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Professor de Geografia
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Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2015

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013

Professor Adjunto - História e Geografia

Questão 1

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
1
Tablets, lousas interativas, aplicativos desenvolvidos especial-
 
mente para a educação… A tecnologia chegou para ficar nas salas de
 
aula e exige que a escola e os professores se adaptem aos novos tem-
 
pos. Para o professor José Moran, doutor em Comunicação pela Uni-
5
versidade de São Paulo (USP) e diretor de Educação a Distância da
 
Universidade Anhanguera-Uniderp, apesar de tantas possibilidades,
 
a educação ainda se encontra em uma fase de transição complicada.
 
“Já não aceitamos o modelo da sociedade industrial (embora
 
mantenhamos muitas de suas estruturas organizacionais e mentais),
10
mas também percebemos que não participamos plenamente da so-
 
ciedade do conhecimento; só incorporamos alguns dos seus valores
 
e expectativas. A implantação das tecnologias nas escolas segue, em
 
geral, três etapas. Na primeira, elas são utilizadas para melhorar os
 
processos consolidados, automatizando-os, digitalizando documen-
15
tos e, com isso, otimizando o desempenho e os custos. Na segunda
 
etapa, a escola insere parcialmente as tecnologias no projeto edu-
 
cacional. Abre laboratórios conectados à internet, cria uma pági-
 
na para divulgar sua proposta, seus cursos e alguns aplicativos de
 
pesquisa e comunicação. Na terceira, que começa atualmente, com
20
os avanços da banda larga e da mobilidade, as escolas estão repen-
 
sando seu projeto pedagógico, seu plano estratégico e introduzem
 
mudanças significativas, como a flexibilização parcial do currículo,
 
com atividades on-line combinadas com as presenciais. Essa nova
 
escola se tornará mais visível nos próximos anos, com a chegada da
25
geração digital à vida profissional”, explica.
 
A pesquisa TIC Educação 2012, realizada pelo Comitê Gestor
 
da Internet no Brasil (CGI.br), traça um panorama do uso das tec-
 
nologias no ambiente escolar brasileiro e mostra que ainda temos
 
de avançar. A amostra da pesquisa foi composta por 856 escolas
30
públicas e privadas do Brasil, selecionadas a partir do Censo Esco-
 
lar do Ministério da Educação (MEC). O estudo revela que cresce
 
a presença de computadores portáteis nas escolas, principalmente
 
nas privadas, mas o número de equipamentos disponíveis por aluno
 
ainda não permite o uso sistemático do computador e da internet nas
35
atividades escolares.
 
De acordo com a pesquisa, é maior a presença de computador e
 
internet nos domicílios dos alunos. Entre os alunos das escolas pú-
 
blicas, 62% possuem computador em casa. Houve também cresci-
 
mento do percentual de alunos que fazem uso da internet pelo celular
40
(44% entre alunos do ensino público e 54% no ensino privado). É
 
igualmente crescente a proporção de alunos que declaram ter apren-
 
dido a usar o computador e/ou a internet sozinhos. Pela primeira vez,
 
desde 2010, a forma de aprendizado mais citada foi: “aprendeu so-
 
zinho”. Mas, será que a tecnologia não deixa o estudante disperso?
45
Isso depende de como ela será utilizada, explica Moran.
 
“A inserção no mundo das tecnologias conectadas é um cami-
 
nho importante para preparar as pessoas para o mundo atual, para
 
uma sociedade complexa, que exige domínio das linguagens e re-
 
cursos digitais. O uso coerente das tecnologias atuais contribui para
50
facilitar e ampliar as formas de comunicar-se, pesquisar e divulgar
 
os resultados, mas também há problemas como dispersão, superfi-
 
cialidade e acesso a conteúdos impróprios. O ideal é que estas tec-
 
nologias Web 2.0 – gratuitas, colaborativas e fáceis – façam parte do
 
projeto pedagógico da instituição para serem incorporadas de modo
55
condizente com as propostas da educação”, diz o professor.
(http://redeglobo.globo.com, 03.06.2013. Adaptado)
De acordo com o professor José Moran,

Questão 2

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1
Tablets, lousas interativas, aplicativos desenvolvidos especial-
 
mente para a educação… A tecnologia chegou para ficar nas salas de
 
aula e exige que a escola e os professores se adaptem aos novos tem-
 
pos. Para o professor José Moran, doutor em Comunicação pela Uni-
5
versidade de São Paulo (USP) e diretor de Educação a Distância da
 
Universidade Anhanguera-Uniderp, apesar de tantas possibilidades,
 
a educação ainda se encontra em uma fase de transição complicada.
 
“Já não aceitamos o modelo da sociedade industrial (embora
 
mantenhamos muitas de suas estruturas organizacionais e mentais),
10
mas também percebemos que não participamos plenamente da so-
 
ciedade do conhecimento; só incorporamos alguns dos seus valores
 
e expectativas. A implantação das tecnologias nas escolas segue, em
 
geral, três etapas. Na primeira, elas são utilizadas para melhorar os
 
processos consolidados, automatizando-os, digitalizando documen-
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tos e, com isso, otimizando o desempenho e os custos. Na segunda
 
etapa, a escola insere parcialmente as tecnologias no projeto edu-
 
cacional. Abre laboratórios conectados à internet, cria uma pági-
 
na para divulgar sua proposta, seus cursos e alguns aplicativos de
 
pesquisa e comunicação. Na terceira, que começa atualmente, com
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os avanços da banda larga e da mobilidade, as escolas estão repen-
 
sando seu projeto pedagógico, seu plano estratégico e introduzem
 
mudanças significativas, como a flexibilização parcial do currículo,
 
com atividades on-line combinadas com as presenciais. Essa nova
 
escola se tornará mais visível nos próximos anos, com a chegada da
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geração digital à vida profissional”, explica.
 
