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SEED/SP 2011

Professor II - Geografia

Questão 1

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O livro Educação: um Tesouro a Descobrir, coordenado por Jacques Delors (1998), aborda de forma bastante didática os quatro pilares de uma educação para o século XXI.

Assinale a afirmativa a seguir que está de acordo com as ideias tratadas nessa obra.

Questão 2

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Hargreaves (2004), citando Schumpeter, afirma que “assim como outros tipos de capitalismo, a economia do conhecimento é uma força de destruição criativa, estimulando o crescimento e a prosperidade, ao mesmo tempo em que sua busca incansável de lucro e de interesse próprio desgasta e fragmenta a ordem social.” Argumenta que, sendo assim, é necessário fazer com que as nossas escolas

Questão 3

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A LDBEN 9394/96, em seu Artigo 1.º, § 2.º, estabelece que “A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social”. Por sua vez, a equipe que elaborou a Proposta Curricular do Estado de São Paulo estabeleceu princípios norteadores para essa elaboração, levando em conta, para pensar o conteúdo e o sentido da escola, a complexidade da ambiência cultural, das dimensões sociais, econômicas e políticas, a presença maciça de produtos científicos e tecnológicos e a multiplicidade de linguagens e códigos no cotidiano.

Dentre os princípios estabelecidos para a elaboração da Proposta Curricular do Estado de São Paulo, os que apresentam uma relação mais direta com o conteúdo desse parágrafo da LDBEN são:

Questão 4

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Em relação à competência do trabalho docente, Rios (2005) afirma que ela se revela na ação e que as qualidades que a compõem “apresentam-se como um conjunto de requisitos que não fazem parte, em sua totalidade, do desempenho de cada indivíduo, mas podem fazer e sua possibilidade é verificada na própria realidade.” Pondera que a competência não é algo que se adquire de uma vez por todas e nem isoladamente, o que nos leva, ao discuti-la, a relacioná-la com

Questão 5

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Libâneo (2003) assinala que “a ideia de ter as escolas como referência para a formulação e gestão das políticas educacionais não é nova, mas adquire importância crescente no planejamento das reformas educacionais exigidas pelas recentes transformações do mundo contemporâneo.”O autor afirma que há, “pelo menos, duas maneiras de ver a gestão educacional centrada na escola”: a neoliberal e a sociocrítica.

Assinale a alternativa que faz a correspondência correta entre cada uma dessas perspectivas e o significado que assume, em cada uma delas, a decisão de “pôr a escola no centro das políticas”.

I. Na perspectiva neoliberal, a decisão de “pôr a escola no centro das políticas” significa:

II. Na perspectiva sociocrítica, a decisão de “pôr a escola no centro das políticas” significa:

1 – dar liberdade aos profissionais da escola para aplicarem os recursos financeiros a ela destinados e para adotarem métodos de ensino, sem restrições.

2 – liberar o Estado de boa parte de suas responsabilidades, deixando às comunidades e às escolas a iniciativa de planejar, organizar e avaliar os serviços educacionais.

3 – valorizar as ações concretas dos profissionais na escola, decorrentes de sua participação em razão de interesse público, sem, com isso, desobrigar o Estado de suas responsabilidades.

4 – promover a avaliação e a crítica dos serviços educacionais da escola pela sociedade, como base para políticas que visem sua melhoria para o progresso da economia.

Questão 6

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A Proposta Curricular do Estado de São Paulo (2008) traz a afirmação de que, para constituir uma escola à altura dos tempos atuais, dentre outras ações, “os gestores, como agentes formadores, devem aplicar com os professores tudo aquilo que recomendam a eles que apliquem com seus alunos”.

A esse respeito, Lerner (2002) refere-se a uma estratégia de formação em que o formador coloca os professores em situação de aprendizes, por exemplo, para uma atividade de produção de textos de determinado gênero; mas também organiza o grupo com observadores das intervenções didáticas e, no momento de reflexão sobre o ocorrido, trabalha com eles os conteúdos referentes ao processo de aprendizagem que vivenciaram como alunos e, igualmente, aqueles que dizem respeito à ação hipotetizada do docente.

