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Secretário de Escola Advogado
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Pref. São Roque/SP 2020

Inspetor de Alunos

Questão 1

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
1
Ana teve uma discussão com o marido e se trancou no
 
quarto, chateadíssima. Encostou-se na cama, fechou os
 
olhos e começou a respirar fundo para se acalmar, porque o
 
que sentia naquela hora era vontade de avançar nele. Mas o
5
cansaço falou mais alto que a raiva. Um trabalho estressante,
 
filhos dando preocupações, pais idosos para cuidar. A exaus-
 
tão cobrou seu preço e Ana adormeceu.
 
Quando acordou, ela lembrou-se que tinha discutido com
 
o marido, lembrou-se da raiva que sentiu quando se fechou
10
no quarto, mas... qual era mesmo o motivo da briga? Ana foi
 
tomada por um esquecimento total, irremediável. Por nada
 
deste mundo conseguia se lembrar. O esgotamento que vem
 
enfrentando parece ter comprometido profundamente a me-
 
mória dela. Ela se esquece de tudo e, naquele momento, o
15
motivo da briga havia sumido completamente de sua cabeça.
 
Ana saiu do quarto devagar, foi até a cozinha, preparou
 
um chá e voltou para o quarto. Daí a pouco, Douglas, o ma-
 
rido, entrou, já era hora de dormir, e perguntou: “Tá mais cal-
 
ma?”. Ela sacudiu a cabeça, dizendo: “Você não é fácil...” e
20
voltou a ler um livro em silêncio até adormecer. Na manhã
 
seguinte, cada um saiu correndo para o trabalho, à noite eles
 
se encontraram como se na véspera nada houvesse aconte-
 
cido e até hoje Ana não tem a menor ideia do que a fez brigar
 
com o marido.
25
A maioria das brigas de casais é provocada por razões
 
absolutamente tolas, risíveis, motivos que merecem ser
 
esquecidos. Se as pessoas fizessem as contas de quanto
 
tempo já perderam nessas discussões desnecessárias, o re-
 
sultado seria assustador. É muito desperdício de vida. São
30
tardes jogadas pela janela, sábados que não voltam mais,
 
noites que poderiam ser dedicadas a um bom filme, manhãs
 
de verão que poderiam ter se desdobrado em dias de absolu-
 
ta leveza, em vez de produzir amargura, ressentimento, mau
 
humor e fazer as pessoas consumirem mais um comprimido
35
para dor de cabeça ou dor de estômago.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
De acordo com a leitura do texto, é correto afirmar que Ana, após ter brigado com o marido,

Questão 2

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
1
Ana teve uma discussão com o marido e se trancou no
 
quarto, chateadíssima. Encostou-se na cama, fechou os
 
olhos e começou a respirar fundo para se acalmar, porque o
 
que sentia naquela hora era vontade de avançar nele. Mas o
5
cansaço falou mais alto que a raiva. Um trabalho estressante,
 
filhos dando preocupações, pais idosos para cuidar. A exaus-
 
tão cobrou seu preço e Ana adormeceu.
 
Quando acordou, ela lembrou-se que tinha discutido com
 
o marido, lembrou-se da raiva que sentiu quando se fechou
10
no quarto, mas... qual era mesmo o motivo da briga? Ana foi
 
tomada por um esquecimento total, irremediável. Por nada
 
deste mundo conseguia se lembrar. O esgotamento que vem
 
enfrentando parece ter comprometido profundamente a me-
 
mória dela. Ela se esquece de tudo e, naquele momento, o
15
motivo da briga havia sumido completamente de sua cabeça.
 
Ana saiu do quarto devagar, foi até a cozinha, preparou
 
um chá e voltou para o quarto. Daí a pouco, Douglas, o ma-
 
rido, entrou, já era hora de dormir, e perguntou: “Tá mais cal-
 
ma?”. Ela sacudiu a cabeça, dizendo: “Você não é fácil...” e
20
voltou a ler um livro em silêncio até adormecer. Na manhã
 
seguinte, cada um saiu correndo para o trabalho, à noite eles
 
se encontraram como se na véspera nada houvesse aconte-
 
cido e até hoje Ana não tem a menor ideia do que a fez brigar
 
com o marido.
25
A maioria das brigas de casais é provocada por razões
 
absolutamente tolas, risíveis, motivos que merecem ser
 
esquecidos. Se as pessoas fizessem as contas de quanto
 
tempo já perderam nessas discussões desnecessárias, o re-
 
sultado seria assustador. É muito desperdício de vida. São
30
tardes jogadas pela janela, sábados que não voltam mais,
 
noites que poderiam ser dedicadas a um bom filme, manhãs
 
de verão que poderiam ter se desdobrado em dias de absolu-
 
ta leveza, em vez de produzir amargura, ressentimento, mau
 
humor e fazer as pessoas consumirem mais um comprimido
35
para dor de cabeça ou dor de estômago.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
Conforme a leitura do 3º parágrafo, é correto afirmar que Douglas teve, em relação à mulher, uma atitude

Questão 3

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
1
Ana teve uma discussão com o marido e se trancou no
 
quarto, chateadíssima. Encostou-se na cama, fechou os
 
olhos e começou a respirar fundo para se acalmar, porque o
 
que sentia naquela hora era vontade de avançar nele. Mas o
5
cansaço falou mais alto que a raiva. Um trabalho estressante,
 
filhos dando preocupações, pais idosos para cuidar. A exaus-
 
tão cobrou seu preço e Ana adormeceu.
 
