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Agente Penitenciário
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SEJUS/ES 2013

Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária

Questão 1

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
1
João Carlos de Souza Luiz cumpre pena há três anos e dois
 
meses por assalto. Fransley Lapavani Silva está há sete anos
 
preso por homicídio. Os dois têm 30 anos. Além dos muros,
 
grades, cadeados e detectores de metal, eles têm outros pontos
5
em comum: tabuleiros e peças de xadrez.
 
O jogo, que eles aprenderam na cadeia, além de uma válvula
 
de escape para as horas de tédio, tornou-se uma metáfora para o
 
que pretendem fazer quando estiverem em liberdade.
 
“Quando você vai jogar uma partida de xadrez, tem que pen-
10
sar duas, três vezes antes. Se você movimenta uma peça errada,
 
pode perder uma peça de muito valor ou tomar um xeque-mate,
 
instantaneamente. Se eu for para a rua e movimentar a peça errada,
 
eu posso perder uma peça muito importante na minha vida, como
 
eu perdi três anos na cadeia. Mas, na rua, o problema maior é to-
15
mar o xeque-mate”, afirma João Carlos.
 
O xadrez faz parte da rotina de cerca de dois mil internos em
 
22 unidades prisionais do Espírito Santo. É o projeto “Xadrez
 
que liberta”. Duas vezes por semana, os presos podem praticar a
 
atividade sob a orientação de servidores da Secretaria de Estado
20
da Justiça (Sejus). Na próxima sexta-feira, será realizado o pri-
 
meiro torneio fora dos presídios desde que o projeto foi implan-
 
tado. Vinte e oito internos de 14 unidades participam da disputa,
 
inclusive João Carlos e Fransley, que diz que a vitória não é o
 
mais importante.
25
“Só de chegar até aqui já estou muito feliz, porque eu não
 
esperava. A vitória não é tudo. Eu espero alcançar outras coisas
 
devido ao xadrez, como ser olhado com outros olhos, como es-
 
tou sendo olhado de forma diferente aqui no presídio devido ao
 
bom comportamento”.
30
Segundo a coordenadora do projeto, Francyany Cândido
 
Venturin, o “Xadrez que liberta” tem provocado boas mudanças
 
no comportamento dos presos. “Tem surtido um efeito positivo
 
por eles se tornarem uma referência positiva dentro da unidade,
 
já que cumprem melhor as regras, respeitam o próximo e pensam
35
melhor nas suas ações, refletem antes de tomar uma atitude”.
 
Embora a Sejus não monitore os egressos que ganham a li-
 
berdade, para saber se mantêm o hábito do xadrez, João Carlos já
 
faz planos. “Eu incentivo não só os colegas, mas também minha
 
família. Sou casado e tenho três filhos. Já passei para a minha
40
família: xadrez, quando eu sair para a rua, todo mundo vai ter
 
que aprender porque vai rolar até o torneio familiar”.
 
“Medidas de promoção de educação e que possibilitem que
 
o egresso saia melhor do que entrou são muito importantes. Nós
 
não temos pena de morte ou prisão perpétua no Brasil. O preso
45
tem data para entrar e data para sair, então ele tem que sair sem
 
retornar para o crime”, analisa o presidente do Conselho Estadual
 
de Direitos Humanos, Bruno Alves de Souza Toledo.
(Disponível em: www.inapbrasil.com.br/en/noticias/xadrez-que-liberta-estrategia- -concentracao-e-reeducacao/6/noticias. Acesso em: 18.08.2012. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que o

Questão 2

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
1
João Carlos de Souza Luiz cumpre pena há três anos e dois
 
meses por assalto. Fransley Lapavani Silva está há sete anos
 
preso por homicídio. Os dois têm 30 anos. Além dos muros,
 
grades, cadeados e detectores de metal, eles têm outros pontos
5
em comum: tabuleiros e peças de xadrez.
 
O jogo, que eles aprenderam na cadeia, além de uma válvula
 
de escape para as horas de tédio, tornou-se uma metáfora para o
 
que pretendem fazer quando estiverem em liberdade.
 
“Quando você vai jogar uma partida de xadrez, tem que pen-
10
sar duas, três vezes antes. Se você movimenta uma peça errada,
 
pode perder uma peça de muito valor ou tomar um xeque-mate,
 
instantaneamente. Se eu for para a rua e movimentar a peça errada,
 
eu posso perder uma peça muito importante na minha vida, como
 
eu perdi três anos na cadeia. Mas, na rua, o problema maior é to-
15
mar o xeque-mate”, afirma João Carlos.
 
O xadrez faz parte da rotina de cerca de dois mil internos em
 
22 unidades prisionais do Espírito Santo. É o projeto “Xadrez
 
que liberta”. Duas vezes por semana, os presos podem praticar a
 
atividade sob a orientação de servidores da Secretaria de Estado
20
da Justiça (Sejus). Na próxima sexta-feira, será realizado o pri-
 
meiro torneio fora dos presídios desde que o projeto foi implan-
 
tado. Vinte e oito internos de 14 unidades participam da disputa,
 
inclusive João Carlos e Fransley, que diz que a vitória não é o
 
mais importante.
25
“Só de chegar até aqui já estou muito feliz, porque eu não
 
esperava. A vitória não é tudo. Eu espero alcançar outras coisas
 
devido ao xadrez, como ser olhado com outros olhos, como es-
 
tou sendo olhado de forma diferente aqui no presídio devido ao
 
bom comportamento”.
30
Segundo a coordenadora do projeto, Francyany Cândido
 
Venturin, o “Xadrez que liberta” tem provocado boas mudanças
 
no comportamento dos presos. “Tem surtido um efeito positivo
 
por eles se tornarem uma referência positiva dentro da unidade,
 
já que cumprem melhor as regras, respeitam o próximo e pensam
35
melhor nas suas ações, refletem antes de tomar uma atitude”.
 
