Questões de Compreensão e interpretação de textos
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Questão: 201 de 18882
2281406
Banca: Instituto QUADRIX
Órgão: Novacap/DF
Cargo(s): Administrador
Ano: 2024
Gabarito: Oficial
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos
Questão: 202 de 18882
2281407
Banca: Instituto QUADRIX
Órgão: Novacap/DF
Cargo(s): Administrador
Ano: 2024
Gabarito: Oficial
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos
Questão: 203 de 18882
2281341
Banca: FAURGS
Órgão: TJ/RS
Cargo(s): Analista Judiciário - Administrativa
Ano: 2017
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos
Na visão de João Ubaldo Ribeiro, o governo brasileiro contribui para o empobrecimento da língua portuguesa e para a manutenção de privilégios na medida em que não proporciona a sua população o acesso a bens culturais devidamente adaptados, os quais facilitariam sua compreensão.
O autor vê o projeto de adequação da obra “O Alienista”, de Machado de Assis, ao vocabulário de estudantes como problemático, pois o texto, embora já esteja em domínio público, seria reescrito sem designação de autoria.
Embora o autor do texto valha-se do conceito de adaptação, do ponto de vista do direito, enquanto ato de transformar uma obra em outra pertencente a gênero diferente àquele da obra original, a fim de desmerecer o projeto proposto por Patrícia, a adequação da linguagem machadiana à dos jovens contemporâneos caracterizaria mudança de gênero, podendo, portanto, ser considerada adaptação.
O texto problematiza o projeto de adaptação de obras machadianas a uma linguagem mais simplificada, valendo-se, para tanto, de dois argumentos de autoridade: o ponto de vista de um literato, que vê tal projeto como algo negativo à cultura nacional; e o do direito, que delimita o que pode ser entendido como adaptação, bem como estabelece as diretrizes dos direitos autorais.
A norma brasileira do direito autoral prevê proteção plena à obra por até setenta anos após morte do autor, sendo que, transcorrido esse período, seu uso torna-se irrestrito, uma vez que passa a domínio público. A partir de então, nem mesmo o Estado pode opor-se a qualquer tipo de utilização da obra sob a singular condição de que a honra ou a reputação do autor não sejam atingidas.
Questão: 204 de 18882
2281281
Banca: IBADE
Órgão: Câmara de Porto Velho/RO
Cargo(s): Técnico Administrativo
Ano: 2018
Gabarito: Oficial
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos
O autor consegue apropriar-se de um tema explorado por uma revista, de modo frívolo, e desconstruir ainda mais a palavra "coisa", mostrando a inutilidade de tudo diante do sofrimento da morte.
O emprego da palavra "coisa" serve para banalizar o tema, assim como na revista, a fim de tratá-lo com superficialidade, buscando motivos corriqueiros que nos propiciam um falso enlevo, a sensação de felicidade.
A lista de "coisas" parece uma confissão do autor sobre temas, bem frívolos, que o mobilizam, como comida, futebol, mulher, revelando o desejo de uma autoanálise.
O potencial semântico de "coisa" permite, ao autor, incluir, em seus reduzidos dez itens, um rico leque de motivos para percorrer bons momentos de vida, que vão dos sabores da infância ao descanso eterno.
O cronista procura ressaltar as belezas da vida, juntando "coisas", e aproveitando para listar, exclusivamente, assuntos frívolos, que mobilizam os brasileiros, como, por exemplo, a alegria do jogo de futebol.
Questão: 205 de 18882
2281287
Banca: IBADE
Órgão: Câmara de Porto Velho/RO
Cargo(s): Técnico Administrativo
Ano: 2018
Gabarito: Oficial
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Compreensão e Interpretação de Textos
envelhecimento.
euforia.
saudosismo.
infantilização.
tédio.