Quando acordou, ela lembrou-se que tinha discutido com
 
o marido, lembrou-se da raiva que sentiu quando se fechou
10
no quarto, mas... qual era mesmo o motivo da briga? Ana foi
 
tomada por um esquecimento total, irremediável. Por nada
 
deste mundo conseguia se lembrar. O esgotamento que vem
 
enfrentando parece ter comprometido profundamente a me-
 
mória dela. Ela se esquece de tudo e, naquele momento, o
15
motivo da briga havia sumido completamente de sua cabeça.
 
Ana saiu do quarto devagar, foi até a cozinha, preparou
 
um chá e voltou para o quarto. Daí a pouco, Douglas, o ma-
 
rido, entrou, já era hora de dormir, e perguntou: “Tá mais cal-
 
ma?”. Ela sacudiu a cabeça, dizendo: “Você não é fácil...” e
20
voltou a ler um livro em silêncio até adormecer. Na manhã
 
seguinte, cada um saiu correndo para o trabalho, à noite eles
 
se encontraram como se na véspera nada houvesse aconte-
 
cido e até hoje Ana não tem a menor ideia do que a fez brigar
 
com o marido.
25
A maioria das brigas de casais é provocada por razões
 
absolutamente tolas, risíveis, motivos que merecem ser
 
esquecidos. Se as pessoas fizessem as contas de quanto
 
tempo já perderam nessas discussões desnecessárias, o re-
 
sultado seria assustador. É muito desperdício de vida. São
30
tardes jogadas pela janela, sábados que não voltam mais,
 
noites que poderiam ser dedicadas a um bom filme, manhãs
 
de verão que poderiam ter se desdobrado em dias de absolu-
 
ta leveza, em vez de produzir amargura, ressentimento, mau
 
humor e fazer as pessoas consumirem mais um comprimido
35
para dor de cabeça ou dor de estômago.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
A leitura do último parágrafo permite afirmar que

Questão 4

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
1
Ana teve uma discussão com o marido e se trancou no
 
quarto, chateadíssima. Encostou-se na cama, fechou os
 
olhos e começou a respirar fundo para se acalmar, porque o
 
que sentia naquela hora era vontade de avançar nele. Mas o
5
cansaço falou mais alto que a raiva. Um trabalho estressante,
 
filhos dando preocupações, pais idosos para cuidar. A exaus-
 
tão cobrou seu preço e Ana adormeceu.
 
Quando acordou, ela lembrou-se que tinha discutido com
 
o marido, lembrou-se da raiva que sentiu quando se fechou
10
no quarto, mas... qual era mesmo o motivo da briga? Ana foi
 
tomada por um esquecimento total, irremediável. Por nada
 
deste mundo conseguia se lembrar. O esgotamento que vem
 
enfrentando parece ter comprometido profundamente a me-
 
mória dela. Ela se esquece de tudo e, naquele momento, o
15
motivo da briga havia sumido completamente de sua cabeça.
 
Ana saiu do quarto devagar, foi até a cozinha, preparou
 
um chá e voltou para o quarto. Daí a pouco, Douglas, o ma-
 
rido, entrou, já era hora de dormir, e perguntou: “Tá mais cal-
 
ma?”. Ela sacudiu a cabeça, dizendo: “Você não é fácil...” e
20
voltou a ler um livro em silêncio até adormecer. Na manhã
 
seguinte, cada um saiu correndo para o trabalho, à noite eles
 
se encontraram como se na véspera nada houvesse aconte-
 
cido e até hoje Ana não tem a menor ideia do que a fez brigar
 
com o marido.
25
A maioria das brigas de casais é provocada por razões
 
absolutamente tolas, risíveis, motivos que merecem ser
 
esquecidos. Se as pessoas fizessem as contas de quanto
 
tempo já perderam nessas discussões desnecessárias, o re-
 
sultado seria assustador. É muito desperdício de vida. São
30
tardes jogadas pela janela, sábados que não voltam mais,
 
noites que poderiam ser dedicadas a um bom filme, manhãs
 
de verão que poderiam ter se desdobrado em dias de absolu-
 
ta leveza, em vez de produzir amargura, ressentimento, mau
 
humor e fazer as pessoas consumirem mais um comprimido
35
para dor de cabeça ou dor de estômago.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
No trecho – Ana foi tomada por um esquecimento total, irremediável. – a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por

Questão 5

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
1
Ana teve uma discussão com o marido e se trancou no
 
quarto, chateadíssima. Encostou-se na cama, fechou os
 
olhos e começou a respirar fundo para se acalmar, porque o
 
que sentia naquela hora era vontade de avançar nele. Mas o
5
cansaço falou mais alto que a raiva. Um trabalho estressante,
 
filhos dando preocupações, pais idosos para cuidar. A exaus-
 
tão cobrou seu preço e Ana adormeceu.
 