Embora a Sejus não monitore os egressos que ganham a li-
 
berdade, para saber se mantêm o hábito do xadrez, João Carlos já
 
faz planos. “Eu incentivo não só os colegas, mas também minha
 
família. Sou casado e tenho três filhos. Já passei para a minha
40
família: xadrez, quando eu sair para a rua, todo mundo vai ter
 
que aprender porque vai rolar até o torneio familiar”.
 
“Medidas de promoção de educação e que possibilitem que
 
o egresso saia melhor do que entrou são muito importantes. Nós
 
não temos pena de morte ou prisão perpétua no Brasil. O preso
45
tem data para entrar e data para sair, então ele tem que sair sem
 
retornar para o crime”, analisa o presidente do Conselho Estadual
 
de Direitos Humanos, Bruno Alves de Souza Toledo.
(Disponível em: www.inapbrasil.com.br/en/noticias/xadrez-que-liberta-estrategia- -concentracao-e-reeducacao/6/noticias. Acesso em: 18.08.2012. Adaptado)
Segundo o texto, pode-se afirmar corretamente que

Questão 3

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
1
João Carlos de Souza Luiz cumpre pena há três anos e dois
 
meses por assalto. Fransley Lapavani Silva está há sete anos
 
preso por homicídio. Os dois têm 30 anos. Além dos muros,
 
grades, cadeados e detectores de metal, eles têm outros pontos
5
em comum: tabuleiros e peças de xadrez.
 
O jogo, que eles aprenderam na cadeia, além de uma válvula
 
de escape para as horas de tédio, tornou-se uma metáfora para o
 
que pretendem fazer quando estiverem em liberdade.
 
“Quando você vai jogar uma partida de xadrez, tem que pen-
10
sar duas, três vezes antes. Se você movimenta uma peça errada,
 
pode perder uma peça de muito valor ou tomar um xeque-mate,
 
instantaneamente. Se eu for para a rua e movimentar a peça errada,
 
eu posso perder uma peça muito importante na minha vida, como
 
eu perdi três anos na cadeia. Mas, na rua, o problema maior é to-
15
mar o xeque-mate”, afirma João Carlos.
 
O xadrez faz parte da rotina de cerca de dois mil internos em
 
22 unidades prisionais do Espírito Santo. É o projeto “Xadrez
 
que liberta”. Duas vezes por semana, os presos podem praticar a
 
atividade sob a orientação de servidores da Secretaria de Estado
20
da Justiça (Sejus). Na próxima sexta-feira, será realizado o pri-
 
meiro torneio fora dos presídios desde que o projeto foi implan-
 
tado. Vinte e oito internos de 14 unidades participam da disputa,
 
inclusive João Carlos e Fransley, que diz que a vitória não é o
 
mais importante.
25
“Só de chegar até aqui já estou muito feliz, porque eu não
 
esperava. A vitória não é tudo. Eu espero alcançar outras coisas
 
devido ao xadrez, como ser olhado com outros olhos, como es-
 
tou sendo olhado de forma diferente aqui no presídio devido ao
 
bom comportamento”.
30
Segundo a coordenadora do projeto, Francyany Cândido
 
Venturin, o “Xadrez que liberta” tem provocado boas mudanças
 
no comportamento dos presos. “Tem surtido um efeito positivo
 
por eles se tornarem uma referência positiva dentro da unidade,
 
já que cumprem melhor as regras, respeitam o próximo e pensam
35
melhor nas suas ações, refletem antes de tomar uma atitude”.
 
Embora a Sejus não monitore os egressos que ganham a li-
 
berdade, para saber se mantêm o hábito do xadrez, João Carlos já
 
faz planos. “Eu incentivo não só os colegas, mas também minha
 
família. Sou casado e tenho três filhos. Já passei para a minha
40
família: xadrez, quando eu sair para a rua, todo mundo vai ter
 
que aprender porque vai rolar até o torneio familiar”.
 
“Medidas de promoção de educação e que possibilitem que
 
o egresso saia melhor do que entrou são muito importantes. Nós
 
não temos pena de morte ou prisão perpétua no Brasil. O preso
45
tem data para entrar e data para sair, então ele tem que sair sem
 
retornar para o crime”, analisa o presidente do Conselho Estadual
 
de Direitos Humanos, Bruno Alves de Souza Toledo.
(Disponível em: www.inapbrasil.com.br/en/noticias/xadrez-que-liberta-estrategia- -concentracao-e-reeducacao/6/noticias. Acesso em: 18.08.2012. Adaptado)
Analise a seguinte frase do texto.

Se você movimenta uma peça errada, pode perder uma peça de muito valor ou tomar um xeque-mate, instantaneamente.

De acordo com a norma-padrão, substituindo-se a forma verbal “movimenta” por “movimentasse”, em lugar de “pode perder” deve-se empregar

Questão 4

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
1
João Carlos de Souza Luiz cumpre pena há três anos e dois
 
meses por assalto. Fransley Lapavani Silva está há sete anos
 
preso por homicídio. Os dois têm 30 anos. Além dos muros,
 
grades, cadeados e detectores de metal, eles têm outros pontos
5
em comum: tabuleiros e peças de xadrez.
 
O jogo, que eles aprenderam na cadeia, além de uma válvula
 
de escape para as horas de tédio, tornou-se uma metáfora para o
 
que pretendem fazer quando estiverem em liberdade.
 
“Quando você vai jogar uma partida de xadrez, tem que pen-
10
sar duas, três vezes antes. Se você movimenta uma peça errada,
 
pode perder uma peça de muito valor ou tomar um xeque-mate,
 
instantaneamente. Se eu for para a rua e movimentar a peça errada,
 
eu posso perder uma peça muito importante na minha vida, como
 
eu perdi três anos na cadeia. Mas, na rua, o problema maior é to-
15
mar o xeque-mate”, afirma João Carlos.
 