A pesquisa TIC Educação 2012, realizada pelo Comitê Gestor
 
da Internet no Brasil (CGI.br), traça um panorama do uso das tec-
 
nologias no ambiente escolar brasileiro e mostra que ainda temos
 
de avançar. A amostra da pesquisa foi composta por 856 escolas
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públicas e privadas do Brasil, selecionadas a partir do Censo Esco-
 
lar do Ministério da Educação (MEC). O estudo revela que cresce
 
a presença de computadores portáteis nas escolas, principalmente
 
nas privadas, mas o número de equipamentos disponíveis por aluno
 
ainda não permite o uso sistemático do computador e da internet nas
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atividades escolares.
 
De acordo com a pesquisa, é maior a presença de computador e
 
internet nos domicílios dos alunos. Entre os alunos das escolas pú-
 
blicas, 62% possuem computador em casa. Houve também cresci-
 
mento do percentual de alunos que fazem uso da internet pelo celular
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(44% entre alunos do ensino público e 54% no ensino privado). É
 
igualmente crescente a proporção de alunos que declaram ter apren-
 
dido a usar o computador e/ou a internet sozinhos. Pela primeira vez,
 
desde 2010, a forma de aprendizado mais citada foi: “aprendeu so-
 
zinho”. Mas, será que a tecnologia não deixa o estudante disperso?
45
Isso depende de como ela será utilizada, explica Moran.
 
“A inserção no mundo das tecnologias conectadas é um cami-
 
nho importante para preparar as pessoas para o mundo atual, para
 
uma sociedade complexa, que exige domínio das linguagens e re-
 
cursos digitais. O uso coerente das tecnologias atuais contribui para
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facilitar e ampliar as formas de comunicar-se, pesquisar e divulgar
 
os resultados, mas também há problemas como dispersão, superfi-
 
cialidade e acesso a conteúdos impróprios. O ideal é que estas tec-
 
nologias Web 2.0 – gratuitas, colaborativas e fáceis – façam parte do
 
projeto pedagógico da instituição para serem incorporadas de modo
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condizente com as propostas da educação”, diz o professor.
(http://redeglobo.globo.com, 03.06.2013. Adaptado)
Segundo Moran, o uso das novas tecnologias deve ser

Questão 3

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1
Tablets, lousas interativas, aplicativos desenvolvidos especial-
 
mente para a educação… A tecnologia chegou para ficar nas salas de
 
aula e exige que a escola e os professores se adaptem aos novos tem-
 
pos. Para o professor José Moran, doutor em Comunicação pela Uni-
5
versidade de São Paulo (USP) e diretor de Educação a Distância da
 
Universidade Anhanguera-Uniderp, apesar de tantas possibilidades,
 
a educação ainda se encontra em uma fase de transição complicada.
 
“Já não aceitamos o modelo da sociedade industrial (embora
 
mantenhamos muitas de suas estruturas organizacionais e mentais),
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mas também percebemos que não participamos plenamente da so-
 
ciedade do conhecimento; só incorporamos alguns dos seus valores
 
e expectativas. A implantação das tecnologias nas escolas segue, em
 
geral, três etapas. Na primeira, elas são utilizadas para melhorar os
 
processos consolidados, automatizando-os, digitalizando documen-
15
tos e, com isso, otimizando o desempenho e os custos. Na segunda
 
etapa, a escola insere parcialmente as tecnologias no projeto edu-
 
cacional. Abre laboratórios conectados à internet, cria uma pági-
 
na para divulgar sua proposta, seus cursos e alguns aplicativos de
 
pesquisa e comunicação. Na terceira, que começa atualmente, com
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os avanços da banda larga e da mobilidade, as escolas estão repen-
 
sando seu projeto pedagógico, seu plano estratégico e introduzem
 
mudanças significativas, como a flexibilização parcial do currículo,
 
com atividades on-line combinadas com as presenciais. Essa nova
 
escola se tornará mais visível nos próximos anos, com a chegada da
25
geração digital à vida profissional”, explica.
 
A pesquisa TIC Educação 2012, realizada pelo Comitê Gestor
 
da Internet no Brasil (CGI.br), traça um panorama do uso das tec-
 
nologias no ambiente escolar brasileiro e mostra que ainda temos
 
de avançar. A amostra da pesquisa foi composta por 856 escolas
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públicas e privadas do Brasil, selecionadas a partir do Censo Esco-
 
lar do Ministério da Educação (MEC). O estudo revela que cresce
 
a presença de computadores portáteis nas escolas, principalmente
 
nas privadas, mas o número de equipamentos disponíveis por aluno
 
ainda não permite o uso sistemático do computador e da internet nas
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atividades escolares.
 
De acordo com a pesquisa, é maior a presença de computador e
 
internet nos domicílios dos alunos. Entre os alunos das escolas pú-
 
blicas, 62% possuem computador em casa. Houve também cresci-
 
mento do percentual de alunos que fazem uso da internet pelo celular
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(44% entre alunos do ensino público e 54% no ensino privado). É
 
igualmente crescente a proporção de alunos que declaram ter apren-
 
dido a usar o computador e/ou a internet sozinhos. Pela primeira vez,
 
desde 2010, a forma de aprendizado mais citada foi: “aprendeu so-
 
zinho”. Mas, será que a tecnologia não deixa o estudante disperso?
45
Isso depende de como ela será utilizada, explica Moran.
 
