Questões de Fundação Vunesp - Colonialismo e Descolonização
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Questão: 6 de 21
320711
Banca: VUNESP
Órgão: Pref. Peruíbe/SP
Cargo(s): Professor - História | PEB II
Ano: 2019
Matéria/Assunto: História > História Geral / Idade Moderna / Mercantilismo, Grandes Navegações e Colonialismo / Colonialismo
a imutabilidade do passado, condição que não permite a sua releitura.
as fontes históricas encontradas e selecionadas, e a
diversidade dessas fontes.
o reconhecimento da neutralidade como fundamental no trabalho do historiador.
a preocupação contemporânea com a busca da verdade histórica.
a ausência de rigor metodológico dos historiadores
do século XIX e começo do XX.
Questão: 7 de 21
320719
Banca: VUNESP
Órgão: Pref. Peruíbe/SP
Cargo(s): Professor - História | PEB II
Ano: 2019
Matéria/Assunto: História > História Geral / Idade Moderna / Mercantilismo, Grandes Navegações e Colonialismo / Colonialismo
a importância da colonização portuguesa foi reconhecida durante o processo de formação do Estado
nacional brasileiro.
as primeiras obras sobre a história nacional publicadas até a metade do século XIX exaltavam os africanos pela resistência ao colonizador.
a produção historiográfica do século XIX recebeu
importante influência da lusofobia presente entre os
brasileiros.
a produção historiográfica no Primeiro Reinado era
simpática a Dom Pedro I e reconhecia os ganhos
civilizatórios do Brasil por causa de Portugal.
a forte aversão aos portugueses na primeira metade
do século XIX fez a historiografia nacional valorizar a
presença de africanos no Brasil.
Questão: 8 de 21
299902
Banca: VUNESP
Órgão: Pref. Cerquilho/SP
Cargo(s): Professor - História
Ano: 2019
Matéria/Assunto: História > História Geral / Idade Moderna / Mercantilismo, Grandes Navegações e Colonialismo / Colonialismo
o imaginário brasileiro contemporâneo não contribui
em nada para o estudo da História independentemente do tempo e espaço analisados.
as formulações acerca da inferioridade da colonização
portuguesa em relação à holandesa são consensuais
na atualidade a partir do revisionismo histórico.
independentemente do que acham os historiadores, o
fato é que se o Brasil fosse colonizado por uma potência europeia, hoje seria um país de primeiro mundo.
o estudo da História deve considerar formulações
presentes no imaginário brasileiro contemporâneo
como elemento de análise e produção dos estudos
historiográficos.
o comportamento desviante da Nova História passou
a considerar as formulações sobre a colonização do
Brasil, algo descartável para seus estudos.
Questão: 9 de 21
299912
Banca: VUNESP
Órgão: Pref. Cerquilho/SP
Cargo(s): Professor - História
Ano: 2019
Matéria/Assunto: História > História Geral / Idade Moderna / Mercantilismo, Grandes Navegações e Colonialismo / Colonialismo
impossibilitaram os proprietários de terras de utilizarem a mão de obra indígena, situação que pressionou o Estado português no sentido de efetivar o
tráfico negreiro para a América.
acentuaram a harmonia entre os interesses do Estado português, dos colonos e da Igreja Católica porque, na prática, a mão de obra indígena compulsória
deixou de ser utilizada na América portuguesa.
prevaleceram nas regiões produtoras de açúcar em
função da urgente necessidade do suprimento de mão
de obra e foram desconhecidas nas regiões desvinculadas do mercado externo, caso de São Paulo.
se consubstanciaram em um mecanismo de proteção às sociedades indígenas porque foram raros os
episódios de aldeias que não aceitavam a proteção
e, consequentemente, a catequese dos missionários.
constituíam-se em um artifício jurídico pelo qual os
primeiros donatários poderiam garantir a exploração
da mão de obra indígena de forma compulsória por
meio de guerra contra índios arredios.
Questão: 10 de 21
201882
Banca: VUNESP
Órgão: Pref. Ribeirão Preto/SP
Cargo(s): Professor - História | PEB III
Ano: 2013
Matéria/Assunto: História > História Geral / Idade Moderna / Mercantilismo, Grandes Navegações e Colonialismo / Colonialismo
o discurso de extermínio dos povos africanos, em função da pretensa superioridade europeia e da necessidade de aliviar a pressão demográfica no velho continente.
a tentativa de alguns países, como a Alemanha e a Rússia, de afirmar a inferioridade de negros e judeus, de forma a justificar o antissemitismo na Europa.
a necessidade dos países europeus de buscarem escravos negros na costa atlântica africana, suprindo a necessidade de trabalhadores cativos na América.
o fardo do homem branco, que dizia que o processo civilizatório era um dever dos europeus em relação aos povos considerados bárbaros e selvagens.
o genocídio levado adiante pelas potências imperialistas, às voltas com uma população africana desnecessária para a exploração econômica do continente.