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Polícia Civil/SP 2014 Polícia Civil/SP 2018

Polícia Civil/SP 2013

Agente Policial

Questão 1

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Rosanne D’Agostino
 
 
As novas regras que endurecem a Lei Seca devem acabar
 
com a brecha usada por muitos motoristas para fugir de puni-
5
ção. Segundo especialistas, recusar o bafômetro não vai mais
 
impedir o processo criminal, mas há críticas à “subjetividade”
 
do texto.
 
Para advogados, a lei aumenta o poder da autoridade poli-
 
cial de dizer quem está embriagado, e, para defensores da tole-
10
rância zero ao volante, a norma transfere aos tribunais a tarefa
 
de interpretar cada caso, dando margem para que motoristas
 
alcoolizados escapem da Justiça.
 
A mudança no Código Brasileiro de Trânsito possibilita
 
que vídeos, relatos, testemunhas e outras provas sejam con-
15
siderados válidos contra os motoristas embriagados. Além
 
disso, aumenta a punição administrativa, de R$ 957,70 para
 
R$ 1.915,40. Esse valor é dobrado caso o motorista seja rein-
 
cidente em um ano.
 
A lei seca havia sido esvaziada depois que o STJ (Supe-
20
rior Tribunal de Justiça) decidiu que o bafômetro e o exame
 
de sangue eram obrigatórios para comprovar o crime. Motoris-
 
tas começaram a recusar os exames valendo-se de um direito
 
constitucional: ninguém é obrigado a produzir provas contra
 
si mesmo. O condutor era multado, perdia a carteira e tinha o
25
veículo apreendido, mas não respondia a processo.
 
Agora, passa a ser crime “conduzir veículo automotor com
 
capacidade psicomotora alterada em razão da influência de
 
álcool ou de outra substância psicoativa que determine depen-
 
dência”. Com isso, o limite de álcool passou a ser uma das
30
formas de se comprovar a embriaguez, e não mais um requisito
 
de punição.
 
O advogado constitucionalista Pedro Serrano avalia que
 
as novas regras possuem conceitos subjetivos que podem abrir
 
espaço para contestações no Supremo Tribunal Federal (STF).
35
“No direito penal, o crime tem que ser previsto usando palavras
 
precisas, e não palavras abertas. É muito vago falar em ‘afetar
 
a capacidade psicomotora’. Isso acaba jogando na autoridade
 
policial o poder de definir, e não na lei. Cabe à lei definir qual é
 
a conduta proibida, e não à autoridade policial”, afirma.
40
Já para o juiz criminal de São Paulo, Fábio Munhoz Soares,
 
um dos que devem julgar casos envolvendo pessoas embriaga-
 
das ao volante, a mudança “é um avanço”. “Agora basta qual-
 
quer tipo de prova que demonstre que você está embriagado.
 
Não adianta recusar o bafômetro. A lei acabou com aquela si-
45
tuação do sujeito que sai cambaleando e não tem como com-
 
provar que estava bêbado. Ele é encaminhado para a delegacia
 
para o perito fazer o exame clínico”, diz.
(http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/12/nova-lei-seca-poe-fim-brecha- do-bafometro-mas-depende-de-tribunais.html. 21.12.2012. Adaptado)
De acordo com o texto,

Questão 2

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Rosanne D’Agostino
 
 
As novas regras que endurecem a Lei Seca devem acabar
 
com a brecha usada por muitos motoristas para fugir de puni-
5
ção. Segundo especialistas, recusar o bafômetro não vai mais
 
impedir o processo criminal, mas há críticas à “subjetividade”
 
do texto.
 
Para advogados, a lei aumenta o poder da autoridade poli-
 
cial de dizer quem está embriagado, e, para defensores da tole-
10
rância zero ao volante, a norma transfere aos tribunais a tarefa
 
de interpretar cada caso, dando margem para que motoristas
 
alcoolizados escapem da Justiça.
 
A mudança no Código Brasileiro de Trânsito possibilita
 
que vídeos, relatos, testemunhas e outras provas sejam con-
15
siderados válidos contra os motoristas embriagados. Além
 
disso, aumenta a punição administrativa, de R$ 957,70 para
 
R$ 1.915,40. Esse valor é dobrado caso o motorista seja rein-
 
cidente em um ano.
 
A lei seca havia sido esvaziada depois que o STJ (Supe-
20
rior Tribunal de Justiça) decidiu que o bafômetro e o exame
 
de sangue eram obrigatórios para comprovar o crime. Motoris-
 
tas começaram a recusar os exames valendo-se de um direito
 
constitucional: ninguém é obrigado a produzir provas contra
 
si mesmo. O condutor era multado, perdia a carteira e tinha o
25
veículo apreendido, mas não respondia a processo.
 
Agora, passa a ser crime “conduzir veículo automotor com
 
capacidade psicomotora alterada em razão da influência de
 
álcool ou de outra substância psicoativa que determine depen-
 
dência”. Com isso, o limite de álcool passou a ser uma das
30
formas de se comprovar a embriaguez, e não mais um requisito
 
de punição.
 
O advogado constitucionalista Pedro Serrano avalia que
 
as novas regras possuem conceitos subjetivos que podem abrir
 
espaço para contestações no Supremo Tribunal Federal (STF).
35
“No direito penal, o crime tem que ser previsto usando palavras
 
precisas, e não palavras abertas. É muito vago falar em ‘afetar
 
a capacidade psicomotora’. Isso acaba jogando na autoridade
 
policial o poder de definir, e não na lei. Cabe à lei definir qual é
 
a conduta proibida, e não à autoridade policial”, afirma.
40
Já para o juiz criminal de São Paulo, Fábio Munhoz Soares,
 
um dos que devem julgar casos envolvendo pessoas embriaga-
 
das ao volante, a mudança “é um avanço”. “Agora basta qual-
 
quer tipo de prova que demonstre que você está embriagado.
 
Não adianta recusar o bafômetro. A lei acabou com aquela si-
45
tuação do sujeito que sai cambaleando e não tem como com-
 
provar que estava bêbado. Ele é encaminhado para a delegacia
 
para o perito fazer o exame clínico”, diz.
(http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/12/nova-lei-seca-poe-fim-brecha- do-bafometro-mas-depende-de-tribunais.html. 21.12.2012. Adaptado)
De acordo com o texto, a crítica feita por advogados com relação à subjetividade da Lei Seca se deve ao fato de que, segundo eles, as novas regras

Questão 3

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Aquilo que a tradição jurídica europeia continental
 
chama de Estado de direito é, com apenas pequenas
 
distinções, basicamente o que a tradição jurídica
 
anglo-saxônica chama de rule of law (domínio da lei), ou
5
seja, a garantia de proibição do exercício arbitrário do poder,
 
a exigência de normas públicas claras e consistentes e a
 
existência de tribunais acessíveis e estruturados para ouvir e
 
determinar as diversas reivindicações legais. Contudo, ao
 
contrário do que ocorre com a expressão Estado de direito, o
10
termo rule of law não apresenta qualquer indício de
 
contradição ou de redundância, pois o que ele evoca é
 
claramente uma limitação ao exercício do poder político, ou
 
seja, a eliminação do arbítrio no exercício dos poderes
 
públicos com a consequente garantia de direitos dos
15
indivíduos perante esses poderes.
 
