Questões sobre Português

Questão 1
Matéria: Português
Sergipe Gás S/A 2013 - FCC - Assistente Técnico Administrativo - RH
1
Os cientistas já não têm dúvidas de que as temperatu-
 
ras médias estão subindo em toda a Terra. Se a atividade hu-
 
mana está por trás disso é uma questão ainda em aberto, mas
 
as mais claras evidências do fenômeno estão no derretimento
5
das geleiras. Nos últimos cinco anos, o fotógrafo americano
 
James Balog acompanhou as consequências das mudanças cli-
 
máticas nas grandes massas de gelo. Suas andanças lhe ren-
 
deram um livro, que reúne 200 fotografias, publicado recente-
 
mente.
10
Icebergs partidos ao meio e lagos recém-formados pela
 
água derretida das calotas de gelo são exemplos. Esse
 
derretimento é sazonal. O gelo volta nas estações frias − mas
 
muitas vezes em quantidade menor, e por menos tempo. Há
 
três meses um relatório da Nasa, feito a partir de imagens de
15
satélites, mostrou que boa parte da superfície de gelo da Groen-
 
lândia foi parcialmente derretida − transformada em uma espé-
 
cie de lama de neve − em um tempo recorde desde os primei-
 
ros registros, feitos trinta anos atrás. Outro relatório, elaborado
 
pela National Snow and Ice Data Center, mostra que o gelo do
20
Ártico, durante o verão do hemisfério norte, teve a maior taxa de
 
derretimento da história, superando o recorde anterior, de 2007.
 
Nem sempre, porém, menos gelo significa más notícias.
 
A alta da temperatura na Groenlândia permitiu a volta da cria-
 
ção de gado leiteiro e o cultivo de vários tipos de vegetais, como
25
batata e brócolis. Além disso, o derretimento do gelo no Ártico
 
vai permitir a exploração de reservas de petróleo e abrir novas
 
rotas de navegação. O que se vê nas fotos de James Balog é
 
um mundo em transformação.
O aquecimento global tem provocado o degelo.

Os sinais do degelo estão registrados em fotos.

As fotos mostram lagos recém-formados pela água derretida das geleiras.

As informações acima estão reproduzidas em um único período, sem repetições desnecessárias, com lógica, clareza e correção, em:

Questão 2
Matéria: Português
Sergipe Gás S/A 2013 - FCC - Assistente Técnico Administrativo - RH
1
Os cientistas já não têm dúvidas de que as temperatu-
 
ras médias estão subindo em toda a Terra. Se a atividade hu-
 
mana está por trás disso é uma questão ainda em aberto, mas
 
as mais claras evidências do fenômeno estão no derretimento
5
das geleiras. Nos últimos cinco anos, o fotógrafo americano
 
James Balog acompanhou as consequências das mudanças cli-
 
máticas nas grandes massas de gelo. Suas andanças lhe ren-
 
deram um livro, que reúne 200 fotografias, publicado recente-
 
mente.
10
Icebergs partidos ao meio e lagos recém-formados pela
 
água derretida das calotas de gelo são exemplos. Esse
 
derretimento é sazonal. O gelo volta nas estações frias − mas
 
muitas vezes em quantidade menor, e por menos tempo. Há
 
três meses um relatório da Nasa, feito a partir de imagens de
15
satélites, mostrou que boa parte da superfície de gelo da Groen-
 
lândia foi parcialmente derretida − transformada em uma espé-
 
cie de lama de neve − em um tempo recorde desde os primei-
 
ros registros, feitos trinta anos atrás. Outro relatório, elaborado
 
pela National Snow and Ice Data Center, mostra que o gelo do
20
Ártico, durante o verão do hemisfério norte, teve a maior taxa de
 
derretimento da história, superando o recorde anterior, de 2007.
 
Nem sempre, porém, menos gelo significa más notícias.
 