O xadrez faz parte da rotina de cerca de dois mil internos em
 
22 unidades prisionais do Espírito Santo. É o projeto “Xadrez
 
que liberta”. Duas vezes por semana, os presos podem praticar a
 
atividade sob a orientação de servidores da Secretaria de Estado
20
da Justiça (Sejus). Na próxima sexta-feira, será realizado o pri-
 
meiro torneio fora dos presídios desde que o projeto foi implan-
 
tado. Vinte e oito internos de 14 unidades participam da disputa,
 
inclusive João Carlos e Fransley, que diz que a vitória não é o
 
mais importante.
25
“Só de chegar até aqui já estou muito feliz, porque eu não
 
esperava. A vitória não é tudo. Eu espero alcançar outras coisas
 
devido ao xadrez, como ser olhado com outros olhos, como es-
 
tou sendo olhado de forma diferente aqui no presídio devido ao
 
bom comportamento”.
30
Segundo a coordenadora do projeto, Francyany Cândido
 
Venturin, o “Xadrez que liberta” tem provocado boas mudanças
 
no comportamento dos presos. “Tem surtido um efeito positivo
 
por eles se tornarem uma referência positiva dentro da unidade,
 
já que cumprem melhor as regras, respeitam o próximo e pensam
35
melhor nas suas ações, refletem antes de tomar uma atitude”.
 
Embora a Sejus não monitore os egressos que ganham a li-
 
berdade, para saber se mantêm o hábito do xadrez, João Carlos já
 
faz planos. “Eu incentivo não só os colegas, mas também minha
 
família. Sou casado e tenho três filhos. Já passei para a minha
40
família: xadrez, quando eu sair para a rua, todo mundo vai ter
 
que aprender porque vai rolar até o torneio familiar”.
 
“Medidas de promoção de educação e que possibilitem que
 
o egresso saia melhor do que entrou são muito importantes. Nós
 
não temos pena de morte ou prisão perpétua no Brasil. O preso
45
tem data para entrar e data para sair, então ele tem que sair sem
 
retornar para o crime”, analisa o presidente do Conselho Estadual
 
de Direitos Humanos, Bruno Alves de Souza Toledo.
(Disponível em: www.inapbrasil.com.br/en/noticias/xadrez-que-liberta-estrategia- -concentracao-e-reeducacao/6/noticias. Acesso em: 18.08.2012. Adaptado)
No trecho – ... xadrez, quando eu sair para a rua, todo mundo vai ter que aprender porque vai rolar até o torneio familiar. – o termo em destaque expressa relação de

Questão 5

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
1
João Carlos de Souza Luiz cumpre pena há três anos e dois
 
meses por assalto. Fransley Lapavani Silva está há sete anos
 
preso por homicídio. Os dois têm 30 anos. Além dos muros,
 
grades, cadeados e detectores de metal, eles têm outros pontos
5
em comum: tabuleiros e peças de xadrez.
 
O jogo, que eles aprenderam na cadeia, além de uma válvula
 
de escape para as horas de tédio, tornou-se uma metáfora para o
 
que pretendem fazer quando estiverem em liberdade.
 
“Quando você vai jogar uma partida de xadrez, tem que pen-
10
sar duas, três vezes antes. Se você movimenta uma peça errada,
 
pode perder uma peça de muito valor ou tomar um xeque-mate,
 
instantaneamente. Se eu for para a rua e movimentar a peça errada,
 
eu posso perder uma peça muito importante na minha vida, como
 
eu perdi três anos na cadeia. Mas, na rua, o problema maior é to-
15
mar o xeque-mate”, afirma João Carlos.
 
O xadrez faz parte da rotina de cerca de dois mil internos em
 
22 unidades prisionais do Espírito Santo. É o projeto “Xadrez
 
que liberta”. Duas vezes por semana, os presos podem praticar a
 
atividade sob a orientação de servidores da Secretaria de Estado
20
da Justiça (Sejus). Na próxima sexta-feira, será realizado o pri-
 
meiro torneio fora dos presídios desde que o projeto foi implan-
 
tado. Vinte e oito internos de 14 unidades participam da disputa,
 
inclusive João Carlos e Fransley, que diz que a vitória não é o
 
mais importante.
25
“Só de chegar até aqui já estou muito feliz, porque eu não
 
esperava. A vitória não é tudo. Eu espero alcançar outras coisas
 
devido ao xadrez, como ser olhado com outros olhos, como es-
 
tou sendo olhado de forma diferente aqui no presídio devido ao
 
bom comportamento”.
30
Segundo a coordenadora do projeto, Francyany Cândido
 
Venturin, o “Xadrez que liberta” tem provocado boas mudanças
 
no comportamento dos presos. “Tem surtido um efeito positivo
 
por eles se tornarem uma referência positiva dentro da unidade,
 
já que cumprem melhor as regras, respeitam o próximo e pensam
35
melhor nas suas ações, refletem antes de tomar uma atitude”.
 
Embora a Sejus não monitore os egressos que ganham a li-
 
berdade, para saber se mantêm o hábito do xadrez, João Carlos já
 
faz planos. “Eu incentivo não só os colegas, mas também minha
 
família. Sou casado e tenho três filhos. Já passei para a minha
40
família: xadrez, quando eu sair para a rua, todo mundo vai ter
 
que aprender porque vai rolar até o torneio familiar”.
 
“Medidas de promoção de educação e que possibilitem que
 
o egresso saia melhor do que entrou são muito importantes. Nós
 
não temos pena de morte ou prisão perpétua no Brasil. O preso
45
tem data para entrar e data para sair, então ele tem que sair sem
 
retornar para o crime”, analisa o presidente do Conselho Estadual
 
de Direitos Humanos, Bruno Alves de Souza Toledo.
(Disponível em: www.inapbrasil.com.br/en/noticias/xadrez-que-liberta-estrategia- -concentracao-e-reeducacao/6/noticias. Acesso em: 18.08.2012. Adaptado)
Em – Na próxima sexta-feira, será realizado o primeiro torneio fora dos presídios desde que o projeto foi implantado. – a expressão em destaque tem valor temporal.