A tradição anglo-saxônica do rule of law não atribui
 
uma dimensão meramente formal à ideia de Estado de
 
direito, incluindo também uma dimensão substancial. Com
 
efeito, a rule of law não apenas submete o exercício do
20
poder ao direito, concebendo diversos mecanismos de
 
controle dos atos governamentais, mas também concede aos
 
indivíduos direitos inalienáveis anteriores à própria ordem
 
estatal. Nesse sentido, é importante ressaltar que o princípio
 
do devido processo legal relaciona-se à ideia de que os
25
indivíduos, além de serem tratados segundo aquilo que a lei
 
lhes reserva ou atribui (igualdade perante a lei), devem
 
fundamentalmente ser tratados segundo procedimentos
 
justos e equitativos.
 
Nos países que pertencem à tradição do civil law, ao
30
contrário, a noção de Estado de direito foi concebida
 
inicialmente em uma dimensão meramente formal,
 
confundindo-se com o próprio princípio da legalidade, que
 
estabelece que todos os atos emanados dos órgãos do
 
Estado devem estar habilitados juridicamente, isto é, devem
35
estar fundados e motivados em uma hierarquia de normas
 
públicas, claras, abstratas e gerais.
 
Essa submissão do poder estatal à hierarquia das
 
normas sofreu uma inflexão com o advento do chamado
 
Estado de bem-estar social. Esse novo modelo, oriundo das
40
revoluções sociais do século XX, passou a atribuir novas
 
responsabilidades à ordem estatal, principalmente a de
 
assumir o desenvolvimento econômico e social, criando
 
mecanismos de proteção contra os efeitos colaterais da
 
economia de mercado.
45
Nos últimos anos, a tradição continental passou a
 
incorporar a dimensão substancial da rule of law, incluindo
 
dispositivos de garantia dos direitos fundamentais. Essa
 
nova modalidade de Estado de direito vem recebendo o
 
nome de Estado constitucional. A principal distinção entre o
50
Estado constitucional e as antigas noções de Estado de
 
direito encontra-se no fato de que o primeiro não se limita
 
aos aspectos formais da legalidade do exercício do poder,
 
mas inclui normas substanciais expressas nos chamados
 
princípios constitucionais e nas normas relativas aos direitos
55
fundamentais.
 
Eduardo R. Rabenhorst. Democracia e direitos fundamentais. Em torno da noção de estado de direito. Internet: www.dhnet.org.br (com adaptações).
Em relação a aspectos morfossintáticos e semânticos do texto, assinale a alternativa correta.

Questão 4

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Rosanne D’Agostino
 
 
As novas regras que endurecem a Lei Seca devem acabar
 
com a brecha usada por muitos motoristas para fugir de puni-
5
ção. Segundo especialistas, recusar o bafômetro não vai mais
 
impedir o processo criminal, mas há críticas à “subjetividade”
 
do texto.
 
Para advogados, a lei aumenta o poder da autoridade poli-
 
cial de dizer quem está embriagado, e, para defensores da tole-
10
rância zero ao volante, a norma transfere aos tribunais a tarefa
 
de interpretar cada caso, dando margem para que motoristas
 
alcoolizados escapem da Justiça.
 
A mudança no Código Brasileiro de Trânsito possibilita
 
que vídeos, relatos, testemunhas e outras provas sejam con-
15
siderados válidos contra os motoristas embriagados. Além
 
disso, aumenta a punição administrativa, de R$ 957,70 para
 
R$ 1.915,40. Esse valor é dobrado caso o motorista seja rein-
 
cidente em um ano.
 
A lei seca havia sido esvaziada depois que o STJ (Supe-
20
rior Tribunal de Justiça) decidiu que o bafômetro e o exame
 
de sangue eram obrigatórios para comprovar o crime. Motoris-
 
tas começaram a recusar os exames valendo-se de um direito
 
constitucional: ninguém é obrigado a produzir provas contra
 
si mesmo. O condutor era multado, perdia a carteira e tinha o
25
veículo apreendido, mas não respondia a processo.
 
Agora, passa a ser crime “conduzir veículo automotor com
 
capacidade psicomotora alterada em razão da influência de
 
álcool ou de outra substância psicoativa que determine depen-
 
dência”. Com isso, o limite de álcool passou a ser uma das
30
formas de se comprovar a embriaguez, e não mais um requisito
 
de punição.
 
O advogado constitucionalista Pedro Serrano avalia que
 
as novas regras possuem conceitos subjetivos que podem abrir
 
espaço para contestações no Supremo Tribunal Federal (STF).
35
“No direito penal, o crime tem que ser previsto usando palavras
 
precisas, e não palavras abertas. É muito vago falar em ‘afetar
 
a capacidade psicomotora’. Isso acaba jogando na autoridade
 
policial o poder de definir, e não na lei. Cabe à lei definir qual é
 
a conduta proibida, e não à autoridade policial”, afirma.
40
Já para o juiz criminal de São Paulo, Fábio Munhoz Soares,
 
um dos que devem julgar casos envolvendo pessoas embriaga-
 
das ao volante, a mudança “é um avanço”. “Agora basta qual-
 
quer tipo de prova que demonstre que você está embriagado.
 
Não adianta recusar o bafômetro. A lei acabou com aquela si-
45
tuação do sujeito que sai cambaleando e não tem como com-
 
provar que estava bêbado. Ele é encaminhado para a delegacia
 
para o perito fazer o exame clínico”, diz.
(http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/12/nova-lei-seca-poe-fim-brecha- do-bafometro-mas-depende-de-tribunais.html. 21.12.2012. Adaptado)
A palavra em destaque no trecho – Já para o juiz criminal de São Paulo, Fábio Munhoz Soares, (...) a mudança “é um avanço”. – tem seu sentido contrário expresso em:

Questão 5

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Rosanne D’Agostino
 
 
As novas regras que endurecem a Lei Seca devem acabar
 
com a brecha usada por muitos motoristas para fugir de puni-
5
ção. Segundo especialistas, recusar o bafômetro não vai mais
 
impedir o processo criminal, mas há críticas à “subjetividade”
 
do texto.
 
Para advogados, a lei aumenta o poder da autoridade poli-
 
cial de dizer quem está embriagado, e, para defensores da tole-
10
rância zero ao volante, a norma transfere aos tribunais a tarefa
 
de interpretar cada caso, dando margem para que motoristas
 
alcoolizados escapem da Justiça.
 
A mudança no Código Brasileiro de Trânsito possibilita
 
que vídeos, relatos, testemunhas e outras provas sejam con-
15
siderados válidos contra os motoristas embriagados. Além
 
disso, aumenta a punição administrativa, de R$ 957,70 para
 
R$ 1.915,40. Esse valor é dobrado caso o motorista seja rein-
 
cidente em um ano.
 
A lei seca havia sido esvaziada depois que o STJ (Supe-
20
rior Tribunal de Justiça) decidiu que o bafômetro e o exame
 
de sangue eram obrigatórios para comprovar o crime. Motoris-
 
tas começaram a recusar os exames valendo-se de um direito
 
constitucional: ninguém é obrigado a produzir provas contra
 
si mesmo. O condutor era multado, perdia a carteira e tinha o
25
veículo apreendido, mas não respondia a processo.
 
Agora, passa a ser crime “conduzir veículo automotor com
 
capacidade psicomotora alterada em razão da influência de
 
álcool ou de outra substância psicoativa que determine depen-
 
dência”. Com isso, o limite de álcool passou a ser uma das
30
formas de se comprovar a embriaguez, e não mais um requisito
 
de punição.
 