A alta da temperatura na Groenlândia permitiu a volta da cria-
 
ção de gado leiteiro e o cultivo de vários tipos de vegetais, como
25
batata e brócolis. Além disso, o derretimento do gelo no Ártico
 
vai permitir a exploração de reservas de petróleo e abrir novas
 
rotas de navegação. O que se vê nas fotos de James Balog é
 
um mundo em transformação.
(Adaptado de Carolina Melo. Veja, 7 de novembro de 2012, p. 121-122)
As normas de concordância verbal e nominal estão inteiramente respeitadas na frase:

Questão 3
Matéria: Português
Sergipe Gás S/A 2013 - FCC - Assistente Técnico Administrativo - RH
1
Os cientistas já não têm dúvidas de que as temperatu-
 
ras médias estão subindo em toda a Terra. Se a atividade hu-
 
mana está por trás disso é uma questão ainda em aberto, mas
 
as mais claras evidências do fenômeno estão no derretimento
5
das geleiras. Nos últimos cinco anos, o fotógrafo americano
 
James Balog acompanhou as consequências das mudanças cli-
 
máticas nas grandes massas de gelo. Suas andanças lhe ren-
 
deram um livro, que reúne 200 fotografias, publicado recente-
 
mente.
10
Icebergs partidos ao meio e lagos recém-formados pela
 
água derretida das calotas de gelo são exemplos. Esse
 
derretimento é sazonal. O gelo volta nas estações frias − mas
 
muitas vezes em quantidade menor, e por menos tempo. Há
 
três meses um relatório da Nasa, feito a partir de imagens de
15
satélites, mostrou que boa parte da superfície de gelo da Groen-
 
lândia foi parcialmente derretida − transformada em uma espé-
 
cie de lama de neve − em um tempo recorde desde os primei-
 
ros registros, feitos trinta anos atrás. Outro relatório, elaborado
 
pela National Snow and Ice Data Center, mostra que o gelo do
20
Ártico, durante o verão do hemisfério norte, teve a maior taxa de
 
derretimento da história, superando o recorde anterior, de 2007.
 
Nem sempre, porém, menos gelo significa más notícias.
 
A alta da temperatura na Groenlândia permitiu a volta da cria-
 
ção de gado leiteiro e o cultivo de vários tipos de vegetais, como
25
batata e brócolis. Além disso, o derretimento do gelo no Ártico
 
vai permitir a exploração de reservas de petróleo e abrir novas
 
rotas de navegação. O que se vê nas fotos de James Balog é
 
um mundo em transformação.
(Adaptado de Carolina Melo. Veja, 7 de novembro de 2012, p. 121-122)
Nem sempre, porém, menos gelo significa más notícias.

A conjunção grifada acima pode ser substituída, sem alteração do sentido original, por:

Questão 4
Matéria: Português
Sergipe Gás S/A 2013 - FCC - Assistente Técnico Administrativo - RH
1
Os cientistas já não têm dúvidas de que as temperatu-
 
ras médias estão subindo em toda a Terra. Se a atividade hu-
 
mana está por trás disso é uma questão ainda em aberto, mas
 
as mais claras evidências do fenômeno estão no derretimento
5
das geleiras. Nos últimos cinco anos, o fotógrafo americano
 
James Balog acompanhou as consequências das mudanças cli-
 
máticas nas grandes massas de gelo. Suas andanças lhe ren-
 
deram um livro, que reúne 200 fotografias, publicado recente-
 
mente.
10
Icebergs partidos ao meio e lagos recém-formados pela
 
água derretida das calotas de gelo são exemplos. Esse
 
derretimento é sazonal. O gelo volta nas estações frias − mas
 
muitas vezes em quantidade menor, e por menos tempo. Há
 
três meses um relatório da Nasa, feito a partir de imagens de
15
satélites, mostrou que boa parte da superfície de gelo da Groen-
 
lândia foi parcialmente derretida − transformada em uma espé-
 
cie de lama de neve − em um tempo recorde desde os primei-
 
ros registros, feitos trinta anos atrás. Outro relatório, elaborado
 
pela National Snow and Ice Data Center, mostra que o gelo do
20
Ártico, durante o verão do hemisfério norte, teve a maior taxa de
 
derretimento da história, superando o recorde anterior, de 2007.
 
