já as
 
oito últimas posições no ranking são ocupadas por países pobres.
 
O estudo de Robert Levine associa a administração do tempo
 
aos traços culturais de um país. “Nos Estados Unidos, por exemplo,
15
a ideia de que tempo é dinheiro tem um alto valor cultural. Os bra-
 
sileiros, em comparação, dão mais importância às relações sociais
 
e são mais dispostos a perdoar atrasos”, diz o psicólogo. Uma série
 
de entrevistas com cariocas, por exemplo, revelou que a maioria
 
considera aceitável que um convidado chegue mais de duas horas
20
depois do combinado a uma festa de aniversário. Pode-se argu-
 
mentar que os brasileiros são obrigados a ser mais flexíveis com os
 
horários porque a infraestrutura não ajuda. Como ser pontual se o
 
trânsito é um pesadelo e não se pode confiar no transporte público?
(Veja, 02.12.2009)
Assinale a alternativa em que as palavras são acentuadas graficamente pelos mesmos motivos que justificam, respectivamente, as acentuações de: década, relógios, suíços.

Questão 21

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1

 
 

 
Zelosa com sua imagem, a empresa multinacional Gillette retirou
5
a bola da mão, em uma das suas publicidades, do atacante francês Thierry Henry,
 
garoto-propaganda da marca com quem tem um contrato de 8,4 milhões de dólares anuais.
 
A jogada previne os efeitos desastrosos para vendas de seus produtos, depois que o jogador trapaceou,
 
tocando e controlando a bola com a mão, para ajudar no gol que classificou a França para a Copa do Mundo de 2010. (...)
 
Na França, onde 8 em cada dez franceses reprovam o gesto irregular, Thierry aparece com a mão no bolso.
10
Os publicitários franceses acham que o gato subiu no telhado. A Gillette prepara o rompimento do contrato.
 
O serviço de comunicação da gigante Procter & Gamble, proprietária da Gillette, diz que não. Em todo caso,
 
a empresa gostaria que o jogo fosse refeito, que a trapaça não tivesse acontecido. Na impossibilidade, refez o que
 
está ao seu alcance, sua publicidade.
 
Segundo lista da revista Forbes, Thierry Henry é o terceiro jogador de futebol que mais lucra
15
com a publicidade – seus contratos somam 28 milhões de dólares anuais. (...)
(Veja, 02.11.2009. Adaptado)
A palavra jogada, em – A jogada previne os efeitos desastrosos para venda de seus produtos... – refere-se ao fato de

Questão 22

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1

 
 

 
Zelosa com sua imagem, a empresa multinacional Gillette retirou
5
a bola da mão, em uma das suas publicidades, do atacante francês Thierry Henry,
 
garoto-propaganda da marca com quem tem um contrato de 8,4 milhões de dólares anuais.
 
A jogada previne os efeitos desastrosos para vendas de seus produtos, depois que o jogador trapaceou,
 
tocando e controlando a bola com a mão, para ajudar no gol que classificou a França para a Copa do Mundo de 2010. (...)
 
Na França, onde 8 em cada dez franceses reprovam o gesto irregular, Thierry aparece com a mão no bolso.
10
Os publicitários franceses acham que o gato subiu no telhado. A Gillette prepara o rompimento do contrato.
 
O serviço de comunicação da gigante Procter & Gamble, proprietária da Gillette, diz que não. Em todo caso,
 
a empresa gostaria que o jogo fosse refeito, que a trapaça não tivesse acontecido. Na impossibilidade, refez o que
 
está ao seu alcance, sua publicidade.
 
Segundo lista da revista Forbes, Thierry Henry é o terceiro jogador de futebol que mais lucra
15
com a publicidade – seus contratos somam 28 milhões de dólares anuais. (...)
(Veja, 02.11.2009. Adaptado)
Assinale a alternativa em que todas as palavras ou expressões recuperam, por coesão textual, o fato de Thierry ter controlado a bola com a mão.

Questão 23

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1

 
 

 
Zelosa com sua imagem, a empresa multinacional Gillette retirou
5
a bola da mão, em uma das suas publicidades, do atacante francês Thierry Henry,
 
garoto-propaganda da marca com quem tem um contrato de 8,4 milhões de dólares anuais.
 
