Questões de Direito das sucessões - Inventário e partilha

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Questão: 16 de 409

161796

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Banca: FCC

Órgão: DPE/RS

Cargo(s): Analista Processual

Ano: 2013

Matéria/Assunto: Direito Civil > Do Direito das Sucessões (arts. 1.784 a 2.027) / Do Inventário e da Partilha (arts. 1.991 a 2.027) / Do Inventário (art. 1.991)

administra a herança mesmo depois da homologação da partilha.

representa o espólio em juízo e fora dele.

é, em regra, o cônjuge sobrevivente, mesmo que não conviva com o outro ao tempo da morte.

não está sujeito à pena de sonegados.

tem como remuneração os frutos da coisa que administra.

Questão: 17 de 409

84410

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Banca: CESPE / Cebraspe

Órgão: Pref. Aracaju/SE

Cargo(s): Procurador

Ano: 2008

Matéria/Assunto: Direito Civil > Do Direito das Sucessões (arts. 1.784 a 2.027)

A respeito do direito das obrigações, julgue os itens a seguir.
A venda de bens imóveis de ascendentes a descendentes,
mesmo com o consentimento dos demais herdeiros,
caracteriza adiantamento de herança e impõe a esse
descendente a obrigação da colação.

Questão: 18 de 409

377646

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Banca: FUMARC

Órgão: TJ/MG

Cargo(s): Titular de Serviços de Notas e de Registros - Remoção

Ano: 2012

Matéria/Assunto: Direito Civil > Do Direito das Sucessões (arts. 1.784 a 2.027) / Da Sucessão Testamentária (arts. 1.857 a 1.990) / Dos Legados (arts. 1.912 a 1.940)

O deficiente visual pode fazer testamento público.

O testamento cerrado só pode ser lido em língua nacional.

Os inteiramente surdos podem designar quem leia o seu testamento público.

Os maiores de 16 anos e menores de 18 anos podem ser testemunhas em testamentos.

Questão: 19 de 409

342316

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Banca: CESPE / Cebraspe

Órgão: TRF - 3ª Região

Cargo(s): Juiz Federal

Ano: 2011

Matéria/Assunto: Direito Civil > Do Direito das Sucessões (arts. 1.784 a 2.027) / Da Sucessão Testamentária (arts. 1.857 a 1.990) / Das Formas Ordinárias do Testamento: Público, Cerrado e Particular (arts. 1.862 a 1880)

A doação da joia a Maria é contrato inexistente por não ter
ocorrido a devida formalização da aceitação do objeto.

Ainda que o motorista não tivesse emitido o recibo pelo
serviço prestado a João, o contrato seria válido, porém, de
prova impossível, dada a inexistência de documento.

A declaração de João a seus familiares, mesmo expressa e
testemunhada por duas outras pessoas, não é válida, por vício
de forma.

O contrato firmado por João e o motorista do táxi só pode ser
considerado plenamente válido porque se formalizou com o
recibo emitido.

A compra e venda ocorrida entre João e Carlos é inválida,
porque o valor do negócio impõe a forma escrita.

Questão: 20 de 409

291242

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Banca: FCC

Órgão: MPE/MT

Cargo(s): Promotor de Justiça Substituto

Ano: 2019

Matéria/Assunto: Direito Civil > Do Direito das Sucessões (arts. 1.784 a 2.027) / Da Sucessão Testamentária (arts. 1.857 a 1.990) / Das Disposições Testamentárias (arts. 1.897 a 1.911)

I, II e IV.

III, IV e V.

I, II, IV e V.

I, III e V.

II, III, IV e V.