O advogado constitucionalista Pedro Serrano avalia que
 
as novas regras possuem conceitos subjetivos que podem abrir
 
espaço para contestações no Supremo Tribunal Federal (STF).
35
“No direito penal, o crime tem que ser previsto usando palavras
 
precisas, e não palavras abertas. É muito vago falar em ‘afetar
 
a capacidade psicomotora’. Isso acaba jogando na autoridade
 
policial o poder de definir, e não na lei. Cabe à lei definir qual é
 
a conduta proibida, e não à autoridade policial”, afirma.
40
Já para o juiz criminal de São Paulo, Fábio Munhoz Soares,
 
um dos que devem julgar casos envolvendo pessoas embriaga-
 
das ao volante, a mudança “é um avanço”. “Agora basta qual-
 
quer tipo de prova que demonstre que você está embriagado.
 
Não adianta recusar o bafômetro. A lei acabou com aquela si-
45
tuação do sujeito que sai cambaleando e não tem como com-
 
provar que estava bêbado. Ele é encaminhado para a delegacia
 
para o perito fazer o exame clínico”, diz.
(http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/12/nova-lei-seca-poe-fim-brecha- do-bafometro-mas-depende-de-tribunais.html. 21.12.2012. Adaptado)
Assinale a alternativa cuja preposição em destaque expressa ideia de finalidade.

Questão 6

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1
Rosanne D’Agostino
 
 
As novas regras que endurecem a Lei Seca devem acabar
 
com a brecha usada por muitos motoristas para fugir de puni-
5
ção. Segundo especialistas, recusar o bafômetro não vai mais
 
impedir o processo criminal, mas há críticas à “subjetividade”
 
do texto.
 
Para advogados, a lei aumenta o poder da autoridade poli-
 
cial de dizer quem está embriagado, e, para defensores da tole-
10
rância zero ao volante, a norma transfere aos tribunais a tarefa
 
de interpretar cada caso, dando margem para que motoristas
 
alcoolizados escapem da Justiça.
 
A mudança no Código Brasileiro de Trânsito possibilita
 
que vídeos, relatos, testemunhas e outras provas sejam con-
15
siderados válidos contra os motoristas embriagados. Além
 
disso, aumenta a punição administrativa, de R$ 957,70 para
 
R$ 1.915,40. Esse valor é dobrado caso o motorista seja rein-
 
cidente em um ano.
 
A lei seca havia sido esvaziada depois que o STJ (Supe-
20
rior Tribunal de Justiça) decidiu que o bafômetro e o exame
 
de sangue eram obrigatórios para comprovar o crime. Motoris-
 
tas começaram a recusar os exames valendo-se de um direito
 
constitucional: ninguém é obrigado a produzir provas contra
 
si mesmo. O condutor era multado, perdia a carteira e tinha o
25
veículo apreendido, mas não respondia a processo.
 
Agora, passa a ser crime “conduzir veículo automotor com
 
capacidade psicomotora alterada em razão da influência de
 
álcool ou de outra substância psicoativa que determine depen-
 
dência”. Com isso, o limite de álcool passou a ser uma das
30
formas de se comprovar a embriaguez, e não mais um requisito
 
de punição.
 
O advogado constitucionalista Pedro Serrano avalia que
 
as novas regras possuem conceitos subjetivos que podem abrir
 
espaço para contestações no Supremo Tribunal Federal (STF).
35
“No direito penal, o crime tem que ser previsto usando palavras
 
precisas, e não palavras abertas. É muito vago falar em ‘afetar
 
a capacidade psicomotora’. Isso acaba jogando na autoridade
 
policial o poder de definir, e não na lei. Cabe à lei definir qual é
 
a conduta proibida, e não à autoridade policial”, afirma.
40
Já para o juiz criminal de São Paulo, Fábio Munhoz Soares,
 
um dos que devem julgar casos envolvendo pessoas embriaga-
 
das ao volante, a mudança “é um avanço”. “Agora basta qual-
 
quer tipo de prova que demonstre que você está embriagado.
 
Não adianta recusar o bafômetro. A lei acabou com aquela si-
45
tuação do sujeito que sai cambaleando e não tem como com-
 
provar que estava bêbado. Ele é encaminhado para a delegacia
 
para o perito fazer o exame clínico”, diz.
(http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/12/nova-lei-seca-poe-fim-brecha- do-bafometro-mas-depende-de-tribunais.html. 21.12.2012. Adaptado)
Considerando que o termo em destaque em – Esse valor é dobrado caso o motorista seja reincidente em um ano. – estabelece relação de condição entre as orações, assinale a alternativa que apresenta o trecho corretamente reescrito, e com seu sentido inalterado.

Questão 7

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1
Rosanne D’Agostino
 
 
As novas regras que endurecem a Lei Seca devem acabar
 
com a brecha usada por muitos motoristas para fugir de puni-
5
ção. Segundo especialistas, recusar o bafômetro não vai mais
 
impedir o processo criminal, mas há críticas à “subjetividade”
 
do texto.
 
Para advogados, a lei aumenta o poder da autoridade poli-
 
cial de dizer quem está embriagado, e, para defensores da tole-
10
rância zero ao volante, a norma transfere aos tribunais a tarefa
 
de interpretar cada caso, dando margem para que motoristas
 
alcoolizados escapem da Justiça.
 
A mudança no Código Brasileiro de Trânsito possibilita
 
que vídeos, relatos, testemunhas e outras provas sejam con-
15
siderados válidos contra os motoristas embriagados. Além
 
disso, aumenta a punição administrativa, de R$ 957,70 para
 
R$ 1.915,40. Esse valor é dobrado caso o motorista seja rein-
 
cidente em um ano.
 
A lei seca havia sido esvaziada depois que o STJ (Supe-
20
rior Tribunal de Justiça) decidiu que o bafômetro e o exame
 
de sangue eram obrigatórios para comprovar o crime. Motoris-
 
tas começaram a recusar os exames valendo-se de um direito
 
constitucional: ninguém é obrigado a produzir provas contra
 
si mesmo. O condutor era multado, perdia a carteira e tinha o
25
veículo apreendido, mas não respondia a processo.
 
Agora, passa a ser crime “conduzir veículo automotor com
 
capacidade psicomotora alterada em razão da influência de
 
álcool ou de outra substância psicoativa que determine depen-
 
dência”. Com isso, o limite de álcool passou a ser uma das
30
formas de se comprovar a embriaguez, e não mais um requisito
 
de punição.
 
O advogado constitucionalista Pedro Serrano avalia que
 
as novas regras possuem conceitos subjetivos que podem abrir
 
espaço para contestações no Supremo Tribunal Federal (STF).
35
“No direito penal, o crime tem que ser previsto usando palavras
 
precisas, e não palavras abertas. É muito vago falar em ‘afetar
 
a capacidade psicomotora’. Isso acaba jogando na autoridade
 
policial o poder de definir, e não na lei. Cabe à lei definir qual é
 
a conduta proibida, e não à autoridade policial”, afirma.
40
Já para o juiz criminal de São Paulo, Fábio Munhoz Soares,
 
um dos que devem julgar casos envolvendo pessoas embriaga-
 
das ao volante, a mudança “é um avanço”. “Agora basta qual-
 
quer tipo de prova que demonstre que você está embriagado.
 
Não adianta recusar o bafômetro. A lei acabou com aquela si-
45
tuação do sujeito que sai cambaleando e não tem como com-
 
provar que estava bêbado. Ele é encaminhado para a delegacia
 
para o perito fazer o exame clínico”, diz.
(http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/12/nova-lei-seca-poe-fim-brecha- do-bafometro-mas-depende-de-tribunais.html. 21.12.2012. Adaptado)
Em – Agora, passa a ser crime “conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool...” –, o termo em destaque introduz a ideia de

Questão 8

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Rosanne D’Agostino
 
 
As novas regras que endurecem a Lei Seca devem acabar
 
com a brecha usada por muitos motoristas para fugir de puni-
5
ção. Segundo especialistas, recusar o bafômetro não vai mais
 
impedir o processo criminal, mas há críticas à “subjetividade”
 
do texto.
 