“A inserção no mundo das tecnologias conectadas é um cami-
 
nho importante para preparar as pessoas para o mundo atual, para
 
uma sociedade complexa, que exige domínio das linguagens e re-
 
cursos digitais. O uso coerente das tecnologias atuais contribui para
50
facilitar e ampliar as formas de comunicar-se, pesquisar e divulgar
 
os resultados, mas também há problemas como dispersão, superfi-
 
cialidade e acesso a conteúdos impróprios. O ideal é que estas tec-
 
nologias Web 2.0 – gratuitas, colaborativas e fáceis – façam parte do
 
projeto pedagógico da instituição para serem incorporadas de modo
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condizente com as propostas da educação”, diz o professor.
(http://redeglobo.globo.com, 03.06.2013. Adaptado)
No trecho do segundo parágrafo – Já não aceitamos o modelo da sociedade industrial (embora mantenhamos muitas de suas estruturas organizacionais e mentais)… –, os termos e embora estabelecem, correta e respectivamente, relação de

Questão 4

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Tablets, lousas interativas, aplicativos desenvolvidos especial-
 
mente para a educação… A tecnologia chegou para ficar nas salas de
 
aula e exige que a escola e os professores se adaptem aos novos tem-
 
pos. Para o professor José Moran, doutor em Comunicação pela Uni-
5
versidade de São Paulo (USP) e diretor de Educação a Distância da
 
Universidade Anhanguera-Uniderp, apesar de tantas possibilidades,
 
a educação ainda se encontra em uma fase de transição complicada.
 
“Já não aceitamos o modelo da sociedade industrial (embora
 
mantenhamos muitas de suas estruturas organizacionais e mentais),
10
mas também percebemos que não participamos plenamente da so-
 
ciedade do conhecimento; só incorporamos alguns dos seus valores
 
e expectativas. A implantação das tecnologias nas escolas segue, em
 
geral, três etapas. Na primeira, elas são utilizadas para melhorar os
 
processos consolidados, automatizando-os, digitalizando documen-
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tos e, com isso, otimizando o desempenho e os custos. Na segunda
 
etapa, a escola insere parcialmente as tecnologias no projeto edu-
 
cacional. Abre laboratórios conectados à internet, cria uma pági-
 
na para divulgar sua proposta, seus cursos e alguns aplicativos de
 
pesquisa e comunicação. Na terceira, que começa atualmente, com
20
os avanços da banda larga e da mobilidade, as escolas estão repen-
 
sando seu projeto pedagógico, seu plano estratégico e introduzem
 
mudanças significativas, como a flexibilização parcial do currículo,
 
com atividades on-line combinadas com as presenciais. Essa nova
 
escola se tornará mais visível nos próximos anos, com a chegada da
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geração digital à vida profissional”, explica.
 
A pesquisa TIC Educação 2012, realizada pelo Comitê Gestor
 
da Internet no Brasil (CGI.br), traça um panorama do uso das tec-
 
nologias no ambiente escolar brasileiro e mostra que ainda temos
 
de avançar. A amostra da pesquisa foi composta por 856 escolas
30
públicas e privadas do Brasil, selecionadas a partir do Censo Esco-
 
lar do Ministério da Educação (MEC). O estudo revela que cresce
 
a presença de computadores portáteis nas escolas, principalmente
 
nas privadas, mas o número de equipamentos disponíveis por aluno
 
ainda não permite o uso sistemático do computador e da internet nas
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atividades escolares.
 
De acordo com a pesquisa, é maior a presença de computador e
 
internet nos domicílios dos alunos. Entre os alunos das escolas pú-
 
blicas, 62% possuem computador em casa. Houve também cresci-
 
mento do percentual de alunos que fazem uso da internet pelo celular
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(44% entre alunos do ensino público e 54% no ensino privado). É
 
igualmente crescente a proporção de alunos que declaram ter apren-
 
dido a usar o computador e/ou a internet sozinhos. Pela primeira vez,
 
desde 2010, a forma de aprendizado mais citada foi: “aprendeu so-
 
zinho”. Mas, será que a tecnologia não deixa o estudante disperso?
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Isso depende de como ela será utilizada, explica Moran.
 
“A inserção no mundo das tecnologias conectadas é um cami-
 
nho importante para preparar as pessoas para o mundo atual, para
 
uma sociedade complexa, que exige domínio das linguagens e re-
 
cursos digitais. O uso coerente das tecnologias atuais contribui para
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facilitar e ampliar as formas de comunicar-se, pesquisar e divulgar
 
os resultados, mas também há problemas como dispersão, superfi-
 
cialidade e acesso a conteúdos impróprios. O ideal é que estas tec-
 
nologias Web 2.0 – gratuitas, colaborativas e fáceis – façam parte do
 
projeto pedagógico da instituição para serem incorporadas de modo
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(http://redeglobo.globo.com, 03.06.2013. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase do segundo parágrafo – A implantação das tecnologias nas escolas segue, em geral, três etapas. – está reescrita corretamente, no que se refere ao uso da vírgula, e sem alteração de sentido.

Questão 5

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mente para a educação… A tecnologia chegou para ficar nas salas de
 
aula e exige que a escola e os professores se adaptem aos novos tem-
 
pos. Para o professor José Moran, doutor em Comunicação pela Uni-
5
versidade de São Paulo (USP) e diretor de Educação a Distância da
 
Universidade Anhanguera-Uniderp, apesar de tantas possibilidades,
 
a educação ainda se encontra em uma fase de transição complicada.
 