A autora denomina essa estratégia formadora “situações de

Questão 7

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Na obra Saberes docentes e formação profissional, Maurice Tardif (2008), pesquisador e professor universitário no Canadá, expõe sua visão a respeito dos saberes que alicerçam o trabalho e a formação dos professores das escolas de ensino fundamental e de ensino médio. São muitos os pontos de convergência encontrados entre o pensamento de Tardif e as ideias externadas na Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio: documento de apresentação (São Paulo: SE, 2008).

Das alternativas a seguir, assinale a que incorpora tanto as convicções de Tardif quanto o espírito da Proposta Curricular supracitada.

Questão 8

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Contreras (2002), em sua obra A autonomia de professores, analisa esse tema vinculado ao do profissionalismo no ensino, buscando avançar na compreensão das questões que eles encerram.

Para o autor, a autonomia docente:

I. deve ser entendida como um processo dinâmico e de construção permanente, no qual se conjugam, equilibram-se e fazem sentido múltiplos elementos, a partir dos quais ela pode ser explicitada e descrita;

II. tem sua construção influenciada pelas condições pessoais do professor e pelas condições estruturais e políticas nas quais interagem a escola e a sociedade;

III. decorre de um atributo pessoal encontrado no professor, o que o autoriza, enquanto profissional técnico, a tomar decisões competentes que terão como suporte a aceitação e o reconhecimento públicos;

IV. pressupõe que ninguém pode nem deve interferir nas deliberações de um professor em sua classe, porque há uma definição legal de que essa competência é exclusiva dele, não cabendo a intervenção de terceiros.

Assinale a alternativa que reúne as melhores descrições para expressar o pensamento do autor a respeito da autonomia do professor.

Questão 9

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1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 10

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Os escritórios de gerenciamento de projetos (PMO) podem ser de

I. esfera departamental para apoio a diversos projetos simultâneos.

II. gestão dos projetos interdepartamentais.

III. planejamento estratégico dos projetos e gestão do conhecimento empresarial.

IV. projeto específico separado das operações da empresa.

Um escritório de projeto corporativo atua em

Questão 11

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A bibliografia constante da Resolução SE n.º 13, de 3.3.2011, que dá suporte ao presente concurso, indicou a leitura de uma reportagem do site Educar para Crescer, intitulada Por dentro do Ideb: o que é o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica?. De acordo com essa reportagem, pode-se afirmar que

Questão 12

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Os professores de todas as disciplinas do currículo escolar dependem da mediação de sistemas simbólicos, principalmente da mediação do sistema da língua/linguagem, para desenvolver o trabalho didático-pedagógico junto a seus alunos. Por outro lado, ao ensinar essa ou aquela disciplina, esses professores também estão ensinando a língua materna, o que pode ser feito de forma significativa, relacionando vida e conhecimento, fazendo leitura de mundo enquanto se leem e se escrevem textos. Por essa razão, a Proposta Curricular do Estado de São Paulo, coerente com estudos contemporâneos, como o de Lerner (2002), estabelece prioridade para

Questão 13

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Zabala, em Coll (2006), argumenta que, no processo de planejamento, as decisões relativas à seleção dos diferentes tipos de conteúdos que farão parte de determinada unidade didática, bem como as decisões relacionadas às situações de aprendizagem, às atividades e tarefas a serem propostas para trabalhar esses conteúdos, e ainda as decisões relativas à organização e distribuição do tempo e do espaço para desenvolvê-las, aos materiais didáticos mais adequados, levando em conta as características dos agrupamentos de alunos, todas elas são guiadas ou orientam-se

Questão 14

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No artigo A estabilidade do currículo disciplinar: o caso das ciências, Alice Casimiro Lopes e Elizabeth Macedo (2002) problematizam a integração curricular, examinando a disciplina a que fazem referência.