Nem sempre, porém, menos gelo significa más notícias.
 
A alta da temperatura na Groenlândia permitiu a volta da cria-
 
ção de gado leiteiro e o cultivo de vários tipos de vegetais, como
25
batata e brócolis. Além disso, o derretimento do gelo no Ártico
 
vai permitir a exploração de reservas de petróleo e abrir novas
 
rotas de navegação. O que se vê nas fotos de James Balog é
 
um mundo em transformação.
(Adaptado de Carolina Melo. Veja, 7 de novembro de 2012, p. 121-122)
Suas andanças lhe renderam um livro, que reúne 200 fotografias, publicado recentemente.

A frase em que os verbos, também grifados, se apresentam, na mesma ordem, nos tempos e modos em que se encontram os grifados acima, é:

Questão 5
Matéria: Português
Sergipe Gás S/A 2013 - FCC - Assistente Técnico Administrativo - RH
1
Os cientistas já não têm dúvidas de que as temperatu-
 
ras médias estão subindo em toda a Terra. Se a atividade hu-
 
mana está por trás disso é uma questão ainda em aberto, mas
 
as mais claras evidências do fenômeno estão no derretimento
5
das geleiras. Nos últimos cinco anos, o fotógrafo americano
 
James Balog acompanhou as consequências das mudanças cli-
 
máticas nas grandes massas de gelo. Suas andanças lhe ren-
 
deram um livro, que reúne 200 fotografias, publicado recente-
 
mente.
10
Icebergs partidos ao meio e lagos recém-formados pela
 
água derretida das calotas de gelo são exemplos. Esse
 
derretimento é sazonal. O gelo volta nas estações frias − mas
 
muitas vezes em quantidade menor, e por menos tempo. Há
 
três meses um relatório da Nasa, feito a partir de imagens de
15
satélites, mostrou que boa parte da superfície de gelo da Groen-
 
lândia foi parcialmente derretida − transformada em uma espé-
 
cie de lama de neve − em um tempo recorde desde os primei-
 
ros registros, feitos trinta anos atrás. Outro relatório, elaborado
 
pela National Snow and Ice Data Center, mostra que o gelo do
20
Ártico, durante o verão do hemisfério norte, teve a maior taxa de
 
derretimento da história, superando o recorde anterior, de 2007.
 
Nem sempre, porém, menos gelo significa más notícias.
 
A alta da temperatura na Groenlândia permitiu a volta da cria-
 
ção de gado leiteiro e o cultivo de vários tipos de vegetais, como
25
batata e brócolis. Além disso, o derretimento do gelo no Ártico
 
vai permitir a exploração de reservas de petróleo e abrir novas
 
rotas de navegação. O que se vê nas fotos de James Balog é
 
um mundo em transformação.
(Adaptado de Carolina Melo. Veja, 7 de novembro de 2012, p. 121-122)
Percebe-se claramente no texto

Questão 6
Matéria: Português
Sergipe Gás S/A 2013 - FCC - Assistente Técnico Administrativo - RH
1
Os cientistas já não têm dúvidas de que as temperatu-
 
ras médias estão subindo em toda a Terra. Se a atividade hu-
 
mana está por trás disso é uma questão ainda em aberto, mas
 
as mais claras evidências do fenômeno estão no derretimento
5
das geleiras. Nos últimos cinco anos, o fotógrafo americano
 