“Já não aceitamos o modelo da sociedade industrial (embora
 
mantenhamos muitas de suas estruturas organizacionais e mentais),
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mas também percebemos que não participamos plenamente da so-
 
ciedade do conhecimento; só incorporamos alguns dos seus valores
 
e expectativas. A implantação das tecnologias nas escolas segue, em
 
geral, três etapas. Na primeira, elas são utilizadas para melhorar os
 
processos consolidados, automatizando-os, digitalizando documen-
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tos e, com isso, otimizando o desempenho e os custos. Na segunda
 
etapa, a escola insere parcialmente as tecnologias no projeto edu-
 
cacional. Abre laboratórios conectados à internet, cria uma pági-
 
na para divulgar sua proposta, seus cursos e alguns aplicativos de
 
pesquisa e comunicação. Na terceira, que começa atualmente, com
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os avanços da banda larga e da mobilidade, as escolas estão repen-
 
sando seu projeto pedagógico, seu plano estratégico e introduzem
 
mudanças significativas, como a flexibilização parcial do currículo,
 
com atividades on-line combinadas com as presenciais. Essa nova
 
escola se tornará mais visível nos próximos anos, com a chegada da
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geração digital à vida profissional”, explica.
 
A pesquisa TIC Educação 2012, realizada pelo Comitê Gestor
 
da Internet no Brasil (CGI.br), traça um panorama do uso das tec-
 
nologias no ambiente escolar brasileiro e mostra que ainda temos
 
de avançar. A amostra da pesquisa foi composta por 856 escolas
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públicas e privadas do Brasil, selecionadas a partir do Censo Esco-
 
lar do Ministério da Educação (MEC). O estudo revela que cresce
 
a presença de computadores portáteis nas escolas, principalmente
 
nas privadas, mas o número de equipamentos disponíveis por aluno
 
ainda não permite o uso sistemático do computador e da internet nas
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atividades escolares.
 
De acordo com a pesquisa, é maior a presença de computador e
 
internet nos domicílios dos alunos. Entre os alunos das escolas pú-
 
blicas, 62% possuem computador em casa. Houve também cresci-
 
mento do percentual de alunos que fazem uso da internet pelo celular
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(44% entre alunos do ensino público e 54% no ensino privado). É
 
igualmente crescente a proporção de alunos que declaram ter apren-
 
dido a usar o computador e/ou a internet sozinhos. Pela primeira vez,
 
desde 2010, a forma de aprendizado mais citada foi: “aprendeu so-
 
zinho”. Mas, será que a tecnologia não deixa o estudante disperso?
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Isso depende de como ela será utilizada, explica Moran.
 
“A inserção no mundo das tecnologias conectadas é um cami-
 
nho importante para preparar as pessoas para o mundo atual, para
 
uma sociedade complexa, que exige domínio das linguagens e re-
 
cursos digitais. O uso coerente das tecnologias atuais contribui para
50
facilitar e ampliar as formas de comunicar-se, pesquisar e divulgar
 
os resultados, mas também há problemas como dispersão, superfi-
 
cialidade e acesso a conteúdos impróprios. O ideal é que estas tec-
 
nologias Web 2.0 – gratuitas, colaborativas e fáceis – façam parte do
 
projeto pedagógico da instituição para serem incorporadas de modo
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condizente com as propostas da educação”, diz o professor.
(http://redeglobo.globo.com, 03.06.2013. Adaptado)
O termo destacado no trecho do terceiro parágrafo – O estudo revela que cresce a presença de computadores portáteis nas escolas, principalmente nas privadas, mas o número de equipamentos disponíveis por aluno ainda não permite o uso sistemático do computador e da internet nas atividades escolares. – expressa o sentido de

Questão 6

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Tablets, lousas interativas, aplicativos desenvolvidos especial-
 
mente para a educação… A tecnologia chegou para ficar nas salas de
 
aula e exige que a escola e os professores se adaptem aos novos tem-
 
pos. Para o professor José Moran, doutor em Comunicação pela Uni-
5
versidade de São Paulo (USP) e diretor de Educação a Distância da
 
Universidade Anhanguera-Uniderp, apesar de tantas possibilidades,
 
a educação ainda se encontra em uma fase de transição complicada.
 
“Já não aceitamos o modelo da sociedade industrial (embora
 
mantenhamos muitas de suas estruturas organizacionais e mentais),
10
mas também percebemos que não participamos plenamente da so-
 
ciedade do conhecimento; só incorporamos alguns dos seus valores
 
e expectativas. A implantação das tecnologias nas escolas segue, em
 
geral, três etapas. Na primeira, elas são utilizadas para melhorar os
 
processos consolidados, automatizando-os, digitalizando documen-
15
tos e, com isso, otimizando o desempenho e os custos. Na segunda
 
etapa, a escola insere parcialmente as tecnologias no projeto edu-
 
cacional. Abre laboratórios conectados à internet, cria uma pági-
 
na para divulgar sua proposta, seus cursos e alguns aplicativos de
 
pesquisa e comunicação. Na terceira, que começa atualmente, com
20
os avanços da banda larga e da mobilidade, as escolas estão repen-
 
sando seu projeto pedagógico, seu plano estratégico e introduzem
 
mudanças significativas, como a flexibilização parcial do currículo,
 
com atividades on-line combinadas com as presenciais. Essa nova
 
escola se tornará mais visível nos próximos anos, com a chegada da
25
geração digital à vida profissional”, explica.
 
