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SEFAZ/SP 2013

Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas

Questão 1

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
Desde que entrou em vigor, no início deste ano, o cadas-
 
tro positivo vem sendo adotado por grandes redes do varejo, a
 
exemplo de C&A, Casas Bahia e Riachuelo, que passaram a
 
registrar o consumidor que queira futuramente aderir à novidade.
5
O cadastro é um banco de dados no qual são registrados
 
compromissos financeiros e pagamentos relativos a operações
 
de crédito, como empréstimos. Na prática, o consumidor é ava-
 
liado por seu desempenho no pagamento de suas contas, que vão
 
além do varejo: financiamento imobiliário, consórcio, leasing,
10
contas de luz, escola. Toda despesa que comprometa a renda da
 
pessoa é registrada no banco de dados que todos podem consul-
 
tar, inclusive o próprio cliente. Se for um bom pagador, poderá
 
receber um tratamento melhor na hora de conquistar o crédito.
 
Juros mais baixos, por exemplo.
15
Para o superintendente de Informações sobre Consumidores
 
da Serasa Experian, Vander Nagata, a grande vantagem desse ca-
 
dastro em relação ao tradicional cadastro negativo (que negativa
 
o nome dos consumidores que deram calote) é dar ao comércio a
 
real condição financeira do cliente que está pedindo crédito. “A
20
partir do momento que um credor, como a Casas Bahia, alimen-
 
ta o banco de dados, tudo fica disponível para outras empresas
 
consultarem. A base de dados compartilhada mostra que existe
 
compromisso financeiro, de forma a evitar o superendividamen-
 
to da pessoa. Hoje as empresas dão um tiro no escuro quando
25
concedem o crédito”.
 
A entrada no cadastro positivo não é compulsória. O cliente
 
tem de autorizar junto a empresas a inclusão de seu nome. Essa
 
é uma das razões de a novidade não agradar as entidades de de-
 
fesa do consumidor. O temor é que o cliente que se recuse a dar
30
o nome passe a ser tratado como um mau pagador. O presidente
 
do Procon-PE, José Rangel, questiona um outro problema: e se a
 
pessoa passar por um momento de aperto financeiro? “Eu enten-
 
do que o cadastro positivo tem potencial de se tornar uma lista
 
ruim, pois, num momento de dificuldades, a pessoa vai ter de
35
escolher que conta pagar e isso vai restringir seu crédito, mais
 
que beneficiar”, critica.
 
Com relação à desconfiança de Rangel, Vander Nagata,
 
da Serasa Experian, diz que “um deslize” do consumidor que
 
deixou, eventualmente, de pagar uma conta não significa nada.
40
“Todos nós estamos sujeitos a isso. O cadastro positivo funciona
 
como um histórico de longo prazo. É como na indústria de segu-
 
ros. O motorista que tem um bom histórico e não se envolve em
 
acidentes ganha bônus. Uma coisa é ter batido o carro há dois
 
anos, outra diferente é bater a cada mês”, defende.
(Leonardo Spinelli, Jornal do Commercio, 03.03.2013. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que o cadastro positivo é um banco de dados que registra

Questão 2

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
Desde que entrou em vigor, no início deste ano, o cadas-
 
tro positivo vem sendo adotado por grandes redes do varejo, a
 
exemplo de C&A, Casas Bahia e Riachuelo, que passaram a
 
registrar o consumidor que queira futuramente aderir à novidade.
5
O cadastro é um banco de dados no qual são registrados
 
compromissos financeiros e pagamentos relativos a operações
 
de crédito, como empréstimos. Na prática, o consumidor é ava-
 
liado por seu desempenho no pagamento de suas contas, que vão
 
além do varejo: financiamento imobiliário, consórcio, leasing,
10
contas de luz, escola. Toda despesa que comprometa a renda da
 
pessoa é registrada no banco de dados que todos podem consul-
 
tar, inclusive o próprio cliente. Se for um bom pagador, poderá
 
receber um tratamento melhor na hora de conquistar o crédito.
 
Juros mais baixos, por exemplo.
15
Para o superintendente de Informações sobre Consumidores
 
da Serasa Experian, Vander Nagata, a grande vantagem desse ca-
 
dastro em relação ao tradicional cadastro negativo (que negativa
 
o nome dos consumidores que deram calote) é dar ao comércio a
 
real condição financeira do cliente que está pedindo crédito. “A
20
partir do momento que um credor, como a Casas Bahia, alimen-
 
ta o banco de dados, tudo fica disponível para outras empresas
 
consultarem. A base de dados compartilhada mostra que existe
 
compromisso financeiro, de forma a evitar o superendividamen-
 
to da pessoa. Hoje as empresas dão um tiro no escuro quando
25
concedem o crédito”.
 
A entrada no cadastro positivo não é compulsória. O cliente
 
tem de autorizar junto a empresas a inclusão de seu nome. Essa
 
é uma das razões de a novidade não agradar as entidades de de-
 
fesa do consumidor. O temor é que o cliente que se recuse a dar
30
o nome passe a ser tratado como um mau pagador. O presidente
 
do Procon-PE, José Rangel, questiona um outro problema: e se a
 
pessoa passar por um momento de aperto financeiro? “Eu enten-
 
do que o cadastro positivo tem potencial de se tornar uma lista
 
ruim, pois, num momento de dificuldades, a pessoa vai ter de
35
escolher que conta pagar e isso vai restringir seu crédito, mais
 
que beneficiar”, critica.
 
Com relação à desconfiança de Rangel, Vander Nagata,
 
da Serasa Experian, diz que “um deslize” do consumidor que
 
deixou, eventualmente, de pagar uma conta não significa nada.
40
“Todos nós estamos sujeitos a isso. O cadastro positivo funciona
 
como um histórico de longo prazo. É como na indústria de segu-
 
ros. O motorista que tem um bom histórico e não se envolve em
 
acidentes ganha bônus. Uma coisa é ter batido o carro há dois
 
anos, outra diferente é bater a cada mês”, defende.
(Leonardo Spinelli, Jornal do Commercio, 03.03.2013. Adaptado)
De acordo com o terceiro parágrafo, o cadastro positivo é vantajoso para as empresas porque

Questão 3

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
Desde que entrou em vigor, no início deste ano, o cadas-
 
tro positivo vem sendo adotado por grandes redes do varejo, a
 
exemplo de C&A, Casas Bahia e Riachuelo, que passaram a
 
registrar o consumidor que queira futuramente aderir à novidade.
5
O cadastro é um banco de dados no qual são registrados
 
compromissos financeiros e pagamentos relativos a operações
 
de crédito, como empréstimos. Na prática, o consumidor é ava-
 
liado por seu desempenho no pagamento de suas contas, que vão
 
além do varejo: financiamento imobiliário, consórcio, leasing,
10
contas de luz, escola. Toda despesa que comprometa a renda da
 
pessoa é registrada no banco de dados que todos podem consul-
 
tar, inclusive o próprio cliente. Se for um bom pagador, poderá
 
receber um tratamento melhor na hora de conquistar o crédito.
 
Juros mais baixos, por exemplo.
15
Para o superintendente de Informações sobre Consumidores
 
da Serasa Experian, Vander Nagata, a grande vantagem desse ca-
 
dastro em relação ao tradicional cadastro negativo (que negativa
 
o nome dos consumidores que deram calote) é dar ao comércio a
 
real condição financeira do cliente que está pedindo crédito. “A
20
partir do momento que um credor, como a Casas Bahia, alimen-
 
ta o banco de dados, tudo fica disponível para outras empresas
 
consultarem. A base de dados compartilhada mostra que existe
 
compromisso financeiro, de forma a evitar o superendividamen-
 
to da pessoa. Hoje as empresas dão um tiro no escuro quando
25
concedem o crédito”.
 
A entrada no cadastro positivo não é compulsória. O cliente
 
tem de autorizar junto a empresas a inclusão de seu nome. Essa
 
é uma das razões de a novidade não agradar as entidades de de-
 
fesa do consumidor. O temor é que o cliente que se recuse a dar
30
o nome passe a ser tratado como um mau pagador. O presidente
 
do Procon-PE, José Rangel, questiona um outro problema: e se a
 
pessoa passar por um momento de aperto financeiro? “Eu enten-
 
do que o cadastro positivo tem potencial de se tornar uma lista
 
ruim, pois, num momento de dificuldades, a pessoa vai ter de
35
escolher que conta pagar e isso vai restringir seu crédito, mais
 
que beneficiar”, critica.
 
Com relação à desconfiança de Rangel, Vander Nagata,
 
da Serasa Experian, diz que “um deslize” do consumidor que
 
deixou, eventualmente, de pagar uma conta não significa nada.
40
“Todos nós estamos sujeitos a isso. O cadastro positivo funciona
 
como um histórico de longo prazo. É como na indústria de segu-
 
ros. O motorista que tem um bom histórico e não se envolve em
 
acidentes ganha bônus. Uma coisa é ter batido o carro há dois
 
anos, outra diferente é bater a cada mês”, defende.
(Leonardo Spinelli, Jornal do Commercio, 03.03.2013. Adaptado)
O argumento do presidente do Procon-PE, José Rangel, contra o cadastro positivo tem como justificativa o fato de que

Questão 4

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
Desde que entrou em vigor, no início deste ano, o cadas-
 
tro positivo vem sendo adotado por grandes redes do varejo, a
 
exemplo de C&A, Casas Bahia e Riachuelo, que passaram a
 
registrar o consumidor que queira futuramente aderir à novidade.
5
O cadastro é um banco de dados no qual são registrados
 
compromissos financeiros e pagamentos relativos a operações
 
de crédito, como empréstimos. Na prática, o consumidor é ava-
 
liado por seu desempenho no pagamento de suas contas, que vão
 
além do varejo: financiamento imobiliário, consórcio, leasing,
10
contas de luz, escola. Toda despesa que comprometa a renda da
 
pessoa é registrada no banco de dados que todos podem consul-
 
tar, inclusive o próprio cliente. Se for um bom pagador, poderá
 
receber um tratamento melhor na hora de conquistar o crédito.
 
Juros mais baixos, por exemplo.
15
Para o superintendente de Informações sobre Consumidores
 
da Serasa Experian, Vander Nagata, a grande vantagem desse ca-
 
dastro em relação ao tradicional cadastro negativo (que negativa
 
o nome dos consumidores que deram calote) é dar ao comércio a
 
real condição financeira do cliente que está pedindo crédito. “A
20
partir do momento que um credor, como a Casas Bahia, alimen-
 
ta o banco de dados, tudo fica disponível para outras empresas
 
consultarem. A base de dados compartilhada mostra que existe
 
compromisso financeiro, de forma a evitar o superendividamen-
 
to da pessoa. Hoje as empresas dão um tiro no escuro quando
25
concedem o crédito”.
 
A entrada no cadastro positivo não é compulsória. O cliente
 
tem de autorizar junto a empresas a inclusão de seu nome. Essa
 
é uma das razões de a novidade não agradar as entidades de de-
 
fesa do consumidor. O temor é que o cliente que se recuse a dar
30
o nome passe a ser tratado como um mau pagador. O presidente
 
do Procon-PE, José Rangel, questiona um outro problema: e se a
 
pessoa passar por um momento de aperto financeiro? “Eu enten-
 
do que o cadastro positivo tem potencial de se tornar uma lista
 
ruim, pois, num momento de dificuldades, a pessoa vai ter de
35
escolher que conta pagar e isso vai restringir seu crédito, mais
 
que beneficiar”, critica.
 
Com relação à desconfiança de Rangel, Vander Nagata,
 
da Serasa Experian, diz que “um deslize” do consumidor que
 
deixou, eventualmente, de pagar uma conta não significa nada.
40
“Todos nós estamos sujeitos a isso. O cadastro positivo funciona
 
como um histórico de longo prazo. É como na indústria de segu-
 
ros. O motorista que tem um bom histórico e não se envolve em
 
acidentes ganha bônus. Uma coisa é ter batido o carro há dois
 
anos, outra diferente é bater a cada mês”, defende.
(Leonardo Spinelli, Jornal do Commercio, 03.03.2013. Adaptado)
No contexto do último parágrafo, ao afirmar: “Uma coisa é ter batido o carro há dois anos, outra diferente é bater a cada mês”, Vander Nagata, da Serasa Experian, sugere que o atraso eventual de um pagamento é

Questão 5

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
Hélio Schwartsman
 
 
SÃO PAULO – Saiu mais um estudo mostrando que o en-
 
sino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: pode-
5
mos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito
 
tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito
 
com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais
 
os números não encontravam muito espaço, como direito, jorna-
 
lismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
10
Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios univer-
 
sitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie
 
de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da esta-
 
tística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que
 
não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminado-
15
res quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
 
Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cul-
 
tura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática.
 
Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta
 
de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para
20
quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
 
Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as
 
armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil
 
até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem
 
assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhe-
25
cimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para com-
 
preender as novas pesquisas que trazem informações relevantes
 
para nossa saúde e bem-estar.
 
A matemática está no centro de algumas das mais intrigan-
 
tes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações
30
da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos,
 
isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene
 
Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão efi-
 
caz para exprimir as leis da física.
(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado)
Releia os trechos apresentados a seguir.
•   Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço... (1.º parágrafo)
•   Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental... (3.º parágrafo)

Os advérbios em destaque nos trechos expressam, correta e respectivamente, circunstâncias de

Questão 6

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
Já reparou que não se vê mais nas ruas gente de mãos nos bol-
 
sos? Que são raros os homens que ainda usam as calças acima do
 
umbigo? Que os colarinhos com barbatanas, assim como o lenço no
 
bolso do paletó, se extinguiram? E que flor na lapela, hoje, é exclu-
5
sividade da Velha Guarda das escolas de samba em dia de desfile?
 
Ninguém mais carrega o pente no bolso da camisa – aliás,
 
há quanto tempo não se vê um homem se penteando em público?
 
Ninguém mais ouve radinho de pilha – os próprios porteiros o
 
abandonaram. E lápis atrás da orelha também não se vê há muito,
10
nem no caixa das melhores padarias. Ninguém mais enfeita a
 
geladeira com pinguins de louça. Ninguém mais decora o jardim
 
com estátuas de anões. E ninguém mais usa CD-ROM.
 
Quem diria? Há apenas 15 anos, o CD-ROM era a “ferramen-
 
ta” que iria absorver, resumir e comportar todo o conhecimento
15
do Universo. Iria substituir as bibliotecas, o livro, o cinema, os
 
museus, a TV e, quem sabe, o cérebro. Quem poderia adivinhar
 
que, em tão pouco tempo, sua glória se extinguiria e ele ficaria
 
tão arcaico quanto os anões de jardim e os pinguins de geladeira?
(Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 15.04.2013. Adaptado)
A partir da leitura do último parágrafo, pode-se afirmar que as previsões para o destino do CD-ROM, feitas quinze anos atrás, mostraram-se

Questão 7

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
Já reparou que não se vê mais nas ruas gente de mãos nos bol-
 
sos? Que são raros os homens que ainda usam as calças acima do
 
umbigo? Que os colarinhos com barbatanas, assim como o lenço no
 
bolso do paletó, se extinguiram? E que flor na lapela, hoje, é exclu-
5
sividade da Velha Guarda das escolas de samba em dia de desfile?
 
Ninguém mais carrega o pente no bolso da camisa – aliás,
 
há quanto tempo não se vê um homem se penteando em público?
 
Ninguém mais ouve radinho de pilha – os próprios porteiros o
 
abandonaram. E lápis atrás da orelha também não se vê há muito,
10
nem no caixa das melhores padarias. Ninguém mais enfeita a
 
geladeira com pinguins de louça. Ninguém mais decora o jardim
 
com estátuas de anões. E ninguém mais usa CD-ROM.
 
Quem diria? Há apenas 15 anos, o CD-ROM era a “ferramen-
 
ta” que iria absorver, resumir e comportar todo o conhecimento
15
do Universo. Iria substituir as bibliotecas, o livro, o cinema, os
 
museus, a TV e, quem sabe, o cérebro. Quem poderia adivinhar
 
que, em tão pouco tempo, sua glória se extinguiria e ele ficaria
 
tão arcaico quanto os anões de jardim e os pinguins de geladeira?
(Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 15.04.2013. Adaptado)
O termo em destaque na passagem do primeiro parágrafo – Já reparou que não se vê mais nas ruas gente de mãos nos bolsos? Que são raros os homens que ainda usam as calças acima do umbigo? – expressa a circunstância de

Questão 8

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
Já reparou que não se vê mais nas ruas gente de mãos nos bol-
 
sos? Que são raros os homens que ainda usam as calças acima do
 
umbigo? Que os colarinhos com barbatanas, assim como o lenço no
 
bolso do paletó, se extinguiram? E que flor na lapela, hoje, é exclu-
5
sividade da Velha Guarda das escolas de samba em dia de desfile?
 
Ninguém mais carrega o pente no bolso da camisa – aliás,
 
há quanto tempo não se vê um homem se penteando em público?
 
Ninguém mais ouve radinho de pilha – os próprios porteiros o
 
abandonaram. E lápis atrás da orelha também não se vê há muito,
10
nem no caixa das melhores padarias. Ninguém mais enfeita a
 
geladeira com pinguins de louça. Ninguém mais decora o jardim
 
com estátuas de anões. E ninguém mais usa CD-ROM.
 
Quem diria? Há apenas 15 anos, o CD-ROM era a “ferramen-
 
ta” que iria absorver, resumir e comportar todo o conhecimento
15
do Universo. Iria substituir as bibliotecas, o livro, o cinema, os
 
museus, a TV e, quem sabe, o cérebro. Quem poderia adivinhar
 
que, em tão pouco tempo, sua glória se extinguiria e ele ficaria
 
tão arcaico quanto os anões de jardim e os pinguins de geladeira?
(Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 15.04.2013. Adaptado)
No segundo parágrafo, ao afirmar – Ninguém mais ouve radinho de pilha – os próprios porteiros o abandonaram. E lápis atrás da orelha também não se vê há muito, nem no caixa das melhores padarias. – o autor sugere que encontrar porteiros ouvindo o radinho de pilha e caixas de padaria com lápis atrás da orelha era algo que, no passado, acontecia em condições

Questão 9

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Assinale a alternativa em que a concordância se dá em conformidade com a norma-padrão da língua.

Questão 10

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
O processo é conhecido. Os custos crescem, os competido-
 
res avançam, e os acionistas querem resultados. Saída: renovar os
 
quadros. Leia-se: livrar-se dos funcionários mais velhos e caros,
 
contratar jovens efebos, com muita vontade e pequeno salário.
5
Dito e feito. Então, o trabalho emperra, os clientes reclamam, mas
 
a planilha de custos fala mais alto. Assim tem sido: a cada cri-
 
se, interna ou externa, as empresas rejuvenescem seus quadros.
 
Alguns observadores batizaram o processo de “juniorização”.
 
Renovar sistematicamente os quadros é um princípio de ges-
10
tão importante para qualquer empresa. Profissionais mais jovens
 
trazem novas ideias, colocam em xeque processos anacrônicos e
 
ajudam a evitar que a empresa envelheça e perca o contato com
 
as mudanças em seu ambiente de negócios. A renovação, reali-
 
zada na medida certa, traz efeitos positivos.
15
A juniorização, por sua vez, quando realizada com o propó-
 
sito de reduzir custos, compromete a qualidade da gestão e põe
 
em risco o futuro das companhias. Vista como panaceia, evita
 
que a empresa trate de questões mais substantivas, relacionadas
 
ao seu modelo de negócios e às suas práticas de gestão.
20
Além disso, a juniorização segue na contramão da demo-
 
grafia. O Brasil está envelhecendo. Nas próximas décadas, as
 
empresas terão de lidar com quadros profissionais cada vez mais
 
maduros. Uma pesquisa recente, feita pela consultoria PwC e a
 
FGV-Eaesp, procurou avaliar como o mundo corporativo bus-
25
ca adequação para essa realidade. Foram ouvidas mais de cem
 
empresas, de diversos segmentos da economia. Algumas conclu-
 
sões são preocupantes.
 
Em primeiro lugar, menos de 40% das organizações pesqui-
 
sadas reconhecem que quadros mais maduros podem constituir
30
alternativa para a escassez de talentos, problema hoje de cente-
 
nas de corporações brasileiras que estão freando seus planos de
 
crescimento.
 
Em segundo lugar, as companhias reconhecem: profissio-
 
nais mais maduros possuem competências valiosas, relacionadas
35
à capacidade de realizar diagnósticos e resolver problemas, além
 
de apresentarem maior equilíbrio emocional. Paradoxalmente,
 
essas companhias não contam com modelos de gestão de car-
 
reira que facilitem os processos pelos quais tais características
 
poderiam ser mais bem exploradas.
(Thomaz Wood Jr, Carta Capital, 17.04.2013. Adaptado)
De acordo com o terceiro parágrafo, a juniorização pode ser prejudicial à empresa porque

Questão 11

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
Aquilo que a tradição jurídica europeia continental
 
chama de Estado de direito é, com apenas pequenas
 
distinções, basicamente o que a tradição jurídica
 
anglo-saxônica chama de rule of law (domínio da lei), ou
5
seja, a garantia de proibição do exercício arbitrário do poder,
 
a exigência de normas públicas claras e consistentes e a
 
existência de tribunais acessíveis e estruturados para ouvir e
 
determinar as diversas reivindicações legais. Contudo, ao
 
contrário do que ocorre com a expressão Estado de direito, o
10
termo rule of law não apresenta qualquer indício de
 
contradição ou de redundância, pois o que ele evoca é
 
claramente uma limitação ao exercício do poder político, ou
 
seja, a eliminação do arbítrio no exercício dos poderes
 
públicos com a consequente garantia de direitos dos
15
indivíduos perante esses poderes.
 
A tradição anglo-saxônica do rule of law não atribui
 
uma dimensão meramente formal à ideia de Estado de
 
direito, incluindo também uma dimensão substancial. Com
 
efeito, a rule of law não apenas submete o exercício do
20
poder ao direito, concebendo diversos mecanismos de
 
controle dos atos governamentais, mas também concede aos
 
indivíduos direitos inalienáveis anteriores à própria ordem
 
estatal. Nesse sentido, é importante ressaltar que o princípio
 
do devido processo legal relaciona-se à ideia de que os
25
indivíduos, além de serem tratados segundo aquilo que a lei
 
lhes reserva ou atribui (igualdade perante a lei), devem
 
fundamentalmente ser tratados segundo procedimentos
 
justos e equitativos.
 
Nos países que pertencem à tradição do civil law, ao
30
contrário, a noção de Estado de direito foi concebida
 
inicialmente em uma dimensão meramente formal,
 
confundindo-se com o próprio princípio da legalidade, que
 
estabelece que todos os atos emanados dos órgãos do
 
Estado devem estar habilitados juridicamente, isto é, devem
35
estar fundados e motivados em uma hierarquia de normas
 
públicas, claras, abstratas e gerais.
 
Essa submissão do poder estatal à hierarquia das
 
normas sofreu uma inflexão com o advento do chamado
 
Estado de bem-estar social. Esse novo modelo, oriundo das
40
revoluções sociais do século XX, passou a atribuir novas
 
responsabilidades à ordem estatal, principalmente a de
 
assumir o desenvolvimento econômico e social, criando
 
mecanismos de proteção contra os efeitos colaterais da
 
economia de mercado.
45
Nos últimos anos, a tradição continental passou a
 
incorporar a dimensão substancial da rule of law, incluindo
 
dispositivos de garantia dos direitos fundamentais. Essa
 
nova modalidade de Estado de direito vem recebendo o
 
nome de Estado constitucional. A principal distinção entre o
50
Estado constitucional e as antigas noções de Estado de
 
direito encontra-se no fato de que o primeiro não se limita
 
aos aspectos formais da legalidade do exercício do poder,
 
mas inclui normas substanciais expressas nos chamados
 
princípios constitucionais e nas normas relativas aos direitos
55
fundamentais.
 