Para advogados, a lei aumenta o poder da autoridade poli-
 
cial de dizer quem está embriagado, e, para defensores da tole-
10
rância zero ao volante, a norma transfere aos tribunais a tarefa
 
de interpretar cada caso, dando margem para que motoristas
 
alcoolizados escapem da Justiça.
 
A mudança no Código Brasileiro de Trânsito possibilita
 
que vídeos, relatos, testemunhas e outras provas sejam con-
15
siderados válidos contra os motoristas embriagados. Além
 
disso, aumenta a punição administrativa, de R$ 957,70 para
 
R$ 1.915,40. Esse valor é dobrado caso o motorista seja rein-
 
cidente em um ano.
 
A lei seca havia sido esvaziada depois que o STJ (Supe-
20
rior Tribunal de Justiça) decidiu que o bafômetro e o exame
 
de sangue eram obrigatórios para comprovar o crime. Motoris-
 
tas começaram a recusar os exames valendo-se de um direito
 
constitucional: ninguém é obrigado a produzir provas contra
 
si mesmo. O condutor era multado, perdia a carteira e tinha o
25
veículo apreendido, mas não respondia a processo.
 
Agora, passa a ser crime “conduzir veículo automotor com
 
capacidade psicomotora alterada em razão da influência de
 
álcool ou de outra substância psicoativa que determine depen-
 
dência”. Com isso, o limite de álcool passou a ser uma das
30
formas de se comprovar a embriaguez, e não mais um requisito
 
de punição.
 
O advogado constitucionalista Pedro Serrano avalia que
 
as novas regras possuem conceitos subjetivos que podem abrir
 
espaço para contestações no Supremo Tribunal Federal (STF).
35
“No direito penal, o crime tem que ser previsto usando palavras
 
precisas, e não palavras abertas. É muito vago falar em ‘afetar
 
a capacidade psicomotora’. Isso acaba jogando na autoridade
 
policial o poder de definir, e não na lei. Cabe à lei definir qual é
 
a conduta proibida, e não à autoridade policial”, afirma.
40
Já para o juiz criminal de São Paulo, Fábio Munhoz Soares,
 
um dos que devem julgar casos envolvendo pessoas embriaga-
 
das ao volante, a mudança “é um avanço”. “Agora basta qual-
 
quer tipo de prova que demonstre que você está embriagado.
 
Não adianta recusar o bafômetro. A lei acabou com aquela si-
45
tuação do sujeito que sai cambaleando e não tem como com-
 
provar que estava bêbado. Ele é encaminhado para a delegacia
 
para o perito fazer o exame clínico”, diz.
(http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/12/nova-lei-seca-poe-fim-brecha- do-bafometro-mas-depende-de-tribunais.html. 21.12.2012. Adaptado)
Considerando que o termo em destaque em – Segundo especialistas, recusar o bafômetro não vai mais impedir o processo criminal... – introduz ideia de conformidade, assinale a alternativa que apresenta a frase corretamente reescrita, e com seu sentido inalterado.

Questão 9

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal e nominal.

Questão 10

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, o acento indicativo de crase está corretamente empregado em:

Questão 11

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do
 
globo um objeto qualquer. Há pessoas que acham carteiras, joias,
 
promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um
 
piano na praia do Leblon. Mas este escriba, nada: nem um botão.
5
Por isso, grande foi a minha emoção ao deparar, no assento
 
do ônibus, com uma bolsa preta de senhora. O destino me pres-
 
tava esse pequeno favor: completava minha identificação com o
 
resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história
 
de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o
10
que lhe faria falta.
 
A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara ao
 
meu lado, e de quem eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o
 
livro e mergulhara na leitura. Absorta na leitura, ao sair esque-
 
cera o objeto, que só me atraiu a atenção quando o ônibus já ia
15
longe.
 
Mas eu não estava preparado para achar uma bolsa, e comu-
 
niquei a descoberta ao passageiro mais próximo:
 
– A moça esqueceu isto.
 
Ele, sem dúvida mais experimentado, respondeu simples-
20
mente:
 
– Abra.
 
Hesitei: constrangia-me abrir a bolsa de uma desconhecida
 
ausente; nada haveria nela que me dissesse respeito.
 
– Não é melhor que eu entregue ao motorista?
25
– Complica. A dona vai ter dificuldade em identificar o ônibus.
 
Abrindo, o senhor encontra um endereço, pronto.
 
Era razoável, e diante da testemunha abri a bolsa, não sem
 
experimentar a sensação de violar uma intimidade. Procurei a
 
esmo entre as coisinhas, não achei elemento esclarecedor. Era
30
isso mesmo: o destino me dava as coisas pela metade. Fechei-a
 
depressa.
 
– Leve para casa – ponderou meu conselheiro, como quem
 
diz: – É sua. Mas acrescentou: – procure direito e o endereço
 
aparece.
35
Como ele também descesse logo depois, vi-me sozinho com
 
a bolsa na mão.
(Carlos Drummond de Andrade, “A bolsa e a vida”. In: Joaquim Ferreira dos Santos (org.) As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. Adaptado)
De acordo com o narrador do texto,

Questão 12

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do
 
globo um objeto qualquer. Há pessoas que acham carteiras, joias,
 
promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um
 
piano na praia do Leblon. Mas este escriba, nada: nem um botão.
5
Por isso, grande foi a minha emoção ao deparar, no assento
 
do ônibus, com uma bolsa preta de senhora. O destino me pres-
 
tava esse pequeno favor: completava minha identificação com o
 
resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história
 
de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o
10
que lhe faria falta.
 
A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara ao
 
meu lado, e de quem eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o
 
livro e mergulhara na leitura. Absorta na leitura, ao sair esque-
 
cera o objeto, que só me atraiu a atenção quando o ônibus já ia
15
longe.
 
Mas eu não estava preparado para achar uma bolsa, e comu-
 
niquei a descoberta ao passageiro mais próximo:
 
– A moça esqueceu isto.
 
Ele, sem dúvida mais experimentado, respondeu simples-
20
mente:
 
– Abra.
 
Hesitei: constrangia-me abrir a bolsa de uma desconhecida
 
ausente; nada haveria nela que me dissesse respeito.
 
– Não é melhor que eu entregue ao motorista?
25
– Complica. A dona vai ter dificuldade em identificar o ônibus.
 
Abrindo, o senhor encontra um endereço, pronto.
 
Era razoável, e diante da testemunha abri a bolsa, não sem
 
experimentar a sensação de violar uma intimidade. Procurei a
 
esmo entre as coisinhas, não achei elemento esclarecedor. Era
30
isso mesmo: o destino me dava as coisas pela metade. Fechei-a
 
depressa.
 
– Leve para casa – ponderou meu conselheiro, como quem
 
diz: – É sua. Mas acrescentou: – procure direito e o endereço
 
aparece.
35
Como ele também descesse logo depois, vi-me sozinho com
 
a bolsa na mão.
(Carlos Drummond de Andrade, “A bolsa e a vida”. In: Joaquim Ferreira dos Santos (org.) As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. Adaptado)
Segundo o texto, o homem que encontrou a bolsa no assento do ônibus

Questão 13

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do
 
globo um objeto qualquer. Há pessoas que acham carteiras, joias,
 
promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um
 
piano na praia do Leblon. Mas este escriba, nada: nem um botão.
5
Por isso, grande foi a minha emoção ao deparar, no assento
 
do ônibus, com uma bolsa preta de senhora. O destino me pres-
 
tava esse pequeno favor: completava minha identificação com o
 
resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história
 
de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o
10
que lhe faria falta.
 