Assinale a alternativa em que o termo destacado na oração também expressa circunstância de tempo.

Questão 6

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
1
João Carlos de Souza Luiz cumpre pena há três anos e dois
 
meses por assalto. Fransley Lapavani Silva está há sete anos
 
preso por homicídio. Os dois têm 30 anos. Além dos muros,
 
grades, cadeados e detectores de metal, eles têm outros pontos
5
em comum: tabuleiros e peças de xadrez.
 
O jogo, que eles aprenderam na cadeia, além de uma válvula
 
de escape para as horas de tédio, tornou-se uma metáfora para o
 
que pretendem fazer quando estiverem em liberdade.
 
“Quando você vai jogar uma partida de xadrez, tem que pen-
10
sar duas, três vezes antes. Se você movimenta uma peça errada,
 
pode perder uma peça de muito valor ou tomar um xeque-mate,
 
instantaneamente. Se eu for para a rua e movimentar a peça errada,
 
eu posso perder uma peça muito importante na minha vida, como
 
eu perdi três anos na cadeia. Mas, na rua, o problema maior é to-
15
mar o xeque-mate”, afirma João Carlos.
 
O xadrez faz parte da rotina de cerca de dois mil internos em
 
22 unidades prisionais do Espírito Santo. É o projeto “Xadrez
 
que liberta”. Duas vezes por semana, os presos podem praticar a
 
atividade sob a orientação de servidores da Secretaria de Estado
20
da Justiça (Sejus). Na próxima sexta-feira, será realizado o pri-
 
meiro torneio fora dos presídios desde que o projeto foi implan-
 
tado. Vinte e oito internos de 14 unidades participam da disputa,
 
inclusive João Carlos e Fransley, que diz que a vitória não é o
 
mais importante.
25
“Só de chegar até aqui já estou muito feliz, porque eu não
 
esperava. A vitória não é tudo. Eu espero alcançar outras coisas
 
devido ao xadrez, como ser olhado com outros olhos, como es-
 
tou sendo olhado de forma diferente aqui no presídio devido ao
 
bom comportamento”.
30
Segundo a coordenadora do projeto, Francyany Cândido
 
Venturin, o “Xadrez que liberta” tem provocado boas mudanças
 
no comportamento dos presos. “Tem surtido um efeito positivo
 
por eles se tornarem uma referência positiva dentro da unidade,
 
já que cumprem melhor as regras, respeitam o próximo e pensam
35
melhor nas suas ações, refletem antes de tomar uma atitude”.
 
Embora a Sejus não monitore os egressos que ganham a li-
 
berdade, para saber se mantêm o hábito do xadrez, João Carlos já
 
faz planos. “Eu incentivo não só os colegas, mas também minha
 
família. Sou casado e tenho três filhos. Já passei para a minha
40
família: xadrez, quando eu sair para a rua, todo mundo vai ter
 
que aprender porque vai rolar até o torneio familiar”.
 
“Medidas de promoção de educação e que possibilitem que
 
o egresso saia melhor do que entrou são muito importantes. Nós
 
não temos pena de morte ou prisão perpétua no Brasil. O preso
45
tem data para entrar e data para sair, então ele tem que sair sem
 
retornar para o crime”, analisa o presidente do Conselho Estadual
 
de Direitos Humanos, Bruno Alves de Souza Toledo.
(Disponível em: www.inapbrasil.com.br/en/noticias/xadrez-que-liberta-estrategia- -concentracao-e-reeducacao/6/noticias. Acesso em: 18.08.2012. Adaptado)
No trecho – Tem surtido um efeito positivo por eles se tornarem uma referência positiva dentro da unidade, já que cumprem melhor as regras, respeitam o próximo e pensam melhor nas suas ações, refletem antes de tomar uma atitude. – o termo em destaque estabelece entre as orações uma relação de

Questão 7

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
1
João Carlos de Souza Luiz cumpre pena há três anos e dois
 
meses por assalto. Fransley Lapavani Silva está há sete anos
 
preso por homicídio. Os dois têm 30 anos. Além dos muros,
 
grades, cadeados e detectores de metal, eles têm outros pontos
5
em comum: tabuleiros e peças de xadrez.
 
O jogo, que eles aprenderam na cadeia, além de uma válvula
 
de escape para as horas de tédio, tornou-se uma metáfora para o
 
que pretendem fazer quando estiverem em liberdade.
 
“Quando você vai jogar uma partida de xadrez, tem que pen-
10
sar duas, três vezes antes. Se você movimenta uma peça errada,
 
pode perder uma peça de muito valor ou tomar um xeque-mate,
 
instantaneamente. Se eu for para a rua e movimentar a peça errada,
 
eu posso perder uma peça muito importante na minha vida, como
 
eu perdi três anos na cadeia. Mas, na rua, o problema maior é to-
15
mar o xeque-mate”, afirma João Carlos.
 
O xadrez faz parte da rotina de cerca de dois mil internos em
 
22 unidades prisionais do Espírito Santo. É o projeto “Xadrez
 
que liberta”. Duas vezes por semana, os presos podem praticar a
 
atividade sob a orientação de servidores da Secretaria de Estado
20
da Justiça (Sejus). Na próxima sexta-feira, será realizado o pri-
 
meiro torneio fora dos presídios desde que o projeto foi implan-
 
tado. Vinte e oito internos de 14 unidades participam da disputa,
 
inclusive João Carlos e Fransley, que diz que a vitória não é o
 
mais importante.
25
“Só de chegar até aqui já estou muito feliz, porque eu não
 
esperava. A vitória não é tudo. Eu espero alcançar outras coisas
 
devido ao xadrez, como ser olhado com outros olhos, como es-
 
tou sendo olhado de forma diferente aqui no presídio devido ao
 
bom comportamento”.
30
Segundo a coordenadora do projeto, Francyany Cândido
 
Venturin, o “Xadrez que liberta” tem provocado boas mudanças
 
no comportamento dos presos. “Tem surtido um efeito positivo
 
por eles se tornarem uma referência positiva dentro da unidade,
 
já que cumprem melhor as regras, respeitam o próximo e pensam
35
melhor nas suas ações, refletem antes de tomar uma atitude”.
 