Quando acordou, ela lembrou-se que tinha discutido com
 
o marido, lembrou-se da raiva que sentiu quando se fechou
10
no quarto, mas... qual era mesmo o motivo da briga? Ana foi
 
tomada por um esquecimento total, irremediável. Por nada
 
deste mundo conseguia se lembrar. O esgotamento que vem
 
enfrentando parece ter comprometido profundamente a me-
 
mória dela. Ela se esquece de tudo e, naquele momento, o
15
motivo da briga havia sumido completamente de sua cabeça.
 
Ana saiu do quarto devagar, foi até a cozinha, preparou
 
um chá e voltou para o quarto. Daí a pouco, Douglas, o ma-
 
rido, entrou, já era hora de dormir, e perguntou: “Tá mais cal-
 
ma?”. Ela sacudiu a cabeça, dizendo: “Você não é fácil...” e
20
voltou a ler um livro em silêncio até adormecer. Na manhã
 
seguinte, cada um saiu correndo para o trabalho, à noite eles
 
se encontraram como se na véspera nada houvesse aconte-
 
cido e até hoje Ana não tem a menor ideia do que a fez brigar
 
com o marido.
25
A maioria das brigas de casais é provocada por razões
 
absolutamente tolas, risíveis, motivos que merecem ser
 
esquecidos. Se as pessoas fizessem as contas de quanto
 
tempo já perderam nessas discussões desnecessárias, o re-
 
sultado seria assustador. É muito desperdício de vida. São
30
tardes jogadas pela janela, sábados que não voltam mais,
 
noites que poderiam ser dedicadas a um bom filme, manhãs
 
de verão que poderiam ter se desdobrado em dias de absolu-
 
ta leveza, em vez de produzir amargura, ressentimento, mau
 
humor e fazer as pessoas consumirem mais um comprimido
35
para dor de cabeça ou dor de estômago.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada atribui uma qualidade ao vocábulo anterior.

Questão 6

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
1
Ana teve uma discussão com o marido e se trancou no
 
quarto, chateadíssima. Encostou-se na cama, fechou os
 
olhos e começou a respirar fundo para se acalmar, porque o
 
que sentia naquela hora era vontade de avançar nele. Mas o
5
cansaço falou mais alto que a raiva. Um trabalho estressante,
 
filhos dando preocupações, pais idosos para cuidar. A exaus-
 
tão cobrou seu preço e Ana adormeceu.
 
Quando acordou, ela lembrou-se que tinha discutido com
 
o marido, lembrou-se da raiva que sentiu quando se fechou
10
no quarto, mas... qual era mesmo o motivo da briga? Ana foi
 
tomada por um esquecimento total, irremediável. Por nada
 
deste mundo conseguia se lembrar. O esgotamento que vem
 
enfrentando parece ter comprometido profundamente a me-
 
mória dela. Ela se esquece de tudo e, naquele momento, o
15
motivo da briga havia sumido completamente de sua cabeça.
 
Ana saiu do quarto devagar, foi até a cozinha, preparou
 
um chá e voltou para o quarto. Daí a pouco, Douglas, o ma-
 
rido, entrou, já era hora de dormir, e perguntou: “Tá mais cal-
 
ma?”. Ela sacudiu a cabeça, dizendo: “Você não é fácil...” e
20
voltou a ler um livro em silêncio até adormecer. Na manhã
 
seguinte, cada um saiu correndo para o trabalho, à noite eles
 
se encontraram como se na véspera nada houvesse aconte-
 
cido e até hoje Ana não tem a menor ideia do que a fez brigar
 
com o marido.
25
A maioria das brigas de casais é provocada por razões
 
absolutamente tolas, risíveis, motivos que merecem ser
 
esquecidos. Se as pessoas fizessem as contas de quanto
 
tempo já perderam nessas discussões desnecessárias, o re-
 
sultado seria assustador. É muito desperdício de vida. São
30
tardes jogadas pela janela, sábados que não voltam mais,
 
noites que poderiam ser dedicadas a um bom filme, manhãs
 
de verão que poderiam ter se desdobrado em dias de absolu-
 
ta leveza, em vez de produzir amargura, ressentimento, mau
 
humor e fazer as pessoas consumirem mais um comprimido
35
para dor de cabeça ou dor de estômago.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
Na frase – O esgotamento que vem enfrentando parece ter comprometido profundamente a memória dela. – a palavra destacada tem sentido contrário de

Questão 7

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
1
Ana teve uma discussão com o marido e se trancou no
 
quarto, chateadíssima. Encostou-se na cama, fechou os
 
olhos e começou a respirar fundo para se acalmar, porque o
 
que sentia naquela hora era vontade de avançar nele. Mas o
5
cansaço falou mais alto que a raiva. Um trabalho estressante,
 
filhos dando preocupações, pais idosos para cuidar. A exaus-
 
tão cobrou seu preço e Ana adormeceu.
 
Quando acordou, ela lembrou-se que tinha discutido com
 
o marido, lembrou-se da raiva que sentiu quando se fechou
10
no quarto, mas... qual era mesmo o motivo da briga? Ana foi
 
tomada por um esquecimento total, irremediável. Por nada
 
deste mundo conseguia se lembrar. O esgotamento que vem
 
enfrentando parece ter comprometido profundamente a me-
 
mória dela. Ela se esquece de tudo e, naquele momento, o
15
motivo da briga havia sumido completamente de sua cabeça.
 