A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara ao
 
meu lado, e de quem eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o
 
livro e mergulhara na leitura. Absorta na leitura, ao sair esque-
 
cera o objeto, que só me atraiu a atenção quando o ônibus já ia
15
longe.
 
Mas eu não estava preparado para achar uma bolsa, e comu-
 
niquei a descoberta ao passageiro mais próximo:
 
– A moça esqueceu isto.
 
Ele, sem dúvida mais experimentado, respondeu simples-
20
mente:
 
– Abra.
 
Hesitei: constrangia-me abrir a bolsa de uma desconhecida
 
ausente; nada haveria nela que me dissesse respeito.
 
– Não é melhor que eu entregue ao motorista?
25
– Complica. A dona vai ter dificuldade em identificar o ônibus.
 
Abrindo, o senhor encontra um endereço, pronto.
 
Era razoável, e diante da testemunha abri a bolsa, não sem
 
experimentar a sensação de violar uma intimidade. Procurei a
 
esmo entre as coisinhas, não achei elemento esclarecedor. Era
30
isso mesmo: o destino me dava as coisas pela metade. Fechei-a
 
depressa.
 
– Leve para casa – ponderou meu conselheiro, como quem
 
diz: – É sua. Mas acrescentou: – procure direito e o endereço
 
aparece.
35
Como ele também descesse logo depois, vi-me sozinho com
 
a bolsa na mão.
(Carlos Drummond de Andrade, “A bolsa e a vida”. In: Joaquim Ferreira dos Santos (org.) As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. Adaptado)
Considere o trecho a seguir:

A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara ao meu lado, e de quem eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o livro e mergulhara na leitura. Absorta na leitura, ao sair esquecera o objeto...

As expressões em destaque no trecho são utilizadas pelo autor para enfatizar a ideia de que a mulher estava

Questão 14

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Aquilo que a tradição jurídica europeia continental
 
chama de Estado de direito é, com apenas pequenas
 
distinções, basicamente o que a tradição jurídica
 
anglo-saxônica chama de rule of law (domínio da lei), ou
5
seja, a garantia de proibição do exercício arbitrário do poder,
 
a exigência de normas públicas claras e consistentes e a
 
existência de tribunais acessíveis e estruturados para ouvir e
 
determinar as diversas reivindicações legais. Contudo, ao
 
contrário do que ocorre com a expressão Estado de direito, o
10
termo rule of law não apresenta qualquer indício de
 
contradição ou de redundância, pois o que ele evoca é
 
claramente uma limitação ao exercício do poder político, ou
 
seja, a eliminação do arbítrio no exercício dos poderes
 
públicos com a consequente garantia de direitos dos
15
indivíduos perante esses poderes.
 
A tradição anglo-saxônica do rule of law não atribui
 
uma dimensão meramente formal à ideia de Estado de
 
direito, incluindo também uma dimensão substancial. Com
 
efeito, a rule of law não apenas submete o exercício do
20
poder ao direito, concebendo diversos mecanismos de
 
controle dos atos governamentais, mas também concede aos
 
indivíduos direitos inalienáveis anteriores à própria ordem
 
estatal. Nesse sentido, é importante ressaltar que o princípio
 
do devido processo legal relaciona-se à ideia de que os
25
indivíduos, além de serem tratados segundo aquilo que a lei
 
lhes reserva ou atribui (igualdade perante a lei), devem
 
fundamentalmente ser tratados segundo procedimentos
 
justos e equitativos.
 
Nos países que pertencem à tradição do civil law, ao
30
contrário, a noção de Estado de direito foi concebida
 
inicialmente em uma dimensão meramente formal,
 
confundindo-se com o próprio princípio da legalidade, que
 
estabelece que todos os atos emanados dos órgãos do
 
Estado devem estar habilitados juridicamente, isto é, devem
35
estar fundados e motivados em uma hierarquia de normas
 
públicas, claras, abstratas e gerais.
 
Essa submissão do poder estatal à hierarquia das
 
normas sofreu uma inflexão com o advento do chamado
 
Estado de bem-estar social. Esse novo modelo, oriundo das
40
revoluções sociais do século XX, passou a atribuir novas
 
responsabilidades à ordem estatal, principalmente a de
 
assumir o desenvolvimento econômico e social, criando
 
mecanismos de proteção contra os efeitos colaterais da
 
economia de mercado.
45
Nos últimos anos, a tradição continental passou a
 
incorporar a dimensão substancial da rule of law, incluindo
 
dispositivos de garantia dos direitos fundamentais. Essa
 
nova modalidade de Estado de direito vem recebendo o
 
nome de Estado constitucional. A principal distinção entre o
50
Estado constitucional e as antigas noções de Estado de
 
direito encontra-se no fato de que o primeiro não se limita
 
aos aspectos formais da legalidade do exercício do poder,
 
mas inclui normas substanciais expressas nos chamados
 
princípios constitucionais e nas normas relativas aos direitos
55
fundamentais.
 
Eduardo R. Rabenhorst. Democracia e direitos fundamentais. Em torno da noção de estado de direito. Internet: www.dhnet.org.br (com adaptações).
Em relação a aspectos morfossintáticos e semânticos do texto, assinale a alternativa correta.

Questão 15

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do
 
globo um objeto qualquer. Há pessoas que acham carteiras, joias,
 
promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um
 
piano na praia do Leblon. Mas este escriba, nada: nem um botão.
5
Por isso, grande foi a minha emoção ao deparar, no assento
 
do ônibus, com uma bolsa preta de senhora. O destino me pres-
 
tava esse pequeno favor: completava minha identificação com o
 
resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história
 
de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o
10
que lhe faria falta.
 
A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara ao
 
meu lado, e de quem eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o
 
livro e mergulhara na leitura. Absorta na leitura, ao sair esque-
 
cera o objeto, que só me atraiu a atenção quando o ônibus já ia
15
longe.
 
Mas eu não estava preparado para achar uma bolsa, e comu-
 
niquei a descoberta ao passageiro mais próximo:
 
– A moça esqueceu isto.
 
Ele, sem dúvida mais experimentado, respondeu simples-
20
mente:
 
– Abra.
 
Hesitei: constrangia-me abrir a bolsa de uma desconhecida
 
ausente; nada haveria nela que me dissesse respeito.
 
– Não é melhor que eu entregue ao motorista?
25
– Complica. A dona vai ter dificuldade em identificar o ônibus.
 
Abrindo, o senhor encontra um endereço, pronto.
 
Era razoável, e diante da testemunha abri a bolsa, não sem
 
experimentar a sensação de violar uma intimidade. Procurei a
 
esmo entre as coisinhas, não achei elemento esclarecedor. Era
30
isso mesmo: o destino me dava as coisas pela metade. Fechei-a
 
depressa.
 
– Leve para casa – ponderou meu conselheiro, como quem
 
diz: – É sua. Mas acrescentou: – procure direito e o endereço
 
aparece.
35
Como ele também descesse logo depois, vi-me sozinho com
 
a bolsa na mão.
(Carlos Drummond de Andrade, “A bolsa e a vida”. In: Joaquim Ferreira dos Santos (org.) As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. Adaptado)
Em – Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do globo um objeto qualquer. –, o termo em destaque introduz ideia de

Questão 16

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do
 
globo um objeto qualquer. Há pessoas que acham carteiras, joias,
 
promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um
 
piano na praia do Leblon. Mas este escriba, nada: nem um botão.
5
Por isso, grande foi a minha emoção ao deparar, no assento
 
do ônibus, com uma bolsa preta de senhora. O destino me pres-
 
tava esse pequeno favor: completava minha identificação com o
 
resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história
 
de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o
10
que lhe faria falta.
 