A pesquisa TIC Educação 2012, realizada pelo Comitê Gestor
 
da Internet no Brasil (CGI.br), traça um panorama do uso das tec-
 
nologias no ambiente escolar brasileiro e mostra que ainda temos
 
de avançar. A amostra da pesquisa foi composta por 856 escolas
30
públicas e privadas do Brasil, selecionadas a partir do Censo Esco-
 
lar do Ministério da Educação (MEC). O estudo revela que cresce
 
a presença de computadores portáteis nas escolas, principalmente
 
nas privadas, mas o número de equipamentos disponíveis por aluno
 
ainda não permite o uso sistemático do computador e da internet nas
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atividades escolares.
 
De acordo com a pesquisa, é maior a presença de computador e
 
internet nos domicílios dos alunos. Entre os alunos das escolas pú-
 
blicas, 62% possuem computador em casa. Houve também cresci-
 
mento do percentual de alunos que fazem uso da internet pelo celular
40
(44% entre alunos do ensino público e 54% no ensino privado). É
 
igualmente crescente a proporção de alunos que declaram ter apren-
 
dido a usar o computador e/ou a internet sozinhos. Pela primeira vez,
 
desde 2010, a forma de aprendizado mais citada foi: “aprendeu so-
 
zinho”. Mas, será que a tecnologia não deixa o estudante disperso?
45
Isso depende de como ela será utilizada, explica Moran.
 
“A inserção no mundo das tecnologias conectadas é um cami-
 
nho importante para preparar as pessoas para o mundo atual, para
 
uma sociedade complexa, que exige domínio das linguagens e re-
 
cursos digitais. O uso coerente das tecnologias atuais contribui para
50
facilitar e ampliar as formas de comunicar-se, pesquisar e divulgar
 
os resultados, mas também há problemas como dispersão, superfi-
 
cialidade e acesso a conteúdos impróprios. O ideal é que estas tec-
 
nologias Web 2.0 – gratuitas, colaborativas e fáceis – façam parte do
 
projeto pedagógico da instituição para serem incorporadas de modo
55
condizente com as propostas da educação”, diz o professor.
(http://redeglobo.globo.com, 03.06.2013. Adaptado)
No trecho do último parágrafo – A inserção no mundo das tecnologias conectadas é um caminho importante para preparar as pessoas para o mundo atual, para uma sociedade complexa, que exige domínio das linguagens e recursos digitais. –, está empregado com sentido figurado, o termo

Questão 7

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
Assinale a alternativa em que a concordância segue a norma-padrão da língua portuguesa.

Questão 8

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
Considerando as regras de regência verbal e nominal, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase.

A pesquisa TIC Educação 2012, que consistiu ______________ traçar um panorama do uso das novas tecnologias no ambiente escolar brasileiro, obteve informações pertinentes ______________ ___ número de computadores portáteis presentes nos domicílios dos alunos.

Questão 9

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
Assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase está empregado corretamente.

Questão 10

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das frases, conforme as regras de colocação pronominal da norma-padrão da língua portuguesa.

Já não é um exagero muito grande afirmar que, entre os jovens, ninguém _______________________ devidamente informado sem ter conexão com a internet.
No mundo das tecnologias conectadas, ainda _________________ es- colas que não usam a internet de modo regular.
Cresce o número de escolas que _______________________ com computadores cada vez mais modernos.

Questão 11

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
O artigo 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias trata do financiamento da educação por parte dos Estados, Distrito Federal e Municípios visando à manutenção e ao desenvolvimento da educação básica e à remuneração condigna dos trabalhadores da educação. Dentre as diversas disposições apresentadas no artigo, deve-se respeitar

Questão 12

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê, em seu artigo 136, que dentre as ações que o Conselho Tutelar pode promover para garantir a execução de suas decisões encontra-se a de

Questão 13

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional estabelece, em seu artigo 4.º, que o dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante, dentre outras, a garantia de

Questão 14

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
A Resolução CNE/CP n.º 01/04 prevê que _________________ dos estabelecimentos de ensino, em suas finalidades, responsabilidades e tarefas incluirão o previsto exame e encaminhamento de solução para situações de discriminação, buscando-se criar situações educativas para o reconhecimento e a valorização da diversidade e o respeito a ela.

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Questão 15

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
Segundo a Lei Municipal n.º 2.688/98, a hora-atividade é um tempo remunerado de que disporá o docente para efetiva prestação de serviço no pleno exercício da docência. Dentre as finalidades expostas na Lei, para a hora-atividade, encontra-se

Questão 16

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
Analisando o conceito de autonomia apresentado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996, Azanha indica que, pela primeira vez na história da educação brasileira, em um texto legal há a associação entre autonomia escolar e projeto pedagógico. Dentre as características que fazem com que essa associação seja reveladora de uma sociedade que se pretenda democrática, encontra(m)-se a(s) seguinte(s):

Questão 17

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Camargo e Adrião, apoiados em Paro, afirmam que os Conselhos Escolares, tendo como pressuposto a Democracia, devem articular-se ao Princípio da(o)

Questão 18

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
Carvalho afirma que a literatura educacional, ao discutir as razões do fracasso escolar, indica múltiplas dimensões que interferem nesse processo e que precisam ser consideradas. No entanto, a autora alerta para algumas não abordadas com a devida profundidade, tais como

Questão 19

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Castro e Regattieri apresentam, em seu trabalho, duas falas recorrentes nas entrevistas que realizaram sobre a relação família/escola quando ocorre o fracasso escolar de alunos. Professores afirmam: “os pais dos alunos que mais precisam de ajuda são sempre os mais difíceis de trazer até a escola”. Os pais dizem: “nós, que mais precisamos de ajuda, somos os mais cobrados pela escola”. Nesse jogo de busca de culpados,

Questão 20

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Chauí, analisando o conceito de democracia na perspectiva da esquerda em contraposição à perspectiva do liberalismo, caracteriza a democracia como algo que ultrapassa a simples ideia de um regime político identificado com a forma de governo e a toma como forma geral da sociedade. Assim, a considera, dentre outras, como uma forma sociopolítica definida pelos princípios da isonomia e da isegoria.