A jogada previne os efeitos desastrosos para vendas de seus produtos, depois que o jogador trapaceou,
 
tocando e controlando a bola com a mão, para ajudar no gol que classificou a França para a Copa do Mundo de 2010. (...)
 
Na França, onde 8 em cada dez franceses reprovam o gesto irregular, Thierry aparece com a mão no bolso.
10
Os publicitários franceses acham que o gato subiu no telhado. A Gillette prepara o rompimento do contrato.
 
O serviço de comunicação da gigante Procter & Gamble, proprietária da Gillette, diz que não. Em todo caso,
 
a empresa gostaria que o jogo fosse refeito, que a trapaça não tivesse acontecido. Na impossibilidade, refez o que
 
está ao seu alcance, sua publicidade.
 
Segundo lista da revista Forbes, Thierry Henry é o terceiro jogador de futebol que mais lucra
15
com a publicidade – seus contratos somam 28 milhões de dólares anuais. (...)
(Veja, 02.11.2009. Adaptado)
A expressão o gato subiu no telhado é parte de uma conhecida anedota em que uma mulher, depois de contar abruptamente ao marido que seu gato tinha morrido, é advertida de que deveria ter dito isso aos poucos: primeiramente, que o gato tinha subido no telhado, depois, que tinha caído e, depois, que tinha morrido. No texto em questão, a expressão pode ser interpretada da seguinte maneira:

Questão 24

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1

 
 

 
Zelosa com sua imagem, a empresa multinacional Gillette retirou
5
a bola da mão, em uma das suas publicidades, do atacante francês Thierry Henry,
 
garoto-propaganda da marca com quem tem um contrato de 8,4 milhões de dólares anuais.
 
A jogada previne os efeitos desastrosos para vendas de seus produtos, depois que o jogador trapaceou,
 
tocando e controlando a bola com a mão, para ajudar no gol que classificou a França para a Copa do Mundo de 2010. (...)
 
Na França, onde 8 em cada dez franceses reprovam o gesto irregular, Thierry aparece com a mão no bolso.
10
Os publicitários franceses acham que o gato subiu no telhado. A Gillette prepara o rompimento do contrato.
 
O serviço de comunicação da gigante Procter & Gamble, proprietária da Gillette, diz que não. Em todo caso,
 
a empresa gostaria que o jogo fosse refeito, que a trapaça não tivesse acontecido. Na impossibilidade, refez o que
 
está ao seu alcance, sua publicidade.
 
Segundo lista da revista Forbes, Thierry Henry é o terceiro jogador de futebol que mais lucra
15
com a publicidade – seus contratos somam 28 milhões de dólares anuais. (...)
(Veja, 02.11.2009. Adaptado)
A expressão diz que não, no final do 2.º parágrafo, significa que

Questão 25

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1

 
 

 
Zelosa com sua imagem, a empresa multinacional Gillette retirou
5
a bola da mão, em uma das suas publicidades, do atacante francês Thierry Henry,
 
garoto-propaganda da marca com quem tem um contrato de 8,4 milhões de dólares anuais.
 
A jogada previne os efeitos desastrosos para vendas de seus produtos, depois que o jogador trapaceou,
 
tocando e controlando a bola com a mão, para ajudar no gol que classificou a França para a Copa do Mundo de 2010. (...)
 
Na França, onde 8 em cada dez franceses reprovam o gesto irregular, Thierry aparece com a mão no bolso.
10
Os publicitários franceses acham que o gato subiu no telhado. A Gillette prepara o rompimento do contrato.
 
O serviço de comunicação da gigante Procter & Gamble, proprietária da Gillette, diz que não. Em todo caso,
 
a empresa gostaria que o jogo fosse refeito, que a trapaça não tivesse acontecido. Na impossibilidade, refez o que
 
está ao seu alcance, sua publicidade.
 
Segundo lista da revista Forbes, Thierry Henry é o terceiro jogador de futebol que mais lucra
15
com a publicidade – seus contratos somam 28 milhões de dólares anuais. (...)
(Veja, 02.11.2009. Adaptado)
Segundo a revista Forbes,

Questão 26

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1

 
 

 
Zelosa com sua imagem, a empresa multinacional Gillette retirou
5
a bola da mão, em uma das suas publicidades, do atacante francês Thierry Henry,
 
garoto-propaganda da marca com quem tem um contrato de 8,4 milhões de dólares anuais.
 