Embora a Sejus não monitore os egressos que ganham a li-
 
berdade, para saber se mantêm o hábito do xadrez, João Carlos já
 
faz planos. “Eu incentivo não só os colegas, mas também minha
 
família. Sou casado e tenho três filhos. Já passei para a minha
40
família: xadrez, quando eu sair para a rua, todo mundo vai ter
 
que aprender porque vai rolar até o torneio familiar”.
 
“Medidas de promoção de educação e que possibilitem que
 
o egresso saia melhor do que entrou são muito importantes. Nós
 
não temos pena de morte ou prisão perpétua no Brasil. O preso
45
tem data para entrar e data para sair, então ele tem que sair sem
 
retornar para o crime”, analisa o presidente do Conselho Estadual
 
de Direitos Humanos, Bruno Alves de Souza Toledo.
(Disponível em: www.inapbrasil.com.br/en/noticias/xadrez-que-liberta-estrategia- -concentracao-e-reeducacao/6/noticias. Acesso em: 18.08.2012. Adaptado)
Considerando o contexto em que as seguintes frases foram produzidas, assinale a alternativa em que há emprego figurado das palavras.

Questão 8

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Analise as afirmações a seguir.

I. Em – Há sete anos, Fransley Lapavani Silva está preso por homicídio. – o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração do sentido do texto, por “faz”.

II. A frase – Todo preso deseja a libertação. – pode ser reescrita da seguinte forma – Todo preso aspira à libertação.

III. No trecho – ... estou sendo olhado de forma diferente aqui no presídio devido ao bom comportamento. – pode-se substituir a expressão em destaque por “em razão do”, sem alterar o sentido do texto.

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, está correto o que se afirma em

Questão 9

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
O Instituto Nacional de Administração Prisional (INAP) também desenvolve atividades lúdicas de apoio __________ ressocialização do indivíduo preso, com o objetivo de prepará-lo para o retorno _________ sociedade. Dessa forma, quando em liberdade, ele estará capacitado __________ter uma profissão e uma vida digna.
(Disponível em: www.metropolitana.com.br/blog/qual_e_a_importancia da_ressocializacao_de_presos. Acesso em: 18.08.2012. Adaptado)

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

Questão 10

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
1
O Brasil é signatário de tratados que versam sobre direitos
 
humanos como o Pacto de San José, a Declaração Americana
 
dos Direitos e Deveres do Homem e a Declaração Universal dos
 
Direitos Humanos da ONU. Todos eles proíbem o tratamento
5
degradante do preso.
 
Iniciativas estão sendo tomadas no sentido de buscar me-
 
lhores condições de vida para os detentos e os egressos do sis-
 
tema prisional. Exemplos disso são os programas “Começar de
 
Novo” e o “Mutirão Carcerário”, desenvolvidos pelo Conselho
10
Nacional de Justiça (CNJ).
 
O CNJ tem realizado mutirões carcerários para identificar
 
pessoas que já cumpriram pena ou que tenham direito à progres-
 
são de regime prisional e ainda continuam encarceradas. Esse
 
trabalho já resultou na liberdade de mais de 2200 presos que
15
puderam exercer o direito à progressão prisional ou já tinham
 
cumprido pena e ainda continuavam presos. Para o presidente
 
do Supremo e do CNJ, não basta somente libertar as pessoas que
 
estavam presas irregularmente. Esse trabalho, para ele, precisa
 
ser acompanhado de “uma séria política de reintegração social”,
20
para evitar a reincidência.
 
O projeto “Começar de Novo” busca sensibilizar entidades
 
públicas e privadas para promover a ressocialização dos presos,
 
por meio de propostas de trabalho e de cursos de capacitação
 
profissional para presos e egressos do sistema carcerário, de
25
modo a concretizar ações de cidadania e promover a redução da
 
reincidência.
 
Como prevê a Constituição de 1988, o Pacto de San José
 
da Costa Rica e a Lei de Execução Penal, é preciso dar condi-
 
ções dignas ao preso. “Muito mais do que o valor pecuniário
30
do salário, avulta nessa jornada a importância de resgatar-se
 
inteiramente a dignidade do ser humano que, mesmo havendo
 
ultrapassado os limites da lei, em momento algum deixou de
 
ser cidadão plenamente e respeitado por todos”, defende o pre-
 
sidente do STF e CNJ.
(Disponível em: www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe. asp?idConteudo=116383. Acesso em: 18.08.2012. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que

Questão 11

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
1
O Brasil é signatário de tratados que versam sobre direitos
 
humanos como o Pacto de San José, a Declaração Americana
 
dos Direitos e Deveres do Homem e a Declaração Universal dos
 
Direitos Humanos da ONU. Todos eles proíbem o tratamento
5
degradante do preso.
 
Iniciativas estão sendo tomadas no sentido de buscar me-
 
lhores condições de vida para os detentos e os egressos do sis-
 
tema prisional. Exemplos disso são os programas “Começar de
 
Novo” e o “Mutirão Carcerário”, desenvolvidos pelo Conselho
10
Nacional de Justiça (CNJ).
 
O CNJ tem realizado mutirões carcerários para identificar
 
pessoas que já cumpriram pena ou que tenham direito à progres-
 
são de regime prisional e ainda continuam encarceradas. Esse
 
trabalho já resultou na liberdade de mais de 2200 presos que
15
puderam exercer o direito à progressão prisional ou já tinham
 
cumprido pena e ainda continuavam presos. Para o presidente
 
do Supremo e do CNJ, não basta somente libertar as pessoas que
 
estavam presas irregularmente. Esse trabalho, para ele, precisa
 
ser acompanhado de “uma séria política de reintegração social”,
20
para evitar a reincidência.
 