Assinale a alternativa que explicita, correta e respectivamente, esses dois princípios.

Questão 21

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Torres (in: Trilha Educativas) defende o desenvolvimento dos potenciais educativos de uma comunidade, apresentando os fatores necessários à organização de uma comunidade de aprendizagem. Dentre os fatores apresentados, encontram-se:

Questão 22

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A Educação Comunitária baseia-se em princípios que a definem e a distinguem dos processos educativos convencionais. Dentre eles, encontram-se os princípios

Questão 23

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Entre outros países europeus, Cury aponta a Inglaterra, a França e a Alemanha como os que realizaram suas reformas educativas no século XIX a partir do cruzamento, dentre outras, das ideias

Questão 24

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Madalena Freire, ao analisar o processo de aprendizagem do olhar e do escutar na ação educativa, afirma que sua construção caracteriza-se, dentre outros, por movimentos

Questão 25

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Segundo Paulo Freire, o essencial nas relações entre educador e educando, entre autoridade e liberdades, entre pais, mães, filhos e filhas é a reinvenção do ser humano no aprendizado de sua

Questão 26

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Segundo Munanga, o racista cria a raça no sentido sociológico, ou seja, a raça no _________________ do racista não é exclusivamente um grupo definido pelos traços físicos. A raça na cabeça dele é um _________________ com traços culturais, linguísticos, religiosos etc., que ele considera naturalmente inferiores ao grupo ao qual ele pertence.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.

Questão 27

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Munanga tem utilizado, em seus trabalhos, os conceitos de “População Negra” e “População Branca”, entendendo-se por população um conjunto de indivíduos que participam de um mesmo círculo de união ou de casamento e que, ipso facto, conservam em comum alguns traços do patrimônio genético hereditário. Este conceito é de autoria de

Questão 28

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As funções do professor de Educação Especial são abertas à articulação com as atividades desenvolvidas por professores, coordenadores pedagógicos, supervisores e gestores das escolas comuns, tendo em vista o benefício dos alunos e a melhoria da qualidade de ensino. Segundo Ropoli et alii., dentre os eixos de articulação entre esses profissionais encontra(m)-se

Questão 29

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Morin, ao discutir as cegueiras do conhecimento, alerta que as crenças e as ideias não são somente produtos da mente, são também seres mentais que têm vida e poder. Por isso, devemos estar bem conscientes de que, desde o alvorecer da humanidade, encontra-se a noção de noosfera, ou seja, a esfera das coisas do(s)

Questão 30

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Segundo Morin, para articular e organizar os problemas do mundo, é necessária a reforma do pensamento. Essa reforma é paradigmática e, não, programática, colocando uma questão importante para a educação, uma vez que se refere à aptidão de organizar o conhecimento. Para que o conhecimento seja pertinente, a educação deverá tornar visível nos saberes, na realidade e/ou nos problemas, dentre outros, o seguinte aspecto:

Questão 31

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Pela própria opção de inserir o item sobre relações de gênero no tema transversal de “orientação sexual”, já podemos ler a tendência dos PCNs em tratar a questão dentro de uma visão psicopedagógica embasada em teorias de desenvolvimento do indivíduo e da sexualidade. A categoria de gênero aparec e esvaziada de seus aspectos políticos e históricos, dizendo respeito, ao contrário, unicamente ao âmbito da família e das relações interpessoais. A categoria criada pelos PCNs não inclui noções de conflito. Não faz menção aos sujeitos históricos e às relações sociais que estão constantemente construindo as representações e relações de gênero.
(Luciana M. Gandelman, Gênero e ensino: parâmetros curriculares, fundacionalismo biológico e teorias feministas. In: Martha Abreu; Rachel Soihet (orgs.), Ensino de história: conceitos, temáticas e metodologia)

De acordo com o texto, o tratamento dado à questão de gênero pelos PCNs

Questão 32

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Ao concebermos a disciplina escolar como produção coletiva das instituições de ensino, admitimos que a pedagogia não pode ser entendida como uma atividade limitada a produzir métodos para melhor “transpor” conteúdos externos, simplificando da maneira mais adequada possível os saberes eruditos ou acadêmicos.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos)

Para a autora do texto, as disciplinas escolares

Questão 33

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Constata-se que as pesquisas de história regional têm crescido a partir de 1970, sobretudo pelo esgotamento das macroabordagens que enfatizaram as análises mais gerais e não se detinham nos estudos particulares que possibilitariam elucidações da história recente do país.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Identidades e ensino da história no Brasil. In: Mario Carretero; Alberto Rosa; Maria Fernanda González (orgs.), Ensino da história e memória coletiva)

A valorização da história regional a que se refere o texto está relacionada à abordagem

Questão 34

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A busca da compreensão da realidade e a efetiva participação do indivíduo a partir de dados e noções relativos ao seu cotidiano e ao seu universo fazem com que a escola passe a ser considerada como um espaço de conhecimento e reconhecimento, onde, por intermédio das diversas disciplinas e de sua nova abordagem, o aluno seja capaz de ver e vislumbrar-se como construtor de sua própria história.
(José Alves de Freitas Neto, A transversalidade e a renovação no ensino de História. In: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)