A jogada previne os efeitos desastrosos para vendas de seus produtos, depois que o jogador trapaceou,
 
tocando e controlando a bola com a mão, para ajudar no gol que classificou a França para a Copa do Mundo de 2010. (...)
 
Na França, onde 8 em cada dez franceses reprovam o gesto irregular, Thierry aparece com a mão no bolso.
10
Os publicitários franceses acham que o gato subiu no telhado. A Gillette prepara o rompimento do contrato.
 
O serviço de comunicação da gigante Procter & Gamble, proprietária da Gillette, diz que não. Em todo caso,
 
a empresa gostaria que o jogo fosse refeito, que a trapaça não tivesse acontecido. Na impossibilidade, refez o que
 
está ao seu alcance, sua publicidade.
 
Segundo lista da revista Forbes, Thierry Henry é o terceiro jogador de futebol que mais lucra
15
com a publicidade – seus contratos somam 28 milhões de dólares anuais. (...)
(Veja, 02.11.2009. Adaptado)
Assinale a alternativa em que as vírgulas são empregadas pelos mesmos motivos por que são empregadas no trecho – O serviço de comunicação da gigante Procter & Gamble, proprietária da Gillette, diz que não.

Questão 27

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1

 
 

 
Zelosa com sua imagem, a empresa multinacional Gillette retirou
5
a bola da mão, em uma das suas publicidades, do atacante francês Thierry Henry,
 
garoto-propaganda da marca com quem tem um contrato de 8,4 milhões de dólares anuais.
 
A jogada previne os efeitos desastrosos para vendas de seus produtos, depois que o jogador trapaceou,
 
tocando e controlando a bola com a mão, para ajudar no gol que classificou a França para a Copa do Mundo de 2010. (...)
 
Na França, onde 8 em cada dez franceses reprovam o gesto irregular, Thierry aparece com a mão no bolso.
10
Os publicitários franceses acham que o gato subiu no telhado. A Gillette prepara o rompimento do contrato.
 
O serviço de comunicação da gigante Procter & Gamble, proprietária da Gillette, diz que não. Em todo caso,
 
a empresa gostaria que o jogo fosse refeito, que a trapaça não tivesse acontecido. Na impossibilidade, refez o que
 
está ao seu alcance, sua publicidade.
 
Segundo lista da revista Forbes, Thierry Henry é o terceiro jogador de futebol que mais lucra
15
com a publicidade – seus contratos somam 28 milhões de dólares anuais. (...)
(Veja, 02.11.2009. Adaptado)
A palavra empresa é um sinônimo genérico de Proter & Gamble, no texto. A alternativa que apresenta, também, esse tipo de sinonímia, é:

Questão 28

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1

 
 

 
Zelosa com sua imagem, a empresa multinacional Gillette retirou
5
a bola da mão, em uma das suas publicidades, do atacante francês Thierry Henry,
 
garoto-propaganda da marca com quem tem um contrato de 8,4 milhões de dólares anuais.
 
A jogada previne os efeitos desastrosos para vendas de seus produtos, depois que o jogador trapaceou,
 
tocando e controlando a bola com a mão, para ajudar no gol que classificou a França para a Copa do Mundo de 2010. (...)
 
Na França, onde 8 em cada dez franceses reprovam o gesto irregular, Thierry aparece com a mão no bolso.
10
Os publicitários franceses acham que o gato subiu no telhado. A Gillette prepara o rompimento do contrato.
 
O serviço de comunicação da gigante Procter & Gamble, proprietária da Gillette, diz que não. Em todo caso,
 
a empresa gostaria que o jogo fosse refeito, que a trapaça não tivesse acontecido. Na impossibilidade, refez o que
 
está ao seu alcance, sua publicidade.
 
Segundo lista da revista Forbes, Thierry Henry é o terceiro jogador de futebol que mais lucra
15
com a publicidade – seus contratos somam 28 milhões de dólares anuais. (...)
(Veja, 02.11.2009. Adaptado)
Considere o trecho – ... depois que o jogador trapaceou, tocando e controlando a bola com a mão. – Assinale a alternativa cuja oração mantém o mesmo sentido da oração depois que o jogador trapaceou.