James Balog acompanhou as consequências das mudanças cli-
 
máticas nas grandes massas de gelo. Suas andanças lhe ren-
 
deram um livro, que reúne 200 fotografias, publicado recente-
 
mente.
10
Icebergs partidos ao meio e lagos recém-formados pela
 
água derretida das calotas de gelo são exemplos. Esse
 
derretimento é sazonal. O gelo volta nas estações frias − mas
 
muitas vezes em quantidade menor, e por menos tempo. Há
 
três meses um relatório da Nasa, feito a partir de imagens de
15
satélites, mostrou que boa parte da superfície de gelo da Groen-
 
lândia foi parcialmente derretida − transformada em uma espé-
 
cie de lama de neve − em um tempo recorde desde os primei-
 
ros registros, feitos trinta anos atrás. Outro relatório, elaborado
 
pela National Snow and Ice Data Center, mostra que o gelo do
20
Ártico, durante o verão do hemisfério norte, teve a maior taxa de
 
derretimento da história, superando o recorde anterior, de 2007.
 
Nem sempre, porém, menos gelo significa más notícias.
 
A alta da temperatura na Groenlândia permitiu a volta da cria-
 
ção de gado leiteiro e o cultivo de vários tipos de vegetais, como
25
batata e brócolis. Além disso, o derretimento do gelo no Ártico
 
vai permitir a exploração de reservas de petróleo e abrir novas
 
rotas de navegação. O que se vê nas fotos de James Balog é
 
um mundo em transformação.
(Adaptado de Carolina Melo. Veja, 7 de novembro de 2012, p. 121-122)
O último parágrafo do texto expressa

Questão 7
Matéria: Português
Sergipe Gás S/A 2013 - FCC - Assistente Técnico Administrativo - RH
1
Os cientistas já não têm dúvidas de que as temperatu-
 
ras médias estão subindo em toda a Terra. Se a atividade hu-
 
mana está por trás disso é uma questão ainda em aberto, mas
 
as mais claras evidências do fenômeno estão no derretimento
5
das geleiras. Nos últimos cinco anos, o fotógrafo americano
 
James Balog acompanhou as consequências das mudanças cli-
 
máticas nas grandes massas de gelo. Suas andanças lhe ren-
 
deram um livro, que reúne 200 fotografias, publicado recente-
 
mente.
10
Icebergs partidos ao meio e lagos recém-formados pela
 
água derretida das calotas de gelo são exemplos. Esse
 
derretimento é sazonal. O gelo volta nas estações frias − mas
 
muitas vezes em quantidade menor, e por menos tempo. Há
 
três meses um relatório da Nasa, feito a partir de imagens de
15
satélites, mostrou que boa parte da superfície de gelo da Groen-
 
lândia foi parcialmente derretida − transformada em uma espé-
 
cie de lama de neve − em um tempo recorde desde os primei-
 
ros registros, feitos trinta anos atrás. Outro relatório, elaborado
 
pela National Snow and Ice Data Center, mostra que o gelo do
20
Ártico, durante o verão do hemisfério norte, teve a maior taxa de
 
derretimento da história, superando o recorde anterior, de 2007.
 
Nem sempre, porém, menos gelo significa más notícias.
 
A alta da temperatura na Groenlândia permitiu a volta da cria-
 
ção de gado leiteiro e o cultivo de vários tipos de vegetais, como
25
batata e brócolis. Além disso, o derretimento do gelo no Ártico
 
vai permitir a exploração de reservas de petróleo e abrir novas
 
rotas de navegação. O que se vê nas fotos de James Balog é
 
um mundo em transformação.
(Adaptado de Carolina Melo. Veja, 7 de novembro de 2012, p. 121-122)
De acordo com o texto,

Questão 8
Matéria: Português
Sergipe Gás S/A 2013 - FCC - Assistente Técnico Administrativo - RH
1
Assistir à televisão era algo especial, a começar pelo
 
manuseio do aparelho. Frequentemente apenas uma pessoa −
 
no geral, um adulto − era competente para ligá-lo e regular a
 
imagem. As crianças constituíam, desde o início, um segmento
5
importante do público, mas ainda lhes era imposta certa dis-
 
tância do aparelho.
 
