Questões de CESGRANRIO - Compreensão e interpretação de textos - Assistente Administrativo
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Questão: 21 de 32
100497
Banca: CESGRANRIO
Órgão: CMB
Cargo(s): Assistente Administrativo
Ano: 2009
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos
“...dessa nossa quase obsessiva preocupação com açudes:” (L. 1-2).
“Neste mundo tão grande, nunca houve pedaço de terra que tenha sido mais preso ao meu coração...” (L. 9-11).
“E engraçado é que não nasci lá. Contudo, decerto andava por lá antes de nascer” (L. 12-14).
“(já contei essas coisas de outras vezes, mas, afinal, só tenho uma história).” (L. 14-15).
“De modo que a obra está toda errada como técnica;” (L. 38-39).
Questão: 22 de 32
100520
Banca: CESGRANRIO
Órgão: EPE
Cargo(s): Assistente Administrativo
Ano: 2010
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos
ter um shopping vizinho e ele viver repleto.
não ter amigos vizinhos nem um shopping próximo.
não haver mais Natal nem regatas na Lagoa.
fato de o amigo ficar chocado e ela esclarecê-lo.
fato de a autora não ter mais a paisagem e não ter ficado cega.
Questão: 23 de 32
100496
Banca: CESGRANRIO
Órgão: CMB
Cargo(s): Assistente Administrativo
Ano: 2009
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos
fazendas sem açude são como um casco morto.
desconhece a resposta à pergunta que às vezes lhe fazem.
existe, no Nordeste, uma quase obsessiva preocupação com os açudes.
durante o intenso verão nordestino tudo pode secar.
açudes são símbolo de riqueza e não motivo de preocupação.
Questão: 24 de 32
100561
Banca: CESGRANRIO
Órgão: CMB
Cargo(s): Assistente Administrativo
Ano: 2009
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos
secular.
sólida.
feita sem planejamento técnico.
de execução difícil.
escavada num boqueirão natural.
Questão: 25 de 32
100430
Banca: CESGRANRIO
Órgão: EPE
Cargo(s): Assistente Administrativo
Ano: 2010
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos
“...o costume de andar de um lado para outro...” (L. 3-4).
“os prédios acesos duplicados nas águas,” (L. 23-24).
“o metralhar de mil britadeiras ao mesmo tempo,”(L. 51-52).
“...o contato morno da pedra que guardava o sol,”(L. 62-63).
“o cheiro do capim balançando ao vento.” (L. 63-64).