Questão 29

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1

 
 

 
Zelosa com sua imagem, a empresa multinacional Gillette retirou
5
a bola da mão, em uma das suas publicidades, do atacante francês Thierry Henry,
 
garoto-propaganda da marca com quem tem um contrato de 8,4 milhões de dólares anuais.
 
A jogada previne os efeitos desastrosos para vendas de seus produtos, depois que o jogador trapaceou,
 
tocando e controlando a bola com a mão, para ajudar no gol que classificou a França para a Copa do Mundo de 2010. (...)
 
Na França, onde 8 em cada dez franceses reprovam o gesto irregular, Thierry aparece com a mão no bolso.
10
Os publicitários franceses acham que o gato subiu no telhado. A Gillette prepara o rompimento do contrato.
 
O serviço de comunicação da gigante Procter & Gamble, proprietária da Gillette, diz que não. Em todo caso,
 
a empresa gostaria que o jogo fosse refeito, que a trapaça não tivesse acontecido. Na impossibilidade, refez o que
 
está ao seu alcance, sua publicidade.
 
Segundo lista da revista Forbes, Thierry Henry é o terceiro jogador de futebol que mais lucra
15
com a publicidade – seus contratos somam 28 milhões de dólares anuais. (...)
(Veja, 02.11.2009. Adaptado)
No trecho – ... a empresa gostaria que o jogo fosse refeito, que a trapaça não tivesse acontecido. – têm-se, além de uma oração principal,

Questão 30

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1

 
 

 
Zelosa com sua imagem, a empresa multinacional Gillette retirou
5
a bola da mão, em uma das suas publicidades, do atacante francês Thierry Henry,
 
garoto-propaganda da marca com quem tem um contrato de 8,4 milhões de dólares anuais.
 
A jogada previne os efeitos desastrosos para vendas de seus produtos, depois que o jogador trapaceou,
 
tocando e controlando a bola com a mão, para ajudar no gol que classificou a França para a Copa do Mundo de 2010. (...)
 
Na França, onde 8 em cada dez franceses reprovam o gesto irregular, Thierry aparece com a mão no bolso.
10
Os publicitários franceses acham que o gato subiu no telhado. A Gillette prepara o rompimento do contrato.
 
O serviço de comunicação da gigante Procter & Gamble, proprietária da Gillette, diz que não. Em todo caso,
 
a empresa gostaria que o jogo fosse refeito, que a trapaça não tivesse acontecido. Na impossibilidade, refez o que
 
está ao seu alcance, sua publicidade.
 
Segundo lista da revista Forbes, Thierry Henry é o terceiro jogador de futebol que mais lucra
15
com a publicidade – seus contratos somam 28 milhões de dólares anuais. (...)
(Veja, 02.11.2009. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta, de forma hipotética, o trecho – A jogada previne os efeitos desastrosos para vendas de seus produtos,...

Questão 31

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
Certa empresa vai apresentar a seus funcionários um vídeo, ao mesmo tempo em 3 auditórios, A, B e C, que têm capacidades para 50, 70 e 100 pessoas na plateia, respectivamente.
Conforme chegavam, os funcionários eram distribuídos de forma a ocupar proporcionalmente os auditórios. Ao começar a apresentação, havia uma audiência total de 176 pessoas nas plateias dos 3 auditórios, sendo que cada auditório apresentava a mesma razão entre lugares ocupados na plateia e sua capacidade, nessa ordem. Portanto, a plateia do auditório C estava com um número de lugares ocupados igual a

Questão 32

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
A figura sem escala mostra a planta de um calçadão no centro de uma pequena cidade. Um pedestre, saindo de A, pode chegar até B de duas formas distintas, ou seja, contornando a praça triangular pela esquerda ou pela direita. Se o pedestre caminhar por qualquer dos trajetos indicados pelas linhas retas tracejadas, percorrerá a mesma distância em ambos os casos. Os comprimentos de dois trechos retos dos trajetos são dados na figura. Sabendo que a soma dos comprimentos x e y dos trechos delimitados pelas setas na planta é igual a 12 m, a razão x/y pode ser expressa pela fração

Questão 33

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
Renato foi abastecer seu carro. A bomba de combustível forneceu 25 litros em 2 minutos e 20 segundos, com um fluxo de combustível constante. Então, houve um problema nessa bomba e o frentista pediu para Renato continuar abastecendo em outra bomba, mais adiante. A 2.ª bomba forneceu 26 litros em 2 minutos e 40 segundos, também com fluxo constante. O fluxo de combustível dessa 2.ª bomba, em relação à 1.ª, foi