Introduzida nos lares, a televisão concedia prestígio so-
 
cial à família. Mais que isso: a casa se tornava um centro de
 
atração e convivência para a vizinhança. Por isso, o público-
10
alvo incluía os televizinhos.
 
Havia ainda um misto de respeito e estranhamento
 
diante da caixa mágica e de seus mistérios. A posse do objeto
 
que traz as imagens para dentro de casa significava uma pos-
 
tura “moderna”, uma atitude desinibida diante da nova tecnolo-
15
gia.
 
Antes do videoteipe (VT), a teledramaturgia transporta-
 
va uma carga de emoção que era única, semelhante à tensão
 
típica de um espetáculo teatral. O público recebia inconscien-
 
temente essa carga e participava de algum modo dela. Se para
20
Aracy Cardoso o uso do VT permite sobretudo ao ator se ver e
 
corrigir a interpretação, Roberto de Cleto enfatiza que a intro-
 
dução do videoteipe prejudicou a interpretação: perdia-se uma
 
certa eletricidade que emanava da interpretação ao vivo. A
 
energia que vibrava da vontade “de se fazer bem e certo, ao
25
vivo” não estava mais presente.
 
As cartas dos leitores de revistas especializadas da
 
época revelam que o público se propunha a participar ativa-
 
mente no desenvolvimento do novo meio. Ele exercia a crítica
 
com a intenção de modificar o que lhe era apresentado: a pro-
30
gramação, a escolha dos atores, a composição dos cenários.
(Adaptado de Marta Maria Klagsbrunn. “A telenovela ao vivo”. Sujeito, o lado oculto do receptor. S.Paulo: Brasiliense, 1995, p. 94-95)
Sobre a pontuação empregada no texto, afirma-se corretamente:

Questão 9
Matéria: Português
Sergipe Gás S/A 2013 - FCC - Assistente Técnico Administrativo - RH
1
Assistir à televisão era algo especial, a começar pelo
 
manuseio do aparelho. Frequentemente apenas uma pessoa −
 
no geral, um adulto − era competente para ligá-lo e regular a
 
imagem. As crianças constituíam, desde o início, um segmento
5
importante do público, mas ainda lhes era imposta certa dis-
 
tância do aparelho.
 
Introduzida nos lares, a televisão concedia prestígio so-
 
cial à família. Mais que isso: a casa se tornava um centro de
 
atração e convivência para a vizinhança. Por isso, o público-
10
alvo incluía os televizinhos.
 
Havia ainda um misto de respeito e estranhamento
 
diante da caixa mágica e de seus mistérios. A posse do objeto
 
que traz as imagens para dentro de casa significava uma pos-
 
tura “moderna”, uma atitude desinibida diante da nova tecnolo-
15
gia.
 
Antes do videoteipe (VT), a teledramaturgia transporta-
 
va uma carga de emoção que era única, semelhante à tensão
 
típica de um espetáculo teatral. O público recebia inconscien-
 
temente essa carga e participava de algum modo dela. Se para
20
Aracy Cardoso o uso do VT permite sobretudo ao ator se ver e
 
corrigir a interpretação, Roberto de Cleto enfatiza que a intro-
 
dução do videoteipe prejudicou a interpretação: perdia-se uma
 
certa eletricidade que emanava da interpretação ao vivo. A
 
energia que vibrava da vontade “de se fazer bem e certo, ao
25
vivo” não estava mais presente.
 