Ana saiu do quarto devagar, foi até a cozinha, preparou
 
um chá e voltou para o quarto. Daí a pouco, Douglas, o ma-
 
rido, entrou, já era hora de dormir, e perguntou: “Tá mais cal-
 
ma?”. Ela sacudiu a cabeça, dizendo: “Você não é fácil...” e
20
voltou a ler um livro em silêncio até adormecer. Na manhã
 
seguinte, cada um saiu correndo para o trabalho, à noite eles
 
se encontraram como se na véspera nada houvesse aconte-
 
cido e até hoje Ana não tem a menor ideia do que a fez brigar
 
com o marido.
25
A maioria das brigas de casais é provocada por razões
 
absolutamente tolas, risíveis, motivos que merecem ser
 
esquecidos. Se as pessoas fizessem as contas de quanto
 
tempo já perderam nessas discussões desnecessárias, o re-
 
sultado seria assustador. É muito desperdício de vida. São
30
tardes jogadas pela janela, sábados que não voltam mais,
 
noites que poderiam ser dedicadas a um bom filme, manhãs
 
de verão que poderiam ter se desdobrado em dias de absolu-
 
ta leveza, em vez de produzir amargura, ressentimento, mau
 
humor e fazer as pessoas consumirem mais um comprimido
35
para dor de cabeça ou dor de estômago.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
A forma verbal destacada está no tempo presente em:

Questão 8

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
1
Ana teve uma discussão com o marido e se trancou no
 
quarto, chateadíssima. Encostou-se na cama, fechou os
 
olhos e começou a respirar fundo para se acalmar, porque o
 
que sentia naquela hora era vontade de avançar nele. Mas o
5
cansaço falou mais alto que a raiva. Um trabalho estressante,
 
filhos dando preocupações, pais idosos para cuidar. A exaus-
 
tão cobrou seu preço e Ana adormeceu.
 
Quando acordou, ela lembrou-se que tinha discutido com
 
o marido, lembrou-se da raiva que sentiu quando se fechou
10
no quarto, mas... qual era mesmo o motivo da briga? Ana foi
 
tomada por um esquecimento total, irremediável. Por nada
 
deste mundo conseguia se lembrar. O esgotamento que vem
 
enfrentando parece ter comprometido profundamente a me-
 
mória dela. Ela se esquece de tudo e, naquele momento, o
15
motivo da briga havia sumido completamente de sua cabeça.
 
Ana saiu do quarto devagar, foi até a cozinha, preparou
 
um chá e voltou para o quarto. Daí a pouco, Douglas, o ma-
 
rido, entrou, já era hora de dormir, e perguntou: “Tá mais cal-
 
ma?”. Ela sacudiu a cabeça, dizendo: “Você não é fácil...” e
20
voltou a ler um livro em silêncio até adormecer. Na manhã
 
seguinte, cada um saiu correndo para o trabalho, à noite eles
 
se encontraram como se na véspera nada houvesse aconte-
 
cido e até hoje Ana não tem a menor ideia do que a fez brigar
 
com o marido.
25
A maioria das brigas de casais é provocada por razões
 
absolutamente tolas, risíveis, motivos que merecem ser
 
esquecidos. Se as pessoas fizessem as contas de quanto
 
tempo já perderam nessas discussões desnecessárias, o re-
 
sultado seria assustador. É muito desperdício de vida. São
30
tardes jogadas pela janela, sábados que não voltam mais,
 
noites que poderiam ser dedicadas a um bom filme, manhãs
 
de verão que poderiam ter se desdobrado em dias de absolu-
 
ta leveza, em vez de produzir amargura, ressentimento, mau
 
humor e fazer as pessoas consumirem mais um comprimido
35
para dor de cabeça ou dor de estômago.
(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)
No trecho - ... fechou os olhos e começou a respirar fundo para se acalmar... – a palavra destacada estabelece sentido de

Questão 9

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
O emprego da vírgula atende à norma-padrão da língua portuguesa em:

Questão 10

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
Assinale a alternativa em que o uso da crase está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

Questão 11

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
1
Todo casal briga. Às vezes, por uma questão de momen-
 
to, um dos dois está estressado e acaba descontando no par-
 
ceiro. Ou então, os dois estão nervosos e a situação piora
 
ainda mais. Só que, quando essas brigas acontecem a todo
5
momento e são graves a ponto de atrapalhar a vida de casal,
 
é sinal de que algo não vai bem no relacionamento.
 
Existem vários tipos de casais. Aqueles que brigam a
 
cada cinco minutos, mas são pequenas discussões leves e
 
tudo volta ao normal rapidamente. E há aqueles que, quando
10
brigam, é por algo mais sério, gerando uma grande batalha
 
entre argumentos e pontos de vista. O que não é saudável
 
para um relacionamento é quando as brigas se tornam mo-
 
mentos de agressão e xingamentos, quando as opiniões se
 
tornam uma chuva de desaforos. Isso mostra que o respeito
15
e a tolerância já não fazem mais parte do relacionamento.
 