Eduardo R. Rabenhorst. Democracia e direitos fundamentais. Em torno da noção de estado de direito. Internet: www.dhnet.org.br (com adaptações).
Em relação a aspectos morfossintáticos e semânticos do texto, assinale a alternativa correta.

Questão 12

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
Hélio Schwartsman
 
 
SÃO PAULO – Saiu mais um estudo mostrando que o en-
 
sino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: pode-
5
mos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito
 
tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito
 
com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais
 
os números não encontravam muito espaço, como direito, jorna-
 
lismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
10
Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios univer-
 
sitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie
 
de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da esta-
 
tística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que
 
não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminado-
15
res quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
 
Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cul-
 
tura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática.
 
Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta
 
de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para
20
quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
 
Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as
 
armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil
 
até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem
 
assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhe-
25
cimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para com-
 
preender as novas pesquisas que trazem informações relevantes
 
para nossa saúde e bem-estar.
 
A matemática está no centro de algumas das mais intrigan-
 
tes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações
30
da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos,
 
isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene
 
Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão efi-
 
caz para exprimir as leis da física.
(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado)
Releia os trechos apresentados a seguir.
•   Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço... (1.º parágrafo)
•   Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental... (3.º parágrafo)

Os advérbios em destaque nos trechos expressam, correta e respectivamente, circunstâncias de

Questão 13

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
O processo é conhecido. Os custos crescem, os competido-
 
res avançam, e os acionistas querem resultados. Saída: renovar os
 
quadros. Leia-se: livrar-se dos funcionários mais velhos e caros,
 
contratar jovens efebos, com muita vontade e pequeno salário.
5
Dito e feito. Então, o trabalho emperra, os clientes reclamam, mas
 
a planilha de custos fala mais alto. Assim tem sido: a cada cri-
 
se, interna ou externa, as empresas rejuvenescem seus quadros.
 
Alguns observadores batizaram o processo de “juniorização”.
 
Renovar sistematicamente os quadros é um princípio de ges-
10
tão importante para qualquer empresa. Profissionais mais jovens
 
trazem novas ideias, colocam em xeque processos anacrônicos e
 
ajudam a evitar que a empresa envelheça e perca o contato com
 
as mudanças em seu ambiente de negócios. A renovação, reali-
 
zada na medida certa, traz efeitos positivos.
15
A juniorização, por sua vez, quando realizada com o propó-
 
sito de reduzir custos, compromete a qualidade da gestão e põe
 
em risco o futuro das companhias. Vista como panaceia, evita
 
que a empresa trate de questões mais substantivas, relacionadas
 
ao seu modelo de negócios e às suas práticas de gestão.
20
Além disso, a juniorização segue na contramão da demo-
 
grafia. O Brasil está envelhecendo. Nas próximas décadas, as
 
empresas terão de lidar com quadros profissionais cada vez mais
 
maduros. Uma pesquisa recente, feita pela consultoria PwC e a
 
FGV-Eaesp, procurou avaliar como o mundo corporativo bus-
25
ca adequação para essa realidade. Foram ouvidas mais de cem
 
empresas, de diversos segmentos da economia. Algumas conclu-
 
sões são preocupantes.
 
Em primeiro lugar, menos de 40% das organizações pesqui-
 
sadas reconhecem que quadros mais maduros podem constituir
30
alternativa para a escassez de talentos, problema hoje de cente-
 
nas de corporações brasileiras que estão freando seus planos de
 
crescimento.
 
Em segundo lugar, as companhias reconhecem: profissio-
 
nais mais maduros possuem competências valiosas, relacionadas
35
à capacidade de realizar diagnósticos e resolver problemas, além
 
de apresentarem maior equilíbrio emocional. Paradoxalmente,
 
essas companhias não contam com modelos de gestão de car-
 
reira que facilitem os processos pelos quais tais características
 
poderiam ser mais bem exploradas.
(Thomaz Wood Jr, Carta Capital, 17.04.2013. Adaptado)
De acordo com o texto, a juniorização “segue na contramão da demografia” (quarto parágrafo), porque, no Brasil,

Questão 14

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
O processo é conhecido. Os custos crescem, os competido-
 
res avançam, e os acionistas querem resultados. Saída: renovar os
 
quadros. Leia-se: livrar-se dos funcionários mais velhos e caros,
 
contratar jovens efebos, com muita vontade e pequeno salário.
5
Dito e feito. Então, o trabalho emperra, os clientes reclamam, mas
 
a planilha de custos fala mais alto. Assim tem sido: a cada cri-
 
se, interna ou externa, as empresas rejuvenescem seus quadros.
 
Alguns observadores batizaram o processo de “juniorização”.
 
Renovar sistematicamente os quadros é um princípio de ges-
10
tão importante para qualquer empresa. Profissionais mais jovens
 
trazem novas ideias, colocam em xeque processos anacrônicos e
 
ajudam a evitar que a empresa envelheça e perca o contato com
 
as mudanças em seu ambiente de negócios. A renovação, reali-
 
zada na medida certa, traz efeitos positivos.
15
A juniorização, por sua vez, quando realizada com o propó-
 
sito de reduzir custos, compromete a qualidade da gestão e põe
 
em risco o futuro das companhias. Vista como panaceia, evita
 
que a empresa trate de questões mais substantivas, relacionadas
 
ao seu modelo de negócios e às suas práticas de gestão.
20
Além disso, a juniorização segue na contramão da demo-
 
grafia. O Brasil está envelhecendo. Nas próximas décadas, as
 
empresas terão de lidar com quadros profissionais cada vez mais
 
maduros. Uma pesquisa recente, feita pela consultoria PwC e a
 
FGV-Eaesp, procurou avaliar como o mundo corporativo bus-
25
ca adequação para essa realidade. Foram ouvidas mais de cem
 
empresas, de diversos segmentos da economia. Algumas conclu-
 
sões são preocupantes.
 
Em primeiro lugar, menos de 40% das organizações pesqui-
 
sadas reconhecem que quadros mais maduros podem constituir
30
alternativa para a escassez de talentos, problema hoje de cente-
 
nas de corporações brasileiras que estão freando seus planos de
 
crescimento.
 
Em segundo lugar, as companhias reconhecem: profissio-
 
nais mais maduros possuem competências valiosas, relacionadas
35
à capacidade de realizar diagnósticos e resolver problemas, além
 
de apresentarem maior equilíbrio emocional. Paradoxalmente,
 
essas companhias não contam com modelos de gestão de car-
 
reira que facilitem os processos pelos quais tais características
 
poderiam ser mais bem exploradas.
(Thomaz Wood Jr, Carta Capital, 17.04.2013. Adaptado)
Um antônimo para o termo destacado no trecho do penúltimo parágrafo – … menos de 40% das organizações pesquisadas reconhecem que quadros mais maduros podem constituir alternativa para a escassez de talentos… – é

Questão 15

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
O processo é conhecido. Os custos crescem, os competido-
 
res avançam, e os acionistas querem resultados. Saída: renovar os
 
quadros. Leia-se: livrar-se dos funcionários mais velhos e caros,
 
contratar jovens efebos, com muita vontade e pequeno salário.
5
Dito e feito. Então, o trabalho emperra, os clientes reclamam, mas
 
a planilha de custos fala mais alto. Assim tem sido: a cada cri-
 
se, interna ou externa, as empresas rejuvenescem seus quadros.
 
Alguns observadores batizaram o processo de “juniorização”.
 
Renovar sistematicamente os quadros é um princípio de ges-
10
tão importante para qualquer empresa. Profissionais mais jovens
 
trazem novas ideias, colocam em xeque processos anacrônicos e
 
ajudam a evitar que a empresa envelheça e perca o contato com
 
as mudanças em seu ambiente de negócios. A renovação, reali-
 
zada na medida certa, traz efeitos positivos.
15
A juniorização, por sua vez, quando realizada com o propó-
 
sito de reduzir custos, compromete a qualidade da gestão e põe
 
em risco o futuro das companhias. Vista como panaceia, evita
 
que a empresa trate de questões mais substantivas, relacionadas
 
ao seu modelo de negócios e às suas práticas de gestão.
20
Além disso, a juniorização segue na contramão da demo-
 
grafia. O Brasil está envelhecendo. Nas próximas décadas, as
 
empresas terão de lidar com quadros profissionais cada vez mais
 
maduros. Uma pesquisa recente, feita pela consultoria PwC e a
 
FGV-Eaesp, procurou avaliar como o mundo corporativo bus-
25
ca adequação para essa realidade. Foram ouvidas mais de cem
 
empresas, de diversos segmentos da economia. Algumas conclu-
 
sões são preocupantes.
 
Em primeiro lugar, menos de 40% das organizações pesqui-
 
sadas reconhecem que quadros mais maduros podem constituir
30
alternativa para a escassez de talentos, problema hoje de cente-
 
nas de corporações brasileiras que estão freando seus planos de
 
crescimento.
 
Em segundo lugar, as companhias reconhecem: profissio-
 
nais mais maduros possuem competências valiosas, relacionadas
35
à capacidade de realizar diagnósticos e resolver problemas, além
 
de apresentarem maior equilíbrio emocional. Paradoxalmente,
 
essas companhias não contam com modelos de gestão de car-
 
reira que facilitem os processos pelos quais tais características
 
poderiam ser mais bem exploradas.
(Thomaz Wood Jr, Carta Capital, 17.04.2013. Adaptado)
Releia o último parágrafo:

Em segundo lugar, as companhias reconhecem: profissionais mais maduros possuem competências valiosas, relacionadas à capacidade de realizar diagnósticos e resolver problemas, além de apresentarem maior equilíbrio emocional. Paradoxalmente, essas companhias não contam com modelos de gestão de carreira que facilitem os processos pelos quais tais características poderiam ser mais bem exploradas.

A frase que está em conformidade com as ideias do parágrafo é:

Questão 16

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas

» Esta questão foi anulada pela banca.
1
O processo é conhecido. Os custos crescem, os competido-
 
res avançam, e os acionistas querem resultados. Saída: renovar os
 
quadros. Leia-se: livrar-se dos funcionários mais velhos e caros,
 
contratar jovens efebos, com muita vontade e pequeno salário.
5
Dito e feito. Então, o trabalho emperra, os clientes reclamam, mas
 
a planilha de custos fala mais alto. Assim tem sido: a cada cri-
 
se, interna ou externa, as empresas rejuvenescem seus quadros.
 
Alguns observadores batizaram o processo de “juniorização”.
 
Renovar sistematicamente os quadros é um princípio de ges-
10
tão importante para qualquer empresa. Profissionais mais jovens
 
trazem novas ideias, colocam em xeque processos anacrônicos e
 
ajudam a evitar que a empresa envelheça e perca o contato com
 
as mudanças em seu ambiente de negócios. A renovação, reali-
 
zada na medida certa, traz efeitos positivos.
15
A juniorização, por sua vez, quando realizada com o propó-
 
sito de reduzir custos, compromete a qualidade da gestão e põe
 
em risco o futuro das companhias. Vista como panaceia, evita
 
que a empresa trate de questões mais substantivas, relacionadas
 
ao seu modelo de negócios e às suas práticas de gestão.
20
Além disso, a juniorização segue na contramão da demo-
 
grafia. O Brasil está envelhecendo. Nas próximas décadas, as
 
empresas terão de lidar com quadros profissionais cada vez mais
 
maduros. Uma pesquisa recente, feita pela consultoria PwC e a
 
FGV-Eaesp, procurou avaliar como o mundo corporativo bus-
25
ca adequação para essa realidade. Foram ouvidas mais de cem
 
empresas, de diversos segmentos da economia. Algumas conclu-
 
sões são preocupantes.
 
Em primeiro lugar, menos de 40% das organizações pesqui-
 
sadas reconhecem que quadros mais maduros podem constituir
30
alternativa para a escassez de talentos, problema hoje de cente-
 
nas de corporações brasileiras que estão freando seus planos de
 
crescimento.
 