Nesse trabalho, as autoras argumentam que

Questão 15

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Leia atentamente as diversas formas de conceber a avaliação da aprendizagem, que constam a seguir.

1 – Avaliação classificatória.
2 – Avaliação vinculada ao projeto político-pedagógico.
3 – Avaliação mediadora.
4 – Avaliação seletiva e excludente.
5 – Avaliação envolvendo a melhoria da situação avaliada.
6 – Avaliação que se limita à observação e à interpretação da situação avaliada.
7 – Avaliação com o objetivo de verificação do desempenho do aluno e de registro de dados desse desempenho.
8 – Avaliação a serviço da aprendizagem do aluno, da sua formação e da busca de cidadania.
9 – Avaliação visando à promoção moral e intelectual dos alunos.
10 – Avaliação facilitada para promover automaticamente o aluno.

Assinale a alternativa que reúne apenas os itens que apresentam formas de conceber a avaliação coerentes com o pensamento de Hoffmann (2001), com o de Vasconcellos (2008) e com as concepções e orientações relativas à Progressão Continuada, nos termos da Deliberação CEE n.º 9/97 e da Indicação CEE n.º 8/97.

Questão 16

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Para PERRENOUD (2000), a capacidade de organizar e dirigir situações de aprendizagem constitui uma das dez competências para ensinar e mobilizar competências específicas, dentre as quais, de acordo com o autor, encontra-se a competência para

Questão 17

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Luís tem onze anos e frequenta o sexto ano do Ensino Fundamental numa escola estadual. Ele apresenta muita dificuldade na leitura e na escrita, o que o leva a ter um baixo rendimento em todas as disciplinas, embora seja uma criança desejante de aprender. Nessas circunstâncias, e levando-se em conta o que dispõe o Artigo 13 da atual LDBEN, o professor PEB II, de Português, que vem desenvolvendo, com os devidos registros, um processo de recuperação contínua, levou o caso de Luís para ser discutido pelo Conselho de Classe, o qual julgou adequado encaminhá-lo à recuperação paralela.

Das alternativas que seguem, escolha a que corresponde às orientações contidas no documento Caderno do Gestor (2009) vol. 1, e que serviram de suporte para o encaminhamento do caso de Luís.

Questão 18

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Os escritórios de gerenciamento de projetos (PMO) podem ser de

I. esfera departamental para apoio a diversos projetos simultâneos.

II. gestão dos projetos interdepartamentais.

III. planejamento estratégico dos projetos e gestão do conhecimento empresarial.

IV. projeto específico separado das operações da empresa.

Um escritório de projeto corporativo atua em

Questão 19

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» Esta questão foi anulada pela banca.
No BrOffice.org 3.2 Calc, é INCORRETO afirmar

Questão 20

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Beaudoin e Taylor (2006) defendem que o bullying é mais do que um simples fenômeno: é uma cultura na escola.
Entretanto, não devemos aceitá-lo como algo natural e inevitável entre os estudantes, é preciso investir esforços para proporcionar mudanças significativas nas relações de convívio tanto escolar quanto social.

Com esse entendimento, é correto afirmar que o bullying

Questão 21

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Analise o mapa a seguir.


(Hervé Théry & Neli A.de Mello. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território, p. 41. Adaptado)

No século XIX, nas áreas destacadas no mapa, predominaram as atividades relacionadas

Questão 22

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A violenta emergência dos nacionalismos balcânicos revelou a força das tendências de desagregação e dos particularismos étnicos e culturais no cenário da globalização.
Demétrio Magnoli. Relações internacionais: teoria e história. p. 216

No texto, o autor discute

Questão 23

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1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 24

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Analise o mapa a seguir.

