Questões de Compreensão e interpretação de textos

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Questão: 846 de 18898

406490

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Banca: CESPE / Cebraspe

Órgão: PM/AL

Cargo(s): Policial Militar - Soldado

Ano: 2018

Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos

Texto 1A12-I

Acerca das ideias e dos sentidos do texto 1A12-I, julgue o
seguinte item.
O autor utiliza a expressão “É tão confortável ser menor!”
(l. 6 e 7) para assumir que ele mesmo está na condição
de menoridade.

Questão: 847 de 18898

406491

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Banca: CESPE / Cebraspe

Órgão: PM/AL

Cargo(s): Policial Militar - Soldado

Ano: 2018

Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos

Texto 1A12-I

Acerca das ideias e dos sentidos do texto 1A12-I, julgue o
seguinte item.
Conforme o texto, preguiça e covardia justificam a
permanência de certos seres humanos na condição de
menoridade e também a existência de pessoas que assumem
para si as responsabilidades de tais seres humanos.

Questão: 848 de 18898

406478

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Banca: CESPE / Cebraspe

Órgão: PM/AL

Cargo(s): Policial Militar - Soldado

Ano: 2018

Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos

Texto 1A1-I

No que concerne aos aspectos linguísticos e aos sentidos do
texto 1A1-I, julgue o seguinte item.
Infere-se do texto que o narrador se revolta com o recente
falecimento de sua mãe.

Questão: 849 de 18898

406028

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Banca: CESGRANRIO

Órgão: BASA

Cargo(s): Técnico Científico

Ano: 2021

Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos

mentira que pregara na chegada à escola.

limitação que a falta de dinheiro lhe impunha.

descoberta de que o chicle não acabaria nunca.

relação afetiva que havia entre a ela e sua irmã.

satisfação que o gosto adocicado do chicle proporcionava.

Questão: 850 de 18898

406029

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Banca: CESGRANRIO

Órgão: BASA

Cargo(s): Técnico Científico

Ano: 2021

Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos

"Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava." (l. 4-5)

"quase não podia acreditar no milagre." (l. 18-19)

“Perder a eternidade? Nunca.” (l. 33)

“Acabou-se o docinho. E agora?” (l. 37)

“Eu não quis confessar que não estava à altura da
eternidade.” (l. 47-48)