Questão 34

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
Um terreno retangular com área de 192 m2 tem um dos lados medindo 4 m a mais que o outro. Dentro desse terreno, foi colocada uma cerca a 1 m dos lados do terreno, demarcando assim uma área retangular menor, como mostra a figura sem escala. A área demarcada é, em m2, igual a

Questão 35

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
Em certo depósito, há 20 caixas de papelão. Cada caixa de papelão contém 20 pacotes de balas, sendo 35% dos pacotes com balas de menta, e o restante dos pacotes, com balas de sabores sortidos. Cada pacote de balas sortidas contém 20 balas, sendo 2/5 delas de sabor canela. A quantidade de balas sabor canela, no depósito, é dada pela expressão

Questão 36

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
Assinale a alternativa que contém a ferramenta do Windows XP que consolida arquivos e pastas existentes no computador, de forma que cada item ocupe um espaço único e contíguo no volume e, dessa forma, possibilite que o sistema acesse e salve arquivos e pastas com mais eficiência.

Questão 37

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
Assinale a alternativa que classifica corretamente os softwares, relacionando a coluna da esquerda (ícone) com a coluna da direita (principal característica).

I. k. Apresentações

II. x. Banco de dados

III. y. Navegador web

IV. z. Correio eletrônico

Questão 38

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
Observe a figura na qual é apresentado um anúncio de venda de computador.


No computador mencionado, é possível gravar em seu disco rígido um arquivo de

Questão 39

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
Observando a tela do Word XP, apresentada na figura, assinale a alternativa que contém o modo de exibição aplicado.

Questão 40

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
Considere a figura que mostra uma planilha elaborada no Excel XP.


Assinale a alternativa com o resultado correto da seguinte fórmula inserida na célula D3 que está vazia: =SOMA(A:C)+SE(C3>A1+A2*2;MÉDIA(B1;C3);C1^2)

Questão 41

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
Para inserir um botão de ação, como mostrado na figura, numa apresentação do PowerPoint XP, deve-se acessar o menu:

Questão 42

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
Indique a alternativa que contém o objeto Formulário do Access XP.

Questão 43

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
Baseando-se na figura, assinale a alternativa correta sobre organização de pastas utilizando o Windows Explorer do Windows XP.

Questão 44

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Utilizando o Google, para limitar o resultado da pesquisa às páginas da Web que contenham exatamente a frase digitada, é necessário que o usuário digite o seguinte caractere antes e depois da frase:

Questão 45

TJ/SP 2009 - VUNESP - Agente de Fiscalização Judiciária
Observe a figura em que é apresentada parte da tela da Caixa de Entrada do Outlook XP.


Para agendar um compromisso, o agente de fiscalização deve clicar

Questão 46

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Leia os trechos:
I. “O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, lançou um chamado aos líderes mundiais para que adotem medidas de estímulo monetário e fiscal para tirar o mundo da depressão”.
II. “O protecionismo atrofia a economia mundial em seu conjunto”, declarou o porta-voz do governo japonês.
(Veja, 04.02.2009)

A partir da leitura dos textos, é correto concluir que, em relação à crise econômica mundial, os governos da Grã-Bretanha e do Japão

Questão 47

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A sigla BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) reúne o grupo de países com elevado potencial econômico. O bloco fez a sua primeira reunião oficial em junho de 2009. A partir dessa reunião, é correto afirmar que esses países têm, como posição comum,

Questão 48

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Leia as afirmações sobre as medidas adotadas pelo governo brasileiro para enfrentar a crise econômica e que repercutiram no 1.º semestre de 2009.
I. A rápida recuperação está relacionada à estratégia adotada pelo governo de apoio ao mercado interno.
II. A redução de impostos em apoio à indústria automobilística.
III. A forte inversão de capitais, sob a forma de subsídios, ao setor agrícola.
IV. A redução de impostos para o setor de eletrodomésticos (linha branca).

Estão corretas apenas as afirmações

Questão 49

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» Esta questão foi anulada pela banca.
Observe as duas charges sobre a crise que atingiu o Senado, a partir do primeiro semestre de 2009.