A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara ao
 
meu lado, e de quem eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o
 
livro e mergulhara na leitura. Absorta na leitura, ao sair esque-
 
cera o objeto, que só me atraiu a atenção quando o ônibus já ia
15
longe.
 
Mas eu não estava preparado para achar uma bolsa, e comu-
 
niquei a descoberta ao passageiro mais próximo:
 
– A moça esqueceu isto.
 
Ele, sem dúvida mais experimentado, respondeu simples-
20
mente:
 
– Abra.
 
Hesitei: constrangia-me abrir a bolsa de uma desconhecida
 
ausente; nada haveria nela que me dissesse respeito.
 
– Não é melhor que eu entregue ao motorista?
25
– Complica. A dona vai ter dificuldade em identificar o ônibus.
 
Abrindo, o senhor encontra um endereço, pronto.
 
Era razoável, e diante da testemunha abri a bolsa, não sem
 
experimentar a sensação de violar uma intimidade. Procurei a
 
esmo entre as coisinhas, não achei elemento esclarecedor. Era
30
isso mesmo: o destino me dava as coisas pela metade. Fechei-a
 
depressa.
 
– Leve para casa – ponderou meu conselheiro, como quem
 
diz: – É sua. Mas acrescentou: – procure direito e o endereço
 
aparece.
35
Como ele também descesse logo depois, vi-me sozinho com
 
a bolsa na mão.
(Carlos Drummond de Andrade, “A bolsa e a vida”. In: Joaquim Ferreira dos Santos (org.) As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. Adaptado)
Em – O destino me prestava esse pequeno favor: completava minha identificação com o resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história de objeto achado; – o pronome em destaque retoma a seguinte palavra/expressão:

Questão 17

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do
 
globo um objeto qualquer. Há pessoas que acham carteiras, joias,
 
promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um
 
piano na praia do Leblon. Mas este escriba, nada: nem um botão.
5
Por isso, grande foi a minha emoção ao deparar, no assento
 
do ônibus, com uma bolsa preta de senhora. O destino me pres-
 
tava esse pequeno favor: completava minha identificação com o
 
resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história
 
de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o
10
que lhe faria falta.
 
A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara ao
 
meu lado, e de quem eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o
 
livro e mergulhara na leitura. Absorta na leitura, ao sair esque-
 
cera o objeto, que só me atraiu a atenção quando o ônibus já ia
15
longe.
 
Mas eu não estava preparado para achar uma bolsa, e comu-
 
niquei a descoberta ao passageiro mais próximo:
 
– A moça esqueceu isto.
 
Ele, sem dúvida mais experimentado, respondeu simples-
20
mente:
 
– Abra.
 
Hesitei: constrangia-me abrir a bolsa de uma desconhecida
 
ausente; nada haveria nela que me dissesse respeito.
 
– Não é melhor que eu entregue ao motorista?
25
– Complica. A dona vai ter dificuldade em identificar o ônibus.
 
Abrindo, o senhor encontra um endereço, pronto.
 
Era razoável, e diante da testemunha abri a bolsa, não sem
 
experimentar a sensação de violar uma intimidade. Procurei a
 
esmo entre as coisinhas, não achei elemento esclarecedor. Era
30
isso mesmo: o destino me dava as coisas pela metade. Fechei-a
 
depressa.
 
– Leve para casa – ponderou meu conselheiro, como quem
 
diz: – É sua. Mas acrescentou: – procure direito e o endereço
 
aparece.
35
Como ele também descesse logo depois, vi-me sozinho com
 
a bolsa na mão.
(Carlos Drummond de Andrade, “A bolsa e a vida”. In: Joaquim Ferreira dos Santos (org.) As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo em destaque expressa circunstância de posse.

Questão 18

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do
 
globo um objeto qualquer. Há pessoas que acham carteiras, joias,
 
promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um
 
piano na praia do Leblon. Mas este escriba, nada: nem um botão.
5
Por isso, grande foi a minha emoção ao deparar, no assento
 
do ônibus, com uma bolsa preta de senhora. O destino me pres-
 
tava esse pequeno favor: completava minha identificação com o
 
resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história
 
de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o
10
que lhe faria falta.
 
A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara ao
 
meu lado, e de quem eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o
 
livro e mergulhara na leitura. Absorta na leitura, ao sair esque-
 
cera o objeto, que só me atraiu a atenção quando o ônibus já ia
15
longe.
 
Mas eu não estava preparado para achar uma bolsa, e comu-
 
niquei a descoberta ao passageiro mais próximo:
 
– A moça esqueceu isto.
 
Ele, sem dúvida mais experimentado, respondeu simples-
20
mente:
 
– Abra.
 
Hesitei: constrangia-me abrir a bolsa de uma desconhecida
 
ausente; nada haveria nela que me dissesse respeito.
 
– Não é melhor que eu entregue ao motorista?
25
– Complica. A dona vai ter dificuldade em identificar o ônibus.
 
Abrindo, o senhor encontra um endereço, pronto.
 
Era razoável, e diante da testemunha abri a bolsa, não sem
 
experimentar a sensação de violar uma intimidade. Procurei a
 
esmo entre as coisinhas, não achei elemento esclarecedor. Era
30
isso mesmo: o destino me dava as coisas pela metade. Fechei-a
 
depressa.
 
– Leve para casa – ponderou meu conselheiro, como quem
 
diz: – É sua. Mas acrescentou: – procure direito e o endereço
 
aparece.
35
Como ele também descesse logo depois, vi-me sozinho com
 
a bolsa na mão.
(Carlos Drummond de Andrade, “A bolsa e a vida”. In: Joaquim Ferreira dos Santos (org.) As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. Adaptado)
Considere o trecho:
– Leve para casa – ponderou meu conselheiro, como quem diz: – É sua. Mas acrescentou: – procure direito e o endereço aparece.

Sem que seja alterado o sentido do texto e de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, o termo em destaque pode ser corretamente substituído por:

Questão 19

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
Jamais em minha vida achei na rua ou em qualquer parte do
 
globo um objeto qualquer. Há pessoas que acham carteiras, joias,
 
promissórias, animais de luxo, e sei de um polonês que achou um
 
piano na praia do Leblon. Mas este escriba, nada: nem um botão.
5
Por isso, grande foi a minha emoção ao deparar, no assento
 
do ônibus, com uma bolsa preta de senhora. O destino me pres-
 
tava esse pequeno favor: completava minha identificação com o
 
resto da humanidade, que tem sempre para contar uma história
 
de objeto achado; e permitia-me ser útil a alguém, devolvendo o
10
que lhe faria falta.
 
A bolsa pertencia certamente à moça morena que viajara ao
 
meu lado, e de quem eu vira apenas o perfil. Sentara-se, abrira o
 
livro e mergulhara na leitura. Absorta na leitura, ao sair esque-
 
cera o objeto, que só me atraiu a atenção quando o ônibus já ia
15
longe.
 
Mas eu não estava preparado para achar uma bolsa, e comu-
 
niquei a descoberta ao passageiro mais próximo:
 
– A moça esqueceu isto.
 
Ele, sem dúvida mais experimentado, respondeu simples-
20
mente:
 
– Abra.
 
Hesitei: constrangia-me abrir a bolsa de uma desconhecida
 
ausente; nada haveria nela que me dissesse respeito.
 
