Questões de CESPE / Cebraspe - Ação penal
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Questão: 26 de 56
Desatualizada
284890
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: MPE/CE
Cargo(s): Promotor de Justiça de Entrância Inicial
Ano: 2020
Matéria/Assunto: Direito Penal > Da Ação Penal (arts. 100 a 106 do CP)
pública condicionada a representação, pública incondicionada,
privada, e pública condicionada a representação.
pública condicionada a representação, pública condicionada a
representação, privada, e pública condicionada a
representação.
pública incondicionada, pública incondicionada, privada, e
pública condicionada a representação.
pública incondicionada, pública incondicionada, pública
condicionada a representação, e pública incondicionada.
pública condicionada a representação, pública condicionada a
representação, privada, e pública incondicionada.
Questão Desatualizada
Questão: 27 de 56
117472
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: PC/PB
Cargo(s): Papiloscopista e Técnico em Perícia
Ano: 2008
Matéria/Assunto: Direito Penal > Da Ação Penal (arts. 100 a 106 do CP)
O promotor de justiça agiu incorretamente, uma vez que previamente deveria determinar a instauração de inquérito policial.
O promotor de justiça não poderia apresentar a denúncia, uma vez que deveria previamente instaurar procedimento de investigação preliminar.
A denúncia foi corretamente oferecida, uma vez que a ação penal pode ser proposta apenas com peças de informação.
A conduta do promotor de justiça foi incorreta, pois, ao receber a documentação em seu gabinete, invadiu as atribuições do delegado de polícia.
Foi violado o princípio da ampla defesa, por não ter havido a prévia instauração do inquérito policial.
Questão: 28 de 56
104781
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: DPU
Cargo(s): Agente Administrativo
Ano: 2010
Matéria/Assunto: Direito Penal > Da Ação Penal (arts. 100 a 106 do CP)
Há aceitação legal tácita do perdão no que diz respeito ao querelado mentalmente enfermo ou retardado mental e aos menores de idade, na forma expressa da legislação processual de regência.
O querelante poderá optar, entre os autores da infração penal, contra qual deseja oferecer a queixa-crime.
A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, não se estende aos demais agentes da infração penal e, para produzir seus efeitos legais, depende de aceitação.
A queixa poderá ser dada por procurador com poderes especiais, devendo constar do instrumento do mandato o nome do querelado e a menção do fato criminoso.
Considera-se perempta a ação penal privada quando um dos sucessores do querelante perdoar o autor da infração penal e este aceitar o perdão.
Questão: 29 de 56
104782
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: DPU
Cargo(s): Agente Administrativo
Ano: 2010
Matéria/Assunto: Direito Penal > Da Ação Penal (arts. 100 a 106 do CP)
A regra geral no sistema criminal brasileiro é de que a ação penal deve ser de iniciativa privada, salvo quando a lei declare expressamente os casos em que deve ser de iniciativa pública.
No sistema criminal brasileiro, não se admite a renúncia tácita ao direito de queixa.
Para oferecer queixa, o procurador deve ser necessariamente advogado e possuir poderes gerais de representação do ofendido.
Na ação penal privada, a vítima poderá perdoar o agressor, ainda que o processo esteja em grau de recurso e tramitando perante tribunal, contanto que o faça antes do trânsito em julgado da sentença penal condenatória.
Nos crimes de ação penal pública ou nos que se procede mediante queixa, o perdão do ofendido obsta o prosseguimento da ação.
Questão: 30 de 56
104841
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: DPU
Cargo(s): Agente Administrativo
Ano: 2010
Matéria/Assunto: Direito Penal > Da Ação Penal (arts. 100 a 106 do CP)
Nos crimes de ação penal privada, o DP poderá ajuizar queixacrime no interesse e a requerimento do ofendido, desde que este comprove a pobreza e os demais requisitos para assistência jurídica.
Havendo conflito entre os interesses do menor de idade ofendido e de seus representantes legais, prevalecerá a decisão destes, no tocante ao direito de queixa.
Uma vez ajuizada ação penal privada subsidiária da pública, fica vedada por completo a intervenção do MP, em qualquer fase do processo.
A renúncia na ação penal privada ocorre após a instauração da ação penal e extingue a punibilidade do réu.
A morte do ofendido, na ação penal pública condicionada, antes do oferecimento da representação, obsta que os sucessores representem.