Questões de Controle de constitucionalidade
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Questão: 196 de 1522
383880
Banca: VUNESP
Órgão: Câmara de Cotia/SP
Cargo(s): Procurador Legislativo
Ano: 2017
Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Controle de constitucionalidade / Formas de Controle de Constitucionalidade / Ações de Controle Concentrado de Constitucionalidade / ADI - Ação Direta de Inconstitucionalidade
O controle abstrato de constitucionalidade, objeto
da ADI, não incide sobre os regimentos internos dos
tribunais.
É admitida a assistência jurídica das partes e a intervenção
de terceiros no processo abstrato de controle
de constitucionalidade.
Uma vez proposta, é vedada, expressamente, a desistência
da ação direta de inconstitucionalidade.
Não é admitido agravo da decisão do relator que
liminarmente indefere a petição na ADI por inépcia
da inicial.
O STF, ao julgar a ação direta de inconstitucionalidade,
está vinculado à causa de pedir da ação proposta.
Questão: 197 de 1522
383586
Banca: VUNESP
Órgão: TCE/SP
Cargo(s): Agente de Fiscalização
Ano: 2017
Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Controle de constitucionalidade / Formas de Controle de Constitucionalidade / Formas de Controle: Sistemas, Momentos, Modelos e Vias de Controle
político repressivo.
político preventivo.
legislativo repressivo.
judicial preventivo concentrado.
preventivo por parte do Poder Executivo.
Questão: 198 de 1522
383587
Banca: VUNESP
Órgão: TCE/SP
Cargo(s): Agente de Fiscalização
Ano: 2017
Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Controle de constitucionalidade / Introdução, Pressupostos e Tipos de Inconstitucionalidade / Conceitos básicos
pode declarar a inconstitucionalidade da norma com
efeitos erga omnes.
tem o poder de deixar de aplicar a norma ao caso
concreto que está sob seu julgamento.
não pode deixar de aplicar a norma, pois não tem
poderes jurisdicionais.
deve suspender o processo no qual se questiona
a norma, e encaminhar o caso ao Poder Judiciário
para apreciar a questão da inconstitucionalidade.
deve proceder ao julgamento do caso concreto em
face da legislação vigente e, ao final, remeter o caso
ao Judiciário para decidir a questão da inconstitucionalidade.
Questão: 199 de 1522
383439
Banca: VUNESP
Órgão: DPE/RO
Cargo(s): Defensor Público Substituto
Ano: 2017
Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Controle de constitucionalidade / Formas de Controle de Constitucionalidade / Controle Difuso (Incidental ou Incidenter Tantum)
constitucional, porque o modelo federativo adotado
pela Constituição Federal confere alto grau de
autonomia
aos Estados, que somente são obrigados
a manter um sistema de controle de constitucionalidade,
mas podem optar entre os modelos difuso,
concentrado ou misto.
constitucional, porque as normas da Constituição
Federal que disciplinam o controle de constitucionalidade
são de observância obrigatória pelas Constituições
Estaduais e Leis Orgânicas Municipais, que
devem reproduzir todos os instrumentos processuais
previstos no texto federal, o que abrange a ação de
inconstitucionalidade por omissão e a arguição de
descumprimento de preceito fundamental.
inconstitucional, porque a Constituição Federal prevê
que cabe aos Estados a instituição de representação
de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos
estaduais ou municipais, sendo o termo “representação”
mais restritivo que “ação de inconstitucionalidade”,
o que exclui a possibilidade de se contestar,
na via estadual, a inconstitucionalidade por omissão.
inconstitucional, porque qualquer omissão da Constituição
Estadual será sempre decorrente da observância
ou desatendimento de algum dispositivo da
Constituição Federal, fazendo com que o controle
somente possa ser efetuado pelo Supremo Tribunal
Federal, para defesa da Constituição Federal.
constitucional, porque a Constituição Federal prevê
que cabe aos Estados a instituição de representação
de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos
estaduais ou municipais em face da Constituição
Estadual,
sendo que a inconstitucionalidade
é gênero do qual derivam duas espécies, a inconstitucionalidade
por ação e a inconstitucionalidade por
omissão.
Questão: 200 de 1522
383440
Banca: VUNESP
Órgão: DPE/RO
Cargo(s): Defensor Público Substituto
Ano: 2017
Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Controle de constitucionalidade / Formas de Controle de Constitucionalidade / Institutos Complementares / Súmula Vinculante
deve ser acolhida, já que a Súmula Vinculante nº 10
prevê que a decisão que afasta a incidência, no todo
ou em parte, de norma federal, não pode ser prolatada
por órgão fracionário de Tribunal Estadual.
não deve ser acolhida, pois embora tenha sido violada
a cláusula de reserva de plenário, prevista na
Súmula Vinculante nº 10, não cabe Reclamação
contra decisão judicial que contrariar a súmula aplicável
ou que indevidamente a aplicar.
não deve ser acolhida, pois a cláusula de reserva de
plenário, prevista na Súmula Vinculante nº 10, não é
violada quando o órgão fracionário se limita a seguir
orientação jurisprudencial do Plenário do próprio
Supremo
Tribunal Federal.
deve ser acolhida, pois a Súmula Vinculante nº 10
estabelece que somente a Reclamação é meio
recursal
idôneo para se impugnar decisão de órgão
fracionário que indevidamente decida pela constitucionalidade
ou pela inconstitucionalidade de lei ou
ato normativo.
deve ser acolhida, pois a cláusula de reserva de plenário,
constante da Súmula Vinculante nº 10, prevê
que somente por 3/5 (três quintos) de seus membros
ou dos membros do respectivo órgão especial poderão
os tribunais declarar a inconstitucionalidade de
lei ou ato normativo do Poder Público.