Questões de Comunicação - Defensoria Pública do Estado de Rondônia
Limpar pesquisa
Questão: 61 de 78
463456
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: DPE/RO
Cargo(s): Analista da Defensoria Pública - Jornalismo
Ano: 2022
Matéria/Assunto: Comunicação Social > Fundamentos da Comunicação / Indústria Cultural, Crítica e Opinião Pública
Com a criação da Assessoria Especial de Relações Públicas (AERP), as campanhas de publicidade do governo federal deixaram de tratar da imagem de presidentes da República, tarefa que foi terceirizada para agências de propaganda.
Na década de 20 do século passado, a imprensa brasileira atingiu elevado grau de autonomia por ter deixado de depender financeiramente dos subsídios governamentais.
No Brasil, a censura prévia aos conteúdos de imprensa limitou-se a períodos de exceção associados aos contextos da Primeira Guerra Mundial e da Segunda Guerra Mundial.
A criação do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), em 1939, representou um marco no bom relacionamento do governo com a mídia, ocasião em que os subsídios governamentais passaram a se destinar exclusivamente a propagandas.
A partir da promulgação da Constituição Federal de 1988, passou a ser vedada a publicidade associada a nomes de governantes que fosse financiada com verbas públicas.
Questão: 62 de 78
463457
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: DPE/RO
Cargo(s): Analista da Defensoria Pública - Jornalismo
Ano: 2022
Matéria/Assunto: Comunicação Social > Jornalismo / Assessoria de Imprensa (Jornalismo Empresarial)
No Brasil, até o final da Segunda Guerra mundial, a prática das relações públicas se espelhou no modelo francês, cuja característica principal era a não aceitação de jornalistas em assessorias de comunicação.
As relações públicas no Brasil experimentaram uma fase de grande prestígio e expansão, em parte graças ao surgimento da AERP, vinculada à Presidência da República.
Diferentemente do que ocorreu no setor público, as assessorias de relações públicas no setor privado somente deslancharam a partir da década de 70 do século passado.
Apesar de ter conquistado poderes equivalentes a um ministério, em termos de verbas e poder político, o modelo da AERP não se propagou pelas administrações estaduais e municipais.
Até a sua regulamentação como carreira e sua inserção acadêmica como habilitação profissional nos cursos de comunicação social, a formação específica em relações públicas esteve associada ao curso de economia.
Questão: 63 de 78
463458
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: DPE/RO
Cargo(s): Analista da Defensoria Pública - Jornalismo
Ano: 2022
Matéria/Assunto: Comunicação Social > Jornalismo / Assessoria de Imprensa (Jornalismo Empresarial)
Por ser um produto estritamente de valor institucional, o press release não tem sua finalidade associada ao aproveitamento noticioso, mas ao seu potencial como gerador de pautas jornalísticas.
Com o advento do clipping eletrônico, desapareceram das assessorias as hemerotecas que disponibilizavam para leitura os exemplares da mídia impressa.
O house organ (jornal da casa ) é um instrumento exclusivamente de relações públicas, sem finalidade noticiosa, e restrito às atividades de comunicação administrativa.
No Brasil, com a redemocratização, a partir de 1985, desapareceram as salas de imprensa, comuns nos palácios, ministérios e órgãos públicos, onde funcionavam como uma forma de conter a circulação de jornalistas pelas repartições.
Banco de imagens, fotografias e vídeos, com boa definição e com direitos autorais abertos, são recursos que, nas assessorias de imprensa, facilitam o trabalho jornalístico, interno e externo.
Questão: 64 de 78
463453
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: DPE/RO
Cargo(s): Analista da Defensoria Pública - Jornalismo
Ano: 2022
Matéria/Assunto: Comunicação Social > Jornalismo / Linguagem, Estilos e Gêneros Jornalísticos
referencial.
fática.
conativa.
expressiva.
metalinguística.
Questão: 65 de 78
463454
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: DPE/RO
Cargo(s): Analista da Defensoria Pública - Jornalismo
Ano: 2022
Matéria/Assunto: Comunicação Social > Fundamentos da Comunicação / História da Comunicação / História do jornalismo
Em 1882, William Henry Vanderbilt, presidente de uma estrada de ferro nos Estados Unidos da América, demonstrou, de forma inédita, a um repórter do jornal The Times preocupação com a opinião pública, fator até então desprezado.
Theodor Roosevelt e Woodrow Wilson foram pioneiros em empregar na Casa Branca profissionais de relações públicas com a missão de cuidar da imagem dos presidentes norte-americanos.
Os rudimentos de um jornalismo institucional datam de 1906, com a atuação do jornalista Yve Lee, nos Estados Unidos da América, quando ele convenceu editores de que divulgava informações, e não propaganda.
Embora tenham sido pioneiros na aproximação entre empresas e jornais, Ivy Lee e seus sucessores não conseguiram convencer o magnata John Rockfeller a financiar ações de filantropia, uma forma de melhorar a imagem de empresas e empresários.
Apesar da experiência pioneira de Yve Lee nos Estados Unidos da América, somente a partir da metade do século XX surgiram os primeiros escritórios de relações públicas.