Em segundo lugar, as companhias reconhecem: profissio-
 
nais mais maduros possuem competências valiosas, relacionadas
35
à capacidade de realizar diagnósticos e resolver problemas, além
 
de apresentarem maior equilíbrio emocional. Paradoxalmente,
 
essas companhias não contam com modelos de gestão de car-
 
reira que facilitem os processos pelos quais tais características
 
poderiam ser mais bem exploradas.
(Thomaz Wood Jr, Carta Capital, 17.04.2013. Adaptado)
Observe os trechos:

•   Renovar  sistematicamente  os  quadros  é  um  princípio  de gestão importante para qualquer empresa. (segundo parágrafo)
•   Uma  pesquisa  recente,  feita  pela  consultoria  PwC  e  a  FGV-Eaesp, procurou avaliar como o mundo corporativo busca adequação para essa realidade. (quarto parágrafo)
•   Em  primeiro  lugar,  menos  de  40%  das  organizações  pesquisadas reconhecem que quadros mais maduros podem constituir alternativa para a escassez de talentos… (penúltimo parágrafo)

Considerando as regras de emprego do acento indicativo de crase, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por

Questão 17

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Leia a tira.

(Jim Davis, Folha de S.Paulo, 15.04.2013)

A forma verbal curtam, do terceiro quadrinho, está no modo imperativo, expressando um convite, uma recomendação feita diretamente ao leitor, assim como ocorre com a forma verbal destacada em:

Questão 18

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
“O do meio, com heliponto, tá vendo?”, diz o taxista, apon-
 
tando o enorme prédio espelhado, do outro lado da marginal: “A
 
parte elétrica, inteirinha, meu cunhado que fez”. Ficamos admi-
 
rando o edifício parcialmente iluminado ao cair da tarde e penso
5
menos no tamanho da empreitada do que em nossa variegada
 
humanidade: uns se dedicam à escrita, outros a instalações elé-
 
tricas, lembro-me do meu tio Augusto, que vive de tocar oboé.
 
“Fio, disjuntor, tomada, tudo!”, insiste o motorista, com tanto
 
orgulho que chega a contaminar-me.
10
Pergunto quantas tomadas ele acha que tem, no prédio todo.
 
Há quem ria desse tipo de indagação. Meu taxista, não. É um
 
homem sério, eu também, fazemos as contas: uns dez escritórios
 
por andar, cada um com umas seis salas, vezes 30 andares. “Cada
 
sala tem o quê? Duas tomadas?”
15
“Cê tá louco! Muito mais! Hoje em dia, com computador,
 
essas coisas? Depois eu pergunto pro meu cunhado, mas pode
 
botar aí pra uma média de seis tomadas/sala.”
 
Ok: 10 x 6 x 6 x 30 = 10.800. Dez mil e oitocentas tomadas!
 
Há 30, 40 anos, uma hora dessas, a maior parte das tomadas
20
já estaria dormindo o sono dos justos, mas a julgar pelo núme-
 
ro de janelas acesas, enquanto volto para casa, lentamente, pela
 
marginal, centenas de trabalhadores suam a camisa, ali no pré-
 
dio: criam logotipos, calculam custos para o escoamento da soja,
 
negociam minério de ferro. Talvez até, quem sabe, deitado num
25
sofá, um homem escute em seu iPod as notas de um oboé.
 
Alegra-me pensar nesse sujeito de olhos fechados, ouvindo
 
música. Bom saber que, na correria geral, em meio a tantos pro-
 
fissionais que acreditam estar diretamente envolvidos no movi-
 
mento de rotação da Terra, esse aí reservou-se cinco minutos de
30
contemplação.
 
Está tarde, contudo. Algo não fecha: por que segue no escri-
 
tório, esse homem? Por que não voltou para a mulher e os filhos,
 
não foi para o chope ou o cinema? O homem no sofá, entendo
 
agora, está ainda mais afundado do que os outros. O momento
35
oboé era apenas uma pausa para repor as energias, logo mais vol-
 
tará à sua mesa e a seus logotipos, à soja ou ao minério de ferro.
 
“Onze mil, cento e cinquenta”, diz o taxista, me mostrando o
 
celular. Não entendo. “É o SMS do meu cunhado: 11.150 tomadas.”
 
Olho o prédio mais uma vez, admirado com a instalação elé-
40
trica e nossa heteróclita humanidade, enquanto seguimos, feito
 
cágados, pela marginal.
(Antonio Prata, Folha de S.Paulo, 06.03.2013. Adaptado)
No primeiro parágrafo, ao apreciar o edifício apontado pelo taxista, o pensamento a que o narrador dá mais importância refere-se

Questão 19

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
“O do meio, com heliponto, tá vendo?”, diz o taxista, apon-
 
tando o enorme prédio espelhado, do outro lado da marginal: “A
 
parte elétrica, inteirinha, meu cunhado que fez”. Ficamos admi-
 
rando o edifício parcialmente iluminado ao cair da tarde e penso
5
menos no tamanho da empreitada do que em nossa variegada
 
humanidade: uns se dedicam à escrita, outros a instalações elé-
 
tricas, lembro-me do meu tio Augusto, que vive de tocar oboé.
 
“Fio, disjuntor, tomada, tudo!”, insiste o motorista, com tanto
 
orgulho que chega a contaminar-me.
10
Pergunto quantas tomadas ele acha que tem, no prédio todo.
 
Há quem ria desse tipo de indagação. Meu taxista, não. É um
 
homem sério, eu também, fazemos as contas: uns dez escritórios
 
por andar, cada um com umas seis salas, vezes 30 andares. “Cada
 
sala tem o quê? Duas tomadas?”
15
“Cê tá louco! Muito mais! Hoje em dia, com computador,
 
essas coisas? Depois eu pergunto pro meu cunhado, mas pode
 
botar aí pra uma média de seis tomadas/sala.”
 
Ok: 10 x 6 x 6 x 30 = 10.800. Dez mil e oitocentas tomadas!
 
Há 30, 40 anos, uma hora dessas, a maior parte das tomadas
20
já estaria dormindo o sono dos justos, mas a julgar pelo núme-
 
ro de janelas acesas, enquanto volto para casa, lentamente, pela
 
marginal, centenas de trabalhadores suam a camisa, ali no pré-
 
dio: criam logotipos, calculam custos para o escoamento da soja,
 
negociam minério de ferro. Talvez até, quem sabe, deitado num
25
sofá, um homem escute em seu iPod as notas de um oboé.
 
Alegra-me pensar nesse sujeito de olhos fechados, ouvindo
 
música. Bom saber que, na correria geral, em meio a tantos pro-
 
fissionais que acreditam estar diretamente envolvidos no movi-
 
mento de rotação da Terra, esse aí reservou-se cinco minutos de
30
contemplação.
 
Está tarde, contudo. Algo não fecha: por que segue no escri-
 
tório, esse homem? Por que não voltou para a mulher e os filhos,
 
não foi para o chope ou o cinema? O homem no sofá, entendo
 
agora, está ainda mais afundado do que os outros. O momento
35
oboé era apenas uma pausa para repor as energias, logo mais vol-
 
tará à sua mesa e a seus logotipos, à soja ou ao minério de ferro.
 
“Onze mil, cento e cinquenta”, diz o taxista, me mostrando o
 
celular. Não entendo. “É o SMS do meu cunhado: 11.150 tomadas.”
 
Olho o prédio mais uma vez, admirado com a instalação elé-
40
trica e nossa heteróclita humanidade, enquanto seguimos, feito
 
cágados, pela marginal.
(Antonio Prata, Folha de S.Paulo, 06.03.2013. Adaptado)
É correto afirmar que, no texto, o oboé representa o

Questão 20

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
Hélio Schwartsman
 
 
SÃO PAULO – Saiu mais um estudo mostrando que o en-
 
sino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: pode-
5
mos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito
 
tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito
 
com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais
 
os números não encontravam muito espaço, como direito, jorna-
 
lismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
10
Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios univer-
 
sitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie
 
de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da esta-
 
tística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que
 
não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminado-
15
res quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
 
Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cul-
 
tura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática.
 
Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta
 
de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para
20
quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
 
Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as
 
armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil
 
até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem
 
assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhe-
25
cimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para com-
 
preender as novas pesquisas que trazem informações relevantes
 
para nossa saúde e bem-estar.
 
A matemática está no centro de algumas das mais intrigan-
 
tes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações
30
da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos,
 
isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene
 
Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão efi-
 
caz para exprimir as leis da física.
(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado)
Releia os trechos apresentados a seguir.
•   Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço... (1.º parágrafo)
•   Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental... (3.º parágrafo)

Os advérbios em destaque nos trechos expressam, correta e respectivamente, circunstâncias de

Questão 21

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
“O do meio, com heliponto, tá vendo?”, diz o taxista, apon-
 
tando o enorme prédio espelhado, do outro lado da marginal: “A
 
parte elétrica, inteirinha, meu cunhado que fez”. Ficamos admi-
 
rando o edifício parcialmente iluminado ao cair da tarde e penso
5
menos no tamanho da empreitada do que em nossa variegada
 
humanidade: uns se dedicam à escrita, outros a instalações elé-
 
tricas, lembro-me do meu tio Augusto, que vive de tocar oboé.
 
“Fio, disjuntor, tomada, tudo!”, insiste o motorista, com tanto
 
orgulho que chega a contaminar-me.
10
Pergunto quantas tomadas ele acha que tem, no prédio todo.
 
Há quem ria desse tipo de indagação. Meu taxista, não. É um
 
homem sério, eu também, fazemos as contas: uns dez escritórios
 
por andar, cada um com umas seis salas, vezes 30 andares. “Cada
 
sala tem o quê? Duas tomadas?”
15
“Cê tá louco! Muito mais! Hoje em dia, com computador,
 
essas coisas? Depois eu pergunto pro meu cunhado, mas pode
 
botar aí pra uma média de seis tomadas/sala.”
 
Ok: 10 x 6 x 6 x 30 = 10.800. Dez mil e oitocentas tomadas!
 
Há 30, 40 anos, uma hora dessas, a maior parte das tomadas
20
já estaria dormindo o sono dos justos, mas a julgar pelo núme-
 
ro de janelas acesas, enquanto volto para casa, lentamente, pela
 
marginal, centenas de trabalhadores suam a camisa, ali no pré-
 
dio: criam logotipos, calculam custos para o escoamento da soja,
 
negociam minério de ferro. Talvez até, quem sabe, deitado num
25
sofá, um homem escute em seu iPod as notas de um oboé.
 
Alegra-me pensar nesse sujeito de olhos fechados, ouvindo
 
música. Bom saber que, na correria geral, em meio a tantos pro-
 
fissionais que acreditam estar diretamente envolvidos no movi-
 
mento de rotação da Terra, esse aí reservou-se cinco minutos de
30
contemplação.
 
Está tarde, contudo. Algo não fecha: por que segue no escri-
 
tório, esse homem? Por que não voltou para a mulher e os filhos,
 
não foi para o chope ou o cinema? O homem no sofá, entendo
 
agora, está ainda mais afundado do que os outros. O momento
35
oboé era apenas uma pausa para repor as energias, logo mais vol-
 
tará à sua mesa e a seus logotipos, à soja ou ao minério de ferro.
 
“Onze mil, cento e cinquenta”, diz o taxista, me mostrando o
 
celular. Não entendo. “É o SMS do meu cunhado: 11.150 tomadas.”
 
Olho o prédio mais uma vez, admirado com a instalação elé-
40
trica e nossa heteróclita humanidade, enquanto seguimos, feito
 
cágados, pela marginal.
(Antonio Prata, Folha de S.Paulo, 06.03.2013. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o número de 10.800, para se referir à quantidade de tomadas no edifício, representa um valor

Questão 22

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
“O do meio, com heliponto, tá vendo?”, diz o taxista, apon-
 
tando o enorme prédio espelhado, do outro lado da marginal: “A
 
parte elétrica, inteirinha, meu cunhado que fez”. Ficamos admi-
 
rando o edifício parcialmente iluminado ao cair da tarde e penso
5
menos no tamanho da empreitada do que em nossa variegada
 
humanidade: uns se dedicam à escrita, outros a instalações elé-
 
tricas, lembro-me do meu tio Augusto, que vive de tocar oboé.
 
“Fio, disjuntor, tomada, tudo!”, insiste o motorista, com tanto
 
orgulho que chega a contaminar-me.
10
Pergunto quantas tomadas ele acha que tem, no prédio todo.
 