As cartas dos leitores de revistas especializadas da
 
época revelam que o público se propunha a participar ativa-
 
mente no desenvolvimento do novo meio. Ele exercia a crítica
 
com a intenção de modificar o que lhe era apresentado: a pro-
30
gramação, a escolha dos atores, a composição dos cenários.
(Adaptado de Marta Maria Klagsbrunn. “A telenovela ao vivo”. Sujeito, o lado oculto do receptor. S.Paulo: Brasiliense, 1995, p. 94-95)
Considerados os necessários ajustes, a substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente foi realizada de modo correto em:

Questão 10
Matéria: Português
Sergipe Gás S/A 2013 - FCC - Assistente Técnico Administrativo - RH
1
Assistir à televisão era algo especial, a começar pelo
 
manuseio do aparelho. Frequentemente apenas uma pessoa −
 
no geral, um adulto − era competente para ligá-lo e regular a
 
imagem. As crianças constituíam, desde o início, um segmento
5
importante do público, mas ainda lhes era imposta certa dis-
 
tância do aparelho.
 
Introduzida nos lares, a televisão concedia prestígio so-
 
cial à família. Mais que isso: a casa se tornava um centro de
 
atração e convivência para a vizinhança. Por isso, o público-
10
alvo incluía os televizinhos.
 
Havia ainda um misto de respeito e estranhamento
 
diante da caixa mágica e de seus mistérios. A posse do objeto
 
que traz as imagens para dentro de casa significava uma pos-
 
tura “moderna”, uma atitude desinibida diante da nova tecnolo-
15
gia.
 
Antes do videoteipe (VT), a teledramaturgia transporta-
 
va uma carga de emoção que era única, semelhante à tensão
 
típica de um espetáculo teatral. O público recebia inconscien-
 
temente essa carga e participava de algum modo dela. Se para
20
Aracy Cardoso o uso do VT permite sobretudo ao ator se ver e
 
corrigir a interpretação, Roberto de Cleto enfatiza que a intro-
 
dução do videoteipe prejudicou a interpretação: perdia-se uma
 
certa eletricidade que emanava da interpretação ao vivo. A
 
energia que vibrava da vontade “de se fazer bem e certo, ao
25
vivo” não estava mais presente.
 
As cartas dos leitores de revistas especializadas da
 
época revelam que o público se propunha a participar ativa-
 
mente no desenvolvimento do novo meio. Ele exercia a crítica
 
com a intenção de modificar o que lhe era apresentado: a pro-
30
gramação, a escolha dos atores, a composição dos cenários.
(Adaptado de Marta Maria Klagsbrunn. “A telenovela ao vivo”. Sujeito, o lado oculto do receptor. S.Paulo: Brasiliense, 1995, p. 94-95)
Introduzida nos lares, a televisão concedia prestígio social à família.

Mantém-se corretamente a crase empregada na frase acima caso o elemento sublinhado seja substituído por:

Questão 11
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1
Assistir à televisão era algo especial, a começar pelo
 
manuseio do aparelho. Frequentemente apenas uma pessoa −
 
no geral, um adulto − era competente para ligá-lo e regular a
 
imagem. As crianças constituíam, desde o início, um segmento
5
importante do público, mas ainda lhes era imposta certa dis-
 
tância do aparelho.
 
Introduzida nos lares, a televisão concedia prestígio so-
 
cial à família. Mais que isso: a casa se tornava um centro de
 
atração e convivência para a vizinhança. Por isso, o público-
10
alvo incluía os televizinhos.
 
Havia ainda um misto de respeito e estranhamento
 
diante da caixa mágica e de seus mistérios. A posse do objeto
 
que traz as imagens para dentro de casa significava uma pos-
 
tura “moderna”, uma atitude desinibida diante da nova tecnolo-
15
gia.
 
Antes do videoteipe (VT), a teledramaturgia transporta-
 
va uma carga de emoção que era única, semelhante à tensão
 
típica de um espetáculo teatral. O público recebia inconscien-
 
temente essa carga e participava de algum modo dela. Se para
20
Aracy Cardoso o uso do VT permite sobretudo ao ator se ver e
 
corrigir a interpretação, Roberto de Cleto enfatiza que a intro-
 
dução do videoteipe prejudicou a interpretação: perdia-se uma
 
certa eletricidade que emanava da interpretação ao vivo. A
 
energia que vibrava da vontade “de se fazer bem e certo, ao
25
vivo” não estava mais presente.
 