– Não é melhor que eu entregue ao motorista?
25
– Complica. A dona vai ter dificuldade em identificar o ônibus.
 
Abrindo, o senhor encontra um endereço, pronto.
 
Era razoável, e diante da testemunha abri a bolsa, não sem
 
experimentar a sensação de violar uma intimidade. Procurei a
 
esmo entre as coisinhas, não achei elemento esclarecedor. Era
30
isso mesmo: o destino me dava as coisas pela metade. Fechei-a
 
depressa.
 
– Leve para casa – ponderou meu conselheiro, como quem
 
diz: – É sua. Mas acrescentou: – procure direito e o endereço
 
aparece.
35
Como ele também descesse logo depois, vi-me sozinho com
 
a bolsa na mão.
(Carlos Drummond de Andrade, “A bolsa e a vida”. In: Joaquim Ferreira dos Santos (org.) As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. Adaptado)
Considere o trecho apresentado a seguir:

O destino me prestava esse pequeno favor: completava minha identificação com o resto da humanidade...

Alterando apenas o tempo dos verbos destacados para o tempo presente, sem qualquer outro ajuste, tem-se, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa:

Questão 20

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

Questão 21

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
Considere o trecho a seguir.

É comum que objetos ________ esquecidos em locais públicos.

Mas muitos transtornos poderiam ser evitados se as pessoas _________ a atenção voltada para seus pertences, conservando-os junto ao corpo.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.

Questão 22

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
Assinale a alternativa em que a pontuação está corretamente empregada, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

Questão 23

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
(Quino, Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2010)
Em – ... “Responder com simplicidade e clareza às perguntas dos filhos”.... – a palavra em destaque expressa, no contexto em que é empregada, ideia de

Questão 24

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
1
(Quino, Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2010)
Considerando as regras de concordância nominal e verbal, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa correta.

Questão 25

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
Hércules, cidadão brasileiro, está sofrendo coação em sua liberdade de locomoção por uma ilegalidade do poder público. De acordo com a Constituição Federal, o remédio jurídico disponível a Hércules para fazer cessar essa coação é o

Questão 26

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
Conforme estabelece a Constituição Federal, o preso tem direitos expressamente previstos no Texto Maior, sendo um deles o seguinte:

Questão 27

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
É um direito do trabalhador urbano e rural a remuneração do serviço extraordinário superior à do normal, no mínimo, em

Questão 28

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
São todos princípios constitucionais da Administração Pública:

Questão 29

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
Assinale a alternativa que indica o movimento que tornou mundialmente conhecidos os ideais representativos dos direitos humanos reconhecidos e representados pela liberdade, igualdade e fraternidade.

Questão 30

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
É característica essencial do Estado Democrático de Direito:

Questão 31

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
A cidadania é constitucionalmente protegida pelo ordenamento jurídico brasileiro. E, nesse sentido, a Constituição Brasileira dispõe que sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício das prerrogativas inerentes à cidadania conceder-se-á

Questão 32

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
No Brasil, conforme prevê a Carta Magna, a cidadania

Questão 33

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
No tocante aos crimes dolosos e culposos, assinale a alternativa correta.

Questão 34

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
De acordo com o Código Penal, a execução iniciada de um crime, que não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente, caracteriza o[a]

Questão 35

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
Apolo conduzia seu automóvel por uma via pública quando seu veículo veio a ser “fechado” bruscamente pelo automóvel conduzido por Dafne. Em seguida, Apolo, muito nervoso por conta da “fechada” que levou, passou a perseguir Dafne com seu automóvel para “tirar satisfação” pelo ocorrido. Ao alcançar o veículo de Dafne, esta xingou Apolo com alguns “palavrões”. Ato contínuo, Apolo, que estava armado com um revólver, para o qual tinha a devida licença de porte de arma, disparou cinco tiros em Dafne, causando-lhe a sua morte instantânea.

Com base nos dados expostos, é correto afirmar que Apolo

Questão 36

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
Orfeu, maior de idade e devidamente habilitado, voltava de viagem de férias na direção de seu automóvel, tendo em sua companhia sua esposa e três filhos menores. Durante o percurso, envolveu-se em acidente de trânsito, no qual Orfeu foi considerado culpado, e sua família que estava no automóvel veio a falecer em decorrência do sinistro causado por negligência de Orfeu.

Tendo em vista os fatos narrados e considerando o que dispõe o código Penal, é correto afirmar que

Questão 37

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
No crime de lesão corporal culposa, a pena é aumentada quando

Questão 38

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
Baco, cliente de uma vídeolocadora, aluga 4 filmes e os leva para casa. Passado o período de locação, Baco decide devolver somente 3 filmes e retém um deles com a intenção de fica r definitivamente com o filme de propriedade da locadora. Essa conduta de Baco configura o crime de

Questão 39

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
O funcionário público que se apropria de dinheiro de que tem a posse em razão do cargo comete o crime de

Questão 40

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
Nos crimes praticados por funcionário público contra a Administração Pública em geral, conforme previsto no Código Penal, se o autor do crime for ocupante de cargo em comissão ou de função de direção ou assessoramento de órgão da administração direta,

Questão 41

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
Conforme dispõe o Código de Trânsito Brasileiro, os veículos de polícia, além de prioridade de trânsito, gozam de livre circulação, estacionamento e parada, quando em serviço de urgência e devidamente identificados por dispositivos regulamentares de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitente, observada, entre outras, a seguinte disposição:

Questão 42

Polícia Civil/SP 2013 - VUNESP - Agente Policial
A velocidade máxima permitida para a via será indicada por meio de sinalização, obedecidas suas características técnicas e as condições de trânsito. Onde não existir sinalização regulamentadora, nas vias urbanas de trânsito rápido, a velocidade máxima será de

Questão 43

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Ventuno vendeu seu automóvel a Licurgo, tendo ambos assinado em Cartório, no mesmo dia da venda, o documento de transferência de propriedade do veículo.

Segundo o que dispõe o Código de Trânsito Brasileiro sobre o assunto, é correto afirmar que

Questão 44

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O condutor de veículo motorizado de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral, e o condutor de veículo motorizado utilizado no transporte de passageiros, cuja lotação exceda a oito lugares, excluído o do motorista, deverão possuir habilitação para conduzir veículo automotor, respectivamente, nas seguintes categorias:

Questão 45

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“Utilizar-se de veículo para, em via pública, demonstrar ou exibir manobra perigosa, arrancada brusca, derrapagem ou frenagem com deslizamento ou arrastamento de pneus.”

Assinale a alternativa que contempla corretamente todas as penalidades e medidas administrativas previstas no Código de Trânsito Brasileiro aplicáveis a quem cometer essa infração.

Questão 46

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Ao condutor de veículo, nos casos de acidentes de trânsito de que resulte vítima, não se imporá a prisão em flagrante, nem se exigirá fiança, se

Questão 47

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O Código de Trânsito Brasileiro dispõe que “o veículo será identificado externamente por meio de placas dianteira e traseira, sendo esta lacrada em sua estrutura, obedecidas as especificações e modelos estabelecidos pelo CONTRAN.”