Está em contradição com a “nova abordagem”, proposta no fragmento, o ensino de História que

Questão 35

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Além de ter esse caráter lúdico, de se caracterizar como uma ocasião para se brincar e festejar, a capoeira também era considerada uma forma de resistência contra roubos cotidianos, disputas de poder entre escravos e libertos, bem como de oposição ao sistema escravista. O viajante Rugendas descreveu essa manifestação no século XIX: Os negros têm ainda um outro folguedo guerreiro, muito mais violento, a ‘capoeira’: dois campeões se precipitam um contra o outro, procurando dar com a cabeça no peito do adversário que desejam derrubar. Evita-se o ataque com saltos de lado e paradas igualmente hábeis; mas lançando-se um contra o outro mais ou menos como bodes, acontece-lhes chocarem-se fortemente cabeça contra cabeça, o que faz com que a brincadeira não raro degenere em briga e que as facas entram em jogo ensanguentando-a.
(Regiane Augusto de Mattos, História e cultura afro-brasileira)

A utilização do documento de Rugendas em sala de aula pode contribuir para a discussão sobre

Questão 36

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O eixo transversal “pluralidade cultural” e a ênfase dada à história da África nos conteúdos arrolados nos PCNs podem significar uma inflexão importante para o combate a uma das bases de reprodução do racismo na sociedade brasileira: a associação absoluta entre negritude e condição escrava, entendida como mero recurso de exploração do trabalho, com seus corolários de vitimização e déficit de autoestima.
(Hebe Maria Mattos, O ensino de História e a luta contra a discriminação racial no Brasil. In: Martha Abreu; Rachel Soihet (orgs.), Ensino de História: conceitos, temáticas e metodologia. Adaptado)

A inflexão citada no texto pode ser reconhecida em uma prática de ensino de História que aborde

Questão 37

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O professor poderia propor a uma turma de adolescentes a seguinte questão: quando alguém deixa de ser criança e passa a ser adolescente, ou quando alguém passa a ser adulto? A turma ficaria dividida e é provável que surgissem indicações com ênfase na sexualidade, na autonomia financeira ou na pura cronologia etária.
(Leandro Karnal, A História Moderna e a sala de aula. In: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)

O exemplo apresentado pode contribuir para que o professor de História discuta com os seus alunos

Questão 38

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No Magreb francês, foi a decepção política dos árabes, mal recompensados por sua lealdade durante as duas guerras, que reacendeu um nacionalismo que se podia imaginar em vias de extinção mas que, na verdade, jamais fora extinto, e que foi reativado, depois de 1945, pela resistência dos colonos a qualquer reforma política.
(Marc Ferro, História das colonizações: das conquistas às independências, séculos XIII à XX. Adaptado)

No contexto do pós-Segunda Guerra, dentre os movimentos relacionados ao processo mencionado é possível identificar

Questão 39

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Não surpreende que as dezenas de Estados pós-coloniais que surgiram após a Segunda Guerra Mundial, junto com a maior parte da América Latina, logo se vissem agrupadas como o “Terceiro Mundo”, em contraste com o “Primeiro Mundo” dos países capitalistas desenvolvidos e o “Segundo Mundo” dos países desenvolvidos comunistas.
(Eric Hobsbawm, A Era dos Extremos: o breve século XX, 1914-1991. Adaptado)

Dentre as características que aproximavam os países do “Terceiro Mundo”, é correto citar

Questão 40

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Ora, se nossos alunos não souberem quem foi Júlio César e o que significou a passagem pelo Rubicão, como poderão entender o papel das armas na História, em geral, e na nossa História em particular?
(Pedro Paulo Funari, A renovação da História Antiga. In: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)

A passagem pelo Rubicão marcou

Questão 41

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Ao falarmos da Europa Medieval tratamos quase sempre de França, Inglaterra, Alemanha e Itália. Outra seria a Europa do Leste Europeu, a Europa Nórdica e, segundo nos interessaria mais saber, a Europa Ibérica.
(José Rivair Macedo, Repensando a Idade Média no ensino de História. In: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)

A ênfase na Europa Medieval de França, Inglaterra, Alemanha e Itália está associada ao fato de que os processos tradicionalmente evocados dizem respeito às regiões nas quais

Questão 42

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Até 1850, as exportações brasileiras de borracha eram insignificantes. Elas cresceram ao longo dos anos, figurando na década de 1881–1890 em terceiro lugar entre os produtos brasileiros exportados, com 8% o valor total das exportações, porcentagem muito próxima à do açúcar (9,9%).
(Boris Fausto, História do Brasil)

A rápida decadência da exploração da borracha, já no século XX, esteve relacionada

Questão 43

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Em maio de 1930, o nome de maior prestígio entre os “tenentes” lançou um manifesto no qual se declarava socialista revolucionário e condenava o apoio às oligarquias dissidentes. Na sua concepção, as forças em luta eram apenas um joguete da luta maior entre o imperialismo britânico e o americano, pelo controle da América Latina.
(Boris Fausto, História do Brasil)

O texto faz referência a

Questão 44

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A identidade nacional e a difusão de um sentimento nacional patriótico nas escolas republicanas caracterizam, dessa forma, o que se chama de “nacionalismo de direita”. Trata-se de um nacionalismo voltado para atender aos interesses de determinados setores das elites nacionais, voltados para projetos de manutenção de seu poder e privilégios.
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e ensino de História do Brasil. In: Leandro Karnal (org.),