I.

II.

Assinale a alternativa que analisa corretamente a mensagem contida nas charges.

Questão 50

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Leia a notícia.
Petrobras extrai primeiros barris do Petróleo de Tupi

A Petrobras começou hoje a extração do Petróleo do Poço de Tupi na Bacia de Santos, abrindo uma nova era da produção do ouro negro no país.
(01.05.2009 @ 4:23 PM BRT)

Leia as afirmações sobre o Pré-Sal.
I. O petróleo encontrado nessa área está a profundidades que superam os sete mil metros, abaixo de uma extensa camada de sal que, segundo geólogos, conservam a qualidade do petróleo.
II. Tupi tem uma reserva estimada pela Petrobras entre cinco bilhões e oito bilhões de barris de petróleo, sendo considerada uma das maiores descobertas do mundo dos últimos sete anos.
III. A região em volta do Pré-Sal não será leiloada até que sejam definidas as novas regras de exploração de petróleo no país (Lei do Petróleo), que voltaram a ser discutidas.
IV. A União e alguns Estados da Federação, especialmente o Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo discutem e disputam a distribuição dos royalties do petróleo da camada do Pré-Sal.

Estão corretas as afirmações

Questão 51

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Hemorragia externa ocorre devido a ferimentos abertos: arterial, venoso ou capilar. Quanto ao tratamento no estancamento do sangue, devem ser observados os seguintes itens:

Questão 52

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A avaliação inicial se realiza em etapas, constitui o primeiro item a ser abordado na análise da vítima. Deve-se, portanto,

Questão 53

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Confirmada obstrução das vias aéreas por corpo estranho (OVACE), o procedimento para desobstrução em um adulto consciente é:

Questão 54

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Em parada respiratória em um adulto, a manobra a ser realizada é:

Questão 55

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Durante a parada cardiorrespiratória, a manobra a ser realizada para um adulto é:

Questão 56

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Durante a parada cardiorrespiratória, a manobra a ser realizada em uma criança é:

Questão 57

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Geralmente não é visível, porém é bastante grave, pois pode provocar choque e levar a vítima à morte. Trata-se da hemorragia

Questão 58

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Quando existe hemorragia interna, a identificação se faz por meio de sinais e sintomas clínicos. Constitui sinal de hemorragia

Questão 59

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Antes de proceder à avaliação secundária, o socorrista deverá realizar

Questão 60

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Na reanimação cardiopulmonar, há uma sequência de procedimentos e seu início ocorre com

Questão 61

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Combustão é uma reação química de oxidação. Para efeito didático, o triângulo do fogo exemplifica e explica a combustão, atribuindo-se, a cada face, um dos elementos essenciais da combustão. Esses elementos são:

Questão 62

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Os métodos de extinção baseiam-se na eliminação de um ou mais dos elementos essenciais que provocam o fogo. Das alternativas apresentadas, assinale a que relaciona todos os métodos.

Questão 63

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Colocando-se a extremidade de uma barra de ferro próxima a uma fonte de calor, ter-se-á transferência de calor através de um corpo sólido de molécula a molécula. A esse tipo de propagação dá-se o nome de

Questão 64

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Os incêndios são classificados de acordo com os materiais neles envolvidos. Aquele que envolve graxa e gás combustível é classificado como incêndio de classe

Questão 65

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É o agente extintor mais abundante na natureza. Age principalmente por resfriamento devido à sua propriedade de absorver grande quantidade de calor. Trata-se de

Questão 66

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Incêndio envolvendo metais pirofóricos (magnésio, selênio, lítio) e outros é caracterizado pela queima em altas temperaturas. Esse incêndio classifica-se como de classe

Questão 67

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É a forma mais simples de se extinguir um incêndio; método também denominado corte do suprimento de combustível. O método de extinção a que o texto se refere é

Questão 68

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É a transmissão de calor por ondas de energia calorífica que se deslocam através do espaço; as ondas de calor propagam-se em todas as direções. O tipo de propagação a que se refere o texto é

Questão 69

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Água, espuma, pó químico seco, gás carbônico são considerados agentes

Questão 70

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Método que consiste em diminuir ou impedir o contato de oxigênio com o material combustível é

Questão 71

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Nos termos do que estabelece a Constituição Federal,

Questão 72

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Assinale a alternativa que está de acordo com a Constituição Federal.