O projeto “Começar de Novo” busca sensibilizar entidades
 
públicas e privadas para promover a ressocialização dos presos,
 
por meio de propostas de trabalho e de cursos de capacitação
 
profissional para presos e egressos do sistema carcerário, de
25
modo a concretizar ações de cidadania e promover a redução da
 
reincidência.
 
Como prevê a Constituição de 1988, o Pacto de San José
 
da Costa Rica e a Lei de Execução Penal, é preciso dar condi-
 
ções dignas ao preso. “Muito mais do que o valor pecuniário
30
do salário, avulta nessa jornada a importância de resgatar-se
 
inteiramente a dignidade do ser humano que, mesmo havendo
 
ultrapassado os limites da lei, em momento algum deixou de
 
ser cidadão plenamente e respeitado por todos”, defende o pre-
 
sidente do STF e CNJ.
(Disponível em: www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe. asp?idConteudo=116383. Acesso em: 18.08.2012. Adaptado)
Segundo o texto, pode-se afirmar corretamente que

Questão 12

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
1
O Brasil é signatário de tratados que versam sobre direitos
 
humanos como o Pacto de San José, a Declaração Americana
 
dos Direitos e Deveres do Homem e a Declaração Universal dos
 
Direitos Humanos da ONU. Todos eles proíbem o tratamento
5
degradante do preso.
 
Iniciativas estão sendo tomadas no sentido de buscar me-
 
lhores condições de vida para os detentos e os egressos do sis-
 
tema prisional. Exemplos disso são os programas “Começar de
 
Novo” e o “Mutirão Carcerário”, desenvolvidos pelo Conselho
10
Nacional de Justiça (CNJ).
 
O CNJ tem realizado mutirões carcerários para identificar
 
pessoas que já cumpriram pena ou que tenham direito à progres-
 
são de regime prisional e ainda continuam encarceradas. Esse
 
trabalho já resultou na liberdade de mais de 2200 presos que
15
puderam exercer o direito à progressão prisional ou já tinham
 
cumprido pena e ainda continuavam presos. Para o presidente
 
do Supremo e do CNJ, não basta somente libertar as pessoas que
 
estavam presas irregularmente. Esse trabalho, para ele, precisa
 
ser acompanhado de “uma séria política de reintegração social”,
20
para evitar a reincidência.
 
O projeto “Começar de Novo” busca sensibilizar entidades
 
públicas e privadas para promover a ressocialização dos presos,
 
por meio de propostas de trabalho e de cursos de capacitação
 
profissional para presos e egressos do sistema carcerário, de
25
modo a concretizar ações de cidadania e promover a redução da
 
reincidência.
 
Como prevê a Constituição de 1988, o Pacto de San José
 
da Costa Rica e a Lei de Execução Penal, é preciso dar condi-
 
ções dignas ao preso. “Muito mais do que o valor pecuniário
30
do salário, avulta nessa jornada a importância de resgatar-se
 
inteiramente a dignidade do ser humano que, mesmo havendo
 
ultrapassado os limites da lei, em momento algum deixou de
 
ser cidadão plenamente e respeitado por todos”, defende o pre-
 
sidente do STF e CNJ.
(Disponível em: www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe. asp?idConteudo=116383. Acesso em: 18.08.2012. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra “como” foi empregada com a mesma função gramatical com que aparece na seguinte frase do texto:
Como prevê a Constituição de 1988, o Pacto de San José da Costa Rica e a Lei de Execução Penal, é preciso dar condições dignas ao preso.

Questão 13

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1
O Brasil é signatário de tratados que versam sobre direitos
 
humanos como o Pacto de San José, a Declaração Americana
 
dos Direitos e Deveres do Homem e a Declaração Universal dos
 
Direitos Humanos da ONU. Todos eles proíbem o tratamento
5
degradante do preso.
 
Iniciativas estão sendo tomadas no sentido de buscar me-
 
lhores condições de vida para os detentos e os egressos do sis-
 
tema prisional. Exemplos disso são os programas “Começar de
 
Novo” e o “Mutirão Carcerário”, desenvolvidos pelo Conselho
10
Nacional de Justiça (CNJ).
 
O CNJ tem realizado mutirões carcerários para identificar
 
pessoas que já cumpriram pena ou que tenham direito à progres-
 
são de regime prisional e ainda continuam encarceradas. Esse
 
trabalho já resultou na liberdade de mais de 2200 presos que
15
puderam exercer o direito à progressão prisional ou já tinham
 
cumprido pena e ainda continuavam presos. Para o presidente
 
do Supremo e do CNJ, não basta somente libertar as pessoas que
 
estavam presas irregularmente. Esse trabalho, para ele, precisa
 
ser acompanhado de “uma séria política de reintegração social”,
20
para evitar a reincidência.
 
O projeto “Começar de Novo” busca sensibilizar entidades
 
públicas e privadas para promover a ressocialização dos presos,
 
por meio de propostas de trabalho e de cursos de capacitação
 
profissional para presos e egressos do sistema carcerário, de
25
modo a concretizar ações de cidadania e promover a redução da
 
reincidência.
 