História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas) A proposta de ensino de História descrita no texto é reconhecida por

Questão 45

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Um estudo monográfico das mulheres no Brasil colonial aborda a qualidade de vida de tais mulheres praticamente em toda sua extensão, abrangendo manifestações femininas relativas à religiosidade, maternidade, sexualidade, luta pela sobrevivência, solidariedade, saúde e trabalho.
(Jaime Pinsky; Carla Bassanezi Pinsky, Por uma história prazerosa e consequente. In: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)

Um estudo como o descrito no excerto não pode prescindir de discutir

Questão 46

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Um projeto de ensino fundamentado nessa metodologia realiza um movimento de apreensão do espaço social, físico e biológico que se dá em múltiplas ações combinadas e complexas. Para apreender a complexidade do real, faz-se necessária a existência simultânea de muitos olhares, da reflexão conjunta e de ações em direção ao objetivo proposto pelo grupo de trabalho.
(Nídia Nacib Pontuschka et al. (orgs) Para ensinar e aprender Geografia)

O texto refere-se à metodologia

Questão 47

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
Sobre o uso de representações e linguagens no ensino de Geografia, é correto afirmar que

Questão 48

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Serve para dar referências sobre o terreno. São indispensáveis para orientar o militar, o geógrafo ou o cartógrafo. Apresenta informações precisas sobre o relevo, rede hidrográfica, distribuição do hábitat, vias de circulação e também nomes dos lugares.
(Nídia Nacib Pontuschka et al. (orgs) Para ensinar e aprender Geografia)

O texto faz referências

Questão 49

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O conceito de ____________ deve ser construído pelo aluno a partir dos valores e atitudes tomados na vivência cotidiana no seu bairro e deve resultar em reavaliações de uma ética ambiental. Uma das formas de expressão dessa vivência são os mapas mentais.
(Lana de Souza Cavalcanti. Geografia, escola e construção de conhecimentos)

A autora discute a construção do conceito de

Questão 50

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Considere o mapa e o texto para responder à questão.
Domínios Morfoclimáticos Brasileiros

No “coração” deste domínio, encontramos extensos setores de climas subquentes e úmidos, com três a cinco meses secos opondo-se a seis ou sete meses chuvosos. As temperaturas médias anuais variam de um mínimo de 20 a 22º até um máximo de 24 a 26º. [...] Entretanto, a umidade do ar atinge níveis muito baixos no inverno seco (38 a 40%) e outros muito elevados no verão chuvoso (95 a 97%).
(Aziz Ab’ Sáber. Os domínios da natureza no Brasil)

O texto descreve condições do domínio indicado no mapa pelo número

Questão 51

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É uma região de drenagem perene, porém menos densa e volumosa do que aquela que ocorre no planalto basáltico Sul-brasileiro. [...] Este domínio morfoclimático abrange terrenos sedimentares de diferentes idades, terrenos basálticos e pequenos setores de áreas metamórficas.[...] A área é altamente beneficiada por cenários naturais. Trata-se, talvez, da mais bela área de colinas do território brasileiro.
(Aziz Ab’ Sáber. Os domínios da natureza no Brasil. Adaptado)

No texto, Ab’Sáber referia-se ao domínio

Questão 52

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Em relação à crosta terrestre ou litosfera, é correto afirmar que

Questão 53

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Analisando os ambientes tropicais, Conti (in: Ross, 2005) afirma que são características destes ambientes a circulação atmosférica controlada pela ZCIT, as baixas pressões (doldrums), os alísios e as altas pressões subtropicais. Em seguida, Conti afirma que, no espaço brasileiro, esse conjunto de características

Questão 54

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
Discutindo o espaço brasileiro, Santos & Silveira (2001) destacam que uma das características do presente período histórico é a necessidade de

Questão 55

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É uma área de “ocupação periférica” recente. O meio técnico-científico-informacional se estabelece sobre um território praticamente “natural”, ou melhor, “pré-técnico”, onde a vida de relações era rala e precária. Sobre essa herança de rarefação, os novos dados constitutivos do território são os do mundo da informação, da televisão, de uma rede de cidades assentada sobre uma produção agrícola moderna e suas necessidades relacionais.
(Milton Santos & Maria Laura Silveira. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001)

Os autores referiam-se à região

Questão 56

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
Referindo-se à guerra fiscal, Santos & Silveira (2001) destacam que o que existe, na realidade, é

Questão 57

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A questão está relacionada à anamorfose do continente americano.

(Maria Elena Simielli. Geoatlas. São Paulo: Ática, 2009. Adaptado)

Os países americanos têm suas áreas proporcionais

Questão 58

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Quando se compara o fenômeno da urbanização do Brasil com o do Primeiro Mundo, percebe-se que os processos foram

Questão 59

Pref. Estância Hidromineral de Poá/SP 2013 - VUNESP - Professor Adjunto - História e Geografia
A escala de análise é um dos aspectos mais significativos no estudo de Geografia. A escala geográfica

Questão 60

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Tratando do conceito de região, Cavalcanti (2003) apresenta, dentre outros, o seguinte conceito:

“Região é considerada uma entidade concreta, resultado de múltiplas determinações, ou seja, da efetivação dos mecanismos de regionalização sobre um quadro territorial já previamente ocupado (...) Ela não tem nada da preconizada harmonia, não é única (...) mas particular, ou seja, é a especificação de uma totalidade da qual faz parte.”

A autora apresentou um conceito de região formulado na perspectiva da Geografia



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