Questão 73

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É um dever do funcionário público previsto, expressamente, na Lei n.o 10.261/68:

Questão 74

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Ao funcionário é proibido

Questão 75

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Conforme o disposto na Lei n.o 10.261/68, o funcionário público que, comprovadamente, causou prejuízo em razão de erro de cálculo contra a Fazenda Estadual, mas não agiu de má-fé e não é reincidente,

Questão 76

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Um funcionário foi demitido do serviço público, mas sua demissão foi posteriormente anulada por meio de decisão judicial transitada em julgado, a qual negou o fato que deu origem à sua demissão. Nesse caso, portanto, esse funcionário público

Questão 77

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Assinale a alternativa que contém, respectivamente, as expressões suprimidas do texto do art. 5º da Lei n.º 8.429/92.

Ocorrendo lesão ao patrimônio público por __________ , _________, do __________ , dar-se-á o integral ressarcimento do dano.

Questão 78

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O art. 11 da Lei n.º 8.429/92 normatiza que constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições. O mesmo dispositivo legal descreve algumas situações em que isso se verifica. Assinale a alternativa que traz, apenas, as situações expressamente mencionadas no referido artigo de lei.

Questão 79

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Nos termos do art. 14 da Lei n.º 8.429/92, quem pode representar à autoridade administrativa competente para que seja instaurada investigação destinada a apurar a prática de ato de improbidade?

Questão 80

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Considere as seguintes assertivas no que concerne ao regramento que o art. 13 da Lei n.º 8.429/92 dispensa à declaração dos bens e valores que compõem o patrimônio privado do agente público:
I. a posse e o exercício de agente público ficam condicionados à apresentação de declaração dos bens e valores que compõem o seu patrimônio privado, a fim de ser arquivada no serviço de pessoal competente;
II. a declaração compreenderá imóveis, móveis, semoventes, dinheiro, títulos, ações, e qualquer outra espécie de bens e valores patrimoniais, localizados no País ou no exterior, e, quando for o caso, abrangerá os bens e valores patrimoniais do cônjuge ou companheiro, dos filhos e de outras pessoas que vivam sob a dependência econômica do declarante, excluídos apenas os objetos e utensílios de uso doméstico e
III. será punido com a pena de demissão, a bem do serviço público, sem prejuízo de outras sanções cabíveis, o agente público que se recusar a prestar declaração dos bens, dentro do prazo determinado, ou que a prestar falsa.
É correto o que se afirma em

Questão 81

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A conduta de apropriar-se de dinheiro ou qualquer utilidade que, no exercício do cargo, recebeu por erro de outrem configura o crime de

Questão 82

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A conduta de deixar o funcionário, por indulgência, de responsabilizar subordinado que cometeu infração no exercício do cargo ou, quando lhe falte competência, não levar o fato ao conhecimento da autoridade competente configura o crime de

Questão 83

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Considere as seguintes assertivas no que pertine aos Crimes Praticados por Particular Contra a Administração em Geral e assinale a alternativa que corresponde ao regramento estabelecido pelo texto do Código Penal.
I. Somente comete crime de resistência aquele que age com violência ou ameaça.
II. Quem desobedece à ordem ilegal de funcionário público não comete crime de desobediência.
III. Apenas se configura o crime de desacato se a ação for praticada contra funcionário no exercício da função ou em razão dela.

Questão 84

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Assinale a alternativa correta no que diz respeito aos Crimes Contra a Administração da Justiça.

Questão 85

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Assinale a alternativa que está de acordo com a Constituição do Estado de São Paulo.

Questão 86

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Assinale a alternativa correta.

Questão 87

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Conforme dispõe a Constituição do Estado de São Paulo, o servidor público titular de cargo efetivo do Estado, abrangido pelo regime próprio de previdência, será aposentado ou poderá se aposentar

Questão 88

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O órgão do Tribunal de Justiça do Estado competente para eleger o Presidente, o Vice-Presidente e o Corregedor Geral da Justiça é o

Questão 89

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A quantidade de Desembargadores do Tribunal de Justiça que compõem o Órgão Especial é:

Questão 90

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O Conselho Superior da Magistratura é composto pelo Presidente, que o preside, pelo Vice-Presidente, pelo Corregedor Geral da Justiça,



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