(http://www4.fct.unesp.br/nera/atlas/arq_capitulos/cgc/mapa_10.2.png. Adaptado)

Esse mapa é um exemplo de representação

Questão 25

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Na aula de Geografia, o professor entrega aos alunos uma reportagem de jornal com o seguinte título:


(http://noticias.uol.com.br/empregos/ultimas-noticias/2011/09/14/reducao-deempregos-na-industria-paulista-deve-se-repetir-nos-proximos-meses.jhtm)

Dentre os passos metodológicos que podem nortear a atividade, destacam-se:

Questão 26

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1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 27

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 28

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As anamorfoses são representações cartográficas atrativas,

Questão 29

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O Mercosul é considerado

Questão 30

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O recente alargamento do território brasileiro foi realizado pelas “fronteiras agrícolas” que podem ser definidas como

Questão 31

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A questão está relacionada ao mapa e às afirmações apresentados a seguir.

Brasil: uso De Práticas modernas na agricultura

(Hervé Théry & Neli A.de Mello. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território, p. 122. Adaptado)

I. Sob o aspecto da modernização, há uma sensível distinção entre o Centro-Sul e o extremo Norte do país.
II. As áreas de predomínio de cultivos comerciais são as que apresentam maior modernização.
III. A presença de vazios demográficos é uma das causas da maior modernização agrícola.

Está correto apenas o que se afirma em

Questão 32

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A partir da década de 1950, a expansão das empresas multinacionais possibilitou

Questão 33

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Considere as tabelas para responder à questão.

Proporção de pessoas com mais de 60 anos

(Marie-Françoise Durando [et al.] Atlas da Mundialização. p. 34)

A leitura das tabelas e os conhecimentos sobre a dinâmica demográfica permitem afirmar que nos países onde a proporção de idosos é

Questão 34

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A questão está relacionada ao mapa.

(Hervé Théry & Neli A.de Mello. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território, p. 73. Adaptado)

Analisando o mapa, é correto afirmar que a extração de madeira para a produção de lenha

Questão 35

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Criada com os objetivos de não intervenção e de manutenção das soberanias nacionais, a ONU (Organização das Nações Unidas)

Questão 36

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Analise o mapa.


(http://pedrodealbuquerque.files.wordpress.com/2010/05/ isla-percentual-pop5.png. Adaptado)

A área destacada do planisfério apresenta uma regionalização baseada no critério

Questão 37

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Comparando-se a África Subsaariana à América Latina, pode-se afirmar que, sob o aspecto de desnutrição e insegurança alimentar,

Questão 38

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A questão está relacionada ao mapa e ao texto apresentados a seguir.

Trata-se de planaltos de altitude média, variando de 800 a 1 300 m onde as rochas sedimentares e basálticas estão sujeitas a desigual profundidade de alteração. [...] Uma rápida e discreta perda da tropicalidade, sobretudo no que diz respeito às temperaturas médias, é uma característica física desse domínio. [...]
(Aziz Ab’Sáber. Os domínios de natureza no Brasil. Adaptado)

O texto descreve o domínio morfoclimático indicado, no mapa, pelo número

Questão 39

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» Esta questão foi anulada pela banca.
No BrOffice.org 3.2 Calc, é INCORRETO afirmar

Questão 40

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Entre os aspectos socioeconômicos que envolvem, atualmente, as migrações internacionais, pode-se citar

Questão 41

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Observe o mapa a seguir.

A rodovia Belém-Brasília (BR-153) foi um dos principais eixos de ocupação da região amazônica. Ainda hoje, é um importante eixo de articulação da economia da região com o resto do país e está destacada no mapa com o algarismo

Questão 42

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Leia o texto a seguir.

