Questões de Direito do Trabalho - Fontes do direito do trabalho
Limpar pesquisa
Questão: 6 de 69
6095862a0905e93c17d4a599
Banca: CESGRANRIO
Órgão: Petrobras Transporte
Cargo(s): Advogado - Júnior
Ano: 2018
Matéria/Assunto: Direito do Trabalho > Fontes do direito do trabalho
analisar a essencialidade do negócio jurídico convencional.
aplicar direitos previstos constitucionalmente.
criar obrigações que não estejam previstas em lei.
estabelecer intervenção mínima no acordo coletivo.
interpretar benefícios constantes em Convenções Coletivas.
Questão: 7 de 69
63c16cdef3422e126f48180a
Banca: INSTITUTO CONSULPLAN
Órgão: Câmara Municipal de Arcos/MG
Cargo(s): Advogado
Ano: 2020
Matéria/Assunto: Direito do Trabalho > Fontes do direito do trabalho
Normativa estatal nem sempre emana do Poder Legislativo.
Negocial deriva exclusivamente das normativas internacionais.
Da qual deriva a sentença normativa é classificada como não-estatal.
Derivada dos costumes não é aceita pelo Direito do Trabalho brasileiro.
Questão: 8 de 69
64905327a50ff933097fe036
Banca: VUNESP
Órgão: Companhia Docas da Paraíba
Cargo(s): Advogado
Ano: 2022
Matéria/Assunto: Direito do Trabalho > Fontes do direito do trabalho
A lei é uma fonte autônoma do direito do trabalho, visto que as regras nela contidas são produzidas pelo Poder Legislativo e não pela vontade própria dos entes sociais.
A Constituição Federal bem como as convenções coletivas de trabalho são exemplos de fonte estatal no direito do trabalho.
O regulamento de uma empresa não pode ser considerado como fonte de direito do trabalho, ainda que vise a garantir a observância de regras de compliance, códigos de conduta, proteção de dados pessoais.
O Acordo Coletivo é uma fonte formal heterônoma.
As fontes formais do direito do trabalho podem ser divididas em dois grupos: heterônomas e autônomas.
Questão: 9 de 69
649da68a2c67e243db1e323a
Banca: FGV
Órgão: Tribunal Superior do Trabalho
Cargo(s): Juiz - Trabalho
Ano: 2023
Matéria/Assunto: Direito do Trabalho > Fontes do direito do trabalho
os debates políticos, discussões sociais, manifestações públicas da sociedade civil e outras expressões de conteúdo ideológico dos entes sociais constituem as fontes formais do Direito;
a jurisprudência não constitui fonte formal do Direito, caracterizando-se apenas como fonte material, pois as teses jurídicas dela decorrentes têm apenas efeito persuasivo, e não coercitivo;
o fenômeno da integração jurídica (preenchimento de lacunas no ordenamento jurídico/omissão da lei) não é admitido no direito positivo brasileiro, tanto como regra geral para qualquer área do Direito quanto como regra especial para o Direito do Trabalho;
as Emendas à Constituição da República de 1988 devem ser propostas por iniciativa de dois terços, no mínimo, dos membros da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal, pelo presidente da República, ou por dois terços das Assembleias Legislativas das unidades da Federação, manifestando-se, cada uma delas, pela maioria relativa de seus membros;
a Constituição da República de 1988, as Leis Complementares, as Leis Ordinárias, as Medidas Provisórias, as Leis Delegadas, os Decretos Regulamentares do Poder Executivo e as Súmulas Vinculantes do Supremo Tribunal Federal são considerados fontes formais do Direito, por terem sua positividade relacionada com o poder legiferante do Estado.
Questão: 10 de 69
649da68a2c67e243db1e3248
Banca: FGV
Órgão: Tribunal Superior do Trabalho
Cargo(s): Juiz - Trabalho
Ano: 2023
Matéria/Assunto: Direito do Trabalho > Fontes do direito do trabalho
a servidão foi um tipo de trabalho característico da sociedade feudal, fundamentada na posse da terra pelos senhores feudais. Os servos não possuíam liberdade de trabalho, mas recebiam proteção militar e política dos senhores feudais, bem como tinham autonomia comercial em relação a tudo que produziam;
as corporações de ofício, surgidas a partir do século XII, incluíam três categorias: mestre, companheiro e aprendiz. Os mestres centralizavam todo o poder, organizando seus estatutos e estabelecendo livremente as condições de trabalho, excetuando-se a necessidade de observação do limite mínimo de idade de 14 anos para a contratação dos aprendizes;
por meio da Encíclica Rerum Novarum, o papa Leão XIII, dentre outros temas, abordou a condição de trabalho do proletariado, defendendo que, dentre os deveres principais do patrão, estava preservar a isonomia salarial entre os operários, pois defendia que na sociedade civil todos deveriam ter o mesmo nível social, em igualdade de condições;
o direito do trabalho é produto do século XIX, nascendo como reação à crescente exploração do trabalho humano. No Brasil, a Constituição de 1891, embora consagrasse o princípio da não intervenção do Estado nas relações de trabalho, destacou-se como a primeira carta constitucional a abordar em seu texto a necessidade de um direito ao “trabalho livre, justo e remunerado”;
a Lei Chapelier, em 1791, atrelada aos cânones da Revolução Francesa de liberdade e igualdade do homem, aboliu as corporações de ofício, abrindo espaço, assim, para a liberdade de trabalho, profissão, arte ou ofício.