Como prevê a Constituição de 1988, o Pacto de San José
 
da Costa Rica e a Lei de Execução Penal, é preciso dar condi-
 
ções dignas ao preso. “Muito mais do que o valor pecuniário
30
do salário, avulta nessa jornada a importância de resgatar-se
 
inteiramente a dignidade do ser humano que, mesmo havendo
 
ultrapassado os limites da lei, em momento algum deixou de
 
ser cidadão plenamente e respeitado por todos”, defende o pre-
 
sidente do STF e CNJ.
(Disponível em: www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe. asp?idConteudo=116383. Acesso em: 18.08.2012. Adaptado)
Em – O projeto “Começar de Novo” busca sensibilizar entidades públicas e privadas para promover a ressocialização dos presos... – o termo em destaque estabelece uma relação de

Questão 14

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1
O Brasil é signatário de tratados que versam sobre direitos
 
humanos como o Pacto de San José, a Declaração Americana
 
dos Direitos e Deveres do Homem e a Declaração Universal dos
 
Direitos Humanos da ONU. Todos eles proíbem o tratamento
5
degradante do preso.
 
Iniciativas estão sendo tomadas no sentido de buscar me-
 
lhores condições de vida para os detentos e os egressos do sis-
 
tema prisional. Exemplos disso são os programas “Começar de
 
Novo” e o “Mutirão Carcerário”, desenvolvidos pelo Conselho
10
Nacional de Justiça (CNJ).
 
O CNJ tem realizado mutirões carcerários para identificar
 
pessoas que já cumpriram pena ou que tenham direito à progres-
 
são de regime prisional e ainda continuam encarceradas. Esse
 
trabalho já resultou na liberdade de mais de 2200 presos que
15
puderam exercer o direito à progressão prisional ou já tinham
 
cumprido pena e ainda continuavam presos. Para o presidente
 
do Supremo e do CNJ, não basta somente libertar as pessoas que
 
estavam presas irregularmente. Esse trabalho, para ele, precisa
 
ser acompanhado de “uma séria política de reintegração social”,
20
para evitar a reincidência.
 
O projeto “Começar de Novo” busca sensibilizar entidades
 
públicas e privadas para promover a ressocialização dos presos,
 
por meio de propostas de trabalho e de cursos de capacitação
 
profissional para presos e egressos do sistema carcerário, de
25
modo a concretizar ações de cidadania e promover a redução da
 
reincidência.
 
Como prevê a Constituição de 1988, o Pacto de San José
 
da Costa Rica e a Lei de Execução Penal, é preciso dar condi-
 
ções dignas ao preso. “Muito mais do que o valor pecuniário
30
do salário, avulta nessa jornada a importância de resgatar-se
 
inteiramente a dignidade do ser humano que, mesmo havendo
 
ultrapassado os limites da lei, em momento algum deixou de
 
ser cidadão plenamente e respeitado por todos”, defende o pre-
 
sidente do STF e CNJ.
(Disponível em: www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe. asp?idConteudo=116383. Acesso em: 18.08.2012. Adaptado)
No trecho – Muito mais do que o valor pecuniário do salário, avulta nessa jornada a importância de resgatar-se inteiramente a dignidade do ser humano... – a palavra em destaque pode ser substituída, sem alterar o sentido do texto, por

Questão 15

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Assinale a alternativa em que, de acordo com a norma-padrão, a pontuação foi corretamente empregada.

Questão 16

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Um professor de matemática colocou, na lousa, o dia e o mês em que será aplicada a sua prova, da seguinte maneira:


O dia e o mês da aplicação da prova será

Questão 17

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
O sindicato de uma categoria fez uma pesquisa com 420 trabalhadores de uma empresa e constatou que a razão entre o número de trabalhadores satisfeitos com o emprego e o número de trabalhadores insatisfeitos com o emprego era 2/5 . Se 20 trabalhadores insatisfeitos pedirem demissão, essa razão passará a ser

Questão 18

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Para uma festa foram convidadas 150 pessoas, mas 30% não compareceram e, das pessoas que estavam presentes, 20% foram embora antes do final. Em relação ao total de pessoas convidadas, as que ficaram até o final da festa representam uma porcentagem de

Questão 19

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Uma pessoa comprou queijo fatiado para fazer sanduíches e colocou 3 fatias de queijo em cada um deles, não restando nenhuma fatia. Se colocasse 2 fatias de queijo em cada sanduíche, com a mesma quantidade de fatias compradas, poderia fazer 5 sanduíches a mais. O número de fatias compradas foi

Questão 20

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Uma loja colocou em promoção camisetas pretas e camisetas brancas. A tabela mostra o número de camisetas vendidas nos 3 primeiros dias da promoção.


Considerando-se o total de camisetas pretas e brancas vendidas nos 3 primeiros dias, o gráfico que representa as porcentagens diárias dessas vendas é

Questão 21

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Em uma empresa está ocorrendo um surto de gripe muito forte e por isso muitos funcionários estão faltando ao trabalho. A tabela mostra o número de faltas ocorridas de 2.ª a 6.ª feira.


Na média, o número de faltas por dia, de 2.ª até 6.ª feira, foi 4. O número de funcionários que faltaram na 6.ª feira foi

Questão 22

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Uma sala retangular com 4 m de largura e 18 m de perímetro será reformada, e terá sua largura aumentada em 1 m. Para que a nova área passe a ser o dobro da área original, será necessário aumentar o seu comprimento em

Questão 23

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Uma pessoa comprou determinada quantidade de salada de maionese para uma festa. Se servir porções de 300 g para cada convidado ficará faltando 200 g para um deles, mas se servir porções com 280 g para cada convidado, sobrará 100 g. O total de salada de maionese comprada, em kg, foi

Questão 24

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Uma empresa cercou a lateral do seu terreno com uma grade de ferro, formada por barras paralelas e pintou cada barra de uma cor, usando as cores amarela [A], rosa [R], branca [B], laranja [L] e vermelha [V], obedecendo a seguinte ordem:
A A A A A V V V B B B R R L L L L L..., conforme ilustra a figura.