Há quem ria desse tipo de indagação. Meu taxista, não. É um
 
homem sério, eu também, fazemos as contas: uns dez escritórios
 
por andar, cada um com umas seis salas, vezes 30 andares. “Cada
 
sala tem o quê? Duas tomadas?”
15
“Cê tá louco! Muito mais! Hoje em dia, com computador,
 
essas coisas? Depois eu pergunto pro meu cunhado, mas pode
 
botar aí pra uma média de seis tomadas/sala.”
 
Ok: 10 x 6 x 6 x 30 = 10.800. Dez mil e oitocentas tomadas!
 
Há 30, 40 anos, uma hora dessas, a maior parte das tomadas
20
já estaria dormindo o sono dos justos, mas a julgar pelo núme-
 
ro de janelas acesas, enquanto volto para casa, lentamente, pela
 
marginal, centenas de trabalhadores suam a camisa, ali no pré-
 
dio: criam logotipos, calculam custos para o escoamento da soja,
 
negociam minério de ferro. Talvez até, quem sabe, deitado num
25
sofá, um homem escute em seu iPod as notas de um oboé.
 
Alegra-me pensar nesse sujeito de olhos fechados, ouvindo
 
música. Bom saber que, na correria geral, em meio a tantos pro-
 
fissionais que acreditam estar diretamente envolvidos no movi-
 
mento de rotação da Terra, esse aí reservou-se cinco minutos de
30
contemplação.
 
Está tarde, contudo. Algo não fecha: por que segue no escri-
 
tório, esse homem? Por que não voltou para a mulher e os filhos,
 
não foi para o chope ou o cinema? O homem no sofá, entendo
 
agora, está ainda mais afundado do que os outros. O momento
35
oboé era apenas uma pausa para repor as energias, logo mais vol-
 
tará à sua mesa e a seus logotipos, à soja ou ao minério de ferro.
 
“Onze mil, cento e cinquenta”, diz o taxista, me mostrando o
 
celular. Não entendo. “É o SMS do meu cunhado: 11.150 tomadas.”
 
Olho o prédio mais uma vez, admirado com a instalação elé-
40
trica e nossa heteróclita humanidade, enquanto seguimos, feito
 
cágados, pela marginal.
(Antonio Prata, Folha de S.Paulo, 06.03.2013. Adaptado)
No trecho do sexto parágrafo – Bom saber que, na correria geral, em meio a tantos profissionais que acreditam estar diretamente envolvidos no movimento de rotação da Terra, esse aí reservou-se cinco minutos de contemplação. –, o segmento em destaque expressa, de modo figurado, um sentido equivalente ao da expressão: profissionais que acreditam ser

Questão 23

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
“O do meio, com heliponto, tá vendo?”, diz o taxista, apon-
 
tando o enorme prédio espelhado, do outro lado da marginal: “A
 
parte elétrica, inteirinha, meu cunhado que fez”. Ficamos admi-
 
rando o edifício parcialmente iluminado ao cair da tarde e penso
5
menos no tamanho da empreitada do que em nossa variegada
 
humanidade: uns se dedicam à escrita, outros a instalações elé-
 
tricas, lembro-me do meu tio Augusto, que vive de tocar oboé.
 
“Fio, disjuntor, tomada, tudo!”, insiste o motorista, com tanto
 
orgulho que chega a contaminar-me.
10
Pergunto quantas tomadas ele acha que tem, no prédio todo.
 
Há quem ria desse tipo de indagação. Meu taxista, não. É um
 
homem sério, eu também, fazemos as contas: uns dez escritórios
 
por andar, cada um com umas seis salas, vezes 30 andares. “Cada
 
sala tem o quê? Duas tomadas?”
15
“Cê tá louco! Muito mais! Hoje em dia, com computador,
 
essas coisas? Depois eu pergunto pro meu cunhado, mas pode
 
botar aí pra uma média de seis tomadas/sala.”
 
Ok: 10 x 6 x 6 x 30 = 10.800. Dez mil e oitocentas tomadas!
 
Há 30, 40 anos, uma hora dessas, a maior parte das tomadas
20
já estaria dormindo o sono dos justos, mas a julgar pelo núme-
 
ro de janelas acesas, enquanto volto para casa, lentamente, pela
 
marginal, centenas de trabalhadores suam a camisa, ali no pré-
 
dio: criam logotipos, calculam custos para o escoamento da soja,
 
negociam minério de ferro. Talvez até, quem sabe, deitado num
25
sofá, um homem escute em seu iPod as notas de um oboé.
 
Alegra-me pensar nesse sujeito de olhos fechados, ouvindo
 
música. Bom saber que, na correria geral, em meio a tantos pro-
 
fissionais que acreditam estar diretamente envolvidos no movi-
 
mento de rotação da Terra, esse aí reservou-se cinco minutos de
30
contemplação.
 
Está tarde, contudo. Algo não fecha: por que segue no escri-
 
tório, esse homem? Por que não voltou para a mulher e os filhos,
 
não foi para o chope ou o cinema? O homem no sofá, entendo
 
agora, está ainda mais afundado do que os outros. O momento
35
oboé era apenas uma pausa para repor as energias, logo mais vol-
 
tará à sua mesa e a seus logotipos, à soja ou ao minério de ferro.
 
“Onze mil, cento e cinquenta”, diz o taxista, me mostrando o
 
celular. Não entendo. “É o SMS do meu cunhado: 11.150 tomadas.”
 
Olho o prédio mais uma vez, admirado com a instalação elé-
40
trica e nossa heteróclita humanidade, enquanto seguimos, feito
 
cágados, pela marginal.
(Antonio Prata, Folha de S.Paulo, 06.03.2013. Adaptado)
No último parágrafo – Olho o prédio mais uma vez, admirado com a instalação elétrica e nossa heteróclita humanidade, enquanto seguimos, feito cágados, pela marginal. –, a expressão em destaque enfatiza a ideia de que eles seguem de modo

Questão 24

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Considerando a norma-padrão da língua, assinale a alternativa em que os trechos destacados estão corretos quanto à regência, verbal ou nominal.

Questão 25

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está de acordo com a norma-padrão da língua.

Questão 26

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Sendo uma empresa pública, a gestão da Petrobras está sob o comando do governo federal […]. O combate à inflação levou o Executivo a segurar o preço dos combustíveis, apesar do aumento de sua cotação internacional, limitando os ganhos financeiros com a produção. O quadro de desequilíbrio agravou-se em 2012. O crescimento do consumo nacional obrigou a Petrobras a importar grande volume de combustível, vendendo no mercado interno mais barato do que o valor despendido lá fora, com as cotações em alta.
(A produção patina, mesmo com o pré-sal, In. Almanaque Abril 2013, p. 104-105. Adaptado)

O excerto refere-se à situação financeira da Petrobras, que tem sido objeto de análises e discussões. Interpretando-se o excerto, pode-se afirmar que os atuais problemas financeiros da estatal derivam de sua

Questão 27

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Em Washington, a maior reforma da imigração em décadas tornou mais rígida a segurança na fronteira entre o México e os EUA. Mas há outra fronteira que torna a tarefa ainda mais desafiadora: o limite poroso entre o México e a América Central. O marido de Elvira Lópes Fernándes, natural da Guatemala, morreu quatro anos atrás, deixando-a viúva aos 18 anos. Sem conseguir trabalho, ela disse que decidiu unir-se a um irmão que havia chegado à Flórida. Ele lhe garantiu que lá havia empregos, e ela esperava ganhar o suficiente para sustentar sua filha e outros parentes em seu país.
(México é via de imigração ilegal. In. The New York Times, em colaboração com Folha de S.Paulo, 06.05.2013, p. 01 e 02. Adaptado)

Alguns países europeus, assim como os Estados Unidos da América, procuram evitar a entrada de imigrantes ilegais nos seus territórios. A história da guatemalteca Elvira Lopes Fernándes resume as causas essenciais do fenômeno contemporâneo das migrações internacionais, que são as

Questão 28

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Considerada a pior dos últimos 50 anos, a seca que atinge o Nordeste desde 2011 já provocou ao menos R$ 3,6 bilhões em perdas diretas nas lavouras da região. Para chegar ao balanço do rombo econômico da atual seca, o economista-chefe do IBGE, em Natal, Aldemir Freire, comparou valor e quantidade de dez culturas (feijão, castanha de caju, arroz, mandioca, milho, algodão, banana, cana-de-açúcar, café e soja) produzidas na região em 2011 e 2012. O prejuízo equivale, por exemplo, a quase metade do valor total da transposição do rio São Francisco, orçada em R$ 8,2 bilhões. Até o dia 10 de abril, pelo balanço mais recente, 1 367, municípios e 10,4 milhões de brasileiros sofriam os efeitos da estiagem.
(Nelson Barros Neto e Renata Moura. Pior seca em 50 anos fecha empregos e arruína lucros, Folha de S.Paulo, Caderno B, 05.05.2013, p. 08. Adaptado)

As secas periódicas do interior do Nordeste são acontecimentos recorrentes na história do Brasil. O texto, que traz informações sobre a seca atual, faz uma descrição

Questão 29

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Paulo Vanzolini foi cientista, especializado em zoologia, e sambista. Nasceu em São Paulo, em 1923, e morreu na mesma cidade, em 28 de maio de 2013. Foi compositor de músicas que retratam as experiências de vida na cidade de São Paulo, das quais são exemplos Ronda e Praça Clóvis. Leia a seguir, a letra de Capoeira do Arnaldo, outra conhecida composição do autor.

Quando eu vim da minha terra
[...]
Passei frio, passei fome
[...]
Quando eu vim de minha terra
Não sabia o que é sobrosso*
[...]
Coragem de tigre moço
[...]
Rifle no papo amarelo
Peixeira cabo de osso
Medalha de padre Cícero
E rosário de caroço…

*Medo, receio.

A letra expressa um fenômeno social fundamental da história do Brasil, que se estende a nossa contemporaneidade, que é

Questão 30

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Pesquisas recentes realizadas nos países da União Europeia e divulgadas pela imprensa do exterior e do Brasil dão conta que três entre quatro cidadãos europeus entrevistados acreditam que a crise, que atinge muitas economias do continente, irá piorar em 2014. Na Espanha, a maioria dos entrevistados julga que o governo está reduzindo demasiadamente os gastos públicos e que isso pode levar à

Questão 31

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Na tabela de distribuição de frequência a seguir, feita para uma amostra, alguns valores foram apagados e substituídos pelas letras A, B, C e D. No entanto, com os dados que restaram, poderíamos recuperar os que foram apagados.

Recuperando os dados que faltam, pode-se afirmar corretamente que

Questão 32

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Numa distribuição de frequência em que o intervalo entre a média menos o desvio padrão e a média mais o desvio padrão vai de 14,6 a 17,8, o valor da variância é de

Questão 33

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» Esta questão foi anulada pela banca.
Um teste de conhecimento tem 10 questões do tipo verdadeiro ou falso. Suponha que uma pessoa entre para esse teste disposta a “chutar” todas as questões. Desse modo, a probabilidade de que essa pessoa acerte a metade das questões é

Questão 34

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Em certa localidade, as medidas dos calçados para homens são normalmente distribuídas com média 40 e desvio padrão de 2. Pesquisas recentes realizadas pelas indústrias de calçados revelaram que há cerca de 2% de homens dessa localidade com pés tão grandes que necessitam de calçados especiais. De acordo com os dados, o número inteiro mais próximo que representa a medida de calçado a partir da qual estão os 2% de homens que calçam números maiores é

Dado: tabela da Distribuição Normal Padrão encontra-se no final deste caderno.