As cartas dos leitores de revistas especializadas da
 
época revelam que o público se propunha a participar ativa-
 
mente no desenvolvimento do novo meio. Ele exercia a crítica
 
com a intenção de modificar o que lhe era apresentado: a pro-
30
gramação, a escolha dos atores, a composição dos cenários.
(Adaptado de Marta Maria Klagsbrunn. “A telenovela ao vivo”. Sujeito, o lado oculto do receptor. S.Paulo: Brasiliense, 1995, p. 94-95)
... a teledramaturgia transportava uma carga de emoção ...

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está empregado em:

Questão 12
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1
Assistir à televisão era algo especial, a começar pelo
 
manuseio do aparelho. Frequentemente apenas uma pessoa −
 
no geral, um adulto − era competente para ligá-lo e regular a
 
imagem. As crianças constituíam, desde o início, um segmento
5
importante do público, mas ainda lhes era imposta certa dis-
 
tância do aparelho.
 
Introduzida nos lares, a televisão concedia prestígio so-
 
cial à família. Mais que isso: a casa se tornava um centro de
 
atração e convivência para a vizinhança. Por isso, o público-
10
alvo incluía os televizinhos.
 
Havia ainda um misto de respeito e estranhamento
 
diante da caixa mágica e de seus mistérios. A posse do objeto
 
que traz as imagens para dentro de casa significava uma pos-
 
tura “moderna”, uma atitude desinibida diante da nova tecnolo-
15
gia.
 
Antes do videoteipe (VT), a teledramaturgia transporta-
 
va uma carga de emoção que era única, semelhante à tensão
 
típica de um espetáculo teatral. O público recebia inconscien-
 
temente essa carga e participava de algum modo dela. Se para
20
Aracy Cardoso o uso do VT permite sobretudo ao ator se ver e
 
corrigir a interpretação, Roberto de Cleto enfatiza que a intro-
 
dução do videoteipe prejudicou a interpretação: perdia-se uma
 
certa eletricidade que emanava da interpretação ao vivo. A
 
energia que vibrava da vontade “de se fazer bem e certo, ao
25
vivo” não estava mais presente.
 
As cartas dos leitores de revistas especializadas da
 
época revelam que o público se propunha a participar ativa-
 
mente no desenvolvimento do novo meio. Ele exercia a crítica
 
com a intenção de modificar o que lhe era apresentado: a pro-
30
gramação, a escolha dos atores, a composição dos cenários.
(Adaptado de Marta Maria Klagsbrunn. “A telenovela ao vivo”. Sujeito, o lado oculto do receptor. S.Paulo: Brasiliense, 1995, p. 94-95)
As crianças constituíam, desde o início, um segmento importante do público ...

A forma verbal resultante da transposição da frase acima para a voz passiva é:

Questão 13
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1
Assistir à televisão era algo especial, a começar pelo
 
manuseio do aparelho. Frequentemente apenas uma pessoa −
 
no geral, um adulto − era competente para ligá-lo e regular a
 
imagem. As crianças constituíam, desde o início, um segmento
5
importante do público, mas ainda lhes era imposta certa dis-
 
tância do aparelho.
 
Introduzida nos lares, a televisão concedia prestígio so-
 
cial à família. Mais que isso: a casa se tornava um centro de
 
atração e convivência para a vizinhança. Por isso, o público-
10
alvo incluía os televizinhos.
 
Havia ainda um misto de respeito e estranhamento
 
diante da caixa mágica e de seus mistérios. A posse do objeto
 
que traz as imagens para dentro de casa significava uma pos-
 
tura “moderna”, uma atitude desinibida diante da nova tecnolo-
15
gia.
 