Em 2002, o espaço empoeirado na confluência das ruas das Olarias e Pedro Vicente, no bairro paulistano do Pari, ganhou uma plantinha diferente, a kantuta, um dos símbolos dos Andes. Cuidadosamente trazida do frio altiplano, a flor delicada não resistiu ao calor. Plantada para celebrar a praça a que deu nome, a muda viajou por três dias no bagageiro de um ônibus, junto de batatas, pimentas e vários tipos de milho, vendidos aos domingos na feira de produtos andinos. A muda de kantuta veio na bagagem de Esperanza Quispe, 61. Boliviana de La Paz, ela chegou a São Paulo há 23 anos, com as três filhas, para trabalhar como costureira. Em 2002, ajudou a fundar a feira Kantuta, que rebatizou uma praça do Pari e se transformou no principal ponto de encontro da numerosa comunidade boliviana.
(htp://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u586734.shtml)

O texto pode servir de ponto de partida para o professor de geografia abordar o tema

Questão 43

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Observe a paisagem a seguir.

(http://www.hdg.bravehost.com/SALADEAULA/1colegial/geomorfologia)

De acordo com Aziz Ab’Saber, este tipo de relevo é classificado como

Questão 44

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Observe o mapa a seguir.

(Théry, H. Mello, N. A. Atlas do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2005, p. 192. Adaptado)

Assinale a alternativa que interpreta corretamente as informações do mapa.

Questão 45

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Observe a foto a seguir.

(http://antigomotors.com.br/admin/materias/juscelino_volks.bmp)

Essa foto é um documento importante de uma nova fase da economia brasileira. Trata-se da década de

Questão 46

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia

» Esta questão foi anulada pela banca.
No BrOffice.org 3.2 Calc, é INCORRETO afirmar

Questão 47

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Leia o texto a seguir.
Luiz Marcos Pessoa, presidente da Associação de Produtores da Microbacia do Córrego Água da Prata, falou que a prioridade foi a adoção dessa tecnologia, já que os principais problemas eram solo degradado, a erosão que se formava muito rápido e o córrego que estava sendo assoreado. Ele enfoca que a implantação dessa tecnologia foi muito gratificante. “Estamos sempre utilizando adubo e calcário e agora fica na terra e não desce mais para o rio.”
(http://www.cati.sp.gov.br/new/produtos/publicacoes/ cationline/52/col52.htm. Adaptado)

A tecnologia a que se refere o texto é relativamente simples. Trata-se

Questão 48

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Leia o texto a seguir.
Hoje, vivemos um mundo da rapidez e da fluidez. Tratase de uma fluidez virtual, possível pela presença de novos sistemas técnicos, sobretudo os sistemas de informação, e de uma fluidez efetiva, realizada quando essa fluidez potencial é utilizada no exercício da ação, pelas empresas e instituições hegemônicas.
(Santos, M. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2009, p. 83)

Para reconhecer, então, se um país, região ou lugar apresenta maior ou menor fluidez, pode-se utilizar mapas que sintetizem dados

Questão 49

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Observe a tabela a seguir.

(Almanaque Abril 2008, p. 99)

Sobre a participação do Brasil no comércio mundial, pode-se concluir que

Questão 50

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
De acordo com Denise Elias, essa forma de organização é relativamente nova no campo brasileiro. Ela é produto da modernização da atividade agropecuária e, durante as décadas de 1970 e 1980, sua manutenção e expansão constitui-se no principal vetor dessa modernização.
(Elias, D. Globalização e agricultura. p. 171)

Trata-se

Questão 51

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 52

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Leia a sinopse a seguir.

(EUA, 1995, 80 minutos)

O filme traz uma sátira social sobre a vida nos grandes centros urbanos e gira em torno de um grupo de pessoas que sempre conversam por telefone, mas nunca se encontram. Cercados de fax, telefones e computadores, eles se relacionam unicamente por meio desses aparatos eletrônicos e a desculpa para não se encontrarem é sempre a mesma: excesso de trabalho. Seria esse o verdadeiro motivo ou eles simplesmente temem um encontro cara a cara? As inovações tecnológicas teriam mudado a maneira do homem se comunicar?
(http://www.educared.org/educa/index.cfm? pg=ensinar_e_aprender.turbine_interna&id_dica=132)

O filme aborda aspectos relativos às recentes mudanças nas sociedades capitalistas, tais como

Questão 53

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Observe os mapas a seguir.