No entanto, são dispensados da placa dianteira:

Questão 48

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De acordo com o que dispõe a Lei n.º 12.527/11, os procedimentos nela previstos destinam-se a assegurar o direito fundamental de acesso à informação e devem ser executados em conformidade com os princípios básicos da administração pública e, entre outras, com a seguinte diretriz:

Questão 49

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É correto afirmar que a Criminologia

Questão 50

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É correto afirmar que a Criminologia contemporânea tem por objetos

Questão 51

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A história da Criminologia conta com grandes autores que, com suas obras, contribuíram significativamente na construção desse ramo do conhecimento. É correto afirmar que Cesare Bonesana (1738~1794), o marquês de Beccaria, foi autor da obra

Questão 52

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Cesare Lombroso (1835~1909), médico e cientista italiano, foi considerado um dos expoentes da corrente de pensamento denominada

Questão 53

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A respeito dos fatores impulsionadores da criminalidade, assinale a alternativa correta.

Questão 54

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Fenômeno comum em países em desenvolvimento ou emergentes, propicia(m) a promiscuidade, o afrouxamento dos freios morais, o desrespeito ao próximo e outros desvios comportamentais, empurrando aqueles que vivem ou sobrevivem nessas situações a uma existência marcada pela inclinação ao crime.

Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna do texto.

Questão 55

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O comportamento inadequado da vítima que de certo modo facilita, instiga ou provoca a ação de seu verdugo é denominado

Questão 56

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Os “crimes de colarinho branco” são delitos conhecidos na por

Questão 57

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Entende(m)-se por prevenção primária

Questão 58

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No que concerne à prevenção do delito, de acordo com o Código Penal Brasileiro, assinale a alternativa correta.

Questão 59

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De acordo com Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, atualmente existem, ao todo, 152 unidades prisionais no estado. Essas unidades dividem-se em Centros de Progressão Penitenciária (CPP), Centros de Detenção Provisória (CDP), Centros de Ressocialização, Unidade de Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), Penitenciárias e Hospitais.
(http://www.sap.sp.gov.br/uni-prisionais/usm.html. Adaptado)

Se a razão entre o número de CDPs e o número total de unidades prisionais é 1/4, então, o número de CDPs no Estado de São Paulo é

Questão 60

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No edital de um Concurso, consta que existirão, ao todo, 80 questões, sendo 24 de Língua Portuguesa, 24 de Noções de Direito, 10 de Noções de Criminologia, 10 de Noções de Lógica e 12 de Noções de Informática. Em relação ao número total de questões, o número de questões de Noções de Lógica corresponde a

Questão 61

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Um produto foi vendido com desconto de 10% sobre o preço normal de venda. Se ele foi vendido por R$ 54,00, o preço normal de venda desse produto é

Questão 62

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Por sete unidades de um mesmo produto, Antonio Carlos pagou, no total, R$ 156,66. Se outro cidadão, na mesma loja e em condições de venda iguais às dadas a Antonio Carlos, precisar comprar dez unidades desse mesmo produto, pagará por essa compra o total de

Questão 63

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Considere verdadeiras todas as afirmações a seguir sobre os grupos A, B e C de profissionais de um estabelecimento bancário:

I. O Grupo A tem 12 elementos.

II. O Grupo B tem 11 elementos.

III. O grupo C tem 10 elementos.

IV. Apenas Ana Lúcia faz parte dos três Grupos, e todos os demais profissionais fazem parte exatamente de um Grupo.

Decorre dessas afirmações que o número total de elementos da união desses três Grupos é

Questão 64

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Os irmãos João e Pedro investiram, respectivamente, R$ 3.000,00 e R$ 9.000,00 na compra de um veículo que custou R$ 12.000,00. Anos depois, eles venderam o veículo por R$ 10.000,00 e dividiram o valor da venda de forma diretamente proporcional ao valor que cada um investiu na sua compra. O valor da venda que coube a João foi

Questão 65

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Considere verdadeiras as seguintes afirmações:

I. Existem policiais civis que concluíram o ensino superior.

II. Todos os policiais civis são esforçados.

Com base nas informações, conclui-se que

Questão 66

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Observe a sequência numérica:


Sabendo-se que o 1º elemento dessa sequência é , o 2º elemento é , e assim sucessivamente, o primeiro número natural dessa sequência corresponderá ao

Questão 67

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Considere a figura a seguir.


Na coluna central, sombreada, são colocadas, na sequência, de cima para baixo, as letras do alfabeto. A cada letra colocada na coluna central, a linha em que ela aparece é totalmente completada de acordo com a lógica de montagem apresentada. Se a figura for montada até que a letra J apareça na coluna central e tenha sua linha totalmente completada, então o número total de letras A que a figura conterá será

Questão 68

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Observe a sequência de figuras a seguir.


Se a partir da figura 6 a sequência se repete na ordem apresentada, ou seja, a figura 6 é igual à figura 1, a figura 7 é igual à figura 2, a figura 8 é igual à figura 3, e assim por diante, então, a figura 169 será igual à figura

Questão 69

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Observe a barra de tarefas do MS-Windows 7, na sua configuração padrão, que mostra vários ícones de programas que estão sendo executados ou passíveis de serem executados pelo usuário.


Assinale a alternativa que identifica corretamente o programa.

Questão 70

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Analise a janela do Windows Explorer do MS-Windows 7, em sua configuração original, apresentada parcialmente na figura a seguir.


Com relação à janela, assinale a alternativa correta.

Questão 71

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1
Considere a janela do gerenciador de tarefas do MS-Windows 7
 
apresentrada a seguir, em sua versão original, em que é possível
 
observar alguns programas sendo executados.
 
O Paint, programa de edição de imagens, é identificado na janela pelo ícone

Questão 72

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1
Considere a janela do gerenciador de tarefas do MS-Windows 7
 
apresentrada a seguir, em sua versão original, em que é possível
 
observar alguns programas sendo executados.
 
Para alternar os programas em uso, é necessário pressionar a seguinte combinação de teclas:

Questão 73

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Na figura a seguir, observam-se as opções de impressão do MS-Word 2010, na sua configuração padrão:


Para imprimir um intervalo personalizado de páginas, exemplo:1, 3, 5-12, é necessário utilizar a opção indicada pelo número

Questão 74

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A lista a seguir foi digitada no MS-Word 2010, em sua configuração padrão.
a. MS-Windows 7
b. MS-Word 2010
c. MS-Excel 2010
d. MS-PowerPoint 2010
e. Correio Eletrônico
f. Internet

Assinale a alternativa que contém a opção do grupo Parágrafo, pertencente ao menu Página Inicial, que possibilitou a formatação da lista com os identificadores a, b, c, d, e, f.

Questão 75

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A figura a seguir exibe parte da barra de ferramentas do menu Fórmulas do MS-Excel 2010, em sua configuração original.


Com relação à figura, assinale a alternativa que contém uma função encontrado no botão .

Questão 76

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A célula do MS-Excel 2010 é formada pela junção da linha e coluna. Por padrão, a linha é identificada por ____________ e a coluna por ___________. Já a _____________ é formada por 3 ____________ quando é criada pela primeira vez.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do enunciado.

Questão 77

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Observe os gráficos do MS-Excel 2010, a partir da sua configuração padrão, apresentados a seguir.


Os gráficos apresentados são do tipo

Questão 78

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1
Observe a tela de um webmail (correio eletrônico na Internet)
 
em que está sendo redigida uma mensagem, conforme exibido
 
parcialmente na figura.
 
Assinale a alternativa que contém o(s) destinatário(s) que não será(ão) visualizado(s) pelos demais quando o e-mail for enviado.

Questão 79

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1
Observe a tela de um webmail (correio eletrônico na Internet)
 
em que está sendo redigida uma mensagem, conforme exibido
 
parcialmente na figura.
 
A pasta desse webmail em que um e-mail recém-chegado é armazenado é

Questão 80

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Observe o argumento de busca que o usuário fará utilizando o Google, na ilustração apresentada a seguir.


Com base na figura e no que foi digitado, assinale a alternativa correta.



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