Mantendo-se sempre essa mesma sequência de cores e suas respectivas quantidades e sabendo que a grade toda possui 403 barras, a última barra será da cor

Questão 25

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Um bloco para anotações tem a forma de um paralelepípedo, de base quadrada com 5 cm de aresta. Sabendo que 20 folhas correspondem a uma altura de 4 mm e que esse bloco tem 780 folhas, então o volume, em cm3, desse bloco é

Questão 26

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
A forte chuva não desanimou as mães, as grávidas, as doulas e outros profissionais da saúde que acompanharam a Marcha
(...). O protesto reuniu cerca de 200 pessoas na orla de Ipanema, na zona sul da cidade.
(http://noticias.uol.com.br. 05.08.2012. Adaptado)

O trecho refere-se ao protesto em favor

Questão 27

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
No Brasil, está prevista, desde 1983, a implantação de Programa de Controle de Infecção Hospitalar (PCIH) em unidades hospitalares, com envio sistemático de informações às autoridades governamentais de saúde. Dentre as várias fontes de dados de pacientes hospitalizados nos diversos sistemas de informações do Sistema Único de Saúde (SUS) existem: a Autorização de Internação Hospitalar (AIH), Sistema de Informações Hospitalares (SIH-SUS) e Sistema de Gerenciamento Hospitalar (HosPUB). Sobre essas bases, é correto afirmar que

Questão 28

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Neil Armstrong morreu aos 82 anos, vítima de complicações após uma cirurgia cardíaca realizada no início de agosto de 2012 para desobstruir as artérias coronárias.
Lembrado como “um herói americano”, sua família destacou que Armstrong serviu a Nação com orgulho, como piloto da Marinha, piloto de provas e astronauta.
(Portal R7.com. 26.08.2012. Adaptado)

Neil Armstrong ficou conhecido por, em 1969, ter se tornado o primeiro homem a

Questão 29

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou, em setembro de 2012, que o atestado de óbito do jornalista Vladimir Herzog seja retificado, para constar do documento que a morte dele “decorreu de lesões e maus-tratos sofridos em dependência do II Exército – SP (DOI-CODI)”.
(http://www.tribunahoje.com/noticia/40588/brasil/2012/09/25/ atestado-de-obito-de-vladimir-herzog-sera-alterado.html)

Vladimir Herzog morreu em outubro de 1975 e sua morte constava como suicídio. A decisão da justiça baseou-se numa iniciativa da Comissão criada para esclarecer as violações de direitos humanos no período de 1946 a 1988.

Trata-se da Comissão

Questão 30

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
O ano de 2012 foi marcado pela perda de personalidades importantes das artes e cultura brasileira. E foi marcado também pelas comemorações de vários centenários de nascimento, como o do dramaturgo, jornalista e escritor, autor de sucessos como Vestido de Noiva, Engraçadinha e Noivas de Copacabana.

Trata-se de

Questão 31

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Sobre as Regras Mínimas para o Tratamento de Pessoas Presas, aprovadas pela ONU, analise as assertivas a seguir:

I. Em circunstâncias excepcionais, quando o preso necessitar afastar-se do estabelecimento penitenciário para fins autorizados, ele poderá usar suas próprias roupas, desde que chamem atenção sobre si, a fim de facilitar eventual identificação por autoridades se houver necessidade.

II. É garantido ao preso ser visto o menos possível pelo público quando estiver sendo transferido para outro estabelecimento prisional.

III. Instrumentos como algemas e correntes podem ser utilizados como instrumentos de punição apenas em casos excepcionais.

Está correto o que se afirma em

Questão 32

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Assinale a alternativa que traga dispositivo constitucional inspirado no princípio da liberdade.

Questão 33

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A Constituição Federal de 1988 garante o seguinte direito ao preso:

Questão 34

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
De acordo com a Constituição Federal de 1988,

Questão 35

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
A execução penal tem por objetivo efetivar as disposições de sentença ou decisão criminal com o fim de

Questão 36

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Incumbe ao serviço de assistência social:

Questão 37

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Considera-se egresso, para os efeitos da Lei de Execução Penal:

Questão 38

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O trabalho do condenado, como dever social e condição de dignidade humana, terá finalidade

Questão 39

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Constituem deveres do condenado:

Questão 40

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Na execução das penas restritivas de direitos, o poder disciplinar será exercido

Questão 41

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Comete falta grave o condenado à pena privativa de liberdade que

Questão 42

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
O Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, com sede na Capital da República, é subordinado ao

Questão 43

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O Ministério Público fiscalizará a execução da pena e da medida de segurança, oficiando no processo executivo e nos incidentes da execução. Incumbe, ainda, ao Ministério Público:

Questão 44

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Conforme a Lei de Execução Penal, os estabelecimentos penais destinam-se ao condenado, ao submetido à medida de segurança, ao preso provisório e ao

Questão 45

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Assinale a alternativa correta.

Questão 46

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
Analise as assertivas a seguir:

I. É proibida a atribuição de trabalho em atividades ou operações consideradas insalubres, perigosas ou penosas à servidora pública gestante ou lactante.

II. O 13.º vencimento será pago no valor correspondente à remuneração percebida no mês de aniversário do servidor, com exceção das hipóteses legalmente enumeradas.

III. Equipara-se ao acidente em serviço o dano sofrido no percurso para o local de refeição ou de volta dele, no intervalo do trabalho.

Está correto o que se afirma em

Questão 47

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
É correto afirmar que:

Questão 48

SEJUS/ES 2013 - VUNESP - Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária
O condenado por crime de tortura, em regra, e salvo exceção legal,

Questão 49

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Analise as assertivas a seguir:

I. ofender a integridade corporal de outrem;

II. expor a perigo a vida de pessoal sob sua autoridade, sujeitando-a a trabalho excessivo ou inadequado;

III. constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental em razão de discriminação racial.

À luz da Lei n.º 9.455/97, constitui crime de tortura apenas o(s) fato(s) descrito(s) no(s) item(ns)

Questão 50

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Segundo o disposto na Lei n.º 9.455/97, se o crime de tortura for cometido contra criança, gestante, portador de deficiência, adolescente ou maior de 60 (sessenta) anos, pode-se afirmar que a pena



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