Antes do videoteipe (VT), a teledramaturgia transporta-
 
va uma carga de emoção que era única, semelhante à tensão
 
típica de um espetáculo teatral. O público recebia inconscien-
 
temente essa carga e participava de algum modo dela. Se para
20
Aracy Cardoso o uso do VT permite sobretudo ao ator se ver e
 
corrigir a interpretação, Roberto de Cleto enfatiza que a intro-
 
dução do videoteipe prejudicou a interpretação: perdia-se uma
 
certa eletricidade que emanava da interpretação ao vivo. A
 
energia que vibrava da vontade “de se fazer bem e certo, ao
25
vivo” não estava mais presente.
 
As cartas dos leitores de revistas especializadas da
 
época revelam que o público se propunha a participar ativa-
 
mente no desenvolvimento do novo meio. Ele exercia a crítica
 
com a intenção de modificar o que lhe era apresentado: a pro-
30
gramação, a escolha dos atores, a composição dos cenários.
(Adaptado de Marta Maria Klagsbrunn. “A telenovela ao vivo”. Sujeito, o lado oculto do receptor. S.Paulo: Brasiliense, 1995, p. 94-95)
No quarto parágrafo, são confrontadas duas posições opostas sobre o surgimento do videoteipe, que podem ser assim sintetizadas:

Questão 14
Matéria: Português
Sergipe Gás S/A 2013 - FCC - Assistente Técnico Administrativo - RH
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Assistir à televisão era algo especial, a começar pelo
 
manuseio do aparelho. Frequentemente apenas uma pessoa −
 
no geral, um adulto − era competente para ligá-lo e regular a
 
imagem. As crianças constituíam, desde o início, um segmento
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importante do público, mas ainda lhes era imposta certa dis-
 
tância do aparelho.
 
Introduzida nos lares, a televisão concedia prestígio so-
 
cial à família. Mais que isso: a casa se tornava um centro de
 
atração e convivência para a vizinhança. Por isso, o público-
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alvo incluía os televizinhos.
 
Havia ainda um misto de respeito e estranhamento
 
diante da caixa mágica e de seus mistérios. A posse do objeto
 
que traz as imagens para dentro de casa significava uma pos-
 
tura “moderna”, uma atitude desinibida diante da nova tecnolo-
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gia.
 
Antes do videoteipe (VT), a teledramaturgia transporta-
 
va uma carga de emoção que era única, semelhante à tensão
 
típica de um espetáculo teatral. O público recebia inconscien-
 
temente essa carga e participava de algum modo dela. Se para
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Aracy Cardoso o uso do VT permite sobretudo ao ator se ver e
 
corrigir a interpretação, Roberto de Cleto enfatiza que a intro-
 
dução do videoteipe prejudicou a interpretação: perdia-se uma
 
certa eletricidade que emanava da interpretação ao vivo. A
 
energia que vibrava da vontade “de se fazer bem e certo, ao
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vivo” não estava mais presente.
 
As cartas dos leitores de revistas especializadas da
 
época revelam que o público se propunha a participar ativa-
 
mente no desenvolvimento do novo meio. Ele exercia a crítica
 
com a intenção de modificar o que lhe era apresentado: a pro-
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gramação, a escolha dos atores, a composição dos cenários.
(Adaptado de Marta Maria Klagsbrunn. “A telenovela ao vivo”. Sujeito, o lado oculto do receptor. S.Paulo: Brasiliense, 1995, p. 94-95)
O texto enfatiza

Questão 15
Matéria: Português
TRT 9ª 2013 - FCC - Técnico Judiciário - Área Administrativa
Atualmente, ...... que o número de brasileiros conectados na internet já ...... ultrapassado a casa de 80 milhões, sendo que 72.640.000 são usuários ativos de redes sociais, e 56% destes ...... um aparelho celular para acessar a internet.
(Dados publicados em www.agenciaopen.com/blog/perfil-do-brasileiro-nas-redes-sociais-o-que-ha-de-novo/).

Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:

 
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