(Théry, H. Mello, N. A. Atlas do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2005, p. 241. Adaptado)

Com base nos conhecimentos sobre os aspectos da desigualdade econômica no Brasil, pode-se concluir que os mapas I e II representam a distribuição, correta e respectivamente, de

Questão 54

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Observe os dados a seguir, relativos aos tsunamis que atingiram o Japão, em 2011, e a Indonésia, em 2004. Em ambos, os tsunamis foram gerados por terremotos de magnitudes semelhantes.

As diferenças observadas nos danos entre os dois países deve-se, principalmente,

Questão 55

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia

» Esta questão foi anulada pela banca.
No BrOffice.org 3.2 Calc, é INCORRETO afirmar

Questão 56

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Analise o mapa do continente africano a seguir.

(http://zoomafrica.wordpress.com/imagem-atual/culturas-africanas/. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa, corretamente, a legenda do mapa.

Questão 57

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia

» Esta questão foi anulada pela banca.
No BrOffice.org 3.2 Calc, é INCORRETO afirmar

Questão 58

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Observe o paisagem a seguir.

(http://3.bp.blogspot.com/_BXcEavLm0L8/TGcwxjbDiEI/ AAAAAAAAABo/vUf_HmHsiwk/s400/paisagem.bmp)

A morfologia da paisagem e a forma de ocupação são indicadores que permitem reconhecer esse domínio morfoclimático como sendo

Questão 59

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 60

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia

» Esta questão foi anulada pela banca.
No BrOffice.org 3.2 Calc, é INCORRETO afirmar

Questão 61

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Observe o mapa a seguir.
‘Eixo central’ Da rede no território nacional

(Huertas, Daniel M. Da fachada atlântica à imensidão amazônica. São Paulo: Annablume, 2009, p. 183. Adaptado)

O conteúdo do mapa destaca

Questão 62

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Leia o texto a seguir.
Algumas sociedades e espaços vivem o hibridismo de maneira muito enfática, ou encontram-se mais abertas e/ou são forçadas a trocas e mesclas culturais mais intensas. É o caso desta região, talvez a mais “híbrida” do mundo, onde um dos melhores exemplos de “territorialidades híbridas” foi aquele moldado no violento cenário colonial a partir da interpenetração de culturas indígenas, ibéricas, africanas, hindus e ítalo-germânicas.
(Haesbaert, R. Porto-Gonçalves, C. W. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Unesp, 2006, p. 89. Adaptado)

Com base nos conhecimentos sobre os processos de formação territorial das várias regiões do mundo, pode-se concluir que o texto refere-se

Questão 63

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 64

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Observe os mapas a seguir.

(Théry, H. Mello, N. A. Atlas do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2005, p. 102)

Assinale a alternativa que interpreta corretamente o conteúdo dos mapas.

Questão 65

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Leia a letra da música a seguir.

O Bom Filho a Casa Torna (João do Vale) Eu vou contar seu moço Por que deixei meu sertão Não foi por falta de inverno Não foi prá fazer baião (...) É que todo sertanejo Sempre tem essa ilusão Conhecer cidade grande Põe nas costas o matulão Pensa que cá na cidade Não existe exploração (...) Óia os bens que eu deixei Um roçado de algodão Bem cheinho de mandioca De arroz e de feijão Mas também só na mulher É que eu não tinha sócio não
Com base na música de João do Vale, o professor de geografia pode abordar o tema da migração dos nordestinos, destacando, como uma das principais causas,

Questão 66

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia

» Esta questão foi anulada pela banca.
Observe os mapas a seguir.

