Questões de Constituições Estaduais
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Questão: 606 de 1032
106023
Banca: FGV
Órgão: PC/MA
Cargo(s): Escrivão de Polícia
Ano: 2012
Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Constituições Estaduais / Constituição do Estado do Maranhão
Proteção à família e à maternidade.
Igualdade de condições para o acesso e permanência nas
escolas.
Promoção da integração ao mercado de trabalho.
Proteção à infância, à adolescência e à velhice.
Habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de
deficiência e sua integração na sociedade.
Questão: 607 de 1032
106094
Banca: FGV
Órgão: PC/MA
Cargo(s): Escrivão de Polícia
Ano: 2012
Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Constituições Estaduais / Constituição do Estado do Maranhão
Os Juízes de Direito e os Juízes Federais que atuam no Estado.
Os Juízes de Paz e os Juízes do Trabalho.
Os Juizados Especiais e o Conselho de Justiça Militar.
O Ministério Público do Estado do Maranhão e a Defensoria
Pública.
O Tribunal de Justiça do Estado e o Tribunal Regional
Eleitoral.
Questão: 608 de 1032
98961
Banca: FCC
Órgão: DPE/PA
Cargo(s): Defensor Público
Ano: 2009
Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Constituições Estaduais / Constituição do Estado do Pará
garantia legal da estabilidade do Defensor Público;.
princípio constitucional da eficiência da Administração Pública.
princípio constitucional da moralidade da Administração Pública.
garantia constitucional da autonomia funcional da Defensoria Pública.
garantia legal da independência funcional do Defensor Público.
Questão: 609 de 1032
99030
Banca: FCC
Órgão: DPE/SP
Cargo(s): Defensor Público
Ano: 2012
Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Constituições Estaduais / Constituição do Estado de São Paulo
A Constituição do Estado de São Paulo, de maneira bem sistematizada, com boa técnica legislativa e de forma a refletir melhor a realidade, em capítulo dedicado às Funções Essenciais à Justiça, tratou da Defensoria Pública separadamente da Advocacia, em seções distintas.
Em razão de inexistir previsão de legitimidade para a propositura de Ação Direta de Inconstitucionalidade ao Defensor Público-Geral da União na Constituição da República Federativa do Brasil, há impedimento para a inserção, na Constituição do Estado de São Paulo, de legitimidade para a propositura de Ação Direta de Inconstitucionalidade, perante o Tribunal de Justiça, ao Defensor Público-Geral do Estado de São Paulo.
A Constituição da República Federativa do Brasil atribui, expressamente, às Defensorias Públicas dos Estados a iniciativa de suas propostas orçamentárias, mas, como essa norma é de eficácia limitada, sua aplicação ainda não é possível, vez que inexiste norma regulamentadora.
A Constituição do Estado de São Paulo atribui expressamente à Defensoria Pública as prerrogativas de prazo em dobro e de intimação pessoal de todos os atos processuais.
Por força do disposto na Constituição do Estado de São Paulo, a Defensoria Pública bandeirante exerce suas atribuições de defesa dos necessitados no Supremo Tribunal Federal de forma limitada: eventual sustentação oral, por exemplo, deve ser realizada por membro da Defensoria Pública da União.
Questão: 610 de 1032
96392
Banca: FCC
Órgão: TCE/AL
Cargo(s): Procurador
Ano: 2008
Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Constituições Estaduais / Constituição do Estado de Alagoas
aplicar aos responsáveis, no caso de comprovada ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas, as sanções previstas em lei, que estabelecerá, entre outras, multa proporcional ao dano causado ao erário.
julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos das entidades da administração direta, mas não da indireta e fundacional.
fiscalizar a aplicação de recursos repassados pelo Estado a Município, exceto se o repasse decorrer de convênio firmado entre ambos.
apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão de pessoal, a qualquer título, na administração direta e indireta e nas fundações públicas estaduais, inclusive as nomeações para cargo de provimento em comissão.
apreciar as contas prestadas anualmente pelo Governador do Estado, remetendo, dentro do prazo de noventa dias, a contar de seu recebimento, o parecer prévio à Assembléia Legislativa, sob pena de crime de responsabilidade do Presidente do Tribunal.