Questões de Administração pública - Paradigma do cliente na gestão pública

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Questão: 106 de 3225

2264513

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Banca: FGV

Órgão: MPU

Cargo(s): Técnico do MPU - Administração

Ano: 2025

Gabarito: Oficial

Matéria/Assunto: Administração > Administração pública / As reformas administrativas e a redefinição do papel do Estado / Reforma do Serviço Civil (mérito, flexibilidade e responsabilização) e Reforma do Aparelho do Estado

controle com foco em resultados;

controle com foco nos processos;

orientação pelo princípio da eficácia;

centralização política e administrativa;

proibição da competição entre as diversas unidades do Estado.

Questão: 107 de 3225

2264422

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Banca: FGV

Órgão: MPU

Cargo(s): Técnico do MPU - Enfermagem

Ano: 2025

Gabarito: Oficial

Matéria/Assunto: Administração > Administração pública / Comunicação na gestão pública

ruído;

filtragem;

percepção seletiva;

direção inadequada;

sobrecarga de informação.

Questão: 108 de 3225

Gabarito Preliminar

2264304

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Banca: CESPE / Cebraspe

Órgão: SUSEP

Cargo(s): Analista Técnico - Supervisão e Regulação de Mercados

Ano: 2025

Matéria/Assunto: Administração > Administração pública / Controle interno e externo da administração pública

No que se refere à estrutura de gestão de riscos corporativos denominada COSO ERM (enterprise risk management), julgue o seguinte item.
A adoção da referida estrutura substitui a necessidade de controles internos tradicionais nas organizações.

Questão: 109 de 3225

Gabarito Preliminar

2263968

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Banca: Inst. AOCP

Órgão: ParanaPREV

Cargo(s): Auditor

Ano: 2025

Matéria/Assunto: Administração > Administração pública / Modelos Teóricos de Administração Pública

A Administração Pública Burocrática introduziu princípios de racionalidade e impessoalidade na gestão do administrador público, mas foi criticada por sua inflexibilidade e excesso de controle processual, o que frequentemente limitava a capacidade de inovação e a agilidade na resposta às demandas da sociedade.

A Administração Pública Patrimonialista foi caracterizada por um modelo de gestão orientado para a eficiência e para a maximização dos recursos públicos, promovendo a separação entre os interesses privados e os interesses públicos como marco distintivo.

A Administração Pública Gerencial foi desenvolvida como uma alternativa ao modelo Patrimonialista, com foco exclusivo na implementação de normas legais, fortalecendo o controle e a centralização das decisões do administrador público.

O modelo Gerencial de Administração Pública prioriza o atendimento ao interesse público por meio da aplicação de princípios éticos, mas evita a introdução de indicadores de desempenho e contratos de gestão como ferramentas de controle e avaliação.

A transição entre os modelos Patrimonialista, Burocrático e Gerencial foi baseada em mudanças econômicas globais, mas os princípios básicos de governança, como eficiência e transparência, permaneceram inalterados em todos os modelos.

Questão: 110 de 3225

Gabarito Preliminar

2263952

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Banca: Inst. AOCP

Órgão: ParanaPREV

Cargo(s): Auditor

Ano: 2025

Matéria/Assunto: Administração > Administração pública / Governabilidade, Governança e Accountability

A governança pública fundamenta-se exclusivamente na transparência e no controle social, sendo a análise de riscos uma responsabilidade secundária, vinculada apenas às auditorias internas e externas.

O processo de análise de riscos é opcional na Administração Pública, sendo utilizado, quando necessário, em projetos estratégicos que envolvam grandes investimentos financeiros ou infraestrutura crítica necessária para o governo.

A governança pública, conforme estabelecida pelo Decreto nº 9.203/2017, reforça a importância da gestão de riscos como parte integrante do planejamento estratégico, garantindo que a mitigação de riscos contribua para o alcance dos objetivos organizacionais.

A análise de riscos na Administração Pública deve priorizar exclusivamente os riscos financeiros, considerando que os impactos operacionais e institucionais são irrelevantes para o desempenho das políticas públicas.

A implementação de práticas de governança não exige a formalização de processos de gestão de riscos, pois os controles internos são suficientes para prevenir falhas na Administração Pública.