Brigar com frequência também acaba gerando um des-
 
gaste na relação. Justamente por isso, é bom evitar essa si-
 
tuação se realmente não for um motivo válido. E, mesmo que
 
seja, é preciso aprender a ter uma discussão respeitosa e
20
que renda bons frutos.
(Disponível em: http://www.psicologosberrini.com.br. Acesso em: 06.10.2019. Adaptado) 5 PMSR1902/001-InspetorAlunos-Manhã
De acordo com o texto, é correto afirmar que

Questão 12

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
1
Todo casal briga. Às vezes, por uma questão de momen-
 
to, um dos dois está estressado e acaba descontando no par-
 
ceiro. Ou então, os dois estão nervosos e a situação piora
 
ainda mais. Só que, quando essas brigas acontecem a todo
5
momento e são graves a ponto de atrapalhar a vida de casal,
 
é sinal de que algo não vai bem no relacionamento.
 
Existem vários tipos de casais. Aqueles que brigam a
 
cada cinco minutos, mas são pequenas discussões leves e
 
tudo volta ao normal rapidamente. E há aqueles que, quando
10
brigam, é por algo mais sério, gerando uma grande batalha
 
entre argumentos e pontos de vista. O que não é saudável
 
para um relacionamento é quando as brigas se tornam mo-
 
mentos de agressão e xingamentos, quando as opiniões se
 
tornam uma chuva de desaforos. Isso mostra que o respeito
15
e a tolerância já não fazem mais parte do relacionamento.
 
Brigar com frequência também acaba gerando um des-
 
gaste na relação. Justamente por isso, é bom evitar essa si-
 
tuação se realmente não for um motivo válido. E, mesmo que
 
seja, é preciso aprender a ter uma discussão respeitosa e
20
que renda bons frutos.
(Disponível em: http://www.psicologosberrini.com.br. Acesso em: 06.10.2019. Adaptado) 5 PMSR1902/001-InspetorAlunos-Manhã
A leitura do último parágrafo permite afirmar que brigas frequentes entre um casal

Questão 13

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1
Todo casal briga. Às vezes, por uma questão de momen-
 
to, um dos dois está estressado e acaba descontando no par-
 
ceiro. Ou então, os dois estão nervosos e a situação piora
 
ainda mais. Só que, quando essas brigas acontecem a todo
5
momento e são graves a ponto de atrapalhar a vida de casal,
 
é sinal de que algo não vai bem no relacionamento.
 
Existem vários tipos de casais. Aqueles que brigam a
 
cada cinco minutos, mas são pequenas discussões leves e
 
tudo volta ao normal rapidamente. E há aqueles que, quando
10
brigam, é por algo mais sério, gerando uma grande batalha
 
entre argumentos e pontos de vista. O que não é saudável
 
para um relacionamento é quando as brigas se tornam mo-
 
mentos de agressão e xingamentos, quando as opiniões se
 
tornam uma chuva de desaforos. Isso mostra que o respeito
15
e a tolerância já não fazem mais parte do relacionamento.
 
Brigar com frequência também acaba gerando um des-
 
gaste na relação. Justamente por isso, é bom evitar essa si-
 
tuação se realmente não for um motivo válido. E, mesmo que
 
seja, é preciso aprender a ter uma discussão respeitosa e
20
que renda bons frutos.
(Disponível em: http://www.psicologosberrini.com.br. Acesso em: 06.10.2019. Adaptado) 5 PMSR1902/001-InspetorAlunos-Manhã
Assinale a alternativa em que há palavra ou expressão empregada com sentido figurado.

Questão 14

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
1
Todo casal briga. Às vezes, por uma questão de momen-
 
to, um dos dois está estressado e acaba descontando no par-
 
ceiro. Ou então, os dois estão nervosos e a situação piora
 
ainda mais. Só que, quando essas brigas acontecem a todo
5
momento e são graves a ponto de atrapalhar a vida de casal,
 
é sinal de que algo não vai bem no relacionamento.
 
Existem vários tipos de casais. Aqueles que brigam a
 
cada cinco minutos, mas são pequenas discussões leves e
 
tudo volta ao normal rapidamente. E há aqueles que, quando
10
brigam, é por algo mais sério, gerando uma grande batalha
 
entre argumentos e pontos de vista. O que não é saudável
 
para um relacionamento é quando as brigas se tornam mo-
 
mentos de agressão e xingamentos, quando as opiniões se
 
tornam uma chuva de desaforos. Isso mostra que o respeito
15
e a tolerância já não fazem mais parte do relacionamento.
 
Brigar com frequência também acaba gerando um des-
 
gaste na relação. Justamente por isso, é bom evitar essa si-
 
tuação se realmente não for um motivo válido. E, mesmo que
 
seja, é preciso aprender a ter uma discussão respeitosa e
20
que renda bons frutos.
(Disponível em: http://www.psicologosberrini.com.br. Acesso em: 06.10.2019. Adaptado) 5 PMSR1902/001-InspetorAlunos-Manhã
No trecho – ... é bom evitar essa situação se realmente não for um motivo válido. – a palavra destacada estabelece sentido de

Questão 15

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A concordância entre as palavras está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:

Questão 16

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
No trecho – ... os dois estão nervosos e a situação piora ainda mais. – a palavra destacada estabelece sentido de

Questão 17

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1
Conforme a leitura do 1º quadrinho, pode-se afirmar que o homem

Questão 18

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1
A observação do último quadrinho permite afirmar que

Questão 19

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Assinale a alternativa em que a colocação dos pronomes obedece à norma-padrão da língua portuguesa.