(http://www.educativa.org.br/servicos/mad-a5-3.htm. Adaptado)


(http://www.logon.com.br/atlas/images/rec_mine.gif. Adaptado)

Na comparação entre os dois mapas, pode-se concluir que

Questão 67

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1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 68

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Uma das principais formas de interpretação da dinâmica demográfica de um país, região ou lugar é a utilização de

Questão 69

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Leia o texto a seguir.
De país agroexportador, dependente das exportações para financiar suas compras de produtos manufaturados, o Brasil tornou-se um país largamente autocentrado. Hoje, ele exporta para alguns mercados bastante especializados, e os excedentes são mais úteis para financiar outros déficits do que para satisfazer as necessidades básicas, já cobertas com seus recursos internos.
(Théry, H. Mello, N. A. Atlas do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2005, p. 20)

Com base nos conhecimentos sobre a inserção do Brasil na economia mundial, pode-se concluir que a expressão “país autocentrado”

Questão 70

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1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 71

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Leia o texto a seguir.

São três cidades vizinhas no interior de Sergipe, que concentram mais de 800 casas de farinha que geram renda para 10 mil pessoas.
“A nossa farinha é conhecida como a melhor do Brasil. E a gente vai fazer de tudo para ficar melhor ainda”. Quem garante é o produtor rural Carlos Lapa Santos. O sítio de Carlos Santos fica em Campo do Brito, no povoado Gameleira. A casa de farinha foi construída há muito tempo pelos bisavós dele.
Ao todo, 11 pessoas trabalham no local. As mulheres descascam 18 toneladas de mandioca por semana. Com uma tonelada de mandioca, são feitos 300 quilos de farinha. Mas o lucro é pequeno: R$ 80 por tonelada.
(http://www.clicksergipe.com.br/blog.asp? pagina=1&postagem=7365&tipo=turismo. Adaptado)

Com base no texto, o professor de geografia pode abordar o tema

Questão 72

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Leia o texto a seguir.
Como consequência dos desastres naturais e impactos sofridos pelos fornecedores da Honda Motor Co. no Japão no mês de março, poderá haver desabastecimento de componentes a partir do mês de maio para produção de veículos pela Honda Automóveis do Brasil Ltda. – Sumaré (SP).
(http://www.redelajeado.com.br/2011/04/26/comunicado-oficial-da-hondasobre-o-impacto-do-terremoto-e-tsunami-no-japao-na-producao-no-brasil/)

Utilizando-se desse texto, o professor de geografia pode abordar, dentre outros assuntos,

Questão 73

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Observe o gráfico a seguir.

(http://brasilfatosedados.files.wordpress.com/ 2010/10/8-pib-per-capita-em-real-1995-2010.png. Adaptado)

O professor de geografia utilizou-se do gráfico apresentado para discutir a distribuição de renda no Brasil. Sobre essa opção, pode-se considerar que é

Questão 74

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
Uma das questões que mais tem preocupado governos e instituições supranacionais é o futuro dos recursos energéticos. Sobre isso, assinale a alternativa correta.

Questão 75

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia
1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 76

SEED/SP 2011 - VUNESP - Professor II - Geografia

» Esta questão foi anulada pela banca.
No BrOffice.org 3.2 Calc, é INCORRETO afirmar

Questão 77

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» Esta questão foi anulada pela banca.
No BrOffice.org 3.2 Calc, é INCORRETO afirmar

Questão 78

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Leia o texto a seguir.
A vegetação desse domínio morfoclimático, tendo se desenvolvido e se adaptado, em algum momento do Quaternário (ou mesmo fins do Terciário), a essa estrutura de paisagens, de planaltos tropicais interiorizados dotados de solos lateríticos, é certamente um dos quadros da vegetação mais arcaicos do país. À medida que a rede frouxa dos vales com drenagem perene se expandiu, as florestas-galeria filiadas às grandes províncias florestais contíguas têm se interpenetrado por este vasto domínio.
(Ab’Saber, A. N. Os domínios de natureza no Brasil, p.31. Adaptado)

Os elementos do texto permitem concluir que Ab’Saber está se referindo ao domínio morfoclimático

Questão 79

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1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 80

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Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs



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