Questão 35

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O conjunto de dados a seguir constitui uma pequena amostra colhida para uma pesquisa:

20, 23, 25, 26, 26, 27, 27, 27, 31

Comparando as três medidas, a saber: média, mediana e moda do conjunto, pode-se afirmar corretamente que

Questão 36

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Levando em conta os fatores, propaganda, preço e qualidade, especialistas mediram o potencial de venda de um certo tipo de produto fabricado por apenas três empresas concorrentes, denominadas aqui de empresa A, empresa B e empresa C. As conclusões foram as seguintes: i) o produto fabricado em A tem 1/3 da probabilidade de venda do produto fabricado em B, ii) o produto fabricado em C tem 2 vezes a probabilidade de venda do produto fabricado em B. Se um produto é vendido no mercado, a probabilidade de que seja da empresa C é de

Questão 37

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1
Ao descontar um título em um banco, utiliza-se uma taxa de desconto comercial. O desconto é proporcional à taxa de juros e ao prazo. Quando vários títulos com prazos diferentes são descontados, uma das maneiras é calcular o prazo médio dos títulos. A média dos prazos deve ser ponderada, ou seja, o prazo associado ao maior capital tem maior peso enquanto o prazo associado ao menor capital tem menor peso. Considere os quatro títulos a seguir:

Nesse caso, o prazo médio dos títulos é de

Questão 38

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
À taxa de descontos de 6% ao mês, o valor total dos descontos será de

Questão 39

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Uma dívida de R$ 20.000,00 foi quitada por R$ 21.000,00, cinco meses após ser contratada. A taxa mensal de juros simples da operação foi de

Questão 40

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
O gerente de uma loja tem títulos de cobrança com 3 agentes, A, B e C. Ele quer distribuir os R$ 340.000,00 para cobrança de modo que cada agente receba proporcionalmente ao que cada um deles recebeu no último mês. No ultimo mês, o agente A recebeu 80% dos títulos, o agente B recebeu 70% e o agente C recebeu apenas 50%. Nessas condições, pode-se afirmar corretamente que

Questão 41

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Uma pessoa adquiriu um bem e pagou o seu valor total em duas parcelas do seguinte modo: uma primeira parcela de 30% do valor total foi paga à vista; uma segunda parcela no valor de R$ 856,80 foi paga 1 mês após a data da compra. Se a taxa de juros, já incluída no valor da segunda parcela, foi de 2% ao mês, então o valor da primeira parcela foi de

Questão 42

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Considere uma aplicação financeira no valor de R$ 32.000,00, a juros compostos de 1% ao mês, pelo prazo de 2 meses. Sabendo que o aplicador pagou imposto de 20% sobre o rendimento da aplicação, pode-se afirmar corretamente que

Questão 43

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1
Considere a tabela seguinte, que descreve o plano de amortização das quatro
 
primeiras prestações de uma dívida de R$ 42.800,00 pelo Sistema de
 
Amortização Constante (SAC), para responder à questão abaixo
 
O prazo de liquidação e a taxa de juros mensal que corrige cada prestação são, respectivamente,

Questão 44

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1
Considere a tabela seguinte, que descreve o plano de amortização das quatro
 
primeiras prestações de uma dívida de R$ 42.800,00 pelo Sistema de
 
Amortização Constante (SAC), para responder à questão abaixo
 
O valor da 15.ª prestação será de

Questão 45

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Uma loja cobra 5% ao mês de juros nas vendas à prazo. Um eletrodoméstico é vendido em 3 prestações de R$ 420,00, sendo a primeira parcela paga no ato da compra. Isso significa que seu preço à vista é de, aproximadamente,

Questão 46

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1
A questão abaixo refere-se à Constituição da República.
A respeito dos direitos e deveres individuais e coletivos, assinale a alternativa correta.

Questão 47

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1
A questão abaixo refere-se à Constituição da República.
Compete privativamente à União legislar sobre

Questão 48

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1
A questão abaixo refere-se à Constituição da República.
A respeito das medidas provisórias, é correto afirmar que

Questão 49

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1
A questão abaixo refere-se à Constituição da República.
Assinale a alternativa que corresponde a um dos requisitos para o exercício do cargo de Ministro do Tribunal de Contas da União.

Questão 50

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
A questão abaixo refere-se à Constituição da República.
Em relação ao Sistema Tributário Nacional, é correto afirmar que

Questão 51

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1
A questão abaixo refere-se à Constituição da República.
No tocante à ordem econômica e financeira, assinale a alternativa correta.

Questão 52

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De acordo com a Lei Geral da Previdência no Serviço Público, Lei n.º 9.717/98 e alterações, os regimes próprios de previdência social dos servidores públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos militares dos Estados e do Distrito Federal

Questão 53

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
De acordo com o Regulamento da Previdência Social, Decreto n.º 3.048/99 e alterações, o tempo de contribuição poderá ser contado, dentre outras, da seguinte forma:

Questão 54

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1
A questão abaixo refere-se à Lei Estadual n.º 14.653/2011.
Entende-se por patrocinador

Questão 55

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1
A questão abaixo refere-se à Lei Estadual n.º 14.653/2011.
O regime de previdência complementar

Questão 56

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1
A questão abaixo refere-se à Constituição do Estado de São Paulo.
1
A Portaria Interministerial n.º 163 e suas alterações cria-
 
ram regras para a consolidação das Contas Públicas Nacionais,
 
em obediência à Lei de Responsabilidade Fiscal. Dessa forma,
 
a despesa orçamentária classifica-se, segundo sua natureza em:
5
Categorias Econômicas, Grupos de Natureza de Despesa e Ele-
 
mentos de Despesa.
Uma emenda à Constituição do Estado poderá ser proposta

Questão 57

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1
A questão abaixo refere-se à Constituição do Estado de São Paulo.
1
A Portaria Interministerial n.º 163 e suas alterações cria-
 
ram regras para a consolidação das Contas Públicas Nacionais,
 
em obediência à Lei de Responsabilidade Fiscal. Dessa forma,
 
a despesa orçamentária classifica-se, segundo sua natureza em:
5
Categorias Econômicas, Grupos de Natureza de Despesa e Ele-
 
mentos de Despesa.
A fiscalização dos tributos estaduais é exercida

Questão 58

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1
A questão abaixo refere-se à Constituição do Estado de São Paulo.
Os serviços públicos concedidos ou permitidos

Questão 59

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
1
A questão abaixo refere-se à Constituição do Estado de São Paulo.
Quanto ao regime jurídico dos servidores públicos, assinale a alternativa correta.

Questão 60

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1
A questão abaixo refere-se à Constituição do Estado de São Paulo.
Compete ao Estado de São Paulo instituir

Questão 61

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Assinale a alternativa que contempla somente pessoas jurídicas integrantes da Administração Indireta do Estado de São Paulo.

Questão 62

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
A Constituição Federal estabelece que a Administração Pública deve atender, entre outros, o princípio da moralidade. Nesse sentido, a ação disponível ao cidadão, sem o pagamento de custas, prevista no próprio texto constitucional, que visa anular atos lesivos a esse princípio, é

Questão 63

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Considerando a teoria geral do ato administrativo no direito brasileiro, assinale a alternativa correta.

Questão 64

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Conforme dispõe a Lei do Procedimento Administrativo do Estado de São Paulo (Lei n.º 10.177/98), na hipótese de constatar-se, por exemplo, que uma pensão decorrente de morte estava sendo paga pelo Estado ao beneficiário de forma ilegal, esse benefício

Questão 65

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Entre outros atos administrativos, a Lei n.º 10.177/98 prevê como atos de competência privativa a Resolução e, de competência comum, a Portaria. Assim sendo, assinale a alternativa que apresenta corretamente autoridades competentes para expedir, respectivamente, esses tipos de atos.

Questão 66

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Assinale a alternativa correta a respeito dos recursos, conforme disposto na Lei de Procedimentos Administrativos do Estado de São Paulo (Lei n.º 10.177/98).

Questão 67

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Juno, funcionário público estadual estatutário, havia sido demitido do serviço público, mas obteve judicialmente a anulação da sua demissão, com ressarcimento de prejuízos resultantes do afastamento, sendo que essa decisão transitou em julgado. Segundo o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo, o reingresso de Juno no serviço público se efetivará por meio da(o)

Questão 68

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
A empresa ABC Ltda. comparece ao setor de protocolo de uma repartição pública estadual com o objetivo de protocolar petição pedindo providências contra uma ilegalidade de que foi vítima no serviço público. Considerando o disposto no Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo, é correto afirmar, nessa situação, que o funcionário do setor de protocolo

Questão 69

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Minerva, funcionária pública estadual, comovida com a situação de uma amiga que está passando por sérios problemas financeiros e de saúde, resolve ajudá-la promovendo uma lista de donativos dentro da sua repartição, pedindo um pequena contribuição de cada colega de trabalho em benefício da referida amiga. Segundo o disposto no Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo, essa conduta de Minerva

Questão 70

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
A Administração Pública Estadual estabeleceu que todo servidor público do Estado está obrigado a efetuar o seu recadastramento anual, fornecendo alguns dados pessoais ao setor competente do Estado. Conforme o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo, essa determinação

Questão 71

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Durante a instrução de processo administrativo disciplinar, regido pela Lei n.º 10.261/68, constatou-se a existência de uma nulidade processual. No entanto, esse processo já conta com a respectiva decisão de mérito. Considerando esses fatos, bem como o que dispõe a referida lei, pode-se afirmar que

Questão 72

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Dentre as modalidades de serviços públicos, encontram-se aqueles denominados uti universi e uti singuli. Nesse sentido, assinale a alternativa que contém, correta e respectivamente, exemplos desses dois tipos de serviços públicos.

Questão 73

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Considerando as formas de prestação dos serviços públicos, quando há alienação, por parte do Estado, de direitos que lhe asseguravam preponderância nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores da sociedade prestadora de serviços, ocorre a denominada

Questão 74

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Assinale a alternativa cujo conteúdo está de acordo com o disposto na Lei de Licitações e Contratos (Lei n.º 8.666/93).

Questão 75

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
A Lei n.º 8.666/93 estabelece as regras para as compras a serem feitas pelos órgãos públicos e demais pessoas sujeitas às disposições da lei. Nesse sentido, considerando o texto expresso do referido diploma legal, é correto afirmar que as compras, sempre que possível, deverão

Questão 76

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Segundo o disposto na Lei n.º 8.666/93 a respeito das contratações feitas pela Administração, nos casos em que couber convite, a Administração poderá utilizar o(a)

Questão 77

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Determinada Secretaria Estadual pretende contratar uma associação de portadores de deficiência física, tendo por objeto a prestação de serviços e fornecimento de mão de obra. Nos moldes da Lei de Licitações e Contratos (Lei n.º 8.666/93), essa pretendida contratação

Questão 78

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Conforme o disposto na Lei n.º 10.520/2002, uma vez declarado o licitante vencedor no Pregão e este, embora convocado dentro do prazo de validade da sua proposta, não assinar o respectivo contrato, ficará, entre outras cominações, impedido de licitar e contratar com a Uniãos, Estados, Distrito Federal ou Municípios pelo prazo de até

Questão 79

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Assinale a alternativa correta a respeito do sistema de registro de preços (SRP), disciplinado no Estado de São Paulo pelo Decreto n.º 47.945/2003 e suas respectivas alterações posteriores.

Questão 80

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Baseada na Lei de Acesso à Informação, Andrômeda Silva requereu formalmente determinada informação a órgão público. No entanto, a informação por ela solicitada, embora não sigilosa, encontra-se em documento no qual há outros dados considerados sigilosos. Nesse caso, a referida lei estabelece que

Questão 81

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
No Estado de São Paulo, os recursos financeiros provenientes da exploração de gás natural, que couberem ao Estado por força do que dispõe a respeito a Constituição Federal, serão aplicados preferencialmente

Questão 82

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Nos termos da Lei n.º 4.320/64, considerando-se a despesa pública, os auxílios para obras públicas classificam-se como

Questão 83

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Tratando-se de empréstimos públicos, a alteração feita pelo Estado, após a emissão de qualquer das condições fixadas para obtenção do crédito público, objetivando diminuir a carga anual do encargo que ele tem de suportar, em contrapartida à subscrição, denomina-se

Questão 84

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Preços públicos e taxas

Questão 85

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Considera-se obrigatória de caráter continuado a despesa corrente derivada de lei, medida provisória ou ato administrativo normativo que fixem para o ente a obrigação legal de sua execução por um período

Questão 86

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Acerca dos orçamentos, determina a Constituição Federal que a lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão de receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operação de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei. A determinação constitucional, nesse sentido, corresponde ao princípio orçamentário da

Questão 87

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
“Consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito”.