Questão 20

Pref. São Roque/SP 2020 - VUNESP - Inspetor de Alunos
1
O peso de Eurídice se estabilizou, assim como a rotina
 
da família Gusmão Campelo. Antenor saía para o trabalho, os
 
filhos saíam para a escola e Eurídice ficava em casa, moendo
 
carne e remoendo os pensamentos estéreis que faziam da sua
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vida infeliz. Ela não tinha emprego, ela já tinha ido para a
 
escola, e como preencher as horas do dia depois de arrumar as
 
camas, regar as plantas, varrer a sala, lavar a roupa, temperar
 
o feijão, refogar o arroz, preparar o suflê e fritar os bifes?
 
Porque Eurídice, vejam vocês, era uma mulher brilhante. Se lhe
10
dessem cálculos elaborados, ela projetaria pontes. Se lhe
 
dessem um laboratório, ela inventaria vacinas. Se lhe dessem
 
páginas brancas, ela escreveria clássicos. No entanto, o que lhe
 
deram foram cuecas sujas, que Eurídice lavou muito rápido e
 
muito bem, sentando-se em seguida no sofá, olhando as unhas
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e pensando no que deveria pensar. E foi assim que concluiu
 
que não deveria pensar, e que, para não pensar, deveria se
 
manter ocupada todas as horas do dia, e que a única atividade
 
caseira que oferecia tal benefício era aquela que apresentava o
 
dom de ser quase infinita em suas demandas diárias: a
20
culinária. Eurídice jamais seria uma engenheira, nunca poria os
 
pés em um laboratório e não ousaria escrever versos, mas essa
 
mulher se dedicou à única atividade permitida que tinha um
 
certo quê de engenharia, ciência e poesia. Todas as manhãs,
 
depois de despertar, preparar, alimentar e se livrar do marido
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e dos filhos, Eurídice abria o livro de receitas da Tia Palmira.
 
Martha Batalha. A vida invisível de Eurídice Gusmão. 1.ª ed.
 
São Paulo: Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).
Infere-se do CG4A1-I que a personagem Eurídice dedicava-se à culinária porque

Questão 21

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Bruno viajará de carro e gastará R$ 115,00 com combustível e pedágios. Dois colegas de Bruno viajarão junto com ele, e cada um pagará R$ 35,00 para auxiliar nos gastos da viagem. Para completar os gastos com a viagem, Bruno gastará

Questão 22

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Paulo comprou uma cadeira de escritório por R$ 457,40 e um aspirador de pó por R$ 198,60. Ele parcelou essa compra em 4 vezes sem juros. O valor de cada parcela dessa compra foi

Questão 23

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Shirlei comprou 35 camisetas iguais por R$ 1.610,00 para vender em sua loja. O valor de cada camiseta custou para Shirlei

Questão 24

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Para comemorar seu aniversário na escola, a professora Cecília levou 220 salgadinhos, guardou 1/4 desses salgadinhos para os funcionários, e o restante levou para a festa em sua sala de aula. A quantidade de salgadinhos que Cecília levou para sua sala de aula foi

Questão 25

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Para utilizar uma fritadeira, Letícia coloca 4 frascos de óleo. Se cada frasco possui 900 mL de óleo, para utilizar a fritadeira, a quantidade de óleo, em litros, que Letícia coloca é de

Questão 26

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Seu José cria 36 galinhas em seu sítio. Se todas as galinhas botarem 1 ovo por dia, em uma semana, o total de ovos que as galinhas terão botado é

Questão 27

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Ronaldo comprou 2,5 Kg de carne e pagou R$ 57,50.
O valor de um quilograma da carne que Ronaldo comprou é

Questão 28

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O peso de Eurídice se estabilizou, assim como a rotina
 
da família Gusmão Campelo. Antenor saía para o trabalho, os
 
filhos saíam para a escola e Eurídice ficava em casa, moendo
 
carne e remoendo os pensamentos estéreis que faziam da sua
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vida infeliz. Ela não tinha emprego, ela já tinha ido para a
 
escola, e como preencher as horas do dia depois de arrumar as
 
camas, regar as plantas, varrer a sala, lavar a roupa, temperar
 
o feijão, refogar o arroz, preparar o suflê e fritar os bifes?
 
Porque Eurídice, vejam vocês, era uma mulher brilhante. Se lhe
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dessem cálculos elaborados, ela projetaria pontes. Se lhe
 
dessem um laboratório, ela inventaria vacinas. Se lhe dessem
 
páginas brancas, ela escreveria clássicos. No entanto, o que lhe
 
deram foram cuecas sujas, que Eurídice lavou muito rápido e
 
muito bem, sentando-se em seguida no sofá, olhando as unhas
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e pensando no que deveria pensar. E foi assim que concluiu
 
que não deveria pensar, e que, para não pensar, deveria se
 
manter ocupada todas as horas do dia, e que a única atividade
 
caseira que oferecia tal benefício era aquela que apresentava o
 
dom de ser quase infinita em suas demandas diárias: a
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culinária. Eurídice jamais seria uma engenheira, nunca poria os
 
pés em um laboratório e não ousaria escrever versos, mas essa
 
mulher se dedicou à única atividade permitida que tinha um
 
certo quê de engenharia, ciência e poesia. Todas as manhãs,
 
depois de despertar, preparar, alimentar e se livrar do marido
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e dos filhos, Eurídice abria o livro de receitas da Tia Palmira.
 
Martha Batalha. A vida invisível de Eurídice Gusmão. 1.ª ed.
 
São Paulo: Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).
Infere-se do CG4A1-I que a personagem Eurídice dedicava-se à culinária porque

Questão 29

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O dentista receitou para Luísa fazer bochechos com um medicamento 3 vezes ao dia, utilizando 20 mL cada vez.

Ela verificou que esse medicamento é vendido em frascos de 400 mL. Para fazer esses bochechos por 20 dias, a quantidade de frascos desse medicamento que Luísa precisará comprar é

Questão 30

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Em um bazar da pechincha, foram vendidas 168 peças a R$ 2,00 cada, 53 peças a R$ 5,00 cada e roupas de festa a R$ 10,00 cada. Sabendo-se que o valor total arrecadado nesse bazar foi de R$ 1.071,00, a quantidade de roupas de festa vendidas foi

Questão 31

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Rafael contratou um pedreiro para realizar uma pequena obra em sua casa. O pedreiro cobrou R$ 200,00 por dia de serviço e trabalhou durante 40 dias na obra. Sabendo-se que o gasto total dessa obra foi de R$ 20.000,00, a porcentagem que Rafael gastou com pedreiro corresponde a

Questão 32

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Joice está lendo um livro de 340 páginas na versão digital e seu dispositivo de leitura mostra seu progresso em porcentagem. O dispositivo de leitura indica que Joice já leu 70% desse livro. Pode-se afirmar que Joice já leu desse livro entre

Questão 33

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Gisele comprou um frasco de amaciante concentrado de 500 mL. Ela colocou todo esse amaciante concentrado em um frasco de 2 L e completou com água. Neste caso, a razão de amaciante concentrado em relação à água que Gisele colocou é de

Questão 34

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Camilo vai comprar para uma festa 120 paçocas. Sabendo-se que uma bandeja com 8 paçocas custa R$ 10,00, o valor que Camilo gastará para comprar 120 paçocas é

Questão 35

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Numa fábrica, foi constatado que em um lote de 8 000 relógios, 1,5% apresentou defeito e esses relógios foram descartados. A quantidade de relógios descartados desse lote foi

Questão 36

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Uma faculdade realizará a Semana da Educação. Veja no gráfico as inscrições que foram realizadas para cada modalidade oferecida na Semana da Educação.



As modalidades que tiveram menos e mais inscrições, respectivamente, foram

Questão 37

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No município de Linda Flor há cinco escolas de Ensino Fundamental. Veja na tabela a seguir a quantidade de alunos matriculados em cada etapa do Ensino Fundamental nessas escolas.



De acordo com a tabela, a escola de Ensino Fundamental do município de Linda Flor que possui a maior quantidade de alunos matriculados é

Questão 38

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A quadra de uma escola possui 16 metros de largura por 27 metros de comprimento. Essa quadra será pintada, e a diretora pediu para que fosse colocada uma faixa de isolamento em toda sua volta. O total de faixa de isolamento necessário para essa quadra é de, pelo menos,

Questão 39

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Jaime possui uma chácara com terreno retangular de 10 m por 50 m. Jaime destinou 3/5 da área de sua chácara para plantar árvores frutíferas. A área total destinada a árvores frutíferas na chácara de Jaime é

Questão 40

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Murilo vai colocar um varal em seu quintal. Ele já colocou os ganchos em duas paredes perpendiculares, conforme indicado pelas setas da imagem a seguir, de acordo com as distâncias marcadas.



Murilo utilizou o teorema de Pitágoras para descobrir o comprimento de corda de varal que ele terá disponível para colocar suas roupas. Sabendo-se que Murilo colocará o varal bem esticado, se calcular corretamente, descobrirá que terá de varal, em metros, o total de

Questão 41

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Danilo, inspetor de alunos em uma escola do interior paulista, fez um curso de capacitação promovido pela Secretaria Municipal de Educação. Nessa ocasião, teve a oportunidade de estudar as concepções que diferentes autores possuem a respeito da função da escola e, também, de tomar conhecimento de um grande número de documentos legais que versam sobre esse tema. Entre os documentos estudados, encontrava-se a Constituição Federal de 1988, especificamente o art. 205, o qual dispõe: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua

Questão 42

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Júlia, ao estudar para o concurso de inspetor de alunos, Prefeitura de São Roque, leu o seguinte texto no documento PROFUNCIONÁRIO (MEC, caderno 04): “Na escola, muitas vezes achamos que todas as pessoas têm os mesmos costumes e as mesmas crenças. Mas isso não é verdade. O que temos na escola, ou em qualquer outra instituição educativa, é um grupo de pessoas, com diferentes funções, que tem em comum o mesmo objetivo”.