Referido conceito corresponde, na execução da despesa pública, à fase de

Questão 88

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Assinale a alternativa correta acerca do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (ICMS).

Questão 89

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Assinale a alternativa que está em consonância com o Sistema Tributário Nacional.

Questão 90

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Determina a Constituição Federal a vedação de instituição de impostos sobre o patrimônio, renda ou serviços entre os titulares do poder de tributar, extensiva às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo poder público, nas condições que estabelece.

Juridicamente, referida vedação corresponde ao instituto tributário da

Questão 91

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A tabela a seguir contém os valores do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para o ano de 2012. Para calcular a inflação ocorrida entre junho e janeiro e apresentá-la em pontos percentuais, o procedimento de cálculo correto seria:

Questão 92

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Se os bancos têm que manter em seu caixa 10% do valor dos depósitos, e o Banco Central exige um depósito compulsório de 40%, podemos concluir que o multiplicador bancário será

Questão 93

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Os determinantes do investimento segundo a teoria keynesiana são:

Questão 94

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No modelo IS-LM, um aumento dos gastos públicos desloca a curva

Questão 95

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Sobre o aumento da taxa de juros americana realizado por Paul Volcker no final da década de 1970, é correto afirmar que:

Questão 96

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» Esta questão foi anulada pela banca.
Sobre a crise da dívida externa nos anos 1980, pode-se afirmar que:

Questão 97

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Qual das afirmações a seguir pode ser atribuída ao Plano Real?

Questão 98

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A Contribuição de Melhoria é um tipo de tributo que

Questão 99

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Um determinado bem é negociado num mercado competitivo. O governo está em dúvida se tributa a produção ou o consumo desse bem. Com relação aos efeitos da tributação, podemos afirmar que:

Questão 100

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O superávit primário pode ser definido como o resultado positivo

Questão 101

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De acordo com a NBC T 16.6, o Balanço Patrimonial, estruturado em Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido, evidencia

Questão 102

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O campo de aplicação da Contabilidade Aplicada ao Setor Público abrange todas as entidades do referido setor. Tais entidades abrangidas devem observar as normas e as técnicas próprias, considerando-se o seguinte escopo:

Questão 103

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Uma empresa pública decidiu atualizar seu centro de processamento de dados com novas e modernas máquinas computadorizadas de grande porte. Portanto, trata-se de um projeto muito grande que inclui os seguintes desembolsos:

I. Serviços de projeto = R$ 100.000,00. A título de adiantamento, houve um pagamento de 40% no ato da assinatura do contrato.
II. Mão de obra terceirizada para montagem dos equipamentos = R$ 150.000,00.
III. Máquinas e materiais diversos = R$ 2.000.000,00.
IV. Sobre as Máquinas e materiais diversos, foi concedido um desconto financeiro de 15%.
V. Todos os impostos estão inclusos na operação e não haverá crédito tributário.

O valor líquido, a ser registrado no Ativo Não Circulante a título de Imobilizado, dessa operação é de

Questão 104

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De acordo com a NBC T 16.2, com base em seus atributos de conversibilidade e exigibilidade, a classificação dos elementos patrimoniais considera a segregação em:

Questão 105

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Considere o texto a seguir.

No que tange à Unidade Contábil, conforme a NBC T 16.1, a soma, agregação ou divisão de patrimônio de uma ou mais entidades do setor público resultará em ________________________. Esse procedimento será utilizado nos casos de registro dos atos e dos fatos que envolvem o patrimônio público ou suas parcelas, em atendimento à necessidade de controle e prestação de contas, de evidenciação e instrumentalização do controle social; unificação de parcelas do patrimônio público vinculadas a unidades contábeis descentralizadas, para fins de controle e evidenciação dos seus resultados; e consolidação de entidades do setor público para fins de atendimento de exigências legais ou necessidades gerenciais.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

Questão 106

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1
O total do Ativo é de R$

Questão 107

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1
O total do Passivo Circulante é de R$

Questão 108

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1
O total do Ativo Não Circulante é de R$

Questão 109

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Fundamentada na NBC T 16.2, a Contabilidade Aplicada ao Setor Público é organizada na forma de sistema de informações, cujos subsistemas, conquanto possam oferecer produtos diferentes em razão da respectiva especificidade, convergem para o produto final, que é a informação sobre o patrimônio público. O sistema contábil está estruturado nos seguintes subsistemas de informações:

Questão 110

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No que tange à redução ao valor recuperável, quanto a sua classificação, pode ser aplicada para o ativo gerador de caixa (aquele mantido com o objetivo de gerar retorno comercial), bem como para o ativo não gerador de caixa (aquele mantido com o objetivo principal de gerar serviços). A maioria dos ativos mantidos por entidades do setor público são ativos não geradores de caixa. Todavia, as orientações contidas no Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público (MCASP) são, inicialmente, direcionadas

Questão 111

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De acordo com o Anexo 15 da Lei n.º 4.320/64, são variações ativas:

Questão 112

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1
Conforme Balanço Orçamentário, fundamentado no Anexo 12
 
da Lei n.º 4.320/64, responda às questões de números 32 e 33.
 
Na coluna Diferenças das Receitas, apresentam-se os seguintes valores:

Questão 113

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1
Conforme Balanço Orçamentário, fundamentado no Anexo 12
 
da Lei n.º 4.320/64, responda às questões de números 32 e 33.
 
O déficit de execução corresponde a

Questão 114

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Segundo a Lei n.º 4.320/64, entende-se por superávit financeiro a diferença

Questão 115

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Acerca da contabilidade orçamentária e financeira, nos moldes do que preconiza a Lei n.º 4.320/64 em seu art. 90, a Contabilidade Pública deverá evidenciar, em seus registros, o montante dos créditos orçamentários vigentes,

Questão 116

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Considerando o enunciado a seguir, classifique os itens que o completam como verdadeiros (V) ou falsos (F).

No que tange à prestação de contas de adiantamentos comuns, o processo de contas relativo a cada adiantamento de dinheiro feito a servidor público deve ser constituído de comprovantes originais de despesa, cuja autorização deve constar expressamente nos autos, isto é, processo. Os processos de prestação de contas são montados, individualmente, numerados nos órgãos de origem, obedecido o sequencial numérico, e conterão, além dos comprovantes originais das despesas, uma via da nota de empenho e balancete acompanhada de uma relação de gastos, quando o número de documentos não couber no balancete.
No processo de tomada de contas só é admitido como comprovante o documento que confirme a despesa realizada dentro do prazo de aplicação, para o qual foi concedido o adiantamento.

Os documentos referentes às prestações de contas observarão o seguinte:

( ) data do mês ou período para qual foi concedido o adiantamento.
( ) notas fiscais, duplicatas e faturas devem ser emitidas em nome da Repartição ou Órgão.
( ) todos os comprovantes de despesas devem ter recibo de quitação, exceto as notas fiscais à vista.
( ) quando houver saldo de numerário, devem ser juntadas ao processo cópias da guia de recolhimento e da nota de anulação de empenho.

A classificação correta obtida, de cima para baixo, é:

Questão 117

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O balanço financeiro, regulamentado pela Lei n.º 4.320/64 demonstrará

Questão 118

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Fundamentado na Lei n.º 4.320/64, em seu artigo 105, o Passivo Financeiro, parte integrante do Balanço Patrimonial, compreenderá:

Questão 119

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De acordo com o Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público, o Balanço Patrimonial é a demonstração contábil que evidencia, por meio de contas representativas do patrimônio público, a situação patrimonial da entidade pública, além das contas de compensação.

De acordo com o texto apresentado, classifique os itens a seguir como verdadeiros (V) ou falsos (F).

( ) Ativo – são recursos controlados pela entidade como resultado de eventos passados e dos quais se espera que resultem para a entidade benefícios econômicos futuros ou potencial de serviços.
( ) Passivo – são obrigações presentes da entidade, derivadas de eventos passados, cujos pagamentos espera-se que resultem para a entidade saídas de recursos capazes de gerar benefícios econômicos ou potencial de serviços.
( ) Passivo não circulante – são obrigações de longo prazo presentes da entidade, derivadas de eventos passados, cujos pagamentos espera-se que resultem para a entidade em saídas de recursos com prazo superiores a doze meses.
( ) Patrimônio Líquido – é o valor residual dos ativos da entidade depois de deduzidos todos os seus passivos.
( ) Contas de Compensação – compreendem os atos que possam vir a afetar o patrimônio.

A classificação correta obtida, de cima para baixo, é:

Questão 120

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Considerando o enunciado a seguir, classifique os itens que o completam como verdadeiros (V) ou falsos (F).

O Balanço Financeiro evidencia a movimentação financeira das entidades do setor público no período a que se refere e discrimina

( ) a receita orçamentária realizada por destinação de recurso (destinação vinculada e/ou destinação ordinária).
( ) a despesa orçamentária executada por destinação de recurso (destinação vinculada e/ou destinação ordinária).
( ) os recebimentos e os pagamentos extraorçamentários.
( ) as transferências ativas e passivas decorrentes, ou não, da execução orçamentária.
( ) o saldo inicial e o saldo final em espécie.

A classificação correta obtida, de cima para baixo, é:

Questão 121

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Um Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas (APOFP), ao ter conhecimento de que haverá um pagamento de débitos oriundos de sentenças transitadas em julgado, constante de precatórios judiciários e que foram apresentados até 1.º de julho, deverá

Questão 122

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Para elaboração e execução do Plano Plurianual 2000-2003 e dos Orçamentos da União, a partir do exercício financeiro do ano de 2000, toda ação finalística do Governo Federal deverá ser estruturada em Programas orientados para a consecução dos objetivos estratégicos definidos para o período do Plano. Convém notar que, entende-se por ação finalística aquela que proporciona bem ou serviço para atendimento direto a demandas da sociedade.

Nesse sentido, ao preparar um programa, o APOFP deverá incluir os seguintes tópicos:

Questão 123

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Ao se analisar um orçamento recentemente preparado para uma entidade, nota-se que tal orçamento foi preparado partindo-se da parte de baixo de uma estrutura organizacional, e com informações muito detalhadas, propiciando uma análise mais crítica dos gastos dessa entidade. Verifica-se ainda que não há informações passadas, como se esse orçamento tivesse sido preparado pela primeira vez, para um eventual comparativo ou algo do gênero. Diante disso, conclui-se que o orçamento a ser analisado é o

Questão 124

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De acordo com o Decreto-Lei Estadual n.º 233/70, serão consideradas como Unidades Orçamentárias os órgãos subordinados ou vinculados diretamente ao Governador ou aos Secretários de Estado. Quando os órgãos não comportarem Administração Financeira e Orçamentária próprias, isoladamente, poderão ter suas dotações consignadas em uma única Unidade Orçamentária. As dotações orçamentárias relativas aos Órgãos de Administração Superior e da Sede, das Secretarias de Estado serão consignadas em uma só Unidade Orçamentária e as dotações orçamentárias

Questão 125

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Classifique os elementos de despesa a seguir, baseando-se na Tabela D da Portaria CPO 001/05.

•   Auxílio-Funeral devido à família do servidor falecido na  atividade, ou aposentado, ou a terceiro que custear, comprovadamente, as despesas com o funeral do ex-servidor;
•   Auxílio-reclusão devido à família do servidor afastado por  motivo de prisão;
•   Auxílio-natalidade  devido  à  servidora,  cônjuge  ou  companheiro servidor público por motivo de nascimento de filho;
•   Auxílio-creche; Auxílio-escola;
•   Reembolso de despesas médicas e outros benefícios pecuniários não enquadrados na categoria de previdenciários.

Essas despesas referem-se ao elemento:

Questão 126

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
De acordo com a Portaria CPO 001/05, os códigos e as ementas constantes das Tabelas A, B, C, D, E, e F, que compõem o anexo desta portaria, deverão ser observados pelos órgãos da administração pública direta, autarquias, inclusive as de regime especial, fundações instituídas e/ou mantidas pelo Poder Público e as empresas públicas e de economia mista, integrantes do Orçamento Fiscal, na

Questão 127

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
O Poder Legislativo cumpre sua missão constitucional de criar novo direito por meio de várias espécies normativas. Para dispor sobre o exercício financeiro, a vigência, os prazos, a elaboração e a organização do Plano Plurianual, da Lei de Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual, bem como estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da administração direta e indireta e também como condições para a instituição e funcionamento de fundos, o Poder Legislativo deve valer-se de qual espécie normativa?