O objetivo ao qual o texto lido por Júlia faz referência é o de

Questão 43

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Jorge, diretor de escola, em uma reunião com os inspetores de alunos, resolveu discorrer sobre os modelos de gestão escolar e destacar um deles. Para isso, montou uma apresentação que continha a seguinte afirmação: “A Gestão da qual estamos falando está baseada na participação social, ou seja, a comunidade escolar (professores, alunos, pais, direção, equipe pedagógica e demais funcionários) é considerada sujeito ativo em todo o processo da gestão, participando de todas as decisões da escola”. Para completar, Jorge esclareceu que o art. 3º da LDBEN, Lei Federal nº 9.394/96, apresenta tal modelo entre os princípios em que o ensino público, no Brasil, tem que ser ministrado.

Assinale a alternativa que explicita corretamente o nome do modelo de gestão destacado pelo diretor Jorge.

Questão 44

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Marcos, estudante de pedagogia, ao apresentar um trabalho sobre a história da educação infantil no Brasil, expôs, corretamente, que, por volta da década de 1970, com a expansão das indústrias, iniciaram-se movimentos de mulheres operárias em prol de um lugar onde deixar seus filhos enquanto trabalhavam. Surgiram, então, as creches. Entretanto, apenas em 1988, é que a educação infantil, constituída pelas creches e pré-escolas, foi legalmente reconhecida como direito das crianças. Mais recentemente, na segunda metade da década de 1990, foi aprovada a Lei Federal nº 9.394/96 (LDBEN), na qual é expressa a finalidade da educação infantil. Finalizando sua apresentação, Marcos frisou que tal finalidade está disposta no art. 29 da referida Lei e que, na versão atualizada, consiste

Questão 45

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Diariamente, Sidney, inspetor de alunos em uma escola municipal de São Roque, cumpre uma das atribuições do cargo que ocupa: acompanhar o transporte escolar oferecido aos estudantes, bem como àqueles com necessidades educacionais especiais que não apresentam desenvolvidas condições de mobilidade, locomoção e autonomia no trajeto casa/escola/casa.

Ao cumprir essa atribuição do cargo, Sidney está

Questão 46

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É muito importante que na Educação Básica haja a valorização das diferenças individuais, de gênero, étnicas e socioculturais e o combate à desigualdade. Assim sendo, nas escolas, é fundamental a atitude dos inspetores de alunos para intervir em situações que possam colocar os estudantes em situações de constrangimentos. O inspetor de alunos precisa se manter bem atento porque muitos momentos constrangedores podem passar despercebidos. Com relação à valorização das diferenças, o documento PROFUNCIONÁRIO (caderno 4) comenta que “Podemos perceber diferenças nos costumes das pessoas e como eles podem causar estranhamento. Em alguns casos, achamos divertidas essas diferenças, mas em outros, podemos reagir até com preconceito. Por exemplo, quando vemos dois árabes se cumprimentarem com um beijo na boca (...)”. Esse comentário se encerra colocando que “tudo isso faz parte da

Questão 47

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No documento PROFUNCIONÁRIO (caderno 4), Regina Lucia Sucupira Pedroza faz a seguinte afirmação: “A escola que tenho defendido no plano político-pedagógico deve levar em consideração as diferenças sociais e os conflitos de classes, visando à construção de um projeto social de transformação”. (...) “Homens e mulheres, cada um do seu jeito de se comportar, devem ser respeitados e considerados no processo de educação no contexto escolar”. Mais adiante, na mesma obra, encontramos que a realização da escola defendida por Pedroza pede um trabalho firme e reflexivo na formação dos educadores para que estes possam, junto com os alunos, promover a

Questão 48

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Luzia participou de um encontro de inspetores de alunos promovido pela Secretaria de Educação do município onde trabalha. Nessa ocasião, foi colocado que cabe à inspeção escolar a tarefa de contribuir na preparação dos educandos para a vida social. Tendo em vista que o mundo e a sociedade estão sofrendo mudanças profundas e constantes, é preciso que, em relação às suas práticas, os inspetores de alunos avaliem-nas e busquem

Questão 49

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Sabendo que, no Brasil, o termo bullying é usado para designar situações de agressões ou implicâncias intencionais constantemente feitas nas escolas, por um aluno (ou por um grupo de alunos) contra um ou mais colegas, prevenir e mediar ocorrências do bullying faz parte da atuação do inspetor enquanto mediador escolar. Ao assim fazer, o inspetor estará atendendo o disposto no Título I, art. 5º, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, Lei Federal nº 8.069/1990): “Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus

Questão 50

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José Roberto, interessado em ocupar o cargo de inspetor de alunos (Prefeitura de São Roque), foi conversar com alguns inspetores já antigos na função. Deles ouviu que o papel desse profissional vai muito além do de fiscalizador, pois enquanto membro da equipe escolar, ele atua como um mediador, mobilizando, articulando e orientando a comunidade interna e externa, a fim de que a escola cumpra da melhor forma possível seus objetivos. Assim sendo, enquanto mediador, ao inspetor cabe colaborar na prevenção da indisciplina empregando, com coerência,



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