Questão 128

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Os projetos de lei relativos ao Plano Plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma do regimento comum. Neste caso, as emendas ao projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias não poderão ser aprovadas:

Questão 129

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O prefeito da Cidade de Quitoxó do Norte encaminhou, em 01 de julho do corrente ano, as contas do Município, relativas ao exercício anterior, à Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda para consolidação. Posteriormente a este ato, o Município foi impedido de contratar operações de crédito devido ao fato de

Questão 130

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
As contratações de pessoal e movimentações do quadro que importem em alterações de salários ou incremento de despesas de que trata a Constituição Federal somente ocorrerão se houver dotação orçamentária suficiente e estiverem atendidos os requisitos e os limites estabelecidos por

Questão 131

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
A Constituição Federal de 1988, em clara adoção dos princípios federativos e da teoria dos freios e contrapesos preconizados por Montesquieu, houve por bem dotar os entes políticos de capacidades legislativas diversas com o fito de alcançar um verdadeiro “federalismo”.

Ocorre que há certas exceções a estes princípios, notadamente quando mais de um ente “federado” pode legislar sobre a mesma matéria. Assim, há possibilidade de mais de um ente legislar sobre orçamento?

Questão 132

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O Conselho Superior do Ministério Público, após muito trabalho político, conseguiu a aprovação de crédito “especial” para a compra de importantíssimos brasões em ouro maciço para presentear seus membros quando completos dez anos de atividade profissional. Realizada a fase interna da licitação, opinou o chefe da instituição em programar o pagamento da empresa contratada para até o dia 4 de cada mês.

Considerando esse caso hipotético sobre orçamento público, é correto afirmar que:

Questão 133

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É de conhecimento público que os créditos constituídos contra a Fazenda, por decisão judicial que não pode mais ser reformada, têm seu valor corroído pelo tempo inerente a longas batalhas jurídicas. Assim, por ser medida de justiça, é necessário adotar métodos para evitar que o câncer do tempo se abata sobre o valor econômico dos referidos títulos. Sobre tais métodos, pode-se afirmar:

Questão 134

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A receita pública distingue-se em receita orçamentária e receita extraorçamentária. A receita extraorçamentária é representada no balanço patrimonial como passivo financeiro, ou seja, são recursos de terceiros que transitam pelos cofres públicos. Já a receita orçamentária é aquela que

Questão 135

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Analise o texto a seguir, classificando os itens que o completam como verdadeiros (V) ou falsos (F).

A orçamentação da despesa pública passará pelo processo de elaboração da Lei de Orçamento Anual (LOA), de estudo e aprovação, obedecido o Plano Plurianual (PPA) e a Lei da Diretrizes Orçamentárias (LDO). Na elaboração do orçamento anual, o Poder Executivo fará uso da Portaria Interministerial n.º 42/99.

Nos moldes da referida Portaria, e demais legislações aplicáveis, as ações do governo serão identificadas em termos de:

( ) Função: deve-se entender o maior nível de agregação das diversas áreas de despesa que competem ao setor público.
( ) Subfunção: representa uma partição da função, visando agregar determinado subconjunto de despesas do setor público.
( ) Programa: representa o instrumento de organização da ação governamental visando à concretização dos objetivos pretendidos, sendo mensurado por indicadores estabelecidos no Plano Plurianual.
( ) Projeto: representa o instrumento de programação para alcançar o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de operações, limitadas no tempo, das quais resulta um produto que concorre para a expansão ou o aperfeiçoamento da ação do governo.
( ) Atividade: representa um instrumento e programação para alcançar o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de operações que se realizem de modo contínuo e permanente, das quais resulta um produto necessário à manutenção de ação do governo.
( ) Operações especiais: representam as despesas que não contribuem para a manutenção das ações do governo, das quais não resulta um produto, e não geram contraprestação direta sob forma de bens ou serviços.
( ) Administração: representa as ações do governo na gestão da despesa pública, nos processos orçamentários e aplicação da legislação vigente.

A classificação correta obtida, de cima para baixo, é:

Questão 136

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Quanto às Categorias Econômicas, as despesas são:

Questão 137

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Quanto aos Grupos de Natureza, as despesas são:

Questão 138

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Em cada ano, será elaborado um orçamento-programa, que pormenorizará a etapa do(a):

Questão 139

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Será integrado ao projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, o anexo de metas fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.

De acordo com o texto, classifique os itens a seguir como verdadeiros (V) ou falsos (F).

( ) Avaliação de desempenho do cumprimento das metas relativas a anos anteriores.
( ) Avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior.
( ) Demonstrativo das metas anuais, instruído com memória e metodologia de cálculo que justifiquem os resultados pretendidos, comparando-as com as fixadas nos três exercícios anteriores, e evidenciando a consistência delas com as premissas e os objetivos da política econômica nacional.
( ) Evolução do patrimônio líquido, também nos últimos três exercícios, destacando a origem e a aplicação dos recursos obtidos com a alienação de ativos.
( ) Avaliação da situação financeira e atuarial.

A classificação correta obtida, de cima para baixo, é:

Questão 140

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O projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) será elaborado de forma compatível com

Questão 141

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O documento mediante o qual o auditor independente expressa sua opinião, de forma clara e objetiva, sobre as demonstrações contábeis quanto ao adequado atendimento, ou não, em todos os aspectos relevantes relacionados às práticas e princípios contábeis brasileiros, entre outros aspectos, é o parecer de auditoria ou relatório dos auditores. Portanto, a expressão “as demonstrações contábeis não refletem a situação patrimonial e financeira da companhia em determinada data” significa que o parecer será classificado como um parecer

Questão 142

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De acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade e suas interpretações técnicas, o auditor deve evidenciar as questões que foram consideradas importantes, visando fundamentar seu trabalho de auditoria e comprovar que a auditoria foi executada de acordo com as normas da profissão e dos trabalhos.

Diante disso, pode-se afirmar que esse processo está relacionado à norma

Questão 143

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O objetivo do auditor é comunicar apropriadamente as deficiências de controle interno que identificou durante a auditoria e que, no seu julgamento profissional, são de importância suficiente para merecer sua divulgação e esclarecimento. O auditor, ao se deparar com uma fraude que impactará diretamente na emissão do relatório, deverá comunicar o fato

Questão 144

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Dentre as atribuições de um auditor, estar alerta a evidências de auditoria que contradigam outras evidências obtidas; informações que coloquem em dúvida a confiabilidade dos documentos e respostas a indagações a serem usadas como evidências de auditoria; condições que possam indicar possível fraude; e circunstâncias que sugiram a necessidade de procedimentos de auditoria, além dos exigidos pelas NBC TAs, significa

Questão 145

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O auditor, ao considerar todos os fatos divulgados; as atas de reuniões de acionistas, administradores e outros órgãos estatutários ou decisórios; os informes de qualquer espécie divulgados pela entidade; e a existência de fatos não revelados pela administração nas demonstrações contábeis que tenham efeitos retroativos relevantes sobre essas demonstrações, está buscando suporte para formar uma opinião, considerando:

Questão 146

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O uso de Processamento Eletrônico de Dados (PED) por uma empresa está ligado diretamente à eficiência e competência com que esta processa e armazena informações vitais para formação de informações contábeis e de relatórios, afetando assim a organização e os procedimentos adotados por ela na consecução de adequados controles internos.

Nesse contexto, considerando que o PED será avaliado em conjunto com os controles internos da empresa, porque deles faz parte, o auditor deve dispor de compreensão suficiente dos recursos de PED e dos sistemas de processamento existentes a fim de avaliá-los

Questão 147

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Pode-se afirmar que controles internos são:

Questão 148

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Um dos principais objetivos do auditor interno ou da auditoria interna é:

Questão 149

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A Norma Brasileira de Contabilidade – NBC TA 550 –, que trata da responsabilidade do auditor no que se refere ao relacionamento e transações com partes relacionadas durante a execução da auditoria de demonstrações contábeis, especificamente, amplia a maneira como a NBC TA 315, a NBC TA 330 e a NBC TA 240 devem ser aplicadas em relação aos riscos

Questão 150

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
O acompanhamento, pelos auditores externos, do inventário físico de estoques de matéria-prima, produtos em processo, produtos acabados e material auxiliar de uma indústria metalúrgica em uma determinada data-base, para efeito da auditoria das demonstrações contábeis, é um teste

Questão 151

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Um auditor, ao confrontar com uma empresa que apresenta prejuízos anuais recorrentes, na qual não há eficiência nas unidades geradoras de caixa e que mantém o seu patrimônio líquido a descoberto, avaliará a empresa no pressuposto de

Questão 152

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
Os trabalhos de avaliação requeridos pelo Judiciário estão diretamente relacionados a

Questão 153

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O auditor, ao selecionar uma amostra de documentos relacionados às rubricas de despesas, a fim de verificar ou atestar a existência e veracidade das despesas, valores corretos, bem com sua contabilização, está cumprindo com um teste

Questão 154

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A Propriedade para investimento é a propriedade (terreno ou edifício – ou parte de edifício – ou ambos) mantida para auferir aluguel ou para valorização do capital ou para ambos, e não para uso na produção, ou fornecimento de bens, ou serviços ou para finalidades administrativas, nem para venda no curso ordinário do negócio, e deverá ser classificada no

Questão 155

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Trata-se da aplicação de procedimentos de auditoria em menos de 100% dos itens de população relevante para fins de auditoria, de maneira que todas as unidades-base tenham a mesma chance de serem selecionadas para proporcionar uma base razoável que possibilite ao auditor concluir sobre toda a população. O texto refere-se ao conceito de

Questão 156

SEFAZ/SP 2013 - VUNESP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas
É uma atividade especializada aplicada em entidades, que compreende o levantamento de dados e a análise da produtividade, seja qualitativa ou quantitativa, e a rentabilidade dessas entidades; custos das operações, do equilíbrio e do crescimento estrutural e patrimonial, incluindo a situação financeira. Ademais, consiste em revisões sistemáticas de programas, organizações, atividades ou segmentos operacionais dos setores públicos e privados, com a finalidade de avaliar e comunicar se os recursos da organização estão sendo usados eficientemente, bem como se estão sendo alcançados os objetivos operacionais. Entende-se, ainda, que é o processo de avaliação do desempenho real, em confronto com o esperado, o que leva, inevitavelmente, à apresentação de recomendações destinadas a melhorar o desempenho e a aumentar o êxito dos negócios empresariais.

O texto trata da auditoria

Questão 157

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Por ocasião da finalização dos trabalhos de auditoria, e imediatamente antes da emissão do parecer final com a opinião do auditor sobre as demonstrações contábeis, o auditor, obrigatoriamente, e por força de Norma Contábil (NBC TA 580), solicita informações e confirmações da administração da empresa, como evidência de auditoria, que estarão formalizadas num documento denominado

Questão 158

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O processo que envolve a definição de estratégia global para o trabalho e o desenvolvimento de plano de auditoria, bem como se mostra benéfico para a auditoria das demonstrações contábeis de várias maneiras, inclusive no auxílio ao auditor para: dedicar atenção apropriada às áreas importantes da auditoria; identificar e resolver tempestivamente problemas potenciais; organizar adequadamente o trabalho de auditoria para que seja realizado de forma eficaz e eficiente; entre outros benefícios, é denominado de

Questão 159

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Os adiantamentos a fornecedores, para compra de bens que serão utilizados na manutenção das atividades da empresa, devem ser contabilizados e classificados no

Questão 160

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Os procedimentos de verificação de índices de liquidez, variações ativas, passivas, volume de operações, rotatividade ativa e passiva, análise horizontal e vertical do resultado, bem como na identificação de itens não usuais, podendo ser por uma leitura do razão contábil, são testes usualmente utilizados



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